09/07/2018

No Passo, São José-RS dá o troco no Linense e conquista acesso à Série C do Brasileirão 2019

  o grupo aspecir parabeniza o zeca que sofreu com retranca do time paulista, mas fez 2 a 0 na segunda etapa para conquistar o acesso que bateu na trave em 2017. é uma honra para o grupo aspecir participar dessa trajetória de conquistas. o jogo o grito preso na garganta do torcedor do são josé-rs durante um ano, após a eliminação para o atlético acreano, finalmente saiu. jogando em casa, no estádio passo d'areia, o zequinha fez 2 a 0 no linense, neste domingo, e conseguiu a classificação para a semifinal da série d deste ano e o acesso à terceira divisão do futebol brasileiro do próximo ano. a equipe de porto alegre teve que superar a retranca da equipe paulista e levou a melhor no placar agregado com um gol de vantagem. fonte: globo esporte
09/07/2018

Seguros e planos de saúde têm opções para as pequenas empresas

 com o aumento de pequenas e médias empresas no mercado, os seguros e planos de saúde estão apostando nesse perfil de negócio, com poucos funcionários, a partir de dois, por exemplo. de acordo com os últimos dados apurados pela associação brasileira de planos de saúde (abramge) com base na agência nacional de saúde suplementar (ans) existem 4,5 milhões de pessoas vinculadas a planos com menos de 30 vidas. um dos fatores importantes na hora de contratar um serviço como esse para a sua empresa, é buscar um produto que ofereça autonomia e praticidade para os beneficiários, já que a maioria das pme’s não têm tempo para administrar algo a mais, pois quase sempre, é o próprio dono que está resolvendo todos os problemas da empresa. algumas pessoas ainda têm dúvidas e podem confundir o plano com seguro, mas eles são dois produtos diferentes. a principal diferença é o reembolso das despesas médicas. no primeiro, há um acompanhamento durante o processo, já no seguro, o cliente deve arcar com as despesas e depois procurar o reembolso dos gastos, além de poder escolher onde será o atendimento. ao notar que estava perdendo um nicho importante do mercado, a porto seguro saúde apostou, em setembro de 2017, em seguros para empresas a partir de cinco vidas. “percebemos que estávamos de fora de um nicho de mercado e decidimos investir nele”, conta a superintendente operacional mônica bortolossi, que antes trabalhava com seguros para empresas a partir de 20 vidas. por enquanto, a seguradora atua apenas no rio de janeiro e são paulo. de janeiro a maio, houve um número 10% maior de contratações desse tipo de seguro em relação à 2017. já a sulamérica, tem esse produto há algum tempo e o vice-presidente de marketing, andré lauzana, reconhece que esse segmento representa, cada vez mais, uma parte importante das vendas. o plano para pme's, de três a 99 pessoas, representa hoje 25,6% de todas as vendas, com crescimento de 10,6% da modalidade no primeiro trimestre de 2018, em relação ao mesmo período do ano passado. reinaldo scheibe, presidente da abramge, comenta que o país vive momento favorável ao surgimento de microempreendedores. “essa tendência tem encontrado espaço na sociedade, seja por conta do desejo de desenvolver projetos individuais ou pelo aumento do desemprego nos setores tradicionais”, observa. porém, reinaldo alerta que no início do ano, a ans publicou um normativo impondo regras para este tipo de plano (empresa de pequeno porte – epp, microempreendedor individual – mei e com cadastro específico do inss – cei) que devem ser checadas pelos empresários. praticidade e comodidade a forma de aderir esse tipo de plano ou seguro, tende a ser simplificada, para seguir a linha de oferecer praticidade e comodidade ao cliente. basta procurar um corretor e comprovar os dados com alguns documentos. quanto o empresário vai ter que reembolsar para oferecer uma assistência de saúde para os seus funcionários, vai depender muito da idade e sexo de cada um, mas mônica conta que, em média, um funcionário de 35 anos, custa r$ 290. no plano da sulamérica, podem fazer parte sócios, administradores, diretores e funcionários, incluindo aprendizes, estagiários, expatriados e aposentados. o foco da sulamérica é oferecer um produto customizado. a empresa conta com opções de agregar ao pacote o seguro viagem, para aqueles que viajam muito à trabalho. “a ideia é o empresário poder enquadrar o plano na sua realidade”, diz andré. segundo ele, com o aplicativo é possível resolver muita coisa. “fazemos de tudo para entregar satisfação e permitir que a empresa foque na sua atividade profissional”, completa. fonte: portal uol a tarde por yumi kuwano*
09/07/2018

Seguradoras devem requalificar os colaboradores para aproveitar as oportunidades de crescimento provenientes da Inteligência Artificial

 o investimento na colaboração homem-máquina pode aumentar as receitas das seguradoras em 17% e a taxa de empregabilidade em 7% nos próximos cinco anos de acordo com um novo estudo da accenture, as seguradoras podem comprometer as oportunidades de crescimento caso os executivos não tomem providências para atrair novos talentos, redesenhem a forma como se trabalha e orientem a colaboração da força de trabalho com a inteligência artificial (ia). o relatório “future workforce survey – insurance: realizing the full value of ai” demonstra que as seguradoras que investem em ia e na colaboração homem-máquina na mesma proporção que outras empresas de alto desempenho podem, durante os próximos cinco anos, aumentar, em média, as suas receitas em 17% e o emprego em 7%. de acordo com o relatório da accenture – que se baseia em dois inquéritos, um realizado a 100 altos dirigentes e outro a mais de 900 colaboradores não-executivos – deve haver um maior esforço por parte das seguradoras, na preparação dos colaboradores para que estes trabalhem de forma mais eficaz com a ia. os executivos inquiridos acreditam, por exemplo, que apenas um em quatro colaboradores está preparado para trabalhar com ia e que mais de quatro em 10 colaboradores (43%) referem o aumento da disparidade de qualificações como o fator que mais influencia a sua estratégia de força de trabalho. apesar da clara necessidade de preparação, apenas 4% das seguradoras planeia aumentar significativamente o seu investimento em programas de requalificação, nos próximos três anos. “a ia tem o potencial para impulsionar a inovação, o crescimento e a eficiência, mas a hesitação das seguradoras em requalificar corretamente os seus colaboradores pode limitar o seu impacto”, afirma miguel proença, managing director da accenture, responsável pela prática de seguros em portugal. “apesar de ser um negócio propício à aplicação de tecnologia e inovação, as seguradoras têm um caminho a percorrer para vencer a guerra do talento tecnológico. os executivos precisam de pensar de forma pragmática sobre como podem trazer novo talento, redesenhar postos de trabalho e requalificar corretamente os colaboradores. criar um ambiente de trabalho mais flexível pode ser um primeiro passo-chave para atrair data scientists e outros talentos.” a maioria dos executivos inquiridos (61%) espera que a força de trabalho do futuro seja uma conjugação de humanos e máquinas. contrariamente à crença popular de que a ia iria reduzir postos de trabalho, 2/3 (67%) dos executivos das seguradoras esperam que a ia resulte num ganho líquido em termos de postos de trabalho dentro das suas empresas nos próximos três anos. o relatório da accenture revela também que os trabalhadores das seguradoras estão dispostos a apostar em ia nas suas funções diárias. 2/3 (68%) dos inquiridos acreditam que esta irá criar oportunidades no seu trabalho, enquanto que apenas 4% julga que irá criar mais desafios. quase ¾ (73%) acreditam que a ia irá tornar os seus trabalhos mais simples, e mais de 2/3 (69%) acreditam que permitirá um maior equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal. alcançar a fase de inteligência aplicada o relatório da accenture aponta que a maior parte das seguradoras ainda precisa de clarificar como aplicar de forma eficaz a ia e outras tecnologias inteligentes dentro das suas organizações. muitos estão ainda a educar-se a si próprios ou a experimentar protótipos de ia que possam ajudar a melhorar a sua eficiência ou os resultados dos clientes. foram poucas as que já entraram na fase crucial, conhecida como applied intelligence, que consiste numa implementação transversal da tecnologia e do engenho humano em todas as partes do negócio, procurando assim novas formas de crescimento. de acordo com o relatório da accenture, alcançar esta fase de applied intelligence requer uma liderança sénior dedicada e uma estratégia de colaboração com um orçamento disponível a longo-prazo. para preparar a força de trabalho das seguradoras para esta fase, os executivos devem: reimaginar os postos de trabalho de forma a entender melhor como é que as máquinas e os humanos podem colaborar; orientar os colaboradores para áreas que criem novas formas de valor; e instruir os colaboradores com novas capacidades que lhes permitam trabalhar eficazmente ao lado de máquinas inteligentes. novas regras para os colaboradores das seguradoras a utilização da ia vai reconfigurar muitos dos trabalhos existentes no setor segurador. o relatório da accenture identificou três novas categorias de trabalho orientadas para a ia com maior probabilidade de emergir: “trainers”, “explainers” e “sustainers”. os trainers vão dar assistência a computadores enquanto estes aprendem, por exemplo, a reconhecer caras ou a identificar imagens em fotografias tiradas por drones, e terão um papel de intermediários, gestão de sinistros e relação com o cliente. os trainers vão trabalhar com equipas de it para assegurar que os algoritmos completam as suas tarefas corretamente e com os resultados desejados. os explainers vão ter um papel vital na comunicação, interpretando os resultados dos algoritmos de forma a melhorar a transparência e responsabilização dos mesmos pelas suas decisões. se a ia rejeitar uma reclamação de um cliente ou oferecer um acordo, os colaboradores da seguradora podem ajudar a minimizar a perceção de “black box” da ia, ajudando a fortalecer a aceitação desta junto dos clientes e reguladores. os sustainers vão assegurar que as máquinas se mantêm fiéis aos seus objetivos iniciais sem quebrarem barreiras éticas, incluindo afastarem-se dos resultados desejados ou serem tendenciosas. as seguradoras poderão ter de contratar responsáveis de ética e compliance para assegurar que os sinistros avaliados através de ia, não discrimina certas categorias de cliente. “à medida que mais seguradoras procuram integrar a ia nas suas organizações, estas devem ambicionar uma aplicação em larga escala na qual humanos e máquinas trabalham juntos em várias tarefas”, afirmamiguel proença, managing diretor da accenture, responsável pela prática de seguros em portugal. “os benefícios – incluindo subscrição e resolução de sinistros e litígios mais rápidos, e um serviço ao cliente melhorado – podem ser extraordinários, ajudando as seguradoras a resolver desafios mais complexos, entrar em novos mercados e gerar outras receitas.” o relatório completo pode ser encontrado em  www.accenture.com/futureinsuranceworkforce
09/07/2018

Inflação pelo IPC-S reduz alta na primeira semana de julho, divulga FGV

 a inflação calculada pelo índice de preços ao consumidor - semanal (ipc-s) apresentou variação de 1,01% na primeira semana de julho. o resultado é 0,18 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada na última divulgação, quando o índice mostrou variação de 1,19%. de acordo com a fundação getulio vargas (fgv), cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram decréscimo em suas taxas de variação. a maior contribuição partiu do grupo alimentação (1,59% para 1,17%). nesta classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -1,90% para -10,27%. também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos habitação (1,93% para 1,75%), transportes (1,25% para 0,98%), vestuário (0,20% para -0,26%) e saúde e cuidados pessoais (0,40% para 0,35%). nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens como tarifa de eletricidade residencial (8,83% para 7,74%), gasolina (4,12% para 2,41%), roupas (0,26% para -0,33%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,67% para -0,71%), respectivamente. já os grupos educação, leitura e recreação (0,28% para 0,76%), comunicação (0,32% para 0,42%) e despesas diversas (0,15% para 0,18%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. nestas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens: passagem aérea (7,20% para 19,90%), mensalidade para internet (0,67% para 0,99%) e serviço religioso e funerário (0,62% para 0,91%), respectivamente. jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/637255-inflacao-pelo-ipc-s-reduz-alta-na-primeira-semana-de-julho-divulga-fgv.html)
09/07/2018

Petrobras não altera preço da gasolina e do diesel nas refinarias

 a petrobras manteve o preço do diesel e da gasolina comercializada nas refinarias. assim, o preço da gasolina a fica inalterado em r$ 2,0249 e o do diesel, em r$ 2,0316. na sexta-feira, dia 6, a petroleira havia aumentado o preço da gasolina em 1,08%. o preço do diesel, por sua vez, segue inalterado desde o dia 1º de junho. a redução do preço do combustível foi uma das reivindicações dos caminhoneiros na greve feita no fim de maio.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/637248-petrobras-nao-altera-preco-da-gasolina-e-do-diesel-nas-refinarias.html)
09/07/2018

Mercado financeiro aumenta projeção para a inflação pela oitava vez

 a projeção para o índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca) subiu de 4,03% para 4,17%, neste ano. a informação consta da pesquisa focus, publicação elaborada todas as semanas pelo bc, com projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. para as instituições financeiras, o ipca em 2019 será 4,10% (mesma estimativa há 3 semanas) e 4% em 2020 e em 2021. essas estimativas estão abaixo da meta que deve ser perseguida pelo bc. neste ano, o centro da meta é 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%. para 2019, a previsão é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. para 2020, a meta é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente). para alcançar a meta de inflação, o bc usa como instrumento a taxa básica de juros, a selic, atualmente 6,5% ao ano. para as instituições financeiras, a selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o final de 2018. para 2019, a expectativa é aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano. quando o copom aumenta a selic, objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. quando o copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. a manutenção da selic, como prevê o mercado financeiro neste ano, indica que o copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação. a projeção para a expansão do produto interno bruto (pib) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - caiu de 1,55% para 1,53%, neste ano. para 2019, a estimativa segue em 2,50%. as instituições financeiras também projetam crescimento de 2,50% do pib em 2020 e 2021. a previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em r$ 3,70 no final deste ano, e em de r$ 3,60, no fim de 2019. para 2020, a estimativa é r$ 3,63. no final de 2021, a previsão é r$ 3,70.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/637242-mercado-financeiro-aumenta-projecao-para-a-inflacao-pela-oitava-vez.html)
09/07/2018

IGP-DI de junho fica em 1,48%, ante alta de 1,64% em maio

 o índice geral de preços - disponibilidade interna (igp-di) registrou elevação de 1,48% em junho, ante um aumento de 1,64% em maio, divulgou nesta segunda-feira (9) a fundação getúlio vargas (fgv). com o resultado, o igp-di acumulou uma elevação de 5,45% no ano, além de avanço de 7,79% em 12 meses. a fgv informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o igp-di. o ipa-di, que representa o atacado, teve alta de 1,67% em junho, após a elevação de 2,35% registrada em maio. o ipc-di, que apura a evolução de preços no varejo, teve um aumento de 1,19% em junho, ante um crescimento de 0,41% em maio. já o incc-di, que mensura o impacto de preços na construção, apresentou alta de 0,97% em junho, depois do aumento de 0,23% em maio. segundo a fgv, o núcleo do ipc-di de junho subiu 0,46%, após um aumento de 0,19% em maio. o núcleo do ipc-di é usado para mensurar tendências e calculado a partir da exclusão das principais quedas e das mais expressivas altas de preços no varejo. ainda de acordo com a fgv, o núcleo acumulou uma elevação de 1,96% no ano e avanço de 3,34% em 12 meses. o período de coleta de preços para o índice de junho foi do dia 1º ao dia 30 do mês.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/637240-igp-di-de-junho-fica-em-1-48--ante-alta-de-1-64-em-maio.html)
09/07/2018

Cobre se recupera, após perdas causadas por tensões comerciais

 os futuros de cobre operam em alta significativa nesta manhã, recuperando-se de perdas geradas por tensões comerciais nas últimas semanas. por volta das 8h35min (de brasília), o cobre para três meses negociado na london metal exchange (lme) subia 0,96%, a us$ 6.369,00 por tonelada. na comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de nova york (nymex), o cobre para entrega em setembro avançava 1,03%, a us$ 2,8530 por libra-peso, às 9h05min (de brasília). nos últimos tempos, o cobre e outros metais foram pressionados por preocupações relacionadas a um embate comercial entre eua e china. na sexta-feira (6), os eua cumpriram a promessa de impor tarifas de 25% sobre us$ 34 bilhões em produtos chineses. no mesmo dia, pequim retaliou com tarifação idêntica sobre bens americanos do mesmo valor. apenas o cobre acumulou perdas de 12,7% ao longo do último mês, enquanto outros perderam ao menos 8% no mesmo período. alguns analistas, porém, acreditam que o movimento recente de liquidação dos metais pode ter sido exagerado. "efeitos comerciais diretos no produto interno bruto (pib) provavelmente causariam impacto limitado na demanda por cobre, a menos que a situação se deteriore para uma guerra comercial entre os eua e o mundo", disseram estrategistas do ing em nota a clientes. além disso, o índice dxy do dólar se enfraquece nos negócios da manhã, tornando os metais mais atraentes para quem utiliza outras moedas. entre outros metais na lme, o viés era positivo. no horário indicado acima, o alumínio subia 0,86%, a us$ 2.104,50 por tonelada, o estanho avançava 0,31%, a us$ 19.445,00 por tonelada, o níquel ganhava 0,9%, a us$ 14.085,00 por tonelada, e o chumbo aumentava 0,77%, a us$ 2.362,00 por tonelada. jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/637241-cobre-se-recupera-apos-perdas-causadas-por-tensoes-comerciais.html)
06/07/2018

GFT adquire V-NEO, empresa canadense de Consultoria de TI para o segmento de seguros e Guidewire

 a gft, com referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, aprovou a aquisição integral de todas as ações da v-neo, sediada no canadá. a companhia é uma provedora experiente de serviços de soluções integradas de ti para o setor de seguros e tem entre os clientes inúmeras seguradoras importantes no canadá, bélgica e frança. a v-neo também atua como parceira de serviços para as plataformas de seguros guidewire e oracle oipa. fundada em 2011, a empresa emprega 160 pessoas em suas três unidades, em quebec, toronto, no canadá, e bruxelas, na bélgica. com a aquisição da v-neo, a gft fortalece sua expertise no setor de seguros, expande sua posição de mercado na américa do norte e ganha uma nova localização na bélgica. na assinatura do contrato, marika lulay, ceo da gft, destacou que “a aquisição sustenta nossa estratégia de crescimento internacional e previsão de médio prazo para 2022. o know-how tecnológico e a base de clientes da v-neo são perfeitos para a gft – assim como seus consultores de clientes altamente qualificados na américa do norte e europa e as equipes de desenvolvimento nearshore no canadá”. a v-neo deve gerar receitas de cerca de 15,5 milhões de euros no atual exercício financeiro – 1 de agosto de 2017 a 31 de julho de 2018. espera-se que o lucro antes de impostos (ebt) atinja aproximadamente 2,6 milhões de euros. o preço de transação será pago em dinheiro e as duas partes concordaram pela não divulgação do valor. a transferência total de ações está prevista para o final de julho de 2018. como resultado da consolidação pela primeira vez em agosto de 2018, a gft espera receitas adicionais de aproximadamente 7 milhões de euros para este exercício. devido às despesas relacionadas à aquisição, a v-neo não contribuirá significativamente para os resultados da gft em 2018. reforço no que diz respeito a seguros de vida, propriedade, acidentes e ramos elementares a indústria de seguros está enfrentando enormes desafios em meio ao processo de transformação digital. segundo o gartner, apenas algumas seguradoras em todo o mundo iniciaram sua transformação digital até o momento; e essas mudanças podem levar até dez anos para serem alcançadas. a v-neo possui expertise aprofundada, especialmente em soluções digitais para seguros de propriedades, acidentes e vida. isso inclui consultoria estratégica em todas as etapas, desde o projeto inicial até a implementação de soluções. a empresa possui uma alta taxa de fidelização de clientes nacionais e internacionais, impulsionada por suas soluções corporativas de arquitetura sob medida e projetos para otimização de processos e transformação digital. especialização e prática global guidewire a aquisição permite à gft complementar seu atual portfólio de serviços para seguros com soluções da guidewire. a v-neo já recebeu inúmeros prêmios de inovação por sua integração ágil dos serviços nas soluções guidewire. como um dos maiores provedores de serviços independentes da américa do norte para a plataforma de seguros da guidewire, a empresa atualmente gera cerca de dois terços de sua receita com essa oferta. a v-neo também trabalha em um grande projeto canadense de seguros de vida com a plataforma oracle da oipa. esses serviços serão agora combinados com os serviços de seguros existentes da gft, a fim de expandir sua base de clientes internacionais. inovação no dna de ambas as companhias a v-neo foi a primeira empresa norte-americana a iniciar um “centro de inovação e desempenho em seguros”, projetado especificamente para o desenvolvimento de inovação e o treinamento de funcionários no setor de seguros. o centro coloca em prática o desenvolvimento, a pilotagem e o lançamento de novas soluções de seguros envolvendo todos os aspectos da inteligência artificial e da internet das coisas. combinado com os atuais laboratórios digitais de inovação da gft, o gerenciamento da inovação dentro da gft será aprimorado e levado a um próximo nível. diversificação de portfólio de cliente alain lamothe, ceo da v-neo, afirmou que “com nosso profundo know-how de seguros e nossas habilidades tecnológicas, não somos apenas uma combinação perfeita, mas também ajudamos a diversificar o portfólio de clientes da gft com nossos relacionamentos duradouros com nossos clientes. a presença internacional da gft nos permite reconhecer as tendências globais do setor em um estágio inicial, aproveitando o potencial do mercado em conjunto, tanto com nossos clientes quanto com nossos parceiros”. complementou marco santos, managing director para latin america da gft, que “a aquisição da v-neo é um passo decisivo para posicionar a gft como um dos principais parceiros de ti para a transformação digital da indústria de seguros, como já é para o setor bancário. “ fonte: redação e-commerce news  

Indústria gaúcha cresce 5,5% em 2018, aponta IBGE


08/02/2019
A indústria gaúcha fechou 2018 com crescimento da produção física 5,5% acima do desempenho de 2017, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Estado ostentou a segunda maior taxa de crescimento, ficando atrás apenas do Pará, com alta de 9,6%. A média do Brasil ficou em 1,1%. A Pesquisa Industrial Mensal Regional (PIM Regional) apontou alta em sete dos 15 locais pesquisados na passagem de novembro para dezembro de 2018, segundo o IBGE. A atividade industrial gaúcha figurou entre as quedas, chegando a recuo de 3,6% em dezembro frente a novembro de 2018, e de 2,3% frente ao mesmo mês de 2017. Entre os setores, veículos automotores lideraram nos 12 meses em expansão. A taxa acumulada ficou em 3,13%, seguido por celular e papel, com 1,28% de crescimento. Já nos dados negativos de 2018, despontam produtos químicos, com recuo de 0,52%, e bebidas com queda de 0,26% e alimentos, com redução de 0,25%. Em dezembro passado frente ao mesmo mês de 2017, veículos mostram melhor desempenho com alta de 1,98%. Já as maiores quedas foram de produtos químicos, -2,52%, e alimentos, de -1,46%.
 
Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/02/669361-industria-gaucha-cresce-5-5-em-2018-aponta-ibge.html)

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