26/07/2018

Corretoras e seguradoras precisam estar atentas à transformação digital

 insurtechs crescem a todo vapor e estão mexendo com o mercado de seguros o mundo está cada vez mais conectado e tecnológico. com o setor de seguros, não é diferente. quando se fala em transformação digital para o setor de seguros não significa que as empresas devem simplesmente absorver uma série de inovações tecnológicas. o mais importante é que as empresas saibam traçar objetivos claros e adotar tecnologias adequando-as de acordo com o negócio e estrutura interna das seguradoras. é nesse cenário tecnológico que surgiram as insurtechs, união das palavras seguro e tecnologia em inglês. “essas startups são empresas que surgiram com o propósito de simplificar o mercado de seguros, de aproximar mais o público consumidor de produtos e serviços de proteção financeira, com uma alta dose de inovação e tecnologia”, afirma césar heli oliveira, presidente do isb brasil (instituto superior de seguros e benefícios brasil). o executivo destaca que as insurtechs estão crescendo e mexem com o mercado de seguros. “mesmo recebendo cada vez mais investimentos, as insurtechs ainda seguem bastante tímidas e disponibilizando poucas opções em produtos, mas isso está mudando. entendemos que será inevitável que o mercado tradicional de seguros se renda à tecnologia e à inovação, principalmente porque o mercado de seguros é um dos mais tradicionais e conservadores do mundo”, explica. as corretoras e seguradoras devem estar atentas às mudanças, principalmente no que se refere às exigências dos clientes por agilidade de desburocratização. “o isb brasil pode ajudar com a aproximação com o consumidor: quanto mais informação sobre hábitos de compra e suas mudanças, mais fácil será o entendimento das corretoras e seguradoras da melhor opção de investimento em tecnologia em suas organizações”, diz oliveira, destacando que é preciso pensar no cliente, atender melhor, mais rápido e evoluir a relação. os investimentos das seguradoras em insurtech podem ajudar a estimular a inovação, a identificar prioridades e a complementar um tipo de seguro digital existente, melhorando sua relevância para os clientes e obtendo confiança entre os consumidores. a tecnologia insurtech pode ser uma aliada das seguradoras, podendo, por exemplo: fornecer fontes em tempo real da situação do veículo e motorista (ex. hábitos de condução, velocidade e localização de veículos); aparelhos domésticos aliados a novas tecnologias podem manter seguradoras informadas sobre situações de riscos dentro de casa, como por exemplo, superaquecimento e perigos de incêndios; rastreadores de atividades monitoram uma série de dados em tempo real sobre seus usuários, tais como hábitos de sono, cansaço, exercício e frequência cardíaca. isso pode interferir diretamente na forma da seguradora avaliar os riscos, seja para definir valores de seguros ou até mesmo para incentivar hábitos de vida mais saudáveis para seus segurados. o isb brasil realiza palestras, cursos, seminários, pesquisas, mentoria e mediação, promovendo o desenvolvimento do mercado de seguros e a atualização dos profissionais que atuam no segmento. mais informações: www.isbbrasil.org.br.   fonte: isb brasil
26/07/2018

São Paulo receberá maior encontro de inovação em seguros da América Latina

 a cidade de são paulo sediará, nos dias 1º e 2 de agosto, o maior encontro em inovação de seguros da américa latina: o cqcs insurtech & inovação. o evento internacional será realizado no villa blue tree são paulo e reunirá as mais modernas seguradoras do mercado, insurtechs, aceleradoras, investidores e empreendedores do setor. o evento tem como objetivo estimular o desenvolvimento do market place de inovação e insurtech no brasil e américa latina. para isso, a dinâmica do cqcs insurtech & inovação será muito similar à praticada no insuretech connect (itc), maior encontro sobre tecnologia de seguro e inovação digital do mundo, do qual o cqcs é parceiro. pela manhã, serão realizadas as palestras principais e, no período da tarde, acontecerão os painéis desenvolvidos a partir de quatro pilares principais. o primeiro deles, "tech - o que muda de verdade", debaterá o que tecnologia mudará de verdade na indústria do seguro e de que forma essa transformação afetará o futuro desse mercado. o segundo pilar será sobre "ser ou não ser digital" e demonstrará o porquê não haver mais motivos para empresas, entidades ou mesmo indivíduos não serem digitais. já em "acelerando o futuro", a ideia é apresentar o movimento de aceleradoras, em que entidades ou associações abraçam projetos iniciantes (as startups) e oferecem toda a estrutura para acelerar seu desenvolvimento, ajudando a errar menos. por fim, "a experiência do usuário" irá debater o propósito desta evolução tecnológica e quanto deste objetivo está preservado neste avanço da sociedade. algumas das principais autoridades do setor de seguros já confirmaram presença, como joaquim mendanha de athaides, superintendente da superintendência de seguros privados (susep); joão marcelo, presidente da academia nacional de seguros e previdência (ansp); e josé figueiredo almaça, presidente da autoridade de supervisão de seguros e fundos de pensões (asf). entre os palestrantes internacionais estarão nomes como caribou honig, chairman da insurtechconnect; iván ballón, desenvolvedor de negócios da américa latina e ibéria da friss; josep celaya, diretor corporativo mundial de inovação da mapfre; e ingo weber, ceo da digital insurance group. além deles estarão também alguns dos principais executivos brasileiros que atuam no setor, como marcelo blay, fundador e ceo da minuto seguros; andre gregori, ceo & cet da thinkseg; leonardo rochadel, ceo & founder da o2o bots; domingos monteiro, sócio-fundador e ceo da neurotech; heverton peixoto, ceo do zim; raphael swierczynski, ceo da ciclic; e ramon gomez, ceo da ramon talks. o cqcs insurtech & inovação terá ainda uma área dedicada ao network entre os participantes. durante o evento acontecerá de forma simultânea a expo insurtech, feira de exposição e negócios. para ajudar neste processo, a organização está disponibilizando um aplicativo especial. com o nome de brella, o app ajuda na identificação daqueles que mais convergem com os objetivos e interesses de cada usuário, marcando reuniões de 15 minutos, que serão disponibilizadas depois em uma sala específica. "o evento foi estruturado de maneira a estimular o networking entre os participantes. além disso, vamos discutir temas extremamente relevantes, como por exemplo, as dificuldades encontradas para regular esse setor e de que a forma a inteligência artificial pode ajudar na liquidação de sinistros", explica gustavo doria filho, diretor executivo do centro de qualificação do corretor de seguros (cqcs), idealizador e organizador do encontro. o cqcs insurtech & inovação conta com o apoio institucional da escola nacional de seguros (ens) e da agência nacional de seguros e previdência (ansp); além do patrocínio da bradesco seguros, tokio marine seguradora, hdi seguros, mapfre seguros, digital insurance group, sulamérica, minuto seguros, zim³, cliclic, neurotech, 020bots, tex e europ assistance. o prazo para quem quiser participar do evento termina no dia 25 de julho, caso as vagas disponíveis não forem preenchidas antes. os interessados podem se inscrever através do site www.cqcsinsurtech.com.br/inscreva-se. para mais informações, acesse http://cqcsinsurtech.com.br/.
26/07/2018

Metade da população tem intenção de investir

 o brasileiro poupa pouco historicamente, mas mostra certa predisposição para guardar dinheiro. é o que mostra a pesquisa "raio-x do investidor brasileiro", encomendada pela associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima) ao datafolha. pelo levantamento, há um potencial de 6,2 milhões de pessoas com intenção de faz este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://www.valor.com.br/financas/5688111/metade-da-populacao-tem-intencao-de-investir ou as ferramentas oferecidas na página.
26/07/2018

Pernambuco terá população com 25% de idosos até 2060

 até 2060, segundo o ibge, o percentual de pessoas com mais de 65 anos passará dos atuais 9,2% para 25,5%. ou seja, 1 em cada 4 brasileiros será idoso enquanto a projeção no número de jovens deve cair deste ano para 2060, a quantidade da população idosa deve crescer. segundo a projeção divulgada pelo instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge), o percentual da população com 65 anos ou mais vai alcançar 25,5% (equivalente a 58,2 milhões de idosos). hoje, esse número é de 9,2% (referente a 19,2 milhões). e pernambuco segue a mesma tendência da média nacional. o estado apresenta atualmente 8,6% idosos (820 mil) e, em 2060, esse percentual salta para 25% (2,5 milhões). diante da projeção, o país precisa reajustar gastos com saúde e aposentadoria para ser possível equilibrar a pirâmide etária do futuro. de acordo com o demógrafo do ibge, marcio minamiguchi, o envelhecimento da população brasileira é um fato irreversível no futuro. “a tendência é de um nível de fecundidade abaixo do nível de reposição. o levantamento aponta que no brasil cada mulher tem 1,77 filhos hoje. em 2060 esse número cai para 1,66. o nordeste era uma região que tinha uma alta taxa de fecundidade comparada ao sul e sudeste. atualmente, essa taxa é equiparada”, explicou minamiguchi. em pernambuco, a taxa de fecundidade hoje é de 1,76 filhos por mulher e, em 2060, deve cair para 1,64. nesse contexto, apesar de a população brasileira não crescer muito (hoje são 208,5 milhões de pessoas e deve chegar em 228,3 milhões em 2060), o retrato do país vai modificar. “será um crescimento moderado da população, mas a sua característica vai mudar drasticamente, principalmente em sua distribuição etária com a redução na quantidade de crianças”, informou o demógrafo. hoje, para cada 100 crianças em pernambuco são 37,89 idosos. já em 2060, para cada 100 crianças no estado serão 171,23 idosos. e o nível nacional seguirá a mesma tendência. “vai ser mais comum encontrar mais idosos do que crianças”, complementou minamiguchi. e os recém-nascidos vão alcançar idades ainda maiores no brasil e em pernambuco. nesse último, hoje a idade chega em 74,6 anos. já em 2060, a idade chegará em 79,8 anos. e com muitos idosos no futuro, é preciso o brasil planejar os custos para se tornar um país equilibrado. de acordo com o secretário da previdência social, marcelo caetano, devido ao envelhecimento projetado há uma urgência na pauta da reforma da previdência. “se a reforma for aprovada, haverá uma transição justa para se alcançar a aposentadoria. a idade mínima para se aposentar começaria com 55 anos para homem e 52 anos para mulher. apenas daqui a 20 anos começaria a valer a idade mínima de 65 anos para homem e 65 anos para mulher”, explicou caetano. por sua vez, o especialista em direito previdenciário, almir reis, defende a necessidade de uma reforma, mas com alguns pontos diferenciados. “é preciso respeitar o direito adquirido de quem trabalhou uma vida toda para se aposentar, o que a reforma proposta não prioriza”, comentou. hoje, a reforma está suspensa devido à intervenção federal no estado do rio de janeiro. em busca dessa aposentadoria segura no futuro, jovens estão buscando ter uma vida profissional durante muitos anos, como é o caso do analista jhonata de barros, de 22 anos. “pretendo trabalhar durante muitos anos e enxergo a necessidade de uma aposentadoria justa. estou com a projeção de fazer uma previdência privada para conseguir usufruir no futuro”, explicou o jovem. o analista de computação de 33 anos, augusto guimarães, também pensa em um modelo sustentável. “trabalho de carteira assinada contribuindo para previdência social. no futuro, quero poder utilizar com segurança”, destacou o jovem. para o especialista em direito da saúde, elano figueiredo, é preciso trabalhar uma política de prevenção e promoção da saúde para as pessoas que vão ser maioria na população brasileira. “se conseguirmos chegar em 2060 com idosos saudáveis e ativos, inclusive mentalmente fortes, teremos um custo assistencial menor e mais previsível”, explicou o especialista, ao complementar que é importante rever o estatuto do idoso e subsidiar o acesso dele à saúde. mulheres o levantamento também apontou que a idade média em que as mulheres vão ter filhos será maior. no brasil, hoje, as mulheres têm filhos com 27,15 anos. em 206, será com 28,81 anos. “isso é influenciado pelo acesso à escolaridade e a inserção no mercado de trabalho, o que melhora as condições de vida”, explicou minamiguchi. fonte: eduarda barbosa e juliana albuquerque, da folha de pernambuco
23/07/2018

Consulta ao INSS, agora, só com hora marcada ou via internet

  um dos objetivos das restrições às consultas é reduzir tempo de espera nas agências físicas instituto nacional do seguro social (inss) implantou um novo modelo de atendimento que pretende reduzir as filas dos interessados em dar início ao processo de aposentadoria nas agências, levando o restante do fluxo basicamente para a internet.   o segurado que quiser pedir um extrato de benefícios ou dados de seu cadastro nacional de informações sociais, o cnis, não poderá mais simplesmente ir até o inss, como fazia, para consultar um especialista. desde a semana passada, as informações deverão ser levantadas pelo portal "meu inss" ou por meio de um agendamento prévio para atendimento nos postos da previdência. o segurado que quiser pedir um extrato de benefícios ou dados de seu cadastro nacional de informações sociais, o cnis, não poderá mais simplesmente ir até o inss, como fazia, para consultar um especialista. desde a semana passada, as informações deverão ser levantadas pelo portal "meu inss" ou por meio de um agendamento prévio para atendimento nos postos da previdência.   a ideia é um avanço, se comparada à época em que era preciso ir de madrugada para uma fila para garantir o atendimento. mas, na prática, o novo serviço ainda precisa ser aperfeiçoado para cumprir de fato a missão de facilitar a vida do segurado.   dificuldades para começar, o portal "meu inss" não é simples de ser consultado. para ter acesso ao cnis e para a maioria de outros dados é preciso entrar no www.meu.inss.gov.br , ou pelo site do próprio inss (www.inss.gov.br). o segurado terá de informar dados pessoais como nome, cpf, data de nascimento, nome da mãe, e local de nascimento. pode parecer fácil, mas não é. qualquer letra fora de lugar, qualquer data diferente da que esteja na base de dados da previdência, já é o suficiente para o sistema impedir que o segurado consiga a sua senha. mas isso nem chega a ser a maior dificuldade, porque depois de informar seus dados pessoais, o segurado terá de responder a uma sequência de questões e com precisão, porque com mais de um erro não há continuidade no cadastro. são informações que variam de acordo com a situação específica do segurado, mas que nem sempre estão à mão ou na sua memória. em que ano houve a última contribuição individual feita por meio de carnê, ou em que ano a empresa em que trabalhou fez a última contribuição à previdência, ou ainda qual o salário que você recebeu em seu último emprego são algumas dessas perguntas. em não raras vezes, aparecem mensagens como "login e senha incorretos", "não foi possível buscar as informações", "ocorreu um erro ao buscar seus benefícios", "segurado inexistente na base de dados" e assim por diante. quem tem uma explicação para o problema é o atuário newton cezar conde, sócio-diretor da conde consultoria atuarial, empresa especializada no desenvolvimento de planos de previdência privada para os fundos de pensão. "o problema não está na senha, está no sistema. afinal, a previdência possui mais de 30 milhões de segurados. o sistema está congestionado", diz. "você entra com a senha em um dia e no outro, recebe a informação que a senha está errada, aí tem de aguardar pelo menos mais um dia para conseguir registrar uma nova senha." para evitar ficar preso a essa "saga", o especialista recomenda tentar entrar no portal no período da noite, quando a demanda é menor e, portanto, as chances de conseguir o acesso são maiores. a segurada mara de camargo fernandes vem contribuindo como autônoma e esteve na agência do inss para verificar se os recolhimentos estão sendo processados corretamente. nesse momento, recebeu as orientações e uma senha para acessar de casa suas informações. "isso vai facilitar a minha vida e fiquei sabendo que vou poder também fazer uma simulação de quanto tempo ainda falta para eu me aposentar." em são paulo, as agências do inss prepararam um roteiro por escrito, que é entregue para auxiliar a navegação no site, por reconhecerem as dificuldades dos segurados. em brasília, a assessoria de imprensa diz que o sistema está em constante aperfeiçoamento. cnis uma das maiores demandas nos postos está relacionada com informações do cnis. trata-se de um documento de relevância para qualquer trabalhador que pretende um dia se aposentar pelo inss. ter acesso a ele com alguns cliques é ter controle sobre o que poderá ser sua fonte de renda no futuro. são os dados do cnis que valem e serão considerados para a concessão de benefícios. ou seja: é a partir dele que o inss vai definir se o segurado tem direito ou não de se aposentar, qual o valor da aposentadoria e assim por diante. esse cadastro traz o tempo de trabalho e de contribuição, inclusive quando o segurado recolheu como contribuinte individual e facultativo, datas de admissão e rescisão de contrato de trabalho, identificação do empregador, períodos em que trabalhou em determinada empresa, remuneração recebida e valores do recolhimento. é um histórico completo. o advogado carlos alberto vieira de gouveia, presidente da comissão de direito previdenciário da oab-sp, também acredita que o sistema deveria facilitar a vida do segurado, trazendo um verdadeiro banco de dados, com cadastro único do trabalhador. ele diz que o cnis contém erros e o segurado deve acompanhar de perto os dados para corrigi-los rapidamente. "basta a empresa ter feito o recolhimento do inss com um mês de atraso para que não conste no cnis." segundo a previdência social, a correção deve ser feita de imediato para que, no momento da aposentadoria, o histórico esteja correto. fonte: isto é por regina pitoscia, especial para o estado
23/07/2018

Em 18 anos, poupança para os filhos pode passar dos R$ 185 mil

 correio simulou que aplicações podem ajudar a garantir uma vida financeira mais tranquila logo quando o filho guilherme, hoje com 8 anos, completou o primeiro mês, o dentista gustavo santana ligou para o gerente do banco e contratou um plano de previdência privada. quando marina, hoje com 6 anos, nasceu, fez a mesma coisa. “faço por mês um depósito de r$ 300 para cada um. eu não mexo por nada. é preciso uma disciplina muito grande para poupar para o futuro deles”, afirma o dentista. assim como ele, muitos pais e mães cultivam o mesmo sonho, o de ver o filho bem de vida. ainda que para muitos a folga no orçamento seja quase um milagre, a atitude de começar a poupar de olho no futuro da criança não está tão distante assim.  com a ajuda do educador financeiro e colunista da carteira correio edísio freire, simulamos os investimentos que podem ajudar a garantir uma boa reserva lá na frente . a metodologia levou em consideração três faixas de valores para depósitos mensais durante 18 anos: r$ 50, r$ 100 e r$ 300. porém, há aplicações, como o tesouro direto, por exemplo, onde é possível começar a investir com apenas r$ 30. com base no cálculo, depósitos mensais no tesouro direto pós fixado (ntnb ipca +), com taxa estimada em 0,7800%, somariam no período um investimento total de r$ 84.291,97. após o desconto do imposto de renda, o saldo chega a r$ 185.011,14 - quase r$ 100 mil a mais que o valor depositado. comparado com o ativo mais tradicional como a poupança, o tesouro direto rende r$ 50 mil a mais.  “quando se trata de investimento em longo prazo, mesmo que o valor seja pequeno, é importante que se busque produtos com rentabilidade melhor, que rendam 100% acima do cdi (certificado de depósito interbancário)”, destaca freire.  os cinco principais investimentos poupança, por edval landulfo (economista e educador financeiro) 1. como funciona?   a conta poupança é uma jeito de começar a guardar o seu dinheiro, não importa a quantia inicial a ser depositada. também vale lembrar  que a taxa será a mesma para todos os bancos, portanto, não faz diferença onde você decide abrir a conta, uma vez que ela renderá da mesma forma.  2. qual o perfil de investidor?  para quem inicia uma reserva e quer uma opção mais tradicional e segura, ainda que não seja o ativo com o melhor rendimento. para adquirir os títulos, é necessário fazer um cadastro em uma corretora que pode ser do próprio banco onde o investidor tem conta. indico procurar corretoras que não cobram para fazer a intermediação.   3. quais as vantagens?    não há cobrança de taxas de manutenção da conta poupança. também tem liquidez imediata: se você precisar poderá retirar sem burocracia. 4. como otimizar esses rendimentos ao longo de 18 anos? inicialmente, comece a guardar o dinheiro na poupança. com um tempo, você terá uma quantia maior e assim poderá migrar essa reserva para outros investimentos seguros e com possibilidades de retorno bem melhores. 5. a  que o investidor precisa ficar atento?  desde o mês de maio de 2012, a regra para o rendimento da conta poupança é a seguinte: quando a taxa selic ficar igual ou acima de 8,5% ao ano, a caderneta renderá 6,27% ao ano (0,5% ao mês) mais a taxa referencial (tr), que é um tipo de juro variável definido pelo governo. ficando abaixo de 8,5% ao ano, a caderneta renderá o equivalente a 70% da taxa selic.    previdência privada, por angelo guerreiro (administrador e educador financeiro) 1. qual o perfil de investidor?  hoje existem produtos para todos os gostos. o mais comum ainda é o fundo de renda fixa.   2. como funciona?   na verdade, a previdência privada é um fundo de investimento como outro qualquer, com algumas regras que diferem de outros fundos. a grande diferença está no ponto fiscal e tributário, justamente para incentivar essa poupança de longo prazo.  3. quais as  vantagens? existem modelos de pgbl (plano gerador de benefício livre), por exemplo, que se você tem imposto de renda retido na fonte, o que você contribuiu pode ser deduzido da sua base de cálculo. além disso, as alíquotas que forem incidindo sobre os seus resgates podem ser decrescentes caso sejam no modelo  regressivo de tributação. ela começa  com 35% e chega a 10% sobre aquele depósito quando completam 10 anos. 4. como otimizar esses rendimentos ao longo de 18 anos? busque um produto barato distribuído pelas plataformas, colocando pitadinhas de ações ou fundos multimercados. aconselho e faço desde que minhas filhas  nasceram. 5. a que o investidor precisa ficar atento?  é preciso saber o preço que a administração disso vai custar. qual a taxa de administração e a taxa de carregamento deste fundo? hoje, existem vários fundos com taxas mais baixas e sem taxas de carregamento, só que a grande maioria deles está nas plataformas digitais. já vi situações nas quais após 20 anos entre o  produto de um banco desses e uma plataforma digital - para onde ele estava migrando - era mais de r$ 1 milhão  de diferença acumulada ao longo de 20 anos.    tesouro direto, por meire cardeal (educadora financeira) 1. como funciona?   com os títulos públicos do tesouro direto, pode-se investir com valores a partir de r$ 30. antes de sua criação, somente as instituições financeiras tinham acesso, pois esses títulos compõem as carteiras de fundos de investimentos que são ofertados pelas instituições financeiras. 2. qual o perfil de investidor?  principalmente para investidores mais conservadores ou com perfil moderado, pois os retornos ficam próximos  a 100% do cdi, mas isso precisa ser avaliado caso a caso. para começar a investir é preciso saber a modalidade de cada título, características quanto ao prazo, a taxa de juros que  pagam e quando pagam para que o investidor possa escolher de acordo com seu perfil. analise seu planejamento de vida, disponibilidade do recurso e faça também um estudo de mercado e de suas perspectivas. 3. quais as  vantagens?    baixo risco,  boa rentabilidade, liquidez diária. é uma excelente opção para longo prazo, basta escolher a modalidade apropriada, como os títulos indexados ao ipca (índice de inflação oficial do país), por  exemplo, que pagam uma taxa fixa mais a variação da inflação do período. 4. como otimizar esses rendimentos ao longo de 18 anos?  com a escolha correta da modalidade do título, com o reinvestimentos dos juros, além de aportes mensais.  5. a  que o investidor precisa ficar atento?  na escolha correta do título de acordo com os seus objetivos e disponibilidade dos recursos.  no caso de um eventual resgate antes do vencimento, a taxa prometida na data do vencimento do título em um resgate antecipado será a taxa de mercado naquele momento.  cdb, por antônio carvalho (professor e educador financeiro) 1. como funciona?   o certificado de depósito bancário (cdb) é uma aplicação de renda fixa de baixo risco, pois é segurada pelo fundo garantidor de crédito (fcc) até o limite de r$ 250 mil por cpf ou cnpj. a maioria das instituições financeiras estabelece r$ 500 como valor médio mínimo para iniciar. 2. qual o perfil de investidor?  é uma modalidade escolhida por poupadores e investimentos conservadores, pois o risco é baixo. é uma opção interessante para financiamento de estudos de filhos, aquisição de imóveis, custeio de intercâmbios.  3. quais as  vantagens?    entre elas está o baixo risco. também pode-se começar com pouco, não há obrigatoriedade de depósito regular mensal e as modalidades de renda variável permitem resgate a qualquer momento sem grandes prejuízos. 4. como otimizar esses rendimentos ao longo de 18 anos? para otimizar qualquer aplicação ou investimento é  necessário ter disciplina e manter a regularidade, ou seja, criar e manter o hábito de fazer depósitos mensais. 5. a que o investidor precisa ficar atento?  como incide imposto de renda (ir) sobre os rendimentos do cdb, o investidor deve escolher sempre a tabela regressiva, na qual a alíquota é maior no início (27,5%) e menor no longo prazo (15%). assim, na época do resgate, a base de cálculo do imposto de renda será a menor. analise  o investimento  e também o cenário econômico. algumas modalidades que parecem mais vantajosas, no longo prazo, podem ser as piores escolhas. por isso, busque a instituição financeira que pratique as menores taxas do mercado. fundo multimercado, por jusivaldo almeida  (vice-presidente da associação brasileira de educadores financeiros/ abefin) 1. como funciona?    o fundo de investimento multimercado opera como uma espécie de condomínio que reúne vários investidores, com o objetivo de alcançar ganhos financeiros em vários mercados, tentando atingir rentabilidades em cenários econômicos com tendência (tanto de queda como em alta). para começar a investir é preciso buscar uma instituição financeira ou corretoras de valores. 2. qual o perfil de investidor?  é indicado para investidores com um perfil entre moderado e agressivo. o investidor ao entrar nesse tipo de fundo tem que observar que o fundo realiza operações de renda fixa, renda variável e câmbio, tanto no mercado local quanto no internacional. 3. quais as  vantagens?    uma ótima vantagem desse ou de qualquer fundo é a possibilitada do investidor acessar ativos e mercados que são mais restritivos quando se pensa em investir sozinho. aqui o investidor tem a vantagem de dividir todas as taxas de administração do fundo com outros investidores.  4. como otimizar esses rendimentos ao longo de 18 anos? conheça o seu perfil. a melhor forma é aproveitar as mudanças de cenários econômicos. dessa forma, o investidor pode usufruir da menor taxa de tributação do imposto de renda fixada em 15% sobre os rendimentos dos resgates com mais de dois anos de aplicação. 5. a que o investidor precisa ficar atento?  o mais importante para qualquer investidor é comparar a rentabilidade líquida do fundo versus a inflação no mesmo período analisado para, dessa forma, saber qual é o ganho real da aplicação.
23/07/2018

Investimento na previdência privada cresce 144% nos últimos 6 anos

  o levantamento foi realizado entre 2012 e março deste ano pela fenaprevi diante da incerteza sobre o que será de sua aposentadoria, brasileiros enxergam cada vez mais a previdência privada como uma promessa de segurança no futuro. o mercado dobrou de tamanho nos últimos seis anos, conforme dados da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi). as reservas aplicadas passaram de r$ 319 bilhões em 2012 para r$ 779 bilhões até final de março deste ano, quando 13,4 milhões de brasileiros já tinham seu pé de meia em algum plano pessoal de aposentadoria. aderir a esse projeto, no entanto, exige cuidados para não se frustrar. leia mais em: http://www.atribuna.com.br/noticias/noticias-detalhe/cidades/investimento-na-previdencia-privada-cresce-144-nos-ultimos-6-anos/?chash=098bfb850bee6f77fe826ad13b82a673
23/07/2018

Conheça as funções do planejador financeiro no Brasil

  profissão está crescendo no mercado brasileiro, mas ainda precisa ser mais conhecida pela população a planejadora financeira pessoal da academia de planejamento financeiro gfai daniela mir saiu do mercado de ti (tecnologia da informação) para entrar no mundo das finanças pessoais. daniela conta que chegou ao mercado como cliente e percebeu que a profissão podia ser boa para ela. daniela faz parte dos 3.719 profissionais certificados pela planejar (associação brasileira de planejadores financeiros) — 490 deles foram aprovados em 2017, quando existiam 3.409 profissionais da área. a profissão ficou no topo da lista do ranking da jobs rated almanac, publicação que classifica os melhores empregos dos estados unidos. “era algo que eu fazia corriqueiramente, fazia em casa e ajudava amigos.  quando eu soube que pessoas faziam isso profissionalmente, eu decidi que precisava conhecer”, conta. daniela explica que saiu da empresa em que trabalhava, porque precisava de um “período sabático” para se reencontrar profissionalmente. neste período, daniela contratou um planejador financeiro, tanto para ajudar com as finanças, como para entender como o profissional trabalhava, além de fazer um curso profissionalizante. o dinheiro é um dos pontos centrais da rotina do planejador. daniela enxerga o dinheiro como uma ferramenta para a realização de sonhos e conquista de objetivos. “eu faço planejamento de vida e uso o dinheiro como uma ferramenta para viver. você precisa se conhecer, saber quais seus projetos e o que é importante para você”, explica. segundo daniela, o mapeamento do comportamento é mais importante do que a renda em si.  por mais que a profissão tenha ganhado mais espaço no mercado, daniela explica que ainda existem barreiras a serem rompidas. “hoje ainda é difícil chegar no mercado. as pessoas não enxergarem a real importância [da profissão]. muitos acham que baixar uma planilha na internet já resolve o problema do planejamento financeiro”, afirma. para daniela, ainda existe um “trabalho de formiguinha para mostrar o valor”. a planejadora financeira cfp® virgínia prestes concorda que muitos ainda desconhecem a profissão. “as pessoas ainda desconhecem a profissão, mas eu acho que as instituições financeiras estão fazendo um papel bacana, porque estão pedindo a certificação cfp®”. virginia opina que a profissão vem crescendo no mercado e que os brasileiros estão começando a entender melhor, graças à disseminação de informações e as taxas de juros mais baixas. “o trabalho do planejador financeiro vai além das finanças. a gente cuida do risco, da parte sucessória, a gente fala de seguros, de previdência, é uma gama bem ampla”, explica. para virgínia, o trabalho do planejador não deve ser olhado pelo custo que tem, mas pelo retorno financeiro. “na maioria das vezes, o custo acaba sendo retornado”, afirma. segundo as profissionais, o planejador financeiro é um profissional que pode ser contrato por qualquer pessoa. o profissional ajuda tanto as pessoas que estão com dívidas e querem quitá-las como jovens que pretendem investir pela primeira vez e pessoas mais velhas que já pensam na aposentadoria. como se tornar um planejador financeiro hoje, a maioria das instituições do mercado exigem que o planejador tenha o certificado cfp (certified financial planner), emitido pela planejar (associação brasileira de planejadores financeiros). a credencial é a mais respeitada globalmente. os pré-requisitos para conseguir o certificado são: ter nível superior, experiência de pelo menos três anos em uma área relacionada a finanças pessoais, assinar um código de ética e ser aprovado na prova da certificação. a prova possui 140 questões de múltipla escolha que abrange os temas planejamento financeiro e ética, gestão de ativos e investimentos, planejamento de aposentadoria, gestão de riscos e seguros, planejamento fiscal e planejamento sucessório. fonte: giuliana saringer, do r7
23/07/2018

Preço médio da gasolina nas refinarias cai 0,94%, para R$ 1,9426

 a petrobras anunciou que o preço médio do litro da gasolina a sem tributo nas refinarias, que entra em vigor nesta terça-feira (24) será de r$ 1,9426, indicando queda de 0,94% após permanecer em r$ 1,9611 desde 18 de julho. o preço do diesel, por sua vez, segue inalterado desde o dia 1º de junho em r$ 2,0316. a redução do preço do combustível foi uma das reivindicações dos caminhoneiros na greve feita no fim de maio.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/639695-preco-medio-da-gasolina-nas-refinarias-cai-0-94--para-r-1-9426.html)  

Indústria gaúcha cresce 5,5% em 2018, aponta IBGE


08/02/2019
A indústria gaúcha fechou 2018 com crescimento da produção física 5,5% acima do desempenho de 2017, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Estado ostentou a segunda maior taxa de crescimento, ficando atrás apenas do Pará, com alta de 9,6%. A média do Brasil ficou em 1,1%. A Pesquisa Industrial Mensal Regional (PIM Regional) apontou alta em sete dos 15 locais pesquisados na passagem de novembro para dezembro de 2018, segundo o IBGE. A atividade industrial gaúcha figurou entre as quedas, chegando a recuo de 3,6% em dezembro frente a novembro de 2018, e de 2,3% frente ao mesmo mês de 2017. Entre os setores, veículos automotores lideraram nos 12 meses em expansão. A taxa acumulada ficou em 3,13%, seguido por celular e papel, com 1,28% de crescimento. Já nos dados negativos de 2018, despontam produtos químicos, com recuo de 0,52%, e bebidas com queda de 0,26% e alimentos, com redução de 0,25%. Em dezembro passado frente ao mesmo mês de 2017, veículos mostram melhor desempenho com alta de 1,98%. Já as maiores quedas foram de produtos químicos, -2,52%, e alimentos, de -1,46%.
 
Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/02/669361-industria-gaucha-cresce-5-5-em-2018-aponta-ibge.html)

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