19/06/2019

Dólar mostra viés de alta em meio a Moro na CCJ e espera por Fed

 o dólar no mercado à vista opera em alta, após ter caído mais de 1% na terça-feira (18). o mercado cambial acompanha o sinal positivo predominante da moeda americana no exterior em relação a outras divisas de países emergentes exportadores de commodities, enquanto investidores esperam o desfecho da reunião do federal reserve, que será seguida de entrevista coletiva do presidente da instituição, jerome powell. às 10h21min, o dólar à vista subia 0,21%, a r$ 3,8680. por enquanto, os agentes financeiros monitoram a sessão da comissão de constituição e justiça (ccj) do senado, onde o ministro da justiça, sérgio moro, presta esclarecimentos sobre o vazamento de mensagens trocadas por ele e o procurador deltan dallagnol. novas mensagens publicadas pelo site the intercept, ontem, mostram que o ex-juiz moro questionou, em 2017, em suposto diálogo com deltan dallagnol, uma investigação envolvendo o ex-presidente fernando henrique cardoso (psdb). nas mensagens, moro afirma que a apuração poderia "melindrar" alguém cujo apoio era importante para a operação. a presidente da ccj do senado, simone tebet (mdb-ms), afirmou antes da audiência com o ministro da justiça, sergio moro, que seria tranquila na condução, mas não no conteúdo dos questionamentos. "de acordo com o sentimento ou a tendência ideológica, não tem como o senador deixar de expor a sua ideia, o seu pensamento, a respeito da gravidade ou não do assunto, mas em relação à forma acho que vai ser muito tranquilo", disse simone ao chegar para a audiência. ela afirmou que estabeleceria ordem e deixaria o ministro à vontade para responder ou não às perguntas. além disso, a presidente da ccj prometeu convidar ainda nesta semana o coordenador da lava jato no ministério público federal do paraná, deltan dallagnol, para uma audiência no colegiado. mais cedo, o presidente dos correios, general da reserva juarez cunha, anunciou a sua saída da presidência da estatal, após ter sido demitido pela internet na sexta-feira. os ajustes de posições antecedem ainda o leilão de linha com recompra de até us$ 2 bilhões no mercado cambial e uma oferta de títulos públicos do tesouro.   fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/06/689694-dolar-mostra-vies-de-alta-em-meio-a-moro-na-ccj-e-espera-por-fed.html)  
17/06/2019

Créditos de PIS e COFINS – Insumos EPIs, Emplacamento e Seguro

 no cenário tributário é importante nos mantermos atentos as alterações na interpretação do fisco, para que possamos ter uma carga tributária menor. a receita federal do brasil, visando atender a decisão do stj que delimitou o conceito de insumo para fins de creditamento de pis e cofins, publicou duas soluções de consultas, uma tratando de insumos na prestação de serviço de transporte e a outra na industrialização e prestação de serviços. a primeira é a solução de consulta 168/2019, que permiti as empresas transportadoras de cargas descontarem créditos sobre os gastos com emplacamento e seguros. a segunda é a solução de consulta 183/2019, a qual discorre sobre a possibilidade de desconto de créditos de pis e cofins nas aquisições de equipamentos de proteção individual (epis) utilizados por trabalhadores alocados na produção de bens ou prestação de serviços, enquadrando esses gastos no conceito de insumos. as referidas normas avultam as possibilidades de descontos de créditos de pis e cofins, por pessoa jurídica no regime não cumulativo, para os gastos classificados como insumos. http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?idato=101429&visao=anotado http://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?visao=anotado&idato=101304 https://www.linkedin.com/pulse/cr%c3%a9ditos-de-pis-e-cofins-insumos-epis-emplacamento-de-almeida/
17/06/2019

O corretor não é o vilão. O vilão não está na comissão

 no dia 10 de junho de 2019, a susep publicou a circular nº 587, que trata regras e critérios para comercialização do seguro fiança locatícia. em seu artigo 9º define que “a seguradora e o corretor de seguros, se houver, deverão informar o percentual e o valor da comissão de corretagem aplicados à apólice, sempre que estes forem solicitados pelo garantido ou pelo segurado.”, não satisfeito o regulador insiste no assunto e repete no inciso v do artigo 12º “o segurado ou o garantido poderão solicitar, a qualquer tempo, que a seguradora ou o corretor de seguros, se houver, informe o percentual e o valor da comissão de corretagem aplicada à apólice”, criando uma certa polêmica no mercado. recentemente, em 22 de março deste ano, foi empossada na susep, a sra. solange vieira. a economista tem um currículo fantástico e boas intenções para com o nosso mercado. no entanto, em seu discurso de posse ela comparou a penetração (prêmio x pib) do mercado segurador americano com o brasileiro. um erro comum que muita gente influente em nosso mercado comete. uma vez que “compara banana com laranja”, afinal não somam os seguros públicos do inss, bem como do sat - seguro de acidentes de trabalho – que naquele país é privado (workers compensation). mas de fato, temos muito que crescer sim. nos cabe mostrar a nossa nova superintendente que nem tudo feito nos últimos 20 anos (diversos governos) está errado e precisa de correção, afinal saímos de um volume de prêmios de r$ 7,9 bilhões em 2000 para r$ 1,3 trilhões em 2018. a idéia de obrigar as seguradoras a mostrar na apólice de seguros a comissão do corretor não é nova. é uma idéia que veio à tona entre 2003 e 2007 no governo petista. e desistiram num raro momento em que aquela gestão ouviu o mercado. surpreende agora o governo bolsonaro requentar uma idéia petista. existem duas hipóteses possíveis para entender quais argumentos sustentam essa idéia: reduzir as comissões buscando maior penetração de prêmios ou simplesmente trazer transparência ao consumidor. vamos então dissecar essas hipóteses. sobre penetração poderiam imaginar os reguladores que os corretores, ao ganhar menos comissões, se esforçariam para vender mais e consequentemente aumentaríamos a produção. pensar assim seria um erro grosseiro. ocorre que os corretores já trabalham com margens apertadas de comissão, uma vez que operam em um mercado de concorrência perfeita com aproximadamente 50 mil competidores. a comissão de automóvel, por exemplo, chegaria até 25% mas a média efetivada é de 15%. a produção de seguros de automóveis não cresceu tanto e ainda permitiu a atuação de cooperativas e associações por obra exclusiva das próprias seguradoras, que com elevada concentração, apenas 26 seguradoras concorrem onde apenas 8 delas possuem 81% do mercado, recusam (o que lhes é legítimo) muitos clientes em determinadas regiões de maior sinistralidade. em fiança locatícia o oligopólio é bem maior, temos supostamente 19 companhias competindo, onde na verdade apenas 5 realmente atuam, das quais 1 possui 85% do prêmio arrecadado. vale lembrar que as seguradoras são organizações privadas e tem legitimamente o direito de absorver ou não os riscos analisados. em fiança locatícia, por exemplo, a rejeição de tomadores está elevadíssima em função de 40% da população economicamente ativa estar endividada e com anotações no serasa. caberia aumentar a competição – que é fomentada pelos corretores – para que este mercado se desenvolva. isso tudo nada tem a ver com a comissão do corretor, que em fianças ficam na média de 15% embora pudessem atingir 35%. a concorrência claramente beneficia o consumidor e aumenta a eficiência. temos no mercado 50 mil corretores atuando, não mais que 30 seguradores considerando um ramo qualquer de seguro, 16 resseguradores e 25 brokers de resseguros. portanto, acredito que o regulador deveria gastar sua energia nos segmentos com menor competição. pois a comissão do corretor de seguros não incomoda o cliente final que sempre faz leilão e tem facilidade em encontrar competidores nos corretores, que impede a estes últimos elevar suas margens. mas esse mesmo consumidor nem sempre consegue encontrar tantas opções de seguradoras competindo e aceitando seus riscos. ainda combatendo o argumento de penetração de mercado, é importante ressaltar que na prática os corretores não impedem às seguradoras de venderem diretamente. vis-à-vis os seguros de vgbl que tem baixo comissionamento, pouca atuação do corretor e elevado volume de prêmios. mas será que eliminando ou reduzindo a participação do corretor – ao buscar-se reduzir a sua arrecadação - seria solução? lembro ao órgão regulador que a maioria dos ramos campeões de reclamação dos consumidores não tem a participação (ou ela é tímida) do corretor, por exemplo, o seguro de garantia estendida, seguros de perda ou roubo de cartões de crédito, prestamista vinculado a empréstimos bancários, etc. já o outro argumento, até bem mais razoável, estaria na transparência. mas se a idéia é trazer transparência ao consumidor, deveriam atacar todos os players do mercado. qual seria a comissão de resseguros cedidos daquela apólice? afinal muitas seguradoras chegam a viver de comissões de resseguros em diversas carteiras. qual a comissão do broker nos resseguros facultativos? ou ainda, como é formado o preço do seguro (sinistralidade, da, etc.)? pois é exatamente nessas áreas que temos menor concorrência! além disso, imaginem uma grande corretora multinacional que pode até apresentar zero de comissão na apólice, embora esteja recebendo – em seu grupo econômico - 35% de comissão de resseguros, fazendo uma concorrência desleal com o corretor local. eles vão alegar que há uma “chinese wall” e contabilidade separada, mas sabemos que não funciona bem assim na prática. um corretor de seguros, como qualquer empresa, busca maximizar o seu faturamento. pois dele pagam as despesas do escritório, o treinamento, investimento em sistemas e até a sua remuneração. as seguradoras vêm nas últimas décadas transferindo muitas de suas tarefas ao corretor e assim transferindo despesas. o que exigiria um aumento das comissões, no entanto, esta remuneração vem caindo ao longo das décadas. some-se a isso que de cada 3 ou 5 visitas e tentativas de vendas, o corretor consegue fechar 1. dessa venda precisará pagar toda a despesa e esforço com as outras vendas perdidas. de alguns clientes fidelizados, após anos de bom atendimento, o corretor consegue ampliar a comissão, enquanto que para conquistar clientes novos precisa trabalhar com comissionamento baixo. a concorrência natural já limita o abuso e protege o consumidor. é um mercado altamente competitivo. obrigar a mostrar a comissão tende a enfraquecer ainda mais esse segmento já fragilizado. enquanto o foco da regulação deveria estar nos ambientes de concentração com baixa competição, onde o consumidor não tem proteção. o vilão não está na comissão de seguros! querem reduzir os custos ao consumidor final? atuem no resseguro e facilitem ou estimulem a entrada de novas companhias aumentando a concorrência de seguradoras e resseguradoras. a comissão é um direito do corretor de seguros. o corretor de seguros tem direito à comissão. lembrem-se as seguradoras que este é um canal de distribuição altamente motivado e barato. pois só ganha se vender, não tem encargos e nem direitos trabalhistas, não recebe planos de saúde e nem outros benefícios. o corretor paga tudo isso de sua comissão, para si e para seus funcionários. a transparência é bem-vinda, a modernização da susep também é bem-vinda. mas essas medidas precisam ser pensadas com cuidado para não destruir um mercado estabelecido e que gera muitos empregos. prejudicar o corretor será um tiro no pé das seguradoras e da susep. não contribui para o desenvolvimento, para o aumento das vendas, para a redução das reclamações e nem para o consumidor! no final do dia, quem de fato atende o segurado, tira suas dúvidas, mostra as opções, explica o funcionamento e a abrangência das coberturas, e ainda estimula a competição apresentando várias seguradoras é exatamente o corretor. à susep digo que o corretor não é o vilão do mercado. e o vilão não está na comissão do corretor. transparência total sim, mas transparência direcionada não! prof gustavo cunha mello é economista, mba em gestão de riscos, mestrado em engenharia. professor em diversas universidades, atua há 30 anos no mercado, sócio da correcta, e consultor da kuantta consultoria. fonte: segs por prof gustavo cunha mello
17/06/2019

Aposentar somente pelo INSS é suficiente? Saiba mais sobre a Previdência Privada

  previdência pública, privada ou as duas, qual seria a melhor opção para um plano de aposentadoria? confira. o inss é o órgão que organiza o regime da previdência social , que é pública. é responsável por conceder a aposentadoria aos trabalhadores. quem trabalha de carteira assinada, já está automaticamente inscrito no inss. já a previdência privada ou previdência complementar, é administrada por instituições financeiras e a remuneração será sempre proporcional ao valor dos aportes. neste artigo vamos explicar as principais diferenças entre elas. quais os benefícios contemplados na previdência social (inss) e na previdência privada? na previdência pública, inss, o trabalhador poderá usufruir de auxílio-doença, salário- maternidade, pensão por morte, auxílio-acidente, auxílio-reclusão, aposentadoria por idade, por tempo de contribuição, por invalidez e  aposentadoria especial (condições especiais para certas profissões). enquanto que, na previdência privada, o trabalhador poderá usufruir de uma renda extra na sua aposentadoria. esse sistema funciona como uma previdência complementar. porém, contribuir para um plano de previdência complementar é tão somente uma opção do trabalhador; não é obrigatório. contudo, essa é uma opção bastante interessante, principalmente para quem ganha acima do teto de aposentadoria do inss (atualmente de r$ 5.800,00); e, claro, que queira manter o valor integral dos seus rendimentos, após se aposentar. além disso, a previdência privada funciona como um seguro; possuindo, assim, algumas coberturas de risco, tais como: pecúlio por morte: pago de uma só vez aos beneficiários em caso de morte do participante; pensão por morte: paga mensalmente, de forma vitalícia ou prazo determinado, em caso de morte do participante; pecúlio por invalidez: pago de uma só vez ao participante em caso de invalidez; pensão por invalidez: paga mensalmente ao participante, de forma vitalícia ou por prazo determinado, em caso de invalidez. a reforma da previdência pode trazer mudanças significativas as novas regras que estão sendo discutidas pelo governo, podem impor mudanças estruturais e condições mais rigorosas na aposentadoria pública. como por exemplo, aumento da idade mínima e maior tempo de contribuição. portanto, os planos de previdência privada podem se tornar opção interessante para os trabalhadores. conhecendo melhor a previdência privada como falamos no início do texto, a previdência privada ou complementar é administrada por instituições financeiras e não há um limite de pagamento (teto), assim como na previdência pública, teto do inss. o valor a receber dependerá da quantidade e valores dos aportes feitos pelo associado do plano. ou seja, do quanto ele conseguir acumular de patrimônio (reservas), além de existir a possibilidade de resgate do valor, de forma antecipada. basicamente, é um tipo de investimento financeiro, onde após atingir uma determinada meta de valores aplicados, num determinado tempo, os rendimentos dessa aplicação passam a ser pagos mensalmente. esses planos possuem ainda benefícios tributários, incentivando o investimento de longo prazo. são dois tipos de previdência privada: ·planos fechados ou fundos de pensão esta modalidade é destinada aos profissionais que trabalham em determinadas empresas, entidades de classe e associações. indicado para você no caso dos fundos de pensão, além dos trabalhadores (participantes do fundo), a entidade/empresa pode ser uma patrocinadora do fundo e também  fazer contribuições. os aportes são mensais, geralmente descontados em folha. sendo uma parte do salário do funcionário e outra parte, complementada pela empresa/entidade (em alguns casos a empresa faz a contribuição integral). ·previdência privada aberta são comercializados por corretoras, seguradoras e bancos. os aportes (aplicações) são realizados todo mês pelo titular do plano, enquanto qualquer pessoa pode participar dessa modalidade. uma vantagem aqui, é a possibilidade do associado do plano poder fazer o resgate ainda durante a fase de acumulação. os mais comuns são os planos tipo pgbl e vgbl. ·pgbl – plano gerador de benefício livre recomendados às pessoas que declaram imposto de renda. os beneficiários usufruem de uma economia tributária a curto prazo. além disso, uma parte do aporte anual (12% da renda bruta declarada) pode ser deduzida do imposto de renda. ·vgbl – plano vida gerador de benefício livre recomendado aos contribuintes que não declaram imposto de renda. ou ainda, declaram o modelo simplificado ou não contribuem para o inss (previdência pública). os beneficiários usufruem de uma economia a longo prazo, pois conta com benefícios tributários depois de, pelo menos, dez anos. se aposentar somente pelo inss é suficiente?conheça a previdência privada qual a melhor opção: pública (pelo inss) ou privada? a previdência pública é  ao mesmo tempo um direito e obrigação do trabalhador que tem carteira assinada e dos profissionais autônomos e contribuintes do inss. não há taxas adicionais e o valor de contribuição tende a ser bem menor. já as instituições de previdência privada estão procurando inovar para oferecer planos ainda mais satisfatórios para os clientes, com custos menores. mas não são modelos excludentes. isso é, as duas podem conviver tranquilamente. a questão é saber se o segurado do inss (previdência pública) obrigatória, tem condições de bancar também a previdência privada para completar a sua renda na aposentadoria. hoje há um déficit muito grande da previdência pública, de tal forma que impõe ao governo propor mudanças que tendem a tornar esse regime cada vez menos interessante. a situação ideal, entretanto, seria poder conciliar os dois: o plano público e o complementar (privado). porém, como dito, nem todas as pessoas podem ter esse privilégio. portanto, cada cidadão de acordo com o seu perfil, deve avaliar e tomar a melhor decisão de investimento, para garantia do seu futuro financeiro.
17/06/2019

65% das pessoas que guardam dinheiro escolhem poupança, diz pesquisa; medo e costume estão entre as justificativas

  a segunda forma de poupar mais comum entre os brasileiros é deixar dinheiro em casa, citada por 25% dos entrevistados. apesar dos rendimentos menores na comparação com outros investimentos, a poupança continua sendo a modalidade favorita entre os brasileiros que guardam algum dinheiro. segundo pesquisa da confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl) e do serviço de proteção ao crédito (spc brasil), essa é a escolha de 65% das pessoas. a segunda forma de poupar mais comum entre os brasileiros é deixar dinheiro em casa, citada por 25% dos entrevistados - ainda que a prática seja motivo de alerta entre especialistas por questões de segurança. já deixar dinheiro parado na conta corrente é a opção de 20%. apenas 8% dizem que investem em previdência privada e 8%, no tesouro direto. o levantamento, antecipado ao g1, aponta que o perfil conservador do brasileiro ajuda a explicar esses números. entre as justificativas para não procurar investimentos com rendimentos considerados mais vantajosos estão: preferência por aplicação que permita sacar com facilidade (28%) não ter sobras para procurar outros investimentos (28%) costume (20%) medo de perder dinheiro (17%) "é preciso que alguns paradigmas sejam abandonados, como a crença de deixar todos os recursos apenas em aplicações com as quais o brasileiro já está acostumado. se a intenção é manter o dinheiro aplicado por muito tempo, a diferença de rendimento entre a tradicional poupança e outras modalidades pode ser relevante", disse em nota o presidente do spc brasil, roque pellizzaro junior. para onde vai o dinheiro guardado? a pesquisa também verificou quais os principais objetivos das pessoas que poupam algum dinheiro com regularidade. para a maioria (60%), poupar significa uma proteção contra imprevistos como o desemprego ou despesas inesperadas com saúde. o estudo mostra que, de fato, tirar dinheiro da poupança para cobrir despesas inesperadas é uma realidade entre muitos brasileiros. entre os entrevistados, 40% contam que tiveram que sacar parte do dinheiro guardado, e uma das justificativas mais citadas (10%) é a necessidade de cobrir despesas imprevistas. "deixar dinheiro guardado para o caso de imprevistos é uma estratégia inteligente. assim, em momentos de aperto, evita-se recorrer a empréstimos ou algum outro tipo de crédito, que pode cobrar juros elevados e dificultar ainda mais a situação financeira", disse em nota o educador financeiro do spc brasil, josé vignoli. mas nem todo o dinheiro sacado da poupança é usado pelos consumidores para cobrir gastos que vieram de surpresa. entre os entrevistados pela pesquisa, 13% dizem que tiveram que tirar dinheiro da aplicação para pagar contas do mês. outros 10% fizeram a retirada para quitar dívidas atrasadas. fonte: g1 por karina trevizan
17/06/2019

O custo da herança: seguro de vida auxilia herdeiros a pagarem despesas para ter acesso ao dinheiro

 para evitar disputas judiciais e gastos dos herdeiros, muitos pais tem adotado a “doação com reserva de usufruto”. essa é a forma legal pela qual o proprietário pode transmitir, em vida, a propriedade de um bem para outra pessoa, mas mantendo o direito de usá-lo e administrá-lo até morrer. ocorre que, se o doador fizer doações a quem não tenha direito – ou seja, a um herdeiro que não seja legal -, os prejudicados podem contestar depois. também, ao fazer a doação, o doador deverá pagar o imposto de transmissão causa mortis e doações (itmcd), o que é uma despesa para a qual pode não estar preparado. um pai me perguntou qual seria a alternativa. olha, na previdência privada, quem tem um plano já define, no momento da inscrição, a quem e em qual percentual vai deixar sua poupança previdenciária, em caso de seu falecimento. deixa o dinheiro para quem quiser e não necessariamente para quem é herdeiro legal. isso não pode ser contestado. é lei. esse dinheiro não entra em inventário e economiza tempo e gasto com advogados e impostos no caso de sua destinação. no mês seguinte pode ser resgatado ou recebido como renda pelo beneficiário. voltando à doação com reserva de usufruto, se o dono do imóvel não precisa de dinheiro para viver na velhice, perfeito. agora, para quem é proprietário e passa necessidades com uma aposentadoria minguada da previdência social, uma sugestão: não deixe nada para ninguém. use o imóvel para melhorar a aposentadoria, hipotecando-o na hora em que se aposentar. depois da morte, o imóvel fica com o banco. fonte: tri tribuna
17/06/2019

TJ-RJ declara inconstitucional cobrança de ITCMD sobre previdência

 brasília - o tribunal de justiça do rio de janeiro (tj-rj) declarou inconstitucional uma lei do estado que obriga companhias de seguro a reterem e recolher o imposto de transmissão causa mortis e doação (itcmd) sobre os planos de previdência privada do tipo vgbl. a decisão do órgão especial foi proferida para a federação nacional das empresas de seguros privados capitalização e previdência complementar aberta (fenaseg). este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://www.valor.com.br/legislacao/6308605/tj-rj-declara-inconstitucional-cobranca-de-itcmd-sobre-previdencia?fbclid=iwar0gjsbat_libbw2rhtfb0rlhvhobrrtr7grivd4ynfhgrt4tav-dqalh94 ou as ferramentas oferecidas na página.
17/06/2019

Entenda por que os fundos de investimentos são os 'queridinhos' do momento

 produto atrai cada vez mais investidores devido à rentabilidade e à possibilidade de aportes a partir de r$ 1 alternativa fácil de diversificação, com valor mínimo de aplicação acessível e gestor especializado para gerenciar a carteira. de acordo com relatório mais recente divulgado pela associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima), até o mês de abril, os fundos de investimento acumularam captação líquida de r$ 31,8 bilhões. e este tipo de aplicação tem motivo para ser o queridinho do momento. o crescimento expressivo das plataformas de investimento descentralizaram as ofertas dos grandes bancos e criaram novas oportunidades para o investidor que quer diversificar sua carteira. ou seja, um fundo de estratégias mais sofisticadas e maior rentabilidade onde só era possível entrar com r$ 1 milhão passou a ser acessível para quem tem só uma nota de r$ 100 no bolso. “por juntarem os recursos de várias pessoas, os fundos proporcionam o acesso a ativos que individualmente ele poderia não ter”, explica a gerente  de representação de fundos da anbima, tatiana itikawa.    há produtos variados, com tíquetes de entrada que começam em r$ 1,00 nos fundos de renda fixa, r$ 100 nos de ações e r$ 500 nos multimercados, que, juntos com os fundos de previdência e as fips (fundos de investimentos em participações), são os mais populares e com maior patrimônio líquido,  segundo anbima.“pesquise, verifique suas estratégias e custos. mas o principal é saber o seu objetivo e a sua necessidade com aquela aplicação”. quanto aos cuidados na hora de investir, o sócio da rico investimentos, laio santos, destaca a avaliação do perfil e do apetite de risco. na plataforma, a procura por fundos em robôs de investimento tem aumentado.  “é um mercado muito novo, mas que cresce em uma velocidade três vezes maior que os meios de investimento tradicionais na europa e nos estados unidos”, pontua.    relato: carteira diversificada eliscláudio ribeiro, contador eu só tinha aplicações em previdência privada e na poupança até resolver diversificar meus investimentos. peguei esse dinheiro e distribuí em ativos como o tesouro direto e em alguns cris e cras (certificado de recebíveis imobiliários e do agronegócio), mas eu queria entrar no mercado de renda variável e o fundo me permitiu isso. optei pelo fundo de ações e coloquei 5% da minha carteira lá, algo em torno de r$ 10 mil. a expectativa é aumentar esse percentual em 20%, com rentabilidade de r$ 3 mil a r$ 5 mil por ano. é um investimento de longo prazo, meu ‘colchão’ de segurança. se tudo der errado, se eu for demitido sei que vou ter aquele dinheiro ali.  é saudável para a sua carteira ter uma renda variável. a renda fixa vai garantir estabilidade, mas o ganho quem vai dar é a renda variável. é um bom retorno financeiro sem que você tenha que se jogar sozinho em um mercado de ações.  sobre os fundos de investimento 1. planejamento financeiro é ele que ajudará a entender quais tipos de investimentos fazem sentido para sua carteira. é importante avaliar quanto pode ser destinado para a reserva e tornar isso uma despesa fixa do orçamento.  2. tolerância ao risco este ponto vai indicar até onde vai o apetite de risco do investidor, não só quanto ele quer ganhar, mas também quanto está disposto a perder. produtos que agregam mais risco, como os fundos de ações, podem não ser recomendados a quem tem um perfil mais conservador.  3. vários perfis existem fundos para todos os perfis de investidores. os mais conservadores concentram as alocações em fundos de renda fixa e os mais arrojados diversificam as alocações entre estratégias chamadas multimercados e fundos de ações. por isso, conheça qual o seu perfil.  4. objetivos a escolha de um bom fundo com boa rentabilidade vai depender bastante dos objetivos financeiros do investidor. onde vou usar este dinheiro? qual o prazo de resgate? são essas as perguntas que o investidor precisa responder.  5. performance antes de escolher em qual fundo irá investir, não deixe de olhar a performance no longo prazo para analisar a consistência de retorno. não foque somente na rentabilidade, mas também é interessante comparar o retorno em relação ao risco corrido, ou seja, a volatilidade daquele determinado tipo de fundo de investimento onde pretende alocar seus recursos. 6. diversificação  da carteira a possibilidade de diversificar a carteira, mesmo aplicando menos dinheiro, é uma das principais vantagens dos fundos de investimento. quanto mais você diversifica, mais dilui o risco - em outras palavras - a possibilidade de perder dinheiro.  7. acesso eles permitem acessar estratégias mais sofisticadas a um custo relativamente menor e com valores mínimos mais baixos, especialmente em fundos fora dos grandes bancos. os fundos também são menos burocráticos. o cotista já recebe os valores líquidos, com  taxas e impostos já descontados quando faz o resgate.  8. taxas avalie  e compare as taxas de administração e de performance para que estes custos não acabem comprometendo a rentabilidade do fundo. também vale considerar se o prazo de liquidez é adequado ao seu objetivo. fundos com estratégias mais complexas, como de ações e multimercados, podem ter prazos mais longos, como d+30, ou seja, 30 dias corridos para ter o dinheiro na conta. 9. cuidados os fundos de investimentos estão sob regulamentação da comissão de valores mobiliários (cvm) e sob o código de autorregulação da associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima), assim possuem suas informações disponíveis para consultas dos clientes publicamente.  10. expectativas de rentabilidade vale destacar que rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura. a taxa básica de juros do mercado está em patamares históricos muito baixos. a economia está mostrando sinais mais fracos do que se esperava, então a expectativa do mercado é que essa taxa seja reduzida ainda mais. com isso, os fundos multimercado e de ações devem se destacar. fundos de crédito privado e imobiliários também devem apresentar bons resultados nos próximos meses.    os cinco tipos de fundos mais populares, segundo anbima fundos de renda fixa vantagens boa liquidez e rentabilidade atrativa, geralmente baseada na taxa de juros. cuidados  entender o perfil do fundo e se está adequado ao perfil do investidor – existem fundos de créditos arriscados, por exemplo.  dica do especialista  o grande segredo é ter planejamento financeiro. a partir desse primeiro passo o investidor poderá identificar quais são as melhores opções de rentabilidade de acordo com os objetivos pessoais.  fundo multimercados vantagens  ele viabiliza ao investidor ter acesso a ativos onde não conseguiria investir caso decidisse por um fundo de classe mais específica. é possível se adaptar melhor à economia.  cuidados  por ter essa flexibilidade, muitos fundos multimercados podem se alavancar ou se expor a ativos de maior risco. dica do especialista  quanto mais longo prazo, mais volatilidade e maior  expectativa de retorno.  fundos de previdência vantagens são fundos de investimento de longo prazo, geralmente usados para complementar renda na aposentadoria.  cuidados  é preciso estar atento às incidências de taxas de carregamento em cada aporte adicional, e ao valor das taxas de administração que podem comprometer a rentabilidade. dica do especialista  por se tratar de uma reserva para aposentadoria, é importante começar o quanto antes e fazer aportes regulares.  fundos de ações vantagens os retornos médios esperados dos fundos de ações variam entre 15% e 20% ao ano.  cuidados são os fundos de maior risco ou de maior volatilidade. dica do especialista  fazer o dever de casa com calma para escolher dois ou três fundos de ações. depois da escolha, aplicar regularmente. nem pensar em resgatar em três anos, pois é o tempo mínimo para avaliar o desempenho. fips (fundos de investimentos em participações) vantagens altos retornos, investindo em empresas com grande potencial de crescimento. cuidados  como é um investimento de longo prazo, o investidor pode ficar “travado”, caso precise ter acesso ao recurso. dica do especialista  faça uma boa análise dos ativos que compõem a carteira do fip.    dica da semana: glossário renda fixa é o termo utilizado para se referir a investimento cuja remuneração ou retorno se pode saber previamente, deixando o investidor ciente de quanto irá ganhar. renda variável  se refere a investimentos cuja remuneração ou retorno de capital não pode ser dimensionada no momento da aplicação nem em uma data futura. as ações são um bom exemplo.  pré-fixado  quando as taxas de remuneração são definidas no momento da contratação e vão permanecer as mesmas até o vencimento.  pós-fixado  nesse caso, apenas parte da taxa é definida no momento da contratação. produtos pós-fixados possuem remuneração mista, uma parte é fixa e outra variável, indexada à inflação, por exemplo. liquidez  é a facilidade com a qual um investimento se transforma em dinheiro. ao realizar uma aplicação, a liquidez da mesma pode ser de 1 ou de 30 dias, tempo necessário para resgatar o valor investido. volatilidade  diz respeito à intensidade e frequência da flutuação de preços de um ativo financeiro ou de um índice de bolsa de valores. é o termo que indica risco: quanto maior for a volatilidade, maior o risco deste investimento. marcação a mercado é um termo comum para negócios em fundos de investimento e carteiras administradas. significa atualizar um preço para o valor mais recente. fgc fundo garantidor de crédito. a instituição não financeira  assegura o investidor em caso de liquidação extrajudicial ou insolvência de instituições. o fgc garante ao investidor até r$ 250 mil por cpf e instituição. fonte: edísio freire, educador financeiro e colunista do correio.
17/06/2019

Reforma da Previdência: quem terá direito a aposentadoria de R$ 3.000 antes da reforma

 regras de cálculo vão mudar; agora mostra qual a média salarial que dá benefício maior o deputado samuel moreira, relator da comissão especial da reforma da previdência, à esq., conversa com o deputado marcelo ramos, presidente da comissão, durante sessão de apresentação e leitura de seu relatório, em 13 de junho. isso porque o relatório da reforma, apresentado na quinta-feira (13) pelo deputado samuel moreira (psdb-sp), trouxe poucas alterações para quem é da iniciativa privada na comparação com a pec (proposta de emenda à constituição) do governo bolsonaro. quem está perto de atingir as condições mínimas pode se programar e calcular o valor do futuro benefício. com a ajuda do ieprev (instituto de estudos previdenciários), o agora mostra hoje quem consegue ganhar até r$ 3.000 de aposentadoria. as simulações trazem exemplos de idade, tempo mínimo de contribuição e valor da média salarial para que se chegue aos r$ 3.000 de renda mensal. os dados se referem a dois tipos de aposentadorias possíveis hoje: por idade e por tempo de contribuição. no caso do benefício por tempo de contribuição, as simulações levam em conta pedidos feitos pela regra 86/96 e com o fator previdenciário. quem chega à pontuação mínima ao somar 86 pontos na idade e no tempo de contribuição (mulheres) e 96 (homens) tem a aposentadoria sem desconto. já com o fator, o benefício é reduzido. na aposentadoria por idade também há redutor para quem se aposenta com 15 anos de inss, que é o tempo mínimo, até 29 anos. quem tem 30 anos de contribuição e idades mínimas de 60 anos (mulheres) e 65 anos (homens) também ganha 100% da média salarial.  nestes casos, se tiver uma média salarial de r$ 3.000, o trabalhador consegue um benefício previdenciário exatamente neste valor.  mudanças vão diminuir renda de 20% a 30 a reforma da previdência prevê alterações nos cálculos da média salarial e do valor final dos benefícios. hoje, a média é feita levando-se em conta os 80% maiores salários desde julho de 1994; os 20% menores são descartados pelo inss.  se as mudanças no inss passarem como estão propostas no relatório, serão considerados 100% dos salários desde o início do plano real. a renda diminui de 20% a 30%, em média. quem consegue o benefício | entenda as regras na aposentadoria por idade hoje, os segurados com 15 anos de inss conseguem se aposentar por idade se tiverem: 60 anos, no caso das mulheres 65 anos, no caso dos homens cálculo quem tem 15 anos de contribuições recebe 85% sobre a média salarial se tiver 30 anos de pagamentos consegue 100%, ou seja, tem aposentadoria sem desconto veja a média necessária salarial neste benefício   tempo mínimo (em anos) média necessária (em r$) 15 3.529,41  16 3.488,37  17 3.448,28  18 3.409,09  19 3.370,79  20 3.333,33  21 3.296,70  22 3.260,87  23 3.225,81  24 3.191,49  25 3.157,89  26 3.125,00  27 3.092,78  28 3.061,22  29 3.030,30  30 3.000,00 em todos esses casos, os segurados vão ter aposentadoria de r$ 3.000 na aposentadoria por tempo de contribuição esse benefício não tem idade mínima; para consegui-lo, é preciso ter: 35 anos de contribuição ao inss, no caso dos homens 30 anos de contribuição ao inss, no caso das mulheres há duas possibilidades: pelo 86/96 quem atinge a pontuação mínima recebe uma aposentadoria sem desconto para isso, é preciso somar, na idade e no tempo de contribuição: 86 pontos, no caso das mulheres 96 pontos, no caso dos homens se tiver média salarial de r$ 3.000, o segurado receberá o benefício neste valor, sem nenhum redutor com o fator previdenciário o fator reduz a aposentadoria de quem pede o benefício mais cedo para os homens confira a média para os homens com 35 anos de contribuição com 36 anos de contribuição com 37 anos de contribuição idade média necessária (em r$) média necessária (em r$) média necessária (em r$) 55 4.398,83  4.267,43  4.143,65  56 4.237,29   4.109,59  3.994,67  57 4.081,63   3.957,78 3.846,15  para as mulheres confira a média para mulheres com 30 anos de contribuição com 31 anos de contribuição com 32 anos de contribuição idade (em anos) média necessária (em r$) média necessária (em r$) média necessária (em r$) 50 5.244,76  5.093,38  4.942,34  51 5.067,57  4.918,03  4.777,07  52 4.893,96  4.754,36 4.615,38 todos esses perfis de segurados e seguradas conseguem uma aposentadoria de r$ 3.000 dica extra: compreenda e realize os procedimentos do inss para usufruir dos benefícios da previdência social. já pensou você saber tudo sobre o inss desde os afastamentos até a solicitação da aposentadoria, e o melhor, tudo isso em apenas um final de semana? uma alternativa rápida e eficaz é o curso inss na prática: trata-se de um curso rápido, porém completo e detalhado com tudo que você precisa saber para dominar as regras do inss, procedimentos e normas de como levantar informações e solicitar benefícios para você ou qualquer pessoa que precise. não perca tempo, clique aqui e domine tudo sobre o inss. fontes: advogado luiz felipe pereira veríssimo, do ieprev (instituto de estudos previdenciário), inss (instituto nacional do seguro social), e reportagem

Indústria gaúcha cresce 5,5% em 2018, aponta IBGE


08/02/2019
A indústria gaúcha fechou 2018 com crescimento da produção física 5,5% acima do desempenho de 2017, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Estado ostentou a segunda maior taxa de crescimento, ficando atrás apenas do Pará, com alta de 9,6%. A média do Brasil ficou em 1,1%. A Pesquisa Industrial Mensal Regional (PIM Regional) apontou alta em sete dos 15 locais pesquisados na passagem de novembro para dezembro de 2018, segundo o IBGE. A atividade industrial gaúcha figurou entre as quedas, chegando a recuo de 3,6% em dezembro frente a novembro de 2018, e de 2,3% frente ao mesmo mês de 2017. Entre os setores, veículos automotores lideraram nos 12 meses em expansão. A taxa acumulada ficou em 3,13%, seguido por celular e papel, com 1,28% de crescimento. Já nos dados negativos de 2018, despontam produtos químicos, com recuo de 0,52%, e bebidas com queda de 0,26% e alimentos, com redução de 0,25%. Em dezembro passado frente ao mesmo mês de 2017, veículos mostram melhor desempenho com alta de 1,98%. Já as maiores quedas foram de produtos químicos, -2,52%, e alimentos, de -1,46%.
 
Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/02/669361-industria-gaucha-cresce-5-5-em-2018-aponta-ibge.html)

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