14/01/2019

Aposentadoria dos militares: como ela é diferente da previdência do restante da população?

 alberto dos santos cruz, também já defendeu essa posição publicamente. além do presidente – que é capitão reformado do exército – e do vice, o general hamilton mourão, o alto escalão do governo bolsonaro tem seis cargos ocupados por militares. a reforma dos sistemas de aposentaria no brasil é considerada um tema essencial para o governo, sem a qual será difícil sanar as contas públicas. e a inclusão ou não dos militares na mudança tem sido tema polêmico desde o governo anterior, quando o presidente michel temer excluiu os militares de sua proposta de reforma. mas afinal, quais diferenças entre a aposentadoria dos militares e dos civis? crescimento da dívida entre 2017 e 2018, o déficit de gastos com seguridade social dos militares fora da ativa subiu mais que o do inss e mais que o sistema de servidores públicos, de acordo com dados oficiais. o rombo com a aposentadoria dos militares foi de 35,9 bilhões para 40,54% bilhões (até novembro de 2018), um aumento de 12,5%. o déficit para 2019 está projetado em r$ 43,3 bilhões, de acordo com dados da proposta orçamentária para esse ano. esse valor é 47,7% dos r$ 90 bilhões de déficit previdenciário do setor público. enquanto isso, o déficit do inss cresceu 7,4% entre 2017 e 2018, e o dos funcionários públicos da união cresceu 5,22% no mesmo período. o ministério da defesa afirma que os valores o rombo o sistema de seguridade social dos militares inativos foi de 35,9 bilhões em 2017 para 40,5 bilhões até novembro de 2018, um aumento de 12,5% – maior do que o do inss e do que o sistema de servidores públicos a equipe econômica do governo de jair bolsonaro (psl) planeja enviar em fevereiro uma proposta consolidada de reforma da previdência ao congresso, segundo o novo ministro da economia, paulo guedes. ao que tudo indica, no entanto, os militares devem ficar de fora da reforma – ou ter regras diferentes. o novo comandante do exército, general edson pujol, por exemplo, disse que as forças armadas não devem ser incluídas na reforma, e o novo dirigente da marinha defendeu o sistema diferenciado de aposentadoria militar. o ministro-chefe da secretaria de governo, carlos referentes aos militares inativos não se tratam de "despesa previdenciária". portanto, o gasto projetado de r$ 43,3 bilhões não pode ser entendido como "déficit previdenciário". a média de valores das aposentadorias e os tetos também são diferentes. militares reformados e da reserva ganham em média r$ 13,7 mil por mês. funcionários públicos da união ganham em média r$ 9 mil e quem se aposenta pelo inss custa em média r$ 1,8 mil por mês para a previdência – com grandes discrepâncias entre quem recebe mais e quem recebe menos. na previdência social, para trabalhadores do setor privado, o teto atual da aposentadoria é de r$ 5.645. já um militar que vai para a reserva não possui um limite máximo para os valores recebidos. em tese, ele está sujeito ao teto constitucional, equivalente ao salário de ministros do stf, reajustado recentemente para r$ 39,3 mil. contribuição os militares brasileiros não estão vinculados à previdência social (o regime rgps — regime geral de previdência social —, administrado pelo inss) nem ao sistema previdenciário próprio dos funcionários públicos, o rpps (regime próprio de previdência social). eles têm um sistema próprio de seguridade após saírem da ativa, e as muitas diferenças entre o sistema militar e o sistema de previdência civil são resultado de uma grande diferença conceitual. o entendimento jurídico que se tem em relação à saída dos militares da ativa, hoje, é que eles na verdade não se aposentam, passam para a reserva e, a partir de certa idade, são reformados, explica o professor luís eduardo afonso, especialista em previdência da usp (universidade de são paulo). na reserva, eles podem ser chamados em caso de guerra — o que na prática não costuma acontecer, já que o brasil não convoca reservistas para um conflito desde a segunda guerra mundial (1939-1945). então, o que o militar recebe tecnicamente não é entendido como um benefício previdenciário, é entendido como um salário – mesmo que na prática ele esteja inativo. por isso, os militares na ativa não fazem contribuições para suas aposentadorias, apenas para pensões, que vão para dependentes em caso de infortúnios. "na prática, o que acontece é que toda a sociedade está pagando pela aposentadoria dos militares. é uma alocação de recursos que não é adequada", afirma luís eduardo afonso. "acho que é algo que a gente precisa repensar, já que estamos discutindo benefícios e custos para todos os setores da sociedade." a contribuição de um civil para o inss é de 11% do salário bruto. já a única contribuição feita por militares, para pensões, é de 7,5% — que pode subir para 9% se o militar tiver ingressado antes de 2001 e quiser manter o benefício de pensão vitalícia para filhas não casadas. só o exército tinha, no início do ano, mais de 67.600 filhas de militares recebendo um total de r$ 407 milhões por mês — o que dá um valor de mais de r$ 5 bilhões por ano. a aeronáutica e a marinha não divulgam os valores, apesar de se tratarem de dados públicos. no total, são mais de 110 mil filhas de militares recebendo pensões. o ministério da defesa afirma que a contribuição para pensões é feita "desde o início da carreira até o falecimento", "sem que haja qualquer tipo de contribuição patronal da união". no entanto, ela não é suficiente para cobrir todas as despesas com pensões — devem ser gastos r$ 21,2 bilhões com as pensões em 2019, segundo a pasta. desse valor, r$ 3,2 bilhões serão cobertos pelas contribuições, deixando um déficit de r$ 18 bilhões. carreira diferente a lógica por trás da discrepância é que a carreira militar requer condições especiais, já que a categoria tem algumas restrições. enquanto estão na ativa, militares não têm direito a greve nem a horas extras e não recolhem fgts, além de não terem direito a adicionais noturnos e de periculosidade. "obviamente, há diferenças. é uma carreira com muitas especificidades, com mais riscos, em que, se a pessoa sair, as condições são diferentes", explica o professor luís eduardo afonso. no entanto, segundo afonso e outros especialistas em previdência, os benefícios para os militares aposentados no brasil acabam pesando muito mais nas contas e ultrapassando os concedidos em outros países, como o reino unido e os estados unidos. "a diferença entre a previdência dos militares e o setor privado [qualquer pessoa que aposente pela previdência social] no brasil é muito grande e muito diferente de outros países", afirma o professor de direito jorge cavalcanti boucinhas, da escola de administração de empresas da fgv. "a necessidade de levar em consideração as especificidades do serviço militar não pode ser usada para justificar privilégios." "é questão conceitual: todos os países estão envelhecendo e isso nos obriga a uma preparação e exige um esforço maior de custeio de toda sociedade — incluindo os militares", afirma afonso. "e isso não significa deixar de levar em consideração as peculiaridades da carreira." a questão da idade a legislação atual permite que os militares brasileiros se aposentem com salário integral após 30 anos de serviço, sem idade mínima. no setor público a idade mínima é de 55 anos para mulheres e 60 para homens. hoje, não há idade mínima para quem se aposenta por tempo de contribuição no inss. na reforma da previdência proposta por temer, se estabeleceria um limite mínimo de 65 anos para homens e 62 para mulheres – tanto paulo guedes quanto mourão já demonstraram concordar com essa idade, embora o presidente já tenha falado em limites menores. "temos um sistema previdenciário que gera muitas desigualdades. e para alguns regimes, a previdência é muito generosa, permitindo aposentadorias com valores muito elevados e idade relativamente baixa", afirma o professor luís eduardo afonso. em um relatório de 2017, o tcu (tribunal de contas da união) afirma que mais da metade (55%) dos membros das forças armadas no brasil se aposentam entre os 45 e os 50 anos de idade. segundo o professor boucinhas, da fgv, os militares também são afetados pela questão demográfica que se usa para justificar as reformas na previdência da iniciativa privada. ou seja, o envelhecimento da população e o fato das pessoas estarem envelhecendo com mais saúde também deve ter um reflexo para os militares na reserva. o ministério da defesa diz que "tem discutido a questão internamente e com representantes dos demais órgãos do governo". mas, segundo a pasta, "as atividades desempenhadas pelas forças armadas requerem de seus membros vigor físico compatível". "o aumento da idade mínima provocaria um envelhecimento inevitável da tropa" e resultaria na "redução da capacidade operacional das forças". no entanto, os analistas não concordam com essa visão. "o grande argumento, inclusive do presidente, é que o militar velho não pode estar na ativa", afirma boucinhas. "mas isso já evoluiu muito. hoje, alguém com 60 anos pode ser absolutamente ativo — afinal, quanto mais alta a patente, menor a chance de ele estar na linha de frente." segundo ele, há muitos cargos de comando e inteligência que um militar mais velho poderia ocupar. reformas no brasil, a remuneração dos militares na reserva e as pensões de militares são regidas por uma série de legislações que vêm desde os anos 1960 — a última alteração foi por meio de uma medida provisória em 2001. o benefício vitalício pra filhas não casadas foi extinto em 2001, portanto, quem entrou após essa data nas forças armadas não tem mais esse direito. mas o governo deve continuar pagando pensões para filhas de militares pelo menos até 2060, quando ainda devem estar vivas as filhas dos últimos militares que tiveram direito ao benefício. o ministério da defesa afirma que "algumas medidas têm sido avaliadas com o intuito de reduzir o déficit das pensões militares, com a ampliação do rol de contribuintes (contribuição obrigatória inclusive por parte das próprias pensionistas) e avaliação das condições de elegibilidade". a pasta também cita a reforma de 2001 como parte dos "esforços impetrados pelas forças armadas" para a redução de gastos. a mudança não alterou as outras possibilidades de pensão. viúvas e viúvos de militares continuam recebendo pensão integral, assim como dependentes de até 21 anos. para os analistas, mesmo levando em conta as suas especificidades, a carreira militar no brasil precisa ser repensada com urgência. "quando mais se retardar isso, mais vamos sobrecarregar os trabalhadores da iniciativa privada com os ônus", afirma boucinhas. "como dizia o (um dos criadores do plano real) gustavo franco, todo privilégio vira imposto." segundo o ministério, a falta de direitos remuneratórios (como o fgts) "rende anualmente à união uma economia da ordem de r$ 23 bilhões, valor equivalente às despesas com militares inativos. em outras palavras, significa dizer que a economia gerada pela ausência de direitos remuneratórios para os militares ativos em serviço é transferida para o pagamento de inativos." apesar de afirmar que o sistema atualmente é "autossustentável", o ministério da defesa diz que "tem conduzido estudos no intuito de aperfeiçoar o sistema de proteção social dos militares, visando, no que couber, a redução de gastos, sem provocar danos colaterais que possam comprometer o cumprimento da missão constitucional das forças armadas". no entanto, não há uma data para seu envio ao congresso. "os estudos já estão em fase bem avançada, porém, em função da complexidade e a constante evolução dos acontecimentos, não podem ser entendidos como um produto acabado", afirma o ministério. fonte: bbc news brasil
14/01/2019

Novos investidores do Tesouro Direto triplicam com taxa zero de bancos

 depois de os grandes bancos zerarem as taxas para aplicação no tesouro direto no segundo semestre do ano passado, o número de novos investidores no programa de compra e venda de títulos do governo federal praticamente triplicou de lá para cá. a banrisul corretora, no rio grande do sul, zerou a taxa na virada de 2018 para 2019, na trilha de concorrentes e para não perder aplicadores. o volume de novos aplicadores, que andava estacionado em 11 mil ao mês há pelo menos dez meses consecutivos, saltou para perto de 32 mil em setembro, imediatamente após o anúncio em massa das instituições financeiras. os bancos isentaram as taxas de administração dos aportes dentro da plataforma do tesouro direto, uma prática que já era adotada pelas corretoras independentes e, na avaliação dos especialistas, tido como um dos principais atrativos até então para a expansão da base de investidores nessas plataformas. em setembro, mês em que itaú, santander e banco do brasil anunciaram a isenção nas taxas (o bradesco foi o primeiro a aderir à onda, em junho de 2018), foram veiculados comerciais na tv e na internet sobre a medida. com isso, segundo o tesouro direto, o número de novos investidores ativos mensais bateu recorde histórico de 31.911 e se manteve, na média, na casa de 29 mil novos aplicadores até novembro, último mês que consta com divulgação por parte do governo. segundo o gerente da plataforma, paulo marques, a publicidade feita pelas instituições financeiras impulsionou a procura pelo produto. "a forte divulgação do tesouro direto em setembro fez com que a procura fosse generalizada, mesmo nas corretoras que já não cobravam taxas", afirma. ele acredita que, como indicam dados preliminares de dezembro e janeiro, que mostram uma forte demanda do público, o número de investidores ativos no tesouro direto deve superar em breve o número de quem aposta na bolsa. segundo dado de novembro, 752 mil pessoas aplicavam recursos no programa, frente a 810 mil na b3, em dezembro. "os custos ficaram ainda menores para se investir em títulos públicos. quando o investidor conhece o produto, que entrega boa rentabilidade e é o mais seguro do mercado, ele muda de referência quando vai procurar outras aplicações de renda fixa", afirma. outra boa notícia deve atrair ainda mais investidores nos próximos meses, segundo marques. em dezembro, a taxa de custódia, obrigatória e cobrada pela b3, caiu de 0,30% para 0,25% ao ano. segundo cálculos do coordenador do laboratório de finanças do insper, michael viriato, a economia com as taxas pode ser relevante no longo prazo. considerando um investidor que aporte mensalmente r$ 100 em um título público com uma rentabilidade de 9% ao ano, antes das reduções - com uma taxa de 0,5% da instituição financeira e uma custódia de 0,3% da b3 -, ele acumularia r$ 339.847 mil em 40 anos. com apenas os 0,25% atualmente cobrados, o acúmulo seria de r$ 394.220 no mesmo período, uma diferença de r$ 54.373. o movimento de alta na procura pelos papéis também foi reforçado pela rentabilidade atrativa dos títulos durante o período eleitoral. com a variação nas taxas de juros de mercado no período, alguns títulos públicos chegaram a superar o desempenho do ibovespa em 2018. viriato acredita que o salto no número de investidores tenha relação direta com a rentabilidade que eles apresentaram no período. segundo ele, os ganhos expressivos podem ter gerado um "boca a boca" entre os investidores, levando um aumento na procura pelos títulos.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/01/665341-novos-investidores-do-tesouro-direto-triplicam-com-taxa-zero-de-bancos.html)
14/01/2019

Dólar sobe com cautela sobre desaceleração da China e com previdência no radar

 o dólar é negociado em alta no mercado doméstico na manhã desta segunda-feira (14). os ativos locais se ajustam ao dólar forte no exterior frente euro, libra e a maioria das moedas de países emergentes e exportadores de commodities, em reação à desaceleração da economia chinesa. essa preocupação é realimentada pela queda nas importações e nas exportações da china em dezembro. o petróleo segue em baixa pela segunda sessão seguida e também pesa nesses ajustes. além disso, o superávit comercial chinês recorde com os estados unidos em 2018 deve influenciar nas negociações entre eua e china, que devem ter mais uma rodada de discussões no fim de janeiro. às 9h41min desta segunda, o dólar à vista subia 0,40%, a r$ 3,7283. o dólar futuro para fevereiro estava em alta de 0,44%, a r$ 3,7315. além da china, estão no radar externo também a paralisação parcial do governo dos estados unidos, que entra nesta segunda no 24º dia, e o processo de saída do reino unido da união europeia, o brexit, com a votação da proposta de acordo do executivo pelo parlamento nesta terça-feira (15). no cenário local, a reforma da previdência segue no centro das atenções. o ministro-chefe da casa civil, onyx lorenzoni, realiza uma reunião preliminar da equipe antes do texto da reforma ser levado ao presidente jair bolsonaro nesta semana. embora não afete os negócios, operadores do mercado comentam nas mesas o tom de deboche do vídeo divulgado no fim de semana em que o ex-assessor de flávio bolsonaro (psl) fabrício queiroz aparece dançando com a esposa e a filha no hospital albert einstein, em são paulo. queiroz faltou duas vezes a depoimentos marcados no ministério público alegando motivos de saúde. segundo o conselho de controle de atividades financeiras (coaf), queiroz fez movimentações bancárias atípicas, tendo movimentado r$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e de 2017 e recebido depósitos de assessores de flávio bolsonaro. no fim da manhã desta segunda-feira, o banco central realiza mais uma tranche da rolagem do vencimento de swap cambial de fevereiro, com oferta de 13.400 contratos de swap cambial, equivalente a us$ 670 milhões (11h30min).   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/01/665325-dolar-sobe-com-cautela-sobre-desaceleracao-da-china-e-com-previdencia-no-radar.html)  
14/01/2019

Inflação para terceira idade fecha 2018 com alta de 4,75%

 a inflação sentida pela população idosa acelerou o ritmo de alta de 0,69% no terceiro trimestre de 2018 para 0,80% no quarto trimestre, informou a fundação getulio vargas (fgv) na manhã desta segunda-feira (14). o índice de preços ao consumidor da terceira idade (ipc-3i), que mede a variação da cesta de consumo de famílias majoritariamente compostas por indivíduos com mais de 60 anos de idade, acumulou uma alta de 4,75% no ano de 2018. com o resultado, a variação de preços percebida pela terceira idade ficou acima da taxa de 4,32% acumulada no ano passado pelo índice de preços ao consumidor - brasil (ipc-br), que apura a inflação média percebida pelas famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos. no quarto trimestre de 2018, três das oito classes de despesa do ipc-3i registraram taxas de variação mais elevadas do que no terceiro trimestre. a principal contribuição para a aceleração da inflação do idoso partiu do grupo alimentação, que passou de uma queda de preços de 1,57% no terceiro trimestre para um avanço de 3,49% no último trimestre do ano. as hortaliças e legumes subiram 52,48% no quarto trimestre, depois de uma queda de 31,93% registrada no terceiro trimestre. os demais aumentos ocorreram nos grupos vestuário (de -0,55% para 1,46%) e educação, leitura e recreação (de 2,21% para 2,85%), sob influência de itens como roupas (de -1,01% para 1,73%) e passagem aérea (de 19,60% para 30,61%). na direção oposta, as taxas foram mais baixas nos grupos habitação (de 1,74% para -0,89%), transportes (de 0,73% para -0,20%), saúde e cuidados pessoais (de 1,20% para 1,14%) e despesas diversas (de 0,66% para 0,31%). os itens de destaque foram tarifa de eletricidade residencial (de 5,27% para -8,12%), gasolina (de 1,79% para -4,92%), medicamentos em geral (de 0,47% para 0,17%) e cigarros (de 2,63% para 0,04%). o grupo comunicação repetiu no quarto trimestre a alta de 0,22% verificada no trimestre anterior, sob impacto dos pacotes de telefonia fixa e internet (de -0,18% para 1,26%) e da mensalidade para tv por assinatura (0,99% para 0,22%).   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/01/665321-inflacao-para-terceira-idade-fecha-2018-com-alta-de-4-75.html)
11/01/2019

Recado para o brasileiro repensar a sua aposentadoria

 regime de capitalização proposto por paulo guedes exigirá planejamento de longo prazo à classe média este conteúdo foi produzido pelo sistema jornal do commercio de comunicação. para compartilhar, use o link https://jconline.ne10.uol.com.br/canal/economia/nacional/noticia/2019/01/10/recado-para-o-brasileiro-repensar-a-sua-aposentadoria-368263.php
11/01/2019

Uma alternativa para os desafios da aposentadoria

  muito comum e amplamente utilizados nos eua, estes fundos representam 20% do patrimônio dos planos de contribuição definida no mercado americano. fundos data alvo: uma alternativa para os desafios da aposentadoria fonte: infomoney veja mais em: https://www.infomoney.com.br/onde-investir/previdencia/noticia/7863830/fundos-data-alvo-uma-alternativa-para-os-desafios-da-aposentadoria fundos data alvo: uma alternativa para os desafios da aposentadoria - infomoney
11/01/2019

Onde cotar seguro viagem com bons preços; dicas práticas

  todo mundo sempre fala como é importante viajar com um seguro, já que nunca sabemos o que poderá acontecer durante os dias longe de casa. entretanto, nem todos sabem onde cotar seguro viagem com bons preços nem como escolher o que mais combina com o seu perfil de viajante. por isso, neste post vamos dar algumas dicas para ajudar nesta decisão. | por que fazer um seguro antes de pensar onde cotar seguro viagem, é bom lembrar a importância de se fazer um seguro. sempre brinco que seguro é aquele tipo de coisa que nós adquirimos, mas que nunca queremos usar. só que quando necessário fará toda a diferença. quem viaja para a europa deve saber que em praticamente todos os países é obrigatório entrar com um seguro viagem. caso não tenha e seja solicitado, o viajante terá que fazer na hora e pagará bem mais caro por isso. de toda forma, independente de ser ou não obrigatório, é muito importante viajar com um seguro. a gente nunca sabe o que pode acontecer enquanto estamos viajando. o rafa aqui do blog foi passar uns dias no chile e visitou o valle nevado. ele resolveu esquiar na pista infantil, levou um tombou e fraturou a coluna. se ele não tivesse feito um seguro viagem, ele teria gastado uma fortuna. precisou até de helicóptero para ir ao hospital em santiago. o valor do seguro não é tão alto e fará toda a diferença se for necessário. dito tudo isso, vamos falar agora sobre onde cotar o seguro viagem. | onde cotar seguro viagem com a imensidão de operadoras, fica difícil decidir onde cotar seguro viagem. por isso, a nossa dica é usar um buscador que una as principais delas e que seja fácil de fazer o comparativo entre os diferentes tipos de seguro. nós sempre usamos e indicamos a seguros promo. o site é muito fácil de navegar. é só entrar, colocar alguns dados como a data da viagem e o local e pronto. aparecerá uma lista com diversas operadoras, tipos de planos e preços. o mais legal é que dá para comparar os diferentes tipos de seguro na mesma tela. assim, fica fácil de visualizar o que cada um oferece. preste bem atenção no tipo de viagem que você fará. por exemplo, se você for praticar esportes radicais, lembre-se de ver se o seguro cobre isso. gestantes também devem ficar atentas, já que nem todos os seguros cobrem gestação e alguns valores podem ser bem altos. de acordo com o site truven health, por exemplo, um parto nos estados unidos pode sair por us$ 50 mil e um exame de ultrassom pode chegar a us$ 1600. outra dica importante é tentar descobrir os preços cobrados por médicos e hospitais no destino que você irá para saber se o valor da cobertura será suficiente. onde cotar seguro viagem com bons preços (foto via shutterstock) | como conseguir desconto no seguro depois de escolher o seu seguro na seguros promo, lembre-se de utilizar o nosso cupom essemundoenosso5 para ganhar 5% de desconto no valor final. entre agora mesmo no site, faça a sua cotação e use o cupom. se você tiver com bastante tempo de antecedência para a viagem, escolha pagar com boleto bancário. assim, você ganhará mais 5% de desconto.
11/01/2019

Brasileiros aderem aos seguros de vida para proteção da renda familiar

  a arrecadação de planos, em diferentes modalidades, das seguradoras não ligadas a bancos cresceu em média 10% no último ano, aponta mongeral aegon casados por 38 anos e pais de dois filhos, neuza rosa e clelcy oliveira tinham a preocupação com o futuro. por mais de 30 anos, os dois mantiveram um seguro de vida cada um como uma garantia financeira para o caso de um dos dois falecer. em outubro de 2015, neuza ficou viúva e vem se mantendo com a aposentadoria do marido. todo o valor segurado está aplicado e poderá ser usado no caso de alguma eventualidade. - apesar de ainda estar me recuperando, me sinto mais segura em saber que, se acontecer algum imprevisto, eu tenho o dinheiro lá, me esperando - conta neuza, 62 anos, moradora do bairro de jacarepaguá, zona oeste do rio de janeiro. após essa experiência, a carioca seguiu com seu seguro e incluiu os dois filhos como beneficiários. - o dia em que eu faltar eles terão direito ao valor deixado por mim, inclusive com o seguro de assistência funeral, como aconteceu no caso do meu marido. quando ele faleceu, vi como esse tipo de benefício pode ser útil – relata. - a falta prematura de uma pessoa na família é a principal preocupação de quem faz esse tipo de contrato. é uma forma de garantir a estabilidade do dependente financeiro em caso de acidente ou de morte - explica wagner lima, superintendente comercial no rio de janeiro da mongeral aegon seguros e previdência. para o seguro em caso de morte, há duas opções para o pagamento ao beneficiário: receber o valor integral da apólice ou em parcelas mensais por prazo pré-determinado. casos como o de neuza são cada vez mais comuns, segundo o executivo. muitos imaginam que os seguros de vida sirvam apenas para o caso de falecimento, mas há contratos que preveem proteção em caso de invalidez, temporária ou permanente, e até para quem for acometido por doenças graves. quem deve procurar proteção segundo lima, não há uma recomendação padrão sobre quando se deve começar a fazer um seguro de vida. a decisão depende do momento pelo qual passa o segurado, quais são suas necessidades e expectativas – profissão, se tem filhos ou outro tipo de dependente e qual é a idade, por exemplo. esse perfil é detalhado por um consultor de seguros. no caso da mongeral aegon, o corretor profissional passa pelo menos 40 minutos fazendo a coleta de informações para poder identificar qual é a necessidade de quem deseja contratar o seguro.   - um profissional a partir dos 30 anos, por exemplo, está em um período de crescimento na carreira, com sua trajetória em ascensão. ao mesmo tempo, ele ainda não conseguiu acumular um patrimônio. em casos assim, o seguro pode ser a melhor forma de proteger os seus dependentes financeiros ou até mesmo sua própria renda se acontecer alguma eventualidade – explica o superintendente da mongeral aegon. os imprevistos cobertos não se restringem aos casos de morte. também é possível fazer uma proteção para invalidez, total ou parcial, causada por acidente ou doença. nesses casos, o cliente pode contratar o benefício, recebê-lo de uma única vez ou mensalmente, como uma renda, pelo período definido em contrato. dessa forma, o segurado mantém seu patrimônio financeiro e se protege de sobressaltos financeiros mesmo sem poder trabalhar, situações que muitas vezes acabam por virar uma fonte adicional de dor de cabeça em um momento tão difícil para toda a família. a situação pode ficar especialmente delicada para aqueles que têm filhos pequenos como dependentes financeiros ou então os pais idosos que recebem algum tipo de auxílio. fôlego para a superação outra modalidade de seguro que vem ganhando mais adesões, em parte como resultado do aumento de expectativa de vida dos brasileiros, é o de cobertura para doenças graves, como câncer, avc, infarto, a maioria dos transplantes e mal de alzheimer, entre outras. - as pessoas vivem em um ritmo cada vez mais acelerado, sob estresse, e muitos não se cuidam. um seguro como esse, em que o contratante recebe uma indenização caso apresente uma dessas doenças, é uma alternativa para manter sua proteção financeira mesmo que tenha de se afastar do trabalho – afirma lima. o pagamento é feito de uma só vez depois de o problema de saúde ser diagnosticado. assim, mesmo que o segurado não tenha conseguido acumular um patrimônio ao longo de sua vida profissional, especialmente se for mais jovem, terá à sua disposição um montante para custear o tratamento, como a compra de medicamentos ou a contratação de serviços de home-care, que por muitas vezes acabam por onerar o orçamento justamente em um período delicado. recomposição financeira lima explica que apesar de garantir o pagamento de um valor, o seguro de vida não deve ser confundido com investimentos. - seguro de vida não é para quem pensa em ficar rico, não é esse o propósito. ele serve para recompor as finanças dos beneficiários. pesquisas apontam que no caso de morte, por exemplo, a família leva de quatro anos e meio a cinco anos para se recuperar, tanto emocionalmente quanto financeiramente – diz o executivo. fundada há 184 anos, a mongeral aegon, associada ao grupo aegon – um dos dez maiores grupos de seguros e previdência do mundo - é uma das empresas mais antigas do brasil. com atuação nacional, hoje conta com 40 unidades de atendimento espalhadas pelo país e mais de 2,2 milhões de clientes. suas vendas consultivas são feitas por corretores parceiros. toda sua atividade é fiscalizada e regulamentada pela superintendência de seguros privados, a susep, que autoriza e controla as atividades do setor.
11/01/2019

Maior oferta de produtos corporativos faz setor de seguros sair...

  no primeiro semestre do ano passado, o destaque foi a área de óleo e gás, que cresceu quase 65% em relação ao mesmo período de 2017 o estadão registra que, com a diversificação na oferta de produtos, sobretudo corporativos, o mercado de seguros brasileiros está deixando a concentração nos segmentos de vida e automóvel. no primeiro semestre do ano passado, o destaque foi a área de óleo e gás, que cresceu quase 65% em relação ao mesmo período de 2017, segundo o relatório jlt id report brasil. outros segmentos tiveram altas superiores a dois dígitos, como seguros de transporte ferroviário, marítimo e aéreo, que cresceram 15% e os seguros patrimoniais ligados a condomínios, empresariais e residenciais, que aumentaram 11%.

Investidor estrangeiro retira R$ 643,455 milhões da B3 no dia 10


12/04/2019
Os investidores estrangeiros retiraram R$ 643,455 milhões da B3 no pregão da última quarta-feira, 10. Neste dia, o Ibovespa fechou em queda de 0,35%, aos 95.953,45 pontos. O volume de negócios somou R$ 14,3 bilhões. Com isso, em abril, o saldo estrangeiro está negativo em R$ 189,335 milhões, resultado de compras de R$ 47,579 bilhões e vendas de R$ 47,768 bilhões. Em 2019, o saldo acumulado está positivo em R$ 1,062 bilhão.

Fonte: Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/679295-investidor-estrangeiro-retira-r-643-455-milhoes-da-b3-no-dia-10.html)

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