02/04/2019

Você conhece os benefícios de investir em uma previdência privada?

 diretora de vida, previdência e investimentos da porto seguro lembra que as vantagens de contratar um plano individual vão além da dedução no imposto de renda os brasileiros têm até o dia 30 de abril para declarar o imposto de renda referente a 2018. quem tem um plano de previdência modalidade pgbl (plano gerador de benefício livre), e aproveitou o ano anterior para realizar aportes extras, tem agora uma vantagem na hora de acertar as contas com o leão, pois vai poder deduzir os valores em até 12% da renda bruta anual tributável, o que significa pagar menos ou restituir mais imposto agora. “além da possibilidade da dedução no ir, investir em previdência privada ajuda o cliente a construir seu planejamento financeiro para realizar sonhos e ter uma aposentadoria tranquila”, lembra fernanda pasquarelli, diretora de vida, previdência e investimentos da porto seguro. a executiva destaca alguns benefícios da previdência privada e dá dicas para auxiliar as pessoas a aproveitarem melhor sua previdência: “o incentivo fiscal do pgbl é um adiamento do imposto, que será cobrado no resgate ou no pagamento do benefício lá na frente. então, a dica é reinvestir o valor da dedução no próprio plano para aumentar a reserva futura. outra dica é optar pelo regime regressivo de tributação e manter cada contribuição aplicada por mais de 10 anos, porque nesse caso você terá uma alíquota de 10% na hora de retirar o dinheiro. e por fim, inclua as coberturas de renda e pensões no seu plano. elas irão te proteger e à sua família em caso de imprevistos financeiros.” fonte: revista cobertura
02/04/2019

A vida em primeiro lugar

 dados recentes divulgados pela confederação nacional das seguradoras (cnseg) apontam que a arrecadação do segmento de seguros de vida em 2018 foi r$ 5 bilhões superior à de seguro de automóveis. esta análise refere-se aos planos de risco, ou seja, morte e invalidez, sem contabilizar os planos de pgbl e vgbl, ambos produtos previdenciários. ter dedicado grande parte da minha vida a esta indústria me legitima a trazer algumas questões. primeira: o brasileiro está despertando sobre a importância de ser previdente. estima-se que, nos estados unidos, 70% da população têm, pelo menos, uma apólice de seguro de vida. no brasil, este número não chega a 10%. mas você deve imaginar que o brasileiro não tem a renda do americano. isto é verdade e leva ao segundo ponto: o mercado de seguros se modernizou muito nos últimos anos. mérito das seguradoras, corretores e da superintendência de seguros privados. novas coberturas foram criadas, como resgatáveis e doenças graves. no entanto, destaca-se o desenvolvimento do microsseguro. outro fator essencial para este resultado é a estabilidade econômica, conquistada com a adoção do plano real, em 1994. hoje, mesmo com saltos, como vimos em 2005 e 2015, a inflação está em patamar esperado. último ponto: a crise. ela é relevante para o mercado. a mongeral aegon atua na distribuição de seguro de vida de forma individual, o que nos permite apurar o sentimento das pessoas e a motivação para a contratação deste produto. o que temos ouvido é a preocupação com a manutenção da própria renda ou da família em caso de morte, invalidez ou doença grave. acredito na manutenção desta tendência de crescimento do mercado de seguro de vida nos próximos anos. não existe seguro mais ou menos importante. é preciso pensar naquilo que há de comum nos bens - seja celular, automóvel ou casa: a vida do próprio indivíduo. fonte: diário do nordeste
02/04/2019

Seguro de vida cresce 10% e revela mudança no comportamento do brasileiro

 contratação desse tipo de seguro chegou a r$ 38 bilhões no ano passado infomoney veja mais em: https://www.infomoney.com.br/conteudo-patrocinado/seguro-de-vida/noticia/8080954/seguro-de-vida-cresce-10-e-revela-mudanca-no-comportamento-do-brasileiro
02/04/2019

Exterior e cautela com Previdência limitam ganhos do Ibovespa

 o ibovespa abriu em alta, ainda amparada pelas expectativas de avanço nas negociações comerciais entre estados unidos e china e na reforma da previdência. contudo, os ganhos foram diminuindo após a abertura em baixa em nova iorque. além disso, cautela com a reforma da previdência deixa os investidores locais em compasso de espera. "no exterior, o desempenho é mais contido, está mais devagar. por aqui, não tem novidades no âmbito da previdência, que sugere desidratação do texto antes de avançar na ccj comissão de constituição e justiça", observa luiz roberto monteiro, operador da mesa institucional da renascença dtvm. às 10h49min, o ibovespa tinha alta de 0,04%, aos 96,089,67 pontos, após atingir pontuação máxima de 96.690,17 pontos. o bradesco ressalta em nota que, apesar do sentimento otimista dos investidores no exterior com a chegada do segundo trimestre, diante de políticas monetárias mais amenas e expectativas positivas em relação à guerra comercial entre eua e china, os riscos permanecem. ainda, acrescenta, seguem na pauta a desaceleração mais acentuada do crescimento econômico e as dúvidas relacionadas ao brexit. a despeito da afirmação do presidente jair bolsonaro que disse esperar que o congresso aprove a proposta "sem que ela seja muito desidratada", partidos na câmara já preparam emendas e outras alterações a serem apresentadas à proposta original de reforma da previdência. além disso, os investidores aguardam o parecer do relator da pec na ccj, marcelo freitas (psl-mg). "se ficar muito desidratada, aquém da economia de r$ 1 trilhão calculada pelo ministro guedes paulo guedes, da economia, vai repercutir mal nos mercados", acrescenta monteiro. nesta terça, o mercado acompanhará o desfecho das reuniões de guedes com líderes partidários para tentar ganhar apoio para a reforma da previdência. os encontros tendem a deixar em segundo plano os resultados da produção industrial de fevereiro. apesar de a produção ter crescido 0,7% ante janeiro, interrompendo três meses consecutivos de taxas negativas, a alta ficou menor que a mediana das estimativas de 1,0%. apesar da elevação do petróleo lá fora, as ações da petrobras passaram a rondar a estabilidade, em meio a incertezas relacionadas à cessão onerosa e a uma possível participação da estatal em leilão de gás natural e exploração de óleo em israel.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/677452-exterior-e-cautela-com-previdencia-limitam-ganhos-do-ibovespa.html)
02/04/2019

Dólar à vista cai antevendo fluxo da JBS

 o dólar opera em baixa no mercado à vista e em alta no contrato futuro de maio, refletindo ajustes em relação ao fechamento anterior. às 9h35min desta terça-feira (2), o dólar à vista caía 0,20%, aos r$ 3,8662. o dólar futuro para maio estava em alta de 0,38%, aos r$ 3,8735. os investidores monitoram a melhora dos índices futuros de nova iorque, enquanto o índice do dólar segue exibindo alta, embora o dólar também mostre sinais mistos em relação a divisas de países emergentes exportadores de commodities. o diretor executivo da correparti, jefferson rugik, diz que o mercado à vista precifica as duas captações externas fechadas na segunda-feira, dia 1º, pela jbs, de us$ 1 bilhão pela subsidiária norte-americana e de us$ 500 milhões pela empresa no brasil. ele diz que a expectativa é de que a emissão feita pela empresa no brasil poderá ser internalizada e o mercado se antecipa a essa possibilidade. o operador luis felipe laudisio dos santos, da renascença dtvm, afirma que a emissão da jbs é mais uma notícia positiva para o real. segundo ele, o destaque no pregão nesta segunda foi a movimentação de investidores estrangeiros, que zeraram posição comprada em 25.520 contratos com bancos e fundos nacionais na contraparte com 13.370 e 12.810 contratos respectivamente.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/677444-dolar-a-vista-cai-antevendo-fluxo-da-jbs.html)
13/03/2019

Seguro de vida é plano de risco que mais cresce em razão da violência

 prêmio direto para a modalidade sobe 24% em 2018, totalizando uma arrecadação que ultrapassou r$ 3,2 bilhões. o número de homicídios no brasil bateu seu recorde histórico em 2016, chegando a 62,5 mil ocorrências ao ano, segundo o atlas da violência 2018, elaborado pelo instituto de pesquisa econômica aplicada (ipea). quase 26% superior em relação a uma década atrás, o índice é uma das razões mais expressivas do aumento na contratação de coberturas de risco pelo brasileiro, de acordo com o especialista cláudio moreira, fundador da melhor seguros. houve um crescimento de aproximadamente 24% no prêmio direto (valor das contratações) para seguros de vida individuais entre janeiro e novembro do ano passado, totalizando uma arrecadação que ultrapassou os r$ 3,2 bilhões. no mesmo período de 2017, o acumulado foi de r$ 2,6 bilhões, conforme aponta um levantamento da fenaprevi, com base em dados da susep. “o medo de deixar os filhos desamparados durante a faculdade, o cônjuge sem meios para reestruturar a vida ou até mesmo um integrante de um casal lgbtq+ que não esteja legalmente casado sem recursos, são alguns dos motores desse mercado”, afirma moreira. além do individual, o seguro de vida em grupo e a prestamista também apresentaram crescimentos expressivos: 6% e 20%, respectivamente. “o primeiro é voltado a funcionários de empresas, associações e sindicatos em caso de invalidez ou falecimento – natural ou causado por algum acidente; já o segundo, é direcionado à quitação de dívidas, principalmente financiamentos de veículos e imóveis”, explica o especialista. ambas as modalidades de vida e a prestamista correspondem, juntas, a 69% do prêmio direto acumulado em 2018, que soma r$ 34,4 bilhões. por outro lado, o fundador da melhor seguros lembra que os planos de risco não são voltados exclusivamente a casos de falecimento, mas também permitem que o segurado possa se resguardar financeiramente em vida. “há contratos que cobrem até doze tipos de doenças graves ou que impeçam o indivíduo de seguir carreira. uma vez comprovado o diagnóstico, a indenização é feita em vida”, diz. entre essas doenças estão necessidade de transplante de órgãos, ataque cardíaco e todos os tipos de câncer. “é recomendável, inclusive, que as mulheres contratem esse tipo de seguro em específico, devido aos altos índices de câncer de mama no brasil”, lembra moreira. segundo o instituto nacional do câncer (inca), esse tipo da doença representa 29% dos novos casos a cada ano no país. há quatro anos no comando da própria startup e com uma experiência de oito anos no mercado de seguros, moreira observou a demanda por coberturas de vida crescer 30% em 2018, aumento que deve chegar a 45% até o final de 2019, prevê o especialista. fonte: revista apólice
13/03/2019

Previdência privada perdeu 224 mil participantes

 durante o ano passado, os planos de previdência privada perderam 224 mil participantes em todo o brasil. segundo dados da fenaprevi, 2018 terminou com 13,1 milhões de contribuintes. de acordo com especialistas, o motivo seria a queda do juro básico da economia, que diminui a procura no setor. para a federação, além da queda do juro básico, a instabilidade gerada pelas eleições também afetou o segmento. “no ano passado, o desemprego não teve a melhora que se apontava. foi um ano eleitoral com uma série de incertezas e a economia ainda com uma recuperação muito lenta. o sistema como um todo se mostrou resiliente frente a este cenário, com reservas crescentes”, afirma o presidente, jorge nasser. a captação líquida (diferença de depósitos e resgates) registrou r$ 39,5 bilhões, queda de 30,64% em relação ao ano anterior. apesar de alguns dados negativos, as reservas dos planos de previdência privada aberta cresceram 10,54% no ano passado, totalizando r$ 836 bilhões. nos últimos cinco anos, este saldo apresentou expansão em média 12% ao ano. o presidente da fenaprevi acredita que a procura pelos planos de previdência vão aumentar assim que a reforma do governo for aprovada. fonte: sincor-sp
13/03/2019

Previdência privada é opção para quem planeja bem o futuro

 que a população brasileira está envelhecendo, todos sabemos. que a reforma da previdência é fundamental para o equilíbrio das contas públicas também. mas a tal da “insegurança” paira sob esses dois pontos: realmente terei uma boa qualidade de vida com a minha aposentadoria? muitos se perguntam, mas milhares de pessoas já perceberam que é preciso construir a própria previdência, o que chamamos de previdência privada, onde o trabalhador faz uma reserva durante sua vida ativa para poder usufruí-la no futuro como forma de renda. o número de investidores já está crescendo, é o que afirmam os especialistas. as rentabilidades são excelentes! são mais de 50 fundos distribuídos, taxa de carregamento zero, de entrada e saída. fundos de renda fixa conservadores não devem cobrar acima de 1% ao ano. planos pgbl (plano gerador de benefício livre), são vantajosos apenas para quem faz declaração completa de imposto de renda. caso não tenha certeza qual tipo de ir você declara, contrate um vgbl (vida gerador de benefício livre). os especialistas da xp investimentos calculam que uma aplicação em um fundo de previdência que rende 1% a mais no ano pode se tornar 21% maior em 25 anos. que tal em investir em previdência agora? nós da bp podemos ajudar você.
13/03/2019

Empresários projetam ano com avanço lento em encontro no Marcas de Quem Decide

 tema no topo da agenda pública nas últimas semanas, o projeto de reforma da previdência também esteve na ponta da língua dos líderes empresariais gaúchos reunidos ontem no teatro do sesi, em porto alegre, durante a apresentação dos resultados da 21ª edição da pesquisa marcas de quem decide, realizada pelo jornal do comércio (jc) em parceria com a qualidata. para os empresários, a aprovação nas mudanças pode destravar a economia e ajudar a acelerar o crescimento econômico do país que, em 2019, ainda deve ser lento. "como todo ano de novo governo, temos várias expectativas, mas nada que se confirmou. o que imaginamos é que a pedra de toque para o planejamento do governo seja a reforma da previdência", afirma o presidente em exercício da federação das indústrias do estado do rio grande do sul (fiergs), gilberto ribeiro. o industriário projeta um desfecho para a reforma até junho, o que poderia incentivar investimentos estrangeiros e nacionais. outro problema, hoje, é a falta de financiamento para capital de giro das empresas, segundo ribeiro. "existem faixas para investimento em bens de capital, mas isso as indústrias não precisam com urgência", reclama o presidente em exercício, citando a capacidade ociosa das fábricas. o compasso de espera com leve otimismo também é visto na construção civil, que já sente movimentação de incorporadores adquirindo terrenos e tirando da gaveta projetos antigos. "esperamos que a retomada venha timidamente já no segundo semestre, mas mais fortemente em 2020, 2021 e 2022", argumenta o presidente do sindicato das indústrias da construção civil do estado do rio grande do sul (sinduscon), aquiles dal molin júnior, que acrescenta que, embora não espere um crescimento enorme, projeta um ritmo "consistente e constante". dal molin salienta que o aumento nos valores do minha casa, minha vida também pode ajudar na recuperação do setor. crédito mais barato e menos concentrado em poucos bancos é o que o setor produtivo rural coloca na agenda de negociações com a pasta da economia do governo federal, diz domingos antônio velho lopes, diretor financeiro da federação da agricultura do estado (farsul). lopes diz que o tema é decisivo para evitar que endividamentos de produtores virem problema. "o crédito como é colocado hoje beneficia muito mais o sistema financeiro e não chega ao produtor", aponta o dirigente da farsul.  no varejo, o presidente da câmara dos dirigentes lojistas de porto alegre (cdl-poa), alcides debus, admite que o fôlego do ano ainda não está na medida que o setor esperava, por isso não há um otimismo exacerbado. porto alegre, destaca debus, terminou fevereiro com melhor desempenho, pois houve mais dias úteis. além disso, os lojistas estão sentindo que o frio chegou mais cedo e já encomendam as coleções de outono-inverno. "o clima melhora no comércio, quem sabe pode contagiar o cenário nacional", compara o presidente da cdl-poa. no setor supermercadista, o fator renda pesa mais, e o presidente da associação gaúcha de supermercados (agas), antonio cesa longo, pondera que os consumidores podem ficar mais cautelosos no ano. sobre a pauta política, longo avisa: "não é só a reforma da previdência de que precisamos, mas a tributária também".  investimentos estão na agenda de empresas para 2019 enquanto aguardam sinais de aquecimento, muitas empresas se preparam para colocar novos investimentos para rodar nos próximos meses. a cooperativa santa clara, por exemplo, planeja iniciar em julho a produção comercial em uma nova planta, no município de casca, com capacidade para processar 600 mil litros de leite por dia (a média atual da cooperativa é de cerca de 800 mil litros/dia). a planta, fruto de pelo menos r$ 115 milhões em investimento, se concentrará na produção de leite uht, achocolatados e cremes, permitindo à cooperativa especializar também suas outras fábricas, em carlos barbosa e getúlio vargas, em outros produtos. "o objetivo de casca é a produção de alta escala, reduzindo custos com uma planta moderna e automatiza, pois entendemos que só permanecerá no mercado quem for mais eficiente", salienta o diretor da santa clara, alexandre guerra, que é também o presidente do sindicato da indústria de laticínios do estado (sindilat). outra gaúcha no aguardo de uma nova fábrica é a fruki, de lajeado, que espera inaugurar sua nova planta em paverama no fim de 2020. o projeto, segundo o presidente da fruki, nelson eggers, ainda está em fase de desenvolvimento do leiaute industrial. eggers comemora não ter tirado o pé do acelerador mesmo com a crise econômica dos últimos anos, tendo lançado novas linhas de sucos, energético e cerveja. "esses produtos são nossos, mas estão sendo fabricados em terceiros, até porque precisam ajudar a pagar a nova fábrica", brinca o empresário. a cerveja bella vista, por exemplo, tem tido resultado melhor do que o esperado, com vendas de mais de 1 milhão de litros por mês. além de novas fábricas, o interior gaúcho também deverá perceber a chegada de serviços, como a uber. o aplicativo, há pouco mais de três anos em porto alegre, já atua em diversas cidades do estado e inaugurou o serviço nessa semana em bagé, uruguaiana e passo fundo. "estamos sempre olhando se há mercado nas cidades menores, e tentamos chegar onde for possível", conta o porta-voz da empresa no brasil, andre monteiro. na capital, a uber ainda estuda projetos para o ano, mas monteiro argumenta que porto alegre sempre está no roteiro de novas categorias, como aconteceu com o juntos, lançado no fim de 2018. do ramo de farmácias, a panvel projeta abrir 40 filiais em 2019 nos três estados do sul e em são paulo. e o número pode até ser maior, se o ambiente econômico melhorar, pois os planos foram traçados em 2018 ainda sem maior convicção sobre este ano. roberto luis weber, do conselho de administração do grupo dimed, dono da panvel, diz que a disputa no mercado vai ser guiada por qualidade de serviço e atendimento e pontos bem localizados. não é só o cenário nacional que está no foco de dirigentes do setor econômico. a expectativa de que o governador gaúcho eduardo leite (psdb) possa emplacar as propostas de privatizações de estatais para fechar um acordo com a união domina opiniões dos segmentos de varejo. a aposta é que a autorização para venda de empresas como ceee, sulgás e companhia riograndense de mineração (crm), que depende de aprovação do legislativo estadual, possa gerar ambiente mais atrativo a investidores até do exterior, projeta ainda o sócio da consultoria pwc rafael biedermann mariante. "o rio grande do sul desperta interesse, pois tem um agronegócio forte e possíveis áreas de concessões que estão na meta. o governador terá de fazer uma agenda positiva com empresários e convencer a sociedade que há poucas alternativas, uma delas é privatizar e fazer parcerias público-privadas (ppps) para atrair investimentos e melhorar o ambiente econômico", traduz mariante. o sócio da pwc reforça que as medidas, que se complementam coma agenda nacional, influenciam para atrair capitais externos e dar mais confiança interna. o presidente do sindiatacadistas, zildo de marchi, avalia que leite não tem muita saída, pois se deparou com um cenário de dificuldades "devido ao volume de despesas da máquina frente à receita". para de marchi, as privatizações das companhias gaúchas são inevitáveis, para buscar a sustentação do governo. mas o presidente do sindiatacadistas não espera um terreno fácil da tramitação. as propostas de emenda constitucional (pecs) do estado para retirar a exigência do plebiscito foram protocoladas no começo de fevereiro. "a assembleia tem interesses políticos, que podem interferir, mas certas privatizações não têm saída. minha aposta é a maioria vai dar voto para a aprovação", afirma de marchi. o presidente do sindilojas de porto alegre, paulo kruse, segue a percepção do colega do setor atacadista e espera que as pecs sejam confirmadas pelos parlamentares. o governo quer resolver a pauta até a metade do ano. "o estado está parado. sem estas modificações, vamos continuar para trás. o povo terá de entender que, se não soltar as amarras e deixar a iniciativa privada trabalhar, não vai ter saída. a assembleia vai aprovar", diz com firmeza kruse. a entidade enfrenta uma queda de braço com o estado na cobrança de diferenças no regime especial da substituição tributária (st). com liminar, o sindicato orienta que comerciantes afetados façam depósito em juízo. "a pressão é para dialogar com o governo. as empresas estão sufocadas com impostos", reage kruse. "o impacto maior é nas franquias, setor que é bitributada. praticamente serão inviabilizadas."   a oferta de recursos baliza o desempenho de segmentos de consórcios a serviços, como a operação de cooperativas de crédito. para áreas como a associativa, as restrições dois últimos anos que afastaram clientes e reduziram carteiras quase não foram sentidas, diz o diretor executivo da central sicredi sul/sudeste, leandro gindre de lima. "o setor cooperativo contraria a tendência, com demanda crescente com alta de 20% em 2018", disse lima, sobre o comportamento recente. e num dos alicerces é o campo, que responde por 50% da demanda da sicredi. atuar perto do associado e que busca recursos é um dos trunfos do resultado. mas lima admite que, se a economia estiver mais robusta, os negócios aumentam em geral. o que preocupa agora é a oferta de crédito de longo prazo, que depende do aporte do banco nacional de desenvolvimento econômico e social (bndes). este tema está em pauta na expodireto, em não-me-toque. do lado do consumidor que escolheu consórcio para bancar suas aquisições, operadores como a racon também surfa uma onda de crescimento e estabilidade, quando outros segmentos de crédito registraram perdas. o gerente executivo da racon, augusto letti, reforça que a meta é  crescer mais no sul e sudeste do país, dobrando a rede atual de 200 franqueados no longo prazo. "em 2019, devemos crescer 15% a 20% em unidades", revela letti. do lado de um segmento mais tradicional e que precisa de crédito, revendedores de veículos acreditam que a recuperação se mantém em 2019. o presidente do sindicato dos concessionários e distribuidores de veículos no estado do rio grande do sul (sincodiv-rs), fernando augusto de carvalho esbroglio, avalia que há melhora no setor e que o ano pode fechar com vendas 10% a 12% maiores. "tem crédito, mas precisa melhores condições para consumidor entrar", condiciona esbroglio. renda e emprego são os dois indicadores que precisam aumentar para que o carro do setor acelere.  fonte jc por guilherme daroit e patrícia comunello

Investidor estrangeiro retira R$ 643,455 milhões da B3 no dia 10


12/04/2019
Os investidores estrangeiros retiraram R$ 643,455 milhões da B3 no pregão da última quarta-feira, 10. Neste dia, o Ibovespa fechou em queda de 0,35%, aos 95.953,45 pontos. O volume de negócios somou R$ 14,3 bilhões. Com isso, em abril, o saldo estrangeiro está negativo em R$ 189,335 milhões, resultado de compras de R$ 47,579 bilhões e vendas de R$ 47,768 bilhões. Em 2019, o saldo acumulado está positivo em R$ 1,062 bilhão.

Fonte: Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/679295-investidor-estrangeiro-retira-r-643-455-milhoes-da-b3-no-dia-10.html)

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