20/05/2019

Previdência privada: reservas atingem R$ 857 bilhões

 enquanto a reforma da previdência ainda está em debate no congresso, as reservas dos planos de previdência privada cresceram 10% no primeiro trimestre de 2019, em relação ao mesmo período do ano passado. de acordo com levantamento da fenaprevi, o montante alcançou r$ 857 bilhões, distribuídos em 67 seguradoras associadas à entidade. as contribuições a planos de previdência aberta somaram r$ 26,3 bilhões no trimestre, 3,5% a mais do que no mesmo período do ano anterior. fonte: comunicação sincor-sp
20/05/2019

Previdência aberta terá R$ 1 trilhão em patrimônio até o final deste ano

 incentivada pela discussão da reforma das aposentadorias e pensões públicas no país, segmento de plano de capitalização privado mostra impulso para também atender público com ticket baixo o segmento de planos de previdência privada aberta (vgbl/pgbl) deve alcançar a marca de r$ 1 trilhão em reservas até o final de 2019. em março último, esse patrimônio era de r$ 857,9 bilhões. o volume em reservas aumentou 10% na comparação com março do ano passado, segundo dados divulgados na última sexta-feira pela federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país. na expectativa do presidente da brasilprev, walter malieni, o setor de previdência aberta terá r$ 1 trilhão em reservas ainda este ano, impulsionado pela discussão da proposta de aposentadorias e pensões públicas. “uma reforma que garanta uma idade mínima para aposentadoria deve trazer algum tipo de benefício para toda a indústria [planos privados] porque oferece a todos prazo para as pessoas se planejarem financeiramente”, diz. o executivo contou que a brasilprev trabalha com o cenário de aprovação da reforma da previdência social. “a discussão é mais sobre qual será a reforma aprovada”, disse walter malieni, referindo-se indiretamente às incertezas sobre o tamanho da economia que o governo alcançará em 10 anos. questionado pelo dci sobre a proposta de criação de um regime público de capitalização, e ideias como a “previdência direta” dos economistas fabio giambiagi e felipe vilhena, o presidente da brasilprev respondeu que essas iniciativas podem concorrer com a previdência aberta. “não é a melhor opção [a previdência direta], pois é concentrado em títulos públicos. eu prefiro a capitalização individual [privada]. se quisermos fazer uma ruptura nesse sistema, tem que deixar o participante escolher o modelo. os mais jovens podem tomar mais risco”, diz. na opinião dele, a capitalização pública concorre com todo o mercado de investimentos financeiros. “não avaliei profundamente ainda, mas a [ideia] da previdência direta ajuda a alongar a dívida [pública], e também concorre com o próprio tesouro direto”, diz. na visão de malieni, uma vantagem da previdência privada aberta é poder se destacar [se separar] da gestão do estado. “é natural que se tenha um regime de renda mínima [público], mas a partir de determinado ponto, a pessoa pode escolher onde alocar seus recursos e o seu projeto de vida”, observa o executivo. pelos números de malieni, o segmento – de planos geradores de benefícios livres (pgbl), de vida gerador de benefícios livre (vgbl) e de planos tradicionais mais antigos – totaliza r$ 876,5 bilhões em patrimônio, sendo que a líder brasilprev soma r$ 267 bilhões em recursos. em março, o balanço da bb seguridade do primeiro trimestre registrava reservas de r$ 263 bilhões. brasilprev fácil para expandir sua base de atuação, malieni divulgou o produto brasilprev fácil, que conquistou 130 mil novos participantes nos dez primeiros meses de comercialização. “estamos investindo na criação de mercado, o brasilprev fácil é acessível a partir de r$ 100 por mês, e nosso ticket médio está em r$ 296”, revela o executivo. sobre a competição com plataformas de investimentos, o presidente citou que o setor defende (via fenaprevi) maior transparência e clareza na comunicação com os clientes sobre os custos e taxas cobradas para aportes nos planos. fonte: dci
20/05/2019

Empresas com investimentos represados

 a consultoria kpmg fez uma pesquisa em 2018 sobre o perfil das empresas familiares, com a participação de 217 companhias em 19 estados do país, cujos resultados foram apresentados agora. os setores de maior representatividade entre os participantes foram os do agronegócio, de serviços, de atacado e de varejo, representando 43 dos respondentes. o mais interessante no documento é ver o nível de otimismo em relação ao país, com uma média de confiança de 70%. das empresas respondentes, 74% falaram que novos investimentos estavam incluídos no seu plano estratégico. o cenário político, com as eleições gerais, certamente pesou na época. no levantamento é apresentada uma mudança de percepção em relação à pesquisa realizada em 2016, com uma abertura maior para expansão no sudeste (44%) e no nordeste e centro-oeste, empatados com 29%. o sócio da kpm, eliardo vieira, explica que as companhias aguardam definições para voltar a crescer. eliardo participa do programa o povo economia, da tv o povo, que será apresentado hoje, às 20 horas. negócios em energia há uma constatação entre agentes do mercado de que, quando o brasil gripa, o nordeste pega uma pneumonia. a crise atual comprova essa tese mas, segundo eliardo vieira, quando há uma recuperação, a região sente a reação mais intensamente. mesmo com as dificuldades atuais, algumas áreas continuam atraindo investimentos e as energias renováveis concentram boa parte dos interesses. ceará entre contemplados o ceará está entre os estados contemplados com a ampliação da exploração de blocos de petróleo em áreas marítimas. a agência nacional do petróleo (anp) informou que o número de áreas disponíveis no processo de oferta permanente foi ampliado em mais 442 blocos. serão feitas 600 concessões exploratórias, e 14 áreas com acumulações marginais estão disponíveis ao mercado. incertezas políticas as preocupações mais relevantes das empresas familiares, segundo pesquisa da kpg,estão centradas nas incertezas políticas e econômica (61%) e na redução da lucratividade (48%). o documento mostra o nível de expectativas no ano passado, as quais devem ter sido frustradas e represadas diante da estagnação da economia. previdência privada a discussão sobre a reforma da previdência impacta na venda de contratos com empresas e fundos privados. a federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi) já constatou um aumento de 10% no volume de reserva dos planos privados no primeiro trimestre em relação a 2018. mudanças no comportamento os investimentos realizados recentemente por duas grandes empresas cearenses, como hapvida e arco, adquirindo companhias do sudeste, revelam também as oportunidades do mercado. o setor de fusões e aquisições, embora também aguarde a recuperação da economia, continua se movimentando - nos dois casos citados, com uma mudança no comportamento, já que os grupos locais geralmente eram apenas comprados, e não compradores. fonte: o povo
20/05/2019

Dólar cai com leilão de linha e exterior, mas cautela com política limita ajuste

  o dólar opera em baixa nos primeiros negócios desta segunda-feira (20), reagindo a uma realização de lucros em meio à antecipação de leilões de linha de rolagem pelo banco central (bc), num total de us$ 3,75 bilhões, a partir desta segunda até esta quarta-feira (22), e ainda ao dólar mais fraco ante outras moedas emergentes no exterior, por causa do aumento da tensão com a guerra comercial eua-china. contudo, o ajuste de baixa é limitado por um pano de fundo de cautela local, sustentado pela crise política envolvendo o presidente jair bolsonaro e o congresso, em torno da tramitação da reforma da previdência e da mp 870, que reestrutura os ministérios. às 10h11min desta segunda-feira, o dólar à vista caía 0,14%, aos r$ 4,0932. nessa sexta-feira (17), o dólar registrou a terceira alta consecutiva, para r$ 4,1002 no mercado à vista - maior valor de fechamento desde 19 de setembro do ano passado (r$ 4,1308). na semana, acumulou valorização de 3,93% ante o real - maior ganho semanal desde o fim de agosto de 2018. os partidos do centrão têm imposto derrotas em série ao governo. a maioria do bloco - cujo núcleo duro é formado por dem, pp, pr, prb e solidariedade e que reúne cerca de 230 dos 513 deputados - só concorda, por exemplo, em aprovar a medida provisória 870, da reforma administrativa, se o conselho de controle de atividades financeiras (coaf) ficar fora da alçada do ministro sérgio moro. em seu terceiro mandato como presidente da câmara, rodrigo maia (dem-rj) se tornou o principal articulador do centrão. o relator na comissão especial da câmara, samuel moreira (psdb-sp), reúne-se com o ministro da economia, paulo guedes, no começo da tarde desta segunda (14h), após ter se encontrado nesse domingo (19) com o presidente da câmara, rodrigo maia. samuel moreira disse que quer simplificar as regras de transição para trabalhadores que já contribuem para a previdência. o relator afirmou que pretende apresentar o relatório final à comissão especial até a primeira quinzena de junho. o mercado também olha outra rodada de piora nas previsões do boletim focus. a alta do pib de 2019 recuou de 1,45% para 1,24% e, para 2020, segue em 2,50%. as projeções para ipca para 2019 passaram de 4,04% para 4,07% e para 2020, seguem em 4%. as estimativas da selic no fim de 2019 permanecem em 6,50% ao ano e para 2020 recuaram de 7,50% para 7,25% ao ano.   fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/684802-dolar-cai-com-leilao-de-linha-e-exterior-mas-cautela-com-politica-limita-ajuste.html)
20/05/2019

Selic no fim do ano segue em 6,50%, revela Focus

 os economistas do mercado financeiro mantiveram suas projeções para a selic (a taxa básica de juros) no fim de 2019, mas reduziram a estimativa para o fim de 2020. o relatório de mercado focus trouxe nesta segunda-feira (20), que a mediana das previsões para a selic este ano seguiu em 6,50% ao ano. há um mês, estava no mesmo patamar. já a projeção para a selic no fim de 2020 passou de 7,50% para 7,25% ao ano, ante 7,50% de quatro semanas atrás. no caso de 2021, a projeção seguiu em 8,00%, igual ao verificado um mês antes. já a projeção para a selic no fim de 2022 passou de 8,00% para 7,50% ao ano, ante 8,00% de um mês antes. no último dia 8, o comitê de política monetária (copom) anunciou a manutenção, pela nona vez consecutiva, da selic em 6,50% ao ano. ao mesmo tempo, o bc indicou que o risco de uma inflação menor devido ao fraco desempenho econômico se elevou desde a reunião anterior, em março. a instituição reiterou, porém, que manterá a "cautela, serenidade e perseverança" em suas próximas decisões, "inclusive diante de cenários voláteis". no grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções (top 5) de médio prazo, a mediana da taxa básica em 2019 seguiu em 6,50% ao ano, igual a um mês antes. no caso de 2020, foi de 7,21% para 7,00%, ante 7,50% de quatro semanas atrás. a projeção para o fim de 2021 no top 5 permaneceu em 8,00%. há um mês, estava no mesmo patamar. para 2022, a projeção do top 5 seguiu em 7,75%, ante 7,50% de um mês antes. fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/684797-selic-no-fim-do-ano-segue-em-6-50--revela-focus.html)  
20/05/2019

IGP-M desacelera a 0,58% na segunda prévia de maio, aponta FGV

 no ano, indicador acumulou alta de 3,69% e, nos últimos 12 meses, de 7,78% no ano, indicador acumulou alta de 3,69% e, nos últimos 12 meses, de 7,78% claiton dornelles /jc estadão conteúdo o índice geral de preços - mercado (igp-m), usado no reajuste dos contratos de aluguel, subiu 0,58% na segunda prévia de maio, registrando desaceleração em relação à segunda prévia do mês anterior, quando a inflação medida pelo índice ficou em 0,78%, informou nesta segunda-feira (20), a fundação getulio vargas (fgv). no ano, o igp-m acumula alta de 3,69% e, nos últimos 12 meses, de 7,78%. o índice de preços ao produtor amplo (ipa) também arrefeceu, de um patamar de 0,89% na segunda prévia de abril para 0,72% em maio. os preços dos bens finais subiram 0,26% em maio, após alta de 0,89% em abril. a maior contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -0,23% para -5,46%. o índice referente aos bens intermediários subiu 0,97% em maio, contra 0,42% em abril. "o destaque coube ao subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 0,64% para 4,07%. a taxa do grupo matérias-primas brutas foi de 1,45% em abril para 0,97% em maio", informou a fgv ibre em nota. o ipa agrícola caiu 1,85%, depois de ter subido 0,54% na segunda prévia do mês anterior, puxado pela soja e o milho, entre outros produtos que tiveram seu preço depreciado. já o ipa industrial se manteve positivo, com alta de 1,58%, contra alta de 1% contra a segunda prévia de abril. as matérias-primas brutas também desaceleraram o preço, saindo de uma alta de 1,4% na segunda prévia de abril para alta de 0,97% em maio. fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/684796-igp-m-desacelera-a-0-58-na-segunda-previa-de-maio-aponta-fgv.html)
20/05/2019

Indústrias mantêm portfólio de produtos em alta

 os resultados do radar empresarial apresentados em abril apontam uma estabilidade positiva do portfólio de produtos da indústria no país. com base no cancelamento dos códigos de barras de produtos que estão em circulação, a associação brasileira de automação-gs1 brasil calcula que a indústria reduziu em 22,9% o cancelamento de códigos em abril, quando comparado a março deste ano. para micros e pequenas empresas (mpe), a redução foi de 24,2%. isso significa que, comparado a março deste ano, menos empresas encerraram seu portfólio de produtos. no comparativo com o mesmo mês do ano anterior, houve redução de 13,8% para o número brasil e 17,1% para as mpes. no acumulado dos últimos 12 meses, houve uma redução de 6,1% no encerramento de portfólio de produtos. esse índice tem a particularidade de quanto mais negativo for, mais positivo é o resultado. ou seja, esses resultados são apresentados com sinal negativo quando há baixa de encerramento de produtos e com sinal positivo quando há alta - anulação do respectivo código de barras, que é gerido pela associação brasileira de automação-gs1 brasil. fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/684671-industrias-mantem-portfolio-de-produtos-em-alta.html)
17/05/2019

Diretor comercial do Grupo MBM assume mandato na FenaPrevi

 o diretor comercial do grupo mbm, luiz eduardo dilli gonçalves, integra o conselho fiscal da fenaprevi (federação nacional de previdência privada e vida), entidade que reúne 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país. o evento de posse da cnseg e federações (fenseg, fenaprevi, fenasaúde e fenacap) para o triênio 2019-2022 reuniu cerca de 400 participantes em confraternização do setor, em são paulo, no dia 09 de maio. “posso afirmar que estou muito feliz com essa oportunidade e garanto que eu, juntamente com o mbm, contribuirei para que o setor se fortaleça ainda nos próximos anos”, comenta dilli. a fenaprevi é uma associação civil sem fins lucrativos, afiliada à confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização (cnseg). fonte: marketing mbm
17/05/2019

Setor de seguros brasileiro vê explosão de startups

  segundo dados da associação brasileira de startups, número de startups focadas nesse mercado saltou de 70 para 210 nos últimos três anos. usar a tecnologia para reduzir incertezas e aumentar a eficiência das seguradoras tradicionais: essa é a meta das insurtechs, um dos segmentos de startups que mais cresceu no brasil nos últimos anos. segundo dados da associação brasileira de startups (abstartups), o número de startups focadas nesse mercado saltou de 70 para 210 nos últimos três anos. ao contrário do que acontece em áreas como a das fintechs, as insurtechs não querem concorrer com as grandes empresas – e sim ajudá-las a serem mais eficientes. segundo pesquisa feita pela câmara brasileira de comércio eletrônico (câmara e-net), 62% das startups brasileiras da área têm como objetivo principal oferecer serviços para potencializar os negócios das seguradoras e 57% têm como missão principal desburocratizar o setor e/ou potencializar os negócios dos corretores. “as seguradoras são grandes e estáveis, mas precisam da nossa agilidade para entregar um bom serviço. agora, todo mundo está ganhando”, o americano daniel hatkoff, fundador e presidente da insurtech pitzi. resistência as startups viram uma oportunidade em usar a web para ajudar a quebrar a resistência que o brasileiro tem em comprar apólices. “vencer essa barreira ainda é o principal desafio do setor como um todo”, diz caetano altieri, vice-coordenador do câmara-e.net. foi com o objetivo de mudar esse pensamento que, depois de 29 anos, marcelo blay deixou o emprego em uma grande seguradora e decidiu criar sua startup. aberta em 2011, a minuto seguros vende pacotes de 13 seguradoras diferentes em sua plataforma digital, com serviços variados tanto em público quanto em opções. hoje, tem 450 mil apólices e pretende faturar r$ 240 milhões este ano. a minuto seguros tem hoje 400 funcionários – boa parte voltada à área de atendimento. “parte dos nossos clientes são pessoas que não conheciam a importância de ter um seguro ou não sabiam onde comprar um pacote”, diz blay. “a internet nos permitiu oferecer o serviço a quem não conhecia ou não gostava da burocracia”. outra companhia que tenta apresentar os produtos de forma diferente é a pitzi, especializada em seguros de celular. a escolha não foi à toa: o smartphone está entre os bens favoritos dos brasileiros à medida que, para muitos, comprar um novo aparelho significa desembolsar um grande valor em suadas parcelas. “fiquei chocado com o fato de que os celulares aqui são muito caros” diz hatkoff, da pitzi. “vi que planos de proteção para garantir que a pessoa conseguisse consertar rapidamente o celular ajudaria muita gente”. a startup é a vitrine de pacotes, cujo valor da mensalidade muda de acordo com a marca e modelo do aparelho. a simulação de valores fica por conta da startup, que reúne ofertas de cinco seguradoras – zurich, axa, mapfre, sura e generali. a pitzi já levantou mais de r$ 70 milhões em investimento e tem 97 funcionários. um dos alvos das startups é a redução da burocracia na aprovação de apólices. a planetun, criada em 2014, usa a inteligência artificial e análise de dados para realizar o serviço de vistoria de carros. se os planos da empresa derem certo, ela pretende acabar com os técnicos de vistoria – e, eventualmente, com os longos períodos de espera dos motoristas. a proposta é simples: ao reportar um sinistro, o usuário tira fotos de seu veículo para enviá-las à empresa. a empresa então vai compará-las fotos anteriores, tiradas pelo consumidor no momento da contratação da apólice. a planetun envia as imagens à seguradora para análise – informações como data e localização sobre onde as fotos foram feitas também são incluídas no relatório. por meio da ferramenta, feita em parceria com o sistema de inteligência artificial da ibm, a startup garante que o tempo de vistoria cairá de dois dias para menos de 24 horas. com as imagens verificadas pelo algoritmo, os técnicos das seguradoras conseguem dar um parecer em até seis horas. a thinkseg, fundada pelo empresário andré grigori, ex-btg, vai além: sua principal solução é um aplicativo que, ao ser instalado no celular do motorista, acompanha seu jeito de dirigir. com o tempo, o sistema é capaz de entender se aquele usuário tem boa condução ou não. a partir disso, calcula as chances reais que ele tem de sofrer algum sinistro — independentemente de qualquer outra característica que o coloca como parte de um grupo de “risco” no mercado tradicional. em abril, a empresa investiu r$ 50 milhões para criar um novo tipo de seguro, cujo pagamento mensal varia de acordo com a quilometragem rodada pelo usuário. o serviço é prestado em parceria com seguradoras. há um motivo para que a parceria entre as startups atendam empresas: trata-se de um setor altamente regulado, supervisionado pela superintendência de seguros privados. para especialistas, um novo impacto pode surgir se a regulamentação for flexibilizada. “às vezes startups têm soluções muito legais, mas as seguradoras não podem adotar sem quebrar regras e isso trava o mercado”, diz altieri, da câmara e-net. “abrindo a regulamentação, fatalmente o mercado vai crescer.” fonte: exame por estadão conteúdo

Investidor estrangeiro retira R$ 643,455 milhões da B3 no dia 10


12/04/2019
Os investidores estrangeiros retiraram R$ 643,455 milhões da B3 no pregão da última quarta-feira, 10. Neste dia, o Ibovespa fechou em queda de 0,35%, aos 95.953,45 pontos. O volume de negócios somou R$ 14,3 bilhões. Com isso, em abril, o saldo estrangeiro está negativo em R$ 189,335 milhões, resultado de compras de R$ 47,579 bilhões e vendas de R$ 47,768 bilhões. Em 2019, o saldo acumulado está positivo em R$ 1,062 bilhão.

Fonte: Jornal do Comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/679295-investidor-estrangeiro-retira-r-643-455-milhoes-da-b3-no-dia-10.html)

Praça Otávio Rocha, 65 - 1º andar
Centro Histórico - Porto Alegre/RS
CEP.: 90020-140
+55 (51) 3228.1999

News

Receba nossas novidades

LIGUE

+55 51 3228-1999

Ouvidoria
0800 703 1989
E-mail: ouvidoria@sinapp.org.br

Atendimento ao Deficiente Auditivo e de Fala através da TSPC-CAS – Central de
Atendimento a Deficientes Auditivos ou de Fala -
0800 200 0819 E-mail: sac.especial.auditivo.fala@sinapp.org.br

Atendimento ao
Deficiente Visual
0800-703-1989