20/05/2019

Selic no fim do ano segue em 6,50%, revela Focus

 os economistas do mercado financeiro mantiveram suas projeções para a selic (a taxa básica de juros) no fim de 2019, mas reduziram a estimativa para o fim de 2020. o relatório de mercado focus trouxe nesta segunda-feira (20), que a mediana das previsões para a selic este ano seguiu em 6,50% ao ano. há um mês, estava no mesmo patamar. já a projeção para a selic no fim de 2020 passou de 7,50% para 7,25% ao ano, ante 7,50% de quatro semanas atrás. no caso de 2021, a projeção seguiu em 8,00%, igual ao verificado um mês antes. já a projeção para a selic no fim de 2022 passou de 8,00% para 7,50% ao ano, ante 8,00% de um mês antes. no último dia 8, o comitê de política monetária (copom) anunciou a manutenção, pela nona vez consecutiva, da selic em 6,50% ao ano. ao mesmo tempo, o bc indicou que o risco de uma inflação menor devido ao fraco desempenho econômico se elevou desde a reunião anterior, em março. a instituição reiterou, porém, que manterá a "cautela, serenidade e perseverança" em suas próximas decisões, "inclusive diante de cenários voláteis". no grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções (top 5) de médio prazo, a mediana da taxa básica em 2019 seguiu em 6,50% ao ano, igual a um mês antes. no caso de 2020, foi de 7,21% para 7,00%, ante 7,50% de quatro semanas atrás. a projeção para o fim de 2021 no top 5 permaneceu em 8,00%. há um mês, estava no mesmo patamar. para 2022, a projeção do top 5 seguiu em 7,75%, ante 7,50% de um mês antes. fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/684797-selic-no-fim-do-ano-segue-em-6-50--revela-focus.html)  
20/05/2019

IGP-M desacelera a 0,58% na segunda prévia de maio, aponta FGV

 no ano, indicador acumulou alta de 3,69% e, nos últimos 12 meses, de 7,78% no ano, indicador acumulou alta de 3,69% e, nos últimos 12 meses, de 7,78% claiton dornelles /jc estadão conteúdo o índice geral de preços - mercado (igp-m), usado no reajuste dos contratos de aluguel, subiu 0,58% na segunda prévia de maio, registrando desaceleração em relação à segunda prévia do mês anterior, quando a inflação medida pelo índice ficou em 0,78%, informou nesta segunda-feira (20), a fundação getulio vargas (fgv). no ano, o igp-m acumula alta de 3,69% e, nos últimos 12 meses, de 7,78%. o índice de preços ao produtor amplo (ipa) também arrefeceu, de um patamar de 0,89% na segunda prévia de abril para 0,72% em maio. os preços dos bens finais subiram 0,26% em maio, após alta de 0,89% em abril. a maior contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -0,23% para -5,46%. o índice referente aos bens intermediários subiu 0,97% em maio, contra 0,42% em abril. "o destaque coube ao subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 0,64% para 4,07%. a taxa do grupo matérias-primas brutas foi de 1,45% em abril para 0,97% em maio", informou a fgv ibre em nota. o ipa agrícola caiu 1,85%, depois de ter subido 0,54% na segunda prévia do mês anterior, puxado pela soja e o milho, entre outros produtos que tiveram seu preço depreciado. já o ipa industrial se manteve positivo, com alta de 1,58%, contra alta de 1% contra a segunda prévia de abril. as matérias-primas brutas também desaceleraram o preço, saindo de uma alta de 1,4% na segunda prévia de abril para alta de 0,97% em maio. fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/684796-igp-m-desacelera-a-0-58-na-segunda-previa-de-maio-aponta-fgv.html)
20/05/2019

Indústrias mantêm portfólio de produtos em alta

 os resultados do radar empresarial apresentados em abril apontam uma estabilidade positiva do portfólio de produtos da indústria no país. com base no cancelamento dos códigos de barras de produtos que estão em circulação, a associação brasileira de automação-gs1 brasil calcula que a indústria reduziu em 22,9% o cancelamento de códigos em abril, quando comparado a março deste ano. para micros e pequenas empresas (mpe), a redução foi de 24,2%. isso significa que, comparado a março deste ano, menos empresas encerraram seu portfólio de produtos. no comparativo com o mesmo mês do ano anterior, houve redução de 13,8% para o número brasil e 17,1% para as mpes. no acumulado dos últimos 12 meses, houve uma redução de 6,1% no encerramento de portfólio de produtos. esse índice tem a particularidade de quanto mais negativo for, mais positivo é o resultado. ou seja, esses resultados são apresentados com sinal negativo quando há baixa de encerramento de produtos e com sinal positivo quando há alta - anulação do respectivo código de barras, que é gerido pela associação brasileira de automação-gs1 brasil. fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/684671-industrias-mantem-portfolio-de-produtos-em-alta.html)
17/05/2019

Diretor comercial do Grupo MBM assume mandato na FenaPrevi

 o diretor comercial do grupo mbm, luiz eduardo dilli gonçalves, integra o conselho fiscal da fenaprevi (federação nacional de previdência privada e vida), entidade que reúne 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país. o evento de posse da cnseg e federações (fenseg, fenaprevi, fenasaúde e fenacap) para o triênio 2019-2022 reuniu cerca de 400 participantes em confraternização do setor, em são paulo, no dia 09 de maio. “posso afirmar que estou muito feliz com essa oportunidade e garanto que eu, juntamente com o mbm, contribuirei para que o setor se fortaleça ainda nos próximos anos”, comenta dilli. a fenaprevi é uma associação civil sem fins lucrativos, afiliada à confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização (cnseg). fonte: marketing mbm
17/05/2019

Setor de seguros brasileiro vê explosão de startups

  segundo dados da associação brasileira de startups, número de startups focadas nesse mercado saltou de 70 para 210 nos últimos três anos. usar a tecnologia para reduzir incertezas e aumentar a eficiência das seguradoras tradicionais: essa é a meta das insurtechs, um dos segmentos de startups que mais cresceu no brasil nos últimos anos. segundo dados da associação brasileira de startups (abstartups), o número de startups focadas nesse mercado saltou de 70 para 210 nos últimos três anos. ao contrário do que acontece em áreas como a das fintechs, as insurtechs não querem concorrer com as grandes empresas – e sim ajudá-las a serem mais eficientes. segundo pesquisa feita pela câmara brasileira de comércio eletrônico (câmara e-net), 62% das startups brasileiras da área têm como objetivo principal oferecer serviços para potencializar os negócios das seguradoras e 57% têm como missão principal desburocratizar o setor e/ou potencializar os negócios dos corretores. “as seguradoras são grandes e estáveis, mas precisam da nossa agilidade para entregar um bom serviço. agora, todo mundo está ganhando”, o americano daniel hatkoff, fundador e presidente da insurtech pitzi. resistência as startups viram uma oportunidade em usar a web para ajudar a quebrar a resistência que o brasileiro tem em comprar apólices. “vencer essa barreira ainda é o principal desafio do setor como um todo”, diz caetano altieri, vice-coordenador do câmara-e.net. foi com o objetivo de mudar esse pensamento que, depois de 29 anos, marcelo blay deixou o emprego em uma grande seguradora e decidiu criar sua startup. aberta em 2011, a minuto seguros vende pacotes de 13 seguradoras diferentes em sua plataforma digital, com serviços variados tanto em público quanto em opções. hoje, tem 450 mil apólices e pretende faturar r$ 240 milhões este ano. a minuto seguros tem hoje 400 funcionários – boa parte voltada à área de atendimento. “parte dos nossos clientes são pessoas que não conheciam a importância de ter um seguro ou não sabiam onde comprar um pacote”, diz blay. “a internet nos permitiu oferecer o serviço a quem não conhecia ou não gostava da burocracia”. outra companhia que tenta apresentar os produtos de forma diferente é a pitzi, especializada em seguros de celular. a escolha não foi à toa: o smartphone está entre os bens favoritos dos brasileiros à medida que, para muitos, comprar um novo aparelho significa desembolsar um grande valor em suadas parcelas. “fiquei chocado com o fato de que os celulares aqui são muito caros” diz hatkoff, da pitzi. “vi que planos de proteção para garantir que a pessoa conseguisse consertar rapidamente o celular ajudaria muita gente”. a startup é a vitrine de pacotes, cujo valor da mensalidade muda de acordo com a marca e modelo do aparelho. a simulação de valores fica por conta da startup, que reúne ofertas de cinco seguradoras – zurich, axa, mapfre, sura e generali. a pitzi já levantou mais de r$ 70 milhões em investimento e tem 97 funcionários. um dos alvos das startups é a redução da burocracia na aprovação de apólices. a planetun, criada em 2014, usa a inteligência artificial e análise de dados para realizar o serviço de vistoria de carros. se os planos da empresa derem certo, ela pretende acabar com os técnicos de vistoria – e, eventualmente, com os longos períodos de espera dos motoristas. a proposta é simples: ao reportar um sinistro, o usuário tira fotos de seu veículo para enviá-las à empresa. a empresa então vai compará-las fotos anteriores, tiradas pelo consumidor no momento da contratação da apólice. a planetun envia as imagens à seguradora para análise – informações como data e localização sobre onde as fotos foram feitas também são incluídas no relatório. por meio da ferramenta, feita em parceria com o sistema de inteligência artificial da ibm, a startup garante que o tempo de vistoria cairá de dois dias para menos de 24 horas. com as imagens verificadas pelo algoritmo, os técnicos das seguradoras conseguem dar um parecer em até seis horas. a thinkseg, fundada pelo empresário andré grigori, ex-btg, vai além: sua principal solução é um aplicativo que, ao ser instalado no celular do motorista, acompanha seu jeito de dirigir. com o tempo, o sistema é capaz de entender se aquele usuário tem boa condução ou não. a partir disso, calcula as chances reais que ele tem de sofrer algum sinistro — independentemente de qualquer outra característica que o coloca como parte de um grupo de “risco” no mercado tradicional. em abril, a empresa investiu r$ 50 milhões para criar um novo tipo de seguro, cujo pagamento mensal varia de acordo com a quilometragem rodada pelo usuário. o serviço é prestado em parceria com seguradoras. há um motivo para que a parceria entre as startups atendam empresas: trata-se de um setor altamente regulado, supervisionado pela superintendência de seguros privados. para especialistas, um novo impacto pode surgir se a regulamentação for flexibilizada. “às vezes startups têm soluções muito legais, mas as seguradoras não podem adotar sem quebrar regras e isso trava o mercado”, diz altieri, da câmara e-net. “abrindo a regulamentação, fatalmente o mercado vai crescer.” fonte: exame por estadão conteúdo
17/05/2019

Seguro contra inadimplência tem alta de 25,5% no primeiro trimestre do ano

 o seguro prestamista — modalidade que protege o trabalhador de dívidas em créditos ou financiamentos contratados junto aos bancos ou em parcelamentos no varejo, em caso de perda involuntária de emprego ou incapacidade total temporária, além de morte e invalidez — cresceu 25,5% no primeiro trimestre deste ano, a maior expansão entre os produtos de seguro contratados no período, segundo dados da superintendência de seguros privados (susep). em comparação, o seguro de vida cresceu 17,2%; o viagem, 11,7%; e o funeral, 11,8%. segundo dados da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), em 2018, a venda desse seguro somou r$ 11,3 bilhões, um aumento de 19,35% em relação ao ano anterior. a explicação seria uma combinação de dois fatores: um aumento na expansão do crédito e a consequente necessidade de uma proteção maior contra a inadimplência por parte de bancos e varejistas e uma maior consciência da população sobre a necessidade de honrar seus pagamentos e não ficar com o nome sujo. —acreditamos que houve tanto uma maior oferta de bancos e varejistas do seguro prestamista aos clientes como uma aceitação maior da população de sua importância. o produto vem ganhando espaço por melhorar os níveis de inadimplência — afirmou luciano snel, vice-presidente da fenaprevi. para as empresas que atuam no mercado de seguros, o medo da inadimplência pode ser o principal fator de crescimento do prestamista. — de fato, outros produtos ligados ao consumo têm crescido bem menos do que o seguro prestamista, o que mostra, sim, que há um temor de inadimplência. vemos que os nossos parceiros têm tido cada vez mais interesse no produto, o que muitas vezes facilita a liberação de concessão de crédito por diminuir os riscos — afirmou luís reis, diretor de afinidades da zurich seguros. o seguro é acessível a todas as classes porque seu valor corresponde ao valor da parcela do bem ou do empréstimo, em média de 5% a 8% do montante total. em geral, são os bancos ou as financeiras que oferecem o produto aos clientes, que podem aceitá-lo ou não. mas, os clientes podem também perguntar se é possível contratá-lo. — a pessoa pode sempre pedir o seguro, mas, no caso de não estar disponível no local da compra, pode-se procurar um corretor e procurar outras opções com proteções similares, como um seguro de vida, para não deixar a dívida para a família — disse luciano snel. outra opção é procurar por linhas de crédito que tenham o prestamista.
17/05/2019

Como criar aplicativos 100% seguros?

 hoje, os dispositivos se tornaram uma das principais tecnologias utilizadas no mundo e que os torna tão variáveis são os milhões de aplicativos que devem ser escolhidos. essas aplicações permitem que o usuário seja mais produtivo, se comunique, treine, interaja com outras pessoas instantaneamente, eduque ou simplesmente se divirta. atualmente, o boom da internet impactou diretamente a segurança das informações tratadas diariamente. sites de e-commerce, serviços, bancos e até redes sociais contêm informações confidenciais que, na maioria dos casos, são muito importantes. com a incorporação dos smartphones no mercado, foram criadas novas estruturas de negócios que fizeram com que os aplicativos tivessem certa rentabilidade, tanto para desenvolvedores quanto para os mercados de aplicativos, como o windows phone store, o google play e a app store. desenvolvimento e crescimento dos aplicativos o mercado de aplicativos móveis cresceu e tem uma série de fatores que ajudaram em sua consolidação. entre estes componentes estão o progresso tecnológico em termos de desempenho, segurança e poder de computação dos dispositivos de diversos fabricantes como samsung, apple, etc. da mesma forma, o custo da infraestrutura de comunicação é cada vez menor e mais seguro, além disso, plataformas de desenvolvimento como o android (google), o windows phone (microsoft), a apple (ios) e tecnologias responsivas são cada vez mais resistentes e seguras. “hoje, os cibercriminosos criaram aplicativos que podem infectar telefones e dispositivos móveis com programas mal-intencionados. se o telefone enviar e-mails ou mensagens de texto que o usuário não escreveu, ou instalar aplicações que ele não baixou, podem ser sinais de que um programa malicioso foi instalado”, disse dean coclin, diretor sênior de desenvolvimento de negócios da digicert. alguns pontos devem ser levados em conta ao consolidar a adoção do uso de aplicativos móveis. há uma série de características que devem ser levadas em consideração em seu design. entre os principais se encontra o esquema de ciclo de vida do aplicativo móvel; isto é, definir uma versão inicial que contenha um conjunto de funcionalidades que permita aos usuários aprender com suas experiências. hoje, aplicativos da web, aplicativos móveis e servidores, podem – na maioria das vezes – suportar esses certificados ssl. a importância dos certificados ssl oferece segurança aos usuários, usuários da internet, empresas e negócios. qualquer pessoa que acesse uma página da web autêntica, real e confiável pode inserir seus dados pessoais e econômicos de maneira mais pacífica. este sistema fortalece e aumenta a atividade econômica na rede e pagamento online. o processo de certificação é muito importante porque sem ele, no caso do google, as aplicações instaladas são “piratas”. muitos fabricantes chineses optam por esse sistema: instalam a versão aosp do android e incluem a play store, o gmail, o google maps e outras aplicações do google sem a permissão dessa empresa. pode parecer um problema que não afeta o usuário, mas que acaba de mudar já que a empresa procura ordenar aplicando as regras para que os fabricantes que tenham cumprido os processos de certificação não estejam competindo em desvantagem. como próximo passo, ele deve ser implementado em termos de uso e inovação de novos requisitos de negócios e tecnologia de fabricantes de dispositivos móveis e plataformas de desenvolvimento. sem dúvida, existem riscos de segurança ao desenvolver aplicativos especialmente para o android, já que hoje em dia, esse é um dos sistemas operacionais mais afetados e vulneráveis. algumas dicas que fornecemos ao usuário para evitar golpes de segurança ao criar um aplicativo: implementar a autorização, autenticação e tratamento de sessões corretamente; manter a segurança com o back-end; realizar a integração de dados seguros com outros serviços e aplicativos; identificar e proteger dados confidenciais; implementar controles para impedir o acesso não autorizado a recursos de pagamento; prestar atenção específica à coleta e uso de informações do usuário; garantir a distribuição segura e o fornecimento de aplicativos móveis; verificar cuidadosamente qualquer código de erro em execução; gerenciar as credenciais do usuário com segurança; garantir que os dados confidenciais sejam protegidas ao transmiti-los; é essencial limpar o armazenamento de aplicativos toda vez e eliminar aplicações maliciosas ou de malware. o objetivo é remover os aplicativos que podem representar uma ameaça ou perigo à privacidade do usuário e à segurança do dispositivo móvel.
17/05/2019

Cenário adverso interno e externo faz Ibovespa cair e operar aquém dos 90 mil

 o cenário externo adverso e o desânimo dos investidores com o brasil volta a conduzir os negócios na b3, que ontem já amargou um dia de perdas (-1,75%, aos 90.024,47), sobretudo por causa das incertezas internas. hoje, além dos temores sobre a evolução da reforma previdenciária, o quadro internacional não enseja uma sexta-feira (17) de ganhos nas bolsas. às 11h40min, o ibovespa cedia 0,05%, aos 89.981 pontos. a expectativa mais dura da china em relação aos comerciais com os estados unidos, além do temor de uma eventual saída do reino unido da união europeia sem um acordo deixam os investidores na defensiva lá fora, o que reflete também na bolsa brasileira. se essa dinâmica negativa for confirmada, luiz roberto monteiro, operador da mesa institucional da renascença dtvm, não descarta a possibilidade de o ibovespa voltar a ser negociado perto de 80 mil pontos ainda hoje. "aqui, está tudo ruim quanto ao político e ao econômico. a reforma da previdência não tem avançado e o lado corporativo também não ajuda, além do exterior. por voltar para os níveis de setembro e outro de 2018", diz. em 3 de outubro de 2018, por exemplo, o índice à vista atingiu 81.622,97 na mínima intraday, enquanto no dia 28 de setembro a máxima foi de 80.000,09, fechando em 79.342,43 pontos. no campo corporativo, participantes do mercado citam que também não há notícias favoráveis, envolvendo as duas principais ações da b3: vale e petrobras. em nova york, as taxas do american depositary receipt (adr) da mineradora e da estatal estão em queda esta manhã. ontem, os papéis da vale caíram mais de 3%, após a informação sobre a deformação na estrutura na mina de gongo soco, em barão de cocais (mg), "passível de provocar a sua ruptura". já em relação à estatal petrolífera, o presidente jair bolsonaro admitiu que pode rever política de preços da companhia se não houver prejuízos para a estatal, o que tende a limitar eventuais perdas influenciadas pela alta do petróleo no exterior nesta manhã. da mesma forma, a valorização do minério pode dar impedir recuos expressivos dos papéis da vale já na seara política as notícias envolvendo a família bolsonaro se estende, colocando ainda mais dúvidas sobre a fragilidade do governo. depois da quebra de sigilo bancário do senador flávio bolsonaro, por suspeitas de lavagem de dinheiro, agora também entram no radar das investigações ex-assessores do vereador carlos, o outro filho do presidente. "já tem essa guerra entre o legislativo e o executivo que não ajuda a reforma avançar, e agora ainda tem essas denúncias envolvendo os filhos do presidente", completa uma fonte. a mcm consultores ressalta em nota a notícia de que o presidente da câmara, rodrigo maia (dem-rj), e dos líderes do centrão buscarão proteger a pauta econômica, que faria parte de uma agenda própria do congresso. assim, o congresso não seria prejudicado pela crise do poder executivo. "tal junção pode levar o congresso, liderado por rodrigo maia e davi alcolumbre presidente do senado, a se comportar como o adulto na sala. sendo assim, ainda não nos parece o caso de descartar a aprovação da reforma da previdência neste ano. no entanto, sem o engajamento do governo, será uma reforma à moda do congresso, isto é, tende a demorar mais e ficar mais diluída no final das contas", estima a equipe econômica da mcm.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/684580-cenario-adverso-interno-e-externo-faz-ibovespa-cair-e-operar-aquem-dos-90-mil.html)  
17/05/2019

Dólar abre além de R$ 4 pelo 3º dia com cautela local e de olho em EUA e China

 o dólar iniciou a sessão desta sexta-feira (17) acima de r$ 4,00 pelo terceiro dia seguido. "preocupação com a governabilidade e a reforma da previdência pela falta de articulação política do governo bolsonaro e a proximidade do fim do primeiro semestre sem que nada importante de fato tenha sido entregue. falta comunicação saudável e discurso coeso no governo, sem isso, qual o interesse do investidor em trazer dinheiro para cá, não há", diz italo abucater, gerente de câmbio da tullet prebon brasil. às 12h55min desta sexta, o dólar à vista subia 1,39%, a r$ 4,0913. abucater lembra que esta sexta é o famigerado 17 de maio. nesse dia em 2018 começou a greve de caminhoneiros e o copom decidiu pela manutenção da taxa selic em 6,5% ao ano, em vez de corte da como o mercado projetava, e, em 17 de maio de 2017, o dono do frigorífico jbs, wesley batista, gravou o ex-presidente michel temer dando aval para comprar o silêncio de eduardo cunha na operação lava jato e entregou o áudio em delação à procuradoria-geral da república (pgr). agora, diz o profissional, a "cereja do bolo" são os três filhos de jair bolsonaro. "o presidente questiona a imprensa, diz que tudo é conspiração, sem colocar imparcialidade que um governante deve ter e gera desconforto e fuga do investidor", observa. ele acrescenta que o ambiente externo está nervoso e não há atrativo de prêmio na selic, não tem investimento direto e a economia está fraca com desemprego alto. "não entregou (governo) nada para a segurança e há muito ruído familiar e político", afirma. o operador luis felipe laudísio dos santos acrescenta que o dólar ante o real se valoriza em linha com a alta externa da moeda americana frente suas pares principais e a maioria das divisas de países emergentes exportadores de commodities, com a china endurecendo o discurso contra os eua. assim, devemos ter mais um dia difícil para o real e os investidores de certa forma aguardam alguma sinalização do banco central, que poderia ajudar a suavizar o movimento de alta.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/684577-dolar-abre-alem-de-r-4-pelo-3-dia-com-cautela-local-e-de-olho-em-eua-e-china.html)

Juros futuros fecham em alta com ambiente político conturbado


12/04/2019
SÃO PAULO - Em um cenário de articulação fraca do governo no Congresso, sem uma base de apoio forte de parlamentares e queda da popularidade do presidente Jair Bolsonaro, o tempo começa a jogar contra no processo de tramitação da reforma da Previdência. E a indicação de atraso na votação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) desagradou invetidores. Nesse ambiente, os contratos de juros futuros fecharam em alta nesta quinta-feira (11).

"O governo continua mostrando inabilidade de articular com o Legislativo, mas precisa dele. Além dos parlamentares ficarem passivos na tramitação da reforma, já tem gente jogando contra. O mercado espera a aprovação, mas é impaciente. O jogo virou um pouco", analisa, Arnaldo Curvello, gestor da Ativa Wealth Management.

Na opinião do gestor, o governo poderia ter aproveitado a vaga no Ministério da Educação para melhorar sua relação com o Congresso, mas não aconteceu. "O Planalto tem frustrado muito o Legislativo, sendo que precisa dele. Não adianta descontentar os parlamentares o tempo inteiro."

Queda de braço

Parlamentares do chamado Centrão ensaiam uma nova crise com o Executivo ameaçando obstruir a sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para votar o relatório da Previdência, na próxima quarta-feira (17), o que atrasaria o cronograma previsto. A ideia é favorecer a aprovação do orçamento impositivo, que obriga o governo a pagar as emendas parlamentares de bancada.
"Temos o Centrão se posicionando como oposição e mostrando para o mercado que pode retardar e fatiar a reforma da Previdência. Em um dia de exterior pior, os investidores pedem mais prêmio nos juros futuros", afirma outro gestor que preferiu não ser identificado. "[Jair] Bolsonaro criando o 13º para beneficiários da Bolsa Família também não agrada, uma vez que são mais gastos."

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, voltou a falar da comunicação do Executivo com o Legislativo. "Falta o governo organizar esse diálogo com o Parlamento; importante é saber o que o governo pensa", disse o líder da Câmara. "Só o governo tem estrutura para fazer a comunicação, não só nas mídias sociais como na tradicional", completou.
O ambiente desfavorável levou o DI janeiro/2020 encerrar o pregão regular, às 16h, com taxa de 6,485% (de 6,465% no ajuste anterior), o DI janeiro/2021 anotar taxa de 7,13% (de 7,06% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2025 fechar a 8,75% (de 8,67% no ajuste anterior).

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