26/04/2019

Advogado alerta para riscos da capitalização da Previdência proposta pela Reforma

 o professor da universidade cândido mendes e da escola superior de advocacia, rosildo bomfim, criticou a capitalização da previdência de forma integral, prevista pela proposta da reforma, durante evento realizado sobre o tema nesta quinta-feira (25) na ordem dos advogados do brasil (oab-rj). — dos 30 países que fizeram o sistema de previdência capitalizado, 18 estão tentando reverter, incluindo o chile, exemplo seguido pelo brasil — comentou. a proposta que tramita no congresso prevê a criação de um sistema de capitalização para o trabalhador - uma poupança individual que será gerida por um fundo de investimento privado. após a aprovação da reforma da previdência, uma lei complementar deve ser criada para regulamentar a questão. — o sistema previdenciário perfeito é o solidário: porque o trabalhador contribui para que as pessoas aposentadas recebam. a pec quer acabar com isso. tirar a aposentadoria do sistema solidário e social transformá-la em um negócio. a capitalização está sujeita às variações do mercado. bomfim disse que as novas regras da previdência vão permitir que o estado, através de lei complementar, defina quanto o trabalhador deverá contribuir para a previdência capitalizada, na tentativa de garantir a aposentadoria e que essa capitalização pode ficar sujeita às variações do mercado. — a legislação pode dizer que o trabalhador vai contribuir com 10% do seu salário, mas nada impede que mais pra frente o governo mude a lei e aumente esse percentual. então é assinar um cheque em branco. ele também fez uma crítica à declaração do secretário especial de previdência e trabalho, rogério marinho, que, segundo o advogado, não esclarece sobre o aporte que o governo federal pode dar para as pessoas que não conseguirem poupar através da capitalização para atingir um salário mínimo. marinho afirmou que haverá garantia de recebimento do salário mínimo. — o texto original pec proíbe o estado de fazer aporte, vedando a transferência de recursos públicos. então tem que que alterar esse dispositivo, dizendo que a complementação poderá ser feita para um valor mínimo de salário — alertou. o advogado explicou que o projeto previdenciário que dá certo é o que mistura previdência solidária e privada, o caso de alguns países na europa. — em alguns países, todos os trabalhadores contribuem para a previdência até um determinado valor, e depois desse valor, as contribuições são capitalizadas de forma complementar e individual e não como a pec propõe de ser tudo capitalizado — disse. saques no fgts outro alerta feito por bomfim é que a proposta da reforma pode permitir que os trabalhadores façam saques no fgts, para além das situações previstas na legislação atual, que são em casos de doenças como câncer, aids e na ocorrência de catástrofes. — por exemplo, se as vítimas de brumadinho tivessem sacado seus fgts antes da tragédia elas não teriam nada para sacar após o desastre, ou seja, nada para garantir algum recomeço de suas vidas — comentou. fonte: extra
26/04/2019

Ministério eleva em 15% economia com PEC da Previdência e defende aprovação na íntegra

 o ministério da economia previu nesta quinta-feira uma economia de 1,237 trilhão de reais em dez anos com a proposta de emenda à constituição (pec) que altera as regras para aposentadorias, elevação de 15 por cento sobre o patamar de 1,072 trilhão de reais divulgado na apresentação do texto, em fevereiro. nos dois casos, as cifras levam em conta apenas as mudanças para trabalhadores da iniciativa privada e para servidores públicos civis, sem considerar o projeto à parte que foi enviado ao congresso para tratar da previdência e da reestruturação de carreira dos militares. em coletiva de imprensa, o secretário de previdência, leonardo rolim, afirmou a jorna... - veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2019/04/25/ministerio-da-economia-eleva-em-15-economia-com-pec-da-previdencia-em-detalhamento-de-numeros.htm?cmpid=copiaecola fonte: reuters por marcela ayres
26/04/2019

Dólar sobe após PIB dos EUA e com reforma da Previdência no radar

 o dólar renovou máxima no mercado doméstico nesta sexta-feira (26), reagindo ao crescimento anualizado de 3,2% do pib dos eua no primeiro trimestre, acima da previsão de +2,2% para a primeira leitura do dado. nas máximas, o dólar à vista atingiu, pouco depois das 9h30min, r$ 3,9759 (+0,52%) e o dólar futuro de maio, r$ 3,9765 (+0,62%). o dólar já operava em alta moderada antes da divulgação da leitura do pib dos eua do primeiro trimestre. internamente, a participação do presidente do banco central, roberto campos neto, em evento realizado pela b3 e a eurasia group, em são paulo, ficará no radar nesta manhã. às 10h24min, moeda caía 0,31% a r$ 3,9424. pesquisa realizada pelo projeções broadcast com 50 instituições financeiras apontava para uma aceleração no crescimento da economia dos eua em relação a igual período de 2018. as apostas variavam entre 1,0% e 2,9%, com mediana de 2,2%, em base anualizada. economistas de instituições financeiras americanas avaliam que o federal reserve tende a reconhecer o crescimento econômico mais forte no país, mas deverá manter a taxa básica de juros inalterada na reunião de política monetária da próxima semana. nessa quinta-feira (25), após a rápida instalação da comissão especial da reforma da previdência, a escolha do relator e presidente do colegiado e a divulgação dos dados que embasam a proposta do governo, o dólar perdeu força e terminou em queda de 0,78%, a r$ 3,9554, após ter iniciado a sessão acima dos r$ 4,000 e tocado em máxima a r$ 4,006, pressionado pelo exterior. ficou acertado ainda que a primeira reunião para debater a pec da reforma da previdência na comissão especial da câmara será no dia 7 de maio. a reforma da previdência segue no foco. nesta sexta, o presidente da comissão especial na câmara que trata do tema, deputado marcelo ramos (pr-am), disse que terá na terça-feira, dia 30, reunião com líderes partidários e que "nosso esforço é votar a reforma o mais rápido possível". ele disse ainda que a reforma da previdência dos estados tem que ser feita pelas próprias unidades da federação e que é favorável ao projeto, mas "com alguns ajustes". na avaliação do planalto e de seus aliados dentro do congresso, pontos importantes como o regime de capitalização, tempo de contribuição, idade mínima e aposentadoria de professores, policiais e servidores públicos poderão ser alterados dentro da comissão ou depois, pelo plenário.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/681371-dolar-sobe-apos-pib-dos-eua-e-com-reforma-da-previdencia-no-radar.html)
26/04/2019

Confiança do comércio fica estável em 96,8 pontos em abril ante março, diz FGV

 o índice de confiança do comércio (icom) ficou estável na passagem de março para abril, em 96,8 pontos, informou nesta sexta-feira (26), a fundação getulio vargas (fgv). em médias móveis trimestrais, o indicador recuou 2,3 pontos, na segunda queda consecutiva. "apesar da estabilidade da confiança em abril, o resultado da sondagem do comércio sugere que os empresários do comércio continuam revendo suas expectativas para o ano", avaliou rodolpho tobler, coordenador da sondagem do comércio no instituto brasileiro de economia da fgv (ibre/fgv), em nota oficial. em abril houve piora na confiança em nove dos 13 segmentos pesquisados. o índice de situação atual (isa-com) subiu 3,3 pontos, para 92,3 pontos. já o índice de expectativas (ie-com), recuou 3,2 pontos, para 101,4 pontos. "a queda adicional do índice de expectativas para um nível próximo aos 100 pontos indica que o setor trocou a postura otimista do início do ano por uma mais cautelosa em relação aos próximos meses. como mostra a alta do índice de situação atual no mês, o cenário ainda é de recuperação, mas esta tende a ser gradual, sob influência dos altos níveis de incerteza e da baixa confiança do consumidor", completou tobler. na métrica de médias móveis trimestrais, a queda do icom teve influência tanto dos segmentos ligados à revenda de bens duráveis quanto de bens não duráveis, informou a fgv. no início de 2019, ambos indicadores recuaram, mas os patamares de confiança ficaram mais próximos, com cerca de 5 pontos de diferença nos últimos dois meses. a coleta de dados para a edição de abril da sondagem do comércio foi realizada entre os dias 1º e 24 do mês e obteve informações de 853 empresas.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/681363-confianca-do-comercio-fica-estavel-em-96-8-pontos-em-abril-ante-marco-diz-fgv.html)
26/04/2019

Bolsas asiáticas fecham majoritariamente em baixa, após queda do Dow Jones em NY

 as bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta sexta-feira (26), na esteira do fraco desempenho do índice acionário dow jones nessa quinta-feira (25) em nova iorque. entre os mercados chineses, o xangai composto caiu 1,20%, a 3.086,40 pontos, enquanto o menos abrangente shenzhen composto recuou 1,33%, a 1.665,80 pontos. ao longo da semana, o xangai acumulou desvalorização de 5,6%, a maior desde outubro. nos últimos dias, os negócios na china ficaram pressionados em meio à especulação de que pequim poderá atenuar sua política de estímulos econômicos, diante dos indicadores domésticos melhores do que o esperado dos últimos meses. o produto interno bruto (pib) chinês, por exemplo, surpreendeu positivamente ao mostrar expansão anual de 6,4% no primeiro trimestre. as perdas na china e em outras partes da ásia vieram após o dow jones cair 0,51% em wall street ontem, reagindo a balanços mistos de grandes empresas americanas. o s&p 500 também ficou no vermelho na quinta, com perda marginal de 0,04%, mas o nasdaq subiu 0,21%. o nikkei teve baixa moderada nesta sexta em tóquio, de 0,22%, a 22.258,73 pontos. na semana, porém, o índice japonês acumulou ganhos de 0,26%, antes de um longo feriado no japão que manterá os mercados locais fechados até dia 6 de maio. os negócios desta sexta também foram marcados por perdas em seul, onde o sul-coreano kospi caiu 0,51%, a 2.179,31 pontos, e em taiwan, com queda de 0,79% do taiex, a 10.952,47 pontos. em hong kong, por outro lado, o hang seng se recuperou no fim da sessão, garantindo alta de 0,19%, a 29.605,01 pontos. na próxima semana, investidores na ásia ficarão atentos a uma nova rodada de negociações comerciais entre china e estados unidos, que ocorrerá em pequim a partir desta terça-feira (30). na oceania, a bolsa australiana voltou nesta sexta de um feriado em tom positivo, com ligeira alta de 0,05% do s&p/asx 200, que fechou a 6.385,60 pontos, renovando máxima em 11 anos e meio.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/681359-bolsas-asiaticas-fecham-majoritariamente-em-baixa-apos-queda-do-dow-jones-em-ny.html)  
23/04/2019

Previdência com seguro?

 muita gente confunde seguro com previdência. são coisas diferentes, mas podemos dizer que são produtos que se complementam. o seguro cobre um risco. enquanto o seguro de automóvel cobre o risco de você ter o carro roubado ou batido, o de vida cobre o risco de você falecer e deixar alguém desamparado financeiramente. a previdência privada, por sua vez, é uma poupança de longo prazo. uma estratégia de investimento. fazer previdência é planejar financeiramente o futuro. no entanto, imprevistos podem ocorrer no meio do caminho e, por vezes, tornar impossível a realização dos planos de um futuro financeiro tranquilo e seguro. uma doença ou um acidente às vezes significam o fim da vida profissional. a incapacidade de produzir riqueza, de prover seu próprio sustento. para quem tem família, o risco é ainda maior! por isso, quando se pensa em previdência, deve-se pensar, também, em seguro! quem tem previdência, não pode deixar de agregar a seu plano, um seguro que pague uma renda por invalidez e, se tiver dependentes, uma pensão ou um pecúlio por morte. a solução é seguir uma estratégia que vai combinar previdência e seguro. desde o início do plano, a contribuição deve ser composta de duas parcelas: a contribuição previdenciária propriamente dita, e uma parcela para contratação das coberturas de invalidez e morte. no início do plano, a reserva previdenciária é ainda pequena. então, a cobertura de risco deve ser maior. com o tempo, e com o crescimento do patrimônio previdenciário, através das contribuições e do rendimento, a situação se inverte e diminui a necessidade de cobertura de risco. se a opção for contribuir sempre com um valor fixo, o valor total deve ser dividido. uma parte para a poupança, outra para o seguro. novamente, no início uma maior parte para as coberturas de risco. à medida que cresce a poupança previdenciária, menor será o valor da parcela destinada aos seguros. o próprio inss garante a seus segurados o pagamento da aposentadoria por invalidez e a pensão por morte a seus dependentes, mas em valores inferiores ao teto. resumindo, uma boa estratégia para aposentadoria deve combinar a contribuição para o inss e uma complementação através da previdência privada – o ideal é um plano de previdência cooperativo – aliada ao capital adicional de risco. isto garante atingir, com segurança, a renda desejada que permita a manutenção do padrão de vida na aposentadoria. fonte: portal tri tribuna
23/04/2019

IR 2019: Seguro obrigatório de carro DPVAT é isento, mas deve ser informado

 caso você tenha recebido indenização do seguro obrigatório de carros, o dpvat (danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre), ao longo de 2018, deve incluir esta informação na declaração de imposto de renda 2019, mesmo sendo isenta de ir. todo valor que você recebe como compensação por alguma perda precisa ser informado no imposto de renda. nesse quesito, entram as indenizações pagas por seguradoras, como é o caso do seguro dpvat, ou as provenientes de ações judiciais, por exemplo. onde declarar o dinheiro recebido do dpvat? o valor recebido do seguro dvpat deve entrar na ficha "rendimentos isentos e não tributáveis", na opção "outros" (código 26) da dec...   fonte: veja mais em https://economia.uol.com.br/imposto-de-renda/duvidas/ir-2019-indenizacao-dpvat-isenta.htm?cmpid=copiaecola  
23/04/2019

Aproveite a segunda-feira para investir e planejar seu futuro

  o primeiro dia útil da semana é velho conhecido das dietas. mas, que tal, desta vez, o foco ser a saúde do seu bolso? seja sincero: no réveillon, você prometeu cuidar da alimentação e, quem sabe, fazer algum exercício. em abril, os ovos de páscoa o fizeram lembrar do compromisso. mais uma segunda-feira chegou e, com ela, a retomada dessas metas, por vezes difíceis de cumprir. mas você já pensou na dieta financeira? como vai garantir uma renda estável e confortável no futuro? segundo nosso especialista, uma boa ideia é considerar uma previdência privada. “é de conhecimento comum dos brasileiros que a previdência social não vai ser suficiente para proporcionar a aposentadoria no futuro”, explica gabriel escabin, da btg pactual vida e previdência. “a previdência privada surge para garantir a aposentadoria confortável.” não por acaso, esse é um mercado que, no brasil, movimenta mais de 600 bilhões de reais por ano. além de prover o futuro, é uma forma de facilitar o planejamento financeiro do cliente. “muitas vezes, o investidor iniciante sabe que precisa de previdência, mas não tem conhecimento sobre por onde começar. no btg pactual, oferecemos uma equipe de suporte, sem taxa de carregamento, nem de entrada nem de saída”, diz. os clientes do banco contam com conteúdo em texto e vídeo, além da assessoria de consultores. por isso, acaba sendo uma opção atrativa para quem está começando e para investidores que já mantêm planos de previdência de outras empresas e decidem fazer a portabilidade. “é tão simples quanto mudar a operadora de celular: você contrata o btg e nós cuidamos da papelada e do contato com a empresa antiga”, garante escabin. com a vantagem de que, como não é um resgate, mas uma mudança, o investidor não paga impostos sobre a transação. três decisões para quem não sabe por onde começar, o banco oferece um simulador de previdência que permite, com base em perguntas simples e objetivas, descrever o perfil do investidor. o simulador ajuda a tomar algumas decisões importantes na hora de escolher o melhor plano. a primeira delas exige conhecer duas siglas: pgbl e vgbl. aproveite a assessoria do btg pactual digital. abra sua conta. o plano gerador de benefício livre (pgbl) é ideal para quem declara imposto de renda (ir) no formulário completo, porque todas as contribuições podem ser deduzidas até o limite de 12% da renda bruta anual tributável. já o vida gerador de benefício livre (vgbl) é indicado para quem usa o formulário simplificado para declarar ir ou ultrapassou o limite de 12%. no caso do vgbl, a tributação ocorre apenas sobre os rendimentos. no pgbl, recai sobre a soma da contribuição com o rendimento. “a diferença entre as duas opções está muito mais no processo de utilização de benefício fiscal ou de pagamento de imposto de renda no final do período”, ressalta o especialista. a segunda decisão a tomar é optar pela taxação progressiva ou regressiva. “a tabela regressiva reduz a alíquota de imposto ao passar do tempo de contribuição. já a tabela progressiva parte da isenção até chegar ao teto de 27,5%. a tabela regressiva dá um ganho pelo tempo, e a progressiva dá ganho pelo volume.” o terceiro passo, por fim, é comparar seguradoras, que oferecem produtos e fundos diferentes. no caso do btg pactual, o diferencial é sua estrutura multifundos, que reúne 13 fundos de previdência, de gestores diferentes, e permite que o investidor altere o fundo em que investe, sem burocracia, sem pagar taxas e sem precisar efetuar resgates. “em outras seguradoras, para fazer essa mudança, é preciso preencher um formulário e esperar, muitas vezes, 20 dias. aqui, a transferência é efetivada em 48 horas”, conta escabin. “outra vantagem é a eficiência na alocação, sem fazer segregação por patrimônio. a partir de um investimento inicial de 1 000 reais, o cliente tem acesso a todos os produtos.” aproveite a diversidade de produtos do btg pactual digital, abra sua conta e comece a investir. em outras palavras, o sistema multifundos permite que o investidor antenado com o mercado mude de fundo, sem burocracia, em busca da maior rentabilidade. com a segurança adicional proporcionada pelo fato de que 100% dos recursos são investidos em fundos geridos pelo próprio banco. dessa maneira, fica fácil fazer dieta. sem sofrimento, com praticidade e futuro garantido. fonte: exame por abril branded content
23/04/2019

Ramo de pessoas deve impulsionar crescimento do mercado de seguros em 2019

 os primeiros meses de 2019 já mostraram que o mercado de seguros tem um ano promissor pela frente. apesar de o cenário econômico nacional não ter evoluído muito, com a taxa de desemprego em 15,5%, o setor de seguros já apresenta números positivos. é o que aponta a última edição da carta de conjuntura do setor de seguros, agora produzida de maneira conjunta pelo sindicato das empresas de seguros e resseguros (sindsegsp) e o sindicato de empresários e profissionais autônomos da corretagem e da distribuição de seguros do estado de são paulo (sincor-sp). de acordo com o estudo, o faturamento do setor em fevereiro, sem contabilizar o ramo de saúde e o dpvat, foi de r$ 17,9 bilhões, o que representa avanço de 13% na comparação com o mesmo período do ano passado. a surpresa ficou com o ramo de pessoas (acidentes pessoais, vida, prestamista, educacional etc), que conseguiu avanço de 17%, superando, com folga, a taxa de inflação e arrecadando r$ 3,4 bilhões. os ramos elementares (automóvel, residencial, empresarial etc.) tiveram faturamento da ordem de r$ 5,6 bilhões, apresentando crescimento de 9%. para acessar o conteúdo completo, clique aqui: https://www.sincor.org.br/wp-content/uploads/2019/04/cartaconjuntura_marco_19.pdf

Juros futuros fecham em alta com ambiente político conturbado


12/04/2019
SÃO PAULO - Em um cenário de articulação fraca do governo no Congresso, sem uma base de apoio forte de parlamentares e queda da popularidade do presidente Jair Bolsonaro, o tempo começa a jogar contra no processo de tramitação da reforma da Previdência. E a indicação de atraso na votação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) desagradou invetidores. Nesse ambiente, os contratos de juros futuros fecharam em alta nesta quinta-feira (11).

"O governo continua mostrando inabilidade de articular com o Legislativo, mas precisa dele. Além dos parlamentares ficarem passivos na tramitação da reforma, já tem gente jogando contra. O mercado espera a aprovação, mas é impaciente. O jogo virou um pouco", analisa, Arnaldo Curvello, gestor da Ativa Wealth Management.

Na opinião do gestor, o governo poderia ter aproveitado a vaga no Ministério da Educação para melhorar sua relação com o Congresso, mas não aconteceu. "O Planalto tem frustrado muito o Legislativo, sendo que precisa dele. Não adianta descontentar os parlamentares o tempo inteiro."

Queda de braço

Parlamentares do chamado Centrão ensaiam uma nova crise com o Executivo ameaçando obstruir a sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para votar o relatório da Previdência, na próxima quarta-feira (17), o que atrasaria o cronograma previsto. A ideia é favorecer a aprovação do orçamento impositivo, que obriga o governo a pagar as emendas parlamentares de bancada.
"Temos o Centrão se posicionando como oposição e mostrando para o mercado que pode retardar e fatiar a reforma da Previdência. Em um dia de exterior pior, os investidores pedem mais prêmio nos juros futuros", afirma outro gestor que preferiu não ser identificado. "[Jair] Bolsonaro criando o 13º para beneficiários da Bolsa Família também não agrada, uma vez que são mais gastos."

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, voltou a falar da comunicação do Executivo com o Legislativo. "Falta o governo organizar esse diálogo com o Parlamento; importante é saber o que o governo pensa", disse o líder da Câmara. "Só o governo tem estrutura para fazer a comunicação, não só nas mídias sociais como na tradicional", completou.
O ambiente desfavorável levou o DI janeiro/2020 encerrar o pregão regular, às 16h, com taxa de 6,485% (de 6,465% no ajuste anterior), o DI janeiro/2021 anotar taxa de 7,13% (de 7,06% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2025 fechar a 8,75% (de 8,67% no ajuste anterior).

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