20/04/2018

Conscientização do brasileiro sobre seguros e previdência

  especialista reforça importância da informação para promoção da educação financeira é consenso que vivemos uma revolução no modo como as pessoas planejam o futuro e despertam para a educação financeira como item fundamental para uma vida mais tranquila e realizada. neste sentido, ricardo rezende, diretor da planilife seguros e previdência, reforçou a importância de promover essas ideias ao grande público através da informação. “o simples fato de termos debatido a reforma da previdência [pública] fez com que as pessoas pensem no futuro e se deem conta de que não conseguirão manter o próprio padrão de vida lá na frente”, explicou rezende em entrevista ao programa seguro sem mistério. a atração é apresentada sempre aos domingos, nos canais 520 e 20 da net porto alegre, 526 e 26 nas demais regiões do rio grande do sul. conscientização sobre seguros o apresentador jota carvalho destacou que “moeda forte gera uma indústria forte”, e, seguindo este pensamento, o executivo ricardo rezende destacou a relevância das pessoas serem previdentes e mais organizadas financeiramente. “penso que as famílias da sociedade em geral viverão melhor com um menor grau de endividamento. quanto mais planejamento, mais tranquilo será para se atingir um objetivo”, explicou. fonte: jrs
20/04/2018

Mercado recorre à análise de risco para estimular produtos financeiros

 apesar de frequente entre as grandes instituições, a lenta retomada do consumo e a pressão das fintechs pressionam por avaliações mais aprofundadas de modo a mitigar riscos e reduzir preços na tentativa de acelerar as vendas com risco mínimo e ante o atraso na votação do cadastro positivo pela câmara dos deputados, bancos e seguradoras recorrem mais fortemente aos sistemas de análise de informações. redução no preço chega a ser de 30%. mesmo já bastante usadas pelo sistema financeiro, as ferramentas que propõe uma avaliação mais específica de risco de crédito e para a venda de seguros começam a ganhar mais força no mercado. “os juros são altos no brasil e a penetração dos serviços são baixas em grande parte porque se toma decisões baseadas na média. média de inadimplência, média de riscos, de sinistros. é preciso usar todas as informações disponíveis”, explica o presidente da transunion no brasil, juarez zortea. ele acrescenta que, principalmente em um mercado “concentrado, com poucas empresas de grande market share”, considerar apenas os dados negativos, baseados em históricos de dívidas e risco, limita muito as empresas. “são no mínimo 40% dos consumidores economicamente ativos negativados e, se a empresa colocar restrições demais, para quem ela venderá? não se trata de recuperação de crédito, mas de clientes”, complementa. de acordo com os últimos dados do banco central (bc), por exemplo, a inadimplência total de fevereiro ficou em 3,4%, queda de 0,4 ponto percentual (p.p.) em relação ao mesmo mês de 2017 (3,8%), mas ainda no mesmo patamar observado no final de 2015, quando a crise começava a alcançar seu pico. segundo o sócio-diretor da goon, eduardo tambellini, o que falta no mercado brasileiro são “dados positivos”. o projeto do cadastro positivo, por sua vez, dado como prioridade na agenda do governo depois que a reforma da previdência foi adiada, continua sendo protelado pelo presidente da câmara dos deputados, rodrigo maia. o motivo seria a incerteza de que as mudanças passariam, uma vez que ainda há muita incerteza e dificuldades impostas por aliados do governo, além de uma relutante aceitação por grande parte da sociedade que julga o projeto como quebra de sigilo. “ainda tem muita gente resistente em aceitar essas propostas, mas é algo que, nos próximos anos, se mostrará essencial. é tudo uma questão de adaptação e de enxergar os benefícios dessa manobra num país adepto ao crédito e juros altos como os nossos”, avalia tambellini da goon. pressão tecnológica o movimento, inclusive, se estende não apenas pelas instituições financeiras, mas também entre as seguradoras. “nos seguros, os exemplos práticos são ainda melhores. conseguimos ver qual o posto policial ou a comunidade mais perto, o que influencia no índice de sinistralidade e, consequentemente, nos preços”, avalia o diretor de vendas para seguros e telecomunicações da transunion, marcelo de sena. ele comenta ainda que para as empresas do sistema financeiro que fazem vendas diretas (sem intermediários como corretores ou representantes bancários, por exemplo), o impacto nos preços é ainda maior. “cada empresa terá uma realidade diferente porque trabalha com perfis diferentes. mas dependendo da performance de cada uma, a redução pode chegar quase a 30% nos preços cobrados”, completa. já a pressão pela redução dos preços acontece não somente pelo aumento ainda ponderado do consumo e pela restrição nas vendas que a seletividade traz, mas também pelo crescimento das fintechs. de acordo com o professor da saint paul escola de negócios josé carlos luxo, o crescimento dessas startups como opções mais baratas para produtos financeiros já tem mexido com todo o sistema. “prever o futuro é bastante complexo, mas a economia digital se expande de forma rápida e aparece como uma ameaça para as grandes instituições. é uma evolução importante que traz uma concorrência no curto prazo e pode democratizar o mercado”, diz luxo. a transição que a ascensão desses sistemas dentro dos grandes bancos e seguradoras pode trazer, porém, ainda demora para trazer resultados mais significativos nos preços. “não é do dia para o outro”, comenta tambellini, da goon, refletindo que mesmo ante à aprovação do cadastro positivo, o aprendizado de “como lidar com os calotes” ainda leva tempo nas instituições. “levará de seis meses a um ano para colhermos os frutos e revertermos o ambiente para um processo mais positivo. mas essa é uma tendência que já está dada”, conclui. fonte: dci por isabela bolzani • são paulo
20/04/2018

As verdades sobre o seu plano de previdência privada

 ao meio de tantos debates e críticas sobre a reforma na previdência, o que as pessoas não sabem é que as pesquisas apontam que em 2050 o brasil terá muito mais idosos do que crianças e adolescentes. logo, se a previdência pagar aposentadorias como pagava antes, ela provavelmente estará quebrada. isso acontece por causa do aumento da expectativa de vida e a diminuição de nascimentos. ao passo que há uns anos atrás os casais tinham em média seis filhos, hoje eles tem apenas dois. com essas mudanças, começa a haver uma maior preocupação das pessoas em poupar dinheiro para o futuro, e a adesão a planos de previdência privada aumenta, sendo o segundo tipo de investimento mais utilizado, perdendo apenas para a poupança. mas será que a previdência privada vale mesmo a pena? ao mesmo tempo em que as pessoas querem garantias para o futuro, percebe-se que elas não possuem muitas informações. é muito mais cômodo confiar no gerente do banco, afinal, ele está ali para lhe ajudar não é mesmo? grande erro. há detalhes importantes que nem sempre o gerente irá te contar sobre o seu plano de previdência e estamos aqui para te mostrar tudo que você deve considerar antes de investir o seu dinheiro. tipos de previdência pgbl x vgbl a previdência pgbl é indicada para quem declara o imposto de renda completo, já que é possível deduzir até 12% da sua renda tributável no ir anual. porém, se você for retirar a sua previdência, pagará imposto sobre o valor total acumulado. já o vgbl seria a opção para quem realiza a declaração de imposto de renda simplificada. neste caso, o imposto no momento da retirada será pago apenas sobre o lucro . tributação tabela progressiva x regressiva na tabela regressiva a alíquota de imposto de renda cai a cada dois anos, iniciando com 35% e caindo para até 10%, após 10 anos de aplicação. ou seja, quanto mais tempo o seu dinheiro ficar investido, menos você pagará de ir. já na tabela progressiva a alíquota de imposto está ligada ao lucro que você obterá. neste caso quanto mais dinheiro você acumular, maior será o imposto de renda pago, podendo chegar até 27,5%. taxa de carregamento é cobrada a cada aporte que você faz, ou seja, se a sua taxa for de 5% e a cada mês você colocar r$ 1000,00, o banco fica com 50 reais todo o mês e r$ 950,00 serão investidos no seu fundo. a longo prazo, você pode acabar perdendo muito dinheiro. taxa de administração essa é a taxa que você paga pelo serviço de administração dos seus recursos. é cobrada sobre o patrimônio total e normalmente anual. por exemplo, se você tiver r$ 100 mil e a taxa for de 2%, você pagará r$ 2 mil ao final ano.normalmente é cobrado de 1 a 4% ao ano, o que já são valores bastante altos se considerar os cobrados pelo tesouro direto, que são abaixo de 1%. conclusões sobre a previdência privada a maioria dos especialistas afirma que investir no tesouro direto é muito mais rentável do que fazer um plano de previdência privada. vale lembrar que na previdência basicamente você pagará ao banco para ele aplicar o seu dinheiro em diversos outros tipos de investimentos que você mesmo poderia estar fazendo, sem pagar tantas taxas e com uma rentabilidade muito maior. seja qual for a sua escolha, agora você já sabe que, antes de investir, é necessário se informar muito bem e ler seu contrato com muita cautela. saiba exatamente para onde está indo todo o seu investimento. lembre-se: não há ninguém melhor para cuidar do seu dinheiro do que você mesmo. #aposentadoria #previdenciaprivada #finança
20/04/2018

Expectativa de inflação dos consumidores tem menor nível desde 2007

 a pesquisa que aponta a expectativa dos consumidores brasileiros para a inflação nos 12 meses seguintes recuou em abril e ficou em 5,0%. a redução foi de 0,3 ponto percentual em relação a março. é o menor nível do índice desde agosto de 2007, quando a mediana ficou em 4,9%. na comparação com abril de 2017, houve queda de 2,5 pontos percentuais. o indicador foi divulgado nesta sexta-feira (20) pelo instituto brasileiro de economia da fundação getulio vargas (ibre/fgv). o economista do instituto pedro costa ferreira explica que essa queda reflete o momento de estabilidade da inflação no país. "a queda na expectativa de inflação dos consumidores está em linha com o que foi previsto em meses anteriores e reflete o momento de estabilidade da inflação. para os próximos meses, espera-se que o indicador de expectativa de inflação continue caindo, refletindo o bom momento do nível geral de preços da economia." do total de consumidores ouvidos na pesquisa, 47,1% projetaram valores dentro dos limites da meta de inflação de 4,5% estabelecida pelo conselho monetário nacional para este ano com a tolerância de 1,5 ponto percentual, o índice ficaria entre 3% e 6% para esses entrevistados. para 26,4% dos entrevistados o índice ficaria entre o limite inferior e a meta, que foi o intervalo mais citado. a proporção dos que indicaram inflação abaixo do limite inferior permaneceu estável, em 23,5%. pelas faixas de renda, as famílias com renda acima de r$ 9.600,00 foram as únicas que mantiveram a previsão sem recuos, com índice de 4% pelo quarto mês seguido. a maior queda ocorreu na faixa com renda familiar até r$ 2.100,00, com redução da expectativa de inflação de 6,4% em março para 5,8% em abril. a sondagem do consumidor da fgv faz uma coleta mensal de informações com mais de 2,1 mil brasileiros em porto alegre, são paulo, rio de janeiro, belo horizonte, salvador, brasília e recife. o quesito expectativa de inflação é respondido por cerca de 1,5 mil entrevistados, com uma resposta livre, sem nenhum valor sugerido. fonte: agência brasil - jornal do comércio  
20/04/2018

Expectativa de inflação dos consumidores tem menor nível desde 2007, diz FGV

 a pesquisa que aponta a expectativa dos consumidores brasileiros para a inflação nos 12 meses seguintes recuou em abril e ficou em 5,0%. a redução foi de 0,3 ponto percentual em relação a março. é o menor nível do índice desde agosto de 2007, quando a mediana ficou em 4,9%. na comparação com abril de 2017, houve queda de 2,5 pontos percentuais. o indicador foi divulgado nesta sexta-feira (20) pelo instituto brasileiro de economia da fundação getulio vargas (ibre/fgv). o economista do instituto pedro costa ferreira explica que essa queda reflete o momento de estabilidade da inflação no país. "a queda na expectativa de inflação dos consumidores está em linha com o que foi previsto em meses anteriores e reflete o momento de estabilidade da inflação. para os próximos meses, espera-se que o indicador de expectativa de inflação continue caindo, refletindo o bom momento do nível geral de preços da economia." do total de consumidores ouvidos na pesquisa, 47,1% projetaram valores dentro dos limites da meta de inflação de 4,5% estabelecida pelo conselho monetário nacional para este ano com a tolerância de 1,5 ponto percentual, o índice ficaria entre 3% e 6% para esses entrevistados. para 26,4% dos entrevistados o índice ficaria entre o limite inferior e a meta, que foi o intervalo mais citado. a proporção dos que indicaram inflação abaixo do limite inferior permaneceu estável, em 23,5%. pelas faixas de renda, as famílias com renda acima de r$ 9.600,00 foram as únicas que mantiveram a previsão sem recuos, com índice de 4% pelo quarto mês seguido. a maior queda ocorreu na faixa com renda familiar até r$ 2.100,00, com redução da expectativa de inflação de 6,4% em março para 5,8% em abril. a sondagem do consumidor da fgv faz uma coleta mensal de informações com mais de 2,1 mil brasileiros em porto alegre, são paulo, rio de janeiro, belo horizonte, salvador, brasília e recife. o quesito expectativa de inflação é respondido por cerca de 1,5 mil entrevistados, com uma resposta livre, sem nenhum valor sugerido. addthis sharing buttons share to facebookshare to twittershare to linkedinshare to e-mailshare to imprimir comentar | corrigir | compartilhar comentários seja o primeiro a comentar esta notícia hoje no jc para folhear modo texto assine já ios android capa leia também ipca-15 registra alta de 0,21% em abril, revela ibge ipca-15 registra alta de 0,21% em abril, revela ibge crescimento está de volta no brasil, diz diretora do fmi crescimento está de volta no brasil, diz diretora do fmi presidente do bc diz que ninguém se beneficia de guerra comercial entre china e eua presidente do bc diz que ninguém se beneficia de guerra comercial entre china e eua confiança da indústria cai 0,7 e atinge 101,1 pontos em abril, diz prévia da fgv confiança da indústria cai 0,7 e atinge 101,1 pontos em abril, diz prévia da fgv capinha cadastre seu e-mail no formulário abaixo para começar a receber a newsletter diária. fonte: jornal do comércio – agência brasil
20/04/2018

Confiança do consumidor sobe em abril, mas segue em nível muito baixo, diz CNI

 o índice nacional de expectativa do consumidor (inec), medido pela confederação nacional da indústria (cni), subiu apenas 0,3% em abril em relação a março, ficando em 102,2 pontos. o aumento é fraco e ainda deixa o indicador abaixo da média histórica da pesquisa, que é de 107,9 pontos. os dados foram divulgadas na manhã desta quarta-feira (25). para a cni, o resultado de abril demonstra que a confiança do brasileiro ainda é insuficiente para reativar o consumo. "há quase dois anos, o índice está oscilando em um patamar muito baixo. com isso, as pessoas têm pouca disposição para fazer compras, o que limita o crescimento do consumo e da economia como um todo", avalia o economista da cni marcelo azevedo. segundo o estudo, o inec está, desde junho de 2016, variando dentro da faixa de 100 e 105 pontos, com duas exceções, a última delas em setembro de 2017, quando o índice foi a 98,5 pontos. nos meses seguintes, até abril de 2018, o índice mostra três variações mensais positivas e quatro negativas - e acumula alta de apenas 3,8% no período. a leve recuperação registrada em abril, de acordo com a entidade, se deve a uma melhora nas expectativas do consumidor diante da inflação, do emprego e da renda pessoal nos próximos seis meses. "os índices de expectativa de inflação, desemprego e própria renda registram crescimento de mais de 2% na comparação com março. ou seja, revela que os consumidores esperam menor inflação e desemprego, e aumento de sua renda", cita o levantamento. apesar disso, o componente que avalia a expectativa quanto ao endividamento piorou, com queda de 3,4% em relação a edição anterior da pesquisa, indicando aumento das dívidas das famílias. o consumidor também vê uma piora na situação econômica, com recuos no índice de situação financeira e de compras de bens de uso doméstico de maior valor, como móveis e eletrodomésticos. os recuos nesses índices foram de -0,8% e -0,4%, respectivamente. a cni explica que o inec é um indicador que ajuda a antecipar variações na atividade econômica. "consumidores pouco confiantes tendem a diminuir as compras. com a redução do consumo, aumentam as dificuldades de recuperação da economia", reforça. o inec é elaborado em parceria com o ibope e esta edição do estudo ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios entre 12 e 16 de abril.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/623973-confianca-do-consumidor-sobe-em-abril-mas-segue-em-nivel-muito-baixo-diz-cni.html)
18/04/2018

Seguros para indústria estendem proteção de empresa para funcionários

 empresas buscam segurança nas apólices que as protegem de imprevistos que possam trazer grandes prejuízos. o setor de seguros no brasil está em constante expansão. com o reaquecimento da economia, diversas empresas buscam mais segurança ao contratar apólices que preveem a proteção contra roubo, incêndio e outros imprevistos que possam trazer grandes prejuízos. “está cada vez mais claro para representantes da indústria a necessidade de se precaver”, ressalta antoine maleh, diretor da corretora tailor insurance. “os prejuízos oriundos de incêndios, roubos ou acidentes, seja em relação à mercadoria, ao patrimônio ou até mesmo aos funcionários, podem gerar situações de difícil saída para as empresas, tornando o seguro empresarial a ferramenta mais eficaz para a proteção patrimonial garantindo perdas e saúde financeira”, acrescenta. entre os itens assegurados estão despesas fixas, lucros cessantes, perda de aluguel, deterioração de mercadorias, proteção contra equipamentos nomeados, eletrônicos e portáteis, roubo de valores em trânsito, assim como casos de tumultos, greves, atos dolosos e manifestações. se um armazém frigorífico, por exemplo, tiver suas atividades interrompidas por uma falha elétrica ocasionando em mercadoria estragada, o seguro ajuda a cobrir os prejuízos em relação aos produtos e equipamentos que foram danificados. crise deixou indústria mais cautelosa a instabilidade da economia brasileira nos últimos anos deixou empresários mais atentos aos riscos de perder dinheiro. os momentos de crise são conhecidos pela mudança de comportamento, visando mais segurança e estabilidade para desenvolver suas atividades até mesmo nos momentos mais incertos. “a crise que chegou ao brasil nos últimos anos fez com que muitos empresários buscassem medidas para evitar o prejuízo”, afirma maleh. “por isso a modalidade de ter um seguro que atende as principais necessidades das pessoas jurídicas se tornou mais popular”, continua o executivo. ou seja, se antes o seguro era considerado uma medida preventiva, atualmente ele é visto pelos empresários como uma medida necessária para garantir a existência saudável do empreendimento. para encontrar a melhor opção de seguro para a sua empresa, é importante pensar em quais são as suas necessidades. ao buscar por uma apólice, devem ser analisadas as vantagens e as coberturas previstas em contrato. afinal, o seguro para empresas não se trata apenas de proteger o patrimônio, mas também todos os trabalhadores envolvidos. porém, não são todas as empresas que conseguem contratar um seguro. diversas delas, com atividades de maior risco para as seguradoras, enfrentam dificuldades na aceitação precisando assim de uma ajuda especializada na hora da contratação. fonte: revista apólice
18/04/2018

Consumidores preferem canais tradicionais para aquisição de seguros

 um estudo do centro de pesquisa e economia do seguro (cpes) revela que os canais digitais que comercializam seguro ainda não foram capazes de deslanchar as vendas. o levantamento, realizado por miro cequinel, professor da escola nacional de seguros (funenseg), que mostra que a internet é a principal porta de entrada do consumidor para cotação e comparação de preços, mas não para o fechamento de negócios. além disso, o seguro é o produto com maior índice de rejeição na compra online. segundo pesquisa do serviço de proteção ao crédito, o setor aparece em última colocação na lista de itens compráveis online, com 6% de aceitação entre os consumidores. fonte: comunicação sincor-sp
18/04/2018

Provedora de dados e analytics investe no mercado brasileiro de seguros

 a lexisnexis risk solutions, provedora global de dados, analytics e insights de mercado, está investindo no mercado brasileiro de seguros com a contratação de profissionais, recursos e tecnologia. a empresa não revela os valores, mas em 2017, fixou presença local, com um novo escritório em são paulo, para atender à demanda por melhores dados e analytics por parte das seguradoras de automóveis e de saúde, além de aumentar a sua operação global. localmente, a empresa trabalha em parceria com as principais seguradoras de veículos, permitindo precificação e subscrição mais precisos por meio do uso da telemetria. o investimento no brasil contará com contratações de especialistas, inclusive profissionais do setor de seguro de automóveis e de saúde, cientistas de dados e gestores de tecnologia que conduzirão no país a operação de uma plataforma de tecnologia de processamento de dados de alta performance. a disciplina de tecnologia da lexisnexis foca na gestão digital para todos os negócios, compliance de dados e processos de segurança de nível mundial. além disso, a empresa fornecerá serviços inovadores de analytics. o investimento acelerara ainda mais os planos de oferta de informações mais apuradas sobre riscos originadas tanto dos dados fornecidos pelas seguradoras como por fontes terceirizadas. fonte: ti inside

Juros futuros fecham em alta com ambiente político conturbado


12/04/2019
SÃO PAULO - Em um cenário de articulação fraca do governo no Congresso, sem uma base de apoio forte de parlamentares e queda da popularidade do presidente Jair Bolsonaro, o tempo começa a jogar contra no processo de tramitação da reforma da Previdência. E a indicação de atraso na votação da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) desagradou invetidores. Nesse ambiente, os contratos de juros futuros fecharam em alta nesta quinta-feira (11).

"O governo continua mostrando inabilidade de articular com o Legislativo, mas precisa dele. Além dos parlamentares ficarem passivos na tramitação da reforma, já tem gente jogando contra. O mercado espera a aprovação, mas é impaciente. O jogo virou um pouco", analisa, Arnaldo Curvello, gestor da Ativa Wealth Management.

Na opinião do gestor, o governo poderia ter aproveitado a vaga no Ministério da Educação para melhorar sua relação com o Congresso, mas não aconteceu. "O Planalto tem frustrado muito o Legislativo, sendo que precisa dele. Não adianta descontentar os parlamentares o tempo inteiro."

Queda de braço

Parlamentares do chamado Centrão ensaiam uma nova crise com o Executivo ameaçando obstruir a sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para votar o relatório da Previdência, na próxima quarta-feira (17), o que atrasaria o cronograma previsto. A ideia é favorecer a aprovação do orçamento impositivo, que obriga o governo a pagar as emendas parlamentares de bancada.
"Temos o Centrão se posicionando como oposição e mostrando para o mercado que pode retardar e fatiar a reforma da Previdência. Em um dia de exterior pior, os investidores pedem mais prêmio nos juros futuros", afirma outro gestor que preferiu não ser identificado. "[Jair] Bolsonaro criando o 13º para beneficiários da Bolsa Família também não agrada, uma vez que são mais gastos."

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, voltou a falar da comunicação do Executivo com o Legislativo. "Falta o governo organizar esse diálogo com o Parlamento; importante é saber o que o governo pensa", disse o líder da Câmara. "Só o governo tem estrutura para fazer a comunicação, não só nas mídias sociais como na tradicional", completou.
O ambiente desfavorável levou o DI janeiro/2020 encerrar o pregão regular, às 16h, com taxa de 6,485% (de 6,465% no ajuste anterior), o DI janeiro/2021 anotar taxa de 7,13% (de 7,06% no ajuste anterior) e o DI janeiro/2025 fechar a 8,75% (de 8,67% no ajuste anterior).

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