13/03/2019

Seguro de vida é plano de risco que mais cresce em razão da violência

 prêmio direto para a modalidade sobe 24% em 2018, totalizando uma arrecadação que ultrapassou r$ 3,2 bilhões. o número de homicídios no brasil bateu seu recorde histórico em 2016, chegando a 62,5 mil ocorrências ao ano, segundo o atlas da violência 2018, elaborado pelo instituto de pesquisa econômica aplicada (ipea). quase 26% superior em relação a uma década atrás, o índice é uma das razões mais expressivas do aumento na contratação de coberturas de risco pelo brasileiro, de acordo com o especialista cláudio moreira, fundador da melhor seguros. houve um crescimento de aproximadamente 24% no prêmio direto (valor das contratações) para seguros de vida individuais entre janeiro e novembro do ano passado, totalizando uma arrecadação que ultrapassou os r$ 3,2 bilhões. no mesmo período de 2017, o acumulado foi de r$ 2,6 bilhões, conforme aponta um levantamento da fenaprevi, com base em dados da susep. “o medo de deixar os filhos desamparados durante a faculdade, o cônjuge sem meios para reestruturar a vida ou até mesmo um integrante de um casal lgbtq+ que não esteja legalmente casado sem recursos, são alguns dos motores desse mercado”, afirma moreira. além do individual, o seguro de vida em grupo e a prestamista também apresentaram crescimentos expressivos: 6% e 20%, respectivamente. “o primeiro é voltado a funcionários de empresas, associações e sindicatos em caso de invalidez ou falecimento – natural ou causado por algum acidente; já o segundo, é direcionado à quitação de dívidas, principalmente financiamentos de veículos e imóveis”, explica o especialista. ambas as modalidades de vida e a prestamista correspondem, juntas, a 69% do prêmio direto acumulado em 2018, que soma r$ 34,4 bilhões. por outro lado, o fundador da melhor seguros lembra que os planos de risco não são voltados exclusivamente a casos de falecimento, mas também permitem que o segurado possa se resguardar financeiramente em vida. “há contratos que cobrem até doze tipos de doenças graves ou que impeçam o indivíduo de seguir carreira. uma vez comprovado o diagnóstico, a indenização é feita em vida”, diz. entre essas doenças estão necessidade de transplante de órgãos, ataque cardíaco e todos os tipos de câncer. “é recomendável, inclusive, que as mulheres contratem esse tipo de seguro em específico, devido aos altos índices de câncer de mama no brasil”, lembra moreira. segundo o instituto nacional do câncer (inca), esse tipo da doença representa 29% dos novos casos a cada ano no país. há quatro anos no comando da própria startup e com uma experiência de oito anos no mercado de seguros, moreira observou a demanda por coberturas de vida crescer 30% em 2018, aumento que deve chegar a 45% até o final de 2019, prevê o especialista. fonte: revista apólice
13/03/2019

Previdência privada perdeu 224 mil participantes

 durante o ano passado, os planos de previdência privada perderam 224 mil participantes em todo o brasil. segundo dados da fenaprevi, 2018 terminou com 13,1 milhões de contribuintes. de acordo com especialistas, o motivo seria a queda do juro básico da economia, que diminui a procura no setor. para a federação, além da queda do juro básico, a instabilidade gerada pelas eleições também afetou o segmento. “no ano passado, o desemprego não teve a melhora que se apontava. foi um ano eleitoral com uma série de incertezas e a economia ainda com uma recuperação muito lenta. o sistema como um todo se mostrou resiliente frente a este cenário, com reservas crescentes”, afirma o presidente, jorge nasser. a captação líquida (diferença de depósitos e resgates) registrou r$ 39,5 bilhões, queda de 30,64% em relação ao ano anterior. apesar de alguns dados negativos, as reservas dos planos de previdência privada aberta cresceram 10,54% no ano passado, totalizando r$ 836 bilhões. nos últimos cinco anos, este saldo apresentou expansão em média 12% ao ano. o presidente da fenaprevi acredita que a procura pelos planos de previdência vão aumentar assim que a reforma do governo for aprovada. fonte: sincor-sp
13/03/2019

Previdência privada é opção para quem planeja bem o futuro

 que a população brasileira está envelhecendo, todos sabemos. que a reforma da previdência é fundamental para o equilíbrio das contas públicas também. mas a tal da “insegurança” paira sob esses dois pontos: realmente terei uma boa qualidade de vida com a minha aposentadoria? muitos se perguntam, mas milhares de pessoas já perceberam que é preciso construir a própria previdência, o que chamamos de previdência privada, onde o trabalhador faz uma reserva durante sua vida ativa para poder usufruí-la no futuro como forma de renda. o número de investidores já está crescendo, é o que afirmam os especialistas. as rentabilidades são excelentes! são mais de 50 fundos distribuídos, taxa de carregamento zero, de entrada e saída. fundos de renda fixa conservadores não devem cobrar acima de 1% ao ano. planos pgbl (plano gerador de benefício livre), são vantajosos apenas para quem faz declaração completa de imposto de renda. caso não tenha certeza qual tipo de ir você declara, contrate um vgbl (vida gerador de benefício livre). os especialistas da xp investimentos calculam que uma aplicação em um fundo de previdência que rende 1% a mais no ano pode se tornar 21% maior em 25 anos. que tal em investir em previdência agora? nós da bp podemos ajudar você.
13/03/2019

Empresários projetam ano com avanço lento em encontro no Marcas de Quem Decide

 tema no topo da agenda pública nas últimas semanas, o projeto de reforma da previdência também esteve na ponta da língua dos líderes empresariais gaúchos reunidos ontem no teatro do sesi, em porto alegre, durante a apresentação dos resultados da 21ª edição da pesquisa marcas de quem decide, realizada pelo jornal do comércio (jc) em parceria com a qualidata. para os empresários, a aprovação nas mudanças pode destravar a economia e ajudar a acelerar o crescimento econômico do país que, em 2019, ainda deve ser lento. "como todo ano de novo governo, temos várias expectativas, mas nada que se confirmou. o que imaginamos é que a pedra de toque para o planejamento do governo seja a reforma da previdência", afirma o presidente em exercício da federação das indústrias do estado do rio grande do sul (fiergs), gilberto ribeiro. o industriário projeta um desfecho para a reforma até junho, o que poderia incentivar investimentos estrangeiros e nacionais. outro problema, hoje, é a falta de financiamento para capital de giro das empresas, segundo ribeiro. "existem faixas para investimento em bens de capital, mas isso as indústrias não precisam com urgência", reclama o presidente em exercício, citando a capacidade ociosa das fábricas. o compasso de espera com leve otimismo também é visto na construção civil, que já sente movimentação de incorporadores adquirindo terrenos e tirando da gaveta projetos antigos. "esperamos que a retomada venha timidamente já no segundo semestre, mas mais fortemente em 2020, 2021 e 2022", argumenta o presidente do sindicato das indústrias da construção civil do estado do rio grande do sul (sinduscon), aquiles dal molin júnior, que acrescenta que, embora não espere um crescimento enorme, projeta um ritmo "consistente e constante". dal molin salienta que o aumento nos valores do minha casa, minha vida também pode ajudar na recuperação do setor. crédito mais barato e menos concentrado em poucos bancos é o que o setor produtivo rural coloca na agenda de negociações com a pasta da economia do governo federal, diz domingos antônio velho lopes, diretor financeiro da federação da agricultura do estado (farsul). lopes diz que o tema é decisivo para evitar que endividamentos de produtores virem problema. "o crédito como é colocado hoje beneficia muito mais o sistema financeiro e não chega ao produtor", aponta o dirigente da farsul.  no varejo, o presidente da câmara dos dirigentes lojistas de porto alegre (cdl-poa), alcides debus, admite que o fôlego do ano ainda não está na medida que o setor esperava, por isso não há um otimismo exacerbado. porto alegre, destaca debus, terminou fevereiro com melhor desempenho, pois houve mais dias úteis. além disso, os lojistas estão sentindo que o frio chegou mais cedo e já encomendam as coleções de outono-inverno. "o clima melhora no comércio, quem sabe pode contagiar o cenário nacional", compara o presidente da cdl-poa. no setor supermercadista, o fator renda pesa mais, e o presidente da associação gaúcha de supermercados (agas), antonio cesa longo, pondera que os consumidores podem ficar mais cautelosos no ano. sobre a pauta política, longo avisa: "não é só a reforma da previdência de que precisamos, mas a tributária também".  investimentos estão na agenda de empresas para 2019 enquanto aguardam sinais de aquecimento, muitas empresas se preparam para colocar novos investimentos para rodar nos próximos meses. a cooperativa santa clara, por exemplo, planeja iniciar em julho a produção comercial em uma nova planta, no município de casca, com capacidade para processar 600 mil litros de leite por dia (a média atual da cooperativa é de cerca de 800 mil litros/dia). a planta, fruto de pelo menos r$ 115 milhões em investimento, se concentrará na produção de leite uht, achocolatados e cremes, permitindo à cooperativa especializar também suas outras fábricas, em carlos barbosa e getúlio vargas, em outros produtos. "o objetivo de casca é a produção de alta escala, reduzindo custos com uma planta moderna e automatiza, pois entendemos que só permanecerá no mercado quem for mais eficiente", salienta o diretor da santa clara, alexandre guerra, que é também o presidente do sindicato da indústria de laticínios do estado (sindilat). outra gaúcha no aguardo de uma nova fábrica é a fruki, de lajeado, que espera inaugurar sua nova planta em paverama no fim de 2020. o projeto, segundo o presidente da fruki, nelson eggers, ainda está em fase de desenvolvimento do leiaute industrial. eggers comemora não ter tirado o pé do acelerador mesmo com a crise econômica dos últimos anos, tendo lançado novas linhas de sucos, energético e cerveja. "esses produtos são nossos, mas estão sendo fabricados em terceiros, até porque precisam ajudar a pagar a nova fábrica", brinca o empresário. a cerveja bella vista, por exemplo, tem tido resultado melhor do que o esperado, com vendas de mais de 1 milhão de litros por mês. além de novas fábricas, o interior gaúcho também deverá perceber a chegada de serviços, como a uber. o aplicativo, há pouco mais de três anos em porto alegre, já atua em diversas cidades do estado e inaugurou o serviço nessa semana em bagé, uruguaiana e passo fundo. "estamos sempre olhando se há mercado nas cidades menores, e tentamos chegar onde for possível", conta o porta-voz da empresa no brasil, andre monteiro. na capital, a uber ainda estuda projetos para o ano, mas monteiro argumenta que porto alegre sempre está no roteiro de novas categorias, como aconteceu com o juntos, lançado no fim de 2018. do ramo de farmácias, a panvel projeta abrir 40 filiais em 2019 nos três estados do sul e em são paulo. e o número pode até ser maior, se o ambiente econômico melhorar, pois os planos foram traçados em 2018 ainda sem maior convicção sobre este ano. roberto luis weber, do conselho de administração do grupo dimed, dono da panvel, diz que a disputa no mercado vai ser guiada por qualidade de serviço e atendimento e pontos bem localizados. não é só o cenário nacional que está no foco de dirigentes do setor econômico. a expectativa de que o governador gaúcho eduardo leite (psdb) possa emplacar as propostas de privatizações de estatais para fechar um acordo com a união domina opiniões dos segmentos de varejo. a aposta é que a autorização para venda de empresas como ceee, sulgás e companhia riograndense de mineração (crm), que depende de aprovação do legislativo estadual, possa gerar ambiente mais atrativo a investidores até do exterior, projeta ainda o sócio da consultoria pwc rafael biedermann mariante. "o rio grande do sul desperta interesse, pois tem um agronegócio forte e possíveis áreas de concessões que estão na meta. o governador terá de fazer uma agenda positiva com empresários e convencer a sociedade que há poucas alternativas, uma delas é privatizar e fazer parcerias público-privadas (ppps) para atrair investimentos e melhorar o ambiente econômico", traduz mariante. o sócio da pwc reforça que as medidas, que se complementam coma agenda nacional, influenciam para atrair capitais externos e dar mais confiança interna. o presidente do sindiatacadistas, zildo de marchi, avalia que leite não tem muita saída, pois se deparou com um cenário de dificuldades "devido ao volume de despesas da máquina frente à receita". para de marchi, as privatizações das companhias gaúchas são inevitáveis, para buscar a sustentação do governo. mas o presidente do sindiatacadistas não espera um terreno fácil da tramitação. as propostas de emenda constitucional (pecs) do estado para retirar a exigência do plebiscito foram protocoladas no começo de fevereiro. "a assembleia tem interesses políticos, que podem interferir, mas certas privatizações não têm saída. minha aposta é a maioria vai dar voto para a aprovação", afirma de marchi. o presidente do sindilojas de porto alegre, paulo kruse, segue a percepção do colega do setor atacadista e espera que as pecs sejam confirmadas pelos parlamentares. o governo quer resolver a pauta até a metade do ano. "o estado está parado. sem estas modificações, vamos continuar para trás. o povo terá de entender que, se não soltar as amarras e deixar a iniciativa privada trabalhar, não vai ter saída. a assembleia vai aprovar", diz com firmeza kruse. a entidade enfrenta uma queda de braço com o estado na cobrança de diferenças no regime especial da substituição tributária (st). com liminar, o sindicato orienta que comerciantes afetados façam depósito em juízo. "a pressão é para dialogar com o governo. as empresas estão sufocadas com impostos", reage kruse. "o impacto maior é nas franquias, setor que é bitributada. praticamente serão inviabilizadas."   a oferta de recursos baliza o desempenho de segmentos de consórcios a serviços, como a operação de cooperativas de crédito. para áreas como a associativa, as restrições dois últimos anos que afastaram clientes e reduziram carteiras quase não foram sentidas, diz o diretor executivo da central sicredi sul/sudeste, leandro gindre de lima. "o setor cooperativo contraria a tendência, com demanda crescente com alta de 20% em 2018", disse lima, sobre o comportamento recente. e num dos alicerces é o campo, que responde por 50% da demanda da sicredi. atuar perto do associado e que busca recursos é um dos trunfos do resultado. mas lima admite que, se a economia estiver mais robusta, os negócios aumentam em geral. o que preocupa agora é a oferta de crédito de longo prazo, que depende do aporte do banco nacional de desenvolvimento econômico e social (bndes). este tema está em pauta na expodireto, em não-me-toque. do lado do consumidor que escolheu consórcio para bancar suas aquisições, operadores como a racon também surfa uma onda de crescimento e estabilidade, quando outros segmentos de crédito registraram perdas. o gerente executivo da racon, augusto letti, reforça que a meta é  crescer mais no sul e sudeste do país, dobrando a rede atual de 200 franqueados no longo prazo. "em 2019, devemos crescer 15% a 20% em unidades", revela letti. do lado de um segmento mais tradicional e que precisa de crédito, revendedores de veículos acreditam que a recuperação se mantém em 2019. o presidente do sindicato dos concessionários e distribuidores de veículos no estado do rio grande do sul (sincodiv-rs), fernando augusto de carvalho esbroglio, avalia que há melhora no setor e que o ano pode fechar com vendas 10% a 12% maiores. "tem crédito, mas precisa melhores condições para consumidor entrar", condiciona esbroglio. renda e emprego são os dois indicadores que precisam aumentar para que o carro do setor acelere.  fonte jc por guilherme daroit e patrícia comunello
13/03/2019

Mercado opera atento a trâmite da Previdência

 os ativos brasileiros devem operar hoje embalados pelo mais importante passo envolvendo a reforma da previdência desde a apresentação da pauta pelo governo: a formação da comissão de constituição e justiça (ccj) da câmara dos deputados. este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://www.valor.com.br/financas/6157497/mercado-opera-atento-tramite-da-previdencia ou as ferramentas oferecidas na página.
13/03/2019

Brasil vai ser se configurar como líder de crescimento em seguros

 dados do site do valor econômico indicam que o brasil é um dos dez mercados com grande potencial de avanço e crescimento na indústria de seguros, de acordo com um estudo realizado pela em 96 países. para alcançar esse resultado, a seguradora espanhola desenvolveu uma métrica nomeada índice global de potencial segurador (gip), que combina o percentual que o setor pode progredir em um mercado específico com a capacidade de absorver a expansão. o índice indica que o brasil ocupava o oitavo lugar no ranking de potencial de crescimento para o segmento de seguro de vida e a nona posição para os outros segmentos. o brasil está acima de mercados desenvolvidos, como frança, itália e reino unido, além de ser o país latino-americano que obtém a melhor posição. a china é quem ocupa o primeiro lugar nas duas listas. o valor também afirma que, de acordo com manuel aguilera, diretor de estudos econômicos da , o índice serve para medir de maneira sistemática o potencial do negócio de seguros de cada mercado. “no brasil, os riscos para a indústria seguradora estão ligados à incerteza sobre o andamento das reformas estruturais indispensáveis para equilibrar as contas públicas, porque o negócio tanto de vida quanto de não vida é muito vinculado ao comportamento do ciclo econômico”. quando foi questionado sobre o que a pretende fazer para criar valor, o presidente do conselho, adalberto huertas, citou o brasil como um dos principais fatores para a melhora dos resultados dos próximos anos. “esperamos, por exemplo, que em 2019 a reestruturação no brasil já comece a dar resultado”, afirma. o valor também pontua que luiz pérez serrabona assumiu a direção da regional brasil, para qual se reportam todas as três companhias do grupo no país. luis gutiérrez mateo passou a responder pela presidência da seguros. os coordenadores da filial brasileira são responsáveis pela virada operacional da seguradora no brasil. a recuperação das operações no país serão fundamentais para o plano de crescimento da nos próximos três anos. entre os objetivos estão atingir uma receita em prêmios de € 30 bilhões até 2021. fonte: cqcs - carla boaventura
13/03/2019

Previdência Privada: O seu futuro começa agora!

 com regime de tributação diferenciado, menor alíquota de ir e portabilidade sem custo, os fundos de previdência privada são ideais para investimentos de longo prazo. fonte: infomoney veja mais em: https://www.infomoney.com.br/conteudo-patrocinado/noticia/7978114/previdencia-privada-o-seu-futuro-comeca-agora
08/02/2019

As principais tendências e expectativas de crescimento do mercado de seguros para 2019

 os últimos meses de 2018 serviram para deixar as empresas do setor de seguros otimistas para o ano que acabou de começar. tudo isso motivado pela recuperação no crescimento da economia, o que aumenta a confiança dos empresários e melhora as perspectivas na retomada de investimentos nos serviços oferecidos pelas seguradoras de todo país. de acordo com os números apresentados pelo boletim do banco central, a previsão para este ano é de crescimento do pib em torno de 2,5%, quase o dobro dos números alcançados no ano passado. esse crescimento afeta diretamente toda a cadeia produtiva e de serviços, inclusive o mercado de seguros, pois com a economia mais saudável, as empresas tendem a retomar todo tipo de investimento. os planos de saúde corporativos refletem diretamente esse crescimento, pois com a economia se recuperando, as taxas de desemprego diminuem e o número de beneficiários desse serviço aumentam, justamente pelo fato de que os principais contratantes são as próprias empresas. para rogério walmor cervi, presidente da rep seguros, as expectativas são muito boas para o decorrer do ano: "estamos investindo no crescimento sustentável da empresa, projetamos aumento no nosso quadro de funcionários. crescemos 27% no ano de 2018 e pretendemos seguir o nosso planejamento estratégico de crescimento e expansão." e um dos fatores que gera esse otimismo e valoriza ainda mais a retomada do desenvolvimento é o histórico de crescimento do setor de seguros nos últimos anos, que ano após ano apresenta um índice médio 4 vezes maior que o percentual do pib. já referente às tendências e novidades do mercado de seguros, a previsão é de aumentar cada vez mais a utilização de novas tecnologias nos processos e no oferecimento de serviços de seguros. felipe weiler cervi, vice-presidente comercial, mostra como isso já está presente e complementa: "a rep seguros investe nas tecnologias para oferecer mais agilidade para seus clientes, contudo, acreditamos que estar ao lado do cliente é fundamental. com os fornecedores (seguradoras e resseguradoras) funciona no mesmo sentido, buscamos estar sempre presente no dia a dia para exposição dos riscos e trazendo uma personalização para os serviços." assim, a inovação surge como uma forma de complementar a oferta de produtos, diminuindo a burocracia, otimizando e melhorando a qualidade dos atendimentos, e barateando os custos do serviço. um dos pontos que promete evoluir com a implementação de novas tecnologias é a análise de perfis dos clientes, por parte das seguradoras. essa análise é uma forma de definir os valores das apólices e, com o uso destas análises de comportamento mais aprofundadas, tende a resultar em cotações com taxas mais bem definidas e assertivas no perfil de cada indivíduo. mostrando como as expectativas para 2019 são interessantes para o mercado de seguros, empresas já estão se movimentando e iniciando o ano em expansão, como afirma césar dioni costa, vice-presidente da rep seguros: "neste mês de janeiro inauguramos nossa filial em chapecó, firmando mais uma vez com o compromisso que temos com nossos clientes do oeste catarinense, gaúcho e paranaense. temos certeza que o nosso trabalho, que é altamente técnico, terá ainda mais aderência nas empresas destas localidades. e que essa decisão estratégica tende a fazer com que todas as tendências e expectativas de crescimento se tornem realidade." o mercado segurador nacional passa realmente por um momento de recuperação, o que traz uma expectativa de resultados promissores, colocando o brasil novamente como um país com potencial de crescimento e perfeito para investir. a rep seguros é uma seguradora especialista em encontrar soluções inovadoras para clientes corporativos e clientes físicos, oferecendo um serviço personalizado no gerenciamento de riscos, em seguros de garantias, transportes nacionais e internacionais, responsabilidade civil, seguros de vida e saúde, e demais serviços securitários. fonte: website: http://www.repseguros.com.br
08/02/2019

Planejamento da aposentadoria: muito além da reforma

 com a intensificação do debate em torno da reforma da previdência social, as incertezas ainda são muitas e informações se mostram desencontradas. um ponto é certo, essa reforma é imprescindível e quanto mais tempo for postergada, mais draconiana será. para os que questionam essa necessidade, é importante reforçar que não é fruto de um modelo de governo liberal, como o atual. o tema já é debatido há muito tempo, sendo que foi posta em pauta pelo governo do pt e no de transição do mdb. assim, o fato não é se haverá a reforma, mas, sim, como será essa reforma. o modelo previdenciário brasileiro se mostra insustentável e se não houver mudanças a situação poderá ser ainda pior para as futuras gerações. o que muitos se esquecem é que, independentemente do que aconteça nos próximos meses, o mais importante é pensar no plano b, ou seja, uma previdência privada, uma vez que essa quantia, que já se mostra insuficiente hoje, provavelmente ficará menor ainda com todas as mudanças previstas. se organizar e poupar dinheiro para garantir um futuro mais sustentável financeiramente é uma preocupação de poucos, onde os olhares ficam voltados apenas para o aumento de renda atual e é por isso que a educação financeira vem de encontro a esse movimento, para que não importando a idade sempre há tempo para se planejar. além da expectativa de vida do brasileiro ter aumentado, com a reforma a aposentadoria integral pode ficar mais difícil de ser alcançada, portanto é um claro sinal de que os trabalhadores irão se aposentar cada vez mais tarde. não quero entrar no mérito se a reforma é boa ou não, mas sim auxiliar os trabalhadores para que possam agir da melhor forma diante das mudanças e prevenir o desequilíbrio das finanças no futuro. pensando de forma prática, a primeira medida a ser tomada é pensar em qual padrão de vida pretende ter após a aposentadoria, ou seja, ter um número do quanto pretende ganhar mensalmente para não depender da ajuda de parentes ou terceiros, algo muito comum de acontecer com milhões de aposentados. para que esse objetivo seja alcançado, a quantia guardada deve ser o dobro do valor que deseja receber, utilizando 50% para viver da forma que planejou e os outros 50% deixar reservado para potencializar os ganhos com juros mensais. veja a educação financeira como o único caminho para desfrutar de uma aposentadoria mais saudável financeiramente, algo que pode parecer difícil atualmente, mas que é perfeitamente possível se ser alcançado, já que estamos falando da mudança de hábitos e comportamentos e que podem começar hoje mesmo, deixando um pouco de lado essa grande preocupação com o que será feito pelo governo atual e muito provavelmente dos próximos. fonte: *reinaldo domingos, phd em educação financeira, presidente da associação brasileira de educadores financeiros (abefin) e da dsop educação financeira e autor de terapia financeira, de mesada não é só dinheiro e da primeira coleção didática de educação financeira do brasil

Líder simplifica pedido do Seguro DPVAT com novo formulário unificado


05/11/2018
Com o objetivo de simplificar os processos de indenização do Seguro DPVAT, a Seguradora Líder lançou, no último dia 10, um novo formulário que centraliza as principais informações de vítimas/beneficiários para todas as coberturas do seguro, o que possibilita maior agilidade na regulação e na liberação do pagamento das indenizações.
O novo formulário unifica as informações de documentos anteriormente exigidos para dar entrada na indenização: a Autorização de Pagamento de Sinistro e Registro de Informações Cadastrais Pessoa Física; a Declaração de Ausência de Laudo do IML e a Declaração de Únicos Beneficiários.
Outra mudança importante no processo de solicitação do Seguro foi a simplificação das exigências para os cidadãos não alfabetizados. Agora, esses beneficiários não precisarão apresentar formulários, declarações e procurações por instrumento público, emitidos em cartórios, e poderão indicar uma pessoa que, a seu rogo, preencherá e assinará, juntamente com duas testemunhas, todos os documentos relativos ao pedido de indenização do Seguro DPVAT, incluindo o formulário unificado. Nesses casos, os beneficiários não alfabetizados precisarão apenas inserir, nos documentos, a sua impressão digital.
A Seguradora Líder informa que, além do novo formulário unificado, existem documentos específicos para cada tipo de cobertura do Seguro DPVAT. Confira aqui.

Fonte: Cqcs

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