12/06/2019

Grupo Aspecir em Belo Horizonte

  a união seguradora, representada pelo diretor comercial joão lock, e a aspecir previdência, representada pelo comercial fábio ribas, estão em belo horizonte para ampliar as parcerias e realizar excelentes negócios. o grupo aspecir já possui uma posição de confiança, respeito e solidez na região sul. o projeto de expandir seus negócios para todo o brasil já vem sendo estudado a algum tempo e agora chegou a hora. dando um passo de cada vez, como confirma sua história de mais de 80 anos, o grupo iniciou sua trajetória por belo horizonte. a reunião, dia 11, foi realizada com maria paula e carla na promisses corretora e no dia 12, visita a superavit seguros com o sr. josé augusto.
10/06/2019

Presidente do Grupo Aspecir recebe Comenda Metropolitana

 milton machado recebeu, dia 07 de junho de 2019, a comenda metropolitana conferida pelo comandante do comando de policiamento metropolitano, coronel oto eduardo rosa amorim, pelos relevantes serviços prestados à brigada militar e ao comando de policiamento metropolitano, sendo destaque em suas atuações profissionais e sociais, em prol da comunidade riograndense. muito lisonjeado, o presidente do grupo aspecir agradece a homenagem e diz que espera sempre contribuir para o bem da comunidade riograndense.      
10/06/2019

União Seguradora entrega prêmio

 a união seguradora, empresa do grupo aspecir, entregou ao sr. ivony rodrigues avila filho o prêmio de r$ 5.000,00. ao fazer o seguro de vida da aprefa, o sr. ivony recebeu um plano de capitalização vida flex e concorreu todos os sábados através da extração da loteria federal a uma premiação. o cheque foi entregue pelas mãos do diretor-presidente milton machado e pelo diretor comercial da união seguradora, joão lock, no dia 07 de junho de 2019 na sede do grupo aspecir. também estavam presentes a diretora-presidente da aprefa, sra. cleci maria jurach e o sr. taner gonçalves palacio.     
05/06/2019

Uso da tecnologia traz benefícios para o mercado de seguros

 isb brasil reuniu especialistas e profissionais do mercado segurador para debater como a tecnologia está mudando a forma de prospectar clientes e vender seguros. a tecnologia pode potencializar a experiência do usuário no mercado de seguros e ampliar o relacionamento. ela, por si só, não será a solução. entretanto, pode ser uma ferramenta para captação de novos segurados, principalmente pela facilitação e amplitude na oferta de produtos e serviços. além disso, a tecnologia possibilita a captação de dados importantes e que servem de insumo na hora de pivotar a maneira como se oferta benefícios e seguros hoje em dia. a afirmação é de thiago martins diogo, coordenador de inovação da isae escola de negócios, que participou do debate “como a tecnologia está mudando o mercado de seguros”, realizado na última semana pelo isb brasil (instituto superior de seguros e benefícios brasil). segundo martins, a tecnologia pode agilizar o processo de contratação de seguros, mas não substitui o papel do corretor. “a tecnologia pode acelerar o processo de contratação, mas o relacionamento de confiança se constrói com o olho no olho. é assim em muitos outros segmentos”, diz. o evento contou ainda com a palestra “como a tecnologia está transformando o mercado de seguros”, ministrada por arthur igreja, que de forma provocativa e dinâmica trouxe uma série de cases e exemplos que transformaram a forma das pessoas interagirem e consumirem. arthur ressalta que é fundamental as empresas estarem atentas a essas mudanças, compreendendo as necessidades dos clientes e também do mercado em que atuam pois, em alguns casos, a digitalização é fundamental, mas em outros, o atendimento “analógico” e pessoal continua sendo fundamental. para o ceo da segfy, leonardo mack, uma das vantagens da tecnologia é a de ser uma ferramenta para reduzir burocracia e atividades repetitivas. “de burocracia, o setor de seguros está repleto e isso é um prato cheio para inovarmos com coisas simples que atrapalham o nosso progresso no dia a dia”, afirma, sugerindo algumas ferramentas gratuitas não só para prospectar, mas também para você ganhar tempo no trabalho, como o linkedin, facebook e instagram, segfy (para o corretor não ficar fazendo cotações e processos manuais do dia a dia, além de ter insights sobre cross e upsell), medium (publicação de artigos. isso ajuda em notoriedade nas buscas online), trello, slack, google business, google suite, entre outros. mack reforça ainda que sistemas especializados na área de seguros podem ajudar a reduzir o tempo para realizar cotações inúmeras vezes. “hoje não há mais motivos para não oferecer na hora os valores para seus segurados sem necessidade de retornar em 30 minutos com a proposta. obviamente que em alguns ramos isso pode ainda não ser uma realidade, mas com certeza é uma tendência e é importante ficar atualizado”, defende. gamificação – a gamificação é uma tendência que veio para ficar e está cada vez mais inserida no mercado de seguros. “é comum utilizarmos a gamificação como um facilitador para o engajamento no uso de algumas plataformas. entretanto, nem sempre é necessário criar um game novo. elementos de gamificação tem potencial incrível de gerar engajamento dos clientes e, atrelados a vantagens inteligentes para o usuário final, são uma forma de manter um relacionamento por meio de tecnologia”, explica martins, destacando que esta pode ser uma estratégia para conquistar novos clientes. “a gamificação tem tido êxito de engajamento ao longo da experiência proporcionada para o usuário. se recompensada e atrelada a moedas de troca, tem o poder não apenas de conquistar, mas também de manter clientes, principalmente os da geração z”, finaliza. o debate, que teve participação da plateia, contou ainda com as presenças de sandro ribeiro dos santos, diretor de tecnologia e inovação do isb brasil e césar heli oliveira, presidente do isb brasil. o isb brasil realiza palestras, cursos, seminários, pesquisas, mentoria e mediação, promovendo o desenvolvimento do mercado de seguros e a atualização dos profissionais que atuam no segmento. mais informações: www.isbbrasil.org.br. fonte: comunicação isb brasil
05/06/2019

Susep alerta Corretor sobre Riscos Excluídos

 o corretor de seguros deve ficar bem atento aos riscos excluídos no seguro residencial. a susep adverte em seu site que, salvo se contratada cobertura específica, prejuízos decorrentes desses riscos excluídos não serão indenizados pelo seguro. segundo a autarquia, a lista pode ser ampla, dependendo do contrato. mas, em geral, entre tais riscos constam inundação ou outra convulsão da natureza; comoção civil, rebelião ou insurreição; lucros cessantes e danos emergentes; queimadas em zonas rurais; e até roubo ou furto. além disso, é preciso atenção especial aos bens não compreendidos no seguro, que são aqueles especificados na apólice, para os quais a seguradora não indenizará os prejuízos, ainda que oriundos de riscos cobertos. nesse caso, podem estar pedras e metais preciosos, obras e objetos de arte em geral, bens de grande valor que facilmente são destruídos ou danificados por um incêndio, joias, raridades, manuscritos, plantas, projetos, papel-moeda, selos, cheques, papéis de crédito, moedas cunhadas e livros de contabilidade. bens de terceiros também podem ficar sem indenização, exceto quando encontrarem-se sob a responsabilidade do segurado para reparos ou manutenção e desde que existam registros documentados comprovando, através de notas fiscais ou ordem de serviço, a sua entrada e existência no local segurado. ainda de acordo com a susep, a cobertura principal do seguro residencial cobre danos causados por incêndios, queda de raios e explosão causada por gás empregado no uso doméstico (quando não gerado nos locais segurados) e suas consequências, tais como desmoronamento, impossibilidade de proteção ou remoção de salvados, despesas com combate ao fogo, salvamento e desentulho do local. entretanto, pode haver outras coberturas, como, por exemplo, as que indenizam danos decorrentes de incêndios provocados por explosão de aparelhos ou substâncias de qualquer natureza (não incluída na cobertura principal), ou decorrentes de outras causas como terremoto, queimadas em zona rural, vendaval, impacto de veículos, queda de aeronave, danos elétricos, dentre outras. fonte: cqcs
05/06/2019

Instituições financeiras podem explorar sistemas bancários integrados para oferecer serviços digitais seguros, diz Unisys

  unisys fala na fintech americas conference sobre a necessidade de adaptar os serviços bancários digitais a unisys corporation participa da fintech americas 2019 para discutir as oportunidades que os sistemas bancários integrados podem oferecer ao setor de serviços financeiros. entre elas, formas de integrar funções bancárias, de empréstimo e pagamento às aplicações de consumo mais populares. ao eliminar obstáculos dos processos tradicionais por meio dessas medidas, as instituições serão capazes de proporcionar uma excelente experiência aos clientes e promover avanços na gestão de identidades, que podem garantir uma sólida postura de segurança em meio ao acelerado ritmo de transformação. maria allen, vice-presidente e head global da unisys para a área de serviços financeiros, apresenta um painel de discussão ao lado de david estevez, cio do grupo petersen, e daniel kennedy, vice-presidente do scotiabank para bancos digitais, para discutir como a transformação digital das instituições financeiras está mudando a experiência e as expectativas dos clientes, e como avanços como o open banking têm aberto portas para a oferta de muitos serviços que bancos tradicionais não poderiam oferecer anteriormente. a discussão também aborda os riscos da segurança cibernética que as transformações podem trazer consigo e o import ante papel de uma abordagem zero trust para garantir sucesso no futuro. “o ritmo acelerado das mudanças no setor bancário está abalando a abordagem tradicional dos bancos em relação aos consumidores”, destaca allen. “os clientes de hoje contam com muitas opções, mas avanços como o sistema bancário integrado permitem que os serviços digitais sejam oferecidos em tempo real, quando e onde for preciso. trata-se de eliminar os obstáculos dos processos bancários tradicionais – permitindo que pessoas realizem transações de qualquer dispositivo, a qualquer momento – para proporcionar uma melhor experiência”. entre outros temas, destaca-se também a necessidade de os bancos ficarem atentos aos riscos de cibersegurança que podem enfrentar ao adotar novas tecnologias (como inteligência artificial baseada em voz) e de tomarem medidas proativas para estabelecer uma abordagem de segurança, uma vez que as defesas dos perímetros já não são suficientes para reagir às ameaças de hoje. usando tecnologias de acesso baseadas em identidade, bancos e instituições financeiras podem implementar um modelo de segurança zero trust para combater riscos sistêmicos agregados a sistemas bancários integrados. dessa forma, conexões com fornecedores e parceiros podem ser feitas com confiança e os benefícios do open banking podem ser concretizados. fonte: ipnews
05/06/2019

A Importância da Importância do Corretor de Seguros

 esse tema causa desconforto a uma grande quantidade de pessoas e me ocorreu escrever sobre minha experiência como próprio otário de empresa de pequeno porte. recentemente em face de queda nas vendas tivemos retração grande no faturamento e como única forma de defender a operação reduzimos despesas e como em qualquer lugar o primeiro a ser afetado foi o funcionário. a demissão de três pessoas de uma só vez que em media tinham 15 anos de empresa, custou r$ 208.500,00 o que equivale a um custo de r$ 69.500,00 por funcionário. não esqueçam que somos de pequeno porte e baixos salários embora nessa demissão houvesse um salário elevado. nesse momento entra o raciocínio que incomoda. segundo varias matérias em nossa mídia especializada e nas publicações de seguradoras e federações, temos cerca de 120 seguradoras no mercado. admitindo média de quinhentos funcionários por cada uma pode ser estimado um contingente de sessenta mil funcionários. nas empresas de corretagem, incluindo funcionários estimamos 240 mil pessoas; nas reparadoras de veículos, fornecedoras do sistema em serviços diversos, hospitais, clinicas etc., outros 240 mil colaboradores. esses 480 mil registrados na conta de empregados no sistema nacional de seguros gerariam hoje um passivo trabalhista de cerca de r$ 333,3 bilhões de reais. o decreto lei 73 salvou o mercado dessa situação e ainda temos figuras defendendo a exclusão do corretor de seguros e pretendendo fazer produção sem essa importante força de trabalho, acreditando que isso poderá ser resolvido por robô. alias esse robô quando você acessa um site de tribunal de justiça, rfb e uma centena de milhares de outros sites o robô pede para você fazer login ou se cadastrar ou informar que você não é outro robô e por isso ele pede para você marcar a janela que informa que você não é um robô. hilario, o robô não quer falar com outro robô e você humano tem que aceitar falar com o robô. será que isso vai prosperar. se ainda fosse titular de seguradora primaria por apoiar e prestigiar essa categoria que não mês custa um centavo de passivo trabalhista. fonte: segs por paulo pinna teixeira
05/06/2019

Como garantir pensão do INSS para os filhos?

 deixar pensão para os filhos é uma nobre preocupação que deve estar no radar de todos os pais. em determinados momentos da vida dos dependentes, essa renda pode suprir necessidades importantes e contribuir, inclusive, para a formação escolar. por essa razão, preparamos este post para que você entenda melhor o que é e quais são as limitações da pensão por morte do instituto nacional do seguro social (inss). vamos mostrar também quais opções de seguro podem ser contratadas visando a manutenção financeira dos filhos no futuro diante de uma eventual partida dos pais. quer ficar por dentro do assunto? então, continue a leitura! como garantir a pensão para os filhos? a pensão por morte do inss a pensão por morte do inss é um direito dos dependentes da pessoa falecida e segurada da previdência social. os segurados, ou contribuintes, são pessoas físicas que participam do fundo previdenciário do governo por meio de depósitos mensais. dessa forma, eles garantem o direito à aposentadoria pública e a outros benefícios e serviços de natureza previdenciária. já os dependentes são as pessoas sustentadas com base na renda do titular. segundo a lei vigente sobre os planos de benefícios da previdência social, o dependente precisa atender a algum destes requisitos para ter direito à pensão por morte do inss: • ser cônjuge ou companheiro do titular; • ser filho de qualquer condição, não emancipado, menor de 21 anos (ou de qualquer idade, porém inválido); • ser filho com deficiência mental ou intelectual (ou mesmo incapacidade física grave). além disso, a lei também assegura a qualidade de dependente aos pais do titular, bem como ao irmão menor de 21 anos ou de qualquer idade, na condição de invalidez ou que tenha deficiência intelectual, mental ou física grave. no entanto, para isso, é necessário comprovar legalmente a dependência econômica. para o cônjuge, companheiro ou filho, tal relação já é presumida pela lei. no caso do cônjuge divorciado ou separado, é preciso provar o recebimento de pensão alimentícia em vida para ter direito à pensão por morte — ou mesmo atestar que tenha voltado a viver maritalmente com a pessoa. ainda que esse cônjuge tenha renunciado à pensão alimentícia, ele tem o direito se comprovar necessidade econômica. essencialmente, a principal diferença entre a indicação de beneficiários na previdência social e em um plano de seguro de vida é que, no primeiro caso, os beneficiários são definidos pela lei. no segundo, isso é uma decisão do próprio titular quando da contratação do seguro ou a qualquer momento durante a vigência do contrato. em um plano de seguro de vida, quando não existem beneficiários indicados pelo segurado falecido, o benefício é repassado aos respectivos herdeiros legais. outros meios possíveis em uma eventual falta dos pais, pela lei, os filhos menores de idade devem ficar sob a tutela dos parentes consanguíneos, na prioridade do mais próximo ao mais distante — quando isso não for possível, fica a cargo do juiz a indicação de um tutor legal. no entanto, na prática, tais possibilidades se mostram insuficientes. isso acontece porque a carência paterna ou materna para um dependente demanda, sobretudo, a urgência de renda para custear a vida dos pequenos até a idade oportuna. sendo assim, para suprir essa necessidade de renda, a melhor opção é contar com uma pensão para os filhos. ela pode ser decorrente de um plano de previdência privada em nome do filho propriamente, ou em nome do pai tendo o filho como dependente. no caso de um plano de previdência complementar, os direitos previdenciários da pessoa falecida passam para o dependente indicado por meio do planejamento sucessório (procedimento administrativo de transferência patrimonial póstuma). outra opção para resguardar as finanças dos filhos é o seguro de vida, o qual pode, inclusive, ser útil ao próprio titular em vida. para tanto, é preciso fazer contratações adicionais, como seguro contra acidentes pessoais ou diagnósticos de doenças graves. a melhor opção de pensão para os seus filhos além dos benefícios citados, o seguro de vida também se destaca como uma boa oportunidade de pensão para os filhos em razão das oportunidades mensais de participar dos sorteios de prêmios atrelados à loteria federal. se a combinação dos números sorteados pela loteria coincidir com os “números da sorte” recebidos pelo segurado, ele é contemplado com valores especiais — que podem chegar até mesmo ao valor integral da apólice referente ao seguro de vida contratado. é preciso verificar as condições de cada plano, mas os melhores funcionam na base dos sorteios mensais, o que aumenta as chances de o segurado alcançar rapidamente seu objetivo de promover segurança financeira aos seus entes queridos no futuro. os seguros de vida também garantem proteção à família nos casos de morte acidental do titular ou morte por qualquer causa. diante de ocasiões como essas, os dependentes imediatamente recebem a indenização estipulada no contrato. tratando-se de coberturas adicionais do seguro de vida, é possível que o segurado fique prevenido contra vários tipos de invalidez, sendo indenizado conforme as regras do plano caso algum sinistro comprometa sua capacidade de trabalho. os tipos comuns de invalidez cobertos pelos planos de seguro de vida mais sofisticados são: • permanente total por acidente (ipta); • funcional permanente total por doença (ifpd); • funcional permanente total por doença antecipação (ifpda); • permanente total ou parcial por acidente com majoração (ipam). como deu para perceber, além de assegurar uma valiosa e estratégica pensão para os filhos diante de uma partida repentina dos pais, os planos de seguro de vida também trazem conforto financeiro a toda a família diante de eventos acidentais que podem extinguir a capacidade plena de trabalho de uma pessoa. portanto, esse tipo de seguro se destaca entre as melhores opções para quem está sabiamente pensando no futuro dos filhos e quer investir com segurança e conquistar objetivos tanto em vida (por meios dos benefícios e possibilidades citados) quanto após a própria partida, seguro de que quem fica permanece bem amparado. fonte: rede jornal contábil
05/06/2019

Cautela política interna direciona Ibovespa

 a agenda política interna direciona os negócios na b3 nesta quarta-feira (5). o ibovespa abriu em leve alta, mas passou a operar perto da estabilidade, com viés negativo. às 11h04min, caia 0,28%, aos 97.104,84 pontos, na mínima. o movimento vai na contramão do desempenho das bolsas de nova iorque, que sobem. por lá investidores avaliam dados fracos do mercado de trabalho e índices de atividade. mais cedo, o resultado da geração de vagas do setor privado norte-americano decepcionou, ao criar 27 mil empregos em maio. as expectativas eram de geração de 173 mil postos de trabalho. o dado reforça a ideia de analistas de corte na taxa de juros nos eua este ano. "lá fora subiu bem nos últimos dias, mas aqui não atendeu às expectativas. o clima por aqui está ameno, o governo está evoluindo na pauta de reformas, mas é preciso andar com mais certeza, ter algo mais concreto especialmente quanto à reforma previdenciária", diz luiz roberto monteiro, operador da mesa institucional da renascença dtvm. na corrida para impedir o descumprimento da chamada regra de ouro, é esperada para hoje a votação de projeto que abre um crédito extra de r$ 248,9 bilhões, na comissão mista de orçamento (cmo) do congresso nacional. os investidores ainda devem ficar de olho no desempenho das ações de estatais, sobretudo petrobras. é que também hoje o supremo tribunal federal (stf) retoma julgamento para decidir sobre liminar que condicionou a privatização de estatais ao aval do congresso. o plenário da câmara deve apreciar proposta de emenda à constituição do orçamento impositivo (que inclui emenda para pagamento da cessão onerosa à petroleira) e a proposta que regulamenta os prazos de tramitação das medidas provisórias no congresso. ontem, o ministro da economia, paulo guedes, criticou decisão do stf que barrou a venda da transportadora associada de gás (tag) da petrobras. apesar de positiva, a forte alta registrada nos últimos dois pregões em nova york não pode ser tomada como definitiva, pondera o economista silvio campos neto, sócio da tendências consultoria integrada. conforme ele, os fatores adversos que geraram a releitura sobre o federal reserve (fed, o banco central dos estados unidos) - de corte do juro - seguem presentes, com o risco de agravamento da guerra comercial e de intensificação da desaceleração das principais economias. "ou seja, embora os investidores vejam um possível afrouxamento monetário como antídoto para este mal estar, ainda é um quadro propício à elevada volatilidade. de todo modo, a expectativa de cortes na taxa de juros nos eua, mesmo que não neste momento, ajuda a aliviar parte do estresse das últimas semanas, avalia campos neto. fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/06/687453-cautela-politica-interna-direciona-ibovespa.html)

Mercado de seguros tem lucro de R$ 14,7 bilhões


08/02/2019
O mercado de seguros conseguiu obter um lucro de R$ 14,7 bilhões no ano passado, segundo dados da Susep avaliados pela consultoria Siscorp. Em 2017, o montante registrado era de R$ 13,3 bilhões.
A liderança do ranking é da Bradesco Seguros, com lucro de R$ 5,3 bilhões, uma participação de 29,6% no banco. Em segundo lugar está a BB Seguros, com ganho de R$ 2,5 bilhões.
A Caixa ficou no terceiro lugar, com um lucro de R$ 2 bilhões. O Itaú, que tinha a quarta colocação no ano passado, pulou para o sexto lugar, com R$ 811 milhões. Agora, quem ocupa o quarto lugar é a Zurich, com lucro de R$ 1,05 bilhão.

Fonte: Comunicação Sincor-SP

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