08/10/2018

Ibovespa dispara após 1º turno das eleições; dólar cai

 são paulo - (atualizada às 11h23) o ibovespa iniciou a segunda-feira em forte alta e já aparece na faixa de 86 mil pontos. os investidores reagem ao forte desempenho de jair bolsonaro (psl) no primeiro turno das eleições. praticamente todos os papéis do índice avançavam nesta manhã, com destaque para as ações de estatais e de bancos. ao redor de 11h20, o ibovespa subia 4,57%, aos 86.084 pontos; na máxima, por ora, marcou 87.333 pontos (+6,09%). o giro financeiro é muito elevado e já marcava r$ 8,5 bilhões. os papéis do 'kit eleições', grupo de ativos do ibovespa com maior sensibilidade ao noticiário eleitoral, apresentam desempenhos amplamente positivos nesta manhã. eletrobras pnb ganhava 12,21% e eletrobras on avançava 11,09%. o destaque, contudo, é cemig pn, com valorizalçao de 16,76%. petrobras pn subia 9,10% e é a ação de maior giro financeiro individual, de r$ 2,2 bilhões. os bancos privados também apresentam altas expressivas, caso de itaú pn (+6,60%), bradesco pn (+6,65%), bradesco on (+5,99%) e units do santander brasil (+7,08%). no setor de varejo, tinham alta b2w on (+10,15%), units da via varejo (+7,81%), lojas americanas pn (+5,87%) e magazine luiza on (+4,94%). entre as poucas quedas do dia, apareciam no setor de commodities suzano on (-4,47%) e units da klabin (-2,24%), fibria on (-1,34%) e vale on (-1,20%). bolsonaro, candidato mais alinhado às pautas econômicas defendidas pelo mercado financeiro, obteve 46% dos votos válidos no primeiro turno, enquanto fernando haddad (pt), seu adversário no segundo turno, registrou 29%. além disso, a votação expressiva obtida pelo psl e outros partidos alinhados a bolsonaro para o legislativo dá maiores condições de governabilidade a uma eventual administração do ex-militar. no câmbio, o dólar comercial cedia 2,59%, cotado a r$ 3,7549. fonte: este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://www.valor.com.br/financas/5911187/ibovespa-dispara-apos-1-turno-das-eleicoes-dolar-cai ou as ferramentas oferecidas na página.
08/10/2018

Mercado financeiro eleva estimativa de inflação para 4,40%

 a estimativa de instituições financeiras para a inflação este ano subiu pela quarta vez seguida. de acordo com pesquisa do banco central (bc), divulgada nesta segunda-feira (8) no relatório focus, o índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca) deve ficar em 4,40%. na semana passada, a projeção estava em 4,30%. para 2019, a projeção da inflação permaneceu em 4,20%. para 2020, a estimativa segue em 4% e, para 2021, passou de 3,97% para 3,95%. a projeção do mercado financeiro ficou mais próxima do centro da meta deste ano, que é 4,5%. esse número tem limite inferior de 3% e superior de 6%. para 2019, o objetivo é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. já para 2020, o intuito é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente). para alcançar a meta de inflação, o banco central usa como instrumento a taxa básica de juros (selic), atualmente em 6,5% ao ano. de acordo com o mercado financeiro, a selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o fim de 2018. para 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano. para o fim de 2020, a projeção é 8,38% ao ano, ante 8,19% previstos na semana passada, voltando a 8% ao ano no final de 2021. quando o comitê de política monetária (copom) aumenta a selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. quando o copom reduz a selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. a manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação. as instituições financeiras ajustaram a estimativa para o crescimento do produto interno bruto (pib), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, de 1,35% para 1,34%, este ano e mantiveram a estimativa em 2,5% nos próximos três anos. a estimativa para a cotação do dólar foi mantida em r$ 3,89 no fim deste ano, e em r$ 3,83 ao término de 2019. jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/651665-mercado-financeiro-eleva-estimativa-de-inflacao-para-4-40.html)  
03/10/2018

Seguro de vida empresarial também é vantagem para o executivo

 além de diversos benefícios oferecidos aos colaboradores, a contratação do seguro pode auxiliar na retenção de talentos para as empresas são paulo, outubro de 2018 – adversidades acontecem e estar preparado para elas é algo fundamental no dia a dia de uma empresa. o seguro de vida empresa pme é uma opção para quem deseja ter essa tranquilidade em momentos adversos. o segurado e sua família estarão protegido em casos de morte, morte acidental, invalidez permanente - total ou parcial - causada por acidente ou doença, e ainda terão acesso à assistência funerária e outros serviços customizados no momento da contratação. o seguro de vida empresarial tem como principal objetivo amparar os beneficiários do colaborador. mas, no entanto, não é somente o segurado que ganha com a contratação. o empresário que contrata o serviço também se beneficia com a iniciativa. “para o empresário, esse tipo de seguro possui diversos diferenciais. além da tranquilidade e proteção para os beneficiários, o seguro auxilia na retenção de talentos através de uma benesse ao colaborador”, explica peter rebrin, diretor executivo de personal lines e bancassurance. “e existem também as vantagens para a empresa, que terá cobertura de verbas rescisórias, indicadas ao pagamento de indenização no caso de falecimento de um colaborador”. a contratação desse tipo de seguro pode ser inteiramente ou parcialmente pago pela empresa, ou ainda inteiramente pago pelo colaborador. além de oferecer vantagens e diferencias, permite que o empresário atenda a convenções coletivas que exigem a contratação do seguro de vida. o serviço, que possui forte demanda no país, pode ser oferecido conforme o nicho de atuação da empresa e o perfil da seguradora. fonte: segs
03/10/2018

Setor privado prepara projeto de reforma da Previdência para presidente eleito

  projeto capitaneado pela fundação instituto de pesquisas econômicas da usp propõe uma mudança baseada no projeto atual e outra paralela com base em quatro pilares. o setor de previdência privada se aliou para propor uma nova reforma da previdência social no brasil ao presidente eleito, de acordo com o presidente da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), edson franco. o projeto, que está sendo capitaneado pela fundação instituto de pesquisas econômicas da usp (fipe-usp), propõe uma mudança baseada no projeto atual e outra paralela com base em quatro pilares para aprimorar a aposentadoria oficial: um deles com foco assistencial; outro similar ao inss e com contribuição; capitalização individual, podendo usar parte dos recursos do fundo de garantia do tempo de serviço (fgts) e, por último, o privado. na segunda-feira, 1º, o ex-presidente do banco central, arminio fraga e o economista paulo tafner também apresentaram uma proposta de reforma da previdência, 'independente e apartidária', segundo os autores. de acordo com cálculos de tafner, o projeto, se implementado, permitiria uma economia de r$ 1,3 trilhão em dez anos - superior ao previsto no texto aprovado pelo governo michel temer na comissão especial que tratou do tema no congresso nacional.  “sem previdência, a retomada fiscal não será possível diante do déficit por conta do gasto com previdência e, mais do que isso, a projeção de gasto futuro em função aumento da longevidade. o encaminhamento da reforma da previdência é absolutamente necessário”, destacou edson franco, em coletiva de imprensa, realizada nesta quarta-feira, 3. a fenaprevi, em parceria com a confederação das seguradoras (cnseg) e a associação brasileira das entidades de previdência complementar (abrapp), defendem que a reforma da previdência ocorra em duas frentes simultâneas. de um lado, o ajuste na previdência atual em moldes semelhantes ao que já foi proposto no governo de michel temer e acabou não sendo aprovado, com estabelecimento de idade mínima para aposentadoria e desacumulação benefícios, e do outro um novo sistema voltado a novos trabalhadores, cujo estudo e cálculos estão sendo tocados pelo professor da fipe, hélio zylberstajn. segundo franco, o projeto do setor privado estará concluído até o final deste ano para ser entregue na sequência ao presidente eleito. “a novidade aqui é que defendemos também o encaminhamento de uma frente paralela, criando desde já uma nova previdência para novos trabalhadores nascidos a partir de 2005 de forma que o novo sistema esteja baseado em quatro pilares”, explicou o presidente da fenaprevi. o primeiro pilar, segundo ele, seria de renda básica ao idoso, natureza assistencial e não privada, financiada por impostos e não contribuições. já o segundo teria formato similar ao do inss, com objetivo de distribuição de renda com contribuição por parte do usuário e teto reduzido. “a ideia é que a somatória da renda dos dois pilares seja equivalente à renda média brasileira hoje, de r$ 2,2 mil e cobre cerca 80% da população, representando uma taxa de reposição de 100% da renda média do brasileiro”, disse franco. já o terceiro pilar, conforme o projeto de reforma da previdência proposto pela iniciativa privada, visa a atender as pessoas que ganham acima r$ 2,2 mil e tem como base um sistema de capitalização individual. aqui, segundo franco, uma das fontes de financiamento poderia ser o próprio fgts, sem criação de custo adicional para trabalhadores e empresas. apesar de concorrer com outras frentes como o financiamento imobiliário, por exemplo, o presidente da fenaprevi explicou que esse recurso é aportado pelas empresas como recurso em contas individualizadas e que o uso do fgts seria apenas para novos participantes. são, conforme ele, cerca de r$ 90 bilhões de orçamento anual do fundo. considerando que 10% das pessoas estão ingressando no mercado de trabalho são mais ou menos r$ 9 bilhões. “no novo sistema poderíamos usar os ingressos de novos entrantes para financiar um regime de capitalização. não estamos falando do estoque, mas do fluxo. não vamos propor uma migração, mas a possibilidade de aproveitar o recurso que já é aportado na conta individual dos trabalhadores para ser utilizado em favor da poupança previdenciária para uma aposentadoria futura”, exemplificou franco, acrescentando que no quarto pilar, que compreende a previdência suplementar, nada muda. fonte: aline bronzati, o estado de s.paulo
03/10/2018

Congresso destaca oportunidades de negócios e função social dos corretores de vida e previdência privada

 o primeiro congresso potencialize foi promovido ontem, 2, pela universidade corporativa da mongeral aegon, no rio de janeiro, para corretores de seguros de vida e previdência privada de todo o país. marcio batistuti, diretor regional da seguradora, reforçou a importância de os corretores atuarem com propósito e acreditarem na relevância de seu trabalho na corretagem de seguros de vida e previdência. “se o corretor acredita na importância desse produto para a vida da pessoa, a venda é totalmente diferente”, orienta o executivo, que acrescenta que essa venda cria valor e colabora para a construção de capital das famílias, que será utilizado no momento mais oportuno. “além de ajudar as famílias, estamos criando valor para a sociedade”. luis felipe maciel, diretor regional, frisa que o setor de seguros tem como característica a oferta de diversos benefícios para a sociedade. “trabalhamos em uma indústria que tem o privilégio de fazer o bem. ajudamos as famílias a se preparar para o momento do problema, seja ele a morte, doença, invalidez”, exemplifica. ainda sobre o retorno do mercado para a sociedade, o diretor regional ednei andrade mencionou que em setembro desse ano a mongeral aegon devolveu r$ 20 milhões em indenizações para mais de mil famílias. até o fim do ano, a previsão é de r$ 252 milhões, para mais de 19 mil famílias. oportunidades de negócios durante o potencialize, os executivos também mencionaram algumas oportunidades de vendas para os corretores de seguros de vida e previdência privada. luis felipe maciel destacou que o linkedin é um bom campo para prospectar clientes, pela rede de contatos primários e pelos contatos oriundos dessas relações, que podem, inclusive, pertencer a um mesmo segmento de atuação. marcio batistuti acrescenta que a seguradora está atenta a essas oportunidades na rede social e tem estudado maneiras para auxiliar os corretores nesse ambiente. “é um investimento que cada um pode fazer em seu negócio”. nesse sentido, ele frisa que a partir do momento que o corretor compreende a essência de seu trabalho, o que vier em termos de ferramentas tecnológicas não será uma ameaça para suas vendas, mas sim, aprimoramento. fonte: revista cobertura
03/10/2018

CNSeg enviou documento aos presidenciáveis às vésperas das eleições

  entidade elaborou estudo com propostas do setor, que representa 6,5% do pib do país e é responsável pela geração de 152 mil empregos diretos. rio - os candidatos à presidência já receberam um documento enviado pelo setor de seguros para demonstrar como o segmento é um dos mais aptos a acelerar o crescimento da economia. o estudo 'propostas do setor segurador brasileiro aos presidenciáveis' será apresentado na manhã desta quarta-feira, em uma coletiva concedida por marcio coriolano, presidente da confederação nacional das seguradoras (cnseg). a entrevista, que ocorrerá na sede da entidade, no centro do rio, também contará com a presença dos presidentes das federações. o segmento composto por 118 seguradoras é responsável pela geração de 152 mil empregos diretos e representa 6,5% do pib no país. no ano passado, pagou mais de r$ 277 bilhões em benefícios, indenizações, resgates e sorteios. para garantir os riscos que assume, o setor investe em ativos que ultrapassam r$ 1,2 trilhão, o equivalente a 25% da dívida pública. "o setor de seguros tem importante papel na economia e na sociedade. contribui significativamente para o desenvolvimento da infraestrutura, geração de emprego e renda, e para o acesso à saúde suplementar", argumenta coriolano. aliás, essa não foi a primeira vez que o setor entrou em contato com os presidenciáveis. no mês passado, a escola nacional de seguros também enviou um documento aos candidatos com um alerta sobre a situação dramática provocada pelos acidentes de trânsito no país, que causou mais de 41 mil mortes e outros 42 mil casos de invalidez permanente só no ano passado. a informação foi publicada pela coluna. fonte: o dia por herculano barreto filho
03/10/2018

Corretor entenda o novo conceito que pode fazer a diferença no mercado de seguros

 o mercado de seguros está se preparando para adotar, em breve, os princípios da “responsible insurance”, que significa, em linhas gerais, “entregar produtos apropriados de forma transparente, acessível, justa, responsiva e respeitosa para manter os consumidores informados e capazes de utilizar esses seguros efetivamente”, como definiu o consultor miguel solana, da impact insurance facility, a divisão da organização internacional do trabalho (oit) encarregada de desenvolver projetos de ampliação do acesso ao seguro como mecanismo de proteção social, que participou do workshop “responsible insurance da impact insurance facility”, realizado pela cnseg, em são paulo, sexta-feira passada (28). conquistando rapidamente adeptos em todo o mundo, esses princípios trazem soluções inovadoras principalmente em mercados emergentes e para empresas que ofereçam ou planejem ofertar microsseguros ou produtos massificados via varejo ou canais de afinidades. o evento de são paulo foi comandado por miguel solana e pelo gerente da cnseg, pedro henrique fernandes pinheiro, que observaram que o avanço desses princípios depende de premissas, dilemas e desafios, que terão de ser enfrentados pelo mercado. ambos ressaltaram, contudo, que a recompensa estará assegurada e fará diferença para quem oferecer uma linhagem de seguros responsáveis. para essas empresas, virão benefícios como mais renovação de contratos e propaganda boca a boca positiva para as compras dos seguros responsáveis. em contrapartida, empresas refratárias podem enfrentar clientes descontentes, impacto social baixo ou nulo. nesse contexto, será fundamental, portanto, disponibilizar coberturas que ampliem a satisfação do cliente, a confiança e o impacto social positivo do seguro. no workshop foram apresentados cases internacionais dos princípios da “responsible insurance”, reforçando a tese de que os produtos responsáveis agregam valor. além disso, foram citadas boas dicas para um modelo de negócio bem-sucedido, incluindo para o design do produto responsivo, que deve atender às necessidades prioritárias dos consumidores; oferecer benefícios considerados valiosos e acessíveis; ser rápido para ajudar consumidores em momentos de choque; ser econômico nas exclusões de riscos, ser de fácil compreensão, pouco burocrático e evitar impactos negativos por falhas do produto. no encontro também foi destacada a importância da educação financeira para a escolha razoável do seguro. nesse sentido, foi citado o exemplo da seguradora hollard insurance, da áfrica do sul, que após investir quase us$ 800 mil em ações de educação, viu sua emissão de apólices de seguro funeral crescer em 7% (250 mil contratos a mais) e a receita ter um acréscimo de us$ 2,3 milhões. já na bolívia, o foco na inovação e poucos riscos excluídos asseguraram forte expansão do microsseguro e de produtos massificados da seguradora nacional vida. outra experiência inovadora apresentada no evento foi o seguro de vida da seguradora iniser, da nicarágua. neste caso, a solução inovadora foi acoplar cupons de supermercados à indenização, atendendo a trabalhadoras informais preocupadas com o desvio de finalidade no uso do seguro de vida pelos parceiros. fonte: cqcs
03/10/2018

Bolsas da Europa fecham em alta com otimismo em relação a orçamento na Itália

 os mercados acionários da europa fecharam em alta o pregão desta quarta-feira (3) com bom humor diante da indicação do governo italiano de vai reduzir o déficit público após 2019. já em londres, a primeira-ministra theresa may pediu união de seus correligionários em torno das suas propostas para o brexit. o índice stoxx-600 encerrou o dia em alta de 0,50%, aos 383,84 pontos. as praças europeias reagiram com bom humor à informação de que o governo da itália reafirmou a pretensão de ter um déficit orçamentário de 2,4% do produto interno bruto (pib) em 2019, mas especialmente à indicação de que planeja reduzi-lo nos dois anos posteriores. "o número de 2,4% está confirmado em 2019. para 2020 e 2021, estamos pensando em redução da dívida e crescimento do pib", afirmou nesta quarta luigi di maio, vice-premiê do país. e acrescentou: "não vamos recuar". com isso, o índice ftse mib, de milão, registrou alta de 0,84%, aos 20.736,01 pontos, liderando os ganhos entre as bolsas europeias, com destaque para a alta no setor financeiro. as ações do intesa sanpaolo subiram 0,55%, enquanto as do banco bpm ganharam 2,13% e as do unicredit avançaram 0,72%. mesmo assim, as tensões entre o país e a união europeia (ue) permanecem à medida que autoridades trocam farpas. de um lado, o comissário econômico da união europeia, pierre moscovici, afirmou que os italianos "não são estúpidos" a ponto de desconhecerem as regras do pacto de estabilidade e crescimento. já matteo salvini, vice-premiê italiano, disse sobre o bloco comum que "se eles pararem de fazer insultos, estou calmo", além de sugerir que as pessoas pesquisassem em sites de busca "juncker sóbrio" e "juncker cambaleando por aí (bêbado)", em referência ao presidente da comissão europeia, jean-claude juncker. em solo britânico, investidores acompanharam a convenção do partido conservador, onde theresa may tentou reforçar o tom de união ao pedir que seus correligionários se juntem em torno de sua proposta para a saída do reino unido da ue, ao mesmo tempo em que membros do partido se mobilizam para pedir sua renúncia. em londres, o ftse 100 ganhou 0,48%, aos 7.510,28 pontos. já em paris, o cac 40 registrou alta de 0,43%, aos 5.491,40 pontos, ao passo que o ibex 35, de madri, subiu 0,60%, aos 9.361,10 pontos, e o psi 20, de lisboa, fechou com ganho de 0,04%, aos 5.294,32 pontos. agentes também acompanharam indicadores do continente. foi divulgado nesta quarta o índice de gerente de compras (pmi, na sigla em inglês) da zona do euro, que recuou de 54,5 em agosto para 54,1 em setembro, ante estimativas de uma queda um pouco menor (54,2), na leitura da ihs markit. o indicador é o composto, referente a serviços e indústria. já na alemanha, onde a bolsa de frankfurt não operou devido a um feriado local, o pmi recuou 55,6 para 55 no mesmo período de comparação, ante projeção de 55,3, e, no reino unido, de 54,3 para 53,9, pouco maior que a expectativa de 53,8, ambos na leitura da ihs markit. além disso, as vendas no varejo da zona do euro cederam 0,2% de julho para agosto, ante projeções de alta de 0,2%, informou a agência oficial de estatísticas da união europeia, a eurostat.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/650951-bolsas-da-europa-fecham-em-alta-com-otimismo-em-relacao-a-orcamento-na-italia.html
03/10/2018

Entrada de dólar supera saída em US$ 18,040 bilhões no ano até setembro, diz BC

 o fluxo cambial do ano até setembro ficou positivo em us$ 18,040 bilhões, informou nesta quarta-feira, o banco central. em igual período do ano passado, o resultado era positivo em us$ 6,679 bilhões. a saída pelo canal financeiro neste ano até setembro foi de us$ 19,003 bilhões. o resultado é fruto de aportes no valor de us$ 371,534 bilhões e de envios no total de us$ 390,537 bilhões. o segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações. no comércio exterior, o saldo anual acumulado até setembro ficou positivo em us$ 37,043 bilhões, com importações de us$ 131,179 bilhões e exportações de us$ 168,221 bilhões. nas exportações estão incluídos us$ 26,672 bilhões em adiantamento de contrato de câmbio (acc), us$ 51,216 bilhões em pagamento antecipado (pa) e us$ 90,333 bilhões em outras entradas. depois de encerrar agosto com saídas líquidas de us$ 4,250 bilhões, o país registrou fluxo cambial negativo de us$ 6,138 bilhões em setembro, informou o banco central. o canal financeiro apresentou saídas líquidas de us$ 6,734 bilhões no período. isso é resultado de aportes no valor de us$ 27,946 bilhões e de retiradas no total de us$ 34,680 bilhões. no comércio exterior, o saldo de setembro é positivo em us$ 596 milhões, com importações de us$ 16,303 bilhões e exportações de us$ 16,899 bilhões. nas exportações, estão incluídos us$ 2,125 bilhões em acc, us$ 6,867 bilhões em pa e us$ 7,807 bilhões em outras entradas. o fluxo cambial registrado na semana de 24 a 28 de setembro ficou negativo em us$ 2,735 bilhões, informou o banco central. o canal financeiro apresentou saída líquida de us$ 2,839 bilhões, resultado de aportes no valor de us$ 8,493 bilhões e de envios no total de us$ 11,332 bilhões. no comércio exterior, o saldo na semana passada ficou positivo em us$ 104 milhões, com importações de us$ 4,749 bilhões e exportações de us$ 4,853 bilhões. nas exportações, estão incluídos us$ 711 milhões em acc, us$ 1,467 bilhão em pa e us$ 2,675 bilhões em outras entradas.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/650947-entrada-de-dolar-supera-saida-em-us-18-040-bilhoes-no-ano-ate-setembro-diz-bc.html)

Mercado de seguros tem lucro de R$ 14,7 bilhões


08/02/2019
O mercado de seguros conseguiu obter um lucro de R$ 14,7 bilhões no ano passado, segundo dados da Susep avaliados pela consultoria Siscorp. Em 2017, o montante registrado era de R$ 13,3 bilhões.
A liderança do ranking é da Bradesco Seguros, com lucro de R$ 5,3 bilhões, uma participação de 29,6% no banco. Em segundo lugar está a BB Seguros, com ganho de R$ 2,5 bilhões.
A Caixa ficou no terceiro lugar, com um lucro de R$ 2 bilhões. O Itaú, que tinha a quarta colocação no ano passado, pulou para o sexto lugar, com R$ 811 milhões. Agora, quem ocupa o quarto lugar é a Zurich, com lucro de R$ 1,05 bilhão.

Fonte: Comunicação Sincor-SP

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