16/04/2018

Mercado baixa expectativa de inflação e de alta do PIB em 2018

  previsão dos analistas dos bancos para inflação deste ano caiu de 3,53% para 3,48%. para o pib, estimativa de alta passou de 2,80% para 2,76%. fonte: alexandro martello, g1, brasília os economistas do mercado financeiro reduziram sua estimativa para a inflação e para o crescimento do produto interno bruto (pib) em 2018. as previsões do mercado estão no relatório de mercado, também conhecido como "focus", feito com base em pesquisa realizada na semana passada pelo banco central com mais de 100 instituições financeiras. os números foram divulgados nesta segunda-feira (16). a previsão do mercado para a inflação em 2018 passou de 3,53% para 3,48% na semana passada. foi a décima primeira queda seguida no indicador. o percentual esperado pelos analistas continua abaixo da meta central que o banco central precisa perseguir para a inflação neste ano, que é de 4,5%. entretanto, está dentro do intervalo de tolerância previsto pelo sistema, que considera que a meta terá sido cumprida pelo bc se o índice de preços ao consumidor amplo (ipca) ficar entre 3% e 6%. a meta de inflação é fixada pelo conselho monetário nacional (cmn). para alcançá-la, o banco central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (selic). para 2019, o mercado financeiro baixou sua expectativa de inflação de 4,09% para 4,07%. a estimativa do mercado está em linha com a meta central do próximo ano, de 4,25%, e também dentro da banda do sistema de metas (entre 2,75% e 5,75%). pib e juros para o resultado do pib em 2018, os economistas dos bancos baixaram a previsão de crescimento de 2,80% para 2,76%. foi a terceira queda seguida do indicador. para o ano que vem, a expectativa do mercado para expansão da economia continua em 3%. o produto interno bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. em 2016, o pib teve uma retração de 3,5%. em 2017, cresceu 1% e encerrou a recessão no país. os analistas do mercado mantiveram em 6,25% ao ano sua previsão para a taxa básica de juros da economia, a selic, ao final de 2018. atualmente, a taxa está em 6,5% ao ano. a redução na expectativa do mercado veio após o próprio banco central ter indicado que pode continuar reduzindo a taxa básica de juros nos próximos meses. para o fim de 2019, a estimativa do mercado financeiro para a selic continuou em 8% ao ano. deste modo, os analistas seguem prevendo alta dos juros no ano que vem. câmbio, balança e investimentos na edição desta semana do relatório focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2018 ficou estável em r$ 3,30 por dólar. para o fechamento de 2019, permaneceu inalterada em 3,39 por dólar. a projeção do boletim focus para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2018, subiu de us$ 55 bilhões para us$ 55,8 bilhões de resultado positivo. para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit avançou de us$ 45,8 bilhões para us$ 48 bilhões. a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no brasil, em 2018, permaneceu em us$ 80 bilhões. para 2019, a estimativa dos analistas ficou estável em us$ 80 bilhões.
16/04/2018

Bovespa ronda a estabilidade em manhã de vencimento de opções

 a bovespa oscila entre leves altas e baixas desde a abertura, limitada pelo vencimento de opções sobre ações na manhã desta segunda-feira (16) na b3. às 10h35min, o principal índice da bolsa recuava 0,26%, aos 84.115,51 pontos, pouco depois do início dos negócios em wall street. por lá, os índices das bolsas de nova iorque se recuperam diante da avaliação de que o ataque com mísseis dos estados unidos à síria na noite de sexta-feira passada foi apenas um fato pontual, e não parte de um conflito mais amplo. fonte: estadão
16/04/2018

Balança comercial teve superávit de US$ 13,9 bilhões no 1º trimestre, mostra FGV

 o saldo da balança comercial ficou em us$ 13,9 bilhões no primeiro trimestre de 2018, resultado inferior ao superávit de us$ 14,4 bilhões registrado no mesmo período de 2017. os dados são do indicador do comércio exterior (icomex), divulgado nesta segunda-feira (16) pela fundação getulio vargas (fgv). em termos de valor, as exportações diminuíram o ritmo de crescimento passando de um avanço de 24,3% no primeiro trimestre de 2017 para alta de 7,8% no primeiro trimestre de 2018. já as importações mantiveram a taxa de crescimento de aproximadamente 12%. no primeiro trimestre deste ano, a china foi o principal destino das exportações brasileiras, recebendo 23,2% do total exportado. o país respondeu ainda por 19,8% das importações brasileira, atrás da união europeia, com uma fatia de 20,7%. o icomex tem como objetivo contribuir para a avaliação do nível de atividade econômica do país, por meio da análise mais aprofundada dos resultados das importações e exportações. "a análise dos indicadores de comércio no primeiro trimestre mostra que o ritmo de crescimento das exportações em termos de volume é menor do que em 2017 com melhor desempenho para o grupo de não commodities. nas importações há sinais de que a desvalorização da taxa de câmbio efetiva real está atenuando o crescimento das importações em uma fase de lenta recuperação do nível de atividade", avaliou lia valls, pesquisadora do instituto brasileiro de economia da fgv (ibre/fgv), em nota oficial. os preços de exportações passaram de um crescimento de 18,6% no primeiro trimestre do ano passado para alta de 12,3% no primeiro trimestre deste ano. o volume exportado saiu de um avanço de 7,4% para uma queda de 4,2% no mesmo período. nas importações, os preços saíram de aumento de 2,9% no primeiro trimestre de 2017 para crescimento de 14,3% no mesmo trimestre de 2018. o volume importado, porém, passou de uma elevação de 9,8% para uma queda de 1,0% no período. segundo a fgv, os dados mostram um comércio menos dinâmico no primeiro trimestre de 2018 em comparação com 2017. fonte: estadão
16/04/2018

Caixa reduz para 9% ao ano taxa de juros do crédito imobiliário

 a caixa econômica federal anunciou nesta segunda-feira (16) redução das taxas de juros do crédito imobiliário e aumento do percentual do valor do imóvel financiado. as taxas mínimas passaram de 10,25% ao ano para 9% ao ano, no caso de imóveis do sistema financeiro de habitação (sfh), e de 11,25% ao ano para 10% ao ano para imóveis enquadrados no sistema de financiamento imobiliário (sfi). as taxas máximas caíram de 11% para 10,25%, no caso do sfh, e de 12,25% 11,25%, no sfi. segundo o presidente da caixa, nelson antônio de souza, a redução das taxas de juros facilita o acesso à casa própria e estimula o mercado imobiliário. "o objetivo da redução é oferecer melhores condições para os nossos clientes, além de contribuir para o aquecimento do mercado imobiliário e suas cadeias produtivas", destacou, em nota. a última redução de juros feita pela caixa ocorreu em novembro de 2016, quando as taxas mínimas passaram de 11,22% para 9,75% ao ano para imóveis financiados pelo sfh, e de 12,5% para 10,75% ao ano para imóveis do sfi. o banco aumentou novamente o limite de cota de financiamento do imóvel usado, de 50% para 70%. em setembro do ano passado, a caixa tinha reduzido para 50% do valor do imóvel o limite máximo de financiamento. a caixa também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%. os prazos para permanecem entre 156 para 420 meses no caso do sfh e 120 a 420 meses, no sfi. a caixa, que lidera o mercado com cerca de 70% das operações, possui r$ 82,1 bilhões para o crédito habitacional em 2018. estão enquadrados no sfh imóveis residenciais de até r$ 800 mil para todo país, exceto para rio de janeiro, são paulo, minas gerais e distrito federal, onde o limite é de r$ 950 mil. os imóveis residenciais acima dos limites do sfh são enquadrados no sfi. essas alterações passam a valer a partir de hoje.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/622246-caixa-reduz-para-9-ao-ano-taxa-de-juros-do-credito-imobiliario.html)  
16/04/2018

Taxas futuras de juros recuam com dólar após IBC-Br

 os juros futuros operam em baixa, sintonizados ao desempenho do dólar ante o real. o avanço do índice de atividade do banco central (ibc-br) abaixo da mediana das projeções contribui para o ajuste. o ibc-br - prévia informal do pib - subiu 0,09% em fevereiro ante janeiro, com ajuste, ficando levemente abaixo da mediana das estimativas colhidas pelo projeções broadcast (0,10%), mas dentro do intervalo previsto (-0,40% a 0,50%). o exterior mais tranquilo também decorre da percepção de que pode não ocorrer uma escalada nas tensões entre estados unidos e rússia, após eua, frança e reino unido terem atacado a síria na sexta-feira (13) à noite. segundo um profissional de renda fixa, o mercado não gostou da pesquisa datafolha, mas minimiza o resultado, até porque na sexta-feira já embutia cautela nas taxas antes da pesquisa. a sondagem datafolha traçou nove cenários na corrida presidencial. lula aparece em três deles e oscila entre 30% e 31%, na liderança, à frente do deputado jair bolsonaro (psl), que varia entre 15% e 16%, e marina silva (rede), com 10%. houve, no entanto, uma enfraquecida no resultado. em janeiro, a mostra indicava que lula tinha 37% da preferência dos pesquisados, e agora está em 31% no cenário mais favorável entre nove pesquisados. a maior transferência de votos de lula é para votos brancos e nulos, mostra o datafolha. o ganho de outros candidatos existe, mas é residual. às 9h46min, o di para janeiro de 2019 caía para 6,210%, na mínima, de 6,224% no ajuste de sexta-feira. o di para janeiro de 2020 estava em 6,910%, de 6,93% no ajuste anterior. o vencimento para janeiro de 2021 caía a 7,98%, na mínima, de 8,01%, enquanto o di para janeiro de 2023 exibia 9,15%, na mínima, de 9,19%. no câmbio, o dólar à vista recuava 0,47%, aos r$ 3,4103. o dólar futuro para maio caía 0,39%, aos r$ 3,4140. o ministro da fazenda, eduardo guardia, confirmou no período da manhã desta segunda-feira a indicação de mansueto almeida para o cargo de secretário do tesouro nacional. no relatório de mercado focus, a mediana para o índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca) este ano caiu de 3,53% para 3,48%. já a projeção para o índice em 2019 caiu de 4,09% para 4,07%. quatro semanas atrás, estava em 4,20%. nesta segunda-feira, também foi divulgado que índice geral de preços - 10 (igp-10) avançou 0,56% em abril, após o aumento de 0,45% registrado em março. na seara política, manifestantes da frente povo sem medo, da qual faz parte o movimento dos trabalhadores sem teto (mtst), ocuparam na manhã desta segunda-feira o tríplex do guarujá, que motivou a prisão do ex-presidente luiz inácio lula da silva. o grupo estendeu faixas dizendo "se é do lula, é nosso", "se não é, por que prendeu" e "povo sem medo". a ocupação do tríplex pelos manifestantes foi anunciada nas redes sociais do líder do mtst e pré-candidato do psol à presidência da república, guilherme boulos. "mtst e a povo sem medo acabam de ocupar o tríplex do guarujá, atribuído a lula por moro. se é do lula, o povo poderá ficar. se não é, por que então ele está preso", disse boulos.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/622241-taxas-futuras-de-juros-recuam-com-dolar-apos-ibc-br.html)
16/04/2018

Mercado reduz projeção do crescimento da economia para 2,76%

 o mercado financeiro reduziu a projeção para o crescimento da economia este ano. de acordo com a pesquisa do banco central (bc) junto a instituições financeiras, a estimativa para a expansão do produto interno bruto (pib) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - caiu pela terceira semana consecutiva. desta vez, a projeção passou de 2,80% para 2,76%. há quatro semanas, a estimativa estava em 2,83%. para 2019, a expectativa permanece em 3% há 11 semanas seguidas. os dados constam do boletim focus, divulgado semanalmente pelo banco central às segundas-feiras. o mercado financeiro também tem alterado a projeção para a inflação este ano. a estimativa para o índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca - a inflação oficial do país) passou de 3,53% para 3,48% na décima primeira redução consecutiva. estimativa da inflação é ajustada para 4,07% a projeção segue abaixo do centro da meta de 4,5%, mas acima do limite inferior de 3%. para 2019, a estimativa para a inflação foi ajustada de 4,09% para 4,07%, abaixo do centro da meta (4,25%). para alcançar a meta, o bc usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a selic, atualmente em 6,5% ao ano. quando o copom aumenta a selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. quando o copom diminui os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. de acordo com a previsão do mercado financeiro, a selic encerrará 2018 em 6,25% ao ano e subirá ao longo de 2019, encerrando o período em 8% ao ano.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/622240-mercado-reduz-projecao-do-crescimento-da-economia-para-2-76.html)
10/04/2018

CVM assina acordo para troca de informações em fiscalização de previdência privada

 a governança do acordo será exercida por comissão integrada por até cinco representantes de cada instituição fonte: infomoney cvm assina acordo para troca de informações em fiscalização de previdência privada - infomoney veja mais em: http://www.infomoney.com.br/onde-investir/previdencia/noticia/7329944/cvm-assina-acordo-para-troca-informacoes-fiscalizacao-previdencia-privada
10/04/2018

Tendências e produtos do mercado de seguros

  assuntos foram destaque do seguro sem mistério do último final de semana fonte: jrs o programa seguro sem mistério do último final de semana destacou encontro realizado no sindicato das seguradoras do rio grande do sul (sindseg/rs), sobre o futuro do seguro de automóveis. com público recorde, o workshop foi apresentado pelos palestrantes giovani menger e edson de oliveira, da hdi seguros, e sérgio machado, executivo principal da bl car. tendências como o car sharing e veículos autônomos devem enfrentar obstáculos para dominarem as rodovias do brasil, na visão dos painelistas. a atração ainda entrevistou sandro pinto de moraes, diretor territorial da mapfre seguros no rio grande do sul e parte de santa catarina, além de ivan marcos dos santos, gerente territorial de seguros gerais da companhia. ambos participaram da última etapa da ação verão super seguro, realizada pelo jrs no litoral gaúcho. o programa é apresentado sempre aos domingos, a partir das 11h30min, no canal bahtv! a emissora está disponível para os assinantes da net no rio grande do sul, nos canais 526 e 26. em porto alegre, o sinal está disponível nos canais 520 e 20. consulte o guia de programação.
10/04/2018

A Herança e o Seguro de Pessoas

 fonte: portal nacional de seguros por  dilmo bantim os seguros de pessoas, em especial o de vida e o de acidentes pessoais, além de servirem ao seu objetivo principal como apoio financeiro às pessoas e famílias, também podem ser contratados para suprir as despesas que se impõe nos processos de herança. como todos sabemos, por ocasião do falecimento de uma pessoa que deixa valores e bens, deverá ser realizada a partilha da herança. assim, o patrimônio da pessoa falecida passa a compor seu espólio, o qual será distribuído entre os herdeiros por meio do inventário. e isto pode ter um custo alto … especialistas estimam que valores gastos com processos que envolvem o inventário podem variar até 20% do montante do espólio. esses gastos abrangem itens como taxas processuais, imposto sobre transmissão causa mortis e doação (itcmd), emolumentos e honorários advocatícios. muitas vezes, por não haver disponibilidade financeira para cobrir os gastos ligados ao processo de herança, dívidas e multas são geradas, as quais poderiam ser evitadas com a ajuda de uma apólice de seguro. sempre é importante destacar que os seguros de pessoas, incluindo-se os tradicionais seguros de vida e de acidentes pessoais, não são enquadráveis como herança e não entram no inventário. assim, é importante que no caso de se precisar garantir o custeio das despesas com o acesso à herança, que os herdeiros sejam indicados como beneficiários desses tipos de seguro. legalmente falando, o art. 794 do código civil determina que no seguro de vida ou acidentes pessoais que contenha a garantia de morte, o capital segurado pago através da indenização não está sujeito às dívidas do segurado nem é considerado herança. de fato, trata-se de um apoio monetário pago em curto prazo e de liquidez integral. além do que, a contratação de uma apólice de seguro de vida é bastante simples, com um procedimento de indenização de pouca burocracia e pagamento rápido, o qual é executado em até 30 dias a partir da entrega da documentação completa solicitada pela seguradora. apesar de sempre necessários, é em períodos de maior necessidade financeira que os contratos de seguro são mais relevantes e, sua utilização de forma adequada, tem o poder de facilitar o atingimento de objetivos especificos, como o caso aqui tratado, garantindo tranquilidade econômica e social. dilmo bantim moreira presidente do conselho consultivo do cvg/sp, diretor de relacionamento com o segmento de pessoas da ansp, administrador pós-graduado em gestão de seguros e previdência privada, atuário, membro da comissão técnica de produtos de risco da fenaprevi e de seguro habitacional da fenseg, docente em seguros de pessoas, previdência complementar, saúde, capitalização, atendimento ao público e colunista em mídias de seguros.

Mercado de seguros tem lucro de R$ 14,7 bilhões


08/02/2019
O mercado de seguros conseguiu obter um lucro de R$ 14,7 bilhões no ano passado, segundo dados da Susep avaliados pela consultoria Siscorp. Em 2017, o montante registrado era de R$ 13,3 bilhões.
A liderança do ranking é da Bradesco Seguros, com lucro de R$ 5,3 bilhões, uma participação de 29,6% no banco. Em segundo lugar está a BB Seguros, com ganho de R$ 2,5 bilhões.
A Caixa ficou no terceiro lugar, com um lucro de R$ 2 bilhões. O Itaú, que tinha a quarta colocação no ano passado, pulou para o sexto lugar, com R$ 811 milhões. Agora, quem ocupa o quarto lugar é a Zurich, com lucro de R$ 1,05 bilhão.

Fonte: Comunicação Sincor-SP

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