30/04/2018

Valor publica especial sobre Longevidade

 o valor econômico publica o especial longevidade nesta quinta-feira. conta que em 2030, o número de brasileiros idosos deve chegar a 41,5 milhões, maior do que o de crianças e adolescentes, que deve ficar em 39,2 milhões, segundo projeção do ibge. essa inversão da pirâmide demográfica tende a causar profundos impactos na estrutura social e econômica do país, criando um cenário que desafia governo, empresas e cidadãos. traz matérias que mostram como o mercado segurador tem criado estratégias e produtos para atender a essa nova onda da sociedade mundial. entre elas, uma traz a discussão sobre a reacomodação do sistema de previdência. outra aborda a urgente necessidade da reforma da previdência e uma terceira destaca a estratégia das operadoras de saúde passou a ser cuidar do cliente e não apenas administrar recursos de pagamento de atendimento. leia mais no link: http://www.valor.com.br/especiais/suplemento?tid=185157&date=20180426 fonte: sonho seguro
30/04/2018

Susep divulga seu Plano de Regulação 2018

 documento contempla sugestões da cnseg entre os 46 temas abordados. a susep publicou em 13 de abril a deliberação 206 que aprova o plano de regulação da superintendência para o exercício de 2018. o plano contempla, inclusive, alguns temas não finalizados, constantes no plano de regulação de 2017 (deliberação susep 199.2017), revogado. a portaria susep 7.108, de 20 de abril de 2018, que constitui grupo de trabalho para estudar e propor a revisão da atual regulamentação sobre os prazos para “guarda de documentos” e armazenamento de dados dos mercados supervisionados pela susep, é uma das inúmeras ações da autarquia, para cumprimento do plano de regulação de 2018. uma das propostas sugeridas pela cnseg, e acatadas pelo regulador, foi intensificar os estudos para implementar novo marco legal do “microsseguro”. algumas agendas são dedicadas aos consumidores, como por exemplo, “princípios e política institucional dos mercados supervisionados”, que visa dispor a respeito dos princípios e da política institucional que as instituições autorizadas pela susep a operar no mercado deverão adotar, criar e implementar em sua rotina de relacionamento com clientes e usuário de produtos e de serviços de seguro, previdência complementar, capitalização e resseguro. por fim, vale mencionar que alguns temas já foram concluídos, um exemplo é o “auditor contábil independente”, que visa garantir a atuação efetiva das empresas de auditoria como auxiliares da supervisão, através da dispensa do rodízio das empresas, determinando somente o rodízio da equipe técnica, restando apenas a alteração na resolução cnsp 321/2015. clique para conferir a descrição dos 46 temas do plano de regulação: http://cnseg.org.br/data/files/88/86/f6/a3/c6ef2610b0baec26f98aa8a8/delibera__o%20206-2018%20e%20plano%20de%20regula__o%202018_sei_15414.632896_2017_52.pdf fonte: cnseg
30/04/2018

Ministério da Fazenda descarta privatização do seguro de acidente de trabalho

 a privatização do seguro de acidente de trabalho que vinha sendo discutida há mais de um ano pela equipe de michel temer foi descartada pelo ministério da fazenda, segundo fontes próximas das negociações. “a princípio o tema interessou ao governo porque reduziria uma despesa importante do governo, ainda mais num momento em que se debate que o orçamento para 2019 não tem como cumprir a regra de ouro, que estabelece que o governo não pode se endividar para financiar despesas correntes”, comentou a fonte que pediu anonimato. no entanto, o custo de transferência do seguro de acidente do trabalho não compensaria neste momento de final de governo, acrescentou. até 1967, o sistema funcionava com seguradoras privadas e com o estado. esse tema está em pauta desde o governo de fernando henrique cardoso. em 1996 chegou a ser enviado para o senado, onde foi engavetado. trata-se de uma obrigação contributiva patronal paga pelas empresas e administrada pelo inss. segundo a iniciativa privada, a ideia de privatizar o seguro era ter as seguradoras como gestoras de riscos, com campanhas de prevenção junta às empresas, com alíquotas reduzidas para as empresas que cumprirem normas de segurança criteriosas e penalidades para aquelas que se mostrarem omissas no cuidado com o bem-estar do trabalhador. hoje, segundo se comenta no setor de seguros, o governo não tem como fiscalizar de forma eficaz o que é feito pelas empresas para prevenir acidentes no dia a dia. dados do observatório digital de saúde e segurança e do trabalho, do ministério público do trabalho e pela organização internacional do trabalho, contabilizam de 2012 a 2017 3,9 milhões de comunicados de acidentes, ou 646,6 mil por ano. em 2012 fora o estudo revela ainda que nos últimos seis anos foram gastos r$ 26,2 bilhões com benefícios acidentários, entre eles auxílio-doença, aposentadoria por invalidez e pensão por morte. essas estatísticas fazem do brasil o quarto país com maior índice de acidentes de trabalho no mundo, superado por china, índia e indonésia, de acordo com a oit. fonte: sonho seguro
30/04/2018

Dívida pública sobe 1,51% e fecha março em R$ 3,6 trilhões

 a dívida pública federal (dpf) – que inclui o endividamento interno e externo do brasil – teve aumento de 1,51%, passando de r$ 3,582 trilhões trilhões em fevereiro para r$ 3,636 trilhões em março, de acordo com o relatório mensal da dívida pública federal, divulgado pela secretaria do tesouro nacional, do ministério da fazenda. esse aumento da dívida, de acordo com o tesouro, ocorreu por conta da emissão líquida de títulos, no valor de r$ 23,95 bilhões, e à apropriação positiva de juros, no valor de r$ 30,23 bilhões. dinheiro a dívida pública mobiliária federal interna (dpmfi) – que é a parte da dívida pública que pode ser paga em reais – teve o estoque ampliado em 1,47%, ao passar de r$ 3,456 trilhões para r$ 3,507 trilhões, devido à emissão líquida, no valor de r$ 24,11 bilhões, e pela apropriação positiva de juros, no valor de r$ 26,76 bilhões. o estoque da dívida pública federal externa (dpfe), captada do mercado internacional, teve aumento de 2,64% sobre o estoque apurado em fevereiro, encerrando o mês de março em r$ 128,91 bilhões (us$ 38,78 bilhões), sendo r$ 115,89 bilhões (us$ 34,87 bilhões) referentes à dívida mobiliária e r$ 13,02 bilhões (us$ 3,92 bilhões), à dívida contratual. de acordo com o plano anual de financiamento (paf), a dívida pública poderá fechar este ano entre r$ 3,78 trilhões e r$ 3,98 trilhões. variação do endividamento a variação do endividamento do tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (tesouro direto) ou pela emissão direta. além disso, pode ocorrer assinatura de contratos de empréstimo para o tesouro, tomado de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos. em março, os maiores detentores da dívida pública eram fundos de investimento, com 29,21% da dívida. os fundos de previdência ficaram em segundo lugar, com uma participação relativa de 22,80%. o grupo previdência apresentou variação negativa em seu estoque, passando de r$ 844,44 bilhões para r$ 799,66 bilhões, de fevereiro para março. em seguida, aparecem as instituições financeiras com 22,39%, grupo que elevou o estoque em r$ 26 bilhões, chegando a r$ 785,23 bilhões. os investidores estrangeiros concentraram 11,84% da dívida; o governo, 4,38%; as seguradoras, 3,85% e outros, 5,53%. por mariana tokarnia – repórter da agência brasil edição: talita cavalcante
30/04/2018

Prazo de adesão ao Programa de Regularização Tributária Rural é adiado

 o prazo de adesão ao programa de regularização tributária rural (prr) foi adiado para 30 de maio próximo. na última sexta-feira (27), a receita federal alertou que o prazo terminaria hoje (30). mas a edição desta segunda-feira do diário oficial da união traz uma medida provisória, assinada pelo presidente michel temer - que aumenta o prazo em 30 dias. a adesão ao programa deverá ser feita na unidade de atendimento da receita federal do domicílio tributário do devedor, sem a obrigatoriedade de agendamento do serviço, informou o órgão. o contribuinte que já aderiu ou que aderir ao programa, além da redução de 100% dos juros, já prevista, terá também reduções de 100% sobre as multas de mora e de ofício. no caso de pessoa jurídica, poderá utilizar créditos de prejuízos fiscais ou de bases de cálculo negativas da contribuição social sobre o lucro líquido (csll) para quitação de parte da dívida. esses benefícios não se aplicam aos 2,5% da dívida correspondentes à entrada, disse a receita. o programa de regularização tributária foi instituído pela lei nº 13.606, de 9 de janeiro de 2018, e permite que as dívidas dos produtores rurais com a fazenda nacional, vencidas até 30 de agosto de 2017, sejam renegociadas em condições especiais, ou seja, mediante o pagamento, sem reduções, de 2,5% da dívida consolidada, em duas parcelas, vencíveis em abril e maio de 2018, e o restante da dívida com redução de 100% dos juros de mora e das multas de mora, observado o seguinte: 1 - se o optante for produtor rural, pessoa física ou jurídica, o restante da dívida será parcelado em 176 meses, e o valor da parcela corresponderá a 0,8% da média mensal da receita bruta proveniente da comercialização da produção rural do ano imediatamente anterior ao do vencimento da parcela. a prestação mínima é de r$ 100; 2 - se o optante for adquirente de produção rural de pessoa física ou cooperativa, o restante da dívida será parcelado em 176 meses, e o valor da parcela corresponderá a 0,3% da média mensal da receita bruta proveniente da comercialização do ano imediatamente anterior ao do vencimento da parcela. a prestação mínima é de r$ 1.000,00.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624779-prazo-de-adesao-ao-programa-de-regularizacao-tributaria-rural-e-adiado.html)
30/04/2018

Dólar opera em alta de 0,23% sob influência do exterior

 o dólar iniciou o dia em alta e assim vem se mantendo nesta primeira hora de negociação dos mercados à vista e futuro. a valorização acontece sob influência do cenário internacional, onde a segunda-feira é de fortalecimento generalizado da moeda americana. o último dia de abril tem como destaque a formação da ptax do mês, que será referência para liquidação de contratos futuros de câmbio. um dos principais indicadores esperados para o dia, o índice de preços de gastos com consumo (pce, na sigla em inglês) dos estados unidos avançou 2,0% na comparação anual e ficou estável ante o mês anterior em março, informou o departamento do comércio. o pce é a medida de inflação preferida do federal reserve (fed, o banco central americano), que tem meta de inflação de 2% ao ano. às 9h51min, o dólar à vista era negociado a r$ 3,4707, em alta de 0,23%. no mercado futuro, a divisa subia 0,38% no vencimento de maio, cotada a r$ 3,4700. o dollar index, que mede a variação do dólar ante uma cesta de moedas fortes, tinha alta de 0,32%.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624776-dolar-opera-em-alta-de-0-23-sob-influencia-do-exterior.html)
30/04/2018

Taxas de juros têm viés de alta em linha com dólar

 os juros futuros rondam a estabilidade nesta manhã de segunda-feira (30) mas o viés de alta, em sintonia com o avanço do dólar ante o real e a maioria das moedas, em semana de decisão do federal reserve (fed, banco central dos eua) sobre juros e relatório de emprego nos estados unidos. na sexta-feira (27), os juros futuros fecharam em queda, acompanhando o recuo do dólar ante o real, após dias tensos em que os juros dos treasuries de 10 anos romperam os 3% e o dólar à vista chegou a bater a cotação de r$ 3,51 no intraday na última quarta-feira, em meio à percepção de que o fed poderá acelerar o ritmo de alta de juros. essa percepção, no entanto, não alterou a perspectiva de mais um corte de juros no brasil. a curva de juros precificava no fim da tarde de sexta-feira, 74% de chance de redução da selic de 6,50% para 5,25% em maio, de 26% de possibilidade de manutenção da taxa, segundo cálculos da quantitas asset. às 9h11min, o di para janeiro de 2019 subia a 6,215%, na máxima, de 6,214% no ajuste anterior. o di para janeiro de 2020 estava em 6,92%, na máxima, de 6,91% no ajuste de sexta-feira. o vencimento para janeiro de 2021 marcava 7,91%, na máxima, de 7,90%, enquanto o di para janeiro de 2023 exibia 9,13%, de 9,11% no ajuste de sexta-feira.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624775-taxas-de-juros-tem-vies-de-alta-em-linha-com-dolar.html)
30/04/2018

Ibovespa deve abrir em alta, seguindo o ritmo do exterior

 nessa ponte de feriado, a bolsa abre o pregão com volume de negócios reduzidos. na avaliação de luiz mariano de rosa, sócio da improve investimentos, há indicativos de melhora para o ibovespa desde a semana passada e há a possibilidade de iniciar a sessão valorizando como indicava o índice futuro que, às 9h26min, exibia leve alta de 0,17%, aos 87.150 pontos. no entanto, ressalta, se o dólar seguir fortalecido frente ao real - às 9h23min a divisa dos estados unidos subia 0,26% cotada a r$ 3,4717 -, é a bolsa quem vai ceder. "não há força no mercado acionário para firmar alta e hoje, com pouco volume, mais ainda", disse. na cena interna, hoje a b3 promove evento que marca o início de negociação das ações do banco inter (bidi4). as ações serão negociadas no segmento nível 1 da bolsa. em um primeiro momento, após a divulgação do anúncio de início das negociações, as ações serão bloqueadas até a homologação do aumento de capital social do banco decorrente da oferta primária pelo banco central. por ora, são negociados apenas units (depósito de ações), que aglutina quatro ações preferenciais. agora pela manhã, o banco central apresenta o resultado primário do setor público consolidado, que traz as contas do governo central, estados, municípios e suas respectivas estatais. de acordo com o projeções broadcast, a expectativa é de déficit entre r$ 28,445 bilhões e r$ 22 bilhões. sem outros indicadores relevantes ou balanços a serem divulgados internamente hoje, as decisões dos investidores devem ser pautadas pelo movimento dos ativos e a agenda externa. nos estados unidos, o departamento do comércio apresenta os gastos de consumo e da inflação (pce) referente à março. de acordo com relatório da lca, o núcleo da inflação deverá se acelerar em termos interanuais, por conta de uma base de comparação deprimida. na margem, a variação deverá se manter em 0,2%. também, há pouco, os índices futuros no mercado americano subiam levemente. as commodities também pesam sobre as ações das empresas brasileiras correlatas, uma vez que as cotações dos contratos futuros de petróleo apontam para baixo assim como o recuo do preço do minério de ferro nos portos chineses.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/624774-ibovespa-deve-abrir-em-alta-seguindo-o-ritmo-do-exterior.html)  
27/04/2018

Seguro empresarial deve ser encarado como investimento

 “é preciso entender melhor os princípios do mercado de seguros, para então entendermos a importância do contrato que, antes de tudo, é um contrato de boa fé”, afirmou o deputado federal e presidente do sincor-go, lucas vergilio, ao dar início à quinta etapa do goiás mais seguro, em catalão, na manhã desta terça-feira (24). o evento, que desta vez foi realizado no auditório da associação comercial, industrial e serviços (acic/cdl), tem como objetivo difundir a cultura do seguro no estado de goiás. lucas vergilio falou a respeito da importância das apólices de seguro para empresas. o deputado expôs dados que comprovam que empresas que vivenciaram grandes sinistros encerraram suas atividades nos seis meses posteriores ao fato. “isso acontece justamente por não terem planejado de forma responsável e consciente a possibilidade de um grande risco”, explicou. segundo ele, é preciso analisar as ameaças que possíveis sinistros podem causar, como danos materiais e à imagem da marca e parada de produção. “a contratação de seguro empresarial deve ser pensada no planejamento estratégico de qualquer instituição, além de ser encarada como um investimento para a proteção e continuidade do negócio”, explicou. o presidente do sincor-go falou sobre o projeto que ele propôs na câmara (plp 1/15) que trata da obrigatoriedade da contratação de seguros por promotores e organizadores de eventos artísticos, culturais e esportivos. “nós tomamos como exemplo o ocorrido na boate kiss, em santa maria – rs, em que um incêndio matou 242 pessoas. até hoje nenhum familiar foi sequer indenizado. nós vamos vincular o alvará de funcionamento desses estabelecimentos a um seguro de incêndio e de responsabilidade civil. dessa forma, o estabelecimento comercial vai estar apto a receber as pessoas, porque para se ter o alvará será preciso ter a apólice de seguro. e para tanto, é necessária uma vistoria que só será favorável se o local tiver condições técnicas de funcionamento.” o deputado federal finalizou falando sobre o cenário atual. na economia, ele explicou que vivemos um momento de queda de juros, controle da inflação e retomada do crescimento. na política, a situação é conturbada e instável, o que é muito ruim para o empresário. no meio social, enfrentamos o desemprego, a violência e o caos na saúde pública. “o seguro é, justamente, a ferramenta que temos para nos blindar desses riscos e aproveitar as oportunidades.” lucas lembrou que a participação do mercado de seguros continua aquém do potencial de sua economia. “o mercado representa 6% do pib brasileiro. nos países desenvolvidos, essa fatia alcança a casa dos dois dígitos”, comparou. seguindo a programação, a analista comportamental, profissional e self coach raquel nuevo proferiu palestra sobre motivação pessoal. “nós não somos vítima das situações que acontecem em nossa vida. temos responsabilidade em tudo que nos afeta, nem que seja quando escolhemos não reagir àquilo que nos faz mal”, afirmou. a profissional explicou que nós não precisamos ser reféns de tudo que passamos. é preciso cultivarmos em nossa mente pensamentos positivos, para que possamos ver mudanças em nosso dia a dia. o diretor territorial de catalão, mário de pádua castro, agradeceu a presença dos que estiveram presentes no evento. “é importantíssimo a realização de eventos que mobilizam a sociedade para refletir sobre o mercado de seguros, que representa um verdadeiro alicerce para a economia. catalão certamente ganha muito com mais esse evento promovido pelo sincor-go”, destacou. munir stefanes hammoud, gerente do sicredi, ressaltou a importância de eventos como o goiás mais seguros. “nós tivemos noção real sobre a importância do seguro, seja dentro de uma empresa, ou de uma residência. através do seguro, conseguimos proteger nosso patrimônio e por consequência ter uma vida mais digna”. o executivo ressaltou o excelente resultado das palestras e o alto nível dos palestrantes. fonte: fenacor

Mercado de seguros tem lucro de R$ 14,7 bilhões


08/02/2019
O mercado de seguros conseguiu obter um lucro de R$ 14,7 bilhões no ano passado, segundo dados da Susep avaliados pela consultoria Siscorp. Em 2017, o montante registrado era de R$ 13,3 bilhões.
A liderança do ranking é da Bradesco Seguros, com lucro de R$ 5,3 bilhões, uma participação de 29,6% no banco. Em segundo lugar está a BB Seguros, com ganho de R$ 2,5 bilhões.
A Caixa ficou no terceiro lugar, com um lucro de R$ 2 bilhões. O Itaú, que tinha a quarta colocação no ano passado, pulou para o sexto lugar, com R$ 811 milhões. Agora, quem ocupa o quarto lugar é a Zurich, com lucro de R$ 1,05 bilhão.

Fonte: Comunicação Sincor-SP

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