25/04/2018

Corretores de seguros aprovam prestação de contas do Sincor-SP

 com 115 votos a favor, os corretores de seguros aprovaram a prestação de contas do exercício de 2017 do sincor-sp, durante assembleia geral ordinária, realizada na sede da entidade no dia 23 de abril, conforme edital publicado no jornal o estado de são paulo do dia 12. na ocasião, foi apresentado o relatório de administração e prestação de contas – exercício 2017, que apresentou os balanços, as entregas da gestão, notas explicativas, além dos comparativos do ano. “produzimos este relatório para mostrar detalhadamente aos associados o que é feito com o investimento que eles depositam no sincor-sp”, declara o presidente, alexandre camillo. o documento está disponível para os associados no portal da transparência. a mesa diretiva foi presidida pelo corretor de seguros manuel dantas matos e contou com a presença de eduardo pileggi (conselho fiscal), braz romildo fernandes (diretor da regional são paulo centro), marco damiani (1º tesoureiro) e alexandre camillo (presidente). fonte: comunicação sincor-sp
25/04/2018

Como os milionários planejam a sucessão patrimonial para pagar menos impostos

 estratégia envolve uma série de ferramentas, desde a constituição de holdings familiares à contratação de seguros de vida como os milionários planejam a sucessão patrimonial para pagar menos impostos – infomoney   veja mais em: http://www.infomoney.com.br/conteudo-patrocinado/noticia/7390150/como-milionarios-planejam-sucessao-patrimonial-para-pagar-menos-impostos
25/04/2018

CVG/RS organiza Feijoada de Integração do Mercado no Dia Continental do Seguro

  segunda edição da iniciativa acontece no dia 19 de maio, no grêmio náutico gaúcho o dia continental do seguro foi criado para ressaltar a importância social e econômica do ramo, além de promover confraternização entre os profissionais de seguros das américas. a data, comemorada no dia 14 de maio, ganha comemoração especial em porto alegre (rs). o clube de seguros de vida e benefícios do rio grande do sul (cvg/rs) organiza pelo segundo ano consecutivo a feijoada de integração do mercado, no grêmio náutico gaúcho.
25/04/2018

Setor externo tem superávit de US$ 798 milhões em março, revela BC

 após o superávit de us$ 283 milhões em fevereiro, o resultado das transações correntes seguiu positivo em us$ 798 milhões em março deste ano, informou nesta quarta-feira (25) o banco central. a instituição projetava para o mês passado superávit em conta de us$ 200 milhões. a estimativa atual do bc, atualizada em março, é de que o rombo externo de 2018 seja de us$ 23,3 bilhões. a balança comercial registrou saldo positivo de us$ 5,974 bilhões em março, enquanto a conta de serviços ficou negativa em us$ 2,776 bilhões. a conta de renda primária também ficou deficitária, em us$ 2,577 bilhões. no caso da conta financeira, o resultado ficou no azul em us$ 1,047 bilhão. no acumulado do primeiro trimestre de 2018, o rombo nas contas externas soma us$ 3,219 bilhões. já nos 12 meses até março deste ano, o saldo das transações correntes está negativo em us$ 8,337 bilhões, o que representa 0,41% do produto interno bruto (pib). a remessa de lucros e dividendos de companhias instaladas no brasil para suas matrizes foi de us$ 184 milhões em março, informou o banco central. a saída líquida representa volume menor que os us$ 1,021 bilhão que foram enviados em igual mês do ano passado, já descontados os ingressos. no acumulado do primeiro trimestre, a saída líquida de recursos via remessa de lucros e dividendos alcançou us$ 473 milhões. a expectativa do bc é de que a remessa de lucros e dividendos deste ano some us$ 24,5 bilhões. a conta de viagens internacionais voltou a registrar déficit em março, informou o banco central. no mês passado, quando o dólar subiu 2,43% ante o real, a diferença entre o que os brasileiros gastaram lá fora e o que os estrangeiros desembolsaram no brasil foi de um saldo negativo de us$ 980 milhões. em igual mês de 2017, o déficit nessa conta foi de us$ 883 milhões. o desempenho da conta de viagens internacionais foi determinado por despesas de brasileiros no exterior, que somaram us$ 1,524 bilhão em março. já o gasto dos estrangeiros em passeio pelo brasil ficou em us$ 544 milhões no mês passado. no primeiro trimestre, o saldo líquido dessa conta está negativo em us$ 2,998 bilhões. para 2018, o bc estima um déficit de us$ 17,3 bilhões para esta rubrica, mais que os us$ 13,192 bilhões de déficit registrados em 2017. o banco central informou ainda que as despesas com juros externos somaram us$ 754 milhões em março, ante us$ 1,332 bilhão em igual mês do ano passado. no acumulado do primeiro trimestre, essas despesas alcançaram us$ 5,868 bilhões. para este ano, o bc projeta pagamento de juros no valor de us$ 19,4 bilhões.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/623972-setor-externo-tem-superavit-de-us-798-milhoes-em-marco-revela-bc.html)
25/04/2018

Bovespa cai com cautela política e exterior pesado

 a bovespa iniciou os negócios em queda na manhã desta quarta-feira (25) em linha com o comportamento de seus pares internacionais. no cenário político local, desagradou aos investidores o resultado da pesquisa ibope divulgada na terça-feira (24). o levantamento mostrou que entre os eleitores de são paulo o ex-governador paulista geraldo alckmin (psdb) aparece em segundo lugar, empatado com o deputado jair bolsonaro (psl), ambos com 14%. a expectativa era de que o tucano se saísse melhor na sondagem que ouviu eleitores do estado que governou por quatro mandatos. além disso, o ex-presidente da república luiz inácio lula da silva (pt) lidera a corrida, mesmo preso e condenado na lava jato. também traz preocupação ao mercado a vitória parcial que o ex-presidente da república obteve na terça, com a decisão da segunda turma do stf de retirar de sérgio moro menções da delação da odebrecht que tratam do sítio de atibaia (sp) e do instituto lula. às 10h33min, o ibovespa recuava 0,89%, aos 84.706,48 pontos. as units do santander, que divulgou balanço mais cedo, exibiam queda de 2,55%. a instituição iniciou o pregão com ganhos, mas pouco depois passou a cair, sob influência da cautela política e do ambiente externo negativo. além disso, o resultado do banco foi de certa forma antecipado, já que a matriz espanhola abriu seus números na terça.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/623971-bovespa-cai-com-cautela-politica-e-exterior-pesado.html)  
25/04/2018

Confiança do consumidor sobe em abril, mas segue em nível muito baixo, diz CNI

 o índice nacional de expectativa do consumidor (inec), medido pela confederação nacional da indústria (cni), subiu apenas 0,3% em abril em relação a março, ficando em 102,2 pontos. o aumento é fraco e ainda deixa o indicador abaixo da média histórica da pesquisa, que é de 107,9 pontos. os dados foram divulgadas na manhã desta quarta-feira (25). para a cni, o resultado de abril demonstra que a confiança do brasileiro ainda é insuficiente para reativar o consumo. "há quase dois anos, o índice está oscilando em um patamar muito baixo. com isso, as pessoas têm pouca disposição para fazer compras, o que limita o crescimento do consumo e da economia como um todo", avalia o economista da cni marcelo azevedo. segundo o estudo, o inec está, desde junho de 2016, variando dentro da faixa de 100 e 105 pontos, com duas exceções, a última delas em setembro de 2017, quando o índice foi a 98,5 pontos. nos meses seguintes, até abril de 2018, o índice mostra três variações mensais positivas e quatro negativas - e acumula alta de apenas 3,8% no período. a leve recuperação registrada em abril, de acordo com a entidade, se deve a uma melhora nas expectativas do consumidor diante da inflação, do emprego e da renda pessoal nos próximos seis meses. "os índices de expectativa de inflação, desemprego e própria renda registram crescimento de mais de 2% na comparação com março. ou seja, revela que os consumidores esperam menor inflação e desemprego, e aumento de sua renda", cita o levantamento. apesar disso, o componente que avalia a expectativa quanto ao endividamento piorou, com queda de 3,4% em relação a edição anterior da pesquisa, indicando aumento das dívidas das famílias. o consumidor também vê uma piora na situação econômica, com recuos no índice de situação financeira e de compras de bens de uso doméstico de maior valor, como móveis e eletrodomésticos. os recuos nesses índices foram de -0,8% e -0,4%, respectivamente. a cni explica que o inec é um indicador que ajuda a antecipar variações na atividade econômica. "consumidores pouco confiantes tendem a diminuir as compras. com a redução do consumo, aumentam as dificuldades de recuperação da economia", reforça. o inec é elaborado em parceria com o ibope e esta edição do estudo ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios entre 12 e 16 de abril.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/623973-confianca-do-consumidor-sobe-em-abril-mas-segue-em-nivel-muito-baixo-diz-cni.html)
20/04/2018

Senado aprova Refis para optantes do Simples Nacional

 a lei complementar 162/2018, que institui o programa especial de regularização tributária das microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo simples nacional (pert-sn), o chamado refis das mpes, foi promulgada no último dia 9. a adesão ao programa pode ser feita em até 90 dias após a promulgação da lei. o programa tinha sido vetado pelo presidente michel temer, no fim do ano passado, mas o congresso nacional derrubou o veto nesta semana, permitindo que as empresas optantes pelo simples nacional contem com um programa de parcelamento de dívidas. a lei abrange débitos vencidos até novembro de 2017 e exige pagamento de, no mínimo, 5% do valor da dívida consolidada, sem reduções, em até cinco parcelas mensais e sucessivas. o restante pode ser quitado em até 175 parcelas, com redução de juros, multas e encargos legais, de acordo com o número de parcelas. o valor mínimo das prestações será de r$ 300 reais, com exceção dos microempreendedores individuais (meis), que terão valor definido pelo comitê gestor do simples nacional. dentre os principais pontos se destacam a redução das multas (de 25% a 70%), dos juros (de 50% a 90%) e dos encargos (100%) conforme a modalidade escolhida para o parcelamento e principalmente a suspensão dos atos de exclusão do simples publicados pela receita federal. “assim, empresas que foram excluídas do benefício por débitos com a receita federal e/ou o inss através de atos de exclusão poderão reingressar no simples com a regularização do parcelamento. é necessário consultar seu contador com a máxima brevidade para que seja possível optar por este novo parcelamento e eventualmente rever a exclusão, se for o caso”, orienta a comissão de tributos do sincor-sp. confira a lei na íntegra: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp162.htm?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=lei+com+refis+para+micro+e+pequenas+empresas+%e9+promulgada fonte: comunicação sincor-sp
20/04/2018

Segurança das empresas brasileiras é falha

 72% das companhias tem um plano de emergência preventivo. desse número, apenas 52% treina funcionários para situações adversas uma pesquisa recente realizada pela consultoria de gestão de operações em segurança icts security apresentou o panorama das empresas nas questões relacionadas à segurança corporativa. o levantamento conversou com 105 companhias brasileiras, sendo 79% de grande porte. embora grande parte delas tenha um sistema de segurança em funcionamento, não há um planejamento que o torne eficaz. em caso de fatores externos, cuja ocorrência foge ao controle das empresas, 72% das companhias ouvidas afirmam ter um plano de emergência preventivo, porém apenas 52% treinam seus colaboradores de acordo com as diretrizes do plano de emergência. “a grande maioria das empresas conta com uma área de segurança, mas isso fica voltado para contratos relacionados às questões de inserção de câmeras e portarias”, diz ellen pompeu, sócia-diretora da icts security. “com isso, elas não dão suporte em relação à estratégia geral de proteção, visam apenas questões básicas e não contam com uma consultoria que incorpore a estratégia para a gestão da segurança”, afirma. base estruturada, mas nem tanto o levantamento revelou que 92% das organizações possui uma área de segurança estruturada, e 84% define orçamentos anuais para a o setor, porém a falta de estratégia e de comunicação tornam pouco efetivos os resultados dos investimentos.  o estudo ainda mostra que os riscos não são tratados da maneira correta, as iniciativas que permeiam a segurança devem envolver a avaliação e os riscos de cada empresa, papel este que é desenvolvido por empresas especializadas em gestão de segurança, mas apenas 50% das operações ouvidas contam com esse suporte. mesmo neste cenário de proteção física mediana, o mercado de seguros ainda possui uma baixa penetração, principalmente quando se trata de pequenas e médias empresas. mais do seguro de acordo com dados da cnseg, o mercado de seguro empresarial teve uma estagnação em 2017. no comparativo com 2016, o crescimento foi de apenas 0,1%, com o arrecadamento ficando em r$ 2,1 milhões. para o diretor de property, riscos de engenharia e energy da tokio marine, sidney cezarino, “existem fatores que podem impactar na venda do seguro. além da falta de conhecimento dos empresários a respeito da importância da proteção de seu patrimônio, o cenário econômico pode influenciar a redução de investimentos e até corte de custos, o que termina afetando a decisão de compra do produto”. de acordo com o empresômetro, existem mais de 20 milhões de empresas ativas no brasil. com isso, as coberturas para este tipo de produto devem ser abrangentes. “a empresa precisa se preocupar com três tipos de proteção: bens materiais – ao se proteger contra acontecimentos como incêndio, alagamento, danos elétricos, roubo e furto, afetando tanto a estrutura física da empresa como também a integridade das mercadorias; responsabilidade civil – referente à danos causados acidental e involuntariamente a terceiros; e a proteção da equipe – incluindo seguro de vida, de acidentes pessoais e de saúde”, aponta a executiva da icts security. de acordo com michele alves, gerente de vendas e marketing da bidu corretora, no brasil a maioria das pme, que representam uma grande fatia do empresariado brasileiro, não têm qualquer tipo de seguro empresarial porque não conhecem os produtos disponíveis e a proteção que eles podem oferece. “o desafio é disseminar conhecimento sobre esse tipo de seguro e as diferentes opções disponíveis no mercado, orientando o cliente sobre a melhor opção para o seu caso, levando em conta as necessidades e possibilidades de sua empresa”, declara. o estudo sinaliza que as tendências em segurança corporativa para curto prazo são segurança da informação, integração dos sistemas e vídeo análise, além de assuntos regulatórios. já para médio e longo prazos foram apontados a terceirização da segurança, a internalização de ações de equipes terceirizadas e a substituição de pessoas por tecnologia. fonte: revista apólice
20/04/2018

Construindo a Agenda de Sustentabilidade em Seguros na América Latina

 a cnseg e a iniciativa dos princípios para sustentabilidade em seguros (psi) da organização das nações unidas (onu), com o apoio da susep, realizam em 15 de maio, das 8h30 às 17 horas, no rio de janeiro, o evento internacional “construindo a agenda de sustentabilidade em seguros na américa latina”. o evento, que será realizado no auditório do 16º andar do edifício das seguradoras, na rua senador dantas, 74, promoverá o debate entre empresas e reguladores de seguros de diferentes partes do mundo sobre os seguintes temas: como o psi está ajudando a construir a agenda global de seguro sustentável a integração dos riscos ambientais, sociais e de governança na subscrição de seguros gerais os principais desafios e oportunidades de sustentabilidade no contexto de seguros de pessoas e saúde suplementar a importância das questões de sustentabilidade para a regulamentação e supervisão de seguros as recomendações da força-tarefa do financial stability board (fsb) sobre divulgações financeiras relacionadas ao clima (tcfd) para o setor de seguros estratégias de investimento sustentáveis, inovações e tendências no setor de seguros as inscrições são gratuitas e as vagas limitadas. garanta sua vaga inscrevendo-se aqui  http://pvista.proevento.com.br/cnseg/shop/?cod_evento=116 fonte: cnseg

Mercado de seguros tem lucro de R$ 14,7 bilhões


08/02/2019
O mercado de seguros conseguiu obter um lucro de R$ 14,7 bilhões no ano passado, segundo dados da Susep avaliados pela consultoria Siscorp. Em 2017, o montante registrado era de R$ 13,3 bilhões.
A liderança do ranking é da Bradesco Seguros, com lucro de R$ 5,3 bilhões, uma participação de 29,6% no banco. Em segundo lugar está a BB Seguros, com ganho de R$ 2,5 bilhões.
A Caixa ficou no terceiro lugar, com um lucro de R$ 2 bilhões. O Itaú, que tinha a quarta colocação no ano passado, pulou para o sexto lugar, com R$ 811 milhões. Agora, quem ocupa o quarto lugar é a Zurich, com lucro de R$ 1,05 bilhão.

Fonte: Comunicação Sincor-SP

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