06/08/2018

Teve um acidente? Já pode contactar a Liberty Seguros por WhatsApp

 a seguradora disponibiliza duas novas linhas de atendimento ao cliente através da app. seja um acidente de automóvel, de patrimoniais ou um acidente de trabalho, vai poder contactar a liberty seguros pelo whatsapp. à linha de atendimento geral que a seguradora já disponibilizava na app, foram adicionadas a linha “automóvel e patrimoniais” e a de “assistência clínica e acidentes de trabalho”. desta forma, os clientes podem entrar diretamente em contacto com a equipa mais indicada para os apoiar. “a experiência que fomos ganhando ao longo dos últimos nove meses, durante os quais tivemos uma linha de whatsapp a funcionar no centro de contacto, permitiu que nos aproximássemos mais dos nossos clientes, na medida em que, com este canal, lhes conferimos um maior conforto e proximidade no atendimento. por esta razão, decidimos alargar o número de linhas disponíveis a outras áreas da direção de operações. estamos certos de que esta será uma medida muito valorizada pelos nossos clientes e que poderá também ser utilizada pelos nossos parceiros de negócio, em alternativa às nossas linhas telefónicas de sinistros”, referiu miguel correia, diretor de operações da liberty seguros em portugal, em comunicado. o whatsapp está disponível de forma gratuita para ios e android. para recorrerem a este canal de atendimento – disponível todos os dias úteis, das 09h00 às 17h00 – os clientes podem enviar mensagens via whatsapp para o número +351 965 710 772 (centro de contacto liberty – clientes), para o +351 961 156 555 (sinistros – automóvel e patrimoniais) ou +351 961 968 600 (sinistros – assistência clínica e acidentes de trabalho). de acordo com dados publicados no blogue da aplicação, o whatsapp é utilizado todos os meses por mais de 1,3 mil milhões de pessoas, de mais de 180 países. fonte: economize
06/08/2018

Gerenciamento de riscos e seguros na Indústria Química

  tema foi discutido no café com seguro, da academia nacional de seguros e previdência no dia primeiro de agosto, a academia nacional de seguros e previdência (ansp) promoveu uma discussão sobre o programa “atuação responsável” de gerenciamento de riscos e seguros na indústria química em mais um café com seguro. o evento teve a participação da associação brasileira da indústria química (abiquim) e também abordou o impacto na subscrição de seguros. edmur de almeida, um dos coordenadores e mediador da programação, explica que o objetivo do evento foi “estabelecer um diálogo mais próximo entre o cliente, as seguradoras e as resseguradoras, de forma a ter uma qualidade melhor de informação e um nível maior de aceitação desses riscos”. representando o presidente da academia, joão marcelo dos santos, o diretor de comunicação, rafael ribeiro do valle, abriu o evento apresentando as pautas do dia. em nome da abiquim, a diretora andrea carla também esteve presente e agradeceu a presença de todos os presentes. luiz macoto, engenheiro eletricista e subscritor de seguro e resseguro, apresentou, no primeiro painel, os pontos de principal atenção na precificação, os players do mercado e os princípios, a prática da subscrição de riscos e sugeriu uma agenda de solução para os atuais problemas enfrentados pela indústria química ao contratar seguros. “precisamos envolver os players, entender os vários pontos de vista e necessidades, discutir possíveis alternativas e implantar a solução e acompanhar”, afirma. no segundo painel, marcos lucio expôs uma nova visão nas negociações de grandes riscos. segundo ele, é preciso haver relações lineares entre diferentes setores econômicos, como o químico e o de seguros e, assim, “gerar boas oportunidades para ambos os lados. caso contrário, a tendência é que tudo comece a, paulatinamente, se deteriorar”, opina. o programa de atuação responsável foi o foco do terceiro painel, com a participação de yáskara barrilli, engenheira na abiquim. o projeto se utiliza de uma gestão de riscos e comunicação entre as partes para que haja benefícios a todos. “engloba a segurança de processo, a saúde dos envolvidos, o impacto ao meio ambiente, a segurança do trabalho e a gestão do produto”, explica. o gerente de segurança e processo, george andré tonini, falou sobre a gestão em hse e gerenciamento de riscos. para o palestrante, para a indústria química ser um negócio sustentável, é preciso produzir de forma segura, o que se dá a partir de uma gestão em hse adequada, com ênfase na prevenção de riscos, ou controle com vista à redução da frequência de possíveis sinistros. “ser sustentável em relação à segurança é chamativo e necessário”, aponta. através de um histórico e mudanças no decorre do tempo, samuel sitnoveter, engenheiro químico e corretor de seguros, abordou no último painel a visão do profissional especializado sobre os seguros no setor químico. “a indústria química é um risco declinável e tem sido muito difícil a colocação do seguro, ainda mais se houver sinistro”, conclui. ao final, edmur de almeida consolidou a proposição de uma agenda positiva, calcada em três pilares: (i) apresentação do programa de atuação responsável a fenseg e fenaber; (ii) formulação de um padrão de informações sobre as características do risco da indústria química, desenhado por todos os players: segurado, corretor, seguradora e ressegurador; e (iii) apresentação do programa para turmas de mbas de gerenciamento de riscos e seguros da escola nacional de seguros. a programação foi organizada e dirigida por edmur de almeida, diretor de fóruns acadêmicos da ansp, marcos lucio de moura e souza, coordenador da cátedra de gerência de riscos, e roberto gomes da rocha azevedo, coordenador da cátedra de resseguro. fonte: oficina do texto
06/08/2018

O mercado vai se transformar em 15 anos, mas o corretor se manterá relevante

 grandes transformações estão no horizonte do setor de seguros. essa é a visão que marcelo blay, fundador e ceo da minuto seguros, compartilhou nesta quarta-feira (01/08) com os visitantes do cqcs insurtech & inovação. ele apresentou a palestra “em busca da nova fronteira no mercado de seguros: para onde estamos indo?” o executivo aposta na mudança de foco de "reparar danos” para "prevenir danos”. a inteligência artificial (ia) terá papel fundamental nesta transformação, por meio de dispositivos (como um relógio) capazes de medir os dados vitais do segurado, por exemplo. qualquer anormalidade gera o envio de um alerta, criando uma base de dados para o refinamento de perfil. "o seguro passa a ser dirigido a uma pessoa e não a um grupo", diz blay. de acordo com ele, otimização, redução de custos, aumento da produtividade e processos decisórios com uso do big data serão algumas das novidades desta nova era do mercado de seguros. o ceo se arriscou a fazer projeções para o ano de 2033. a data foi escolhida de forma aleatória, brincou ele, com o objetivo de que ninguém se lembrasse de suas previsões daqui a 15 anos. quanto à subscrição, blay prevê o uso de ia para estabelecer perfis de risco; dados disponíveis de forma aberta; cotações instantâneas; imensa base de dados por meio da telemática e internet das coisas; aprimoramento de produtos e precificação via machine learning; tecnologias que já estão transformando outros setores. na distribuição, o corretor ainda irá educar o cliente, orientar sobre o produto mais adequado, gerir o portfólio de seguros e atuar como um facilitador de processos. "o ser humano será necessário em questões de maior complexidade, como análises de contestações de fraude", disse. mais do que isso, são as pessoas que farão a diferença nas empresas de sucesso. "o jogo vai ser ganho no lado humano e não tecnológico", aposta o ceo. essas transformações trarão novas questões aos órgãos reguladores, que terão de gerir normas de privacidade dos usuários, critérios para criação de oferta de produtos e serviços e definição do uso de dados sensíveis. e o que o cliente vai querer em 2033? "produtos sob medida, preços cada vez mais acessíveis, processos invisíveis (simples), cobertura mais flexíveis e descontos progressivos", disse blay. e deu um recado: "a tecnologia por si só não é disruptiva; não estar focado no cliente é a maior ameaça a qualquer negócio", concluiu. serviço: cqcs insurtech & inovação – o maior encontro de inovação em seguros da américa latina quando: dias 01 e 02 de agosto de 2018 onde: villa blue tree - rua castro verde, 266 – chácara santo antônio – são paulo/sp informações: www.cqcsinsurtech.com.br sobre o cqcs insurtech & inovação o maior encontro em inovação de seguros da américa latina acontecerá na cidade de são paulo, nos dias 1º e 2 de agosto. o cqcs insurtech & inovação reunirá as mais modernas seguradoras do mercado, insurtechs, aceleradoras, investidores e empreendedores do setor, além de representantes da superintendência de seguros privados (susep); da academia nacional de seguros e previdência (ansp); e da autoridade de supervisão de seguros e fundos de pensões (asf). entre os palestrantes confirmados estão nomes como caribou honig, chairman da insuretech connect; iván ballón, desenvolvedor de negócios da américa latina e ibéria da friss; josep celaya, diretor corporativo mundial de inovação da mapfre; ingo weber, ceo da digital insurance group; marcelo blay, fundador e ceo da minuto seguros; andre gregori, ceo & cet da thinkseg; heverton peixoto, ceo do zim; entre outros. para saber mais, acesse http://cqcsinsurtech.com.br/ fonte: agência pauta vip
06/08/2018

Mercado de seguros vive primeira grande transformação em 600 anos

 o modelo de fazer seguros, que vem sendo praticamente o mesmo há seis séculos, desde o período das grandes navegações, passa por um momento de transformação. a ideia foi defendida nesta quinta-feira (02/08) por josep celaya, diretor global de inovação do grupo mapfre, durante o cqcs insurtech & inovação. entre os vetores da transformação está a maturidade das tecnologias. qualquer tecnologia passa pela etapa inicial de uma grande promessa, em que estima-se seu impacto, alcançando depois o patamar de mostrar do que realmente é capaz. "é muito importante entender em que momento do ciclo as tecnologias estão para saber como trabalhar com elas em nosso negócio. o blockchain, por exemplo, está no início da bolha", explicou celaya. a mapfre acompanha o desenvolvimento do blockchain por meio do projeto blockchain insurance industry, que cria padrões de uso para compartilhamento de risco entre companhias seguradoras. o modelo ainda é exploratório, mas a mapfre considera importante integrar este tipo de iniciativa, de acordo com o executivo. para celaya, a transformação ocorre em três grandes níveis: digitalização de processos, que está em andamento; a evolução do modelo de negócios e as mudanças em nossa própria realidade. "para enfrentar essa revolução será preciso visão estratégica e ferramentas de transformação", alerta. por visão estratégica leia-se uma espécie de bússola, que auxilia a entender para onde o mercado está indo, de modo que os esforços da empresa possam ser concentrados na direção correta. as ferramentas, por sua vez, são modelos de inovação abertos e mudanças dentro das organizações. grande parte da disrupção acontece no sistema empreendedor, nas insurtechs. "é fundamental estabelecer relações de cooperação com as startups, que vêm atuando de forma colaborativa com o setor: 99% delas querem vender algo para uma companhia tradicional". o executivo anunciou a abertura, em setembro, do espaço de cooperação da mapfre em madri, o insur_space. o objetivo é tanto ajudar startups a amadurecer seus produtos quanto aquelas mais maduras, que já oferecem produtos prontos para serem incorporados. fonte: agência pauta vip
30/07/2018

Brasileiros ainda têm o hábito de guardar dinheiro em casa

 guardar dinheiro no final do mês não é um hábito comum do consumidor brasileiro, como todos nós sabemos. mas um dado divulgado pelo spc revela que nem mesmo aqueles que conseguem poupar, um pouquinho que seja, procuram fazer o dinheiro render. a busca por aplicações rentáveis é uma atitude adotada por uma parcela mínima da população. um quarto dos poupadores guarda dinheiro na própria casa, o que é uma opção arriscada por questões de segurança e muito negativa do ponto de vista da rentabilidade, já que o dinheiro fica parado sem render juros. além disso, ao manter o dinheiro em casa, o consumidor está perdendo o poder de compra pela inflação e isso pode ser prejudicial para seus objetivos. se a intenção é se proteger dos imprevistos, o ideal é optar por uma reserva com alta liquidez – aquelas em é possível sacar o dinheiro a qualquer momento - ainda que isso implique em um rendimento menor. por outro lado, se o objetivo é poupar para o longo ou médio prazo, aplicações menos líquidas, isto é, com menos facilidade para sacar, podem servir de freio ao impulso de usar esse dinheiro para contas do dia a dia, por exemplo. mas poucos são os brasileiros que têm consciência real das suas necessidades financeiras, e isso inclui, a consciência das várias formas de fazer o dinheiro render.  uma prova disso é que, mesmo com a popularização de modalidades como o tesouro direto e das letras de crédito nos últimos anos, a velha caderneta de poupança continua líder absoluta como o principal tipo de aplicações dos poupadores brasileiros, citada por 60% dos entrevistados. outra escolha bastante mencionada é a conta corrente, modalidade usada por 18% dos brasileiros que possuem recursos guardados. completam o ranking de principais aplicações a previdência privada (7%), fundos de investimentos (5%), cdbs (4%) e tesouro direto (4%). a pesquisa do spc revela ainda que menos de 20% da população têm conseguido guardar dinheiro nos últimos meses. mesmo entre as pessoas de mais alta renda, o hábito de poupança revela ser algo precário. fonte: cidadeverde.com
30/07/2018

Quatro medidas para sua empresa se adequar à Lei Geral de Proteção de Dados

  o projeto abrange as operações de tratamento realizadas no brasil ou a partir de coleta de dados feita no país por empresas brasileiras ou estrangeiras. o plenário do senado aprovou há duas semanas, a lei geral de proteção de dados pessoais, que tramitava como projeto de lei da câmara 53/2018. a lei disciplina a forma como informações são coletadas e tratadas, especialmente em meios digitais, como dados pessoais de cadastro ou até mesmo textos e fotos publicados em redes sociais. o projeto abrange as operações de tratamento realizadas no brasil ou a partir de coleta de dados feita no país por empresas brasileiras ou estrangeiras. a norma também vale para empresas ou entes que ofertem bens e serviços ou tratem informações de pessoas que estão aqui. também é permitida a transferência internacional de dados, desde que o país de destino tenha nível de proteção compatível ou quando a empresa comprovar que garante as mesmas condições exigidas pela lei, como por exemplo, por meio de contrato. com a aprovação da lei, para coletar e tratar um dado, uma empresa ou ente precisa solicitar o consentimento do titular de forma clara, em cláusula específica. a permissão dada por alguém, entretanto, pode ser revogada se o titular assim desejar. outra obrigação é a garantia da segurança dos dados, de modo a impedir acessos não autorizados e vazamentos.dada a complexidade das organizações, de seus sistemas e de seus ecossistemas de parceiros e de terceiros, a correta proteção de dados exigirá das organizações brasileiras que trabalham com dados pessoais a adequação em diferentes aspectos e níveis, que vão desde a cultura, políticas e procedimentos à implementação de tecnologias de ponta, para garantir a segurança e evitar multas e sanções. caso seja constatada alguma irregularidade, a empresa pode receber uma série de sanções, entre as quais está prevista a multa diária de até 2% do faturamento, com limite de r$ 50 milhões, assim como o bloqueio ou eliminação de dados tratados de maneira irregular e a suspensão ou proibição do banco de dados ou da atividade de tratamento. assim como ocorreu a partir da promulgação da lei europeia de proteção de dados, a gdpr (do inglês, general data protection regulation), que impulsionou a aprovação da lei brasileira, espera-se uma grande demanda por parte dos usuários por privacidade, exigindo que as empresas tenham capacidade para responder e se adequar rapidamente. será necessário o investimento em novas soluções como sistemas de avaliação de riscos de terceiros, gestão de dados, mascaramento de dados, portais seguros de transferência de dados, bancos de dados seguros e de alta volumetria, gestão de identidade de consumidores e clientes, além da adoção de práticas e arquiteturas tecnológicas que considerem a proteção de dados por padrão ("security by design") como, por exemplo, a encriptação nativa de dados pessoais quando forem coletados, a guarda segura destes dados em ambientes controlados e seguros, e o acesso controlado dos dados por meios seguros. para atender a estes desafios e atuar em conformidade na proteção de dados, é recomendável que as empresas sigam quatro etapas fundamentais: (i) descubra: identifique e realize o inventário de dados pessoais, incluindo sua classificação, quem controla, quem a processa e como são transferidas; (ii) gerencie: avalie o nível de proteção de dados em todos os envolvidos, sejam próprios ou terceiros; (iii) proteja: defina e implante soluções, políticas e governança de dados em toda a organização; (iv) monitore: controle e audite continuamente o nível de proteção, assim como avalie constantemente possíveis vazamentos internamente e externamente. diante da atual força da economia digital, o projeto, que agora vai para a sanção do presidente michel temer, é um passo evoluído do brasil no tratamento, confidencialidade e segurança de dados, juntamente com outros países que já possuem legislação sobre o tema. a hora é de adequação nas empresas brasileiras, afinal, é sempre melhor prevenir do que remediar.
30/07/2018

Seguradora Líder e o compromisso com a transparência

 ei, sabia que a seguradora líder tem como compromisso gerir os recursos do seguro dpvat com total transparência? é isso aí! por aqui, acreditamos que todos os brasileiros precisam ficar por dentro de todos os detalhes desse importante benefício social, que ajuda em momentos tão complicados quanto os acidentes de trânsito. e a gente tem uma porção de iniciativas dentro de casa para tornar isso possível, confere só. mais solidez e transparência a transparência é um valor que acompanha a seguradora líder. você sabia que a criação da companhia, em 2008, teve o objetivo de garantir mais solidez às operações e mais transparência à gestão dos recursos arrecadados? é isso aí! \o/ através da atuação na gestão do seguro dpvat, a seguradora líder facilita a fiscalização e o relacionamento com as demais esferas de governo envolvidas direta e indiretamente na operação do seguro dpvat. todo mundo sai ganhando! portal da integridade pensando em oferecer acesso irrestrito a informações e dados da gestão do seguro dpvat em linguagem clara e objetiva para os mais de 207 milhões de brasileiros, a seguradora líder lançou, em novembro de 2017, o portal da integridade. por lá, é possível encontrar todos os números ligados ao universo do seguro dpvat, como o código de ética e de conduta da seguradora, as demonstrações financeiras mais atualizadas, todas as edições do boletim estatístico com o volume de indenizações pagas por mês, e as parcerias institucionais. bem legal, não é? para acessar, é só clicar aqui. \o/ relatório da administração e demonstrações financeiras anualmente, a seguradora líder disponibiliza, através do relatório da administração e demonstrações financeiras, a arrecadação bruta do ano, como se dá a distribuição dos recursos, o valor das despesas administrativas, as ações de combate à fraude, entre outros resultados. confira a última edição clicando aqui. código de ética e de conduta outro importante documento divulgado pela seguradora líder é o código de ética e de conduta, pessoal. neles, estão contidos os padrões obrigatórios de conduta e de comportamento que devem ser rigorosamente observados por todos, inclusive os nossos parceiros de negócios. tudo isso baseado nos princípios de transparência, respeito, lealdade e boa-fé. dá só uma olhadinha clicando aqui. planejamento estratégico 2018-2022 para traduzir os objetivos nos próximos quatro anos, a seguradora líder divulgou, em fevereiro, o seu planejamento estratégico 2018-2022. o documento traz algumas orientações estratégicas para orientar as ações de gestão em todos os níveis da companhia. e adivinha só: uma delas é justamente no sentido de transparência.  por aqui, até 2022, queremos assegurar uma gestão de recursos ainda mais clara, o que nos permitirá atuar proativamente na conscientização e na redução de acidentes de trânsito. muito amor envolvido, sim ou com certeza? aqui na seguradora líder, acreditamos que somente através de uma gestão clara e transparente é possível entregar um seguro dpvat melhor para todo mundo. para isso, precisamos ouvir você. deixe sua opinião aqui nos comentários! fonte: viver seguro no trânsito
30/07/2018

Seguros funeral, viagem e prestamista se destacam

 os seguros funeral, viagem e prestamista continuam se destacando no ramo de pessoas. segundo dados oficiais da susep, de janeiro a maio, por exemplo, essas três carteiras geraram, juntas, receita de prêmios da ordem de r$ 438,8 milhões, o que representou um crescimento de 20% em comparação ao mesmo período no ano passado. o principal destaque foi o seguro prestamista, com receita de r$ 226,6 milhões até maio, incremento de 20,7%. contudo, percentualmente, o maior volume de prêmios foi apurado no seguro funeral, que avançou 42,7%, para r$ 49,8 milhões. já no seguro viagem, a receita acumulada nos cinco primeiros meses do ano ficou pouco abaixo de r$ 162,3 milhões, com crescimento de 13,5%. ainda de acordo com a susep, a taxa média de sinistralidade nessas carteiras permaneceu em um patamar baixo, de 29%. de janeiro a maio, a soma dos sinistros ocorridos nesses ramos ficou em r$ 117,8 milhões, cifra 22,2% maior que a apurada no mesmo período, em 2017. as despesas comerciais, que englobam as comissões de corretagem e as campanhas promocionais, entre outros custos, atingiram r$ 179 milhões até maio, 23,5% acima do montante registrado de janeiro a maio do ano passado. fonte: cqcs
30/07/2018

Joaquim Mendanha aposta na inovação e nas relações pessoais

  superintendente da susep concedeu entrevista ao programa seguro sem mistério o mercado brasileiro de seguros cresceu 9% no último ano. os dados foram apurados em maio pela superintendência de seguros privados (susep) e evidenciam a seriedade com a qual o setor é conduzido. o dado foi apresentado pelo superintendente da susep, joaquim mendanha, ao programa seguro sem mistério na tv. “nesses últimos dois anos pautamos nossa gestão em desburocratização, ou seja, tornar o setor mais livre de suas amarras para um custo menor de distribuição. temos a questão de solvência e o fomento, que é apontar ao setor soluções dentro das comissões técnicas que visam o crescimento do setor”, diz mendanha. presente no congresso sul brasileiro de corretores de seguros, em florianópolis (sc), mendanha ressaltou a importância da força de trabalho da categoria. “o corretor é fundamental, representa mais de 80% do canal de distribuição. fizemos o recadastramento das pessoas físicas e preparamos o recadastramento das jurídicas”, explica. “eu ouvi uma frase há quase 30 anos que afirmava que o corretor de seguros não ia durar mais dois anos, passou o tempo e estamos aí com um segmento muito solido. estamos diante de diversas inovações no mundo, o corretor terá que adaptar-se e aproveitar essa inovação como benefício para sua atividade em benefício do consumidor. no futuro as relações com as pessoas ainda serão importantes”, explica. “uma de nossas comissões trata sobre as insurtechs e trata justamente sobre o segmento de inovação”, finaliza. fonte: jrs

O acordão da Previdência


12/04/2019

Como uma espécie de Davos à brasileira, o 18º Fórum do LIDE reuniu, de forma inédita, governadores, parlamentares, empresários e o Executivo para fecharem questão em torno de mudanças na aposentadoria, no maior pacto federativo já visto sobre o tema. Agora é possível que a Reforma saia de uma vez do papel

O ministro Paulo Guedes e o presidente da Câmara Rodrigo Maia tocam instrumentos diferentes na sinfonia do poder, mas nada impede que atuem na mesma orquestra quando a partitura interessa a todos. No caso, a tão decantada e ainda aguardada Reforma da Previdência. Semanas a fio, de uns tempos para cá, os dois estão compondo, afinados, a banda de articulações que tenta a aprovação da proposta, ainda no primeiro semestre se tudo correr bem. Marcam quase todos os dias conversas fechadas nos gabinetes do Parlamento e do ministério para acertar pontos ainda pendentes. Seguem juntos para conversas com as bancadas dos partidos e com públicos e plateias os mais variados. Tratam de ajustes pontuais no texto e no calhamaço de estatísticas para chegar ao número mágico pretendido de uma economia na casa de R$ 1 trilhão em dez anos.
E trocam elogios mútuos quando se referem à disposição do interlocutor para aceitar sugestões. Viraram, por assim dizer, verso e emenda do mesmo refrão. Na semana passada, os dois e mais o presidente do Senado David Alcolumbre – que também dá corda à cantilena da Reforma – além de portentos empresariais, ministros, congressistas e seis governadores se reuniram em um encontro tão representativo como inequívoco na demonstração de força e sintonia em torno do tema. Na 18º edição do Fórum Empresarial do LIDE, dessa vez realizado em Campos do Jordão, interior de São Paulo – com um formato e dinâmica que lembram em muito as conferências globais de Davos -, todos pareciam sinceramente ávidos por enfrentar o impossível para chegar lá (ou, pelo menos, o aparentemente impossível, dado que sai governo, entra governo, ninguém consegue emplacar a ideia) com uma espécie de bloco coeso de apoio, integrado por camadas de diversos setores comprometidos com a retomada econômica. Foi um ponto de inflexão importante nessa trajetória de idas e vindas daquela que é, de fato, a principal pauta lançada sobre as mesas de deputados e senadores neste ano. Até aqui não havia ocorrido ainda uma reunião tão ampla e diversificada de agentes envolvidos com a reforma. Na batuta da mobilização, o governador de São Paulo, João Doria, funcionou ali como uma espécie de intermediador de interesses, sem tomar lados, uma vez que o intuito geral era o de fechar a agenda comum pelo engajamento para ajudar no rito da aprovação. “Não há mais o que esperar, o Brasil precisa o quanto antes dessa reforma, o recado ficou claro e vamos trabalhar em conjunto por ela. Articulem-se, sejamos todos ativos nessa direção”, convocou Doria, que há quase duas décadas idealizou os fóruns anuais (ainda organizados pelo grupo que leva o seu nome e do qual se desligou desde que entrou para a política, deixando a direção a cargo de uma banca de profissionais). De uns tempos para cá, no comando da máquina paulista, Doria procurou ser uma espécie de fiador de entendimentos nesse sentido, se esforçando como poucos para reunir, inclusive na própria casa, vários dos personagens da complexa negociação. Foi assim na semana passada quando recepcionou o vice-presidente General Mourão e sugeriu alguns encontros entre ele e os governadores dos demais Estados para ouvir as necessidades de cada um, e ao receber também o presidente do Supremo Tribunal, Dias Toffoli, que reagiu entusiasmado ao convite: “estou há 10 anos no STF e nunca ninguém me chamou para uma conversa como essa e o senhor faz isso justo no momento mais decisivo do País”, disse ao anfitrião. No ponto alto das rodadas de tratativas que entabulou pela reforma, Doria resolveu falar a respeito tanto com o presidente Bolsonaro como com o deputado Maia para aparar arestas, tal qual um bombeiro que percebe a fumaça a tempo de controlar o incêndio. É um trabalho de diplomacia que vem fazendo a diferença. No Fórum de Campos, ele dobrou a aposta. Lá, de certa forma, estavam colocados inúmeros papeis estratégicos disponíveis a cada um dos participantes para o sarau de negociações. Para quem viu de fora foi possível alimentar razoável otimismo sobre a costura de saídas para o impasse previdenciário. Basta compreender a função dos protagonistas daqueles tête-à-tête e a dimensão de um encontro como o de Campos, quando esses senhores reservaram o final de semana para juntos debater e firmar denominadores comuns.
“Não há mais o que esperar. O Brasil precisa o quanto antes dessa reforma” João Doria, governador de São Paulo
Existiam diferenças? Claro. Incontornáveis? O desenrolar do evento acabou demonstrando que não. Lado a lado, sem intermediários, os participantes acabaram por fechar convergências em vários aspectos. E isso fez toda diferença na evolução dos ânimos quanto à entrega ao País de uma reforma verdadeiramente eficaz. O clima de hostilidade de outras ocasiões foi superado e análises consistentes sobre crise fiscal, reorientação de receitas e passos complementares na área das privatizações e do ajuste no Sistema “S” pontificaram sem maiores resistências. Os governadores, por exemplo, estão muitos deles em situações calamitosas de caixa. Não sabem como seguir um ano sequer a mais com o atual quadro de vinculações orçamentárias para a rubrica das pensões, bem mais salgadas no campo da atividade pública se comparadas às da iniciativa privada. Deram ali esse testemunho e reforçaram a carga de pressão sobre os representantes do Legislativo presentes. Prefeitos, deputados e senadores que foram ao Fórum, dentre os quais Antonio Carlos Magalhães Neto, de Salvador, e Nelson Marchezan, de Porto Alegre, repisaram o alerta da inanição dramática de verbas nas respectivas regiões para bancar o compromisso. Cada uma das vozes serviu de caixa de ressonância direta sobre os feitores da costura do projeto, dispostos de maneira genuína a escutar e ajustar excessos.
Ministros como o responsável pela pasta da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, trouxeram sua contribuição mostrando os esforços em andamento para a recomposição de receitas. Freitas listou um balanço de leilões que repassaram, dentre outras estruturas, inúmeros terminais portuários, ferroviários e aeroportos. No total, em 60 dias, 23 ativos mudaram de mãos, do Estado para a iniciativa privada, gerando resultados bilionários que vão ajudar no resgate da saúde financeira da União. Longe dali, até a ala militar, através dos generais Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança, e Eduardo Villas Bôas, ex-comandante-geral do Exército, saíram em busca de apoio para as mudanças nas aposentadorias e serviram de promotores do tema em convescote no final de semana com um grupo de governadores liderados por Ronaldo Caiado, de Goiás. Caiado esteve ainda no pelotão dos participantes do Fórum.

Um pacto federativo

Mas vamos nos ater aos principais protagonistas dessa espécie de pacto federativo que ocorreu durante as rodadas de Campos – e não se pode chamar de outra coisa uma sinalização conjunta de ideias em torno da Reforma. Maia e Guedes exerceram no encontro a condição de maestros da pacificação. Por mais que opositores e críticos do Governo tentem desmerecer o escopo do projeto, a dupla de seus defensores tem acertado não apenas no diagnóstico da crise como na receita para saná-la. Tal qual padarias mal administradas, o Tesouro Nacional mergulhou há muito tempo no vermelho e já teria ido à falência se estivesse no ramo comercial – principalmente devido aos desembolsos descomunais que realiza para arcar com a Previdência, na casa dos R$ 720 bilhões ao ano. Os arautos da reforma estão juntos conversando com os interlocutores para demonstrar por A mais B que o único jeito de consertar a situação e evitar o desfecho trágico passa por uma reformulação completa do sistema de gastos sob essa rubrica. “Tenho a minha absoluta tranquilidade, fora dos ruídos aqui e ali, quanto à dinâmica maior dos eventos. Para mim é claro que a continuar nessa marcha estaremos indo para a desordem da forma mais organizada que já vi”, alertou Guedes ainda na sexta-feira 05 a uma plateia de atentos ouvintes. “As pessoas estão irritadas e ansiosas porque vivemos uma crise há quase cinco anos e precisamos da reforma para mudar esse estado de coisas”, reforçou Maia. Os dois estão pedindo ao Congresso celeridade. Essa é uma providência habitualmente perseguida pelos governantes, mas a missão de cobrá-la e negociá-la foi tão mal recebida pelo mandatário que ambos decidiram tomar a frente do processo. Diga-se de passagem que os brasileiros acompanham desde o início, com certa sofreguidão, o desenrolar dos acordos. Em um primeiro momento majoritariamente contra a perda de benefícios perceberam que seriam os principais prejudicados, ou no mínimo seus filhos, pela falta de uma solução estrutural. A história revelou que, a rigor, a curva de contribuintes e de beneficiários se inverteu dramaticamente com o avanço da população idosa – fenômeno que, por aqui, assumiu contornos de calamidade na equação. O resultado a que se chegou, com risco de calote generalizado dos pagamentos em até três ou quatro anos, pode ter contribuído para a mudança dos humores da população a favor de um ajuste. Pesquisa da XP Investimentos divulgada recentemente mostrou que 65% dos entrevistados se colocam agora a favor da reforma. O aval serviu de senha para que o ministro Guedes tomasse novo fôlego após o bombardeio de ataques que sofreu da bancada do atraso na Câmara. Ah, as contradições da democracia! Se há 15 dias Guedes perdeu a paciência com um auditório dominado por arrivistas que o exauriram em seis horas de depoimento, nas apresentações de Campos, logo após, ele teve que seguidamente interromper as mesmas explicações em virtude dos aplausos de convertidos, inebriados com a clareza dos argumentos. Dois públicos, duas reações absolutamente distintas. A soma das sessões lhe dá ainda assim um quórum altamente favorável à cruzada que empreende. De Posto Ypiranga a “tchutchuca”, Tigrão ou czar da economia, Guedes conheceu todos os mimosos epítetos com que o brindaram na trajetória de andarilho atrás de votos pela Previdência, mas segue indiferente, talvez porque costuma colocar a causa acima dos contratempos. Disse isso em Campos: “vou me irritar com o que? Tem uma minoria que fica batendo bumbo, problema deles.
“As pessoas estão ansiosas e irritadas porque vivemos uma crise há quase cinco anos e precisamos da reforma para mudar esse estado de coisas” Rodrigo Maia, presidente da Câmara
A minha expectativa da classe política é a melhor possível, a construtividade do Maia, do Doria e de muitos outros reforça a minha convicção de não recuar. Sem recuo e sem rendição”, estabeleceu o ministro. Seu companheiro de batalha, Rodrigo Maia, que compartilha da mesma fama de pavio curto, sempre com uma resposta na ponta da língua, tem um pé cautelosamente atrás e o outro lado a lado com o de Guedes. “Perdi a condição de cumprir um papel de articulador porque fui mal compreendido, mas se a gente quer reformar o Estado precisamos agora de um pacto onde a Previdência é o primeiro item”, afirma. Maia tem surpreendido positivamente como um autêntico embaixador da reforma no Congresso. Até Guedes reconhece isso. Com seu estilo carrancudo, parrudo, mas competente em todos os sentidos, o presidente da Câmara virou o fiador do projeto, mesmo que o presidente Bolsonaro inicialmente não o tenha enxergado assim. Já no segundo mandato, com assento cativo no comando da Câmara pelos próximos dois anos, não há mais dúvidas de que ele participará das decisões-chaves do que mudar e do que manter na estrutura da proposta (leia quadro) e, aos interlocutores, Maia vem enviando sinais de que não se furtará da missão de harmonizar a Casa, buscando uma solução que elimine os privilégios em qualquer direção: dos servidores públicos aos militares. É aí que a coisa pode pegar. No Executivo se coloca como assunto fechado o tratamento diferenciado para a caserna, com um regime especial de Previdência.
“A gente pode enveredar já pelo caminho certo da reforma porque a convicção de sua importância nunca foi tão acentuada” André Esteves, presidente do BTG Pactual
O Congresso discorda e Maia precisará atuar como apaziguador. Guedes, de sua parte, tem um tom mais incisivo sobre o assunto. Disse na Comissão de Constituição e Justiça, dias antes, que cabe aos parlamentares a coragem de mudar ou não o modelo sugerido para os aposentados de farda. No íntimo ele torce pela revisão para reforçar as chances da economia na casa do trilhão. Sempre preciso na exposição dos motivos, Guedes não arreda pé do ouvido do presidente e atende quando pode demandas como a dos militares. Nesse pormenor, no entanto, ele foi menos enfático – talvez por não estar plenamente a favor – e assim deixou de transmitir explicações convincentes na defesa da categoria. O mesmo não aconteceu quando o item abordado foi o esquema de “capitalização” para as gerações futuras que entrarão daqui por diante no sistema. Com essa via Guedes advoga que serão criados milhares de empregos rápidos em virtude da “desoneração dramática” (expressão dele) dos encargos trabalhistas. Bolsonaro mostra resistência, parlamentares idem, governadores como Doria e Eduardo Leite (RS) apoiam e Guedes se equilibra insistindo na alternativa. De todo modo, o ministro tem se consagrado como referência quando se fala do lado bom do Governo.
Com o seu estilo surpreendente, brilhante e obstinado virou o estrategista-chefe do acordo em andamento. E ainda bem que está sendo bem-sucedido na empreitada. Desenho estatístico de um País que caminha a fortes solavancos, os índices de aposentadoria por aqui dizem respeito a uma velha tragédia nacional – a de não se preparar para o envelhecimento da população. As estatísticas indicam que ocorreu em curtíssimo espaço de tempo aquilo que muitas pessoas temiam: o risco da insolvência do sistema, que se tornou inviável há alguns anos e que agora consome boa parte do orçamento federal. Como pontua Guedes, devido aos estouros bilionários desse modelo os brasileiros ficaram literalmente atolados. “Carimbamos os recursos, vinculamos os gastos e assim reconstruímos uma Europa por ano para ficar no mesmo lugar. R$ 4 trilhões de receita equivale a um Plano Marshall por ano”. O economista se refere ao valor do PIB e o compara ao plano de ajuda financeira das nações destruídas pela II Grande Guerra. Os desembolsos realizados atualmente sangram quase três quartos das receitas públicas disponíveis. Em bom português: não sobra nada, ou quase nada, para o resto. Com uma escalada vertiginosa e ininterrupta do problema. Em sua infelicidade burocrática, o Brasil está enredado numa armadilha da qual precisa se livrar urgentemente.
Os empresários que desembarcaram em peso no foro estão unanimemente convencidos de que não há outra saída que não a da reforma já. “quantas vezes vimos essa discussão ser colocada à mesa e adiada por falta de disposição política? Agora o quadro parece diferente”, disse o presidente da MAN, líder na produção de caminhões no Brasil, Roberto Cortes. “O que temos de notar é que há no momento uma vontade geral na busca por convergência sobre a questão”, endossou o presidente da gigante nacional do aço CSN, Benjamin Steinbruch. “A Reforma garante a solvência do estado brasileiro no futuro, sem isso entramos numa sociedade à beira da falência”, pontuou Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco.

Vozes em Uníssono

Nessa ala que responde pela produção e, na prática, é quem faz a roda girar para os resultados auspiciosos do Produto Interno Bruto, não foram poucas, nem isoladas, as vozes pedindo a solução urgente. Engrossaram o coro personagens como Michael Klein, que construiu a rede varejista Casas Bahia e no momento dedica-se ao setor de aviação, José Luiz Gandini, da Kia Motors e dirigente da associação de importadores de veículos, Claudio Lottenberg, que preside a líder de planos de saúde Amil e Manfredo Rübens, presidente da gigante química Basf. Ali, naqueles dias de agitação sectária que tomou a aprazível cidadezinha de Campos, com ares de recanto europeu, eram ao menos 700 CEOs, financistas e executivos de grandes conglomerados batendo ponto e empenhando aval na composição da Previdência. “Potencialmente, pelo que tratamos aqui, a gente pode enveredar já pelo caminho certo da reforma porque a convicção de sua importância nunca foi tão acentuada”, convocou o fundador e presidente do conselho do BTG Pactual, André Esteves. O Chairman do LIDE, Luiz Fernando Furlan, definiu em uma parábola o que considera como uma fase de transição: “Se queremos pular para um novo Brasil, esse é o caminho”. Do contrário, como pontua o governador Doria, qualquer impulso de retomada estará comprometido. “Sem a reforma, estados, municípios e o próprio Governo Federal entrarão em um caos, com a falta de recursos para o pagamento de serviços básicos de saúde, educação e segurança entre outros”. É melhor não arriscar.

“A Reforma garante a solvência do estado no futuro. Sem isso, entramos numa sociedade à beira da falência” Luiz Carlos Trabuco, Bradesco

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