22/06/2018

90% de processos corriqueiros podem ser resolvidos por chatbot, diz pesquisa

 um levantamento da cedro technologies constata que 90% de processos corriqueiros podem ser resolvidos por chatbot que simula um ser humano na conversação com pessoas. os chatbots representam uma grande evolução na relação entre pessoas, marcas e tecnologia: 74% dos clientes e usuários conseguem resolver dúvidas em até 2 minutos, além de 87% classificarem a experiência de uso como 'boa' e 'ótima' aferiu a empresa. "a utilização de e-mail ou no 'fale conosco' chegar cair em 30% com a implementação da ferramenta e, os custos de atendimento, são significamente reduzidos", destaca paulo ribas, da cedro. a cedro technologies em parceria com a microsoft vem desenvolvendo chatbots para diversas áreas de atuação, inclusive previdência privada. "a procura por essa solução, neste segmento, cresceu nos últimos meses", mencionou ribas, que já implantou a ferramenta em empresas como itaú, cargill e ge. algumas questões são recorrentes e comuns a todos os planos de previdência, como: qual o ganho fiscal da previdência? como vou ser tributado no resgate? quem fica com meus recursos se eu morrer? o que é tributação regressiva? e várias outras questões. essas dúvidas comuns demandam um tempo precioso dos profissionais nas organizações envolvidas, e nem sempre são respondidas com precisão, uma vez que o turnover nessas áreas costuma ser elevado e a capacitação dos atendentes não consegue acompanhar a velocidade do entra e sai de novos funcionários. "é aí que entra o chatbot e, para facilitar ainda mais esse processo, a cedro desenvolveu uma plataforma chamada people (ainda in preview), que irá permitir que qualquer pessoa, sem conhecimento de programação, crie seu próprio chatbot", ressaltou ribas. no people, o cliente poderá criar as perguntas e respostas em diversos formatos (botões, url, carrossel, imagem), obter relatórios gerenciais de interações com o bot por assunto, unidade de tempo, não respondidas. e ainda consegue parametrizar o transbordo para atendimento humano com reconhecimento de sentimento, ou seja, se o bot perceber que o usuário não está contente com a conversa, ele pode sugerir a transferência do atendimento para um humano. uma vez criado o chatbot, a plataforma também disponibiliza a interação nos principais apps de mensageria, como messenger do facebook, skype, twitter, slack, telegram, mypush e sob avaliação em chats proprietário. "os chatbot vieram para ficar. além de reduzir custos de atendimento, ele está acessível nos sistemas de mensageria já mencionados, sem a necessidade de baixar um novo app que ocupa mais espaço de memória", finalizou ribas. fonte: tiinside
22/06/2018

Simplificação de documentos: confira o que estamos fazendo para facilitar seu acesso ao Seguro DPVAT

 facilidade? nós temos por aqui! a gente está sempre falando por aqui que estamos trabalhando, constantemente, para tornar o acesso ao seguro dpvat cada vez mais acessível para você. mas como estamos, efetivamente, fazendo isso? é exatamente essa questão que vamos explicar aqui no post. gt de simplificação de documentos: trabalho interno que gera uma porção de benefícios promover mudanças internas para impactar a vida de 207 milhões de brasileiros. é assim que a gente encara as coisas por aqui, através da atuação de grupos de trabalho, onde juntos, pensamos no melhor para os beneficiários desse importante instrumento de proteção social. um desses grupos é o de simplificação de documentos que, ao atuar em versões mais simples dos documentos para dar entrada na indenização do seguro dpvat, reduz o tempo médio de pagamento. formado no ano passado, ele é composto por integrantes de diversas áreas-chave da seguradora líder e de representantes das consorciadas. saiba mais sobre as documentações simplificadas somente no ano passado, o gt de simplificação de documentos já entregou versões simplificadas da declaração de ausência do laudo do iml e das documentações de comprovação de ato declaratório e do termo de autorização de pagamento. através dessas mudanças, somente no primeiro quadrimestre de 2018, o volume de pendências documentais caiu 17,8% em comparação ao mesmo período do ano passado. de impressionar, não é? mas não para por aí! no último mês, demos outro passo à frente, retirando a exigência de dois documentos para comprovação do direito do beneficiário em caso de morte: a prova de dependência econômica através da anotação constante na carteira de trabalho (ctps) e a declaração de separação de fato. e sabe quem sai ganhando com todas essas novidades? o beneficiário! uma rede dedicada a facilitar o seu entendimento do seguro dpvat além das redes sociais oficiais (facebook, twitter e instagram) do seguro dpvat, com posts educativos e tirando dúvidas sobre o seguro, também temos o slideshare: uma ferramenta onde é possível saber como preencher documentos para dar entrada no seguro, qual a vigência do dpvat, quais são os pontos de atendimento e muito mais… tudo bem explicadinho e feito com muito carinho! ficou curioso? é só entrar no site https://www.slideshare.net/seguradoralider-dpvat. ah, a gente aproveita para lembrar que, se você tiver alguma sugestão de tema, é só falar com a gente. mudar nossos processos internos para facilitar a vida de quem têm direito ao seguro dpvat: essa é a nossa filosofia e razão de existir por aqui. fonte: viver seguro no trânsito
22/06/2018

Cuidado com o bolso: sua velhice vem aí

   “a longo prazo estaremos todos mortos”. ninguém questiona que o economista inglês john keynes (1883-1946), autor dessa frase, estava certo a respeito do nosso futuro. mas ele provavelmente não imaginava que o longo prazo ficaria mais longo ainda, inclusive no brasil. a longevidade do brasileiro está aumentando e, segundo o ibge, 30% da população será formada, em 2028, por pessoas com mais de 50 anos de idade. e quando cresce a expectativa de vida, cresce também a importância de planejar a situação financeira na velhice, certo? deveria ser, mas infelizmente isso não acontece no brasil. estudos mostram que poupar não é da natureza humana, mas no âmbito nacional essa tendência é especialmente marcante. levantamento do datafolha revelou que o brasileiro é imediatista e que 65% da população não guarda dinheiro para o futuro, número extremamente preocupante em um país onde a ineficiência do sistema previdenciário tornou emergencial uma reforma da previdência, ainda sem data definida. analisando as projeções de crescimento populacional no nosso país, é fácil entender que, no modelo atual, a previdência social não chegará a 2050 sem uma profunda reforma. a projeções indicam que, da forma que esta, a previdência no brasil custará ao país quatro vezes mais do que custa, em média, nos outros países. claro, não é fácil poupar no brasil. em países nos quais há menos desigualdade social e mais serviços públicos de qualidade, principalmente, na educação e na saúde, além de uma previdência confiável, a necessidade de economizar não é tão evidente. isso, no entanto, não muda o fato de que a falta de planejamento financeiro representa um problema grave em nosso país, capaz de tornar a chamada “melhor idade” em um verdadeiro pesadelo para muitos. é por essa razão que a previdência privada, ou complementar, ganha cada vez mais força como opção de investimento para garantir uma aposentadoria confortável. enquanto no modelo governamental vigente - administrado pelo instituto nacional do seguro social (inss) - não é possível escolher o valor da contribuição, já que é automático e proporcional ao salário recebido, na previdência privada o beneficiário pode investir o quanto quiser, pelo tempo que quiser, de acordo com seus objetivos e sua disponibilidade, e estipular renda mensal superior à definida pelo governo. no entanto, mais importante que qualquer modalidade de investimento - ações, fundos de renda fixa e moedas virtuais são outras opções - é aprender a poupar, a controlar os gastos. é um desafio considerável, diante de tantas despesas e um orçamento apertado ou até deficitário, algo que é a realidade de tantos brasileiros. mas desafio maior ainda é contar apenas com a previdência social para suprir suas necessidades básicas quando o futuro tornar-se presente. a longo prazo, enquanto ainda estivermos vivos, nossa saúde financeira também será fundamental. fonte: bem paraná por raphael swierczynski é ceo da ciclic
22/06/2018

Entenda o que são e como funcionam o grupamento e o desdobramento de ações

  entenda o que são e para que servem esses dois processos comuns no mercado acionário são paulo — o desdobramento e o grupamento de ações são eventos comuns no mercado acionário, mas que podem gerar dúvidas nos investidores. o desdobramento, também chamado de split, é feito quando a administração da empresa acredita que a cotação de seus papéis está elevada e que isso pode prejudicar a entrada de novos investidores. desta forma, ela decide aumentar a quantidade de papéis em circulação no mercado para facilitar sua negociação. com isso, a cotação do papel é reduzida. o valor da empresa, no entanto, permanece o mesmo, assim como o valor do investimento dos acionistas. por exemplo, se um investidor detém 100 ações ao preço de 8 reais cada uma, terá um investimento total de 800 reais. se a companhia resolve dividir cada ação em duas, o investidor passará a ter 200 ações ao preço de 4 reais. sua aplicação continuará sendo os mesmos 800 reais. o grupamento, ou inplit, funciona de maneira oposta. quando a companhia julga que a cotação de sua ação está baixa, ela pode reunir várias ações em uma. em geral, esse processo reduz a volatilidade dos papéis. a operação, assim como no desdobramento, não altera o valor do investimento. se um acionista possui 100 ações ao preço de 1 real cada, terá um investimento total de 100 reais. se a empresa resolve grupar cinco ações em uma, o investidor passará a ter 20 ações ao preço de 5 reais cada e seu investimento valerá os mesmos 100 reais. fonte: exame por rita azevedo
22/06/2018

Bovespa começa em alta superior a 1% com petróleo e exterior

  às 10h30 o ibovespa subia 1,11%, aos 70.850,83 pontos, influenciado pelo bom humor dos mercados acionários internacionais são paulo – a bovespa iniciou os negócios em alta superior a 1,0% nesta sexta-feira, 22, influenciada pelo bom humor dos mercados acionários internacionais e pela valorização de mais de 2,0% dos contratos futuros de petróleo. o comportamento da commodity ajuda os papéis da petrobras, que avançam quase 2,0%, amenizando o efeito da derrotada da estatal na quinta-feira, 21, na maior ação trabalhista de sua história. o impacto pode ser de r$ 15 bilhões, além de r$ 2 bilhões anuais na folha de pagamento da companhia. o broadcast (serviço de notícias em tempo real do grupo estado) apurou, no entanto, que a estatal vai recorrer e que não haverá desembolso até que sejam esgotados os recursos na justiça. às 10h30 o ibovespa subia 1,11%, aos 70.850,83 pontos, mas o volume de negócios era baixo nos mercados locais, já que muitos investidores acompanhavam o segundo tempo da partida da seleção brasileira contra a costa rica, na copa do mundo da rússia. “vamos ver qual vai ser o comportamento do investidor estrangeiro depois de 10h30, daí saberemos qual será o tom para a bolsa”, ponderou um operador de renda variável, lembrando que, na noite de quinta, as adrs da petrobras negociadas em nova york chegaram a cair mais de 3,0% após a decisão do plenário do tribunal superior do trabalho (tst). fonte: exame por ana luísa westphalen, do estadão conteúdo
22/06/2018

Chinesa aumenta oferta pela CPFL Renováveis, mas briga deve continuar

  a chinesa state grid, controladora da cpfl energia, elevou sua oferta para comprar as ações da cpfl renováveis, mas decisão não agradou os acionistas a chinesa state grid, controladora da cpfl energia, elevou de r$ 12,20 para r$ 13,81 sua oferta para comprar as ações da cpfl renováveis. a nova proposta foi entregue à comissão de valores mobiliários (cvm) na segunda-feira,18, e representa um acréscimo de r$ 390 milhões no preço original de quase r$ 3 bilhões oferecido pela companhia asiática aos minoritários. o jornal o estado de s. paulo apurou que a revisão não agradou aos acionistas detentores das ações, que devem questionar a oferta. a revisão do preço foi feita depois que o colegiado da cvm exigiu, no início de maio, ajustes nos cálculos feitos pela empresa. na ocasião, a autarquia suspendeu a decisão de sua área técnica que definia um preço mínimo de r$ 16,69 para a oferta pública de ações (opa) – o que significava algo em torno de r$ 1 bilhão a mais no desembolso da chinesa. no comunicado de quinta-feira, 21, a state grid afirmou que analisou as determinações da cvm e, embora não compartilhe do mesmo entendimento com relação ao uso dos números, fez os ajustes “como forma de demonstrar sua boa-fé e seus esforços para cumprir as exigências do colegiado da autarquia”. a state grid foi responsável por uma das maiores transações do país em 2016 ao adquirir o grupo cpfl energia. entre a compra do controle e das ações no mercado, a empresa desembolsou algo em torno de r$ 25 bilhões. o negócio também incluía a compra das ações da cpfl renováveis, uma subsidiária do grupo de energia. foi aí que começou o conflito. a chinesa oferecia r$ 12,20 para adquirir a participação no mercado, bem abaixo dos r$ 25 oferecidos para os minoritários da holding. os acionistas da renováveis não aceitaram a proposta e entraram com uma reclamação na cvm, que em fevereiro deste ano decidiu a favor dos minoritários ao estipular um limite de r$ 16,69 para a oferta. essa definição, no entanto, foi derrubada pelo colegiado da autarquia. contestação a nova proposta apresentada pela chinesa passará por análise da cvm, que vai decidir se os cálculos estão adequados às exigências feitas em maio. durante as avaliações, no entanto, os minoritários poderão apresentar suas considerações em relação à oferta. segundo fontes, os acionistas já estão avaliando formas de como contestar os números. nas demonstrações de preço, a state grid apresentou cinco diferentes cálculos do preço por ação da cpfl renováveis, alguns usando dados financeiros reais até o primeiro trimestre deste ano; o método de projeção de ebitda de cinco anos, conforme usado pela superintendência de registro (sre) da cvm, com ajustes; e as projeções elaboradas pelas empresas em 2016, anteriormente à transação, para o período de 2016 a 2025. com base nesses cálculos, a empresa chegou a preços que variaram entre r$ 10,95 e r$ 13,81 – esse último escolhido para a oferta. para chegar a esse número, a companhia afirma que substituiu as projeções da cpfl renováveis usadas pela superintendência da cvm. fontes afirmam que esse item é um dos pontos de reclamação. a state grid justificou que “tais projeções foram elaborados em dezembro de 2015 somente para o exercício de planejamento estratégico”. “as projeções para o período de 2016-2020 usadas pela state grid brazil foram preparadas pela administração e aprovadas pelo conselho de administração de ambas as companhias antes da transação. fonte: exame por renée pereira, do estadão conteúdo
22/06/2018

Dólar cai e volta a R$3,75 de olho no BC e no exterior

  às 9:59, o dólar recuava 0,27%, a 3,7532 reais na venda, depois de ter recuado 0,51% na véspera são paulo – o dólar operava em baixa e já de volta ao patamar de 3,75 reais nesta sexta-feira, acompanhando a cena externa em dia de esperado fluxo mais fraco devido ao jogo da seleção do brasil pela copa do mundo da rússia pela manhã. o mercado também estava atento às ações futuras do banco central, já que as intervenções anunciadas pela autoridade monetária se referiam a esta semana apenas. às 9:59, o dólar recuava 0,27 por cento, a 3,7532 reais na venda, depois de ter recuado 0,51 por cento na véspera. o dólar futuro caía cerca de 0,50 por cento. na semana passada, o bc informou que injetaria 10 bilhões de dólares nesta semana em swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. até a véspera, colocou 4 bilhões de dólares. para este pregão, por enquanto, o bc apenas anunciou oferta de até 8.800 swaps para rolagem do vencimento de julho. a ação mais contundente do bc veio nas últimas semanas diante do movimento de forte aversão ao risco, que chegou a levar o dólar para acima do patamar de 3,90 reais, devido sobretudo à cena política local. pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais de outubro não têm mostrado avanços de pré-candidatos que os mercados consideram como mais comprometidos com ajuste fiscal e reformas. no exterior, em dia de correção após fortes movimentos de aversão ao risco diante de temores com a disputa comercial entre estados unidos e china, o dólar caía ante uma cesta de moedas e divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e o peso chileno. apesar do pregão mais positivo, os mercados continuavam atentos à cena política, a poucos dias do julgamento pela 2ª turma do supremo tribunal federal (stf) de novo pedido de liberdade do ex-presidente luiz inácio lula da silva, preso há mais de dois meses por crime de corrupção. os investidores entendem que, uma vez solto, lula pode atuar como importante cabo eleitoral de um candidato que os desagradem. “os investidores ficam atentos ao ‘risco lula’, às vésperas do julgamento de recurso que pede a liberdade do petista pela segunda turma do supremo tribunal federal (stf), na próxima terça-feira (26)”, escreveu a corretora cm capital markets. fonte: reuters por claudia violante
18/06/2018

Joaquim Mendanha apresenta ações e próximos passos da Susep

  superintendente da autarquia palestra no almoço do mercado segurador, em porto alegre (rs) joaquim mendanha, superintendente da superintendência de seguros privados (susep), palestra no próximo almoço do mercado segurador. o evento, realizado há mais de 70 anos no rio grande do sul, acontece no dia 28 de junho, no clube do comércio de porto alegre. apresentado pelo sindicato das seguradoras do rio grande do sul (sindseg/rs) e pelo sindicato dos corretores (sincor/rs), o painel apresenta um resumo das últimas ações e os próximos passos a serem dados pela autarquia que regula o mercado brasileiro de seguros. fonte: jrs
18/06/2018

Os cuidados ao inserir a cobertura para o seguro de um evento

 coberturas inseridas na apólice garantem a tranquilidade para quem organiza e prioriza a segurança aos convidados e a equipe responsável pela ação. ao organizar qualquer tipo de solenidade, das mais simples as mais sofisticadas, é preciso ter noção de quantos detalhes devem ser pensados com o máximo de cuidado para que tudo aconteça conforme o planejado. mesmo com visão estratégica, alguns imprevistos podem ocorrer, por mais que a equipe envolvida no projeto mantenha o controle sobre tudo, como acidentes envolvendo participantes, público ou funcionários e prestadores de serviços que estarão trabalhando no local, danos a equipamentos durante montagem ou desmontagem, explosões, incêndios, o não comparecimento de uma atração ou fornecedor e até o cancelamento em função do mau tempo. com objetivo de evitar contratempos que gerem prejuízos, muitas empresas apostam na contratação do seguro para eventos na hora de estruturar uma cerimônia, independente do seu formato. as coberturas inseridas na apólice são capazes de garantir tranquilidade para quem organiza e prioriza a segurança aos convidados e a equipe responsável pela ação. de acordo com o sócio diretor da corretora ayfa seguros, fauze farhat, quem contrata os serviços de um evento para qualquer ocasião arca com as consequências dos danos causados, independente de quais sejam. “qualquer acontecimento que coloque em risco uma vida ou um objeto é, por lei, responsabilidade de quem organizou. isso precisa ficar bem claro, porque a necessidade da contratação de uma apólice para qualquer eventualidade é fundamental. além dos prejuízos financeiros que um acidente ou imprevistos podem ocasionar, a organização terá que arcar com todos os custos de reparo e possíveis indenizações judiciais. fora a imagem da companhia que contrata, que pode sofrer um dano e perder toda credibilidade de um trabalho que vem sendo planejado por muito tempo. é preciso refletir em relação a repercussão de pessoas que não possuem condições de arcar com auxílio imediato e eficiente em casos de acidentes, onde o seguro dá todo suporte necessário”, explica farhat. a corretora preparou uma relação com as principais coberturas para garantir o sucesso de um evento. danos a equipamentos durante a montagem, instalação, utilização, desmontagem e transporte; acidentes pessoais; dano, furto ou roubo a veículos de convidados ou funcionários estacionados no local do evento; subtração de valores de bilheterias; não comparecimento, atraso ou acidentes referentes ao fornecimento de comidas e bebidas; danos a edifícios e construções de terceiros; não utilização do espaço do evento; ações judiciais de danos morais; acidentes e danos causados com fogos de artifício; explosões e incêndios; cancelamento do evento devido a fenômenos climáticos; não comparecimento das atrações confirmadas para o evento. coberturas adicionais existe a possibilidade da contratação das coberturas adicionais, que são facultativas a cada uma das opções e deve ser bem estudada e avaliada antes de entrar na apólice. com a finalidade de atender melhor os segurados, algumas corretoras também prestam consultoria para empresas especializadas em organizações de eventos, tendo conhecimento em relação às quais coberturas são necessárias, de acordo com o perfil do que será organizado. fonte: revista apólice

O acordão da Previdência


12/04/2019

Como uma espécie de Davos à brasileira, o 18º Fórum do LIDE reuniu, de forma inédita, governadores, parlamentares, empresários e o Executivo para fecharem questão em torno de mudanças na aposentadoria, no maior pacto federativo já visto sobre o tema. Agora é possível que a Reforma saia de uma vez do papel

O ministro Paulo Guedes e o presidente da Câmara Rodrigo Maia tocam instrumentos diferentes na sinfonia do poder, mas nada impede que atuem na mesma orquestra quando a partitura interessa a todos. No caso, a tão decantada e ainda aguardada Reforma da Previdência. Semanas a fio, de uns tempos para cá, os dois estão compondo, afinados, a banda de articulações que tenta a aprovação da proposta, ainda no primeiro semestre se tudo correr bem. Marcam quase todos os dias conversas fechadas nos gabinetes do Parlamento e do ministério para acertar pontos ainda pendentes. Seguem juntos para conversas com as bancadas dos partidos e com públicos e plateias os mais variados. Tratam de ajustes pontuais no texto e no calhamaço de estatísticas para chegar ao número mágico pretendido de uma economia na casa de R$ 1 trilhão em dez anos.
E trocam elogios mútuos quando se referem à disposição do interlocutor para aceitar sugestões. Viraram, por assim dizer, verso e emenda do mesmo refrão. Na semana passada, os dois e mais o presidente do Senado David Alcolumbre – que também dá corda à cantilena da Reforma – além de portentos empresariais, ministros, congressistas e seis governadores se reuniram em um encontro tão representativo como inequívoco na demonstração de força e sintonia em torno do tema. Na 18º edição do Fórum Empresarial do LIDE, dessa vez realizado em Campos do Jordão, interior de São Paulo – com um formato e dinâmica que lembram em muito as conferências globais de Davos -, todos pareciam sinceramente ávidos por enfrentar o impossível para chegar lá (ou, pelo menos, o aparentemente impossível, dado que sai governo, entra governo, ninguém consegue emplacar a ideia) com uma espécie de bloco coeso de apoio, integrado por camadas de diversos setores comprometidos com a retomada econômica. Foi um ponto de inflexão importante nessa trajetória de idas e vindas daquela que é, de fato, a principal pauta lançada sobre as mesas de deputados e senadores neste ano. Até aqui não havia ocorrido ainda uma reunião tão ampla e diversificada de agentes envolvidos com a reforma. Na batuta da mobilização, o governador de São Paulo, João Doria, funcionou ali como uma espécie de intermediador de interesses, sem tomar lados, uma vez que o intuito geral era o de fechar a agenda comum pelo engajamento para ajudar no rito da aprovação. “Não há mais o que esperar, o Brasil precisa o quanto antes dessa reforma, o recado ficou claro e vamos trabalhar em conjunto por ela. Articulem-se, sejamos todos ativos nessa direção”, convocou Doria, que há quase duas décadas idealizou os fóruns anuais (ainda organizados pelo grupo que leva o seu nome e do qual se desligou desde que entrou para a política, deixando a direção a cargo de uma banca de profissionais). De uns tempos para cá, no comando da máquina paulista, Doria procurou ser uma espécie de fiador de entendimentos nesse sentido, se esforçando como poucos para reunir, inclusive na própria casa, vários dos personagens da complexa negociação. Foi assim na semana passada quando recepcionou o vice-presidente General Mourão e sugeriu alguns encontros entre ele e os governadores dos demais Estados para ouvir as necessidades de cada um, e ao receber também o presidente do Supremo Tribunal, Dias Toffoli, que reagiu entusiasmado ao convite: “estou há 10 anos no STF e nunca ninguém me chamou para uma conversa como essa e o senhor faz isso justo no momento mais decisivo do País”, disse ao anfitrião. No ponto alto das rodadas de tratativas que entabulou pela reforma, Doria resolveu falar a respeito tanto com o presidente Bolsonaro como com o deputado Maia para aparar arestas, tal qual um bombeiro que percebe a fumaça a tempo de controlar o incêndio. É um trabalho de diplomacia que vem fazendo a diferença. No Fórum de Campos, ele dobrou a aposta. Lá, de certa forma, estavam colocados inúmeros papeis estratégicos disponíveis a cada um dos participantes para o sarau de negociações. Para quem viu de fora foi possível alimentar razoável otimismo sobre a costura de saídas para o impasse previdenciário. Basta compreender a função dos protagonistas daqueles tête-à-tête e a dimensão de um encontro como o de Campos, quando esses senhores reservaram o final de semana para juntos debater e firmar denominadores comuns.
“Não há mais o que esperar. O Brasil precisa o quanto antes dessa reforma” João Doria, governador de São Paulo
Existiam diferenças? Claro. Incontornáveis? O desenrolar do evento acabou demonstrando que não. Lado a lado, sem intermediários, os participantes acabaram por fechar convergências em vários aspectos. E isso fez toda diferença na evolução dos ânimos quanto à entrega ao País de uma reforma verdadeiramente eficaz. O clima de hostilidade de outras ocasiões foi superado e análises consistentes sobre crise fiscal, reorientação de receitas e passos complementares na área das privatizações e do ajuste no Sistema “S” pontificaram sem maiores resistências. Os governadores, por exemplo, estão muitos deles em situações calamitosas de caixa. Não sabem como seguir um ano sequer a mais com o atual quadro de vinculações orçamentárias para a rubrica das pensões, bem mais salgadas no campo da atividade pública se comparadas às da iniciativa privada. Deram ali esse testemunho e reforçaram a carga de pressão sobre os representantes do Legislativo presentes. Prefeitos, deputados e senadores que foram ao Fórum, dentre os quais Antonio Carlos Magalhães Neto, de Salvador, e Nelson Marchezan, de Porto Alegre, repisaram o alerta da inanição dramática de verbas nas respectivas regiões para bancar o compromisso. Cada uma das vozes serviu de caixa de ressonância direta sobre os feitores da costura do projeto, dispostos de maneira genuína a escutar e ajustar excessos.
Ministros como o responsável pela pasta da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, trouxeram sua contribuição mostrando os esforços em andamento para a recomposição de receitas. Freitas listou um balanço de leilões que repassaram, dentre outras estruturas, inúmeros terminais portuários, ferroviários e aeroportos. No total, em 60 dias, 23 ativos mudaram de mãos, do Estado para a iniciativa privada, gerando resultados bilionários que vão ajudar no resgate da saúde financeira da União. Longe dali, até a ala militar, através dos generais Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança, e Eduardo Villas Bôas, ex-comandante-geral do Exército, saíram em busca de apoio para as mudanças nas aposentadorias e serviram de promotores do tema em convescote no final de semana com um grupo de governadores liderados por Ronaldo Caiado, de Goiás. Caiado esteve ainda no pelotão dos participantes do Fórum.

Um pacto federativo

Mas vamos nos ater aos principais protagonistas dessa espécie de pacto federativo que ocorreu durante as rodadas de Campos – e não se pode chamar de outra coisa uma sinalização conjunta de ideias em torno da Reforma. Maia e Guedes exerceram no encontro a condição de maestros da pacificação. Por mais que opositores e críticos do Governo tentem desmerecer o escopo do projeto, a dupla de seus defensores tem acertado não apenas no diagnóstico da crise como na receita para saná-la. Tal qual padarias mal administradas, o Tesouro Nacional mergulhou há muito tempo no vermelho e já teria ido à falência se estivesse no ramo comercial – principalmente devido aos desembolsos descomunais que realiza para arcar com a Previdência, na casa dos R$ 720 bilhões ao ano. Os arautos da reforma estão juntos conversando com os interlocutores para demonstrar por A mais B que o único jeito de consertar a situação e evitar o desfecho trágico passa por uma reformulação completa do sistema de gastos sob essa rubrica. “Tenho a minha absoluta tranquilidade, fora dos ruídos aqui e ali, quanto à dinâmica maior dos eventos. Para mim é claro que a continuar nessa marcha estaremos indo para a desordem da forma mais organizada que já vi”, alertou Guedes ainda na sexta-feira 05 a uma plateia de atentos ouvintes. “As pessoas estão irritadas e ansiosas porque vivemos uma crise há quase cinco anos e precisamos da reforma para mudar esse estado de coisas”, reforçou Maia. Os dois estão pedindo ao Congresso celeridade. Essa é uma providência habitualmente perseguida pelos governantes, mas a missão de cobrá-la e negociá-la foi tão mal recebida pelo mandatário que ambos decidiram tomar a frente do processo. Diga-se de passagem que os brasileiros acompanham desde o início, com certa sofreguidão, o desenrolar dos acordos. Em um primeiro momento majoritariamente contra a perda de benefícios perceberam que seriam os principais prejudicados, ou no mínimo seus filhos, pela falta de uma solução estrutural. A história revelou que, a rigor, a curva de contribuintes e de beneficiários se inverteu dramaticamente com o avanço da população idosa – fenômeno que, por aqui, assumiu contornos de calamidade na equação. O resultado a que se chegou, com risco de calote generalizado dos pagamentos em até três ou quatro anos, pode ter contribuído para a mudança dos humores da população a favor de um ajuste. Pesquisa da XP Investimentos divulgada recentemente mostrou que 65% dos entrevistados se colocam agora a favor da reforma. O aval serviu de senha para que o ministro Guedes tomasse novo fôlego após o bombardeio de ataques que sofreu da bancada do atraso na Câmara. Ah, as contradições da democracia! Se há 15 dias Guedes perdeu a paciência com um auditório dominado por arrivistas que o exauriram em seis horas de depoimento, nas apresentações de Campos, logo após, ele teve que seguidamente interromper as mesmas explicações em virtude dos aplausos de convertidos, inebriados com a clareza dos argumentos. Dois públicos, duas reações absolutamente distintas. A soma das sessões lhe dá ainda assim um quórum altamente favorável à cruzada que empreende. De Posto Ypiranga a “tchutchuca”, Tigrão ou czar da economia, Guedes conheceu todos os mimosos epítetos com que o brindaram na trajetória de andarilho atrás de votos pela Previdência, mas segue indiferente, talvez porque costuma colocar a causa acima dos contratempos. Disse isso em Campos: “vou me irritar com o que? Tem uma minoria que fica batendo bumbo, problema deles.
“As pessoas estão ansiosas e irritadas porque vivemos uma crise há quase cinco anos e precisamos da reforma para mudar esse estado de coisas” Rodrigo Maia, presidente da Câmara
A minha expectativa da classe política é a melhor possível, a construtividade do Maia, do Doria e de muitos outros reforça a minha convicção de não recuar. Sem recuo e sem rendição”, estabeleceu o ministro. Seu companheiro de batalha, Rodrigo Maia, que compartilha da mesma fama de pavio curto, sempre com uma resposta na ponta da língua, tem um pé cautelosamente atrás e o outro lado a lado com o de Guedes. “Perdi a condição de cumprir um papel de articulador porque fui mal compreendido, mas se a gente quer reformar o Estado precisamos agora de um pacto onde a Previdência é o primeiro item”, afirma. Maia tem surpreendido positivamente como um autêntico embaixador da reforma no Congresso. Até Guedes reconhece isso. Com seu estilo carrancudo, parrudo, mas competente em todos os sentidos, o presidente da Câmara virou o fiador do projeto, mesmo que o presidente Bolsonaro inicialmente não o tenha enxergado assim. Já no segundo mandato, com assento cativo no comando da Câmara pelos próximos dois anos, não há mais dúvidas de que ele participará das decisões-chaves do que mudar e do que manter na estrutura da proposta (leia quadro) e, aos interlocutores, Maia vem enviando sinais de que não se furtará da missão de harmonizar a Casa, buscando uma solução que elimine os privilégios em qualquer direção: dos servidores públicos aos militares. É aí que a coisa pode pegar. No Executivo se coloca como assunto fechado o tratamento diferenciado para a caserna, com um regime especial de Previdência.
“A gente pode enveredar já pelo caminho certo da reforma porque a convicção de sua importância nunca foi tão acentuada” André Esteves, presidente do BTG Pactual
O Congresso discorda e Maia precisará atuar como apaziguador. Guedes, de sua parte, tem um tom mais incisivo sobre o assunto. Disse na Comissão de Constituição e Justiça, dias antes, que cabe aos parlamentares a coragem de mudar ou não o modelo sugerido para os aposentados de farda. No íntimo ele torce pela revisão para reforçar as chances da economia na casa do trilhão. Sempre preciso na exposição dos motivos, Guedes não arreda pé do ouvido do presidente e atende quando pode demandas como a dos militares. Nesse pormenor, no entanto, ele foi menos enfático – talvez por não estar plenamente a favor – e assim deixou de transmitir explicações convincentes na defesa da categoria. O mesmo não aconteceu quando o item abordado foi o esquema de “capitalização” para as gerações futuras que entrarão daqui por diante no sistema. Com essa via Guedes advoga que serão criados milhares de empregos rápidos em virtude da “desoneração dramática” (expressão dele) dos encargos trabalhistas. Bolsonaro mostra resistência, parlamentares idem, governadores como Doria e Eduardo Leite (RS) apoiam e Guedes se equilibra insistindo na alternativa. De todo modo, o ministro tem se consagrado como referência quando se fala do lado bom do Governo.
Com o seu estilo surpreendente, brilhante e obstinado virou o estrategista-chefe do acordo em andamento. E ainda bem que está sendo bem-sucedido na empreitada. Desenho estatístico de um País que caminha a fortes solavancos, os índices de aposentadoria por aqui dizem respeito a uma velha tragédia nacional – a de não se preparar para o envelhecimento da população. As estatísticas indicam que ocorreu em curtíssimo espaço de tempo aquilo que muitas pessoas temiam: o risco da insolvência do sistema, que se tornou inviável há alguns anos e que agora consome boa parte do orçamento federal. Como pontua Guedes, devido aos estouros bilionários desse modelo os brasileiros ficaram literalmente atolados. “Carimbamos os recursos, vinculamos os gastos e assim reconstruímos uma Europa por ano para ficar no mesmo lugar. R$ 4 trilhões de receita equivale a um Plano Marshall por ano”. O economista se refere ao valor do PIB e o compara ao plano de ajuda financeira das nações destruídas pela II Grande Guerra. Os desembolsos realizados atualmente sangram quase três quartos das receitas públicas disponíveis. Em bom português: não sobra nada, ou quase nada, para o resto. Com uma escalada vertiginosa e ininterrupta do problema. Em sua infelicidade burocrática, o Brasil está enredado numa armadilha da qual precisa se livrar urgentemente.
Os empresários que desembarcaram em peso no foro estão unanimemente convencidos de que não há outra saída que não a da reforma já. “quantas vezes vimos essa discussão ser colocada à mesa e adiada por falta de disposição política? Agora o quadro parece diferente”, disse o presidente da MAN, líder na produção de caminhões no Brasil, Roberto Cortes. “O que temos de notar é que há no momento uma vontade geral na busca por convergência sobre a questão”, endossou o presidente da gigante nacional do aço CSN, Benjamin Steinbruch. “A Reforma garante a solvência do estado brasileiro no futuro, sem isso entramos numa sociedade à beira da falência”, pontuou Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco.

Vozes em Uníssono

Nessa ala que responde pela produção e, na prática, é quem faz a roda girar para os resultados auspiciosos do Produto Interno Bruto, não foram poucas, nem isoladas, as vozes pedindo a solução urgente. Engrossaram o coro personagens como Michael Klein, que construiu a rede varejista Casas Bahia e no momento dedica-se ao setor de aviação, José Luiz Gandini, da Kia Motors e dirigente da associação de importadores de veículos, Claudio Lottenberg, que preside a líder de planos de saúde Amil e Manfredo Rübens, presidente da gigante química Basf. Ali, naqueles dias de agitação sectária que tomou a aprazível cidadezinha de Campos, com ares de recanto europeu, eram ao menos 700 CEOs, financistas e executivos de grandes conglomerados batendo ponto e empenhando aval na composição da Previdência. “Potencialmente, pelo que tratamos aqui, a gente pode enveredar já pelo caminho certo da reforma porque a convicção de sua importância nunca foi tão acentuada”, convocou o fundador e presidente do conselho do BTG Pactual, André Esteves. O Chairman do LIDE, Luiz Fernando Furlan, definiu em uma parábola o que considera como uma fase de transição: “Se queremos pular para um novo Brasil, esse é o caminho”. Do contrário, como pontua o governador Doria, qualquer impulso de retomada estará comprometido. “Sem a reforma, estados, municípios e o próprio Governo Federal entrarão em um caos, com a falta de recursos para o pagamento de serviços básicos de saúde, educação e segurança entre outros”. É melhor não arriscar.

“A Reforma garante a solvência do estado no futuro. Sem isso, entramos numa sociedade à beira da falência” Luiz Carlos Trabuco, Bradesco

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