15/06/2018

CVG-SP participa do IX Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada

 silas kasahaya, presidente do cvg-sp, esteve presente no ix fórum nacional de seguro de vida e previdência privada, que aconteceu no dia 12 de junho, no centro de eventos wtc, são paulo. o evento, realizado pela fenaprevi, contou a presença de mais de 400 pessoas e com painéis sobre o cenário econômico brasileiro, tendências e inovações em seguros de pessoas no cenário internacional, regimes previdenciários e a experiência da oecd, além dos desafios econômicos para o novo governo. "o brasil tem grande potencial e não está condenado à sina de baixo crescimento econômico. temos um mercado segurador sólido, que pode contribuir na construção de um país melhor", disse edson franco, presidente da fenaprevi ."esse fórum é de extrema importância para que possamos discutir o desenvolvimento do mercado de seguro de pessoas", afirmou silas kasahaya. fonte: oficina do texto
15/06/2018

Sistema de seguridade é fundamental para manutenção da ordem social, dizem debatedores

 a seguridade social precisa ser tratada como peça fundamental para a manutenção da ordem social do país. essa foi a conclusão a que chegaram os convidados da audiência pública da comissão de direitos humanos e legislação participativa (cdh) nesta quinta-feira (14). o senador paulo paim (pt-rs), que pediu o debate, apontou a importância da constituição federal nesse assunto. - a constituição cidadã é um documento fundamental para a distribuição de renda, para o social e principalmente para a seguridade social. nela, está o apontamento de fontes de recursos para manter essa seguridade, que infelizmente não tem sido cumprida – disse. de acordo com a carta magna, a seguridade social compreende a saúde, a previdência e a assistência social. entre outras coisas, a previdência social atende a cobertura dos eventos de doença, invalidez, morte e idade avançada; a proteção à maternidade e ao trabalhador em situação de desemprego involuntário. no entanto, para os debatedores, a evolução do resultado da seguridade social tem sido apontada pelo governo como deficitária. segundo o representante da sociedade brasileira de previdência social (sbps), luiz alberto dos santos, as causas do deficit estão relacionadas aos juros e amortizações da dívida pública. - as verdadeiras causas desse deficit são queda no pib, queda na arrecadação, aumento da informalidade, renúncias fiscais de r$ 271 bilhões em 2016, sonegação e baixa eficiência da cobrança dos tributos e aumento da despesa. é preciso observar que os juros da divida pública são uma parcela essencial no resultado, pois é maior que o custo da seguridade social – explicou. o vice-presidente da comissão de seguridade social da ordem dos advogados (oab) do distrito federal, diego cherulli, criticou a reforma da previdência e defendeu a seguridade social como forma de manutenção da economia. - a reforma da previdência é fundamentada no empirismo. a mídia, o governo e os interesses de mercado estão jogando a informação de que tem deficit para que a população fique com medo e faça um plano de previdência privada. porém, a seguridade social pública é fundamental para a manutenção da ordem social. sem ordem social, nenhuma economia funciona – defendeu. falta de pessoal os debatedores ainda discutiram a necessidade de recomposição urgente do quadro de servidores do instituto nacional do seguro social (inss). segundo a representante da comissão de aprovados do inss, thayane queiroz, o órgão realizou concurso público em 2015, porém ainda não nomeou nenhum dos 2.580 aprovados. há preocupação porque o prazo previsto no edital para convocação dos selecionados expira em 5 de agosto deste ano. - esse cenário de escassez dos servidores está acarretando aumento de demandas judiciais. é preciso recompor o quadro de servidores para atendimento a sociedade de forma minimamente satisfatória nas várias agências do inss. é inadmissível que os segurados esperem durante meses o atendimento nas enormes filas virtuais – argumentou. uma auditoria realizada em 2013 pelo tribunal de contas da união (tcu) constatou que mais de 10 mil servidores (26% do efetivo) possuíam condições de aposentadoria e estavam usufruindo do abono permanência. em 2016, já havia um deficit de aproximadamente 750 funcionários. fonte: senado notícias
15/06/2018

Taxas de juros abrem em queda em reação a ação conjunta do BC, Tesouro e CMN

 os juros futuros abriram em queda na manhã desta sexta-feira (15) em reação à estratégia conjunta do tesouro nacional, do banco central (bc) e do conselho monetário nacional (cmn) para conter a volatilidade nos mercados de câmbio e nos dis. o bc anunciou uma maior oferta de swaps, estimando mais us$ 10 bilhões na semana que vem, enquanto o tesouro realizará, entre 18 e 22 de junho, leilões diários de compra e venda de ntn-f; ltn; e ntn-b. em outra frente, o conselho monetário nacional (cmn) decidiu antecipar o prazo para a extinção do prazo médio de repactuação mínimo (prc) para os títulos de renda fixa dos fundos de investimento especialmente constituídos (fie) de seguradoras e entidades abertas de previdência complementar. pela nova regulação, as entidades ficarão livres da exigência a partir de 30 de agosto de 2019. segundo um profissional de renda fixa, o movimento nos juros mais curtos é limitado pelo avanço de 1,86% do igp-10 de junho (ante 1,11% em maio). o índice geral de preços - 10 avançou 1,86% em junho, após o aumento de 1,11% registrado em maio. outra divulgação importante sobre a economia brasileira desta manhã foi o ibc-br de abril. após cair 0,51% em março (dado já revisado), a atividade econômica registrou alta de 0,46% em abril ante março, na série com ajuste sazonal. a alta do ibc-br ficou dentro do intervalo projetado pelos analistas do mercado financeiro (+0,20% e +1,30%) e abaixo da mediana em +0,60%. o índice de atividade calculado pelo bc passou de 137,23 pontos para 137,86 pontos na série dessazonalizada de março para abril. este é o maior patamar para o ibc-br com ajuste desde fevereiro deste ano (137,93 pontos). às 9h26min desta sexta, o di para janeiro de 2019 estava em 7,540%, de 7,609% no ajuste de quinta-feira (14). o di para janeiro de 2020 estava em 9,35%, de 9,37%, enquanto o vencimento para janeiro de 2021 estava em 10,26%, de 10,35% no ajuste anterior. o di para janeiro de 2023 exibia 11,57%, de 11,66% no ajuste da véspera. fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/06/633120-taxas-de-juros-abrem-em-queda-em-reacao-a-acao-conjunta-do-bc-tesouro-e-cmn.html)
15/06/2018

IBC-Br sobe 0,46% em abril ante março, com ajuste, afirma BC

 após cair 0,51% em março, em dado já revisado, a economia brasileira registrou alta em abril de 2018. o índice de atividade econômica do banco central (ibc-br) avançou 0,46% em abril ante março, na série com ajuste sazonal, informou nesta sexta-feira (15), a instituição. o índice de atividade calculado pelo bc passou de 137,23 pontos para 137,86 pontos na série dessazonalizada de março para abril. este é o maior patamar para o ibc-br com ajuste desde fevereiro deste ano (137,93 pontos). a alta do ibc-br ficou dentro do intervalo projetado pelos analistas do mercado financeiro, que esperavam resultado entre 0,20% e 1,30%. no entanto, veio abaixo da mediana (0,60%). na comparação entre os meses de abril de 2018 e abril de 2017, houve alta de 3,70% na série sem ajustes sazonais. esta série encerrou com o ibc-br em 139,63 pontos em abril, ante 134,65 pontos de abril do ano passado. o indicador de abril de 2018 ante o mesmo mês de 2017 mostrou desempenho abaixo do apontado pela mediana (3,90%) das previsões de analistas (3,10% a 5,50% de intervalo). o patamar de 139,63 pontos é o melhor para meses de abril desde 2015 (142,68 pontos). conhecido como uma espécie de "prévia do bc para o pib", o ibc-br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. a previsão atual do bc para a atividade doméstica em 2018 é de avanço de 2,6%, sendo que este número foi informado em março. já o ministério da fazenda projeta pib de 2,5% em 2018. fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/06/633115-ibc-br-sobe-0-46-em-abril-ante-marco-com-ajuste-afirma-bc.html)
15/06/2018

IGP-10 sobe 1,86% em junho ante 1,11% em maio, revela FGV

 o índice geral de preços - 10 (igp-10) avançou 1,86% em junho, após o aumento de 1,11% registrado em maio, informou na manhã desta sexta-feira (15) a fundação getulio vargas (fgv). no caso dos três indicadores que compõem o igp-10 de maio, os preços no atacado medidos pelo ipa-10 tiveram alta de 2,50% no mês, ante uma elevação de 1,55% em maio. os preços ao consumidor verificados pelo ipc-10 apresentaram crescimento de 0,74% em junho, após a alta de 0,26% em maio. já o incc-10, que mede os preços da construção civil, teve aumento de 0,36% em junho, depois de um avanço de 0,34% em maio. o igp-10 acumulou um aumento de 5,09% no ano. a taxa em 12 meses ficou positiva em 6,17%. o período de coleta de preços para o indicador de abril foi do dia 11 de maio a 10 deste mês. o igp-di, que apurou preços do dia 1º a 31 do mês passado, subiu 1,64%. os preços agropecuários medidos pelo ipa agrícola subiram 2,78% no atacado em junho, após um aumento de 1,05% em maio, dentro do igp-10. a fgv também informou que os preços dos produtos industriais mensurados pelo ipa industrial tiveram alta de 2,41% este mês, após alta de 1,72% no atacado em maio. dentro do índice de preços por atacado segundo estágios de processamento (ipa-ep), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram alta de 1,80% em junho, ante uma elevação de 0,04% em maio. os preços dos bens intermediários tiveram avanço de 2,84% em junho, após alta de 2,51% no mês anterior. já os preços das matérias-primas brutas apresentaram elevação de 2,94%, depois do aumento de 2,24% em maio. addthis sharing buttons share to facebookshare to twittershare to linkedinshare to e-mailshare to imprimir comentar | corrigir | compartilhar comentários seja o primeiro a comentar esta notícia hoje no jc para folhear modo texto assine já ios android capa leia também juros futuros fecham em forte alta com aumento do estresse no câmbio indicador antecedente composto cai 1% em maio ante abril, diz fgv boa vista scpc: mudanças nas regras do cheque especial tendem a reduzir juros forte avanço do índice de preços ao consumidor ainda reflete efeito da greve capinha cadastre seu e-mail no formulário abaixo para começar a receber a newsletter diária. fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/06/633114-igp-10-sobe-1-86-em-junho-ante-1-11-em-maio-revela-fgv.html)
04/06/2018

Conseg: todos os olhares voltam-se para o Nordeste

  15 expositores nacionais e mais de mil participantes são esperados no evento a cidade de maceió (al) recebeu o 3° congresso de corretores de seguros do nordeste entre os dias 31 de maio e 1º de junho. mais de mil participantes e 15 expositores entre as grandes companhias seguradoras do país estiveram no centro cultural e de exposições ruth cardoso. o encontro, que é o maior e o mais importante do mercado de seguros do nordeste, contou com o apoio institucional da federação nacional dos corretores de seguros (fenacor), do sindicato das seguradoras norte nordeste (sindseg n/ne), do sindicato das seguradoras da ba/se/to e da escola nacional de seguros (funenseg). o tema do congresso este ano foi “adaptando-se às mudanças – evoluir conservando os princípios”. na programação da feira, palestras dos órgãos reguladores e de outras empresas do mercado. o potencial do mercado local pode ser expresso em números. segundo dados da confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização (cnseg), o mercado segurador movimentou cerca de r$ 58,4 bilhões no primeiro trimestre de 2018 no brasil, sem contar o segmento de seguro saúde. a região nordeste representa 10,6% da arrecadação do setor (cerca de r$ 6,1 bilhões). até março deste ano, o setor como um todo devolveu r$ 32,3 bilhões à sociedade em forma de indenizações, sorteios, resgates e benefícios. com um stand congresso, a capemisa seguradora participou do evento pelo terceiro ano consecutivo. desta vez, a companhia reforça o lançamento do seu novo pme e a campanha sou+você 2018. o superintendente regional marcelo vasconcelos fez uma apresentação no painel diretores regionais. além dele e dos executivos da região da companhia, o diretor comercial, fabio lessa, também participou do evento. a previsul seguradora atua no nordeste por meio da sucursal da bahia e escritórios em pernambuco, ceará e rio grande do norte. marcando presença também no evento, a diretora de negócios, andreia araújo, destaca a importância de participar de congressos como este. “é uma honra muito grande estar presente neste evento de grande destaque no cenário nacional de seguros. o nordeste é uma região muito importante para mercado segurador, e a previsul busca oferecer ao nosso parceiro, o corretor de seguros, grandes possibilidades de negócios por meio do nosso portfólio de produtos e ferramentas digitais”, afirma. a tokio marine seguradora também participou do congresso. o executivo ronaldo dalcin compartilhou, em rede social, uma imagem da equipe da companhia no stand organizado para o 3º conseg. já os executivos da allianz seguros abordaram o potencial do mercado nordestino e apresentaram novidades de produtos no conseg-ne. eduardo grillo e alexandro barbosa enfatizaram a importância estratégica da região e apresentaram aos corretores locais as reformulações ocorridas nos produtos de automóvel, residência e vida. no painel “o que devemos esperar do mercado de seguros do nordeste”, o executivo eduardo grillo, diretor executivo comercial da allianz seguros, evidenciou que a região acumulou r$ 8,6 bilhões em prêmios em 2017 e obteve aumento de 13,5%, sobre 2016. “o nordeste foi a região do brasil que mais se desenvolveu em seguros no ano passado. a nossa perspectiva é que o seu crescimento permaneça nesse patamar, de dois dígitos, sendo impulsionado pelas carteiras de automóvel, residência e vida”, disse. à tarde, alexandro barbosa, diretor regional norte e nordeste, abordou as oportunidades de negócios, com foco em diversificação, e apresentou as novidades dos seguros de automóvel, residência e vida da seguradora – os três produtos passaram por simplificação de processos e estão mais ágeis para cotação. “no novo allianz auto, uma única cotação gera 12 cálculos para que o segurado possa comparar custos e benefícios e verificar aquela que melhor se encaixa às suas necessidades e há também um novo conceito de perfil de risco”, contou barbosa. já o residência passou a ter diferenciais como: cobertura para veículo na garagem em caso de incêndio; novos serviços de assistência 24 horas; e opção de seguro para residências com escritório. e entre as novidades do vida estão: capital segurado máximo de 1 milhão com cotação na ponta; vigência da apólice de cinco anos; e preenchimento e análise do questionário de saúde totalmente online. enquanto isso o grupo mbm levou corretores e associados ao sincor-pe para o evento. trinta corretores de seguros, juntamente com o superintendente comercial, alexsander kaufmann e o executivo de contas da filial mbm pernambuco, rodrigo rabelo, saíram de recife com destino a maceió. “é uma ótima oportunidade para estreitar laços entre mbm e corretores. agradeço a ana izabel lopes da silva, diretora do sincor-pe, assim como o carlos valle, presidente da entidade e toda sua diretoria pela oportunidade e confiança”, comenta rodrigo rabelo. com o conceito “um mar de oportunidades com bons ventos para você”, a porto seguro apresentou aos corretores informações e oportunidades comerciais sobre os produtos e serviços da companhia. rivaldo leite, diretor geral da seguradora, foi um dos participantes do painel “o que devemos esperar do mercado de seguros no nordeste nos próximos anos”. por sua vez, jaime soares, diretor da porto seguro auto, fez apresentação sobre o seguro de automóveis. a liberty seguros, outra apoiadora do evento, marcou presença com um stand para que corretores conheçam as novidades da companhia, além de participar do painel de seguradoras representada por emerson passos, diretor norte e nordeste. “o nordeste apresenta inúmeras oportunidades para o setor de seguros. é muito importante a participação da liberty no conseg para apresentar suas soluções e manter a proximidade dos corretores e parceiros da região, cujo papel é essencial para expansão do negócio”, reforça emerson passos, diretor norte e nordeste da liberty seguros. o desempenho da liberty no nordeste em 2018 impressiona. o crescimento da companhia foi de 33,5%, enquanto o mercado cresceu 11,2% (excetuando-se os produtos de saúde, vida e previdência). os números em alagoas, onde aconteceu o 3º conseg-ne, são ainda melhores. a liberty seguros viu seus resultados crescerem 49%, enquanto a alta do mercado foi de 9%. a sompo seguros demonstrou aos agentes do segmento os investimentos para aumentar market share na região. além de estande com destaque às mais recentes soluções da companhia em termos de produtos de seguros, os executivos da companhia também participam de diversos painéis, nos quais serão tratados aspectos relevantes de mercado, sejam eles de ordem econômica ou técnica.  “a sompo tem investido substancialmente para potencializar nossa atuação no mercado nordestino. a região tem uma capacidade bastante relevante em termos de expansão no segmento e pretendemos contribuir com esse movimento alcançando uma participação expressiva em carteiras que consideramos estratégicas”, destaca fernando grossi, diretor executivo comercial que representou a companhia no painel realizado com os ceos das seguradoras. “as estratégias que vimos adotando já trazem resultados para a companhia. no primeiro quadrimestre de 2018, a sompo apresentou crescimento de 33% em seguros de transporte e 10% em seguros de pessoas em comparação aos quatro primeiros meses de 2017. esses são índices acima da média de mercado e nós pretendemos continuar a conquistar mais representatividade nos nove estados da região com nosso portfólio de produtos”, destaca eduardo fazio, diretor comercial para rio de janeiro, espírito santo, norte e nordeste, que participou dos painéis técnicos do encontro, bem como edson toguchi, superintendente de grandes riscos da sompo. em seu processo de dinamizar a atuação no mercado nordestino, a sompo anunciou em maio ana eliza aladim como a nova gerente de negócios corporativos para a região nordeste. ela terá como desafio expandir o trabalho já realizado na filial recife para os demais estados da região. a executiva aumentou expressivamente a atuação da companhia em segmentos de riscos corporativos. a essor seguros foi representada pelo executivo de relacionamento, tasso gomes, que apresentou os produtos da seguradora aos presentes. hoje, a carteira conta com os diversos seguros especializados, mas o foco será a divulgação do seguro penhor rural – equipamentos, recém-lançado pela companhia ao mercado. na ocasião, ainda foi realizada ainda a cerimônia de posse da diretoria da federação nacional dos corretores de seguros (fenacor). *colaboraram: agência race, agência rma, danthi, edelman significa, literal link, smartpr e vtn comunicação.
04/06/2018

Presidente da Fenacor diz que Mendanha trouxe avanços frente à Susep

 ao participar da cerimônia de posse da nova diretoria do sincor-sp, o presidente da fenacor, armando vergílio, fez elogios à joaquim mendanha, superintendente da susep e também à parceria do sincor-sp e sindseg-sp. vergílio destacou que com mendanha “em pouco tempo, tivemos avanços importantes como há muito não se via”, declarou. lembrando que ele, vergílio, também esteve à frente da susep, completou: “são os corretores colaborando com o mercado de seguros brasileiro. ” sobre a parceria entre sincor-sp e o sindseg-sp, vergílio lembrou que as duas entidades desenvolvem projetos educativos e de divulgação do seguro. “corretores e seguradoras estão do mesmo lado e quando essa sinergia ocorre é maravilhosa”, disse. fonte: cqcs | sueli santos
04/06/2018

CNseg realiza pesquisa para atualizar os temas que constarão no próximo Relatório de Sustentabilidade

 objetivo é avaliar a percepção sobre o desempenho do setor em temas selecionados a partir dos princípios para sustentabilidade em seguros. a cnseg está produzindo uma pesquisa junto a públicos de interesse do setor de seguros para a revisão de sua matriz de materialidade, que são os temas prioritários que constarão no próximo relatório de sustentabilidade da confederação. o resultado da pesquisa ajudará a traçar um diagnóstico da percepção de reguladores, clientes e fornecedores, entre outros públicos de interesse, sobre o desempenho do setor em relação a temas selecionados a partir dos princípios para sustentabilidade em seguros (psi), que tem a cnseg como uma de suas signatárias. a partir desse diagnóstico, serão formulados os indicadores a serem coletados junto às associadas da cnseg, que serão posteriormente consolidados e divulgados na forma do relatório de sustentabilidade do setor de seguros referente a 2017.  clique para acessar a pesquisa e contribua para esse importante diagnóstico do setor de seguros https://pt.surveymonkey.com/r/dh99qg7 fonte: cnseg
04/06/2018

Posse da nova diretoria da Fenacor acontece no 3º Consegne

 nessa quinta-feira, dia 31, aconteceu a abertura do 3° congresso de corretores de seguros do nordeste. os participantes do evento que acontece no centro cultural e de exposições ruth cardoso, em maceió, acompanharam a posse nova diretoria da fenacor que foi eleita por unanimidade em abril. a chapa denominada “união, trabalho e desenvolvimento” é presidida por armando vergilio, – reeleito para o cargo. tomaram posse a diretoria, conselho fiscal, delegados representantes junto à cnc e vice-presidências regionais da fenacor. “tivemos nas gestões anteriores várias conquistas. temos uma série de projetos para que possamos contribuir para que o setor de seguros continue se desenvolvendo e o corretor de seguros continue a ser o principal canal de distribuição de seguros no país”, afirmou armando vergílio. para os próximos quatro anos em que ficará à frente da entidade, ele destacou que ainda existem muitos desafios a serem vencidos.  “vários projetos estão na ordem do dia e precisam caminhar como o prevsaúde. temos que interagir junto ao governo, ministério da fazenda e susep sempre dialogando e apontando saídas, construindo uma pauta positiva. o mercado de seguros tem muito a colaborar”, reforçou. o deputado federal lucas vergílio também esteve no congresso e destacou a aprovação do pl 3139/2015 sobre o funcionamento das associações de proteção veicular. “ele foi aprovado na comissão especial da câmara dos deputados e agora vai a plenário”, disse ele. lucas explicou que o projeto sofre alterações e foi transformado em lei complementar. “por ele as associações viram sociedades de autogestão para que tenham provisionamento técnico e paguem impostos e sofram a fiscalização da susep”, destacou. o deputado lembrou ainda que na nova versão, o texto prevê que o corretor de seguros atue como intermediário. “essas entidades não irão comercializar. só os membros daquelas entidades que terão autogestão e o corretor que será intermediário”, disse. fonte: cqcs i sueli santos

O acordão da Previdência


12/04/2019

Como uma espécie de Davos à brasileira, o 18º Fórum do LIDE reuniu, de forma inédita, governadores, parlamentares, empresários e o Executivo para fecharem questão em torno de mudanças na aposentadoria, no maior pacto federativo já visto sobre o tema. Agora é possível que a Reforma saia de uma vez do papel

O ministro Paulo Guedes e o presidente da Câmara Rodrigo Maia tocam instrumentos diferentes na sinfonia do poder, mas nada impede que atuem na mesma orquestra quando a partitura interessa a todos. No caso, a tão decantada e ainda aguardada Reforma da Previdência. Semanas a fio, de uns tempos para cá, os dois estão compondo, afinados, a banda de articulações que tenta a aprovação da proposta, ainda no primeiro semestre se tudo correr bem. Marcam quase todos os dias conversas fechadas nos gabinetes do Parlamento e do ministério para acertar pontos ainda pendentes. Seguem juntos para conversas com as bancadas dos partidos e com públicos e plateias os mais variados. Tratam de ajustes pontuais no texto e no calhamaço de estatísticas para chegar ao número mágico pretendido de uma economia na casa de R$ 1 trilhão em dez anos.
E trocam elogios mútuos quando se referem à disposição do interlocutor para aceitar sugestões. Viraram, por assim dizer, verso e emenda do mesmo refrão. Na semana passada, os dois e mais o presidente do Senado David Alcolumbre – que também dá corda à cantilena da Reforma – além de portentos empresariais, ministros, congressistas e seis governadores se reuniram em um encontro tão representativo como inequívoco na demonstração de força e sintonia em torno do tema. Na 18º edição do Fórum Empresarial do LIDE, dessa vez realizado em Campos do Jordão, interior de São Paulo – com um formato e dinâmica que lembram em muito as conferências globais de Davos -, todos pareciam sinceramente ávidos por enfrentar o impossível para chegar lá (ou, pelo menos, o aparentemente impossível, dado que sai governo, entra governo, ninguém consegue emplacar a ideia) com uma espécie de bloco coeso de apoio, integrado por camadas de diversos setores comprometidos com a retomada econômica. Foi um ponto de inflexão importante nessa trajetória de idas e vindas daquela que é, de fato, a principal pauta lançada sobre as mesas de deputados e senadores neste ano. Até aqui não havia ocorrido ainda uma reunião tão ampla e diversificada de agentes envolvidos com a reforma. Na batuta da mobilização, o governador de São Paulo, João Doria, funcionou ali como uma espécie de intermediador de interesses, sem tomar lados, uma vez que o intuito geral era o de fechar a agenda comum pelo engajamento para ajudar no rito da aprovação. “Não há mais o que esperar, o Brasil precisa o quanto antes dessa reforma, o recado ficou claro e vamos trabalhar em conjunto por ela. Articulem-se, sejamos todos ativos nessa direção”, convocou Doria, que há quase duas décadas idealizou os fóruns anuais (ainda organizados pelo grupo que leva o seu nome e do qual se desligou desde que entrou para a política, deixando a direção a cargo de uma banca de profissionais). De uns tempos para cá, no comando da máquina paulista, Doria procurou ser uma espécie de fiador de entendimentos nesse sentido, se esforçando como poucos para reunir, inclusive na própria casa, vários dos personagens da complexa negociação. Foi assim na semana passada quando recepcionou o vice-presidente General Mourão e sugeriu alguns encontros entre ele e os governadores dos demais Estados para ouvir as necessidades de cada um, e ao receber também o presidente do Supremo Tribunal, Dias Toffoli, que reagiu entusiasmado ao convite: “estou há 10 anos no STF e nunca ninguém me chamou para uma conversa como essa e o senhor faz isso justo no momento mais decisivo do País”, disse ao anfitrião. No ponto alto das rodadas de tratativas que entabulou pela reforma, Doria resolveu falar a respeito tanto com o presidente Bolsonaro como com o deputado Maia para aparar arestas, tal qual um bombeiro que percebe a fumaça a tempo de controlar o incêndio. É um trabalho de diplomacia que vem fazendo a diferença. No Fórum de Campos, ele dobrou a aposta. Lá, de certa forma, estavam colocados inúmeros papeis estratégicos disponíveis a cada um dos participantes para o sarau de negociações. Para quem viu de fora foi possível alimentar razoável otimismo sobre a costura de saídas para o impasse previdenciário. Basta compreender a função dos protagonistas daqueles tête-à-tête e a dimensão de um encontro como o de Campos, quando esses senhores reservaram o final de semana para juntos debater e firmar denominadores comuns.
“Não há mais o que esperar. O Brasil precisa o quanto antes dessa reforma” João Doria, governador de São Paulo
Existiam diferenças? Claro. Incontornáveis? O desenrolar do evento acabou demonstrando que não. Lado a lado, sem intermediários, os participantes acabaram por fechar convergências em vários aspectos. E isso fez toda diferença na evolução dos ânimos quanto à entrega ao País de uma reforma verdadeiramente eficaz. O clima de hostilidade de outras ocasiões foi superado e análises consistentes sobre crise fiscal, reorientação de receitas e passos complementares na área das privatizações e do ajuste no Sistema “S” pontificaram sem maiores resistências. Os governadores, por exemplo, estão muitos deles em situações calamitosas de caixa. Não sabem como seguir um ano sequer a mais com o atual quadro de vinculações orçamentárias para a rubrica das pensões, bem mais salgadas no campo da atividade pública se comparadas às da iniciativa privada. Deram ali esse testemunho e reforçaram a carga de pressão sobre os representantes do Legislativo presentes. Prefeitos, deputados e senadores que foram ao Fórum, dentre os quais Antonio Carlos Magalhães Neto, de Salvador, e Nelson Marchezan, de Porto Alegre, repisaram o alerta da inanição dramática de verbas nas respectivas regiões para bancar o compromisso. Cada uma das vozes serviu de caixa de ressonância direta sobre os feitores da costura do projeto, dispostos de maneira genuína a escutar e ajustar excessos.
Ministros como o responsável pela pasta da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, trouxeram sua contribuição mostrando os esforços em andamento para a recomposição de receitas. Freitas listou um balanço de leilões que repassaram, dentre outras estruturas, inúmeros terminais portuários, ferroviários e aeroportos. No total, em 60 dias, 23 ativos mudaram de mãos, do Estado para a iniciativa privada, gerando resultados bilionários que vão ajudar no resgate da saúde financeira da União. Longe dali, até a ala militar, através dos generais Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança, e Eduardo Villas Bôas, ex-comandante-geral do Exército, saíram em busca de apoio para as mudanças nas aposentadorias e serviram de promotores do tema em convescote no final de semana com um grupo de governadores liderados por Ronaldo Caiado, de Goiás. Caiado esteve ainda no pelotão dos participantes do Fórum.

Um pacto federativo

Mas vamos nos ater aos principais protagonistas dessa espécie de pacto federativo que ocorreu durante as rodadas de Campos – e não se pode chamar de outra coisa uma sinalização conjunta de ideias em torno da Reforma. Maia e Guedes exerceram no encontro a condição de maestros da pacificação. Por mais que opositores e críticos do Governo tentem desmerecer o escopo do projeto, a dupla de seus defensores tem acertado não apenas no diagnóstico da crise como na receita para saná-la. Tal qual padarias mal administradas, o Tesouro Nacional mergulhou há muito tempo no vermelho e já teria ido à falência se estivesse no ramo comercial – principalmente devido aos desembolsos descomunais que realiza para arcar com a Previdência, na casa dos R$ 720 bilhões ao ano. Os arautos da reforma estão juntos conversando com os interlocutores para demonstrar por A mais B que o único jeito de consertar a situação e evitar o desfecho trágico passa por uma reformulação completa do sistema de gastos sob essa rubrica. “Tenho a minha absoluta tranquilidade, fora dos ruídos aqui e ali, quanto à dinâmica maior dos eventos. Para mim é claro que a continuar nessa marcha estaremos indo para a desordem da forma mais organizada que já vi”, alertou Guedes ainda na sexta-feira 05 a uma plateia de atentos ouvintes. “As pessoas estão irritadas e ansiosas porque vivemos uma crise há quase cinco anos e precisamos da reforma para mudar esse estado de coisas”, reforçou Maia. Os dois estão pedindo ao Congresso celeridade. Essa é uma providência habitualmente perseguida pelos governantes, mas a missão de cobrá-la e negociá-la foi tão mal recebida pelo mandatário que ambos decidiram tomar a frente do processo. Diga-se de passagem que os brasileiros acompanham desde o início, com certa sofreguidão, o desenrolar dos acordos. Em um primeiro momento majoritariamente contra a perda de benefícios perceberam que seriam os principais prejudicados, ou no mínimo seus filhos, pela falta de uma solução estrutural. A história revelou que, a rigor, a curva de contribuintes e de beneficiários se inverteu dramaticamente com o avanço da população idosa – fenômeno que, por aqui, assumiu contornos de calamidade na equação. O resultado a que se chegou, com risco de calote generalizado dos pagamentos em até três ou quatro anos, pode ter contribuído para a mudança dos humores da população a favor de um ajuste. Pesquisa da XP Investimentos divulgada recentemente mostrou que 65% dos entrevistados se colocam agora a favor da reforma. O aval serviu de senha para que o ministro Guedes tomasse novo fôlego após o bombardeio de ataques que sofreu da bancada do atraso na Câmara. Ah, as contradições da democracia! Se há 15 dias Guedes perdeu a paciência com um auditório dominado por arrivistas que o exauriram em seis horas de depoimento, nas apresentações de Campos, logo após, ele teve que seguidamente interromper as mesmas explicações em virtude dos aplausos de convertidos, inebriados com a clareza dos argumentos. Dois públicos, duas reações absolutamente distintas. A soma das sessões lhe dá ainda assim um quórum altamente favorável à cruzada que empreende. De Posto Ypiranga a “tchutchuca”, Tigrão ou czar da economia, Guedes conheceu todos os mimosos epítetos com que o brindaram na trajetória de andarilho atrás de votos pela Previdência, mas segue indiferente, talvez porque costuma colocar a causa acima dos contratempos. Disse isso em Campos: “vou me irritar com o que? Tem uma minoria que fica batendo bumbo, problema deles.
“As pessoas estão ansiosas e irritadas porque vivemos uma crise há quase cinco anos e precisamos da reforma para mudar esse estado de coisas” Rodrigo Maia, presidente da Câmara
A minha expectativa da classe política é a melhor possível, a construtividade do Maia, do Doria e de muitos outros reforça a minha convicção de não recuar. Sem recuo e sem rendição”, estabeleceu o ministro. Seu companheiro de batalha, Rodrigo Maia, que compartilha da mesma fama de pavio curto, sempre com uma resposta na ponta da língua, tem um pé cautelosamente atrás e o outro lado a lado com o de Guedes. “Perdi a condição de cumprir um papel de articulador porque fui mal compreendido, mas se a gente quer reformar o Estado precisamos agora de um pacto onde a Previdência é o primeiro item”, afirma. Maia tem surpreendido positivamente como um autêntico embaixador da reforma no Congresso. Até Guedes reconhece isso. Com seu estilo carrancudo, parrudo, mas competente em todos os sentidos, o presidente da Câmara virou o fiador do projeto, mesmo que o presidente Bolsonaro inicialmente não o tenha enxergado assim. Já no segundo mandato, com assento cativo no comando da Câmara pelos próximos dois anos, não há mais dúvidas de que ele participará das decisões-chaves do que mudar e do que manter na estrutura da proposta (leia quadro) e, aos interlocutores, Maia vem enviando sinais de que não se furtará da missão de harmonizar a Casa, buscando uma solução que elimine os privilégios em qualquer direção: dos servidores públicos aos militares. É aí que a coisa pode pegar. No Executivo se coloca como assunto fechado o tratamento diferenciado para a caserna, com um regime especial de Previdência.
“A gente pode enveredar já pelo caminho certo da reforma porque a convicção de sua importância nunca foi tão acentuada” André Esteves, presidente do BTG Pactual
O Congresso discorda e Maia precisará atuar como apaziguador. Guedes, de sua parte, tem um tom mais incisivo sobre o assunto. Disse na Comissão de Constituição e Justiça, dias antes, que cabe aos parlamentares a coragem de mudar ou não o modelo sugerido para os aposentados de farda. No íntimo ele torce pela revisão para reforçar as chances da economia na casa do trilhão. Sempre preciso na exposição dos motivos, Guedes não arreda pé do ouvido do presidente e atende quando pode demandas como a dos militares. Nesse pormenor, no entanto, ele foi menos enfático – talvez por não estar plenamente a favor – e assim deixou de transmitir explicações convincentes na defesa da categoria. O mesmo não aconteceu quando o item abordado foi o esquema de “capitalização” para as gerações futuras que entrarão daqui por diante no sistema. Com essa via Guedes advoga que serão criados milhares de empregos rápidos em virtude da “desoneração dramática” (expressão dele) dos encargos trabalhistas. Bolsonaro mostra resistência, parlamentares idem, governadores como Doria e Eduardo Leite (RS) apoiam e Guedes se equilibra insistindo na alternativa. De todo modo, o ministro tem se consagrado como referência quando se fala do lado bom do Governo.
Com o seu estilo surpreendente, brilhante e obstinado virou o estrategista-chefe do acordo em andamento. E ainda bem que está sendo bem-sucedido na empreitada. Desenho estatístico de um País que caminha a fortes solavancos, os índices de aposentadoria por aqui dizem respeito a uma velha tragédia nacional – a de não se preparar para o envelhecimento da população. As estatísticas indicam que ocorreu em curtíssimo espaço de tempo aquilo que muitas pessoas temiam: o risco da insolvência do sistema, que se tornou inviável há alguns anos e que agora consome boa parte do orçamento federal. Como pontua Guedes, devido aos estouros bilionários desse modelo os brasileiros ficaram literalmente atolados. “Carimbamos os recursos, vinculamos os gastos e assim reconstruímos uma Europa por ano para ficar no mesmo lugar. R$ 4 trilhões de receita equivale a um Plano Marshall por ano”. O economista se refere ao valor do PIB e o compara ao plano de ajuda financeira das nações destruídas pela II Grande Guerra. Os desembolsos realizados atualmente sangram quase três quartos das receitas públicas disponíveis. Em bom português: não sobra nada, ou quase nada, para o resto. Com uma escalada vertiginosa e ininterrupta do problema. Em sua infelicidade burocrática, o Brasil está enredado numa armadilha da qual precisa se livrar urgentemente.
Os empresários que desembarcaram em peso no foro estão unanimemente convencidos de que não há outra saída que não a da reforma já. “quantas vezes vimos essa discussão ser colocada à mesa e adiada por falta de disposição política? Agora o quadro parece diferente”, disse o presidente da MAN, líder na produção de caminhões no Brasil, Roberto Cortes. “O que temos de notar é que há no momento uma vontade geral na busca por convergência sobre a questão”, endossou o presidente da gigante nacional do aço CSN, Benjamin Steinbruch. “A Reforma garante a solvência do estado brasileiro no futuro, sem isso entramos numa sociedade à beira da falência”, pontuou Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco.

Vozes em Uníssono

Nessa ala que responde pela produção e, na prática, é quem faz a roda girar para os resultados auspiciosos do Produto Interno Bruto, não foram poucas, nem isoladas, as vozes pedindo a solução urgente. Engrossaram o coro personagens como Michael Klein, que construiu a rede varejista Casas Bahia e no momento dedica-se ao setor de aviação, José Luiz Gandini, da Kia Motors e dirigente da associação de importadores de veículos, Claudio Lottenberg, que preside a líder de planos de saúde Amil e Manfredo Rübens, presidente da gigante química Basf. Ali, naqueles dias de agitação sectária que tomou a aprazível cidadezinha de Campos, com ares de recanto europeu, eram ao menos 700 CEOs, financistas e executivos de grandes conglomerados batendo ponto e empenhando aval na composição da Previdência. “Potencialmente, pelo que tratamos aqui, a gente pode enveredar já pelo caminho certo da reforma porque a convicção de sua importância nunca foi tão acentuada”, convocou o fundador e presidente do conselho do BTG Pactual, André Esteves. O Chairman do LIDE, Luiz Fernando Furlan, definiu em uma parábola o que considera como uma fase de transição: “Se queremos pular para um novo Brasil, esse é o caminho”. Do contrário, como pontua o governador Doria, qualquer impulso de retomada estará comprometido. “Sem a reforma, estados, municípios e o próprio Governo Federal entrarão em um caos, com a falta de recursos para o pagamento de serviços básicos de saúde, educação e segurança entre outros”. É melhor não arriscar.

“A Reforma garante a solvência do estado no futuro. Sem isso, entramos numa sociedade à beira da falência” Luiz Carlos Trabuco, Bradesco

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