25/04/2018

Bovespa cai com cautela política e exterior pesado

 a bovespa iniciou os negócios em queda na manhã desta quarta-feira (25) em linha com o comportamento de seus pares internacionais. no cenário político local, desagradou aos investidores o resultado da pesquisa ibope divulgada na terça-feira (24). o levantamento mostrou que entre os eleitores de são paulo o ex-governador paulista geraldo alckmin (psdb) aparece em segundo lugar, empatado com o deputado jair bolsonaro (psl), ambos com 14%. a expectativa era de que o tucano se saísse melhor na sondagem que ouviu eleitores do estado que governou por quatro mandatos. além disso, o ex-presidente da república luiz inácio lula da silva (pt) lidera a corrida, mesmo preso e condenado na lava jato. também traz preocupação ao mercado a vitória parcial que o ex-presidente da república obteve na terça, com a decisão da segunda turma do stf de retirar de sérgio moro menções da delação da odebrecht que tratam do sítio de atibaia (sp) e do instituto lula. às 10h33min, o ibovespa recuava 0,89%, aos 84.706,48 pontos. as units do santander, que divulgou balanço mais cedo, exibiam queda de 2,55%. a instituição iniciou o pregão com ganhos, mas pouco depois passou a cair, sob influência da cautela política e do ambiente externo negativo. além disso, o resultado do banco foi de certa forma antecipado, já que a matriz espanhola abriu seus números na terça.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/623971-bovespa-cai-com-cautela-politica-e-exterior-pesado.html)  
25/04/2018

Confiança do consumidor sobe em abril, mas segue em nível muito baixo, diz CNI

 o índice nacional de expectativa do consumidor (inec), medido pela confederação nacional da indústria (cni), subiu apenas 0,3% em abril em relação a março, ficando em 102,2 pontos. o aumento é fraco e ainda deixa o indicador abaixo da média histórica da pesquisa, que é de 107,9 pontos. os dados foram divulgadas na manhã desta quarta-feira (25). para a cni, o resultado de abril demonstra que a confiança do brasileiro ainda é insuficiente para reativar o consumo. "há quase dois anos, o índice está oscilando em um patamar muito baixo. com isso, as pessoas têm pouca disposição para fazer compras, o que limita o crescimento do consumo e da economia como um todo", avalia o economista da cni marcelo azevedo. segundo o estudo, o inec está, desde junho de 2016, variando dentro da faixa de 100 e 105 pontos, com duas exceções, a última delas em setembro de 2017, quando o índice foi a 98,5 pontos. nos meses seguintes, até abril de 2018, o índice mostra três variações mensais positivas e quatro negativas - e acumula alta de apenas 3,8% no período. a leve recuperação registrada em abril, de acordo com a entidade, se deve a uma melhora nas expectativas do consumidor diante da inflação, do emprego e da renda pessoal nos próximos seis meses. "os índices de expectativa de inflação, desemprego e própria renda registram crescimento de mais de 2% na comparação com março. ou seja, revela que os consumidores esperam menor inflação e desemprego, e aumento de sua renda", cita o levantamento. apesar disso, o componente que avalia a expectativa quanto ao endividamento piorou, com queda de 3,4% em relação a edição anterior da pesquisa, indicando aumento das dívidas das famílias. o consumidor também vê uma piora na situação econômica, com recuos no índice de situação financeira e de compras de bens de uso doméstico de maior valor, como móveis e eletrodomésticos. os recuos nesses índices foram de -0,8% e -0,4%, respectivamente. a cni explica que o inec é um indicador que ajuda a antecipar variações na atividade econômica. "consumidores pouco confiantes tendem a diminuir as compras. com a redução do consumo, aumentam as dificuldades de recuperação da economia", reforça. o inec é elaborado em parceria com o ibope e esta edição do estudo ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios entre 12 e 16 de abril.   jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2018/04/economia/623973-confianca-do-consumidor-sobe-em-abril-mas-segue-em-nivel-muito-baixo-diz-cni.html)
20/04/2018

Senado aprova Refis para optantes do Simples Nacional

 a lei complementar 162/2018, que institui o programa especial de regularização tributária das microempresas e empresas de pequeno porte optantes pelo simples nacional (pert-sn), o chamado refis das mpes, foi promulgada no último dia 9. a adesão ao programa pode ser feita em até 90 dias após a promulgação da lei. o programa tinha sido vetado pelo presidente michel temer, no fim do ano passado, mas o congresso nacional derrubou o veto nesta semana, permitindo que as empresas optantes pelo simples nacional contem com um programa de parcelamento de dívidas. a lei abrange débitos vencidos até novembro de 2017 e exige pagamento de, no mínimo, 5% do valor da dívida consolidada, sem reduções, em até cinco parcelas mensais e sucessivas. o restante pode ser quitado em até 175 parcelas, com redução de juros, multas e encargos legais, de acordo com o número de parcelas. o valor mínimo das prestações será de r$ 300 reais, com exceção dos microempreendedores individuais (meis), que terão valor definido pelo comitê gestor do simples nacional. dentre os principais pontos se destacam a redução das multas (de 25% a 70%), dos juros (de 50% a 90%) e dos encargos (100%) conforme a modalidade escolhida para o parcelamento e principalmente a suspensão dos atos de exclusão do simples publicados pela receita federal. “assim, empresas que foram excluídas do benefício por débitos com a receita federal e/ou o inss através de atos de exclusão poderão reingressar no simples com a regularização do parcelamento. é necessário consultar seu contador com a máxima brevidade para que seja possível optar por este novo parcelamento e eventualmente rever a exclusão, se for o caso”, orienta a comissão de tributos do sincor-sp. confira a lei na íntegra: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp162.htm?utm_source=akna&utm_medium=email&utm_campaign=lei+com+refis+para+micro+e+pequenas+empresas+%e9+promulgada fonte: comunicação sincor-sp
20/04/2018

Segurança das empresas brasileiras é falha

 72% das companhias tem um plano de emergência preventivo. desse número, apenas 52% treina funcionários para situações adversas uma pesquisa recente realizada pela consultoria de gestão de operações em segurança icts security apresentou o panorama das empresas nas questões relacionadas à segurança corporativa. o levantamento conversou com 105 companhias brasileiras, sendo 79% de grande porte. embora grande parte delas tenha um sistema de segurança em funcionamento, não há um planejamento que o torne eficaz. em caso de fatores externos, cuja ocorrência foge ao controle das empresas, 72% das companhias ouvidas afirmam ter um plano de emergência preventivo, porém apenas 52% treinam seus colaboradores de acordo com as diretrizes do plano de emergência. “a grande maioria das empresas conta com uma área de segurança, mas isso fica voltado para contratos relacionados às questões de inserção de câmeras e portarias”, diz ellen pompeu, sócia-diretora da icts security. “com isso, elas não dão suporte em relação à estratégia geral de proteção, visam apenas questões básicas e não contam com uma consultoria que incorpore a estratégia para a gestão da segurança”, afirma. base estruturada, mas nem tanto o levantamento revelou que 92% das organizações possui uma área de segurança estruturada, e 84% define orçamentos anuais para a o setor, porém a falta de estratégia e de comunicação tornam pouco efetivos os resultados dos investimentos.  o estudo ainda mostra que os riscos não são tratados da maneira correta, as iniciativas que permeiam a segurança devem envolver a avaliação e os riscos de cada empresa, papel este que é desenvolvido por empresas especializadas em gestão de segurança, mas apenas 50% das operações ouvidas contam com esse suporte. mesmo neste cenário de proteção física mediana, o mercado de seguros ainda possui uma baixa penetração, principalmente quando se trata de pequenas e médias empresas. mais do seguro de acordo com dados da cnseg, o mercado de seguro empresarial teve uma estagnação em 2017. no comparativo com 2016, o crescimento foi de apenas 0,1%, com o arrecadamento ficando em r$ 2,1 milhões. para o diretor de property, riscos de engenharia e energy da tokio marine, sidney cezarino, “existem fatores que podem impactar na venda do seguro. além da falta de conhecimento dos empresários a respeito da importância da proteção de seu patrimônio, o cenário econômico pode influenciar a redução de investimentos e até corte de custos, o que termina afetando a decisão de compra do produto”. de acordo com o empresômetro, existem mais de 20 milhões de empresas ativas no brasil. com isso, as coberturas para este tipo de produto devem ser abrangentes. “a empresa precisa se preocupar com três tipos de proteção: bens materiais – ao se proteger contra acontecimentos como incêndio, alagamento, danos elétricos, roubo e furto, afetando tanto a estrutura física da empresa como também a integridade das mercadorias; responsabilidade civil – referente à danos causados acidental e involuntariamente a terceiros; e a proteção da equipe – incluindo seguro de vida, de acidentes pessoais e de saúde”, aponta a executiva da icts security. de acordo com michele alves, gerente de vendas e marketing da bidu corretora, no brasil a maioria das pme, que representam uma grande fatia do empresariado brasileiro, não têm qualquer tipo de seguro empresarial porque não conhecem os produtos disponíveis e a proteção que eles podem oferece. “o desafio é disseminar conhecimento sobre esse tipo de seguro e as diferentes opções disponíveis no mercado, orientando o cliente sobre a melhor opção para o seu caso, levando em conta as necessidades e possibilidades de sua empresa”, declara. o estudo sinaliza que as tendências em segurança corporativa para curto prazo são segurança da informação, integração dos sistemas e vídeo análise, além de assuntos regulatórios. já para médio e longo prazos foram apontados a terceirização da segurança, a internalização de ações de equipes terceirizadas e a substituição de pessoas por tecnologia. fonte: revista apólice
20/04/2018

Construindo a Agenda de Sustentabilidade em Seguros na América Latina

 a cnseg e a iniciativa dos princípios para sustentabilidade em seguros (psi) da organização das nações unidas (onu), com o apoio da susep, realizam em 15 de maio, das 8h30 às 17 horas, no rio de janeiro, o evento internacional “construindo a agenda de sustentabilidade em seguros na américa latina”. o evento, que será realizado no auditório do 16º andar do edifício das seguradoras, na rua senador dantas, 74, promoverá o debate entre empresas e reguladores de seguros de diferentes partes do mundo sobre os seguintes temas: como o psi está ajudando a construir a agenda global de seguro sustentável a integração dos riscos ambientais, sociais e de governança na subscrição de seguros gerais os principais desafios e oportunidades de sustentabilidade no contexto de seguros de pessoas e saúde suplementar a importância das questões de sustentabilidade para a regulamentação e supervisão de seguros as recomendações da força-tarefa do financial stability board (fsb) sobre divulgações financeiras relacionadas ao clima (tcfd) para o setor de seguros estratégias de investimento sustentáveis, inovações e tendências no setor de seguros as inscrições são gratuitas e as vagas limitadas. garanta sua vaga inscrevendo-se aqui  http://pvista.proevento.com.br/cnseg/shop/?cod_evento=116 fonte: cnseg
20/04/2018

Conscientização do brasileiro sobre seguros e previdência

  especialista reforça importância da informação para promoção da educação financeira é consenso que vivemos uma revolução no modo como as pessoas planejam o futuro e despertam para a educação financeira como item fundamental para uma vida mais tranquila e realizada. neste sentido, ricardo rezende, diretor da planilife seguros e previdência, reforçou a importância de promover essas ideias ao grande público através da informação. “o simples fato de termos debatido a reforma da previdência [pública] fez com que as pessoas pensem no futuro e se deem conta de que não conseguirão manter o próprio padrão de vida lá na frente”, explicou rezende em entrevista ao programa seguro sem mistério. a atração é apresentada sempre aos domingos, nos canais 520 e 20 da net porto alegre, 526 e 26 nas demais regiões do rio grande do sul. conscientização sobre seguros o apresentador jota carvalho destacou que “moeda forte gera uma indústria forte”, e, seguindo este pensamento, o executivo ricardo rezende destacou a relevância das pessoas serem previdentes e mais organizadas financeiramente. “penso que as famílias da sociedade em geral viverão melhor com um menor grau de endividamento. quanto mais planejamento, mais tranquilo será para se atingir um objetivo”, explicou. fonte: jrs
20/04/2018

Mercado recorre à análise de risco para estimular produtos financeiros

 apesar de frequente entre as grandes instituições, a lenta retomada do consumo e a pressão das fintechs pressionam por avaliações mais aprofundadas de modo a mitigar riscos e reduzir preços na tentativa de acelerar as vendas com risco mínimo e ante o atraso na votação do cadastro positivo pela câmara dos deputados, bancos e seguradoras recorrem mais fortemente aos sistemas de análise de informações. redução no preço chega a ser de 30%. mesmo já bastante usadas pelo sistema financeiro, as ferramentas que propõe uma avaliação mais específica de risco de crédito e para a venda de seguros começam a ganhar mais força no mercado. “os juros são altos no brasil e a penetração dos serviços são baixas em grande parte porque se toma decisões baseadas na média. média de inadimplência, média de riscos, de sinistros. é preciso usar todas as informações disponíveis”, explica o presidente da transunion no brasil, juarez zortea. ele acrescenta que, principalmente em um mercado “concentrado, com poucas empresas de grande market share”, considerar apenas os dados negativos, baseados em históricos de dívidas e risco, limita muito as empresas. “são no mínimo 40% dos consumidores economicamente ativos negativados e, se a empresa colocar restrições demais, para quem ela venderá? não se trata de recuperação de crédito, mas de clientes”, complementa. de acordo com os últimos dados do banco central (bc), por exemplo, a inadimplência total de fevereiro ficou em 3,4%, queda de 0,4 ponto percentual (p.p.) em relação ao mesmo mês de 2017 (3,8%), mas ainda no mesmo patamar observado no final de 2015, quando a crise começava a alcançar seu pico. segundo o sócio-diretor da goon, eduardo tambellini, o que falta no mercado brasileiro são “dados positivos”. o projeto do cadastro positivo, por sua vez, dado como prioridade na agenda do governo depois que a reforma da previdência foi adiada, continua sendo protelado pelo presidente da câmara dos deputados, rodrigo maia. o motivo seria a incerteza de que as mudanças passariam, uma vez que ainda há muita incerteza e dificuldades impostas por aliados do governo, além de uma relutante aceitação por grande parte da sociedade que julga o projeto como quebra de sigilo. “ainda tem muita gente resistente em aceitar essas propostas, mas é algo que, nos próximos anos, se mostrará essencial. é tudo uma questão de adaptação e de enxergar os benefícios dessa manobra num país adepto ao crédito e juros altos como os nossos”, avalia tambellini da goon. pressão tecnológica o movimento, inclusive, se estende não apenas pelas instituições financeiras, mas também entre as seguradoras. “nos seguros, os exemplos práticos são ainda melhores. conseguimos ver qual o posto policial ou a comunidade mais perto, o que influencia no índice de sinistralidade e, consequentemente, nos preços”, avalia o diretor de vendas para seguros e telecomunicações da transunion, marcelo de sena. ele comenta ainda que para as empresas do sistema financeiro que fazem vendas diretas (sem intermediários como corretores ou representantes bancários, por exemplo), o impacto nos preços é ainda maior. “cada empresa terá uma realidade diferente porque trabalha com perfis diferentes. mas dependendo da performance de cada uma, a redução pode chegar quase a 30% nos preços cobrados”, completa. já a pressão pela redução dos preços acontece não somente pelo aumento ainda ponderado do consumo e pela restrição nas vendas que a seletividade traz, mas também pelo crescimento das fintechs. de acordo com o professor da saint paul escola de negócios josé carlos luxo, o crescimento dessas startups como opções mais baratas para produtos financeiros já tem mexido com todo o sistema. “prever o futuro é bastante complexo, mas a economia digital se expande de forma rápida e aparece como uma ameaça para as grandes instituições. é uma evolução importante que traz uma concorrência no curto prazo e pode democratizar o mercado”, diz luxo. a transição que a ascensão desses sistemas dentro dos grandes bancos e seguradoras pode trazer, porém, ainda demora para trazer resultados mais significativos nos preços. “não é do dia para o outro”, comenta tambellini, da goon, refletindo que mesmo ante à aprovação do cadastro positivo, o aprendizado de “como lidar com os calotes” ainda leva tempo nas instituições. “levará de seis meses a um ano para colhermos os frutos e revertermos o ambiente para um processo mais positivo. mas essa é uma tendência que já está dada”, conclui. fonte: dci por isabela bolzani • são paulo
20/04/2018

As verdades sobre o seu plano de previdência privada

 ao meio de tantos debates e críticas sobre a reforma na previdência, o que as pessoas não sabem é que as pesquisas apontam que em 2050 o brasil terá muito mais idosos do que crianças e adolescentes. logo, se a previdência pagar aposentadorias como pagava antes, ela provavelmente estará quebrada. isso acontece por causa do aumento da expectativa de vida e a diminuição de nascimentos. ao passo que há uns anos atrás os casais tinham em média seis filhos, hoje eles tem apenas dois. com essas mudanças, começa a haver uma maior preocupação das pessoas em poupar dinheiro para o futuro, e a adesão a planos de previdência privada aumenta, sendo o segundo tipo de investimento mais utilizado, perdendo apenas para a poupança. mas será que a previdência privada vale mesmo a pena? ao mesmo tempo em que as pessoas querem garantias para o futuro, percebe-se que elas não possuem muitas informações. é muito mais cômodo confiar no gerente do banco, afinal, ele está ali para lhe ajudar não é mesmo? grande erro. há detalhes importantes que nem sempre o gerente irá te contar sobre o seu plano de previdência e estamos aqui para te mostrar tudo que você deve considerar antes de investir o seu dinheiro. tipos de previdência pgbl x vgbl a previdência pgbl é indicada para quem declara o imposto de renda completo, já que é possível deduzir até 12% da sua renda tributável no ir anual. porém, se você for retirar a sua previdência, pagará imposto sobre o valor total acumulado. já o vgbl seria a opção para quem realiza a declaração de imposto de renda simplificada. neste caso, o imposto no momento da retirada será pago apenas sobre o lucro . tributação tabela progressiva x regressiva na tabela regressiva a alíquota de imposto de renda cai a cada dois anos, iniciando com 35% e caindo para até 10%, após 10 anos de aplicação. ou seja, quanto mais tempo o seu dinheiro ficar investido, menos você pagará de ir. já na tabela progressiva a alíquota de imposto está ligada ao lucro que você obterá. neste caso quanto mais dinheiro você acumular, maior será o imposto de renda pago, podendo chegar até 27,5%. taxa de carregamento é cobrada a cada aporte que você faz, ou seja, se a sua taxa for de 5% e a cada mês você colocar r$ 1000,00, o banco fica com 50 reais todo o mês e r$ 950,00 serão investidos no seu fundo. a longo prazo, você pode acabar perdendo muito dinheiro. taxa de administração essa é a taxa que você paga pelo serviço de administração dos seus recursos. é cobrada sobre o patrimônio total e normalmente anual. por exemplo, se você tiver r$ 100 mil e a taxa for de 2%, você pagará r$ 2 mil ao final ano.normalmente é cobrado de 1 a 4% ao ano, o que já são valores bastante altos se considerar os cobrados pelo tesouro direto, que são abaixo de 1%. conclusões sobre a previdência privada a maioria dos especialistas afirma que investir no tesouro direto é muito mais rentável do que fazer um plano de previdência privada. vale lembrar que na previdência basicamente você pagará ao banco para ele aplicar o seu dinheiro em diversos outros tipos de investimentos que você mesmo poderia estar fazendo, sem pagar tantas taxas e com uma rentabilidade muito maior. seja qual for a sua escolha, agora você já sabe que, antes de investir, é necessário se informar muito bem e ler seu contrato com muita cautela. saiba exatamente para onde está indo todo o seu investimento. lembre-se: não há ninguém melhor para cuidar do seu dinheiro do que você mesmo. #aposentadoria #previdenciaprivada #finança
20/04/2018

Expectativa de inflação dos consumidores tem menor nível desde 2007

 a pesquisa que aponta a expectativa dos consumidores brasileiros para a inflação nos 12 meses seguintes recuou em abril e ficou em 5,0%. a redução foi de 0,3 ponto percentual em relação a março. é o menor nível do índice desde agosto de 2007, quando a mediana ficou em 4,9%. na comparação com abril de 2017, houve queda de 2,5 pontos percentuais. o indicador foi divulgado nesta sexta-feira (20) pelo instituto brasileiro de economia da fundação getulio vargas (ibre/fgv). o economista do instituto pedro costa ferreira explica que essa queda reflete o momento de estabilidade da inflação no país. "a queda na expectativa de inflação dos consumidores está em linha com o que foi previsto em meses anteriores e reflete o momento de estabilidade da inflação. para os próximos meses, espera-se que o indicador de expectativa de inflação continue caindo, refletindo o bom momento do nível geral de preços da economia." do total de consumidores ouvidos na pesquisa, 47,1% projetaram valores dentro dos limites da meta de inflação de 4,5% estabelecida pelo conselho monetário nacional para este ano com a tolerância de 1,5 ponto percentual, o índice ficaria entre 3% e 6% para esses entrevistados. para 26,4% dos entrevistados o índice ficaria entre o limite inferior e a meta, que foi o intervalo mais citado. a proporção dos que indicaram inflação abaixo do limite inferior permaneceu estável, em 23,5%. pelas faixas de renda, as famílias com renda acima de r$ 9.600,00 foram as únicas que mantiveram a previsão sem recuos, com índice de 4% pelo quarto mês seguido. a maior queda ocorreu na faixa com renda familiar até r$ 2.100,00, com redução da expectativa de inflação de 6,4% em março para 5,8% em abril. a sondagem do consumidor da fgv faz uma coleta mensal de informações com mais de 2,1 mil brasileiros em porto alegre, são paulo, rio de janeiro, belo horizonte, salvador, brasília e recife. o quesito expectativa de inflação é respondido por cerca de 1,5 mil entrevistados, com uma resposta livre, sem nenhum valor sugerido. fonte: agência brasil - jornal do comércio  

O acordão da Previdência


12/04/2019

Como uma espécie de Davos à brasileira, o 18º Fórum do LIDE reuniu, de forma inédita, governadores, parlamentares, empresários e o Executivo para fecharem questão em torno de mudanças na aposentadoria, no maior pacto federativo já visto sobre o tema. Agora é possível que a Reforma saia de uma vez do papel

O ministro Paulo Guedes e o presidente da Câmara Rodrigo Maia tocam instrumentos diferentes na sinfonia do poder, mas nada impede que atuem na mesma orquestra quando a partitura interessa a todos. No caso, a tão decantada e ainda aguardada Reforma da Previdência. Semanas a fio, de uns tempos para cá, os dois estão compondo, afinados, a banda de articulações que tenta a aprovação da proposta, ainda no primeiro semestre se tudo correr bem. Marcam quase todos os dias conversas fechadas nos gabinetes do Parlamento e do ministério para acertar pontos ainda pendentes. Seguem juntos para conversas com as bancadas dos partidos e com públicos e plateias os mais variados. Tratam de ajustes pontuais no texto e no calhamaço de estatísticas para chegar ao número mágico pretendido de uma economia na casa de R$ 1 trilhão em dez anos.
E trocam elogios mútuos quando se referem à disposição do interlocutor para aceitar sugestões. Viraram, por assim dizer, verso e emenda do mesmo refrão. Na semana passada, os dois e mais o presidente do Senado David Alcolumbre – que também dá corda à cantilena da Reforma – além de portentos empresariais, ministros, congressistas e seis governadores se reuniram em um encontro tão representativo como inequívoco na demonstração de força e sintonia em torno do tema. Na 18º edição do Fórum Empresarial do LIDE, dessa vez realizado em Campos do Jordão, interior de São Paulo – com um formato e dinâmica que lembram em muito as conferências globais de Davos -, todos pareciam sinceramente ávidos por enfrentar o impossível para chegar lá (ou, pelo menos, o aparentemente impossível, dado que sai governo, entra governo, ninguém consegue emplacar a ideia) com uma espécie de bloco coeso de apoio, integrado por camadas de diversos setores comprometidos com a retomada econômica. Foi um ponto de inflexão importante nessa trajetória de idas e vindas daquela que é, de fato, a principal pauta lançada sobre as mesas de deputados e senadores neste ano. Até aqui não havia ocorrido ainda uma reunião tão ampla e diversificada de agentes envolvidos com a reforma. Na batuta da mobilização, o governador de São Paulo, João Doria, funcionou ali como uma espécie de intermediador de interesses, sem tomar lados, uma vez que o intuito geral era o de fechar a agenda comum pelo engajamento para ajudar no rito da aprovação. “Não há mais o que esperar, o Brasil precisa o quanto antes dessa reforma, o recado ficou claro e vamos trabalhar em conjunto por ela. Articulem-se, sejamos todos ativos nessa direção”, convocou Doria, que há quase duas décadas idealizou os fóruns anuais (ainda organizados pelo grupo que leva o seu nome e do qual se desligou desde que entrou para a política, deixando a direção a cargo de uma banca de profissionais). De uns tempos para cá, no comando da máquina paulista, Doria procurou ser uma espécie de fiador de entendimentos nesse sentido, se esforçando como poucos para reunir, inclusive na própria casa, vários dos personagens da complexa negociação. Foi assim na semana passada quando recepcionou o vice-presidente General Mourão e sugeriu alguns encontros entre ele e os governadores dos demais Estados para ouvir as necessidades de cada um, e ao receber também o presidente do Supremo Tribunal, Dias Toffoli, que reagiu entusiasmado ao convite: “estou há 10 anos no STF e nunca ninguém me chamou para uma conversa como essa e o senhor faz isso justo no momento mais decisivo do País”, disse ao anfitrião. No ponto alto das rodadas de tratativas que entabulou pela reforma, Doria resolveu falar a respeito tanto com o presidente Bolsonaro como com o deputado Maia para aparar arestas, tal qual um bombeiro que percebe a fumaça a tempo de controlar o incêndio. É um trabalho de diplomacia que vem fazendo a diferença. No Fórum de Campos, ele dobrou a aposta. Lá, de certa forma, estavam colocados inúmeros papeis estratégicos disponíveis a cada um dos participantes para o sarau de negociações. Para quem viu de fora foi possível alimentar razoável otimismo sobre a costura de saídas para o impasse previdenciário. Basta compreender a função dos protagonistas daqueles tête-à-tête e a dimensão de um encontro como o de Campos, quando esses senhores reservaram o final de semana para juntos debater e firmar denominadores comuns.
“Não há mais o que esperar. O Brasil precisa o quanto antes dessa reforma” João Doria, governador de São Paulo
Existiam diferenças? Claro. Incontornáveis? O desenrolar do evento acabou demonstrando que não. Lado a lado, sem intermediários, os participantes acabaram por fechar convergências em vários aspectos. E isso fez toda diferença na evolução dos ânimos quanto à entrega ao País de uma reforma verdadeiramente eficaz. O clima de hostilidade de outras ocasiões foi superado e análises consistentes sobre crise fiscal, reorientação de receitas e passos complementares na área das privatizações e do ajuste no Sistema “S” pontificaram sem maiores resistências. Os governadores, por exemplo, estão muitos deles em situações calamitosas de caixa. Não sabem como seguir um ano sequer a mais com o atual quadro de vinculações orçamentárias para a rubrica das pensões, bem mais salgadas no campo da atividade pública se comparadas às da iniciativa privada. Deram ali esse testemunho e reforçaram a carga de pressão sobre os representantes do Legislativo presentes. Prefeitos, deputados e senadores que foram ao Fórum, dentre os quais Antonio Carlos Magalhães Neto, de Salvador, e Nelson Marchezan, de Porto Alegre, repisaram o alerta da inanição dramática de verbas nas respectivas regiões para bancar o compromisso. Cada uma das vozes serviu de caixa de ressonância direta sobre os feitores da costura do projeto, dispostos de maneira genuína a escutar e ajustar excessos.
Ministros como o responsável pela pasta da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, trouxeram sua contribuição mostrando os esforços em andamento para a recomposição de receitas. Freitas listou um balanço de leilões que repassaram, dentre outras estruturas, inúmeros terminais portuários, ferroviários e aeroportos. No total, em 60 dias, 23 ativos mudaram de mãos, do Estado para a iniciativa privada, gerando resultados bilionários que vão ajudar no resgate da saúde financeira da União. Longe dali, até a ala militar, através dos generais Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança, e Eduardo Villas Bôas, ex-comandante-geral do Exército, saíram em busca de apoio para as mudanças nas aposentadorias e serviram de promotores do tema em convescote no final de semana com um grupo de governadores liderados por Ronaldo Caiado, de Goiás. Caiado esteve ainda no pelotão dos participantes do Fórum.

Um pacto federativo

Mas vamos nos ater aos principais protagonistas dessa espécie de pacto federativo que ocorreu durante as rodadas de Campos – e não se pode chamar de outra coisa uma sinalização conjunta de ideias em torno da Reforma. Maia e Guedes exerceram no encontro a condição de maestros da pacificação. Por mais que opositores e críticos do Governo tentem desmerecer o escopo do projeto, a dupla de seus defensores tem acertado não apenas no diagnóstico da crise como na receita para saná-la. Tal qual padarias mal administradas, o Tesouro Nacional mergulhou há muito tempo no vermelho e já teria ido à falência se estivesse no ramo comercial – principalmente devido aos desembolsos descomunais que realiza para arcar com a Previdência, na casa dos R$ 720 bilhões ao ano. Os arautos da reforma estão juntos conversando com os interlocutores para demonstrar por A mais B que o único jeito de consertar a situação e evitar o desfecho trágico passa por uma reformulação completa do sistema de gastos sob essa rubrica. “Tenho a minha absoluta tranquilidade, fora dos ruídos aqui e ali, quanto à dinâmica maior dos eventos. Para mim é claro que a continuar nessa marcha estaremos indo para a desordem da forma mais organizada que já vi”, alertou Guedes ainda na sexta-feira 05 a uma plateia de atentos ouvintes. “As pessoas estão irritadas e ansiosas porque vivemos uma crise há quase cinco anos e precisamos da reforma para mudar esse estado de coisas”, reforçou Maia. Os dois estão pedindo ao Congresso celeridade. Essa é uma providência habitualmente perseguida pelos governantes, mas a missão de cobrá-la e negociá-la foi tão mal recebida pelo mandatário que ambos decidiram tomar a frente do processo. Diga-se de passagem que os brasileiros acompanham desde o início, com certa sofreguidão, o desenrolar dos acordos. Em um primeiro momento majoritariamente contra a perda de benefícios perceberam que seriam os principais prejudicados, ou no mínimo seus filhos, pela falta de uma solução estrutural. A história revelou que, a rigor, a curva de contribuintes e de beneficiários se inverteu dramaticamente com o avanço da população idosa – fenômeno que, por aqui, assumiu contornos de calamidade na equação. O resultado a que se chegou, com risco de calote generalizado dos pagamentos em até três ou quatro anos, pode ter contribuído para a mudança dos humores da população a favor de um ajuste. Pesquisa da XP Investimentos divulgada recentemente mostrou que 65% dos entrevistados se colocam agora a favor da reforma. O aval serviu de senha para que o ministro Guedes tomasse novo fôlego após o bombardeio de ataques que sofreu da bancada do atraso na Câmara. Ah, as contradições da democracia! Se há 15 dias Guedes perdeu a paciência com um auditório dominado por arrivistas que o exauriram em seis horas de depoimento, nas apresentações de Campos, logo após, ele teve que seguidamente interromper as mesmas explicações em virtude dos aplausos de convertidos, inebriados com a clareza dos argumentos. Dois públicos, duas reações absolutamente distintas. A soma das sessões lhe dá ainda assim um quórum altamente favorável à cruzada que empreende. De Posto Ypiranga a “tchutchuca”, Tigrão ou czar da economia, Guedes conheceu todos os mimosos epítetos com que o brindaram na trajetória de andarilho atrás de votos pela Previdência, mas segue indiferente, talvez porque costuma colocar a causa acima dos contratempos. Disse isso em Campos: “vou me irritar com o que? Tem uma minoria que fica batendo bumbo, problema deles.
“As pessoas estão ansiosas e irritadas porque vivemos uma crise há quase cinco anos e precisamos da reforma para mudar esse estado de coisas” Rodrigo Maia, presidente da Câmara
A minha expectativa da classe política é a melhor possível, a construtividade do Maia, do Doria e de muitos outros reforça a minha convicção de não recuar. Sem recuo e sem rendição”, estabeleceu o ministro. Seu companheiro de batalha, Rodrigo Maia, que compartilha da mesma fama de pavio curto, sempre com uma resposta na ponta da língua, tem um pé cautelosamente atrás e o outro lado a lado com o de Guedes. “Perdi a condição de cumprir um papel de articulador porque fui mal compreendido, mas se a gente quer reformar o Estado precisamos agora de um pacto onde a Previdência é o primeiro item”, afirma. Maia tem surpreendido positivamente como um autêntico embaixador da reforma no Congresso. Até Guedes reconhece isso. Com seu estilo carrancudo, parrudo, mas competente em todos os sentidos, o presidente da Câmara virou o fiador do projeto, mesmo que o presidente Bolsonaro inicialmente não o tenha enxergado assim. Já no segundo mandato, com assento cativo no comando da Câmara pelos próximos dois anos, não há mais dúvidas de que ele participará das decisões-chaves do que mudar e do que manter na estrutura da proposta (leia quadro) e, aos interlocutores, Maia vem enviando sinais de que não se furtará da missão de harmonizar a Casa, buscando uma solução que elimine os privilégios em qualquer direção: dos servidores públicos aos militares. É aí que a coisa pode pegar. No Executivo se coloca como assunto fechado o tratamento diferenciado para a caserna, com um regime especial de Previdência.
“A gente pode enveredar já pelo caminho certo da reforma porque a convicção de sua importância nunca foi tão acentuada” André Esteves, presidente do BTG Pactual
O Congresso discorda e Maia precisará atuar como apaziguador. Guedes, de sua parte, tem um tom mais incisivo sobre o assunto. Disse na Comissão de Constituição e Justiça, dias antes, que cabe aos parlamentares a coragem de mudar ou não o modelo sugerido para os aposentados de farda. No íntimo ele torce pela revisão para reforçar as chances da economia na casa do trilhão. Sempre preciso na exposição dos motivos, Guedes não arreda pé do ouvido do presidente e atende quando pode demandas como a dos militares. Nesse pormenor, no entanto, ele foi menos enfático – talvez por não estar plenamente a favor – e assim deixou de transmitir explicações convincentes na defesa da categoria. O mesmo não aconteceu quando o item abordado foi o esquema de “capitalização” para as gerações futuras que entrarão daqui por diante no sistema. Com essa via Guedes advoga que serão criados milhares de empregos rápidos em virtude da “desoneração dramática” (expressão dele) dos encargos trabalhistas. Bolsonaro mostra resistência, parlamentares idem, governadores como Doria e Eduardo Leite (RS) apoiam e Guedes se equilibra insistindo na alternativa. De todo modo, o ministro tem se consagrado como referência quando se fala do lado bom do Governo.
Com o seu estilo surpreendente, brilhante e obstinado virou o estrategista-chefe do acordo em andamento. E ainda bem que está sendo bem-sucedido na empreitada. Desenho estatístico de um País que caminha a fortes solavancos, os índices de aposentadoria por aqui dizem respeito a uma velha tragédia nacional – a de não se preparar para o envelhecimento da população. As estatísticas indicam que ocorreu em curtíssimo espaço de tempo aquilo que muitas pessoas temiam: o risco da insolvência do sistema, que se tornou inviável há alguns anos e que agora consome boa parte do orçamento federal. Como pontua Guedes, devido aos estouros bilionários desse modelo os brasileiros ficaram literalmente atolados. “Carimbamos os recursos, vinculamos os gastos e assim reconstruímos uma Europa por ano para ficar no mesmo lugar. R$ 4 trilhões de receita equivale a um Plano Marshall por ano”. O economista se refere ao valor do PIB e o compara ao plano de ajuda financeira das nações destruídas pela II Grande Guerra. Os desembolsos realizados atualmente sangram quase três quartos das receitas públicas disponíveis. Em bom português: não sobra nada, ou quase nada, para o resto. Com uma escalada vertiginosa e ininterrupta do problema. Em sua infelicidade burocrática, o Brasil está enredado numa armadilha da qual precisa se livrar urgentemente.
Os empresários que desembarcaram em peso no foro estão unanimemente convencidos de que não há outra saída que não a da reforma já. “quantas vezes vimos essa discussão ser colocada à mesa e adiada por falta de disposição política? Agora o quadro parece diferente”, disse o presidente da MAN, líder na produção de caminhões no Brasil, Roberto Cortes. “O que temos de notar é que há no momento uma vontade geral na busca por convergência sobre a questão”, endossou o presidente da gigante nacional do aço CSN, Benjamin Steinbruch. “A Reforma garante a solvência do estado brasileiro no futuro, sem isso entramos numa sociedade à beira da falência”, pontuou Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco.

Vozes em Uníssono

Nessa ala que responde pela produção e, na prática, é quem faz a roda girar para os resultados auspiciosos do Produto Interno Bruto, não foram poucas, nem isoladas, as vozes pedindo a solução urgente. Engrossaram o coro personagens como Michael Klein, que construiu a rede varejista Casas Bahia e no momento dedica-se ao setor de aviação, José Luiz Gandini, da Kia Motors e dirigente da associação de importadores de veículos, Claudio Lottenberg, que preside a líder de planos de saúde Amil e Manfredo Rübens, presidente da gigante química Basf. Ali, naqueles dias de agitação sectária que tomou a aprazível cidadezinha de Campos, com ares de recanto europeu, eram ao menos 700 CEOs, financistas e executivos de grandes conglomerados batendo ponto e empenhando aval na composição da Previdência. “Potencialmente, pelo que tratamos aqui, a gente pode enveredar já pelo caminho certo da reforma porque a convicção de sua importância nunca foi tão acentuada”, convocou o fundador e presidente do conselho do BTG Pactual, André Esteves. O Chairman do LIDE, Luiz Fernando Furlan, definiu em uma parábola o que considera como uma fase de transição: “Se queremos pular para um novo Brasil, esse é o caminho”. Do contrário, como pontua o governador Doria, qualquer impulso de retomada estará comprometido. “Sem a reforma, estados, municípios e o próprio Governo Federal entrarão em um caos, com a falta de recursos para o pagamento de serviços básicos de saúde, educação e segurança entre outros”. É melhor não arriscar.

“A Reforma garante a solvência do estado no futuro. Sem isso, entramos numa sociedade à beira da falência” Luiz Carlos Trabuco, Bradesco

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