05/04/2018

Consultoria do Senado aponta impactos da Reforma da Previdência sobre o funcionalismo público

 fonte: senado notícias a proposta de reforma da previdência (pec 287/2016) apresentada pelo governo tem gerado polêmica tanto no setor privado quanto no funcionalismo público. uma emenda do relator da matéria, deputado arthur oliveira maia (pps-ba), impacta diretamente os regimes próprios de previdência dos servidores públicos federais civis e indica o que deverá ocorrer no caso dos servidores estaduais e municipais. o consultor do senado mário theodoro é um dos autores de um estudo consultoria legislativa que aponta impactos negativos de eventual aprovação da reforma da previdência, como a migração do funcionalismo para a previdência privada. theodoro conversou com os jornalistas jeziel carvalho e marcela diniz, da rádio senado. ouça o áudio com a entrevista.
05/04/2018

Disputa pode mudar rotas comerciais

 fonte: estadão conteúdo com centenas de produtos afetados pela guerra comercial entre estados unidos e china, multinacionais, fornecedores e investidores começam a repensar suas estratégias de produção, com um potencial impacto no fluxo e até mesmo nas rotas do comércio internacional. a china eastern airlines, por exemplo, deve reduzir a frequência de voos de carga entre aeroportos americanos e chineses. "uma guerra comercial não é boa para nenhum dos países", diz o presidente da empresa, ma xulun. a tcl multimedia, maior produtora chinesa de televisores, vai rever planos de produção. com 10% das vendas nos eua, uma alternativa será mudar parte da produção para o méxico. na organização mundial do comércio (omc), um dos comentários mais repetidos por críticos da política protecionista de donald trump é que raramente medidas tarifárias podem ter sucesso numa era de produção globalizada, com uma cadeia produtiva ampla. o exemplo mais usado é o do vietnã, para onde dezenas de empresas chinesas se mudaram nos últimos anos em busca de mão de obra mais barata. o resultado é uma explosão do déficit americano com o país. em 2017, foi de us$ 35 bilhões, três vezes maior que em 2011. taiwan também teme sentir o impacto da disputa, já que 60% do pib da ilha vêm das exportações, principalmente de peças para produtos chineses. para o bank of america merrill lynch, o efeito dominó que a guerra comercial pode gerar coloca "as cadeias produtivas globais em risco". para o banco, taiwan, coreia do sul e malásia seriam as mais afetadas. mas países como polônia e méxico também podem sofrer. em hong kong, o secretário de finanças, paul chan mo-po, acredita que um a cada cinco empregos serão afetados pelas medidas americanas. no oriente médio, o temor é que os atritos comerciais resultem em demanda menor da china por energia. investimentos sauditas de us$ 65 bilhões em refinarias no território chinês já estão sob análise. mas há quem possa ganhar com a mudança na rota do comércio. a ucrânia quer incrementar o fornecimento de milho para a china e a austrália espera abocanhar o mercado de vinho e expandir vendas para pequim, que já chegaram a us$ 848 milhões. para a omc e o fmi, não há perspectiva de que, mesmo com esses ganhos pontuais, a guerra comercial entre as duas potências possa ter vencedores. o diretor-geral da omc, roberto azevedo, afirma que o risco é de que tal tendência leve o mundo a uma nova recessão. analistas veem o quadro com cautela, mas acreditam que é improvável haver de fato uma guerra comercial. "temos visto muita retórica protecionista, mas no fim um acordo razoável entre os países deve prevalecer", diz ross teverson, da jupiter asset management. segundo ele, já foi notado que o governo trump costuma negociar a partir de uma posição extrema para ter mais margem de manobra e chegar a um acordo. o economista jianguang shen, da mizuho securities, avalia que a melhor alternativa para os chineses é negociar. "acho que a china quer realmente dialogar. os dois lados provavelmente vão concordar em algo mais adiante." a capital economics avalia a resposta da china como "rápida e agressiva". para a consultoria, ainda há tempo para recuos antes que as tarifas entrem em vigor. as tarifas dos eua precisam passar por consultas públicas de dois meses. depois o país terá 180 dias para decidir quais delas adotará. a china, por sua vez, ainda não divulgou cronograma para retaliações. mercado global vê chance de acordo o mercado global começou o dia de ontem agitado, mas a tensão foi se dissipando ao longo da sessão. a disputa tarifária entre eua e china continuou a ser monitorada, mas a percepção predominante no final do pregão era de que os dois lados estão abrindo espaço para negociar e que uma guerra comercial ainda não é provável. nos mercados que fecharam mais cedo, o temor de escalada das barreiras ainda predominou, levando para baixo as bolsas da europa. mas em nova york, o índice dow jones subiu 0,96% e o nasdaq, 1,45%. no brasil, a tensão política causada pelo julgamento no stf fez o ibovespa cair 0,31%. o dólar fechou em r$ 3,3402, em alta de 0,04%.cronograma para retaliações. (com dow jones newswires e gabriel bueno da costa). as informações são do jornal o estado de s. paulo.
05/04/2018

PMI composto da zona do euro cai a 55,2 em março

 fonte: estadão conteúdo o índice de gerentes de compras (pmi, na sigla em inglês) composto da zona do euro, que engloba os setores industrial e de serviços, caiu de 57,1 em fevereiro para 55,2 em março, atingindo o menor nível desde o início de 2017, segundo dados finais publicados hoje pela ihs markit. o resultado ficou ligeiramente abaixo da estimativa prévia de março e da previsão de analistas consultados pela dow jones newswires, de 55,3 em ambos os casos, mas a leitura acima da barreira de 50 marcou o 57º mês consecutivo de expansão da atividade no bloco. apenas o pmi de serviços da zona do euro recuou de 56,2 em fevereiro para 54,9 em março, também aquém da prévia e da projeção do mercado, de 55. com informações da dow jones newswires.
05/04/2018

De empréstimos a compras a prazo: saiba se a queda dos juros vai chegar ao consumidor e como evitar o endividamento

  especialistas advertem que, mesmo com redução da selic, taxas continuarão altas. é preciso ter atenção na hora de buscar o crédito para evitar o superendividamento fonte: gaúcha zh os consumidores que compram a prazo, usam cartão de crédito e até sonham em financiar uma casa estão perguntado: quando a queda da taxa básica de juros vai chegar à vida real? o comitê de política monetária (copom) reduziu a taxa em 0,25 ponto porcentual no fim de março, e a selic passou de 6,75% para 6,5% ao ano — nível mais baixo desde 1986. mas quem espera ver efeitos práticos disso nos empréstimos e nas compras a prazo precisará de paciência e muito cuidado.  o ritmo dos juros para a pessoa física, o consumidor, não é o mesmo da taxa básica do copom. de acordo com especialistas, para essa redução se espalhar será preciso de seis e nove meses de espera. e, ainda assim, será bom não ter muitas expectativas.  — como as taxas de juros hoje estão muito altas, as pessoas não deverão perceber quando essa queda chegar. ou seja, ainda serão taxas muito altas. por isso, mais do que nunca, será preciso manter o cuidado na hora de usar crédito — explica a economista-chefe da fecomércio-rs, patrícia palermo. ela afirma que o spread bancário — a diferença entre os juros que os bancos pagam quando tomam dinheiro e os que cobram quando emprestam aos clientes — cresceu muito nos últimos anos. por isso, mesmo caindo, os juros ainda podem virar o pesadelo de muita gente. pressão pesquisa de juros da associação nacional dos executivos de finanças, administração e contabilidade (anefac), de fevereiro, apontou que, após 14 meses de reduções consecutivas, as taxas de crédito voltaram a ser elevadas, mesmo com a queda da selic. das seis linhas pesquisadas para a pessoa física, duas caíram (cartão de crédito e financiamento de veículos). mas outras quatro ficaram mais salgadas: juros do comércio, cheque especial, empréstimo pessoal nos bancos e empréstimo pessoal em financeiras. o resultado é uma taxa média de juros para pessoa física de 133,7% ao ano, mais de 20 vezes a selic. — enquanto os dois grandes bancos estatais (banco do brasil e caixa econômica federal) não adotarem juros mais baixos, os efeitos dessa redução da selic ficarão longe dos consumidores. essas instituições estão em situação confortável, seguem lucrando. é preciso que a sociedade faça pressão sobre o governo federal — defende o presidente da federação das câmaras de dirigentes lojistas do rio grande do sul (fcdl-rs), vitor augusto koch. segundo ele, essa tem sido uma bandeira da fcdl desde que a selic começou a queda, até com a mobilização de parlamentares gaúchos na empreitada. a expectativa é de que os bancos privados sigam o caminho de bb e caixa, espalhando juros mais amigáveis por toda a rede bancária, chegando a empresas e clientes. bc promete juros para baixo  ao lado da selic, o banco central (bc) vem tomando iniciativas para empurrar para baixo os juros do crédito. entre elas estão medidas para baratear máquinas de cartão de crédito para lojistas e reduzir os depósitos compulsórios dos bancos — liberando mais dinheiro para ser emprestado aos clientes com menos juros. a próxima medida não deve vir do bc, mas foi divulgada pelo presidente do banco, ilan goldfajn. neste mês, a federação brasileira de bancos (febraban) deve anunciar medidas relacionadas ao cheque especial. na semana passada, em brasília, goldfajn enfatizou ser preciso temperar a meta da inflação com juros mais baixos por tempo prolongado. ele reforçou que a selic pode voltar a ser reduzida em maio, mas deve haver uma interrupção do ciclo de cortes em junho. o presidente do bc destacou que, em junho, os efeitos da selic na inflação serão sentidos, mesmo, em 2019. o que o consumidor precisa saber o sistema financeiro vem aumentando o crédito a empresas e a pessoas físicas. isso deve se acentuar nos próximos meses. mas é aí que mora o perigo. será que as pessoas saberão lidar com mais oferta de crédito? porque mesmo caindo, os juros seguirão elevados. ou seja, o risco de criar uma dívida impagável estará sempre presente. veja como estar preparado para fazer um empréstimo ou financiamento. - antes do crédito, a vida financeira deve estar organizada com um orçamento doméstico. isso é definir quais são as reais necessidades e planejar os gastos considerando a renda disponível — não a renda disponível mais o dinheiro que vier com o crédito. significa ter gastos dentro do salário.  - segundo a economista chefe da fecomércio-rs, patrícia palermo, só deve buscar crédito quem tiver dinheiro para pagá-lo no futuro. isso foge da lógica que muita gente segue: buscar empréstimos, justamente, por não se ter o dinheiro que se precisa.  -  o pulo do gato é fazer uma reserva financeira para eventuais gastos extras não previstos ou até planejar a compra. pagar juros sem extrema necessidade não é um bom negócio. e fazer dívidas sempre traz risco de se ter o nome negativado, perdendo o aceso a crédito ou empréstimos. - as taxas de juros são livres, sendo definidas pela própria instituição financeira. não existe controle de preços. a única obrigatoriedade que o banco tem é informar ao cliente as taxas que serão cobradas.  
03/04/2018

Setor de seguros mantém otimismo e índice de confiança cresce em março

 fonte: jrs por william anthony apenas 2 das 100 seguradoras consultadas acreditam que a economia deve piorar nos próximos 6 meses a consultoria rating de seguros divulgou o índice de confiança do setor de seguros (icss) referente ao mês de março. desde o final do ano passado, os indicadores são positivos, com variação entre 120 e 130 pontos. a avaliação é realizada junto a seguradoras, empresas de resseguros e grandes corretoras. apenas 2 das 100 seguradoras consultadas acreditam que a economia deve piorar nos próximos 6 meses. a desconfiança sobe quanto o assunto é a rentabilidade do setor. das 300 empresas consultadas, 46 acreditam que a mesma deve ficar pior ou muito pior. todas as consultadas acreditam que o faturamento do mercado segurador devem ser melhores ou iguais aos registrados atualmente. as corretoras de seguros são as mais otimistas entre as pesquisadas. o grau de otimismo chega a 126,8 – em uma escala que varia de 0 a 200. entre as seguradoras, o índice é de 123,5, enquanto que, para as resseguradoras chega a 121,7. na média, o grau de confiança do setor de seguros é de 122,3. confira o estudo completo neste link.
03/04/2018

Ouro sobe com busca por ativos considerados seguros em meio a aversão ao risco

 fonte: estadão conteúdo o ouro fechou em alta na sessão desta segunda-feira, 2, na qual a aversão ao risco fez investidores migrarem de papéis considerados arriscados, como ações, para ativos vistos como seguros, a exemplo do metal amarelo. na comex, a divisão de metais da new york mercantile exchange (nymex), o contrato futuro de ouro para junho encerrou com avanço de us$ 19,60 (+1,48%), a us$ 1.346,90 a onça-troy. em um movimento que deu fôlego ao metal amarelo, visto como um ativo de segurança em cenários de incerteza, a aversão ao risco se espalhou em virtualmente todos os setores dos principais índices acionários de wall street. o gatilho para as baixas foi um tuíte do presidente dos estados unidos, donald trump, que criticou novamente o regime tributário da amazon. outro fator que semeou pessimismo entre investidores foi o anúncio pela china da imposição de tarifas sobre a importação de 128 produtos americanos, em retaliação às sobretaxas no aço e no alumínio importados pelos eua. a decisão espalhou tensão sobre os mercados e reviveu temores de uma guerra comercial entre os países.
03/04/2018

Em meio à crise, bancos são campeões de lucro: R$ 63 bi em 2017

  fonte: portal vermelho enquanto, em 2017, o brasil somava 12 milhões de desempregados, a maior parte das vagas criadas foram na informalidade, a fome voltou a assolar as famílias, a desigualdade aumentou e direitos e programas sociais foram cortados, um setor passou incólume pela crise. os bancos - que não produzem riqueza e drenam recursos da economia real - registraram o maior lucro entre as empresas com ações negociadas na bolsa de valores.    de acordo com um levantamento produzido pela empresa de informações financeiras economatica, juntos, os 23 bancos com capital aberto lucraram r$ 63,12 bilhões no ano passado. o resultado, que leva em conta os demonstrativos financeiros entregues pelas companhias à comissão de valores mobiliários, significa uma alta de 12,27% em relação a 2016. o setor bancário lidera com folga a lista dos mais lucrativos. em segundo lugar, está o de mineração, com um lucro que é mais de 3,6 vezes menor: r$ 17,42 bilhões. em seguida, aparecem os setores de energia (r$ 9,9 bilhões), alimentos e bebidas (r$ 8,49 bilhões), seguradoras e corretoras de seguros (r$ 6,94 bilhões). além disso, quatro bancos estão entre as cinco empresas de capital aberto com maior lucro em 2017. o itaú unibanco, sozinho, obteve uma rentabilidade de r$ 23,96 bilhões. para se ter uma ideia, o orçamento destinado ao bolsa família, que beneficia 14 milhões de famílias, é de r$ 27,7 bilhões em 2018. no ano passado, o programa sofreu, inclusive, um corte de r$ 1 bilhão, sob o argumento da falta de recursos.  o bradesco, por sua vez, teve lucro de r$ 14,66 bilhões; o banco do brasil, de r$ 11,01 bilhões; e o santander, de r$ 8 bilhões. somados os rendimentos das quatro empresas, daria para custear praticamente dois bolsa família. o levantamento sobre o lucro das empresas não inclui a petrobras e a eletrobras. mais lucro: menos crédito, menos emprego e juros mais altos os bons resultados dos bancos, contudo, não têm se convertido em boas notícias para os trabalhadores dessas instituições financeiras. o setor bancário fechou 17.905 postos de trabalho em 2017, de acordo com dados do caged. além da piora no atendimento, as demissões têm deixado sobrecarregados dos empregados que ficam na empresa. a alta rentabilidade está associada à falta de regulação, apontam diversos analistas. um exemplo é que, apesar de o banco central ter reduzido sucessivamente a selic, que é usada como referência para empréstimos e financiamentos entre os bancos e o governo, os juros cobrados pelos bancos aos seus clientes continuam nas alturas.  hoje, a selic está em 6,5%, mas os juros do cartão de crédito, por exemplo, aumentaram e, em média, chegam a 333% ao ano. além disso, os bancos também vêm aumentando as receitas por conta das caras tarifas cobradas de clientes pela prestação de serviços, como a manutenção de contas. estudiosos apontam que o setor que mais contabiliza lucros no país não cumpre o papel que deveria para ajudar o país a retomar o crescimento. ao contrário do que faz hoje, deveria praticar juros civilizados, elevar a oferta de crédito, preservar empregos e melhorar o atendimento à população.
03/04/2018

Avanços na economia ficarão mais claros com o tempo, diz Meirelles

  meirelles disse, ainda, que é preciso avançar nas reformas que ainda não foram feitas e que o crescimento da economia para os próximos anos será maior que o previsto atualmente. fonte: por taís laporta, g1 o ministro da fazenda, henrique meirelles, afirmou nesta segunda-feira (2) que os avanços na área econômica resultantes das medidas do governo ainda não foram totalmente percebidos, mas ficarão mais claros com o passar do tempo. a declaração foi feita durante o fórum econômico brasil e países árabes, que também contou com a presença do presidente da república, michel temer, em são paulo. meirelles não comentou sua possível candidatura à presidência da república e a decisão de filiar-se ao mdb. em seu discurso, o ministro disse acreditar que as medidas já adotadas pelo governo na área econômica resultarão em importantes transformações na forma como a economia funciona. "suas implicações não foram ainda integralmente percebidas, mas vão ficar mais claras com o passar do tempo", declarou. meirelles disse, ainda, que é preciso avançar nas reformas que ainda não foram feitas e que o crescimento da economia para os próximos anos será maior que o previsto atualmente. o governo federal colocou na gaveta o projeto de reforma da previdência quando decidiu pela intervenção federal no rio de janeiro em fevereiro deste ano. nesta segunda-feira, economistas do mercado financeiro reduziram a previsão de crescimento do pib para 2018, de 2,89% para 2,84%, junto da projeção de uma inflação mais baixa. já o governo projeta um avanço de 3% para a economia este ano.
03/04/2018

Queda dos juros libera R$ 196 bi, diz ministério

 fonte: agência estado brasília, 03 - a queda dos juros básicos da economia tem potencial para liberar r$ 196 bilhões de renda do orçamento das famílias e das empresas brasileiras ao longo de 2018. cálculos feitos pelo ministério do planejamento apontam que os juros mais baixos vão reduzir em r$ 147 bilhões o endividamento das famílias e em r$ 49 bilhões das empresas - o equivalente a cerca de 3% do produto interno bruto (pib). o principal efeito desse processo é que os juros mais baixos permitem não só a renegociação de dívidas, trocando juros mais elevados por taxas mais baixas, como abrem espaço para o aumento da demanda na economia e dos investimentos. no dia 22 de março, a taxa selic atingiu mínima histórica, chegando a 6,5% ao ano. em outubro de 2016, quando o atual ciclo de queda começou, a selic estava em 14,25%. para o secretário de planejamento e assuntos econômicos do ministério, marcos ferrari, o potencial de aumento de renda aponta que a retomada do crescimento da economia é sustentável. pelos cálculos do governo, o pib do país deve crescer 3%. os números mais fracos de janeiro, segundo ele, decorrem de fatores sazonais. “as taxas de investimento e do crescimento vão aumentar este ano e um dos principais motivos é o ciclo monetário favorável”, diz ferrari, ressaltando que os investimentos já crescem mais do que o consumo no país. na sua avaliação, um bom sinal para mostrar a “qualidade” da expansão econômica. segundo ele, as empresas podem fazer o pré-pagamento de uma dívida cara mediante outro financiamento mais barato. as famílias podem quitar sua dívida no cheque especial com um cdc (crédito direto ao consumidor) com juros mais baixos. “isso libera recursos para uma alocação mais eficiente”, diz. a economista ione amorim, do instituto brasileiro de defesa do consumidor (idec), argumenta que consumidores com elevado endividamento não conseguem fazer acordos bons na renegociação aproveitando os juros mais baixos, o que leva a nova inadimplência. segundo ela, as dívidas de cartão de crédito e as renegociadas são as que têm maior inadimplência. o idec vai promover um seminário na fundação getulio vargas, em são paulo, esta semana para discutir o problema. pib apesar da projeção de alta maior do pib em 2018, a preocupação em torno da sustentabilidade do crescimento entrou no radar dos economistas por causa das incertezas que rondam o país e do processo inconcluso de ajuste das contas públicas, com problemas fiscais sendo transferidos para depois das eleições. a pergunta que tem sido feita aos economistas é se a retomada de agora corre o risco de ser atropelada. “o ajuste fiscal tem atuado positivamente na retomada do crescimento dada a ancoragem das expectativas e a melhora da confiança”, ressalta ferrari. o levantamento do ministério foi feito com base nos dados de crédito para pessoa física no banco central, divulgados na semana passada. o das empresas foi calculado levando-se em consideração o estoque de dívida de cerca de 270 companhias listadas na bolsa de valores. as informações são do jornal.

O acordão da Previdência


12/04/2019

Como uma espécie de Davos à brasileira, o 18º Fórum do LIDE reuniu, de forma inédita, governadores, parlamentares, empresários e o Executivo para fecharem questão em torno de mudanças na aposentadoria, no maior pacto federativo já visto sobre o tema. Agora é possível que a Reforma saia de uma vez do papel

O ministro Paulo Guedes e o presidente da Câmara Rodrigo Maia tocam instrumentos diferentes na sinfonia do poder, mas nada impede que atuem na mesma orquestra quando a partitura interessa a todos. No caso, a tão decantada e ainda aguardada Reforma da Previdência. Semanas a fio, de uns tempos para cá, os dois estão compondo, afinados, a banda de articulações que tenta a aprovação da proposta, ainda no primeiro semestre se tudo correr bem. Marcam quase todos os dias conversas fechadas nos gabinetes do Parlamento e do ministério para acertar pontos ainda pendentes. Seguem juntos para conversas com as bancadas dos partidos e com públicos e plateias os mais variados. Tratam de ajustes pontuais no texto e no calhamaço de estatísticas para chegar ao número mágico pretendido de uma economia na casa de R$ 1 trilhão em dez anos.
E trocam elogios mútuos quando se referem à disposição do interlocutor para aceitar sugestões. Viraram, por assim dizer, verso e emenda do mesmo refrão. Na semana passada, os dois e mais o presidente do Senado David Alcolumbre – que também dá corda à cantilena da Reforma – além de portentos empresariais, ministros, congressistas e seis governadores se reuniram em um encontro tão representativo como inequívoco na demonstração de força e sintonia em torno do tema. Na 18º edição do Fórum Empresarial do LIDE, dessa vez realizado em Campos do Jordão, interior de São Paulo – com um formato e dinâmica que lembram em muito as conferências globais de Davos -, todos pareciam sinceramente ávidos por enfrentar o impossível para chegar lá (ou, pelo menos, o aparentemente impossível, dado que sai governo, entra governo, ninguém consegue emplacar a ideia) com uma espécie de bloco coeso de apoio, integrado por camadas de diversos setores comprometidos com a retomada econômica. Foi um ponto de inflexão importante nessa trajetória de idas e vindas daquela que é, de fato, a principal pauta lançada sobre as mesas de deputados e senadores neste ano. Até aqui não havia ocorrido ainda uma reunião tão ampla e diversificada de agentes envolvidos com a reforma. Na batuta da mobilização, o governador de São Paulo, João Doria, funcionou ali como uma espécie de intermediador de interesses, sem tomar lados, uma vez que o intuito geral era o de fechar a agenda comum pelo engajamento para ajudar no rito da aprovação. “Não há mais o que esperar, o Brasil precisa o quanto antes dessa reforma, o recado ficou claro e vamos trabalhar em conjunto por ela. Articulem-se, sejamos todos ativos nessa direção”, convocou Doria, que há quase duas décadas idealizou os fóruns anuais (ainda organizados pelo grupo que leva o seu nome e do qual se desligou desde que entrou para a política, deixando a direção a cargo de uma banca de profissionais). De uns tempos para cá, no comando da máquina paulista, Doria procurou ser uma espécie de fiador de entendimentos nesse sentido, se esforçando como poucos para reunir, inclusive na própria casa, vários dos personagens da complexa negociação. Foi assim na semana passada quando recepcionou o vice-presidente General Mourão e sugeriu alguns encontros entre ele e os governadores dos demais Estados para ouvir as necessidades de cada um, e ao receber também o presidente do Supremo Tribunal, Dias Toffoli, que reagiu entusiasmado ao convite: “estou há 10 anos no STF e nunca ninguém me chamou para uma conversa como essa e o senhor faz isso justo no momento mais decisivo do País”, disse ao anfitrião. No ponto alto das rodadas de tratativas que entabulou pela reforma, Doria resolveu falar a respeito tanto com o presidente Bolsonaro como com o deputado Maia para aparar arestas, tal qual um bombeiro que percebe a fumaça a tempo de controlar o incêndio. É um trabalho de diplomacia que vem fazendo a diferença. No Fórum de Campos, ele dobrou a aposta. Lá, de certa forma, estavam colocados inúmeros papeis estratégicos disponíveis a cada um dos participantes para o sarau de negociações. Para quem viu de fora foi possível alimentar razoável otimismo sobre a costura de saídas para o impasse previdenciário. Basta compreender a função dos protagonistas daqueles tête-à-tête e a dimensão de um encontro como o de Campos, quando esses senhores reservaram o final de semana para juntos debater e firmar denominadores comuns.
“Não há mais o que esperar. O Brasil precisa o quanto antes dessa reforma” João Doria, governador de São Paulo
Existiam diferenças? Claro. Incontornáveis? O desenrolar do evento acabou demonstrando que não. Lado a lado, sem intermediários, os participantes acabaram por fechar convergências em vários aspectos. E isso fez toda diferença na evolução dos ânimos quanto à entrega ao País de uma reforma verdadeiramente eficaz. O clima de hostilidade de outras ocasiões foi superado e análises consistentes sobre crise fiscal, reorientação de receitas e passos complementares na área das privatizações e do ajuste no Sistema “S” pontificaram sem maiores resistências. Os governadores, por exemplo, estão muitos deles em situações calamitosas de caixa. Não sabem como seguir um ano sequer a mais com o atual quadro de vinculações orçamentárias para a rubrica das pensões, bem mais salgadas no campo da atividade pública se comparadas às da iniciativa privada. Deram ali esse testemunho e reforçaram a carga de pressão sobre os representantes do Legislativo presentes. Prefeitos, deputados e senadores que foram ao Fórum, dentre os quais Antonio Carlos Magalhães Neto, de Salvador, e Nelson Marchezan, de Porto Alegre, repisaram o alerta da inanição dramática de verbas nas respectivas regiões para bancar o compromisso. Cada uma das vozes serviu de caixa de ressonância direta sobre os feitores da costura do projeto, dispostos de maneira genuína a escutar e ajustar excessos.
Ministros como o responsável pela pasta da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, trouxeram sua contribuição mostrando os esforços em andamento para a recomposição de receitas. Freitas listou um balanço de leilões que repassaram, dentre outras estruturas, inúmeros terminais portuários, ferroviários e aeroportos. No total, em 60 dias, 23 ativos mudaram de mãos, do Estado para a iniciativa privada, gerando resultados bilionários que vão ajudar no resgate da saúde financeira da União. Longe dali, até a ala militar, através dos generais Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança, e Eduardo Villas Bôas, ex-comandante-geral do Exército, saíram em busca de apoio para as mudanças nas aposentadorias e serviram de promotores do tema em convescote no final de semana com um grupo de governadores liderados por Ronaldo Caiado, de Goiás. Caiado esteve ainda no pelotão dos participantes do Fórum.

Um pacto federativo

Mas vamos nos ater aos principais protagonistas dessa espécie de pacto federativo que ocorreu durante as rodadas de Campos – e não se pode chamar de outra coisa uma sinalização conjunta de ideias em torno da Reforma. Maia e Guedes exerceram no encontro a condição de maestros da pacificação. Por mais que opositores e críticos do Governo tentem desmerecer o escopo do projeto, a dupla de seus defensores tem acertado não apenas no diagnóstico da crise como na receita para saná-la. Tal qual padarias mal administradas, o Tesouro Nacional mergulhou há muito tempo no vermelho e já teria ido à falência se estivesse no ramo comercial – principalmente devido aos desembolsos descomunais que realiza para arcar com a Previdência, na casa dos R$ 720 bilhões ao ano. Os arautos da reforma estão juntos conversando com os interlocutores para demonstrar por A mais B que o único jeito de consertar a situação e evitar o desfecho trágico passa por uma reformulação completa do sistema de gastos sob essa rubrica. “Tenho a minha absoluta tranquilidade, fora dos ruídos aqui e ali, quanto à dinâmica maior dos eventos. Para mim é claro que a continuar nessa marcha estaremos indo para a desordem da forma mais organizada que já vi”, alertou Guedes ainda na sexta-feira 05 a uma plateia de atentos ouvintes. “As pessoas estão irritadas e ansiosas porque vivemos uma crise há quase cinco anos e precisamos da reforma para mudar esse estado de coisas”, reforçou Maia. Os dois estão pedindo ao Congresso celeridade. Essa é uma providência habitualmente perseguida pelos governantes, mas a missão de cobrá-la e negociá-la foi tão mal recebida pelo mandatário que ambos decidiram tomar a frente do processo. Diga-se de passagem que os brasileiros acompanham desde o início, com certa sofreguidão, o desenrolar dos acordos. Em um primeiro momento majoritariamente contra a perda de benefícios perceberam que seriam os principais prejudicados, ou no mínimo seus filhos, pela falta de uma solução estrutural. A história revelou que, a rigor, a curva de contribuintes e de beneficiários se inverteu dramaticamente com o avanço da população idosa – fenômeno que, por aqui, assumiu contornos de calamidade na equação. O resultado a que se chegou, com risco de calote generalizado dos pagamentos em até três ou quatro anos, pode ter contribuído para a mudança dos humores da população a favor de um ajuste. Pesquisa da XP Investimentos divulgada recentemente mostrou que 65% dos entrevistados se colocam agora a favor da reforma. O aval serviu de senha para que o ministro Guedes tomasse novo fôlego após o bombardeio de ataques que sofreu da bancada do atraso na Câmara. Ah, as contradições da democracia! Se há 15 dias Guedes perdeu a paciência com um auditório dominado por arrivistas que o exauriram em seis horas de depoimento, nas apresentações de Campos, logo após, ele teve que seguidamente interromper as mesmas explicações em virtude dos aplausos de convertidos, inebriados com a clareza dos argumentos. Dois públicos, duas reações absolutamente distintas. A soma das sessões lhe dá ainda assim um quórum altamente favorável à cruzada que empreende. De Posto Ypiranga a “tchutchuca”, Tigrão ou czar da economia, Guedes conheceu todos os mimosos epítetos com que o brindaram na trajetória de andarilho atrás de votos pela Previdência, mas segue indiferente, talvez porque costuma colocar a causa acima dos contratempos. Disse isso em Campos: “vou me irritar com o que? Tem uma minoria que fica batendo bumbo, problema deles.
“As pessoas estão ansiosas e irritadas porque vivemos uma crise há quase cinco anos e precisamos da reforma para mudar esse estado de coisas” Rodrigo Maia, presidente da Câmara
A minha expectativa da classe política é a melhor possível, a construtividade do Maia, do Doria e de muitos outros reforça a minha convicção de não recuar. Sem recuo e sem rendição”, estabeleceu o ministro. Seu companheiro de batalha, Rodrigo Maia, que compartilha da mesma fama de pavio curto, sempre com uma resposta na ponta da língua, tem um pé cautelosamente atrás e o outro lado a lado com o de Guedes. “Perdi a condição de cumprir um papel de articulador porque fui mal compreendido, mas se a gente quer reformar o Estado precisamos agora de um pacto onde a Previdência é o primeiro item”, afirma. Maia tem surpreendido positivamente como um autêntico embaixador da reforma no Congresso. Até Guedes reconhece isso. Com seu estilo carrancudo, parrudo, mas competente em todos os sentidos, o presidente da Câmara virou o fiador do projeto, mesmo que o presidente Bolsonaro inicialmente não o tenha enxergado assim. Já no segundo mandato, com assento cativo no comando da Câmara pelos próximos dois anos, não há mais dúvidas de que ele participará das decisões-chaves do que mudar e do que manter na estrutura da proposta (leia quadro) e, aos interlocutores, Maia vem enviando sinais de que não se furtará da missão de harmonizar a Casa, buscando uma solução que elimine os privilégios em qualquer direção: dos servidores públicos aos militares. É aí que a coisa pode pegar. No Executivo se coloca como assunto fechado o tratamento diferenciado para a caserna, com um regime especial de Previdência.
“A gente pode enveredar já pelo caminho certo da reforma porque a convicção de sua importância nunca foi tão acentuada” André Esteves, presidente do BTG Pactual
O Congresso discorda e Maia precisará atuar como apaziguador. Guedes, de sua parte, tem um tom mais incisivo sobre o assunto. Disse na Comissão de Constituição e Justiça, dias antes, que cabe aos parlamentares a coragem de mudar ou não o modelo sugerido para os aposentados de farda. No íntimo ele torce pela revisão para reforçar as chances da economia na casa do trilhão. Sempre preciso na exposição dos motivos, Guedes não arreda pé do ouvido do presidente e atende quando pode demandas como a dos militares. Nesse pormenor, no entanto, ele foi menos enfático – talvez por não estar plenamente a favor – e assim deixou de transmitir explicações convincentes na defesa da categoria. O mesmo não aconteceu quando o item abordado foi o esquema de “capitalização” para as gerações futuras que entrarão daqui por diante no sistema. Com essa via Guedes advoga que serão criados milhares de empregos rápidos em virtude da “desoneração dramática” (expressão dele) dos encargos trabalhistas. Bolsonaro mostra resistência, parlamentares idem, governadores como Doria e Eduardo Leite (RS) apoiam e Guedes se equilibra insistindo na alternativa. De todo modo, o ministro tem se consagrado como referência quando se fala do lado bom do Governo.
Com o seu estilo surpreendente, brilhante e obstinado virou o estrategista-chefe do acordo em andamento. E ainda bem que está sendo bem-sucedido na empreitada. Desenho estatístico de um País que caminha a fortes solavancos, os índices de aposentadoria por aqui dizem respeito a uma velha tragédia nacional – a de não se preparar para o envelhecimento da população. As estatísticas indicam que ocorreu em curtíssimo espaço de tempo aquilo que muitas pessoas temiam: o risco da insolvência do sistema, que se tornou inviável há alguns anos e que agora consome boa parte do orçamento federal. Como pontua Guedes, devido aos estouros bilionários desse modelo os brasileiros ficaram literalmente atolados. “Carimbamos os recursos, vinculamos os gastos e assim reconstruímos uma Europa por ano para ficar no mesmo lugar. R$ 4 trilhões de receita equivale a um Plano Marshall por ano”. O economista se refere ao valor do PIB e o compara ao plano de ajuda financeira das nações destruídas pela II Grande Guerra. Os desembolsos realizados atualmente sangram quase três quartos das receitas públicas disponíveis. Em bom português: não sobra nada, ou quase nada, para o resto. Com uma escalada vertiginosa e ininterrupta do problema. Em sua infelicidade burocrática, o Brasil está enredado numa armadilha da qual precisa se livrar urgentemente.
Os empresários que desembarcaram em peso no foro estão unanimemente convencidos de que não há outra saída que não a da reforma já. “quantas vezes vimos essa discussão ser colocada à mesa e adiada por falta de disposição política? Agora o quadro parece diferente”, disse o presidente da MAN, líder na produção de caminhões no Brasil, Roberto Cortes. “O que temos de notar é que há no momento uma vontade geral na busca por convergência sobre a questão”, endossou o presidente da gigante nacional do aço CSN, Benjamin Steinbruch. “A Reforma garante a solvência do estado brasileiro no futuro, sem isso entramos numa sociedade à beira da falência”, pontuou Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco.

Vozes em Uníssono

Nessa ala que responde pela produção e, na prática, é quem faz a roda girar para os resultados auspiciosos do Produto Interno Bruto, não foram poucas, nem isoladas, as vozes pedindo a solução urgente. Engrossaram o coro personagens como Michael Klein, que construiu a rede varejista Casas Bahia e no momento dedica-se ao setor de aviação, José Luiz Gandini, da Kia Motors e dirigente da associação de importadores de veículos, Claudio Lottenberg, que preside a líder de planos de saúde Amil e Manfredo Rübens, presidente da gigante química Basf. Ali, naqueles dias de agitação sectária que tomou a aprazível cidadezinha de Campos, com ares de recanto europeu, eram ao menos 700 CEOs, financistas e executivos de grandes conglomerados batendo ponto e empenhando aval na composição da Previdência. “Potencialmente, pelo que tratamos aqui, a gente pode enveredar já pelo caminho certo da reforma porque a convicção de sua importância nunca foi tão acentuada”, convocou o fundador e presidente do conselho do BTG Pactual, André Esteves. O Chairman do LIDE, Luiz Fernando Furlan, definiu em uma parábola o que considera como uma fase de transição: “Se queremos pular para um novo Brasil, esse é o caminho”. Do contrário, como pontua o governador Doria, qualquer impulso de retomada estará comprometido. “Sem a reforma, estados, municípios e o próprio Governo Federal entrarão em um caos, com a falta de recursos para o pagamento de serviços básicos de saúde, educação e segurança entre outros”. É melhor não arriscar.

“A Reforma garante a solvência do estado no futuro. Sem isso, entramos numa sociedade à beira da falência” Luiz Carlos Trabuco, Bradesco

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