22/09/2017

Governo quer clareza de informações na era digital

 diante do perfil de um novo consumidor, cada vez mais empoderado pelas redes sociais, o mercado de seguros deve manter continuamente seus esforços de comunicação com a população, buscando sempre a precisão e a clareza das informações. é o que afirma o secretário nacional de defesa do consumidor, arthur rollo, entrevistado no novo episódio do programa “papo seguro especial”, veiculado hoje (18) pelo ‘canal seguro’. em conversa com o presidente da cnseg, marcio serôa de araujo coriolano, rollo aponta avanços no atendimento do mercado segurador. na entrevista, rollo afirma que o setor de seguros “é um setor específico, com nomenclaturas específicas”. “tem gente que não sabe o que é o prêmio, tem gente que não sabe quando é cabível a indenização, então falta ainda uma penetração maior na sociedade desses conceitos, desses termos próprios do ramo securitário, porque afinal de contas uma grama muito grande de consumidores tem contratado seguro”, diz. “tenho para mim, na minha prática pessoal, que o conhecimento ainda é pequeno. então precisamos investir em conhecimento e, sobretudo, em informações.” marcio coriolano lembra no programa que o mercado de seguros, embora seja bastante complexo, não gera muitas reclamações na comparação com outros setores. “olhando pelas estatísticas, a gente percebe que o seguro está numa posição mais abaixo no ranking das grandes reclamações.” “se a gente melhorar o processo de informação do consumidor em geral, tanto em relação à dinâmica do seguro como em relação aos direitos e deveres que ele tem ao contratar um seguro, acho que vai cair ainda mais o número de reclamações. eu quero eliminar conflitos”, diz o secretário. ainda segundo rollo, a realização dos colóquios de proteção do consumidor de seguros representa hoje um importante avanço no processo de aproximação entre mercado e consumidor. “vem em boa hora a iniciativa de manter uma interlocução mais próxima dos procons, porque eles são fundamentais para entender qual é a expectativa do consumidor de seguros”, destaca o secretário. “a gente tem que estreitar cada vez mais os canais de comunicação com os clientes.” ele destaca o treinamento especializado dos corretores de seguros, o que permitiria reduzir possíveis equívocos na hora da contratação de um produto, e do atendimento quando ocorre um sinistro. “nessa hora o consumidor está hipervulnerável, e quem está atendendo precisa ter a sensibilidade de que está lidando com pessoas que estão num momento difícil da vida. então, se fizer esse treinamento, a gente vai para uma excelência no setor de seguros fabulosa.” fonte: revista cobertura
22/09/2017

Especialista em educação financeira dá dicas para quem deseja se aposentar

  uesley lima, especialista em finanças dá dicas importantes para quem deseja se aposentar sem ter que continuar trabalhando. fonte: portal terra quanto precisa ter para se aposentar? esta é uma das perguntas mais frequentes feita pelos brasileiros nos últimos tempos. após as mudanças anunciadas pelo governo federal, pensar em como viver após o tempo de arrecadação é muito importante para qualquer pessoa. segundo dados da pesquisa desenvolvida pela unicarioca, 41% das pessoas entrevistadas desejam continuar trabalhando após a aposentadoria, contra 24% que disseram que não irão trabalhar e 35% que ainda não pensaram no assunto. a pesquisa adicionou mais uma questão, sobre o porquê das pessoas que já se aposentaram pretendem continuar trabalhando, segundo 50% dos que responderam disseram que vão continuar trabalhando para complementar a renda e garantir o sustento da família, 18% querem manter o mesmo padrão de vida, 17% porque gostam do que fazem, 10% por medo de ficarem ociosos e 5% responderam motivos aleatórios. a pesquisa é muito importante, porque mostra que os brasileiros já sabem que suas finanças estarão comprometidas após o tão sonhado descanso, e isso é preocupante segundo o especialista em educação financeira, uesley lima. ele defende que as pessoas precisam encontrar alternativas no momento de arrecadação para que possam desfrutar integralmente do descanso com atividades prazerosas e sem a obrigação de terem que trabalhar pelos motivos mencionados na pesquisa. o especialista afirma que a previdência privada é uma das grandes oportunidades para que as pessoas consigam viver melhor no futuro. segundo lima, com um valor pequeno por mês aplicado, as chances de terem condições de se manterem sem esforços é certa. ele sustenta que essa atitude é de cada um, principalmente dos mais preocupados com essa questão, que são jovens de 26 a 35 anos, que lideraram a pesquisa com 31%, ficando atrás das pessoas com 36 a 45 anos com 23% do total das pessoas entrevistadas. a relevância do assunto finanças é algo que cresce a cada dia, de acordo com o educador financeiro, uesley lima que é fundador do grupo the one, empresa que atua com treinamentos para novos operadores da bolsa de valores, o número de pessoas interessadas pelo assunto cresceu consideravelmente, se comparado com 2016. segundo dados da empresa, o aumento passou de 100%, tanto de interesses, quanto de alunos matriculados nos cursos e novos investidores, a partir da parceria da empresa com instituições de investimentos no geral, usando informações colhidas através dos alunos.
21/09/2017

Setor de seguros supera R$ 1 tri e pode trazer novo ciclo, afirma presidente da CNseg

 o setor de seguros já superou r$ 1 trilhão em ativos e está pronto para alavancar o próximo ciclo virtuoso no país, defendeu nesta terça-feira, 19, o presidente da cnseg, marcio coriolano. “nos últimos dois anos, o país passou por dificuldades titânicas e impressionou a todos com sua enorme capacidade de superação. o sistema de seguros brasileiro pode contribuir de forma importante para a reversão cíclica e tem condições de suportar e alavancar novos ciclos virtuosos”, destacou ele, durante discurso de abertura na 8ª conseguro, conferência do setor de seguros promovida pela cnseg, no rio. segundo coriolano, apesar do tamanho do setor de seguros superar outros segmentos da economia, o segmento precisa ampliar sua presença e também ser melhor compreendido pela sociedade, mas depende de estímulo de políticas públicas e econômicas assertivas. isso porque, conforme ele, a contratação de apólices junto à iniciativa privada como, por exemplo, de seguro saúde e de previdência privada, desonera o governo e evita novos gastos públicos. lembrou ainda que as reservas técnicas das seguradoras contribuem para o financiamento da dívida pública e que ainda estimulam novos investimentos. o presidente da cnseg lembrou também que o setor de seguros é movido por melhor distribuição de renda e que mais camadas da população brasileira precisam ter acesso ao mercado assim como em países mais desenvolvidos. ele cobrou ainda, durante plateia de autoridades, incluindo o secretário executivo do ministério da fazenda, eduardo guardia, maior participação do setor de seguros no processo de retomada da economia brasileira. “nosso propósito é nos mostrarmos francamente, para a sociedade praticar reflexão da nossa capacidade de contribuir com um novo brasil”, concluiu coriolano. projeções a cnseg revisou para baixo as projeções para o crescimento do mercado de seguros neste ano e espera que o setor cresça entre 6% e 7,% ante intervalo de alta de 8% a 10%, de acordo com o presidente da entidade. a mudança nas expectativas, segundo ele, tem como pano de fundo o desempenho dos planos de previdência privada ao longo de 2017 e ainda o setor de saúde, que tem sido palco de uma migração de planos mais caros para soluções de custo mais baixo e, consequentemente, menos prêmio. “o mês de julho ficou no mesmo patamar de junho, o que pode ser uma boa notícia uma vez que a desaceleração no crescimento vista até então foi estabilizada. a taxa anual indica crescimento de cerca de 7%. apesar de ser menor, o mercado de seguros continua resiliente”, explicou coriolano, durante coletiva de imprensa. sobre o setor de previdência, o presidente da federação nacional das empresas de vida e previdência (fenaprevi), edson franco, explicou que o desempenho dos planos neste ano foram impactados pela piora da confiança no país em maio, após as delações de executivos da jbs e da j&f, e ainda pela redução dos juros básicos do país, a selic, que tornam os fundos de renda variável e de multimercados mais atrativos que a previdência. ele disse ainda que no ano passado o setor se recuperou depois de passar um momento mais difícil e que a manutenção deste patamar em 2017, a despeito de um crescimento menor, é uma boa notícia. fonte: c q c s com informações do cnseg
18/09/2017

José Cairoli, governador do RS em exercício, prestigia ação do Grupo Aspecir, no Acampamento Farroupilha

  o grupo aspecir promoveu na noite de quinta-feira, dia 14, um grande encontro para seus convidados no piquete da rede pampa de comunicação, no acampamento farroupilha. a chuva não foi suficiente para espantar as reverências às tradições gaúchas. milton machado, presidente do grupo, foi o grande anfitrião do momento que contou com a presença de josé paulo cairoli, governador em exercício do rio grande do sul. alexandre gadret, presidente da rede pampa e paulo sergio pinto, vice-presidente, além de demais executivos do grupo confraternizaram ao som da boa música gaúcha. diretor da união seguradora, joão carlos lock e seus colaboradores também integraram o espírito farroupilha. tudo regado ao tradicional e suculento churrasco gaúcho, além de comidas campeiras e um chope de primeira. nota do editor: grupo aspecir, gaúcho de nascença, honra suas tradições com hospitalidade total aos convidados. fonte: jrs  
29/08/2017

Pansera: Corretor, chegou a hora do recadastramento

  presidente do sincor-rs alerta profissionais da corretagem fonte: revista jrs quando a superintendência de seguros privados, a susep, decidiu não mais emitir a carteira de identificação profissional para os corretores de seguros habilitados, houve um descontentamento geral. nós, do sincor-rs, recebíamos inúmeras reclamações dos corretores, diariamente, sobre isso. ao invés de apresentarmos nossa carteira de identificação profissional, passamos a ter de acessar o site da susep para mostrar aos clientes que somos profissionais devidamente registrados, o que ocasiona um trabalho insano. nosso sincor-rs, com nossa fenacor, trabalhou junto à susep demonstrando que era o desejo do profissional corretor de seguros ter sua identidade profissional. sensibilizamos a autarquia. esta decidiu que sim, que após um amplo recadastramento que iria apontar quem realmente estava regular e ativo, a identidade profissional seria disponibilizada. comemoramos quando a susep anunciou definitivamente o retorno da nossa identidade – aquela com foto, que contém o brasão da república, nossa verdadeira identidade profissional e que tem validade como documento pessoal de identificação. todavia, a condição de retorno da carteira é que aconteça primeiro o recadastramento obrigatório de cada corretor. tudo alinhado, tudo pronto e agora, o que acontece? o ibracor, órgão que a autarquia susep firmou convênio para realizar este trabalho, nos informa que a adesão do recadastramento é ainda muito baixa, insignificante. e isto é muito preocupante. afinal, aqueles que tanto bradavam pela volta da identidade profissional, se recadastraram? então, lanço meu pedido aos colegas corretores profissionais de seguros, pessoas físicas, para efetivarem logo o seu recadastramento. não deixem para os últimos dias, quando certamente os sistemas estarão sobrecarregados e tranqueiras poderão inviabilizar o seu recadastramento. o prazo final já está próximo, é 30 de setembro. importante ressaltar que aqueles que não se recadastrarem estarão sujeitos a penalizações pela susep e até perder o seu registro profissional, ficando impedidos de exercer a atividade de corretor de seguros. ainda, as empresas corretoras de seguros (pessoas jurídicas) cujos corretores responsáveis não tenham se recadastrado, estarão igualmente irregulares e sujeitas a penalizações pela susep. vejam que as penalidades poderão acarretar graves contratempos. portanto, colegas, quem ainda não se recadastrou, acesse agora mesmo o portal do ibracor, efetive logo o seu recadastramento e não corra o risco de encontrar o sistema sobrecarregado. este processo é extremamente importante para a nossa categoria, pois, servirá para saber quem somos, quantos somos. é uma varredura muito bem vinda. então, se você é corretor de seguros de verdade, legalize a sua situação o quanto antes. o verdadeiro corretor profissional de seguros é aquele que se esforçou e alcançou a sua habilitação ao ser aprovado no exame da escola nacional de seguros. também é aquele que atua com ética no mercado e trata com respeito os seus segurados. leve em frente esta valorização. recadastre-se. e apresente com orgulho sua identidade profissional. porque “com corretor de seguros, é muito mais seguro”. ricardo pansera, presidente do sincor-rs.
29/08/2017

Brasília: um mercado de oportunidades para o ramo de seguros

 fonte: portal nacional de seguros por láyra santa rosa / seguro noticia o mercado de seguros tem tido um crescente em todo o país. no distrito federal à tendência é a mesma, e segue se consolidando cada vez mais num ambiente desafiador e competitivo. segundos dados da federação nacional de corretores de seguros (fenacor) são quase 1500 pessoas físicas e 2500 pessoas jurídicas habilitadas para exercerem a profissão, que costuma ser conhecida como “anjo da guarda” de seus clientes. “o distrito federal é o local onde tudo acontece. as principais decisões do país passam pela capital brasília, isso tem tornado mercado cada vez mais competitivo para o corretor, que busca se reciclar e está apto para atender as demandas. é fato, que apesar das constantes oportunidades de negócio, também é um ambiente predatório, já que muitas companhias chegam sem experiência, querem aplicar taxas de outras regiões, e acabam não se encaixando na nossa realidade”, afirma o presidente do sindicato dos corretores de seguros, empresas corretoras de seguros, capitalização e previdência privada do distrito federal (sincor-df), dorival alves de sousa. o negócio costuma seguir as tendências das regiões, e na capital federal ele tem tido os mesmos propósitos, tornando-a um ambiente onde cada um quer conquistar seu espaço. “aqui existem características peculiares e diferentes de qualquer região do país. acredito que sejamos um dos mercados mais atípicos do brasil em funções da quantidade de órgãos públicos, de políticas econômicas e das constantes mudanças”, explica o presidente do sincor-df. “nós temos além do profissional das empresas situadas no distrito federal, colegas de outros estados que vem garimpar trabalho nesse nicho que é oportunizado para o corretor do distrito federal. aqui encontramos muitos corretores, que posso rotular como paraquedista, que tem suas sedes em outros estados, mas tem relação comercial no df. isso aumenta a concorrência, mas mostra um leque de opções de trabalho para os corretores”. de acordo com dorival sousa o corretor é livre para atuar em qualquer estado do território nacional, mas as companhias seguradoras não, e estas estão na mira do sincor do df. “nós cuidamos com muita atenção essa relação com as companhias seguradoras paraquedistas. elas precisam ter autorização para trabalhar em determinadas regiões e estados. como existe muitas oportunidades, algumas acreditam que podem atuar, mas não a autorização como é determinado por lei. quando somos informados e descobrimos estes casos, denunciamos imediatamente a superintendência de seguros privados (susep) para que as medidas cabíveis sejam tomadas”. oportunidades ainda analisando o mercado da capital, dorival sousa comenta que as grandes oportunidades de negócio estão nos ramos vida e saúde de associações e fundações. “imagina a possibilidade de ser contratado por uma fundação de determinado ministério ou órgão nacional, a partir daí começa a gerenciar os funcionários desses órgãos em todo o país. todo mundo quer partir para esse caminho, é por isso que a concorrência é pesada, inclusive devido a colegas paraquedistas”, relata. “outra coisa interessante são os seguros de condomínios, que aqui são bastante concorridos. existem corretores especialistas nestes segmentos, alguns não só do condomínio, como também de garantia de fiança locatícia. brasília tem uma rotatividade muito grande, gente que não consegue um avalista e precisa de um seguro para ter onde morar, então parte para os corretores”. outro público alvo dos corretores de brasília, além dos automóveis, são os funcionários de câmara e senado. “dentro daquele mundo que é o congresso nacional tem corretores atuando firme. imagine que ali dentro consegue fechar contratos de seguros de vida, patrimoniais, de veículos, com uma equipe enorme. isso mostra, que o corretor precisa está bem atualizado e ter conhecimento para manter-se dentro dessa realidade”, colocou. apesar dos grandes desafios, o presidente dorival sousa avalia que a chance de fechar grandes negócios no distrito federal faz com que está seja uma profissão cada vez mais consolidada e que necessita de uma atualização constante. “o corretor do df tem um perfil político, de agressividade no mercado, com muitos contatos e que busca sempre um bom relacionamento no dia-a-dia. em função da grande concorrência, o sincor tem feito muitas campanhas, mostrando a necessidade dos corretores se reciclarem e aprenderem mais sobre o mercado. temos jovens chegando cada dia mais e inovando, e o corretor mais antigo precisa acompanhar essa tendência”, completa.
29/08/2017

Como romper paradigmas no mercado de seguros?

 fonte: cnseg pela sua própria natureza, a atividade seguradora é conservadora. entretanto, o mundo transforma-se em uma velocidade cada vez maior, gerando muito rapidamente novos modelos de negócio e extinguindo outros. para se manter relevante neste novo mundo, é preciso se reinventar. como, então, romper paradigmas no mercado de seguros? isso é possível? isso é mesmo necessário? para ajudar a refletir sobre a questão, o insurance service meeting, um dos eventos integrantes da 8ª conseguro, realizado pela cnseg, convidou a apresentadora do programa mundo s/a, da globonews, maria prata, que apresentará sua palestra no primeiro dia do evento. além de apresentadora do programa que mostra as tendências do mundo corporativo, maria prata é ainda comentarista de moda e comportamento nos programas 'conta corrente' e 'estúdio i', também da globonews, colunista de estilo na rádio cbn e da revista vogue, onde evidencia o universo executivo feminino fora da moda e destaca mulheres que desempenham papéis importantes no mercado de trabalho. junto com maria, debaterão o tema curt cortese zimmermann, da bradesco seguros e marcos sirelli, superintendente de ti da porto seguro. o insurance service meesting, a conseguro e os demais eventos reunidos acontecerão de 19 a 21 de setembro, no windsor convention center & expo center, na barra da tijuca, no rio de janeiro.
29/08/2017

Seguro de pessoas cresce 10,9% até junho e movimenta R$ 16,68 bilhões

 fonte: jornal do comercial   o mercado de seguros de pessoas, que engloba apólices de vida e acidentes pessoais, dentre outras modalidades, movimentou r$ 16,68 bilhões em prêmios no primeiro semestre, cifra 10,96% superior ao mesmo período de 2016, de cerca de r$ 15 bilhões, segundo a federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi). o impulso para o desempenho veio, além do seguro de vida, que tem a maior representatividade, do prestamista, que cobre prestações no caso de morte, invalidez ou desemprego do segurado; viagem, utilizado para custear despesas médicas e até extravio de bagagens em deslocamentos no brasil ou no exterior; e ainda o educacional, que garante o pagamento de mensalidades na falta do responsável. no desempenho por modalidade, o seguro de vida respondeu por 39,6% do resultado, com r$ 6,61 bilhões em prêmios emitidos na primeira metade do ano, alta de 5,15% em relação ao mesmo período de 2016. dentre os destaques, o prestamista teve alta de 21,08%; vida resgatável, aumento de 27,96%; viagem, de 52,93%; e educacional, alta de 24,03%. já o auxílio funeral somou r$ 274,353 milhões em prêmios, alta de 16,36% em relação aos r$ 343,96 milhões contratados no primeiro semestre de 2016. o seguro de acidentes pessoais, que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados por acidentes involuntários, teve arrecadação 1,84% superior, com r$ 2,64 bilhões, enquanto no mesmo período de 2016 foram registrados r$ 2,59 bilhões. no primeiro semestre, o valor das indenizações pagas aos segurados (ou aos seus beneficiários) totalizou r$ 4,27 bilhões, volume 1,6% superior a 2016. dos r$ 16,68 bilhões em prêmios no primeiro semestre, são paulo respondeu por 44,4%, seguido pelo rio de janeiro (9,2%), distrito federal (8,2%), rio grande do sul (7,9%), minas gerais (7,4%) e paraná (5,5%). os demais estados responderam por 3%. - jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/08/economia/581352-seguro-de-pessoas-cresce-10-9-ate-junho-e-movimenta-r-16-68-bilhoes.html)
29/08/2017

Confiança dos empresários do comércio recua 1 ponto em agosto

 fonte: agência brasil   o índice de confiança do comércio, da fundação getulio vargas (fgv) recuou 1 ponto entre julho e agosto deste ano. o indicador atingiu 82,4 pontos, em uma escala de zero a 200, o menor nível desde janeiro passado. a queda do índice atingiu empresários de nove dos 13 segmentos do comércio pesquisados. os empresários estão menos confiantes tanto no presente (queda de 1,8 ponto, para 77,4 pontos), quanto no futuro (queda de 0,3 ponto, para 88,1 pontos). de acordo com a fgv, tanto os consumidores quanto os empresários do comércio sentem o efeito do aumento de uma incerteza no cenário político nacional. depois da liberação dos recursos das contas inativas do fundo de garantia do tempo de serviço (fgts), o comércio está "em compasso de espera" por notícias que deem mais segurança ao setor. - jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/08/economia/581801-confianca-dos-empresarios-do-comercio-recua-1-ponto-em-agosto.html)  

O acordão da Previdência


12/04/2019

Como uma espécie de Davos à brasileira, o 18º Fórum do LIDE reuniu, de forma inédita, governadores, parlamentares, empresários e o Executivo para fecharem questão em torno de mudanças na aposentadoria, no maior pacto federativo já visto sobre o tema. Agora é possível que a Reforma saia de uma vez do papel

O ministro Paulo Guedes e o presidente da Câmara Rodrigo Maia tocam instrumentos diferentes na sinfonia do poder, mas nada impede que atuem na mesma orquestra quando a partitura interessa a todos. No caso, a tão decantada e ainda aguardada Reforma da Previdência. Semanas a fio, de uns tempos para cá, os dois estão compondo, afinados, a banda de articulações que tenta a aprovação da proposta, ainda no primeiro semestre se tudo correr bem. Marcam quase todos os dias conversas fechadas nos gabinetes do Parlamento e do ministério para acertar pontos ainda pendentes. Seguem juntos para conversas com as bancadas dos partidos e com públicos e plateias os mais variados. Tratam de ajustes pontuais no texto e no calhamaço de estatísticas para chegar ao número mágico pretendido de uma economia na casa de R$ 1 trilhão em dez anos.
E trocam elogios mútuos quando se referem à disposição do interlocutor para aceitar sugestões. Viraram, por assim dizer, verso e emenda do mesmo refrão. Na semana passada, os dois e mais o presidente do Senado David Alcolumbre – que também dá corda à cantilena da Reforma – além de portentos empresariais, ministros, congressistas e seis governadores se reuniram em um encontro tão representativo como inequívoco na demonstração de força e sintonia em torno do tema. Na 18º edição do Fórum Empresarial do LIDE, dessa vez realizado em Campos do Jordão, interior de São Paulo – com um formato e dinâmica que lembram em muito as conferências globais de Davos -, todos pareciam sinceramente ávidos por enfrentar o impossível para chegar lá (ou, pelo menos, o aparentemente impossível, dado que sai governo, entra governo, ninguém consegue emplacar a ideia) com uma espécie de bloco coeso de apoio, integrado por camadas de diversos setores comprometidos com a retomada econômica. Foi um ponto de inflexão importante nessa trajetória de idas e vindas daquela que é, de fato, a principal pauta lançada sobre as mesas de deputados e senadores neste ano. Até aqui não havia ocorrido ainda uma reunião tão ampla e diversificada de agentes envolvidos com a reforma. Na batuta da mobilização, o governador de São Paulo, João Doria, funcionou ali como uma espécie de intermediador de interesses, sem tomar lados, uma vez que o intuito geral era o de fechar a agenda comum pelo engajamento para ajudar no rito da aprovação. “Não há mais o que esperar, o Brasil precisa o quanto antes dessa reforma, o recado ficou claro e vamos trabalhar em conjunto por ela. Articulem-se, sejamos todos ativos nessa direção”, convocou Doria, que há quase duas décadas idealizou os fóruns anuais (ainda organizados pelo grupo que leva o seu nome e do qual se desligou desde que entrou para a política, deixando a direção a cargo de uma banca de profissionais). De uns tempos para cá, no comando da máquina paulista, Doria procurou ser uma espécie de fiador de entendimentos nesse sentido, se esforçando como poucos para reunir, inclusive na própria casa, vários dos personagens da complexa negociação. Foi assim na semana passada quando recepcionou o vice-presidente General Mourão e sugeriu alguns encontros entre ele e os governadores dos demais Estados para ouvir as necessidades de cada um, e ao receber também o presidente do Supremo Tribunal, Dias Toffoli, que reagiu entusiasmado ao convite: “estou há 10 anos no STF e nunca ninguém me chamou para uma conversa como essa e o senhor faz isso justo no momento mais decisivo do País”, disse ao anfitrião. No ponto alto das rodadas de tratativas que entabulou pela reforma, Doria resolveu falar a respeito tanto com o presidente Bolsonaro como com o deputado Maia para aparar arestas, tal qual um bombeiro que percebe a fumaça a tempo de controlar o incêndio. É um trabalho de diplomacia que vem fazendo a diferença. No Fórum de Campos, ele dobrou a aposta. Lá, de certa forma, estavam colocados inúmeros papeis estratégicos disponíveis a cada um dos participantes para o sarau de negociações. Para quem viu de fora foi possível alimentar razoável otimismo sobre a costura de saídas para o impasse previdenciário. Basta compreender a função dos protagonistas daqueles tête-à-tête e a dimensão de um encontro como o de Campos, quando esses senhores reservaram o final de semana para juntos debater e firmar denominadores comuns.
“Não há mais o que esperar. O Brasil precisa o quanto antes dessa reforma” João Doria, governador de São Paulo
Existiam diferenças? Claro. Incontornáveis? O desenrolar do evento acabou demonstrando que não. Lado a lado, sem intermediários, os participantes acabaram por fechar convergências em vários aspectos. E isso fez toda diferença na evolução dos ânimos quanto à entrega ao País de uma reforma verdadeiramente eficaz. O clima de hostilidade de outras ocasiões foi superado e análises consistentes sobre crise fiscal, reorientação de receitas e passos complementares na área das privatizações e do ajuste no Sistema “S” pontificaram sem maiores resistências. Os governadores, por exemplo, estão muitos deles em situações calamitosas de caixa. Não sabem como seguir um ano sequer a mais com o atual quadro de vinculações orçamentárias para a rubrica das pensões, bem mais salgadas no campo da atividade pública se comparadas às da iniciativa privada. Deram ali esse testemunho e reforçaram a carga de pressão sobre os representantes do Legislativo presentes. Prefeitos, deputados e senadores que foram ao Fórum, dentre os quais Antonio Carlos Magalhães Neto, de Salvador, e Nelson Marchezan, de Porto Alegre, repisaram o alerta da inanição dramática de verbas nas respectivas regiões para bancar o compromisso. Cada uma das vozes serviu de caixa de ressonância direta sobre os feitores da costura do projeto, dispostos de maneira genuína a escutar e ajustar excessos.
Ministros como o responsável pela pasta da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, trouxeram sua contribuição mostrando os esforços em andamento para a recomposição de receitas. Freitas listou um balanço de leilões que repassaram, dentre outras estruturas, inúmeros terminais portuários, ferroviários e aeroportos. No total, em 60 dias, 23 ativos mudaram de mãos, do Estado para a iniciativa privada, gerando resultados bilionários que vão ajudar no resgate da saúde financeira da União. Longe dali, até a ala militar, através dos generais Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança, e Eduardo Villas Bôas, ex-comandante-geral do Exército, saíram em busca de apoio para as mudanças nas aposentadorias e serviram de promotores do tema em convescote no final de semana com um grupo de governadores liderados por Ronaldo Caiado, de Goiás. Caiado esteve ainda no pelotão dos participantes do Fórum.

Um pacto federativo

Mas vamos nos ater aos principais protagonistas dessa espécie de pacto federativo que ocorreu durante as rodadas de Campos – e não se pode chamar de outra coisa uma sinalização conjunta de ideias em torno da Reforma. Maia e Guedes exerceram no encontro a condição de maestros da pacificação. Por mais que opositores e críticos do Governo tentem desmerecer o escopo do projeto, a dupla de seus defensores tem acertado não apenas no diagnóstico da crise como na receita para saná-la. Tal qual padarias mal administradas, o Tesouro Nacional mergulhou há muito tempo no vermelho e já teria ido à falência se estivesse no ramo comercial – principalmente devido aos desembolsos descomunais que realiza para arcar com a Previdência, na casa dos R$ 720 bilhões ao ano. Os arautos da reforma estão juntos conversando com os interlocutores para demonstrar por A mais B que o único jeito de consertar a situação e evitar o desfecho trágico passa por uma reformulação completa do sistema de gastos sob essa rubrica. “Tenho a minha absoluta tranquilidade, fora dos ruídos aqui e ali, quanto à dinâmica maior dos eventos. Para mim é claro que a continuar nessa marcha estaremos indo para a desordem da forma mais organizada que já vi”, alertou Guedes ainda na sexta-feira 05 a uma plateia de atentos ouvintes. “As pessoas estão irritadas e ansiosas porque vivemos uma crise há quase cinco anos e precisamos da reforma para mudar esse estado de coisas”, reforçou Maia. Os dois estão pedindo ao Congresso celeridade. Essa é uma providência habitualmente perseguida pelos governantes, mas a missão de cobrá-la e negociá-la foi tão mal recebida pelo mandatário que ambos decidiram tomar a frente do processo. Diga-se de passagem que os brasileiros acompanham desde o início, com certa sofreguidão, o desenrolar dos acordos. Em um primeiro momento majoritariamente contra a perda de benefícios perceberam que seriam os principais prejudicados, ou no mínimo seus filhos, pela falta de uma solução estrutural. A história revelou que, a rigor, a curva de contribuintes e de beneficiários se inverteu dramaticamente com o avanço da população idosa – fenômeno que, por aqui, assumiu contornos de calamidade na equação. O resultado a que se chegou, com risco de calote generalizado dos pagamentos em até três ou quatro anos, pode ter contribuído para a mudança dos humores da população a favor de um ajuste. Pesquisa da XP Investimentos divulgada recentemente mostrou que 65% dos entrevistados se colocam agora a favor da reforma. O aval serviu de senha para que o ministro Guedes tomasse novo fôlego após o bombardeio de ataques que sofreu da bancada do atraso na Câmara. Ah, as contradições da democracia! Se há 15 dias Guedes perdeu a paciência com um auditório dominado por arrivistas que o exauriram em seis horas de depoimento, nas apresentações de Campos, logo após, ele teve que seguidamente interromper as mesmas explicações em virtude dos aplausos de convertidos, inebriados com a clareza dos argumentos. Dois públicos, duas reações absolutamente distintas. A soma das sessões lhe dá ainda assim um quórum altamente favorável à cruzada que empreende. De Posto Ypiranga a “tchutchuca”, Tigrão ou czar da economia, Guedes conheceu todos os mimosos epítetos com que o brindaram na trajetória de andarilho atrás de votos pela Previdência, mas segue indiferente, talvez porque costuma colocar a causa acima dos contratempos. Disse isso em Campos: “vou me irritar com o que? Tem uma minoria que fica batendo bumbo, problema deles.
“As pessoas estão ansiosas e irritadas porque vivemos uma crise há quase cinco anos e precisamos da reforma para mudar esse estado de coisas” Rodrigo Maia, presidente da Câmara
A minha expectativa da classe política é a melhor possível, a construtividade do Maia, do Doria e de muitos outros reforça a minha convicção de não recuar. Sem recuo e sem rendição”, estabeleceu o ministro. Seu companheiro de batalha, Rodrigo Maia, que compartilha da mesma fama de pavio curto, sempre com uma resposta na ponta da língua, tem um pé cautelosamente atrás e o outro lado a lado com o de Guedes. “Perdi a condição de cumprir um papel de articulador porque fui mal compreendido, mas se a gente quer reformar o Estado precisamos agora de um pacto onde a Previdência é o primeiro item”, afirma. Maia tem surpreendido positivamente como um autêntico embaixador da reforma no Congresso. Até Guedes reconhece isso. Com seu estilo carrancudo, parrudo, mas competente em todos os sentidos, o presidente da Câmara virou o fiador do projeto, mesmo que o presidente Bolsonaro inicialmente não o tenha enxergado assim. Já no segundo mandato, com assento cativo no comando da Câmara pelos próximos dois anos, não há mais dúvidas de que ele participará das decisões-chaves do que mudar e do que manter na estrutura da proposta (leia quadro) e, aos interlocutores, Maia vem enviando sinais de que não se furtará da missão de harmonizar a Casa, buscando uma solução que elimine os privilégios em qualquer direção: dos servidores públicos aos militares. É aí que a coisa pode pegar. No Executivo se coloca como assunto fechado o tratamento diferenciado para a caserna, com um regime especial de Previdência.
“A gente pode enveredar já pelo caminho certo da reforma porque a convicção de sua importância nunca foi tão acentuada” André Esteves, presidente do BTG Pactual
O Congresso discorda e Maia precisará atuar como apaziguador. Guedes, de sua parte, tem um tom mais incisivo sobre o assunto. Disse na Comissão de Constituição e Justiça, dias antes, que cabe aos parlamentares a coragem de mudar ou não o modelo sugerido para os aposentados de farda. No íntimo ele torce pela revisão para reforçar as chances da economia na casa do trilhão. Sempre preciso na exposição dos motivos, Guedes não arreda pé do ouvido do presidente e atende quando pode demandas como a dos militares. Nesse pormenor, no entanto, ele foi menos enfático – talvez por não estar plenamente a favor – e assim deixou de transmitir explicações convincentes na defesa da categoria. O mesmo não aconteceu quando o item abordado foi o esquema de “capitalização” para as gerações futuras que entrarão daqui por diante no sistema. Com essa via Guedes advoga que serão criados milhares de empregos rápidos em virtude da “desoneração dramática” (expressão dele) dos encargos trabalhistas. Bolsonaro mostra resistência, parlamentares idem, governadores como Doria e Eduardo Leite (RS) apoiam e Guedes se equilibra insistindo na alternativa. De todo modo, o ministro tem se consagrado como referência quando se fala do lado bom do Governo.
Com o seu estilo surpreendente, brilhante e obstinado virou o estrategista-chefe do acordo em andamento. E ainda bem que está sendo bem-sucedido na empreitada. Desenho estatístico de um País que caminha a fortes solavancos, os índices de aposentadoria por aqui dizem respeito a uma velha tragédia nacional – a de não se preparar para o envelhecimento da população. As estatísticas indicam que ocorreu em curtíssimo espaço de tempo aquilo que muitas pessoas temiam: o risco da insolvência do sistema, que se tornou inviável há alguns anos e que agora consome boa parte do orçamento federal. Como pontua Guedes, devido aos estouros bilionários desse modelo os brasileiros ficaram literalmente atolados. “Carimbamos os recursos, vinculamos os gastos e assim reconstruímos uma Europa por ano para ficar no mesmo lugar. R$ 4 trilhões de receita equivale a um Plano Marshall por ano”. O economista se refere ao valor do PIB e o compara ao plano de ajuda financeira das nações destruídas pela II Grande Guerra. Os desembolsos realizados atualmente sangram quase três quartos das receitas públicas disponíveis. Em bom português: não sobra nada, ou quase nada, para o resto. Com uma escalada vertiginosa e ininterrupta do problema. Em sua infelicidade burocrática, o Brasil está enredado numa armadilha da qual precisa se livrar urgentemente.
Os empresários que desembarcaram em peso no foro estão unanimemente convencidos de que não há outra saída que não a da reforma já. “quantas vezes vimos essa discussão ser colocada à mesa e adiada por falta de disposição política? Agora o quadro parece diferente”, disse o presidente da MAN, líder na produção de caminhões no Brasil, Roberto Cortes. “O que temos de notar é que há no momento uma vontade geral na busca por convergência sobre a questão”, endossou o presidente da gigante nacional do aço CSN, Benjamin Steinbruch. “A Reforma garante a solvência do estado brasileiro no futuro, sem isso entramos numa sociedade à beira da falência”, pontuou Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco.

Vozes em Uníssono

Nessa ala que responde pela produção e, na prática, é quem faz a roda girar para os resultados auspiciosos do Produto Interno Bruto, não foram poucas, nem isoladas, as vozes pedindo a solução urgente. Engrossaram o coro personagens como Michael Klein, que construiu a rede varejista Casas Bahia e no momento dedica-se ao setor de aviação, José Luiz Gandini, da Kia Motors e dirigente da associação de importadores de veículos, Claudio Lottenberg, que preside a líder de planos de saúde Amil e Manfredo Rübens, presidente da gigante química Basf. Ali, naqueles dias de agitação sectária que tomou a aprazível cidadezinha de Campos, com ares de recanto europeu, eram ao menos 700 CEOs, financistas e executivos de grandes conglomerados batendo ponto e empenhando aval na composição da Previdência. “Potencialmente, pelo que tratamos aqui, a gente pode enveredar já pelo caminho certo da reforma porque a convicção de sua importância nunca foi tão acentuada”, convocou o fundador e presidente do conselho do BTG Pactual, André Esteves. O Chairman do LIDE, Luiz Fernando Furlan, definiu em uma parábola o que considera como uma fase de transição: “Se queremos pular para um novo Brasil, esse é o caminho”. Do contrário, como pontua o governador Doria, qualquer impulso de retomada estará comprometido. “Sem a reforma, estados, municípios e o próprio Governo Federal entrarão em um caos, com a falta de recursos para o pagamento de serviços básicos de saúde, educação e segurança entre outros”. É melhor não arriscar.

“A Reforma garante a solvência do estado no futuro. Sem isso, entramos numa sociedade à beira da falência” Luiz Carlos Trabuco, Bradesco

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