29/03/2018

Relatório aponta quais as tecnologias que devem gerar maior impacto no setor segurador nos próximos três anos

 fonte: cnseg big data, segurança cibernética, blockchain e inteligência artificial estão entre elas big data, segurança cibernética, blockchain e inteligência artificial estão entre as principais tendências tecnológicas que têm motivado seguradoras e resseguradoras de todo o mundo a investirem em insurtechs. o relatório infosys digital, da consultoria infosys, apontou que o big data, para percepção e compartilhamento de carteiras; a segurança cibernética, para proteção e conformidade de dados, e a inteligência artificial (ia), para subscrição e automação, são as tecnologias que devem gerar maior impacto no setor nos próximos três anos. as seguradoras e resseguradoras também recorrem à internet das coisas para ampliar os horizontes da ciência atuarial, medindo e mitigando riscos e fraudes por meio da utilização de sensores automotivos, rastreadores de fitness vestíveis e outros dispositivos telemáticos. o combate às fraudes e o gerenciamento de riscos de conformidade também contarão, cada vez mais, com o apoio da inteligência artificial que, por meio de algorítimos, consegue identificar padrões de dados em solicitações de seguro. já a tecnologia blockchain, que já está em uso em alguns contratos inteligentes entre seguradoras e segurados, poderá vir a se tornar a maneira padrão de registrar contratos de seguro. algumas seguradoras internacionais têm se unido em consórcios para pesquisas nessa área. a blockchain insurance industry initiative (b3i) é um desses consórcios, desenvolvendo um protótipo de blockchain exclusivo para os mercados segurador e ressegurador, encontrando-se atualmente em fase de testes, devendo entrar em funcionamento em 2019. o uso aprimorado de big data também está permitindo que as seguradoras aprimorem os perfis de seus clientes, além de contribuir para a proteção desses dados. embora a maioria dos entrevistados tenha citado investimento em segurança cibernética e gamification, menos de 20% dos executivos do setor de seguros acreditam que estão preparados para um ataque cibernético. o relatório afirma que “com o rápido crescimento do mercado de seguro cibernético, que deve chegar a 14 bilhões até 2022, as seguradoras precisam aperfeiçoar rapidamente seus modelos de avaliação de risco e precificação nesta nova área para aproveitar as oportunidades”.
29/03/2018

Eleições causam troca de comando na economia. O que isso significa?

  economistas notam que a escolha de nomes de perfil técnico, como eduardo guardia para a fazenda, procuram preservar a área de turbulências   fonte: exame por joão pedro caleiro são paulo – a economia brasileira está prestes a sofrer uma mudança importante de comando por causa das eleições. henrique meirelles, atual ministro da fazenda, deixará o cargo na próxima semana para se filiar ao mdb e tentar ser candidato a presidente. no seu lugar deve entrar eduardo guardia, secretário-executivo da fazenda desde junho de 2016 e uma espécie de vice de meirelles até agora. ele é considerado um nome de perfil técnico e sua escolha teria sido parte de um acordo entre temer e meirelles para que o ministro se filiasse ao mdb. “é uma excelente escolha. é um profissional muito experiente que provou seu conservadorismo fiscal, uma vantagem nas circunstâncias atuais em que a consolidação fiscal continua no topo da agenda”, diz alberto ramos, economista-chefe para américa latina do goldman sachs. guardia bateu de frente, nos últimos meses, com os aliados do presidente ao buscar restringir as vantagens concedidas aos partidos aliados, principalmente nas negociações dos cinco refis (parcelamento de débitos tributários). ele assumirá uma economia em franca aceleração, com previsão de crescimento um pouco abaixo dos 3% em 2018, mas com desemprego que resiste em altos patamares. outra mudança ocorre no banco nacional de desenvolvimento econômico e social (bndes) com a saída do atual presidente paulo rabello de castro, filiado ao psc e que também vai tentar a presidência. o banco passará a ser comandado de forma interina por ricardo ramos, funcionário do banco desde 1993 e que dirige desde junho de 2016 a área de acompanhamento do mercado de capitais. economistas notam que a escolha de nomes já ligados à burocracia dos órgãos mostram a intenção de preservar a área de sobressaltos. “já era esperado que fossem indicações de perfil técnico. como já está no preço que a reforma da previdência fica para 2019, não havia a necessidade de indicar um político para costurar a aprovação no congresso”, diz alex agostini, economista-chefe da austin ratings. as mudanças também não devem mexer muito com o mercado financeiro, já que não trazem surpresas e não indicam mudanças relevantes. “é provável que pelo menos até o final do ano a política econômica esteja resguardada. isso é extremamente positivo em um momento em que a política começa a trazer turbulência e risco eleitoral crescente”, diz sérgio vale, economista-chefe da mb associados. apesar de ser considerado um nome técnico, a carreira de guardia indica ligação histórica com o psdb. ele foi secretário do tesouro em 2002, último ano do governo fernando henrique cardoso, e secretário de fazenda do estado de são paulo entre 2003 e 2006, no governo geraldo alckmin. também tem passagem no setor privado: entre 2013 e 2016, foi diretor executivo na bm&fbovespa. seu principal desafio no comando da fazenda será levar adiante a agenda de 15 medidas anunciada como prioritária pelo governo no final de fevereiro. os projetos de maior impacto são também os mais complexos de serem aprovados, como o fim da desoneração da folha de pagamento para a maior parte dos setores e a privatização da eletrobras.
29/03/2018

Estudo destaca reformas para incluir mulheres na economia mundial

  relatório mulheres, empresas e o direito 2018, que monitora 189 países, lançado nesta quinta pelo banco mundial fonte: exame oito países da américa latina fizeram reformas jurídicas nos últimos dois anos com o objetivo de ampliar a inclusão das mulheres na economia. a maioria delas expandiu benefícios como licença-maternidade, como ocorreu na colômbia, em el salvador, no paraguai e na república dominicana. no panamá, a licença-paternidade de três dias foi introduzida. os dados são do relatório mulheres, empresas e o direito 2018, que monitora 189 países e foi lançado hoje (29) pelo banco mundial. na colômbia, por exemplo, o relatório cita que a justiça reviu uma legislação que restringia o trabalho de mulheres no setor de mineração e em áreas consideradas perigosas. já o equador igualou os direitos de propriedade entre os gêneros – até então, decisões do marido prevaleciam sobre as da esposa em caso de discordância quanto à administração dos bens. o relatório identificou áreas em que houve avanço, como uso da propriedade e acesso às instituições, já que a maior parte das economias não diferencia homens e mulheres em interações públicas como registro de negócios, abertura de conta bancária ou obtenção de documento de identidade. no entanto, os dados revelados hoje também destacam lacunas com relação a leis que promovam acesso a crédito e a emprego e que protejam mulheres contra a violência doméstica e o assédio sexual em lugares públicos. excluindo-se as economias de alta renda dos países da organização para cooperaçao e desenvolvimento econômico (ocde), os países da américa latina são os que menos impõem restrições ao emprego de mulheres em todos os setores da economia. “quanto mais as mulheres conseguirem realizar plenamente o seu potencial econômico como trabalhadoras e proprietárias de negócios, maiores serão os benefícios para as economias e sociedades da região”, disse rita ramalho, gerente sênior do grupo de indicadores globais do banco mundial, que produz o relatório. brasil o relatório do banco mundial afirma que políticas de regulamentação de posse de propriedade e que permitam posse conjunta de bens por um casal ajudam a promover a inserção das mulheres na economia, já que, tendo bens em seu nome, a mulher pode tomar crédito no sistema financeiro com maior facilidade. nesse aspecto, o documento destaca positivamente as políticas adotadas pelo brasil e outros países, como vietnã, áfrica do sul e espanha. outros pontos em que o relatório analisa o brasil incluem o fato de que, no país, mulheres podem se aposentar antes dos homens. no mundo, o documento cita apenas outras doze economias, entre elas irã e paquistão, em que isso é possível. o brasil também é citado entre os países que oferecem pré-escola gratuita e obrigatória para crianças acima de quatro anos, o que, segundo o banco mundial, permite que os pais possam trabalhar com maior liberdade. segundo o relatório, a população feminina no brasil é de mais de 105 milhões de pessoas, e as mulheres representam 43% do mercado de trabalho no país. se comparado com países de produto interno bruto (pib) por paridade de poder de compra per capita similares, como china e colômbia, a participação quantitativa percentual da mulher é semelhante, em torno de 43% a 44%. porém na china, por exemplo, diferentemente do brasil, mulheres sofrem mais restrições do que homens para trabalhar em ocupações consideradas perigosas ou moralmente inadequadas. também no caso chinês, as mães não têm seus trabalhos garantidos após a licença-maternidade, e os custos com creche não podem ser usados para dedução de impostos, o que também não ocorre na colômbia. mundo governos de 65 países adotaram medidas para melhorar a inclusão de mulheres na economia, com a aprovação de 87 reformas legislativas ao longo dos últimos dois anos, segundo o relatório. “nenhuma economia pode crescer todo seu potencial a não ser que mulheres e homens participem dela em sua totalidade”, disse a chefe-executiva do banco mundial kristalina georgieva. “ainda assim, em mais da metade do mundo, mulheres são impedidas de trabalhar em determinados empregos por causa do seu gênero”, afirmou. o relatório também mostra que elas continuam a encontrar barreiras que as impedem de conseguir melhores empregos e de tornarem-se empresárias, como acesso restrito a crédito ou controle sobre propriedade adquirida durante o casamento. em 104 países, mulheres são proibidas de trabalhar à noite em determinados tipos de empregos, como manufatura, construção, energia, agricultura, água e transporte. isso afeta negativamente as escolhas de mais de 2,7 bilhões de mulheres.
29/03/2018

BC abre consulta sobre operações de crédito para partes relacionadas

  consulta trata das operações cujos tomadores sejam diretores, membros dos conselhos e respectivos parentes, bem como empresas ligadas às instituições por eduardo rodrigues, do estadão conteúdo brasília – o banco central editou nesta quinta-feira, 29, a consulta pública nº 64/2018, sobre a proposta de resolução a respeito da realização de operações de crédito com partes relacionadas por instituições financeiras e por sociedades de arrendamento mercantil. a consulta trata das operações cujos tomadores sejam diretores, membros dos conselhos e respectivos parentes, bem como empresas ligadas às instituições. a resolução irá regulamentar a lei 13.506, de novembro de ano passado, que permitiu a realização de operações de crédito com partes relacionadas, desde que em condições compatíveis com as de mercado. “a proposta define as operações de crédito abrangidas pela norma, os limites e as condições aplicáveis às operações com partes relacionadas. adicionalmente, são estabelecidos procedimentos de transparência e de controle dessas operações a serem adotados pelas instituições financeiras”, afirmou o bc em nota. as sugestões e comentários poderão ser enviados ao bc até o dia 13 de abril.
27/03/2018

Presidente da CNseg explica o que são as reservas técnicas do setor segurador

 fonte: cnseg em nova edição do “papo seguro”, marcio coriolano comenta sobre a importância das reservas técnicas também para a economia brasileira. ao final de 2017, as reservas técnicas do setor segurador superaram r$900 bilhões. elas são as garantias formadas pelas seguradoras para honrar os compromissos futuros com os seus clientes. além de serem de grande importância para o segurado, são estratégicas para o desenvolvimento do brasil. é o que explica o presidente da cnseg, a confederação das seguradoras, marcio coriolano, em nova edição do programa “papo seguro”, veiculado no “canal seguro”. “cada vez que você paga a mensalidade do seguro do seu automóvel, por exemplo, uma parte vai direto para uma conta especial, que é usada para guardar dinheiro para pagar as indenizações que vão acontecer. ” confira o vídeo: https://youtu.be/gaeauaat5i8
27/03/2018

Dívida pública sobe 1,53% em fevereiro e chega a R$ 3,58 trilhões

 fonte: agência nacional por lucas pordeus león em fevereiro, a dívida pública federal cresceu 1,53% e alcançou 3,58 trilhões o aumento ocorreu porque o tesouro nacional emitiu mais títulos, tomando empréstimos, do que a soma dos resgates feitos, pagando a dívida. segundo o órgão, até o final de 2018, o valor deve chegar a r$ 4 trilhões. a dívida inclui o que o governo federal deve no brasil e no exterior.  apesar do crescimento, o custo médio da dívida pública federal atingiu o menor patamar desde abril de 2010. além disso, a dívida cresce em um ritmo mais lento. o coordenador de planejamento estratégico do setor, luiz fernando alves, explica que a inflação e os juros da taxa selic mais baixos contribuíram para redução do custo médio da dívida.  neste ano, o governo prevê um déficit de  r$ 159 bilhõesno orçamento.  a secretaria do tesouro nacional também divulga quem são os credores da dívida brasileira. os três principais financiadores são fundos de investimentos, instituições financeiras, que são os bancos, e grupos de previdência privada. juntos, esses setores detêm 73% da dívida brasileira. já os investidores estrangeiros detêm 12% da dívida pública federal.
27/03/2018

Planejador ou educador financeiro: qual contratar?

 fonte: portal nacional de seguros por maiara gopfërt de acordo com um estudo realizado pelo serviço de proteção ao crédito (spc brasil) e pela confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl), três em cada dez brasileiros são inseguros para gerenciar o próprio dinheiro. por isso, muitas pessoas buscam profissionais para auxiliá-las a manter a saúde financeira em dia. entretanto, nem sempre a diferença entre educador e planejador financeiro fica clara para a população. a atriz mariana caires, por exemplo, gostaria de ter alguém para ajuda-la a planejar o futuro financeiro, mas não sabe quem procurar. “deve existir alguma diferença entre eles, mas eu não sei dizer qual. em meio a tanta informação, a gente fica um pouco perdida sobre o que buscar e acabamos deixando a parte financeira de lado, infelizmente”, comenta. de maneira geral, o educador financeiro orienta a como manter as finanças em equilíbrio. ele pode dar dicas e palestras sobre como economizar, além de vender programa de educação financeira para escolas, por exemplo. a organização para a cooperação e desenvolvimento econômico (ocde) define a educação financeira como um processo em que o indivíduo faz escolhas conscientes e se mantém bem informado a respeito da economia para, assim, elaborar a melhor forma de lidar com seu dinheiro. o planejador financeiro, por sua vez, faz uma análise personalizada e mais aprofundada para cada cliente sob diferentes aspectos: gestão de fluxo de caixa, gestão de ativos, gestão de riscos, planejamento tributário, planejamento sucessório e planejamento de aposentadoria. tudo isso para auxiliá-lo a compreender como ele lida com o dinheiro e como alcançar suas metas pessoais. “o planejamento financeiro é feito de maneira holística. o planejador faz uma análise comportamental para identificar os hábitos do cliente e, partir disso, traçar uma estratégia para alcançar seus objetivos. entendemos que cada pessoa tem um perfil, necessidades, sonhos e avalia riscos de forma diferente”, explica janser rojo, diretor da academia de planejamento gfai. o trabalho desse profissional pode ser comparado ao de um médico: primeiramente ele faz um diagnóstico da saúde financeira do cliente e, a partir dessa pesquisa, aponta erros e indica alternativas para administrar melhor as finanças, acompanhando o cliente a cada etapa para verificar se os objetivos estão sendo atingidos ou se é preciso uma correção de rumo. em suma, é possível concluir que o educador financeiro é o profissional que se especializa em transmitir seu conhecimento “em massa” através de cursos, palestras, webinários etc. o planejador financeiro pessoal, por sua vez, é aquele que se especializa em conhecer a fundo cada cliente e acompanhá-lo de forma individualizada pelo caminho do plano financeiro traçado. “há espaço para ambos os mercados, visto que o brasileiro tem se preocupado cada vez mais em como gerenciar melhor as finanças”, conclui janser.
27/03/2018

Seguro de Vida é tema de discussão em evento no CVG-SP

 fonte: portal nacional de seguros entidade reuniu gestores para discutir os desafios dos seguros de pessoas há uma certa expectativa em relação ao seguro de vida. em 2017, pela primeira vez, o prêmio total dos seguros de vida avançou 10,8%, ultrapassando, o segmento de automóvel, que teve um crescimento de 6,7%, segundo dados da susep. a arrecadação do segmento foi de r$ 13,69 bilhões, um crescimento de 4,48% em comparação com 2016. para pensar o potencial da carteira - estudo da universidade oxford em 2017 mostrou que apenas 19% dos brasileiros têm seguro de vida - o clube de vida em grupo de são paulo (cvg-sp), com base nisto, reuniu gestores de produtos e corretores para discutir os desafios dos seguros de pessoas. o encontro aconteceu nessa quarta-feira, dia 22, no auditório do sindseg-sp, em são paulo, e contou com a participação aproximada de 70 profissionais. marcos kobayashi, diretor de relações com o mercado do cvg-sp, e coordenador do evento, conduziu a abertura apresentando os debatedores e o mediador do evento, o jornalista paulo alexandre. o workshop foi elaborado por tiago moraes, diretor de seguros do cvg-sp e representante da tokio marine, que também integrou a mesa. junto com ele estiveram cristina vieira, gerente de produtos de vida e previdência na porto seguro; luciana bastos, diretora de produtos vida da icatu seguros e marcelo rosseti, superintendente executivo da bradesco vida e previdência. abrindo os trabalhos, os participantes discorreram sobre como melhorar a rentabilidade do vida em grupo. para cristina vieira esse é o grande desafio já que o vida em grupo tem sinistralidade maior. segundo ela, o mercado ainda está voltado para preços e não benefícios. "é algo que podemos evoluir. temos uma série de atrativos que podem ser agregados nos produtos para que o cliente escolha pelos benefícios e não apenas pelo preço. é preciso trabalhar a mentalidade do cliente", disse. luciana bastos lembrou que se houver redução no custo administrativo, será possível ganhar no preço. "temos discutido sobre isso; mas é preciso que seja um debate constante. se traz valor, haverá demanda", alertou. já o representante da bradesco vida e previdência, diz que a melhora do resultado depende dos atores. "a seguradora precisa ter eficiência operacional (processos e redução do custo administrativo); a subscrição também ganha em escala e pode refletir em preço e resultado", disse ele. para ele, o desafio é levar inovação nos produtos. tiago moraes concordou e reforçou que a inovação de produtos é fundamental para sair da guerra de preços. "o mercado de seguros coletivos está chegando em um momento delicado. boa parte das companhias não está obtendo resultados com esse produto. precisamos pensar em como rentabilizar ele melhor para devolver para sociedade", alertou. ele ainda acrescentou que é preciso entregar ao consumidor a melhor experiência com seguro de vida. "o que faz o mercado crescer não é vender mais, é rentabilizar mais pois assim poderemos investir mais", disse. ele revelou que também é importante orientar o corretor de seguros a vender mais benefício. "muitos sinistros são encerrados por falta de documentação. é preciso rentabilizar compartilhando informação. precisamos nos despir de vaidade e pensar o que podemos deixar de melhor para o mercado", reforçou tiago. para ele, o seguro de vida tem função social e ainda pode ser melhorado. a plateia participou com perguntas feitas presencialmente. pela primeira vez, também foi possível enviar perguntar pelo whatsapp (o cvg-sp está usando essa ferramenta de comunicação) e também pela página da entidade no facebook. ao falar do evento, tiago moraes, avaliou como positiva a participação do público. "estamos felizes com a participação e estamos preparando uma pauta de novos eventos para falar de outros produtos dentro do seguro de pessoas que possam agregar valor às discussões do mercado", afirmou.
27/03/2018

Dez mudanças no mercado de seguros e o que isso pode impactar em sua vida

 fonte: portal nacional de seguros por juliana borges a chegada de empresas de tecnologia ao mercado de seguros fundou uma nova categoria no segmento, hoje ainda formado por gigantes: as insurtechs – termo que designa empresas de tecnologia que atuam com produtos e soluções prioritariamente pensados para seguros. a tôgarantido, uma das startups de maior destaque no segmento das insurtechs atualmente, e que recebeu recentemente um aporte do catalyst fund, entidade mantida pela fundação bill & melinda gates, jp morgan chase e fundação rockefeller, é uma das que deverão em breve inovar mais ainda neste mercado, com soluções que surgirão de sua parceria com a chubb seguros, e que devem impactar, e muito, no jeito do brasileiro consumir seguro. de olho nessas mudanças, listamos dez coisas que prometem impactar a vida dos brasileiros que adquirirem seguros: 1) com a chegada das insurtechs, o jeito de adquirir produtos de seguros passou a ter a possibilidade de compra 100% online, no seu smartphone, onde estiver, sem burocracias e a um clique de distância; 2) as coberturas aumentaram, com a possibilidade de proteger seu patrimônio, sua vida e até seu pet; 3) os produtos híbridos, com a combinação do seguro com serviços e assistências que facilitam nosso dia-a-dia e podem ser utilizados durante a vigência de sua apólice; 4) há países, como o reino unido, por exemplo, nos quais 70% dos novos seguros são comprados através das plataformas digitais 100% online; 5) cada vez mais os corretores de seguros também se utilizam de tecnologia digital, as "insurtechs", para permitir aos consumidores um acesso fácil e rápido por meio da internet às diversas opções de proteção e serviços; 6) os valores para investimento em produtos de proteção através do seguro estão cada vez mais competitivos e acessíveis, inclusive aqueles oferecidos por meio das insurtechs,que possibilitam um modelo operacional muito atrativo e acessível para o consumidor; 7) já é possível perceber que as coberturas de seguros estão ampliadas e agregam serviços e facilidades para o consumidor. é possível, por exemplo, o acesso a facilidades como descontos em medicamentos, exames e consultas médicas, assistência 24hs entre outros; 8) atualmente no brasil cerca de 76% da população não possui plano de saúde. neste sentido, também já existe digitalmente a possibilidade de acessos a serviços de saúde 100% online, que são importantes instrumentos de proteção para suprir a necessidade da população com cuidados com a saúde; 9) de olho no crescimento deste mercado, grandes empresas, bancos e instituições têm aportado seus investimentos nessas novas empresas. fundos mantidos por grandes instituições já estão de olho e devem acelerar ainda mais as insurtechs no brasil e no mundo; 10) hoje, o brasil conta com mais de 40 insurtechs, e a tôgarantido é mais uma delas, que chegaram para transformar este mercado.

O acordão da Previdência


12/04/2019

Como uma espécie de Davos à brasileira, o 18º Fórum do LIDE reuniu, de forma inédita, governadores, parlamentares, empresários e o Executivo para fecharem questão em torno de mudanças na aposentadoria, no maior pacto federativo já visto sobre o tema. Agora é possível que a Reforma saia de uma vez do papel

O ministro Paulo Guedes e o presidente da Câmara Rodrigo Maia tocam instrumentos diferentes na sinfonia do poder, mas nada impede que atuem na mesma orquestra quando a partitura interessa a todos. No caso, a tão decantada e ainda aguardada Reforma da Previdência. Semanas a fio, de uns tempos para cá, os dois estão compondo, afinados, a banda de articulações que tenta a aprovação da proposta, ainda no primeiro semestre se tudo correr bem. Marcam quase todos os dias conversas fechadas nos gabinetes do Parlamento e do ministério para acertar pontos ainda pendentes. Seguem juntos para conversas com as bancadas dos partidos e com públicos e plateias os mais variados. Tratam de ajustes pontuais no texto e no calhamaço de estatísticas para chegar ao número mágico pretendido de uma economia na casa de R$ 1 trilhão em dez anos.
E trocam elogios mútuos quando se referem à disposição do interlocutor para aceitar sugestões. Viraram, por assim dizer, verso e emenda do mesmo refrão. Na semana passada, os dois e mais o presidente do Senado David Alcolumbre – que também dá corda à cantilena da Reforma – além de portentos empresariais, ministros, congressistas e seis governadores se reuniram em um encontro tão representativo como inequívoco na demonstração de força e sintonia em torno do tema. Na 18º edição do Fórum Empresarial do LIDE, dessa vez realizado em Campos do Jordão, interior de São Paulo – com um formato e dinâmica que lembram em muito as conferências globais de Davos -, todos pareciam sinceramente ávidos por enfrentar o impossível para chegar lá (ou, pelo menos, o aparentemente impossível, dado que sai governo, entra governo, ninguém consegue emplacar a ideia) com uma espécie de bloco coeso de apoio, integrado por camadas de diversos setores comprometidos com a retomada econômica. Foi um ponto de inflexão importante nessa trajetória de idas e vindas daquela que é, de fato, a principal pauta lançada sobre as mesas de deputados e senadores neste ano. Até aqui não havia ocorrido ainda uma reunião tão ampla e diversificada de agentes envolvidos com a reforma. Na batuta da mobilização, o governador de São Paulo, João Doria, funcionou ali como uma espécie de intermediador de interesses, sem tomar lados, uma vez que o intuito geral era o de fechar a agenda comum pelo engajamento para ajudar no rito da aprovação. “Não há mais o que esperar, o Brasil precisa o quanto antes dessa reforma, o recado ficou claro e vamos trabalhar em conjunto por ela. Articulem-se, sejamos todos ativos nessa direção”, convocou Doria, que há quase duas décadas idealizou os fóruns anuais (ainda organizados pelo grupo que leva o seu nome e do qual se desligou desde que entrou para a política, deixando a direção a cargo de uma banca de profissionais). De uns tempos para cá, no comando da máquina paulista, Doria procurou ser uma espécie de fiador de entendimentos nesse sentido, se esforçando como poucos para reunir, inclusive na própria casa, vários dos personagens da complexa negociação. Foi assim na semana passada quando recepcionou o vice-presidente General Mourão e sugeriu alguns encontros entre ele e os governadores dos demais Estados para ouvir as necessidades de cada um, e ao receber também o presidente do Supremo Tribunal, Dias Toffoli, que reagiu entusiasmado ao convite: “estou há 10 anos no STF e nunca ninguém me chamou para uma conversa como essa e o senhor faz isso justo no momento mais decisivo do País”, disse ao anfitrião. No ponto alto das rodadas de tratativas que entabulou pela reforma, Doria resolveu falar a respeito tanto com o presidente Bolsonaro como com o deputado Maia para aparar arestas, tal qual um bombeiro que percebe a fumaça a tempo de controlar o incêndio. É um trabalho de diplomacia que vem fazendo a diferença. No Fórum de Campos, ele dobrou a aposta. Lá, de certa forma, estavam colocados inúmeros papeis estratégicos disponíveis a cada um dos participantes para o sarau de negociações. Para quem viu de fora foi possível alimentar razoável otimismo sobre a costura de saídas para o impasse previdenciário. Basta compreender a função dos protagonistas daqueles tête-à-tête e a dimensão de um encontro como o de Campos, quando esses senhores reservaram o final de semana para juntos debater e firmar denominadores comuns.
“Não há mais o que esperar. O Brasil precisa o quanto antes dessa reforma” João Doria, governador de São Paulo
Existiam diferenças? Claro. Incontornáveis? O desenrolar do evento acabou demonstrando que não. Lado a lado, sem intermediários, os participantes acabaram por fechar convergências em vários aspectos. E isso fez toda diferença na evolução dos ânimos quanto à entrega ao País de uma reforma verdadeiramente eficaz. O clima de hostilidade de outras ocasiões foi superado e análises consistentes sobre crise fiscal, reorientação de receitas e passos complementares na área das privatizações e do ajuste no Sistema “S” pontificaram sem maiores resistências. Os governadores, por exemplo, estão muitos deles em situações calamitosas de caixa. Não sabem como seguir um ano sequer a mais com o atual quadro de vinculações orçamentárias para a rubrica das pensões, bem mais salgadas no campo da atividade pública se comparadas às da iniciativa privada. Deram ali esse testemunho e reforçaram a carga de pressão sobre os representantes do Legislativo presentes. Prefeitos, deputados e senadores que foram ao Fórum, dentre os quais Antonio Carlos Magalhães Neto, de Salvador, e Nelson Marchezan, de Porto Alegre, repisaram o alerta da inanição dramática de verbas nas respectivas regiões para bancar o compromisso. Cada uma das vozes serviu de caixa de ressonância direta sobre os feitores da costura do projeto, dispostos de maneira genuína a escutar e ajustar excessos.
Ministros como o responsável pela pasta da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, trouxeram sua contribuição mostrando os esforços em andamento para a recomposição de receitas. Freitas listou um balanço de leilões que repassaram, dentre outras estruturas, inúmeros terminais portuários, ferroviários e aeroportos. No total, em 60 dias, 23 ativos mudaram de mãos, do Estado para a iniciativa privada, gerando resultados bilionários que vão ajudar no resgate da saúde financeira da União. Longe dali, até a ala militar, através dos generais Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança, e Eduardo Villas Bôas, ex-comandante-geral do Exército, saíram em busca de apoio para as mudanças nas aposentadorias e serviram de promotores do tema em convescote no final de semana com um grupo de governadores liderados por Ronaldo Caiado, de Goiás. Caiado esteve ainda no pelotão dos participantes do Fórum.

Um pacto federativo

Mas vamos nos ater aos principais protagonistas dessa espécie de pacto federativo que ocorreu durante as rodadas de Campos – e não se pode chamar de outra coisa uma sinalização conjunta de ideias em torno da Reforma. Maia e Guedes exerceram no encontro a condição de maestros da pacificação. Por mais que opositores e críticos do Governo tentem desmerecer o escopo do projeto, a dupla de seus defensores tem acertado não apenas no diagnóstico da crise como na receita para saná-la. Tal qual padarias mal administradas, o Tesouro Nacional mergulhou há muito tempo no vermelho e já teria ido à falência se estivesse no ramo comercial – principalmente devido aos desembolsos descomunais que realiza para arcar com a Previdência, na casa dos R$ 720 bilhões ao ano. Os arautos da reforma estão juntos conversando com os interlocutores para demonstrar por A mais B que o único jeito de consertar a situação e evitar o desfecho trágico passa por uma reformulação completa do sistema de gastos sob essa rubrica. “Tenho a minha absoluta tranquilidade, fora dos ruídos aqui e ali, quanto à dinâmica maior dos eventos. Para mim é claro que a continuar nessa marcha estaremos indo para a desordem da forma mais organizada que já vi”, alertou Guedes ainda na sexta-feira 05 a uma plateia de atentos ouvintes. “As pessoas estão irritadas e ansiosas porque vivemos uma crise há quase cinco anos e precisamos da reforma para mudar esse estado de coisas”, reforçou Maia. Os dois estão pedindo ao Congresso celeridade. Essa é uma providência habitualmente perseguida pelos governantes, mas a missão de cobrá-la e negociá-la foi tão mal recebida pelo mandatário que ambos decidiram tomar a frente do processo. Diga-se de passagem que os brasileiros acompanham desde o início, com certa sofreguidão, o desenrolar dos acordos. Em um primeiro momento majoritariamente contra a perda de benefícios perceberam que seriam os principais prejudicados, ou no mínimo seus filhos, pela falta de uma solução estrutural. A história revelou que, a rigor, a curva de contribuintes e de beneficiários se inverteu dramaticamente com o avanço da população idosa – fenômeno que, por aqui, assumiu contornos de calamidade na equação. O resultado a que se chegou, com risco de calote generalizado dos pagamentos em até três ou quatro anos, pode ter contribuído para a mudança dos humores da população a favor de um ajuste. Pesquisa da XP Investimentos divulgada recentemente mostrou que 65% dos entrevistados se colocam agora a favor da reforma. O aval serviu de senha para que o ministro Guedes tomasse novo fôlego após o bombardeio de ataques que sofreu da bancada do atraso na Câmara. Ah, as contradições da democracia! Se há 15 dias Guedes perdeu a paciência com um auditório dominado por arrivistas que o exauriram em seis horas de depoimento, nas apresentações de Campos, logo após, ele teve que seguidamente interromper as mesmas explicações em virtude dos aplausos de convertidos, inebriados com a clareza dos argumentos. Dois públicos, duas reações absolutamente distintas. A soma das sessões lhe dá ainda assim um quórum altamente favorável à cruzada que empreende. De Posto Ypiranga a “tchutchuca”, Tigrão ou czar da economia, Guedes conheceu todos os mimosos epítetos com que o brindaram na trajetória de andarilho atrás de votos pela Previdência, mas segue indiferente, talvez porque costuma colocar a causa acima dos contratempos. Disse isso em Campos: “vou me irritar com o que? Tem uma minoria que fica batendo bumbo, problema deles.
“As pessoas estão ansiosas e irritadas porque vivemos uma crise há quase cinco anos e precisamos da reforma para mudar esse estado de coisas” Rodrigo Maia, presidente da Câmara
A minha expectativa da classe política é a melhor possível, a construtividade do Maia, do Doria e de muitos outros reforça a minha convicção de não recuar. Sem recuo e sem rendição”, estabeleceu o ministro. Seu companheiro de batalha, Rodrigo Maia, que compartilha da mesma fama de pavio curto, sempre com uma resposta na ponta da língua, tem um pé cautelosamente atrás e o outro lado a lado com o de Guedes. “Perdi a condição de cumprir um papel de articulador porque fui mal compreendido, mas se a gente quer reformar o Estado precisamos agora de um pacto onde a Previdência é o primeiro item”, afirma. Maia tem surpreendido positivamente como um autêntico embaixador da reforma no Congresso. Até Guedes reconhece isso. Com seu estilo carrancudo, parrudo, mas competente em todos os sentidos, o presidente da Câmara virou o fiador do projeto, mesmo que o presidente Bolsonaro inicialmente não o tenha enxergado assim. Já no segundo mandato, com assento cativo no comando da Câmara pelos próximos dois anos, não há mais dúvidas de que ele participará das decisões-chaves do que mudar e do que manter na estrutura da proposta (leia quadro) e, aos interlocutores, Maia vem enviando sinais de que não se furtará da missão de harmonizar a Casa, buscando uma solução que elimine os privilégios em qualquer direção: dos servidores públicos aos militares. É aí que a coisa pode pegar. No Executivo se coloca como assunto fechado o tratamento diferenciado para a caserna, com um regime especial de Previdência.
“A gente pode enveredar já pelo caminho certo da reforma porque a convicção de sua importância nunca foi tão acentuada” André Esteves, presidente do BTG Pactual
O Congresso discorda e Maia precisará atuar como apaziguador. Guedes, de sua parte, tem um tom mais incisivo sobre o assunto. Disse na Comissão de Constituição e Justiça, dias antes, que cabe aos parlamentares a coragem de mudar ou não o modelo sugerido para os aposentados de farda. No íntimo ele torce pela revisão para reforçar as chances da economia na casa do trilhão. Sempre preciso na exposição dos motivos, Guedes não arreda pé do ouvido do presidente e atende quando pode demandas como a dos militares. Nesse pormenor, no entanto, ele foi menos enfático – talvez por não estar plenamente a favor – e assim deixou de transmitir explicações convincentes na defesa da categoria. O mesmo não aconteceu quando o item abordado foi o esquema de “capitalização” para as gerações futuras que entrarão daqui por diante no sistema. Com essa via Guedes advoga que serão criados milhares de empregos rápidos em virtude da “desoneração dramática” (expressão dele) dos encargos trabalhistas. Bolsonaro mostra resistência, parlamentares idem, governadores como Doria e Eduardo Leite (RS) apoiam e Guedes se equilibra insistindo na alternativa. De todo modo, o ministro tem se consagrado como referência quando se fala do lado bom do Governo.
Com o seu estilo surpreendente, brilhante e obstinado virou o estrategista-chefe do acordo em andamento. E ainda bem que está sendo bem-sucedido na empreitada. Desenho estatístico de um País que caminha a fortes solavancos, os índices de aposentadoria por aqui dizem respeito a uma velha tragédia nacional – a de não se preparar para o envelhecimento da população. As estatísticas indicam que ocorreu em curtíssimo espaço de tempo aquilo que muitas pessoas temiam: o risco da insolvência do sistema, que se tornou inviável há alguns anos e que agora consome boa parte do orçamento federal. Como pontua Guedes, devido aos estouros bilionários desse modelo os brasileiros ficaram literalmente atolados. “Carimbamos os recursos, vinculamos os gastos e assim reconstruímos uma Europa por ano para ficar no mesmo lugar. R$ 4 trilhões de receita equivale a um Plano Marshall por ano”. O economista se refere ao valor do PIB e o compara ao plano de ajuda financeira das nações destruídas pela II Grande Guerra. Os desembolsos realizados atualmente sangram quase três quartos das receitas públicas disponíveis. Em bom português: não sobra nada, ou quase nada, para o resto. Com uma escalada vertiginosa e ininterrupta do problema. Em sua infelicidade burocrática, o Brasil está enredado numa armadilha da qual precisa se livrar urgentemente.
Os empresários que desembarcaram em peso no foro estão unanimemente convencidos de que não há outra saída que não a da reforma já. “quantas vezes vimos essa discussão ser colocada à mesa e adiada por falta de disposição política? Agora o quadro parece diferente”, disse o presidente da MAN, líder na produção de caminhões no Brasil, Roberto Cortes. “O que temos de notar é que há no momento uma vontade geral na busca por convergência sobre a questão”, endossou o presidente da gigante nacional do aço CSN, Benjamin Steinbruch. “A Reforma garante a solvência do estado brasileiro no futuro, sem isso entramos numa sociedade à beira da falência”, pontuou Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco.

Vozes em Uníssono

Nessa ala que responde pela produção e, na prática, é quem faz a roda girar para os resultados auspiciosos do Produto Interno Bruto, não foram poucas, nem isoladas, as vozes pedindo a solução urgente. Engrossaram o coro personagens como Michael Klein, que construiu a rede varejista Casas Bahia e no momento dedica-se ao setor de aviação, José Luiz Gandini, da Kia Motors e dirigente da associação de importadores de veículos, Claudio Lottenberg, que preside a líder de planos de saúde Amil e Manfredo Rübens, presidente da gigante química Basf. Ali, naqueles dias de agitação sectária que tomou a aprazível cidadezinha de Campos, com ares de recanto europeu, eram ao menos 700 CEOs, financistas e executivos de grandes conglomerados batendo ponto e empenhando aval na composição da Previdência. “Potencialmente, pelo que tratamos aqui, a gente pode enveredar já pelo caminho certo da reforma porque a convicção de sua importância nunca foi tão acentuada”, convocou o fundador e presidente do conselho do BTG Pactual, André Esteves. O Chairman do LIDE, Luiz Fernando Furlan, definiu em uma parábola o que considera como uma fase de transição: “Se queremos pular para um novo Brasil, esse é o caminho”. Do contrário, como pontua o governador Doria, qualquer impulso de retomada estará comprometido. “Sem a reforma, estados, municípios e o próprio Governo Federal entrarão em um caos, com a falta de recursos para o pagamento de serviços básicos de saúde, educação e segurança entre outros”. É melhor não arriscar.

“A Reforma garante a solvência do estado no futuro. Sem isso, entramos numa sociedade à beira da falência” Luiz Carlos Trabuco, Bradesco

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