15/05/2019

China vai abrir ainda mais os setores bancários e de seguros

 a china vai abrir ainda mais seus setores bancários e de seguros, disse o principal regulador bancário e de seguros do país, em comentários publicados na quarta-feira (1). o presidente da comissão reguladora de bancos e seguros da china, guo shuqing, revelou que o gigante asiático planeja publicar em breve 12 novas medidas. fonte: money times via revista cobertura
15/05/2019

Nova norma para insurtechs deve sair em 30 dias, diz Solange Vieira, da Susep

 insurtechs, seguro garantia e mudanças nas regras de investimentos para planos de previdência aberta foram os principais temas abordados ontem solange vieira, titular da superintendência de seguros privados (susep), em entrevista à jornalista miriam leitão, realizada na globonews. o primeiro passo será lançar novas regras para insurtechs. “estamos muito atentos a tecnologia, pois achamos que no futuro as seguradoras serão bem diferentes do que são hoje. trabalhamos em uma norma que deve ser divulgada em 30 dias, no qual vamos permitir um período de testes para as insurtechs entrarem no mercado com regras diferenciadas, visando dar fôlego às novatas, pois inicialmente elas não conseguem cumprir exigências do aporte de capital determinado hoje para todos”. solange afirmou que o mercado segurador tem muito a avançar, quando comparado a outros países. “a nossa participação no pib está atrás de países como áfrica e chile”, citou. isso mostra, acrescentou, que mesmo que o brasil não avance, o setor de seguros tem muito a crescer. destacou as mudanças esperadas na legislação que envolve o seguro garantia, que prevê a entrega de uma obra mesmo se algo der errado. sem citar percentuais, apenas enfatizou que o percentual será elevado para que a seguradora possa retomar a obra. “isso vai ser uma revolução para o setor e para os investimentos em infraestrutura”, acredita. a expectativa do setor é de que a garantia ofertada por seguro para um financiamento de infraestrutura passe de 5% para 30%. em relação à previdência, solange acredita que a reforma vai acontecer pois está acima dos partidos. “é uma demanda da sociedade”, afirmou. a jornalista ponderou que tudo vai depender do tipo de reforma que for aprovada para se afirmar que é uma demanda da sociedade. acontecendo ou não a reforma esperada, está na agenda da susep desenvolver mudar as regras para que os fundos abertos como pgbl e vgbl possam desenvolver investimentos de longo prazo, pois hoje eles aplicam em curto e médio prazo. “do lado dos fundos de pensão, queremos que o participante tenha a chance de migrar para outra instituição, estimulando assim a concorrência”, citou.
15/05/2019

“A empresa onde trabalho tem plano de previdência privada com coparticipação. Vale a pena?”

 quando a empresa patrocina os aportes em previdência conjuntamente com os aportes dos seus colaboradores, temos um acúmulo acelerado nas reservas individuais. prezado leitor,  o tema previdência é pauta diária da imprensa. passamos por uma severa crise nos últimos anos, está ainda prejudica o mercado de trabalho e as finanças públicas. a previdência pública está no centro das atenções, as regras devem ser alteradas e podem deixar o trabalhador mais distante da sonhada aposentadoria. abaixo buscarei tratar os principais pontos para apoiar sua análise e decisão. o brasileiro passou por diversas instabilidades econômicas nas últimas décadas e, em parte em função disso, poucos possuem o hábito de poupar para o longo prazo. a palavra previdência tem como significado o ato de se precaver, se preparando previamente para determinadas situações ou imprevistos. temos na previdência social uma espécie de seguro para os trabalhadores, que tem como objetivo garantir a continuidade do benefício financeiro quando o trabalhador estiver aposentado, assim como em casos de licença maternidade, doenças ou acidentes, sendo seu principal agente o inss - instituto nacional do seguro social. a previdência privada é um instrumento para acúmulo de recursos financeiros que visa constituir uma renda ou complementar a recebida pelo inss, cujo teto hoje é de r$ 5.839,45, gerando reservas com foco na aposentadoria. observe que no momento da aposentadoria pelo inss, a renda está limitada ao teto, assim o indivíduo com renda superior poderá ter uma queda no seu padrão de vida, sendo cada vez mais latente a necessidade da conscientização para a formação de uma reserva própria, destinada principalmente à complementação da renda ou para suprir outros imprevistos, a previdência privada cumpre bem essa função. quando a empresa patrocina os aportes em previdência conjuntamente com os aportes dos seus colaboradores, temos um acúmulo acelerado nas reservas individuais. você pode estar se perguntando o motivo da empresa realizar os aportes. em geral, trata-se de uma política de benefícios que visa fidelizar a mão de obra qualificada e incentivar a formação de reserva individual, gerando assim uma segurança financeira para seus colaboradores; além desses benefícios, temos também o fato de que as empresas usufruem de vantagens fiscais sobre os valores aportados. para usufruir dos aportes da empresa você também precisará contribuir com sua parte, então é importante ter seu planejamento financeiro em dia. vamos supor que para cada r$ 100,00 aportado por você a empresa também aporte r$ 100,00, a reserva acumulada após 15 anos seria de r$ 59.746,57, isso com base numa taxa de juros de 6,5% a.a., sendo r$ 29.873,28 correspondente a sua reserva individual e o mesmo valor referente às contribuições patronais. as empresas podem incluir regras de fidelização para a parcela acumulada pelas suas contribuições, sendo o tempo mínimo de permanência como funcionário a principal delas. assim, para liberação do valor patronal você precisaria superar o período mínimo estabelecido, caso contrário não poderia portar a parte patronal, apenas movimentaria a parte individual. para efeito de simulação, vamos considerar que a empresa atual exija 10 anos de vínculo, se você saísse após 15 anos, teria liberdade para portar a totalidade da reserva (individual e patronal). um ponto muito importante na contratação de previdência privada é escolher em qual modalidade o seu aporte deve ser realizado, podendo ser no vgbl (vida gerador de benefício livre) ou pgbl (plano gerador de beneficio livre), a principal diferença é o tratamento tributário, pois o pgbl pode ser utilizado para dedução das contribuições no cálculo do imposto de renda até o limite de 12% da renda total tributável anual, enquanto o vgbl não usufrui desse benefício, porém em um eventual resgate ou conversão em renda, o pgbl será tributado sobre a totalidade dos recursos acumulados (aportes + rendimento) enquanto o vgbl possui a tributação apenas sobre o rendimento. na situação proposta pela sua pergunta, o plano será exclusivamente na modalidade pgbl, permitida pela legislação quando existe a coparticipação. entendo que compensa muito aproveitar o benefício concedido pela empresa e acelerar a formação de reserva para complementar sua aposentadoria ou realizar algum sonho no futuro. trata-se de um acréscimo de salário, sendo que após cumprido os prazos de carências, você poderá converter em renda ou sacar. pense nos benefícios em longo prazo, faça seu planejamento de vida e consulte especialistas para maiores esclarecimentos antes da contratação. fonte: negócios – isto é - *everson stabile é  planejador financeiro pessoal e possui a certificação cfp® (certified financial planner), concedida pela planejar - associação brasileira de planejadores financeiros. e-mail: eversonstabile@uol.com.br.
15/05/2019

Especial Maio Amarelo: comparação de número de crimes violentos a mortes no trânsito é destaque na mídia

 o levantamento especial da seguradora líder, noticiado na 79ª edição da newsletter líder informa, que mostrou que em nove estados brasileiros o trânsito deixou, em 2018, mais vítimas fatais do que os crimes de homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte, foi destaque na mídia em todo o país. aproveitando as reflexões pela conscientização e educação no trânsito do maio amarelo, à globonews deu destaque aos números na última sexta-feira, dia 10 de maio, com entrevista do superintendente de operações da seguradora líder, arthur fróes. “precisamos intensificar as políticas públicas, tanto na fiscalização do trânsito, quanto na conscientização das crianças por meio da educação infantil para que os acidentes de trânsito sejam reduzidos”, afirmou fróes. neste especial, a comparação é feita com o número total de indenizações pagas por morte pelo seguro dpvat e os dados das secretarias estaduais de segurança pública. são paulo e minas gerais lideram a lista, com 5.462 e 4.127 sinistros pagos por acidentes fatais no trânsito contra 3.464 e 3.234 óbitos por crimes violentos, respectivamente. desde sua divulgação, os dados foram destaque em grandes veículos de mídia como, por exemplo, o metro curitiba, jornal destak sp e tv record. as reportagens apresentam os números assustadores e chamam atenção para as reflexões propostas neste mês, com o movimento do maio amarelo. todas as matérias, na íntegra, podem ser conferidas entrando no site da seguradora líder. o relatório anual 2018 da seguradora líder está disponível. https://www.seguradoralider.com.br/documents/relatorio-anual/relatorio%20anual_2018_web.pdf fonte: seguradora líder
15/05/2019

Futuros dos investimentos

 o ano de 2019 tem se mostra­do bastante desafiador para alocação de recursos. por um lado, o ambiente internacio­nal passa a contribuir menos com o fim de uma década de injeção de liquidez pelos bancos centrais de países desenvolvidos. já no brasil, vivemos uma conjuntura favorável após um longo período de recessão. porém, é extremamente impor­tante aprovarmos com urgência as reformas necessárias para garantir estabilidade fiscal. apenas assim o país poderá reconquistar a credi­bilidade e voltar a receber aportes dos investidores estrangeiros, que sacaram mais de r$ 11 bilhões da bolsa brasileira em 2018. de acordo com levantamento da consultoria global epfr, estrate­gistas do mercado estimam uma entrada potencial de r$ 251 bilhões em ações brasileiras se as aloca­ções dos fundos globais e daqueles voltados para mercados emergen­tes globais voltassem ao patamar de outubro de 2014. diante desse cenário o ponto chave para ob­ter bons retornos sem deixar de se proteger dos riscos é a diversifica­ção da carteira. os fundos multimercados apresen­tam grande potencial de retorno com certa proteção. já os fundos imobiliários são opções para cap­turar a melhora do ambiente inter­no. após anos de queda, o mercado de imóveis vem se recuperando e a demanda tende a subir. investir na bolsa também deve ser considera­do com o atual cenário de recupe­ração econômica e a esperança de reformas. há boas oportunidades na bolsa e em alguns setores, principalmente os ligados a crescimento domésti­co, pois, as empresas tiveram que reduzir o endividamento e se tor­nar mais eficientes para passar pe­los anos de crise e se favoreceram agora dos juros mais baixos. por fim, a previdência privada é uma estratégia interessante para o horizonte de longo prazo, prin­cipalmente se considerarmos as vantagens fiscais. aprender a in­vestir é essencial para a tranquili­dade financeira. a unicred, seguin­do os princípios estabelecidos pelo cooperativismo, disponibiliza gra­tuitamente orientações para toda a sociedade por meio do portal www. suasaudefinanceira.com.br.
15/05/2019

Atividade econômica apresenta queda de 0,68% no primeiro trimestre

 a atividade econômica registrou queda no primeiro trimestre neste ano. é o que mostra o índice de atividade econômica do banco central (ibc-br), divulgado nesta quarta-feira (15) pelo banco central (bc). no primeiro trimestre, comparado ao período anterior, o índice apresentou queda de 0,68%, segundo dados dessazonalizados (ajustados para o período). em março, na comparação com fevereiro, houve recuo de 0,28%. na comparação com o março de 2018, a queda chegou em 2,52%. em 12 meses terminados em março de 2019, houve expansão de 1,05%. o ibc-br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o bc a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a selic. o índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos. o índice foi criado pelo bc para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. mas indicador oficial da economia é o produto interno bruto (pib), calculado pelo instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge). ontem (14), na ata da última reunião do comitê de política monetária (copom), o bc adiantou que a economia poderia apresentar recuo no primeiro trimestre. segundo o documento, o processo de recuperação gradual da atividade econômica sofreu interrupção no período recente, mas a expectativa é de retomada adiante. segundo ata da reunião do copom, o arrefecimento da atividade observado no final de 2018 teve continuidade no início de 2019. "em particular, os indicadores disponíveis sugerem probabilidade relevante de que o produto interno bruto (pib) tenha recuado ligeiramente no primeiro trimestre do ano, na comparação com o trimestre anterior, após considerados os padrões sazonais", diz o documento. o copom acrescentou que os indicadores do primeiro trimestre induziram revisões substantivas nas projeções de instituições financeiras para o crescimento do pib em 2019. "essas revisões refletem um primeiro trimestre aquém do esperado, com implicações para o 'carregamento estatístico' [herança do que ocorreu no ano anterior], mas também embutem alguma redução do ritmo de crescimento previsto para os próximos trimestres". o mercado financeiro já reduziu a previsão de expansão do pib 11 vezes consecutivas. a estimativa para este ano está em 1,45% este ano. a equipe econômica já está trabalhando com uma previsão de crescimento de 1,5% neste ano, disse ontem o ministro da economia, paulo guedes. em audiência na comissão mista de orçamento (cmo), ele disse que a reformulação de expectativas diante da demora na aprovação da reforma da previdência justificou a revisão das estimativas.   fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/684138-atividade-economica-apresenta-queda-de-0-68-no-primeiro-trimestre.html)
15/05/2019

Desaceleração econômica parece influir na demanda por petróleo do Brasil, diz AIE

 a agência internacional de energia (aie) afirma em relatório que a desaceleração econômica parece influenciar na demanda por petróleo no brasil. em seu levantamento mensal, a aie diz que seu corte na projeção global para a demanda ocorreu em parte por causa do país, mas também de outras nações, como a china e o japão. no caso brasileiro, uma desaceleração recente da economia parece ser a responsável pela perda de fôlego na demanda, diz a aie. no mês de março, a demanda por petróleo brasileira ficou cerca de 80 ml barris por dia abaixo do esperado pela agência sediada em paris. por outro lado, a aie diz que o brasil registrou ganhos na oferta, junto com estados unidos, líbia e nigéria. a entidade espera que a produção nacional ganhe mais força mais adiante, embora menos do que tinha sido projetado anteriormente, em parte pelo atraso no início da operação em algumas novas unidades. a aie projeta que a produção do brasil cresça 265 mil barris por dia em média neste ano, 60 mil bpd menos que no relatório do mês anterior. a aie diz que a produção de petróleo do brasil aumentou 75 mil barris por dia em março, para 2,65 mil bpd, apoiada por novas unidades. por outro lado, o país enfrenta o declínio da produção em campos mais velhos, de acordo com a entidade. a aie projeta que a produção de petróleo do brasil aumente a 2,96 milhões de bpd em 2019, de 2,70 milhões no ano anterior.   fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/684133-desaceleracao-economica-parece-influir-na-demanda-por-petroleo-do-brasil-diz-aie.html)  
03/05/2019

Insurance, conheça todos os detalhes sobre os seguros

  o que é seguro ou insurance? como funciona? quais são os componentes da apólice de seguros? prêmios, limites, entre outros detalhes importantes você vai conferir neste artigo. o que é seguro ou insurance seguro é um contrato, representado por uma política, na qual um indivíduo ou entidade recebe proteção financeira ou reembolso contra perdas de uma companhia de seguros. a empresa agrupa os riscos dos clientes para tornar os pagamentos mais acessíveis para os segurados. apólices de seguro são usadas para proteger contra o risco de perdas financeiras, grandes e pequenas, que podem resultar de danos ao segurado ou a sua propriedade, ou de responsabilidade por danos ou prejuízos causados ​​a terceiros. entendendo como funciona o seguro há uma infinidade de tipos diferentes de apólices de seguros disponíveis, e praticamente qualquer indivíduo ou empresa pode encontrar uma companhia de seguros disposta a assegurá-los, por um preço. os tipos mais comuns de apólices de seguro pessoal são auto, saúde, proprietário e vida. a maioria dos indivíduos nos estados unidos tem pelo menos um desses tipos de seguro, e o seguro de carro é exigido por lei. as empresas exigem tipos especiais de apólices de insurance que asseguram tipos específicos de riscos enfrentados por um determinado negócio. por exemplo, um restaurante de fast food precisa de uma política que cubra danos ou ferimentos que ocorram como resultado da cozedura com uma fritadeira. um revendedor de automóveis não está sujeito a esse tipo de risco, mas exige cobertura para danos ou ferimentos que possam ocorrer durante os test drives. há também apólices de seguro disponíveis para necessidades muito específicas, como sequestro e resgate (k & r), negligência médica e seguro de responsabilidade profissional, também conhecido como insurance contra erros e omissões. componentes de apólice de seguro ao escolher uma política, é importante entender como o seguro funciona. [importante: três componentes cruciais das apólices de seguro são o prêmio, o limite da apólice e a franquia.] uma compreensão profunda desses conceitos ajuda muito na escolha da política mais adequada às suas necessidades. prêmio o prêmio de uma política é seu preço, normalmente expresso como um custo mensal. o prêmio é determinado pela seguradora com base no seu perfil de risco ou no da sua empresa, o que pode incluir credibilidade. por exemplo, se você possui vários automóveis caros e tem um histórico de condução imprudente, provavelmente pagará mais por uma apólice de automóveis do que alguém com um único sedã intermediário e um registro de direção perfeito. no entanto, diferentes seguradoras podem cobrar prêmios diferentes por políticas semelhantes; então, encontrar o preço certo para você requer algum trabalho. limite da apólice de insurance o limite da apólice é o valor máximo que uma seguradora pagará em uma apólice por uma perda coberta. os máximos podem ser definidos por período (por exemplo, termo anual ou de política), por perda ou dano, ou durante a vida da apólice, também conhecido como o tempo de vida máximo. normalmente, os limites mais altos têm prêmios mais altos. para uma apólice de seguro de vida em geral, o valor máximo que a seguradora pagará será chamado de valor nominal, que é o valor pago a um beneficiário após a morte do segurado. dedutível ou franquia a franquia é um valor específico que o tomador deve pagar diretamente antes de a seguradora pagar uma reclamação. franquias servem como impedimentos para grandes volumes de pequenas e insignificantes reivindicações. as franquias podem se aplicar por apólice ou por reivindicação, dependendo da seguradora e do tipo de apólice. políticas com franquias muito altas são normalmente menos dispendiosas porque a alta despesa extra geralmente resulta em menos sinistros menores. considerações especiais sobre insurance especial no que diz respeito ao seguro de saúde , as pessoas que têm problemas crônicos de saúde ou precisam de cuidados médicos regulares devem procurar políticas com franquias mais baixas. embora o prêmio anual seja maior do que uma política comparável com um acesso dedutível, mais barato e menos dispendioso aos cuidados médicos ao longo do ano, pode valer a compensação. principais coberturas seguro é um contrato (apólice) no qual uma seguradora indeniza outra contra perdas de contingências e / ou perigos específicos. existem muitos tipos de apólices de seguro. vida, saúde, proprietário e automóvel são as formas mais comuns de seguro. os componentes que compõem a maioria das apólices de seguro são dedutíveis, limite de apólice e prêmio. aspectos históricos dos seguros os métodos de transferência ou distribuição de risco eram praticados por comerciantes chineses e babilônicos , tanto no terceiro quanto no segundo milênio ac, respectivamente. [comerciantes chineses viajando por corredeiras traiçoeiras redistribuiriam suas mercadorias através de muitos navios para limitar a perda devido ao emborcamento de qualquer embarcação. os babilônios desenvolveram um sistema que foi registrado no famoso código de hamurabi , c. 1750 ac, e praticado pelos primeiros comerciantes de vela do mediterrâneo. se um comerciante recebesse um empréstimo para financiar sua remessa, ele pagaria ao credor uma quantia adicional em troca da garantia do credor para cancelar o empréstimo, caso a remessa fosse roubada ou perdida no mar. por volta de 800 ac, os habitantes de rodes criaram a ” média geral “. isso permitia que grupos de comerciantes pagassem para garantir que seus produtos fossem enviados juntos. os prêmios cobrados seriam usados ​​para reembolsar qualquer comerciante cujos bens fossem descartados durante o transporte, seja devido a tempestades ou ao escoamento. contratos de insurance separados (ou seja, apólices de seguro não vinculadas a empréstimos ou outros tipos de contratos) foram inventados em gênova no século xiv, assim como os grupos de seguros respaldados por promessas de propriedades fundiárias. o primeiro contrato de seguro conhecido data de gênova em 1347 e, no século seguinte, o seguro marítimo foi amplamente desenvolvido e os prêmios foram intuitivamente variados com os riscos. [esses novos contratos de seguro permitiram que o seguro fosse separado do investimento, uma separação de funções que se mostraram úteis no seguro marítimo. seguro moderno o seguro tornou-se muito mais sofisticado na era iluminista da europa , e variedades especializadas foram desenvolvidas. o seguro de propriedade que conhecemos hoje pode ser atribuído ao grande incêndio de londres , que em 1666 devorou ​​mais de 13.000 casas. os efeitos devastadores do incêndio converteram o desenvolvimento do seguro “de uma questão de conveniência para uma de urgência, uma mudança de opinião refletida na inclusão de sir christopher wren de um local para” o escritório de seguros “em seu novo plano para londres em londres. 1667. “uma série de tentativas de esquemas de seguro de incêndio não deu em nada, mas em 1681, o economista nicholas barbone onze associados estabeleceram a primeira companhia de seguros de incêndio, o “escritório de seguros para casas”, na parte de trás do royal exchange, para garantir casas de tijolo e armação. inicialmente, 5.000 residências foram seguradas pelo seu escritório de seguros. [5] ao mesmo tempo, os primeiros esquemas de seguro para a subscrição de empreendimentos comerciais tornaram-se disponíveis. no final do século xvii, a crescente importância de londres como centro de comércio aumentava a demanda por seguro marítimo . no final da década de 1680, edward lloyd abriu um café , que se tornou o ponto de encontro de festas na indústria naval que pretendiam segurar cargas e navios, e aqueles dispostos a subscrever tais empreendimentos. esses inícios informais levaram ao estabelecimento do mercado de seguros lloyd’s of london e de vários negócios de transporte e seguros relacionados. [6] as primeiras apólices de seguro de vida foram tiradas no início do século xviii. a primeira empresa a oferecer seguro de vida foi a sociedade amigável para um escritório de garantia perpétua , fundada em londres em 1706 por william talbot e sir thomas allen . [7] [8] edward rowe mores estabeleceu a sociedade para garantias equitativas sobre vidas e sobrevivência em 1762. foi a primeira seguradora mútua do mundo e foi pioneira em prêmios baseados em idade com base na taxa de mortalidade que estabelece “a estrutura para prática e desenvolvimento de seguros científicos” e “a base da garantia de vida moderna sobre a qual todos os planos de seguro de vida foram baseados posteriormente”. [9] no final do século 19, o “seguro contra acidentes” começou a se tornar disponível. a primeira empresa a oferecer insurance contra acidentes foi a railway passengers assurance company, formada em 1848 na inglaterra para garantir o número crescente de mortes no sistema ferroviário nascente . no final do século xix, os governos começaram a iniciar programas nacionais de seguro contra a doença e a velhice. a alemanha construiu uma tradição de programas de bem-estar na prússia e na saxônia, que começou na década de 1840. na década de 1880, o chanceler otto von bismarck introduziu pensões de velhice, seguro de acidentes e assistência médica que formaram a base para o estado de bem-estar da alemanha. na grã-bretanha, uma legislação mais extensa foi introduzida pelo governo liberal na lei de insurance nacional de 1911 . isso deu às classes trabalhadoras britânicas o primeiro sistema contributivo de seguro contra doenças e desemprego. [13]este sistema foi grandemente expandido após a segunda guerra mundial, sob a influência do relatório beveridge, para formar o primeiro estado de bem-estar moderno. efeitos sociais o seguro pode ter vários efeitos na sociedade pela forma como muda quem suporta o custo das perdas e danos. por um lado, pode aumentar a fraude; por outro, pode ajudar sociedades e indivíduos a se prepararem para catástrofes e mitigar os efeitos de catástrofes tanto em domicílios quanto em sociedades. o insurance pode influenciar a probabilidade de perdas por meio de risco moral , fraude de seguros e medidas preventivas pela seguradora. os estudiosos do seguro costumam usar o risco moral para se referir ao aumento da perda devido a descuido não intencional e à fraude do seguro para se referir ao aumento do risco devido a descuido ou indiferença intencional. as seguradoras tentam lidar com o descuido por meio de inspeções, disposições de políticas que exigem certos tipos de manutenção e possíveis descontos para esforços de mitigação de perdas. embora, teoricamente, as seguradoras possam encorajar investimentos em redução de perdas, alguns comentaristas argumentam que, na prática, as seguradoras não haviam adotado medidas de controle de perdas – particularmente para evitar perdas por desastres como furacões – devido a preocupações com reduções de taxas e batalhas judiciais. no entanto, desde 1996, as seguradoras começaram a assumir um papel mais ativo na mitigação de perdas, como por meio de códigos de construção. fonte: agronews brasil, com informações da investopedia
03/05/2019

Seguradora Líder promove encontro com Sindicatos das Seguradoras de todo o Brasil

 na última quinta-feira, dia 25 de abril, representantes dos sindicatos das seguradoras de todo o brasil estiveram na sede da seguradora líder, no rio de janeiro, para um encontro de alinhamento de informações recentes sobre o seguro dpvat, que passou por uma verdadeira “metamorfose nos últimos dois anos”, segundo o diretor presidente da seguradora líder, ismar tôrres. “a simplificação de processos para garantir o acesso ao seguro, a transparência e a eficiência administrativa tornaram-se o tripé da gestão do seguro dpvat. e é justamente prezando por essa relação de transparência e para dar visibilidade aos esforços recentes para a modernização da administração do seguro dpvat, que agendamos esta reunião com todos os presidentes dos sindicatos das seguradoras”, reforçou tôrres na abertura do encontro. participaram da reunião o presidente do sindicato das seguradoras do paraná e mato grosso do sul, sr. joão gilberto possiede; o presidente do sindicato das seguradoras do estado de são paulo, sr. mauro cesar batista; o diretor presidente do sindicato das seguradoras do rio grande do sul, sr. guacir de llano bueno; o presidente do sindicato das seguradoras de minas gerais, goiás, mato grosso e distrito federal, sr. augusto frederico costa rosa de matos; o presidente do sindicato das seguradoras da bahia, sergipe e tocantins, sr. joão nóbrega interaminense junior; e o diretor executivo do sindicato das seguradoras do rio de janeiro e espírito santo, sr. ronaldo vilela. “todos nós, representantes dos sindicatos, estamos imbuídos no projeto de aperfeiçoamento deste seguro e agradecemos por esse encontro para que tenhamos mais informações e possamos transmiti-las regionalmente”, reforçou o sr. mauro batista, do sindseg sp. “o nosso seguro dpvat tem uma importância inacreditável para toda a sociedade e temos que nos unir para que ele seja ainda mais difundido em todo o país”, completou o sr. guacir bueno, do sindseg rs. ao final do encontro, os sindicatos firmaram o compromisso de iniciar um envolvimento maior com os assuntos relacionados ao seguro dpvat em suas respectivas áreas de atuação. todos os convidados receberam, ainda, as propostas de aperfeiçoamento do seguro, divulgadas no documento agenda 2019 https://www.seguradoralider.com.br/portaldaintegridade/documents/agenda-e-sumario-web-2019.pdf e o relatório anual 2018 https://www.seguradoralider.com.br/documents/relatorio-anual/relatorio%20anual_2018_web.pdf fonte: newsletter seguradora líder

Planejamento da aposentadoria: muito além da reforma


08/02/2019
Com a intensificação do debate em torno da reforma da Previdência Social, as incertezas ainda são muitas e informações se mostram desencontradas. Um ponto é certo, essa reforma é imprescindível e quanto mais tempo for postergada, mais draconiana será.

Para os que questionam essa necessidade, é importante reforçar que não é fruto de um modelo de governo liberal, como o atual. O tema já é debatido há muito tempo, sendo que foi posta em pauta pelo governo do PT e no de transição do MDB.

Assim, o fato não é se haverá a reforma, mas, sim, como será essa reforma. O modelo previdenciário brasileiro se mostra insustentável e se não houver mudanças a situação poderá ser ainda pior para as futuras gerações.
O que muitos se esquecem é que, independentemente do que aconteça nos próximos meses, o mais importante é pensar no plano B, ou seja, uma previdência privada, uma vez que essa quantia, que já se mostra insuficiente hoje, provavelmente ficará menor ainda com todas as mudanças previstas.

Se organizar e poupar dinheiro para garantir um futuro mais sustentável financeiramente é uma preocupação de poucos, onde os olhares ficam voltados apenas para o aumento de renda atual e é por isso que a educação financeira vem de encontro a esse movimento, para que não importando a idade sempre há tempo para se planejar.

Além da expectativa de vida do brasileiro ter aumentado, com a reforma a aposentadoria integral pode ficar mais difícil de ser alcançada, portanto é um claro sinal de que os trabalhadores irão se aposentar cada vez mais tarde. Não quero entrar no mérito se a reforma é boa ou não, mas sim auxiliar os trabalhadores para que possam agir da melhor forma diante das mudanças e prevenir o desequilíbrio das finanças no futuro.
Pensando de forma prática, a primeira medida a ser tomada é pensar em qual padrão de vida pretende ter após a aposentadoria, ou seja, ter um número do quanto pretende ganhar mensalmente para não depender da ajuda de parentes ou terceiros, algo muito comum de acontecer com milhões de aposentados.

Para que esse objetivo seja alcançado, a quantia guardada deve ser o dobro do valor que deseja receber, utilizando 50% para viver da forma que planejou e os outros 50% deixar reservado para potencializar os ganhos com juros mensais.

Veja a educação financeira como o único caminho para desfrutar de uma aposentadoria mais saudável financeiramente, algo que pode parecer difícil atualmente, mas que é perfeitamente possível se ser alcançado, já que estamos falando da mudança de hábitos e comportamentos e que podem começar hoje mesmo, deixando um pouco de lado essa grande preocupação com o que será feito pelo governo atual e muito provavelmente dos próximos.

Fonte: *Reinaldo Domingos, PHD em educação financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira e autor de Terapia Financeira, de Mesada não é só dinheiro e da primeira Coleção Didática de Educação Financeira do Brasil

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