26/07/2019

Direitos das vítimas do trânsito: Seguros

 seguro obrigatório (dpvat) um dos primeiros direitos que as vítimas de acidentes de trânsito buscam receber é o dpvat. ele cobre três situações: morte; invalidez permanente total ou parcial; e reembolso de despesas médicas e hospitalares. esse direito existe mesmo que o veículo esteja com o seguro obrigatório (dpvat) atrasado. outro ponto relevante é que não importa a culpa pelo acidente. se a vítima foi a culpada pelo acidente e mesmo que estivesse, por exemplo, sem habilitação (cnh), ainda assim terá direito de receber o seguro obrigatório. o caso de invalidez permanente total ou parcial costuma gerar dúvidas. falarei um pouco sobre ele. o valor máximo dessa “indenização securitária” (esse é o nome correto) é de até r$13.500,00. a quantia que a vítima vai receber depende da gravidade e da extensão das sequelas. o cálculo é feito conforme uma tabela (da susep) utilizada pelas seguradoras. a vítima precisa saber que em muitas situações é possível discordar do valor pago pelo dpvat, pois, às vezes, a perícia médica estabeleceu um grau de invalidez inferior ao que seria correto. vou usar um exemplo frequente. um motociclista que fraturou a tíbia e o joelho. segundo a tabela da susep, pela tíbia pode haver invalidez máxima de 25% e pelo joelho mais 20%. porém, acontece de o perito atribuir um grau médio na fratura, então o valor acaba sendo ainda mais inferior, recebendo a vítima algo em torno de r$ 3.500,00. nesse caso, poderia ingressar com ação judicial em face da “seguradora líder” (que é quem administra o dpvat) e pedir a diferença do seguro alegando que as fraturas e sequelas prejudicaram toda sua perna. nesse caso, será feita uma perícia médica determinada pelo juiz e esse poderá determinar o pagamento da diferença, conforme for o resultado dessa perícia. além da indenização pela invalidez permanente total ou parcial (até r$ 13.500,00), a vítima ainda poderá ser reembolsada pelas despesas com médicos e hospitais (até r$ 2.700,00). para isso, é fundamental guardar todos os comprovantes dos gastos (notas fiscais e recibos) e, também, as receitas e prontuários (pegar no hospital) que demonstrem que aqueles gastos foram necessários e foram consequências do acidente. seguro contratado quem tem seguro “contratado”? um direito muito importante, mas pouco buscado, é com relação ao seguro “contratado”. as vítimas de acidente de trânsito lembram muito do seguro “obrigatório” (dpvat), mas deixam de buscar a indenização referente aos diversos seguros que podem ter e muitas vezes nem sabem. vou citar algumas hipóteses comuns desse seguro “contratado”: - seguro que a própria vítima contratou perante um corretor de seguros; - seguro que foi “oferecido” pelo gerente do banco e que desconta da conta corrente; - seguro contratado junto com financiamento para quitar as parcelas (prestamista); - seguro contratado pela empresa para todos os empregados (que pode ou não ser descontado do trabalhador, então nem sempre fica sabendo que tem), chamado muitas vezes de “seguro coletivo” ou “seguro em grupo”; e - seguro que é “empurrado” quando está comprando algum produto. uso a expressão “seguro contratado” para diferenciar do “seguro obrigatório”, pois enquanto este último não precisa de qualquer “contratação” por parte dos proprietários de veículos, pois é obrigatório para todos, o “seguro contratado” é facultativo e depende de alguém contratá-lo, por isso nem todos possuem. quais as principais garantias do seguro “contratado”?  é muito comum que esses seguros “contratados” possuam três coberturas básicas, são elas: 1) morte, 2) invalidez total por doença e 3) invalidez permanente, total ou parcial, por acidente. evidente que podem existir coberturas para o caso de invalidez temporária (que paga pelos dias “parados”), bem como para reembolso de despesas ou outros casos, mas os três que indiquei acima são os mais frequentes. fiquei com sequela, o que posso receber do meu seguro? nos casos de acidentes de trânsito, principalmente quando envolve motocicletas, é corriqueiro que, após terminar o tratamento, haja sequelas (joelho, tornozelo, pé, tíbia, fêmur, quadril etc.). nesses casos, a vítima terá direito de receber do seguro contratado a indenização pela “invalidez permanente total ou parcial por acidente”. como é calculada a indenização do seguro contratado no caso de sequelas? tal como tratei no capítulo do seguro obrigatório (dpvat), no tocante ao seguro contratado, o que mais gera problemas é o cálculo feito pelas seguradoras para pagar a indenização da cobertura para invalidez permanente total ou parcial por acidente. isso porque, como já disse antes, existe uma tabela utilizada para o cálculo da invalidez. muitas injustiças ocorrem por causa dessa tabela. primeiro que, quando a pessoa pretende contratar um seguro ou ser incluída em um seguro em grupo, nunca acontece de ela ser previamente informada de que existe essa tabela e de como ela é utilizada. por isso, costumo chamá-la de “tabela surpresa”, pois geralmente a vítima do acidente de trânsito só a descobre ao fazer o pedido da indenização. aliás, em muitos casos a justiça afasta essa tabela e determina que a seguradora pague o valor total da apólice justamente porque o contratante do seguro (que nesse caso também é consumidor) não foi previamente informado sobre ela, como determinada o código de defesa do consumidor. além disso, a tabela também é injusta porque muitas vezes a vítima do acidente está totalmente inválida para sua profissão, mas segundo a “tabela” sua invalidez é bem inferior. um exemplo é quando a vítima do acidente é alguém que trabalha como “motorista” e fratura o joelho, ficando com sequelas e com recomendação de não mais trabalhar nessa profissão. pela tabela, o valor da indenização seria de, no máximo, 20% do valor total da apólice. porém, se a perícia médica judicial apurar que a invalidez para a profissão é total, então o juiz pode determinar o pagamento da diferença do valor do seguro. noutras situações, nem é preciso pedir a nulidade da referida tabela, pois o que ocorreu foi uma errada avaliação por parte do médico da seguradora. ou seja, acontece de ser levado em consideração que houve perda de 25% da função do braço, quando o correto seria 75%. enfim, são inúmeras as hipóteses em que pode ser necessário discutir o pagamento da indenização do seguro contratado. dicas finais sobre o seguro contratado quero deixar claro acerca da necessidade de primeiramente “descobrir” (isso mesmo!) se possui ou não algum seguro contratado. por exemplo, é muito comum no caso de seguro coletivo, em que a empregadora contratou para todos os trabalhadores, haver resistência da empresa em fornecer informações acerca das coberturas da apólice, o que é bem contraditório, pois de um lado a empregadora contrata o seguro para proteger seus empregados, mas de outro impõe empecilhos para sua utilização. essa resistência em fornecer detalhes sobre a apólice de seguros contratada para os empregados geralmente ocorre porque os empregadores desconhecem que a cobertura securitária não é apenas para acidentes de trabalho, mas para qualquer tipo de acidente, inclusive acidentes (de trânsito) fora do horário de trabalho. necessário esclarecendo que, mesmo que a vítima do acidente de trânsito tenha recebido alguma quantia da seguradora, isso não a impede de buscar judicialmente as diferenças que entender ter direito. espero ter transmitido informações úteis acerca de alguns direitos para as vítimas de acidente de trânsito. é certo que eu não poderia esgotar o assunto, pois existem vários outros direitos que dependem da avalição de cada situação específica. às vezes, um acidente de trânsito é também um acidente de trabalho ou um acidente de consumo, surgindo diversas outras consequências jurídicas. por fim, vale sempre a orientação de buscar um advogado para receber orientação específica.
26/07/2019

67% dos brasileiros compartilhariam informações pessoais por preços menores em serviços financeiros

 segundo estudos da accenture, consumidores confiam na gestão de dados privados de seus bancos quase sete em cada dez consumidores brasileiros estariam dispostos a dividir dados pessoais, informações sobre localização e estilo de vida, com seus bancos e seguradoras em troca de preços menores de produtos e serviços, segundo estudo global da accenture. quase metade (48%) esperam que seus dados sejam usados pelos bancos para antecipar necessidades e para recomendação de produtos e serviços de acordo com o perfil do cliente. a pesquisa tem como base entrevistas com 2 mil consumidores no brasil. contudo, a maioria acredita que a privacidade deve vir em primeiro lugar, com 75% dos entrevistados afirmando que são muito cautelosos em relação à privacidade de seus dados pessoais. questionados sobre o que os faria sair de seu banco ou seguradora, as violações de segurança de dados foram a segunda maior preocupação entre os consumidores – atrás apenas do aumento de custos. ainda assim, de maneira geral, os fornecedores gozam de elevado índice de confiabilidade. no brasil, 84% das pessoas que participaram da pesquisa confiam nos bancos em que são correntistas para cuidar de seus dados, enquanto 82% alegam confiar em seus bancos para preservar sua saúde financeira no longo prazo. os consumidores demonstraram apoio aos prêmios de seguro personalizados. ao todo, 64% manifestaram interesse em contar com prêmios de seguro de carro ajustados com base em direção segura e 52%, em prêmios de seguro de vida vinculados a um estilo de vida saudável. além disso, 79% forneceriam dados como renda, localização e hábitos pessoais às suas seguradoras, caso acreditassem que isto poderia reduzir a probabilidade de acidentes ou perdas. já no setor bancário, o número de consumidores dispostos a dividir esses dados passa a 81% para casos de aprovação rápida de empréstimos, enquanto 76% o fariam para receber ofertas personalizadas com base em sua localização, como descontos de um varejista. metade dos consumidores (51%) gostaria que seu banco fornecesse atualizações sobre quanto dinheiro está disponível em suas contas até o próximo dia de pagamento, e 57% gostariam de dicas de economia com base em seus hábitos de consumo. fonte: ipnews
26/07/2019

AXA estuda trazer para o Brasil soluções inovadoras de microsseguros

 de olho num potencial nicho de negócio no brasil, conhecido como microsseguro, a axa brasil enviou guilherme menezes, diretor de vida e parcerias, para participar de uma reunião com 60 executivos para conhecer mais de perto a índia, berço deste tipo de apólice desenhada para quem vive com cerca de dois dólares por dia. mesmo com uma renda tão baixa, muitos compram proteção financeira. mais de 280 milhões de pessoas em todo o mundo têm uma apólice de microsseguro, segmento que movimenta algo em torno de us$ 2,4 bilhões por ano, segundo dados do the network’s world map of microinsurance, divulgado pela microinsurance network, uma organização global sem fins lucrativos que reúne especialistas em microsseguro, composta por 80 membros institucionais de mais de 40 países comprometidos em promover o desenvolvimento e serviços de seguro para pessoas de baixa renda. a seguradora francesa está na índia desde 2006 estudando o mercado de microsseguro. em 2009, lançou seu primeiro produto. mas foi no ano passado que lançou um seguro de acidentes pessoais que custa cerca de 2 reais por mês e é vendida de forma totalmente digital pelo celular. segundo menezes, a apólice custa cerca de 58 centavos de euros para uma cobertura de 13 mil euros em caso de qualquer acidente pessoal. “a maioria dos clientes acidentados usa boa parte da indenização para comprar uma vaca, pois ela sustentará a família até que o equilíbrio financeiro seja restabelecido no período pós acidente”, informa. em um ano, a axa registrou a venda de 80 mil apólices por mês de microsseguros na índia. “hum milhão no ano. o projeto do grupo é quintuplicar esse número no médio prazo. “apesar do saneamento básico na índia ser precário, a rede 4g funciona em qualquer lugar e todos com mais de 18 anos tem conta bancária, o que viabiliza operacionalmente a venda de produtos pelo celular”, explica. no brasil, a axa pretende replicar a experiência do méxico, onde atua desde 2010 em uma parceria como o banco banamex, pela similaridade de indicadores econômicos e regulamentação entre os dois países. ainda não se tem uma data do lançamento, mas uma coisa é certa: o seguro de acidentes pessoais custará menos do que os produtos hoje ofertados em varejistas por r$ 5 por mês para uma cobertura de 10 mil. “nosso projeto prevê um seguro com valores abaixo dos praticados atualmente. e será totalmente digital. nosso objetivo é promover a inclusão financeira. temos permissão para atuar com margens diferenciadas”, afirma. o interesse das seguradoras pelo microsseguros começou com a aig em 1997 e foi seguida por swiss re, munich re, allianz e zurich, conta o portal insurance information institute. um número crescente de seguradoras ingressa nos mercados emergentes por meio de projetos de microsseguro, com oferta de produtos e serviços não cobertos por seguros tradicionais ou programas governamentais. no produto da axa, por exemplo, se pensou em colocar coberturas para saúde. “mas o governo oferece bom atendimento. então nossas coberturas visam a residência, como serviços para filtrar a água que chega da rua”, informa. os produtos de microsseguro tendem a custar muito menos do que os produtos tradicionais e, assim, estender a proteção a um mercado muito mais amplo. os produtos variam em tipo e estrutura, mas geralmente são diferenciados por grandes volumes, baixo custo e administração eficiente. foram feitos alguns testes no brasil, mas a venda não deslanchou. mais recentemente, com o uso de novas tecnologias, algumas seguradoras voltaram a apostar no segmento. dados da superintendência de seguros privados (susep) mostram vendas de r$ 160 milhões e sinistros de r$ 14 milhões de janeiro a maio deste ano com microsseguros considerando-se riscos de bens, financeiros e aposentadoria. comparado ao mesmo período de 2018, as vendas caíram r$ 10 milhões (r$ 170 milhões) e os sinistros aumentaram r$ 1 milhão (r$ 11 milhões). mas comparado ao mesmo período de 2015, o avanço é grande, passando para r$ 32 milhões em prêmios, com 17 seguradoras atuando no nicho. hoje quase 30 disputam esse mercado, que visa mitigar o risco de que pessoas pobres voltem para a miséria em uma situação de acidente ou morte do provedor financeiro. certamente é um segmento que visa o longo prazo e traz ganhos muitas vezes imensuráveis, como reduzir a pobreza, a desigualdade e, consequentemente, índices de violência no país, que acabam afetando outros ramos em que as seguradoras atuam, como automóvel, residência, empresarial, vida e saúde. no mundo, as principais apólices de microsseguros são oferecidas junto com um pequeno empréstimo para viabilizar microempreendedores. na ásia, as operadoras de redes móveis oferecem cobertura para 40 milhões de pessoas, sendo que nove em dez, o microsseguro é a primeira experiência de uma pessoa com seguro. fonte: sonho seguro
26/07/2019

Dívida pública sobe em junho e atinge R$ 3,977 trilhões, diz Tesouro

  o endividamento do governo federal ocorre porque há um avanço dos gastos obrigatórios, em especial da previdência social. o estoque da dívida pública do governo federal subiu 2,24% em junho e atingiu r$ 3,977 trilhões, segundo dados do tesouro nacional. em coletiva de imprensa, na tarde desta quinta-feira (25/7), o órgão mostrou que, em maio, o volume estava em r$ 3,89 trilhões.    o endividamento do governo federal ocorre porque há um avanço dos gastos obrigatórios, em especial da previdência social. por isso, as contas públicas estão no vermelho desde 2014.    uma das apostas do governo para frear o avanço das despesas é fazer a reforma da previdência, que está em discussão na câmara dos deputados. a proposta de emenda à constituição (pec) passou no primeiro turno na casa, mas ainda precisa ser validado em nova votação antes de ir para o senado.    continua depois da publicidade para financiar o rombo, o governo precisa emitir títulos, o que, na prática, é ofertar papéis no mercado que serão remunerados, no futuro, com juros. a emissão líquida atingiu r$ 67,48 bilhões em junho — r$ 71,20 bilhões ao todo, com resgates de r$ 3,72 bilhões. além disso, o governo gastou r$ 19,66 bilhões com juros. a expectativa do tesouro nacional é de que a dívida termine o ano em r$ 4,3 trilhões.    os maiores detentores da dívida são fundos de investimentos, com 26,85% dos recursos. ou seja, do total de r$ 3,826 trilhões, há r$ 1,027 trilhão destinados a este tipo de aplicação. em seguida, aparecem a previdência (23,91%), as instituições financeiras (23,17%), os não-residentes (12,34%), o governo (4,09%) e as seguradoras (4,01%). outros correspondem a 5,63%. fonte: correio brasiliense
26/07/2019

Qual a diferença entre a previdência privada e pública?

  é essencial que as características de cada uma sejam melhor compreendidas atualmente, o trabalhador brasileiro têm duas possibilidades em termos de aposentadoria: a previdência pública (ou social) e a previdência privada. no atual cenário, em que são discutidas mudanças na previdência social, é essencial que as características de cada uma sejam melhor compreendidas, especialmente por quem busca garantir um futuro tranquilo. o sistema previdenciário nacional  o spn abrange dois tipos de previdência: a pública, também conhecida como social, que contempla os trabalhadores com carteira assinada, ou seja, submetidos à consolidação das leis trabalhistas (clt), além de categorias específicas. quem se responsabiliza pela previdência social é o instituto nacional do seguro social (inss). a outra opção é a previdência privada, uma iniciativa particular que pode ser oferecida por dois tipos de entidades diferentes: as entidades fechadas de previdência complementar (efpc) e as entidades abertas de previdência complementar (eapc). são elas as responsáveis pelos planos que o investidor pode adquirir no mercado via corretoras de valores e bancos ou via benefícios empresariais. a previdência pública a previdência social tem uma finalidade mais ampla do que a aposentadoria. ela foi criada para funcionar como uma rede de proteção e amparo aos trabalhadores e suas famílias ao longo de toda a sua trajetória profissional, não só após encerradas suas atividades no mercado de trabalho. por isso, a contribuição com o inss garante, além do direito à aposentadoria, benefícios como o salário-maternidade e o auxílio-doença. para fins de aposentadoria, ela pode ser por idade ou por tempo de contribuição, ou considerar condições especiais como invalidez. a previdência privada os planos de previdência privada são produtos financeiros focados em gerar receita para o futuro, o que na maioria das vezes representa a formação de aposentadoria, não contemplando outras fases da vida do trabalhador. são planos que o cidadão pode contratar para complementar a sua renda, sem que isso anule o benefício da previdência social. esses planos podem ser fechados ou abertos. planos fechados são conhecidos como fundos de pensão, benefícios concedidos por empresas para custear parte da aposentadoria de seus funcionários. já os planos abertos são as ofertas comercializadas no mercado. elas podem ser do tipo pgbl ou vgbl. pgbl e vgbl plano gerador de benefício livre (pgbl) e vida gerador de benefício livre (vgbl) são denominações para opções de previdência privada. indicado para quem faz a declaração completa do ir, o pgbl permite que seja deduzido do imposto aquilo que foi investido ao longo do ano em até 12% de sua renda bruta. ao retirar o dinheiro investido, é necessário pagar o imposto sobre o total retirado ou sobre a renda recebida. o vgbl é a alternativa para quem faz a declaração simplificada do ir e para pessoas isentas, pois não é possível abater aplicações realizadas durante o ano no imposto. o pagamento do tributo incide sobre o rendimento e não sobre o montante acumulado. um diferencial do vgbl está no fato de ser indicado para planejamento sucessório, que é o ato de escolher e registrar legalmente os herdeiros em vida. por que fazer um plano de previdência privada? o ministério da economia é o responsável por determinar o teto de pagamento das aposentadorias concedidas pelo inss, que atualmente é de r$ 5,8 mil. portanto, quem tem rendimentos acima desse valor, pode recorrer à previdência privada para manter seu poder aquisitivo, da mesma forma como servidores públicos que sabem que vão se aposentar sem receber o valor integral. por esse motivo a previdência privada é chamada de previdência complementar. aderindo aos planos de previdência privada, o investidor precisa contribuir periodicamente ao longo dos anos para acumular patrimônio e assim resgatar o dinheiro dentro de um prazo. quanto mais tempo o recurso permanecer aplicado, maiores tendem a ser os benefícios tributários para o investidor. isso faz com que a opção seja interessante também como alternativa à previdência social, pois de acordo com o total investido, ela pode render muito mais.  além disso, em um cenário de mudanças como o atual, com um possível novo modelo de previdência por vir, não convém contar apenas com a previdência social. o problema se agrava se levado em conta o fato de que a população brasileira está envelhecendo e, consequentemente, mais pessoas vão se aposentar. por isso, a previdência privada é apontada com uma solução bastante recomendada atualmente. fonte: em tempo
26/07/2019

Por que você deve começar a pensar na aposentadoria bem antes de ter tempo de trabalho ou idade para desfrutá-la

  nunca é cedo demais para começar a reserva financeira a fim de garantir renda extra no futuro entre as mudanças que fazem muita diferença na vida de uma pessoa, está a aposentadoria. parar de trabalhar pode ser uma realização, o momento de dedicar mais tempo ao lazer e à família, sem amarras de uma rotina laboral. para outros, pode ser um período de tédio, em que se descobre que ainda há pique (e, às vezes, necessidade) de prolongar o tempo de trabalho.  o avanço da reforma da previdência, com endurecimento das regras, deixa claro que o planejamento será cada vez mais essencial para uma velhice tranquila. afinal, a tendência é de que o tempo de trabalho para alcançar a aposentadoria se estique e não há garantias de que a remuneração crescerá na mesma proporção. por isso, é preciso ter um “plano de transição” para sair da fase produtiva e obter conforto na maturidade. ao se aproximar da aposentadoria, acima de tudo, será preciso planejar as contas: saber o quanto será recebido da previdência pública, quanto será a remuneração extra por investimentos ou previdência privada e prever aumento de gastos como plano de saúde. colocar todas as contas na ponta do lápis é um processo de educação financeira, essencial para esta fase da vida. maturidade é a fase para aproveitar as reservas feitas ao longo dos anos — a aposentadoria tem suas vantagens, pois a pessoa terá mais tempo para o lazer, como frequentar o cinema em dias de desconto, ir ao supermercado nas datas de promoção e comparar preços com mais calma — observa a educadora financeira camila bavaresco.  junior grilli, estrategista em planejamento financeiro, sugere uma visão otimista da vida à altura da aposentadoria, quando a pessoa poderá usufruir de um bom planejamento financeiro para uma velhice feliz.  — a chegada dos 60 é marcada pela sabedoria. quem manteve uma reserva de emergência desde a juventude e aprendeu a investir adequadamente seu dinheiro certamente vai entender que a vida começa na melhor idade, pois é a fase de usufruir todo o planejamento financeiro feito ao longo do tempo. a sugestão é usar parte do recurso para viagens e passeios, mas manter o dinheiro trabalhando por você — afirma grilli. há opções nas quais investir para a aposentadoria, desde os planos de previdência complementar até uma reserva particular mantida em bancos ou corretoras. isso significa colocar dinheiro em fundos de renda fixa, títulos do tesouro, certificados de depósitos bancários (cdbs), letras de crédito imobiliário (lcis) e do agronegócio (lcas) e até no mercado de ações, que podem gerar bons lucros no longo prazo.  — não há uma fórmula. cada investidor tem uma necessidade, um apetite ao risco e uma liquidez particular. a avaliação deste perfil é pilar de um bom e longínquo investimento — afirma rilton brum, diretor comercial da corretora elite investimentos. fonte: zero hora
26/07/2019

Acordo UE-Mercosul divide opiniões entre os dois lados do Atlântico

 acordo ue-mercosul divide opiniões entre os dois lados do atlântico, informou o site de notícias euractiv. a esse respeito, o presidente da cnseg, marcio coriolano, disse que: “há dois lados nessa aliança. o mercosul quer mais acesso a produtos agrícolas e a união europeia quer colocar mais produtos industriais no mercosul. trata-se de uma negociação complexa que envolve interesses econômicos e políticos, e, por conta disso, divide a opinião de diversos atores. com relação aos seguros, esse acordo comercial pode gerar resultados bastante positivos, principalmente para o seguro rural. o aquecimento do agronegócio, somado a novas demandas do mercado, podem incentivar a expansão e criação de produtos e modalidades de coberturas no ramo.” sobre a gfia a federação global de associações de seguros (gfia, na sigla em inglês) é uma associação sem fins lucrativos criada para representar as associações de seguros nacionais e regionais que atendam aos interesses gerais das empresas de seguro de vida, saúde, seguros gerais e resseguro. a instituição tem como objetivo fazer representações aos governos nacionais, reguladores internacionais e outros em nome do mercado segurador mundial. com 40 instituições associadas, entre elas a cnseg, a gfia representa cerca de 87% do total de produção de prêmio de seguros no mundo. semanalmente, a gfia distribui aos seus membros um boletim com um compilado de consultas, publicações e notícias com o objetivo de contribuir para um diálogo internacional sobre questões de interesse comum do mercado segurador. para mais informações sobre a gfia, acesse seu site institucional: www.gfiainsurance.org/en. propostas do regulador canadense para o resseguro traz mudanças drásticas e afetam o mercado: gfia (reinsurance news) propostas do escritório do superintendente de instituições financeiras do canadá (osfi) para restringir a contratação de resseguradoras estrangeiras são “drásticas” e criam um gap de capital de cerca de ca$ 21 bilhões a ca$ 30 bilhões de acordo com a gfia ... tecnologia mais da metade de todos os dados permanecem sem identificação e não classificados (digital insurance) em média, mais da metade de todos os dados dentro das organizações (52%) permanecem não classificados ou não identificados. isso indica que as empresas têm pouca ou nenhuma visibilidade sobre vastos volumes de dados potencialmente críticos para os negócios, criando um alvo maduro para os hackers. hiscox: a “ferrari” da segurança cibernética não funciona sem um bom motorista (insurance business magazine) o risco cibernético é uma ameaça real para empresas de todas as formas e tamanhos. a frequência e a severidade dos ataques cibernéticos estão aumentando, e a consciência do risco está crescendo de forma lenta, mas constante, em todo o mundo. multa gdpr: improvável de ser segurável (post actuarial) a mactavish se posicionou a respeito da multa de £$ 183mi imposta à british airways pelo gabinete do comissário de informação para a violação no ano passado de seus sistemas de segurança por hackers. volvo soluciona a charada da receita de veículos autônomos com a oferta de pacotes (reuters) a primeira negociação comercial de caminhões autônomos da ab volvo, fabricante de caminhões sueca, demonstram como a empresa está agregando serviços para gerar receitas a partir de uma tecnologia que está a anos de distância de uma implementação de larga escala ... i.a, advanced analytics e biometria tornam-se peças fundamentais antifraude (seguro digital) o uso de inteligência artificial para detecção de fraudes triplicará até 2021, e advanced analytics e biometria estão se tornando centrais para programas antifraude ... por que o modelo de apólice de seguro cibernético de lloyd está gerando problemas (insurance business magazine) estamos realmente na era cibernética, com computadores e tecnologia guiando quase tudo que fazemos ... o subscritor cibernético que virou corretor explica por que ele “mudou de lado” (insurance business magazine) conseguir uma vantagem competitiva no mercado hiperativo de seguros cibernéticos é um verdadeiro desafio ... crescimento do mercado cibernético é sustentado pelo resseguro: am best (reinsurance news) apesar da desaceleração em 2016 e 2017, o mercado de cyber insurance continuou a expandir em 2018, com volume de prêmios atingindo a marca histórica de superior a us$ 2 bilhões, e tuda essa operação é sustentada pelo setor de resseguro ... a introdução lenta do 5g dá tempo às seguradoras para se adaptarem à iot: moody's (notícias de resseguro) a implementação gradual das redes móveis 5g na europa dará às seguradoras mais tempo para se adaptarem à possível revolução nas aplicações da internet das coisas (iot) que poderia infligir no setor, de acordo com a moody's investors .... macroeconomia e resseguro os riscos relacionados à esg são cada vez mais importantes para as seguradoras e resseguradoras, diz moody's (reinsurance news) os potenciais impactos das mudanças climáticas, pressões sociais e questões de governança podem ter impacto sobre as seguradoras e resseguradoras, resultando em maior foco nas questões dos riscos esg entre reguladores, investidores ... acordo ue-mercosul divide opiniões entre os dois lados do atlântico (euractiv) dez dias atrás, a ue e o mercosul (argentina, brasil, paraguai e uruguai) assinaram um acordo de livre comércio que abrange um mercado de 780 milhões de consumidores. no entanto, opiniões divergentes de ambos os lados do atlântico continuam ... avaliando as preferências no comércio preferencial (voxeu.org) acordos preferenciais de comércio cobrem mais da metade do comércio mundial ... exclusivo: índia pretende levantar us$ 47 bilhões em vendas de participações em empresas estatais ao longo de cinco anos - fontes (reuters) o governo indiano tem planos de levantar até 3,25 trilhões de rúpias (us$ 47,4 bilhões) nos próximos cinco anos reduzindo suas participações em algumas grandes empresas estatais para 40%, disseram dois representantes do governo à reuters, no ... outros os 1% mais ricos podem ser bons para todos (bloomberg) a desigualdade entre os mais ricos e os demais se correlaciona com maior inovação. mas não podemos deixar o nível superior restrito a poucos ... fonte: cnseg
15/07/2019

Aspecir Previdência tem o maior rendimento em fundos de renda fixa nos últimos tempos

 a superintendência de seguros privados (susep), com objetivo de tornar o processo de decisão do consumidor (participante) mais eficiente com práticas transparentes e competitivas, passa a divulgar uma listagem com o desempenho dos fundos de investimento previdenciários.   considerando a performance ajustada ao risco, a ferramenta desenvolvida pela susep reúne no mesmo local a classificação de cada fundo por seguradora/entidade. a metodologia adotada foi debatida com a associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima) e com a federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi).   dentre os resultados, que seguem a classificação da anbima e estão segregados por períodos de observação de 12, 18 ou 24 meses, a aspecir previdência apresenta o fundo previdenciário de renda fixa mais rentável nos três períodos. seu desempenho apresenta rentabilidade de 21,39% em 12 meses; 24,06% em 18 meses e 30,88% em 24 meses. de posse do número do processo susep referente ao plano contratado, o consumidor pode consultar as bases técnicas do produto por meio do link //susep.gov.br/menu/servicos-ao-cidadao/calculo-vgbl, onde também estão disponíveis cálculos específicos para diferentes modalidades de renda. a relação divulgada pela susep não caracteriza sugestão de investimento e a autarquia não se responsabiliza por qualquer operação (portabilidade ou troca de produto) realizada com base nas informações. os dados são de livre interpretação do participante, conforme critérios e objetivos individuais, tendo em vista suas metas de aposentadoria e investimento. confira as informações: 12 meses 18 meses 24 meses   performance de fundos previdenciários de renda fixa período de 12 meses cnpj do fundo nome fantasia do fundo empresa grupo índice de performance1 rentabilidade acumulada dos últimos 12 meses2 cdi acumulado dos últimos 12 meses3  06.974.691/0001-00 aspecir prgp fi rf previdenciario aspecir previdência 1 0,348976946 21,39% 6,37%  25.340.953/0001-20 itau flexprev pre fixado ultra rf ficfi itaú vida e previdência s/a 1 0,312651097 16,50% 6,37%  25.340.940/0001-50 itau flexprev pre fixado rf ficfi itaú vida e previdência s/a 1 0,307457703 16,27% 6,37%  11.233.054/0001-13 brad h fc fi rf cred priv p/v plat ativo kirton vida  e previdência s.a. 1 0,349601232 14,16% 6,37%  11.233.054/0001-13 brad h fc fi rf cred priv p/v plat ativo bradesco vida e previdência s.a. 1 0,349601232 14,16% 6,37%               performance de fundos previdenciários de renda fixa período de 18 meses cnpj do fundo nome fantasia do fundo empresa grupo índice de performance1 rentabilidade acumulada dos últimos 18 meses2 cdi acumulado dos últimos 18 meses3  06.974.691/0001-00 aspecir prgp fi rf previdenciario aspecir previdência 1 0,235666785 24,26% 9,77%  25.340.953/0001-20 itau flexprev pre fixado ultra rf ficfi itaú vida e previdência s/a 1 0,184072958 21,23% 9,77%  25.340.940/0001-50 itau flexprev pre fixado rf ficfi itaú vida e previdência s/a 1 0,178714508 20,88% 9,77%  15.636.997/0001-48 itau flexpr corporate ima plus rf ficfi itaú vida e previdência s/a 1 0,192115561 16,68% 9,77%  11.233.054/0001-13 brad h fc fi rf cred priv p/v plat ativo kirton vida  e previdência s.a. 1 0,181767863 16,67% 9,77%               performance de fundos previdenciários de renda fixa período de 24 meses cnpj do fundo nome fantasia do fundo empresa grupo índice de performance1 rentabilidade acumulada dos últimos 24 meses2 cdi acumulado dos últimos 24 meses3  06.974.691/0001-00 aspecir prgp fi rf previdenciario aspecir previdência 1 0,192767400 30,88% 14,52%  25.340.953/0001-20 itau flexprev pre fixado ultra rf ficfi itaú vida e previdência s/a 1 0,183740093 28,77% 14,52%  25.340.940/0001-50 itau flexprev pre fixado rf ficfi itaú vida e previdência s/a 1 0,177822798 28,27% 14,52%  11.233.054/0001-13 brad h fc fi rf cred priv p/v plat ativo kirton vida  e previdência s.a. 1 0,169728349 23,36% 14,52%  11.233.054/0001-13 brad h fc fi rf cred priv p/v plat ativo bradesco vida e previdência s.a. 1 0,169728349 23,36% 14,52%  
15/07/2019

Arquivos de mídia no WhatsApp e Telegram podem não ser tão seguros

  pesquisadores da symantec afirmam que depois das mídias chegarem ao seu celular, hackers podem acessá-las embora sejam conhecidos por criptografar mensagens em trânsito, aplicativos como o whatsapp e o telegram podem nem sempre manter os arquivos seguros depois deles chegarem ao seu telefone. pesquisadores da symantec mostraram que hackers podem se aproveitar de um app malicioso para alterar sutilmente os arquivos enviados pelas plataformas de mensagem. isso acontece porque, por exemplo no android, você pode optar por salvar uma foto na galeria do celular. assim, você pode optar por salvá-la no armazenamento interno, acessível apenas pelo aplicativo, ou no externo, com a capacidade de ser amplamente acessada por outros aplicativos. o whatsapp, por padrão, armazena mídia no armazenamento externo, e o telegram faz isso quando o recurso "salvar na galeria" do aplicativo está ativado. por essa razão, aplicativos maliciosos que atacam o armazenamento externo podem conseguir acesso às mídias do whastapp ou do telegram. portanto, se um usuário fizer o download de um app malicioso, por exemplo, e receber uma foto no whatsapp, um hacker poderia manipular a imagem sem que o destinatário perceba. um hacker poderia, teoricamente, alterar também uma mensagem multimídia que está sendo enviada. os pesquisadores chamam o ataque de "media file jacking". de muitas maneiras, é um problema conhecido, que resulta da necessidade de equilibrar privacidade e acessibilidade nos aplicativos de mensagens no android. ao usar o armazenamento externo, que é amplamente usado, os aplicativos são mais compatíveis uns com os outros, permitindo que imagens e outros dados sejam movidos com mais liberdade. mas a praticidade vem com o preço caro de estar sujeito a ataques. um porta-voz do whatsapp disse que mudar seu sistema de armazenamento limitaria a capacidade do serviço de compartilhar arquivos de mídia e até mesmo introduzir novos problemas de privacidade. "o whatsapp segue as práticas atualmente recomendadas pelos sistemas operacionais para armazenamento de mídia e espera fornecer melhorias de acordo com o desenvolvimento contínuo do android". o telegram não comentou sobre o assunto. mas, vale lembrar que além de serem aplicativos de mensagens, o whatsapp e o telegram prometem privacidade e segurança dos dados. "no entanto, como mencionamos no passado, nenhum código está imune a vulnerabilidades de segurança", disseram os pesquisadores. fonte: olhar digital

Planejamento da aposentadoria: muito além da reforma


08/02/2019
Com a intensificação do debate em torno da reforma da Previdência Social, as incertezas ainda são muitas e informações se mostram desencontradas. Um ponto é certo, essa reforma é imprescindível e quanto mais tempo for postergada, mais draconiana será.

Para os que questionam essa necessidade, é importante reforçar que não é fruto de um modelo de governo liberal, como o atual. O tema já é debatido há muito tempo, sendo que foi posta em pauta pelo governo do PT e no de transição do MDB.

Assim, o fato não é se haverá a reforma, mas, sim, como será essa reforma. O modelo previdenciário brasileiro se mostra insustentável e se não houver mudanças a situação poderá ser ainda pior para as futuras gerações.
O que muitos se esquecem é que, independentemente do que aconteça nos próximos meses, o mais importante é pensar no plano B, ou seja, uma previdência privada, uma vez que essa quantia, que já se mostra insuficiente hoje, provavelmente ficará menor ainda com todas as mudanças previstas.

Se organizar e poupar dinheiro para garantir um futuro mais sustentável financeiramente é uma preocupação de poucos, onde os olhares ficam voltados apenas para o aumento de renda atual e é por isso que a educação financeira vem de encontro a esse movimento, para que não importando a idade sempre há tempo para se planejar.

Além da expectativa de vida do brasileiro ter aumentado, com a reforma a aposentadoria integral pode ficar mais difícil de ser alcançada, portanto é um claro sinal de que os trabalhadores irão se aposentar cada vez mais tarde. Não quero entrar no mérito se a reforma é boa ou não, mas sim auxiliar os trabalhadores para que possam agir da melhor forma diante das mudanças e prevenir o desequilíbrio das finanças no futuro.
Pensando de forma prática, a primeira medida a ser tomada é pensar em qual padrão de vida pretende ter após a aposentadoria, ou seja, ter um número do quanto pretende ganhar mensalmente para não depender da ajuda de parentes ou terceiros, algo muito comum de acontecer com milhões de aposentados.

Para que esse objetivo seja alcançado, a quantia guardada deve ser o dobro do valor que deseja receber, utilizando 50% para viver da forma que planejou e os outros 50% deixar reservado para potencializar os ganhos com juros mensais.

Veja a educação financeira como o único caminho para desfrutar de uma aposentadoria mais saudável financeiramente, algo que pode parecer difícil atualmente, mas que é perfeitamente possível se ser alcançado, já que estamos falando da mudança de hábitos e comportamentos e que podem começar hoje mesmo, deixando um pouco de lado essa grande preocupação com o que será feito pelo governo atual e muito provavelmente dos próximos.

Fonte: *Reinaldo Domingos, PHD em educação financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira e autor de Terapia Financeira, de Mesada não é só dinheiro e da primeira Coleção Didática de Educação Financeira do Brasil

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