04/12/2018

Fintechs e mudanças nos serviços financeiros

 quando você usa o paypal, o apple pay, o google wallet ou simplesmente seu cartão de crédito para fazer uma compra online, você, o consumidor, o varejista de comércio eletrônico e os bancos por trás da troca de dinheiro estão usando as chamadas fintechs. de modo geral, fintech (tecnologia financeira) é onde a tecnologia é aplicada em serviços financeiros ou usada para ajudar as empresas a gerenciar os aspectos financeiros de seus negócios, incluindo novos softwares e aplicativos, processos e modelos de negócios. nos últimos anos, as fintechs passaram a ser conhecidas como a base para o processamento de transações pela internet, via serviços a computação em nuvem, tecnologia que virtualiza os dados enviados online. mas esse tipo de serviço não é novo. as fintechs estão por aí praticamente há um bom tempo, mas somente após a crise mundial de 2008 que elas evoluíram para interromper e reformular a forma como o cidadão comum lida com seu dinheiro, faz pagamentos, investimentos, entre outros. até mesmo o dinheiro em si foi virtualizado com o advento das fintechs — você já ouviu falar do bitcoin, certo?
04/12/2018

Mudanças nos serviços financeiros

 em apenas alguns anos, as fintechs definiram a direção, a forma e o ritmo das mudanças em quase todos os subsetores de serviços financeiros. os consumidores agora esperam integração digital sem interrupções, aprovações de empréstimos rápidos e pagamentos gratuitos de pessoa para pessoa — todas as inovações que as fintechs ajudaram a popularizar. um estudo da consultoria de tecnologia deloitte avaliou as forças que estão trazendo essas mudanças ao mercado. o relatório apontou os movimentos que já estão tomando forma e influenciando a maneira como o consumidor comum recebe e gasta seu dinheiro, sendo eles: 1. o crescimento das compras pela internet, que está se expandindo rapidamente em detrimento das compras feitas em lojas físicas, levando ao domínio de soluções online e sem papel para transações. 2. um equilíbrio de poder que muda de bancos e outros serviços financeiros para aqueles que pensam na experiência do cliente. os bancos estão eliminando os serviços presenciais e procurando a fintech e as grandes empresas de tecnologia para criar novas maneiras de envolver os consumidores. 3. novas plataformas que coletam dados para criar uma visão completa de mercado e usar análises para descobrir tendências. 4. produtos de seguros, que estão se tornando mais adequados para clientes que, por sua vez, estão exigindo cobertura para locais específicos, usos e prazos. isso está levando as seguradoras a coletar e analisar dados adicionais sobre seus clientes. 5. inteligência artificial, que agora desempenha um papel na diferenciação de produtos de serviços financeiros, uma vez que substitui atividades humanas complexas. 6. melhoria do processo de solicitação de empréstimos e financiamentos, com avaliação dos perfis financeiros e risco de crédito totalmente online. o empréstimo pessoal online no caso do acesso ao crédito, as fintechs democratizaram os pedidos de empréstimo, que antes ficavam restritos às burocracias dos bancos tradicionais. empresas como a fintech moneyman passaram a oferecer empréstimos totalmente online, onde o solicitante pode fazer seu pedido sem sair de casa. o crédito pessoal no moneyman é oferecido em até 12 parcelas e pode ser solicitado mesmo por quem não tem comprovante de renda.
04/12/2018

Mercado aposta que investidores vão passar a aplicar mais na aposentadoria

 aumento da concorrência entre bancos e segurados tem favorecido redução de taxas da previdência privada o aumento da concorrência entre bancos e seguradoras tem favorecido a redução de taxas da previdência privada. os bancos itaú, santander, bradesco seguros e brasilprev (do bb) zeraram as taxas de carregamento de todos os planos neste semestre. a caixa seguradora iniciou o movimento e zerou as taxas de entrada nos planos em 2012. o mercado aposta que a reforma da previdência fará o investidor olhar para a aposentadoria complementar. essa taxa funciona como uma espécie de pedágio que o investidor paga cada vez que coloca mais dinheiro no fundo. se o fundo tiver uma taxa de 2%, a cada r$ 100 investidos, r$ 2 ficam com a instituição financeira, por exemplo. a notícia animou ainda mais o empresário fábio lúcio costa, 52 anos, que pensou na tranquilidade para o futuro na hora de contratar um plano de previdência privada. “entendendo que a minha renda atual pode, sim, cair se eu pensar só na aposentadoria social, então fiz um plano de previdência complementar no sentido de que eu possa ter tranquilidade de uma renda garantida no futuro”, declara o empresário dono de uma corretora de seguros em belém, no pará. e, se de fato, filhinho de peixe, peixinho é, costa levou essa máxima para casa e não deixou de fora as duas filhas de 15 anos, que desde os quatro já contribuem para a aposentadoria privada. “o ideal seria, para o brasil, ter a cultura do seguro, da aposentadoria privada. em países desenvolvidos esse seguro tem início ainda quando criança, dois ou três anos de idade, para que no futuro ela tenha um bom rendimento quando se aposentar”, pontua. eventual necessidade além de pensar no futuro das filhas, o empresário paraense explica que, se houver necessidade poderá utilizar a reserva financeira para bancar a faculdade das filhas. “pois o plano de previdência além de ser uma aposentadoria é uma espécie de poupança programada.”, justifica. nos casos de resgate antecipado de planos de previdência, fábio alerta para os juros decorrentes da transação. na opinião dele se for o pgbl (plano garantidor de benefício livre) ao resgatar se paga o imposto sobre o valor total capitalizado. “se for vgbl (vida gerador de benefício livre), quando se tomar a decisão de resgate se paga imposto apenas sobre o rendimento”, indica. sandro bonfim, superintendente de produtos da brasilprev, diz que o movimento de zerar taxas é resultado do avanço do mercado. "quando o mercado ganha escala e cresce, aumenta a competição e ele começa a ter preços cada vez menores." jorge pohlmann nasser, diretor-presidente da bradesco vida e previdência, diz que as taxas de carregamento eram usadas como instrumento para pagamento de comissão pela venda da previdência privada.
04/12/2018

Previdência privada deve crescer em 2019

 as incertezas eleitorais e um cenário desfavorável para investimentos fizeram com que o setor de previdência privada se mantivesse morno durante o ano. no entanto, com a possível reforma da previdência social e a retomada do crescimento, o segmento está com uma expectativa positivo de avanço para 2019. segundo levantamento, até outubro, a diferença entre depósitos e resgates estava positiva em r$ 28,5 bilhões. o número representa uma queda de 35,87% em relação ao mesmo período de 2017. para o vice-presidente da associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima), carlos andré, a desaceleração em ano eleitoral não surpreendeu. “vimos uma antecipação de discussões dos cenários eleitorais. era um comportamento esperado para o segundo semestre do ano, mas já vimos o fenômeno a partir de maio”, complementa. ainda que o cenário tenha sido estável, o período não registrou saída de participantes dos planos de previdência aberta. no entanto, muitos decidiram resgatar o dinheiro dos planos. fonte: comunicação sincor-sp
04/12/2018

"Uma reforma previdenciária que acabe com os privilégios “

 "em outras oportunidades, já abordei aqui a reforma da previdência. todos estão convencidos da necessidade de realizar…", continue lendo em: https://www.folhaextra.com/noticia/uma-reforma-previdenciaria-que-acabe-com-os-privilegios
05/11/2018

TR não deve ser aplicada na correção de benefício complementar, decide Segunda Seção

 a segunda seção do superior tribunal de justiça (stj) decidiu que o índice de correção monetária a ser aplicado a benefício complementar pago por entidade aberta de previdência privada deve ser estipulado pelos órgãos do sistema nacional de seguros privados. para o colegiado, os índices de correção devem ser adotados na seguinte ordem: ortn, otn, ipc, btn, tr e índice geral de preços de ampla publicidade, conforme a época em que vigoraram os planos, inclusive com a substituição da taxa referencial (tr) pelo ipca a partir de 5/9/1996. a decisão foi tomada por unanimidade em embargos de divergência apresentados por beneficiário de plano de previdência privada. o embargante alegou divergência jurisprudencial entre decisões da terceira e quarta turmas do stj quanto à possibilidade de utilização da tr na correção de benefício de renda mensal de plano de previdência privada aberta. o autor da ação pediu que prevalecesse a tese firmada pela terceira turma, de que deve ser afastada a aplicação da tr na correção monetária do benefício previdenciário complementar a partir de setembro de 1996, e adotado o inpc ou o ipca-e, conforme normativos do conselho nacional de seguros privados (cnsp) e da superintendência de seguros privados (susep). o relator dos embargos, ministro villas bôas cueva, destacou haver dois recursos especiais repetitivos pendentes de julgamento no stj com questões similares (tema 977). porém, disse ele, a matéria deveria ser apreciada primeiro pela seção nos embargos de divergência, “pois é recomendável a uniformização da jurisprudência antes de ser cristalizado qualquer entendimento no feito representativo de controvérsia”. tr villas bôas cueva explicou que a tr não é índice de correção monetária, pois, refletindo as variações do custo primário da captação dos depósitos a prazo fixo, não constitui fator que reflita a variação do poder aquisitivo da moeda. o relator citou precedentes do supremo tribunal federal (stf) indicando a impossibilidade de imposição da tr como índice de correção monetária, uma vez que a taxa não é capaz de mensurar o fenômeno inflacionário, pois sua fórmula de cálculo é desvinculada da variação de preços da economia. o ministro mencionou também a súmula 295 do stj (“a taxa referencial é indexador válido para contratos posteriores à lei 8.177/91, desde que pactuada”), porém, conforme observou, nos precedentes que deram origem àquele enunciado, a tr não era utilizada isoladamente, mas, sim, em conjunto com juros bancários ou remuneratórios. dessa forma, de acordo com villas bôas cueva, “se a complementação de aposentadoria, de natureza periódica e alimentar, for corrigida unicamente pela tr, acarretará substanciais prejuízos ao assistido, que perderá gradualmente o seu poder aquisitivo com a corrosão da moeda, dando azo ao desequilíbrio contratual”. correção para o relator, os próprios órgãos reguladores do setor, atentos ao problema, reconheceram a tr como fator inadequado de correção monetária nos contratos de previdência privada aberta, editando várias orientações para a repactuação dos contratos, com o objetivo de substituí-la por um índice geral de preços de ampla publicidade. “com a vedação legal da utilização do salário mínimo como fator de correção monetária para os benefícios da previdência privada (leis 6.205/75 e 6.423/77) e o advento da lei 6.435/77 (artigo 22), devem ser aplicados os índices de atualização estipulados, ao longo dos anos, pelos órgãos do sistema nacional de seguros privados, sobretudo para os contratos de previdência privada aberta: na ordem, ortn, otn, ipc, btn, tr e índice geral de preços de ampla publicidade”, explicou. direito adquirido o ministro afirmou que o participante do plano tem direito adquirido ao benefício previdenciário complementar e à efetiva atualização monetária de seu valor. porém, o direito adquirido não se estende a determinado índice de correção. dessa forma, é possível a substituição dos índices. “a substituição de um indexador por outro é possível desde que idôneo para medir a inflação, recompondo a obrigação contratada. não pode incidir, dessa forma, índice aleatório, que privilegie, por um lado, a entidade de previdência privada ou, por outro, o participante”, frisou. custeio villas bôas cueva citou ainda diversos julgados do stj no sentido de que a eventual ausência de fonte de custeio para suportar o pagamento das diferenças de correção monetária não tem força para afastar o direito do assistido. segundo os precedentes, a entidade de previdência privada tem a responsabilidade de prever a formação, a contribuição e os devidos descontos de seus beneficiários, de forma que a própria legislação estabeleceu mecanismos para que o ente previdenciário supere possíveis déficits e recomponha a reserva garantidora. “não prospera, portanto, a alegação da entidade aberta de previdência privada ventilada em contrarrazões no sentido de que a tr deve ser aplicada sem limite temporal para os contratos firmados em data anterior a 1º/1/1997, ao passo que somente para aqueles pactuados em data posterior é que incidiria algum dos índices gerais de preço de ampla publicidade”, afirmou. ao acolher os embargos, villas bôas cueva destacou que deve prevalecer a tese firmada pelo acórdão paradigma proferido pela terceira turma, visto que a tr não pode ser utilizada como fator de correção dos benefícios da previdência privada após o reconhecimento de sua inidoneidade pelos órgãos governamentais competentes, devendo, em seu lugar, ser adotado algum índice geral de preços de ampla publicidade, que será o ipca, a partir de 5/9/1996, na ausência de repactuação. leia o acórdão.
05/11/2018

Combate ao mercado marginal une entidades estaduais e federais

 conforme guacir de llano bueno, empresas ludibriam o consumidor /claiton dornelles /jc. a preocupação em combater o mercado paralelo de seguros é uma das missões das entidades de classe e das seguradoras. o crescimento e fortalecimento de associações e cooperativas, cujas atividades incluem a comercialização de produtos que prometem se assemelhar às coberturas prometidas pelas seguradoras, porém com um preço bem abaixo do mercado, vem sendo combatido pelo sindicato das seguradoras do rio grande do sul (sindseg-rs) juntamente com a superintendência de seguros privados (susep). neste mês, a susep passou a divulgar através de seu site uma lista com as empresas, tanto nacionais quanto estrangeiras, que foram identificadas e multadas por não possuírem autorização da superintendência para atuar na venda desses produtos. além da proteção veicular, de maior procura pelos interessados – estima-se que dois milhões de brasileiros optem por essa modalidade – foram identificadas atividades no ramo de seguro de vida, auxílio-funeral, dentre outros. para o presidente do sindseg-rs, guacir de llano bueno, quem opta por sair do mercado tradicional pode ter uma dor de cabeça na hora de requerer a indenização, por conta da falta de capital dessas empresas para honrar compromissos, ou até mesmo com o sumiço dos administradores, deixando à deriva os sinistrados. “a susep cobra das empresas reguladas uma série de exigências impostas a partir de estudos, para controle de riscos e fraudes. o que as empresas à margem fazem é algo rudimentar”, afirma bueno. o líder da entidade gaúcha percebe que as vendas são feitas como se seguros fossem, “a fim de ludibriar os consumidores” e, por consequência, geram prejuízo de credibilidade para as empresas autorizadas, pois, segundo o presidente, quando esses clientes sofrem com prejuízos não percebem que se tratam de empresas sem a devida autorização. “na hora do sinistro, esses administradores não honram com seus compromissos, ou os fazem pela metade, e a maledicência, desconfiança, recai sobre o mercado inteiro”, explica. a entrada de mais consumidores no mercado segurador regulamentado geraria alguns efeitos positivos, na visão de bueno. o primeiro deles é a redução dos valores, uma vez que quanto maior o número de segurados contribuintes, maior será o caixa da empresa e, por conseguinte, haverá maior condição de honrar com as indenizações. o outro ponto é garantir totalmente a seguridade do cliente e apresentar um produto no qual estará certo que, se precisar, terá a cobertura integral. para isso, o sindseg-rs trabalha na divulgação das empresas não regulamentadas e as denuncia para a susep, a fim de que ela tome medidas cabíveis junto ao ministério público. fonte: jornal do comércio
05/11/2018

Seguro pode ser alavanca para infraestrutura no novo governo

 cnseg sugeriu ao novo presidente elevar o seguro garantia nas grandes obras. o estado de s. paulo destaca que o mercado de seguros, com r$ 1,2 trilhão em ativos, pode servir de alavanca para deslanchar o setor de infraestrutura no novo governo, após o impacto da crise político econômica que parou o país. a defesa é do presidente do sindicato dos corretores de seguros do estado de são paulo (sincor-sp), boris ber, em carta ao mercado e que será divulgada hoje, dia 31. por meio da confederação nacional das seguradoras (cnseg), o setor de seguros entregou 22 propostas ao candidato eleito jair bolsonaro (psl), entre as quais a de elevar o seguro garantia nas grandes obras. fonte: folha de s. paulo via sindseg sp
05/11/2018

Seguradoras pressionadas com nova abordagem das normas IFRS

 grandes seguradoras globais iniciaram os preparativos para a ifrs 17 e a ifrs 9, mas as pequenas ainda estão atrasadas. confira os detalhes. internacional – as grandes seguradoras globais iniciaram os preparativos para a ifrs 17 (que diz respeito aos contratos de seguros e que passa a vigorar em 1⁰ de janeiro de 2021) e a ifrs 9 (norma sobre instrumentos financeiros que deverá ser adotada em conjunto para a maior parte das empresas seguradoras), mas as pequenas ainda estão atrasadas, de acordo com um novo relatório “participando para vencer”, da kpmg internacional. 67% das grandes seguradoras pesquisadas estão na fase de concepção de projeto ou implementação da ifrs 17 e 64% estão em posição semelhante com relação à ifrs 9. em comparação, entre as pequenas seguradoras, somente 10% e 25% iniciaram a concepção de projeto ou a implementação da ifrs 17 e da ifrs9, respectivamente. segundo o estudo, mesmo diante do progresso de muitas seguradoras, ainda há obstáculos para tornar a ifrs 17 e a ifrs 9 operacionais: 90% delas afirmaram que esperam dificuldades para garantir um número suficiente de pessoas fazer o trabalho e metade delas está preocupada com o orçamento. “as organizações globais que estão mais adiantadas com os projetos são as que mais sentem a pressão do tempo. quanto mais fazem, mais percebem como a implementação das novas normas é desafiadora. as pequenas seguradoras, que fizeram um mínimo de preparativos, precisam se engajar urgentemente nessa tarefa. já aqui no brasil, espera-se que o ifrs 9 seja obrigatório para seguradoras que não estão ligadas a banco somente quando o ifrs17 entrar, e sobre esse último, as entidades ainda não possuem prazo regulamentar”, afirma o sócio da kpmg no brasil, lúcio anacleto. pessoal e treinamento são necessidades críticas ainda de acordo com a pesquisa, 45% das grandes seguradoras no mundo já têm equipes com 50 ou mais integrantes e metade delas já recrutou até 25 pessoas. o levantamento mostrou ainda que o treinamento é uma necessidade crítica e que até agora a maioria das seguradoras só capacitou os membros das equipes de implementação. a maioria das grandes seguradoras pesquisadas, 97%, vê a implementação nas novas normas ifrs como uma oportunidade de transformar os negócios, com foco na otimização do processo (77%), aperfeiçoamento do processo atuarial (65%) e modernização do sistema (58%). “os custos da implementação da ifrs 17 e da ifrs 9 são significativos, mas a pesquisa demonstra que as oportunidades apresentadas são ainda maiores. com as novas normas, as seguradoras passaram a ver as estratégias e processo financeiro e atuarial de novo ângulo. a transição pode ser um catalisador da inovação e do desenvolvimento dos talentos dos seus líderes emergentes”, analisa. desafios operacionais o levantamento identificou também que os novos desafios operacionais ficam claros à medida em que os preparativos avançam: somente 7% das seguradoras pesquisadas acreditam que estarão prontas a tempo para os dois anos da execução paralela; mais da metade (56%) prevê somente um ano de execução paralela antes de se firmarem. “em última instância, é um ponto crítico para as seguradoras a atenção à evolução das questões de interpretação para que os impactos sobre as demonstrações financeiras sejam bem entendidos e que haja um diálogo com os investidores sobre as mudanças que podem esperar”, acrescentou. a pesquisa o relatório “participando para vencer” (do original em inglês, in it to win it: feedback from insurers on the journey ifrs17 and 9 implementation one year in) fez uma abordagem da implementação da ifrs 17 e da ifrs 9, realizada com base em uma pesquisa com 160 executivos de seguradoras de mais de 30 países. a maior porcentagem de empresas (37%) é composta, 19% são seguradoras de ativos e responsabilidade civil, sendo 7%, resseguradoras. são consideradas grandes seguradoras as que tiveram prêmios superiores a us$ 10 bilhões e pequenas as que tiveram prêmios abaixo de us$ 1 bilhão. fonte: l.s. revista apólice

Planejamento da aposentadoria: muito além da reforma


08/02/2019
Com a intensificação do debate em torno da reforma da Previdência Social, as incertezas ainda são muitas e informações se mostram desencontradas. Um ponto é certo, essa reforma é imprescindível e quanto mais tempo for postergada, mais draconiana será.

Para os que questionam essa necessidade, é importante reforçar que não é fruto de um modelo de governo liberal, como o atual. O tema já é debatido há muito tempo, sendo que foi posta em pauta pelo governo do PT e no de transição do MDB.

Assim, o fato não é se haverá a reforma, mas, sim, como será essa reforma. O modelo previdenciário brasileiro se mostra insustentável e se não houver mudanças a situação poderá ser ainda pior para as futuras gerações.
O que muitos se esquecem é que, independentemente do que aconteça nos próximos meses, o mais importante é pensar no plano B, ou seja, uma previdência privada, uma vez que essa quantia, que já se mostra insuficiente hoje, provavelmente ficará menor ainda com todas as mudanças previstas.

Se organizar e poupar dinheiro para garantir um futuro mais sustentável financeiramente é uma preocupação de poucos, onde os olhares ficam voltados apenas para o aumento de renda atual e é por isso que a educação financeira vem de encontro a esse movimento, para que não importando a idade sempre há tempo para se planejar.

Além da expectativa de vida do brasileiro ter aumentado, com a reforma a aposentadoria integral pode ficar mais difícil de ser alcançada, portanto é um claro sinal de que os trabalhadores irão se aposentar cada vez mais tarde. Não quero entrar no mérito se a reforma é boa ou não, mas sim auxiliar os trabalhadores para que possam agir da melhor forma diante das mudanças e prevenir o desequilíbrio das finanças no futuro.
Pensando de forma prática, a primeira medida a ser tomada é pensar em qual padrão de vida pretende ter após a aposentadoria, ou seja, ter um número do quanto pretende ganhar mensalmente para não depender da ajuda de parentes ou terceiros, algo muito comum de acontecer com milhões de aposentados.

Para que esse objetivo seja alcançado, a quantia guardada deve ser o dobro do valor que deseja receber, utilizando 50% para viver da forma que planejou e os outros 50% deixar reservado para potencializar os ganhos com juros mensais.

Veja a educação financeira como o único caminho para desfrutar de uma aposentadoria mais saudável financeiramente, algo que pode parecer difícil atualmente, mas que é perfeitamente possível se ser alcançado, já que estamos falando da mudança de hábitos e comportamentos e que podem começar hoje mesmo, deixando um pouco de lado essa grande preocupação com o que será feito pelo governo atual e muito provavelmente dos próximos.

Fonte: *Reinaldo Domingos, PHD em educação financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira e autor de Terapia Financeira, de Mesada não é só dinheiro e da primeira Coleção Didática de Educação Financeira do Brasil

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