08/08/2018

Susep está pronta para regular os avanços tecnológicos do mercado

 joaquim mendanha afirmou que a autarquia está pronta para regular as questões que virão a partir da atuação das insurtechs, e que a atuação será pró-ativa insurtech e inovação – o superintendente da susep, joaquim mendanha, disse em sua palestra no cqcs insurtech e inovação que a superintendência já tem uma agenda junto às comissões de inovação para trabalhar de forma atenta aos avanços da tecnologia do setor de seguros. esta área será como outras já trabalhadas, como o mercado marginal, capitalização, resseguros, entre outros. “a susep está fazendo a sua parte dentro de suas estruturas. o grande desafio é buscar o ponto de equilíbrio, porque não se pode comparar um produto de seguros com outros produtos. nós vendemos confiança e proteção e, por isso, os cuidados devem ser maiores”. ele disse que o setor de tecnologia em seguros não poderá agir como um uber, que chega, atua e depois é regulado. segundo o superintendente, a susep está adiantada em termos de inovação. “precisamos de calma, porque tratamos de um mercado regulado e que lida com a vida dos segurados”. o mercado deve ser disruptivo, mas isso não acontece de forma abrupta, nem o tempo todo. “e o mais importante”, destacou mendanha, “é que as pessoas compram promessas, por isso as reservas das empresas precisam ser garantidas, com custos melhores para os produtos e maior transparência no relacionamento”. ele lembrou que, em um país de dimensões continentais, 86% da distribuição está nas mãos dos corretores de seguros, que fazem um bom trabalho e que precisam incorporar a inovação para ampliar seu acesso aos clientes. “mas quem vai decidir o canal pelo qual comprar será o consumidor”, pontuou. fonte: revista apólice por kelly lubiato
08/08/2018

Região Sul traz muita força para o mercado brasileiro de seguros 1181

  afirmação é do presidente do sincor-rs, ricardo pansera o mercado de seguros da região sul conquistou um encontro a altura de sua produtividade. a volta do congresso sul brasileiro dos corretores de seguros (brasesul) foi um sucesso, em florianópolis (sc). resultado da união das entidades sindicais da região, o evento marca a consolidação da regionalização dos eventos do setor em nível nacional. o presidente do sincor-rs, ricardo pansera, destaca a força do sul para a indústria securitária. “o rio grande do sul, por exemplo, ocupa a terceira posição no ranking de comercialização de seguros no brasil, excluindo dpvat e vgbl (não comercializados pelo corretor de seguros). apesar de serem apenas três estados, a região sul representa praticamente 20% da produção nacional do setor”. pansera demonstra orgulho ao participar do movimento que marca o retorno de um evento como o brasesul. “nos anos 1990 já havíamos participado do congresso sul brasileiro. atendendo aos apelos dos profissionais diante das seguradoras, esse evento deve trazer mais representatividade e força à categoria. outras regiões como norte e nordeste também seguem este caminho”, afirma. “isso é fundamental para demonstrar a importância do seguro para a sociedade”, finaliza. fonte: jrs por william anthony  
08/08/2018

Seguradoras acreditam que insurtechs podem auxiliar na expansão do mercado de seguros

 em painel realizado na última quinta-feira (02.08) durante o cqcs insurtech & inovação, diretores da hdi, bradesco e tokio marine seguradora debateram sobre “o que as seguradoras esperam das insurtechs”. os representantes dessas companhias apontaram para alguns papéis que as insurtechs poderão desempenhar na área de seguros, durante o workshop “acelerando o futuro”. o diretor executivo de operações, sinistros e tecnologia da tokio marine, adilson lavrador, começou sua apresentação mostrando alguns números do mercado de seguros, como a estimativa de que somente 31% de toda a frota circulante de veículos do país possui algum tipo de cobertura e que apenas 19% da população brasileira tem seguro de vida. "com esses números, a gente consegue ver o tamanho do potencial do mercado", afirmou. como há espaço para crescimento, lavrador acredita que as insurtechs não são uma ameaça para as seguradoras e para as corretoras. “tem espaço para todo mundo", disse o diretor da tokio marine. para ele, o mercado segurador espera que as insurtechs venham a acrescentar e ajudar as seguradoras, melhorando o relacionamento com clientes e corretores, e contribuindo para explorar o potencial do mercado brasileiro. lavrador também crê que as startups podem ajudar as seguradoras a aumentar a cultura do seguro no país, com criação de produtos novos. "ajudem as seguradoras a se mexerem", afirmou. leonardo freitas, diretor executivo da bradesco seguros, apontou que foram mapeadas 78 insurtechs atuando no brasil, em diversos pontos da cadeia do mercado de seguros, e que, no mundo já foram investidos mais de us$ 19 bilhões nessas empresas. "existe hoje uma gôndola enorme de oportunidades para as insurtechs trabalharem", afirmou freitas. para ele, um dos pontos que podem ser trabalhados pelas startups é a questão da burocracia, já que este fator é um dos principais impeditivos para a expansão do mercado de seguros. freitas também disse que espera que as insurtechs tragam soluções com modelos sustentáveis, sofisticação nos modelos de precificação, novas oportunidades para explorar o mercado e inovações de seguros mais personalizados. "agora, o cliente é quem dita o mercado", ressaltou. "quando olhamos para os novos modelos de negócios, eles trouxeram uma proposta de valor tangível, e acho que é esse o nosso desafio para a nossa indústria", concluiu o diretor do bradesco. já vagner guzella, cfo da hdi seguros, apontou que, na última década, diversas indústrias foram transformadas pela digitalização e que não será diferente com as seguradoras. “não seremos os primeiros, mas não seremos os últimos", afirmou. guzella também crê que há espaço para as insurtechs e que elas poderão permitir uma redefinição da proposta de valor para os clientes. para ele, um dos fatores fundamentais é olhar para demanda do consumidor, que hoje está mais exigente e quer mais transparência, eficiência, soluções e modelos de precificação. “você tem que saber como trabalhar, adaptar e ajudar a ter sinergia com seu modelo de negócios”, apontou o representante da hdi. “é preciso pensar em como conseguir unir a cadeia de valor de uma seguradora de ponta-a-ponta com tudo o que está acontecendo no mercado”. de acordo com ele, as seguradoras procuram empresas que venham a ser parceiras para auxiliar o mercado de seguros. “apesar de as insurtechs ainda estarem em um momento incipiente no brasil, o fato é que o mercado está mudando, e a velocidade desta mudança depende muito de como as seguradoras conseguem tirar proveito de toda esse ecossistema”,
06/08/2018

Procura por previdência privada em Minas tem alta de 11%

 pesquisa realizada pelo instituto de longevidade mongeral aegon constatou que 58% dos brasileiros estão pessimistas em relação à aposentadoria. do total, 52% acreditam que os futuros aposentados terão condições piores que os atuais. a instituição foi criada pela mongeral aegon seguros e previdência s.a. para discutir os impactos sociais e econômicos do aumento da expectativa de vida no brasil. no mercado nacional, apenas 21% têm um plano formal de aposentadoria. mas esse número está crescendo. em minas gerais, a procura por seguros de vida e de previdência aumentou 11% no primeiro semestre deste ano, no comparativo com o mesmo período de 2017, como afirmou o superintendente comercial da seguradora, ronaldo gama.  “hoje, as pessoas estão pensando na vida como um todo e não apenas no futuro. essa mudança de perfil deve-se à constatação de que a previdência não é apenas aposentadoria, mas pensão por morte ou invalidez e, ainda, auxílio doença. assim, cabe um seguro de vida para todas as etapas da vida da pessoa que, para chegar à aposentadoria, terá que enfrentar muitos desafios e riscos”, explicou . perfil o executivo disse, ainda, que um plano de previdência pode dar origem a uma conta investimento no nome do cliente, com taxas que variam entre 0,7% e 2%. “o cliente vai combinar com o investimento mais adequado ao seu perfil, o que será controlado para compensar a taxa paga na entrada e garantir o crescimento da reserva”, apontou. da mesma forma, a seguradora trabalha para adequar o aporte ao bolso dos clientes, com parcelas mensais a partir de r$ 50. segundo a pesquisa do instituto de longevidade mongeral aegon, 48% dos entrevistados acreditam que a renda será proveniente das receitas pagas pelo governo, por meio da seguridade social. no entanto, 75% entendem que precisarão da renda atual na aposentadoria, o que demanda um planejamento antecipado, como ressaltou ronaldo gama.  “se no ano 2000, havia 8,4 trabalhadores brasileiros para financiar cada aposentado, em 2030, serão apenas quatro e, em 2060, dois por um. o diferencial da previdência privada é que a pessoa contribui para ela mesma e não para a coletividade”, enfatizou. acesso ampliado em 2017, aumentou de 5,1 milhões para 5,7 milhões o número de lares que dependem de 75% da renda dos aposentados. esse crescimento de 12% é visto como uma oportunidade para a mongeral aegon. segundo ronaldo gama, diferente de muitas seguradoras que limitam a idade para apólices a 60 ou 65 anos, a empresa tem propostas para idosos acima dessa idade, para quem pretende garantir um recomeço para a família ou mesmo para resguardar os estudos dos netos.  profissionais liberais que têm renda mensal superior ao teto da previdência também têm boas oportunidades de planos de vida e previdência. “hoje, não se fala mais em seguro de morte. a ideia é proteção de renda, o que é necessário a qualquer momento, principalmente quando a pessoa estiver impedida de trabalhar, seja por um acidente ou doença”, destacou. categorias que convivem com a periculosidade também podem encontrar boas soluções de seguros de vida e de previdência na mongeral aegon. entre elas, os policiais militares, que não são aceitos pela maioria das empresas do ramo.  fonte: hoje em dia por luciana sampaio moreira
06/08/2018

Herança: quem tem direito de ficar com o valor da previdência privada?

 quando um familiar morre, a questão da herança e sucessão é sempre uma preocupação. neste sentido, muitos defendem a previdência privada como um instrumento para facilitar a partilha de bens. funciona assim: quando uma pessoa adere a um plano de previdência privada, seja vgbl ou pgbl, ela acrescenta um ou mais beneficiários, que terão direito ao valor aplicado em caso de falecimento. caso ocorra a morte, os beneficiários poderão resgatar o saldo acumulado com mais agilidade, já que ele não é incluído no inventário. “apesar de ser uma questão relativamente recente, os tribunais brasileiros têm fixado o entendimento de que, em regra, o vgbl e o pgbl possuem natureza securitária, conforme estabelecido pela susep, não estando sujeito aos efeitos sucessórios, conforme determina o artigo 794 do código civil”, dizem andré muszkat e bruno madeira, advogados do escritório csmv advogados. além de não ser incluído como parte do patrimônio para fins de sucessão, nem estar sujeito à colação (obrigação do herdeiro em trazer o valor para recompor a conta da partilha com os demais herdeiros), esse patrimônio também não entra no cálculo do imposto sobre a herança – o imposto sobre transmissão “causa mortis” e doação (itcmd). ele varia de 4% a 8% do montante e é cobrado sobre todos os bens deixados, inclusive valor venal de imóveis, empresas, valores de cotas em fundos e saldo de investimentos. quando começam os conflitos entre partilha de bens e previdência privada como os recursos alocados nos fundos de previdência privada não fazem parte do patrimônio do falecido para fins de sucessão, os herdeiros que não foram beneficiados podem se sentir prejudicados e procurar a justiça para reverter a situação. para decidir esse tipo de conflito, os juízes analisam a natureza da aquisição do plano de previdência pelo seu instituidor – ou seja, se ele realmente foi feito para fins securitários, como investimento ou, ainda, para burlar a cobrança do itcmd. “caso o plano de previdência privada tenha características de investimento, como por exemplo em casos de valores elevados, fugindo do seu escopo securitário, já há jurisprudência firmada no sentido de que, nessas hipóteses, o vgbl e o pgbl não ostentam características securitárias, assemelhando-se a investimento financeiro, devendo, por essa razão, integrar o acervo hereditário”, afirmam muszkat e madeira. quem tem direito à herança? isso é analisado caso a caso. de acordo com carlos alberto de mello iglesias, sócio-administrador do cepeda, greco & bandeira de mello advogados e especialista em direito familiar, para chegar a um veredito, a justiça pode analisar como o plano foi constituído – se ao longo dos anos, com o objetivo de assegurar a aposentadoria, ou repentinamente – e, ainda, qual é a representatividade desse dinheiro da previdência privada dentro do patrimônio do falecido. “por exemplo, se uma pessoa de 90 anos, já muito debilitada, aplica 90% de seu patrimônio em um vgbl que tem apenas um beneficiário, pode-se constatar que isso foi feito de má fé”, explica. em tese, a divisão de bens entre herdeiros deve ser igualitária. por exemplo, se temos dois filhos e uma viúva, cada um ficaria com um terço do patrimônio. a exceção fica para os casos onde há um testamento para diferenciar essa divisão – que, mesmo assim, estabelece que um mesmo herdeiro pode ficar com, no máximo, 50% dos bens do falecido. previdência privada: o que fazer caso se sinta prejudicada na partilha de bens? caso seja feita uma manobra via previdência privada, os herdeiros que se sentirem prejudicados podem, sim, consultar um advogado e questionar a situação no momento da partilha de bens. “neste caso, quem se sentir prejudicado não pode assinar nenhum documento, nem dar quitação do inventário ou escritura. se você o fizer, significa que aceitou a partilha daquela forma”, aconselha iglesias. resumidamente, se a justiça determinar que o vgbl ou pgbl foi usado apenas para burlar a sucessão familiar, o herdeiro que se sentir prejudicado poderá pleitear sua inclusão na partilha de bens. porém, é preciso ser ligeira: a lei determina que a seguradora pague o valor do plano de previdência privada ao beneficiário indicado em até 30 dias a partir da comunicação do falecimento. “o ideal é que, ainda em vida, o titular dos bens programe sua sucessão, seja mediante a elaboração de um testamento, seja por outros mecanismos jurídicos válidos, evitando maiores questionamentos futuros sobre a partilha”, finalizam muszkat e madeira. fotos: fotolia fonte: finanças femininas por ana paula de araujo
06/08/2018

A grande mudança para um seguro mais honesto e mais justo

 o seguro é um recurso utilizado a milênios para que a sociedade possa se proteger dos infortúnios imprevisíveis. hoje, o setor vem passando por uma extrema transformação devido a evolução tecnológica, na medida que fica cada vez mais fácil conhecer as pessoas e os seus hábitos através dos aplicativos e redes sociais. a principal transformação para o consumidor dos seguros mais populares, como o de automóvel, é a evolução do conceito de perfil para o de persona. isso significa, de forma resumida, ser mais especifico com os hábitos de cada segurado, gerando um custo mais justo de acordo com o estilo de vida de cada um. um exemplo prático seria o meu caso: 55 anos, casado, morador de itapuã, com dois filhos. dirijo sempre de forma defensiva, evitando freadas bruscas e respeito os limites de velocidade. porém, tenho um vizinho que tem o mesmo “perfil”, mas ele é ex-piloto de kart, abusa das freadas bruscas e velocidade é algo normal para ele. é justo pagarmos o mesmo preço de seguro de automóvel? claro que não, mas enquanto as seguradoras fizerem o preço do meu seguro baseado no apenas no meu endereço, idade e composição familiar, estarei subsidiando o seguro do meu vizinho. o seguro é contrato baseado no mutualismo, ou seja, as pessoas do mesmo perfil têm o mesmo prêmio (o que a pessoa paga pelo seguro) e o preço final é baseado na experiência, ou utilização, do seguro no ano anterior. com as tecnologias existentes, especialmente iot – também conhecida como “internet das coisas” – é possível monitorar a forma que a pessoa dirige e, consequentemente, fazer o preço do seguro mais justo de acordo com o estilo de vida de cada um. outro ponto importante é que a inteligência artificial já vem sendo utilizada para a análise dos sinistros (evento que gera perdas para o segurado) e a máquina consegue ser mais criteriosa do que o olhar humano, prestando atenção a detalhes específicos e reduzindo de forma significativa o volume de fraudes. como já falamos, o principal componente do preço do seguro é o volume de indenizações pagas no ano anterior. portanto, cada vez que alguém frauda um seguro de um ford fiesta 2017, por exemplo, todos aqueles que tem um veículo similar vão ratear este prejuízo criminoso, pagando o preço do seguro do ano seguinte. assim, cada vez que a tecnologia de inteligência artificial evita que um fraudador utilize indevidamente a sua apólice, ela está garantindo um seguro mais justo para o restante da sociedade. todo desenvolvimento da tecnologia deve servir para melhorar a experiência do cidadão e oferecer mais qualidade de vida. a indústria do seguro vem investindo forte para garantir um seguro mais justo e honesto para proteger melhor a cada um de nós. fonte: sindseg por carolina lara assessoria de imprensa e conteúdo
06/08/2018

Previsões econômicas e instabilidade política preocupam setor de seguros

 a coluna do broadcast, no estadão.com, informa que a mudança nas projeções para o desempenho da economia brasileira neste ano e o aumento da instabilidade política com a proximidade das eleições presidenciais preocupam o setor de seguros no país, de acordo com a carta de conjuntura do sindicato dos corretores de seguros do estado de são paulo (sincor-sp), que será divulgada na semana que vem. o temor, sobretudo, está na possibilidade de o setor ter seu desempenho impactado em 2018. a despeito de o lucro das seguradoras ter voltado à trajetória de expansão nos primeiros meses deste ano, como o segmento depende da situação da renda das famílias, o fato de a taxa de desemprego ter parado de cair surge como uma nuvem negra no mercado. do lado político, o setor de seguros demonstra preocupação com o fato de alguns candidatos ainda não sinalizarem o comprometimento com reformas econômicas nos seus programas eleitorais. fonte: sindseg
06/08/2018

Teve um acidente? Já pode contactar a Liberty Seguros por WhatsApp

 a seguradora disponibiliza duas novas linhas de atendimento ao cliente através da app. seja um acidente de automóvel, de patrimoniais ou um acidente de trabalho, vai poder contactar a liberty seguros pelo whatsapp. à linha de atendimento geral que a seguradora já disponibilizava na app, foram adicionadas a linha “automóvel e patrimoniais” e a de “assistência clínica e acidentes de trabalho”. desta forma, os clientes podem entrar diretamente em contacto com a equipa mais indicada para os apoiar. “a experiência que fomos ganhando ao longo dos últimos nove meses, durante os quais tivemos uma linha de whatsapp a funcionar no centro de contacto, permitiu que nos aproximássemos mais dos nossos clientes, na medida em que, com este canal, lhes conferimos um maior conforto e proximidade no atendimento. por esta razão, decidimos alargar o número de linhas disponíveis a outras áreas da direção de operações. estamos certos de que esta será uma medida muito valorizada pelos nossos clientes e que poderá também ser utilizada pelos nossos parceiros de negócio, em alternativa às nossas linhas telefónicas de sinistros”, referiu miguel correia, diretor de operações da liberty seguros em portugal, em comunicado. o whatsapp está disponível de forma gratuita para ios e android. para recorrerem a este canal de atendimento – disponível todos os dias úteis, das 09h00 às 17h00 – os clientes podem enviar mensagens via whatsapp para o número +351 965 710 772 (centro de contacto liberty – clientes), para o +351 961 156 555 (sinistros – automóvel e patrimoniais) ou +351 961 968 600 (sinistros – assistência clínica e acidentes de trabalho). de acordo com dados publicados no blogue da aplicação, o whatsapp é utilizado todos os meses por mais de 1,3 mil milhões de pessoas, de mais de 180 países. fonte: economize
06/08/2018

Gerenciamento de riscos e seguros na Indústria Química

  tema foi discutido no café com seguro, da academia nacional de seguros e previdência no dia primeiro de agosto, a academia nacional de seguros e previdência (ansp) promoveu uma discussão sobre o programa “atuação responsável” de gerenciamento de riscos e seguros na indústria química em mais um café com seguro. o evento teve a participação da associação brasileira da indústria química (abiquim) e também abordou o impacto na subscrição de seguros. edmur de almeida, um dos coordenadores e mediador da programação, explica que o objetivo do evento foi “estabelecer um diálogo mais próximo entre o cliente, as seguradoras e as resseguradoras, de forma a ter uma qualidade melhor de informação e um nível maior de aceitação desses riscos”. representando o presidente da academia, joão marcelo dos santos, o diretor de comunicação, rafael ribeiro do valle, abriu o evento apresentando as pautas do dia. em nome da abiquim, a diretora andrea carla também esteve presente e agradeceu a presença de todos os presentes. luiz macoto, engenheiro eletricista e subscritor de seguro e resseguro, apresentou, no primeiro painel, os pontos de principal atenção na precificação, os players do mercado e os princípios, a prática da subscrição de riscos e sugeriu uma agenda de solução para os atuais problemas enfrentados pela indústria química ao contratar seguros. “precisamos envolver os players, entender os vários pontos de vista e necessidades, discutir possíveis alternativas e implantar a solução e acompanhar”, afirma. no segundo painel, marcos lucio expôs uma nova visão nas negociações de grandes riscos. segundo ele, é preciso haver relações lineares entre diferentes setores econômicos, como o químico e o de seguros e, assim, “gerar boas oportunidades para ambos os lados. caso contrário, a tendência é que tudo comece a, paulatinamente, se deteriorar”, opina. o programa de atuação responsável foi o foco do terceiro painel, com a participação de yáskara barrilli, engenheira na abiquim. o projeto se utiliza de uma gestão de riscos e comunicação entre as partes para que haja benefícios a todos. “engloba a segurança de processo, a saúde dos envolvidos, o impacto ao meio ambiente, a segurança do trabalho e a gestão do produto”, explica. o gerente de segurança e processo, george andré tonini, falou sobre a gestão em hse e gerenciamento de riscos. para o palestrante, para a indústria química ser um negócio sustentável, é preciso produzir de forma segura, o que se dá a partir de uma gestão em hse adequada, com ênfase na prevenção de riscos, ou controle com vista à redução da frequência de possíveis sinistros. “ser sustentável em relação à segurança é chamativo e necessário”, aponta. através de um histórico e mudanças no decorre do tempo, samuel sitnoveter, engenheiro químico e corretor de seguros, abordou no último painel a visão do profissional especializado sobre os seguros no setor químico. “a indústria química é um risco declinável e tem sido muito difícil a colocação do seguro, ainda mais se houver sinistro”, conclui. ao final, edmur de almeida consolidou a proposição de uma agenda positiva, calcada em três pilares: (i) apresentação do programa de atuação responsável a fenseg e fenaber; (ii) formulação de um padrão de informações sobre as características do risco da indústria química, desenhado por todos os players: segurado, corretor, seguradora e ressegurador; e (iii) apresentação do programa para turmas de mbas de gerenciamento de riscos e seguros da escola nacional de seguros. a programação foi organizada e dirigida por edmur de almeida, diretor de fóruns acadêmicos da ansp, marcos lucio de moura e souza, coordenador da cátedra de gerência de riscos, e roberto gomes da rocha azevedo, coordenador da cátedra de resseguro. fonte: oficina do texto

Planejamento da aposentadoria: muito além da reforma


08/02/2019
Com a intensificação do debate em torno da reforma da Previdência Social, as incertezas ainda são muitas e informações se mostram desencontradas. Um ponto é certo, essa reforma é imprescindível e quanto mais tempo for postergada, mais draconiana será.

Para os que questionam essa necessidade, é importante reforçar que não é fruto de um modelo de governo liberal, como o atual. O tema já é debatido há muito tempo, sendo que foi posta em pauta pelo governo do PT e no de transição do MDB.

Assim, o fato não é se haverá a reforma, mas, sim, como será essa reforma. O modelo previdenciário brasileiro se mostra insustentável e se não houver mudanças a situação poderá ser ainda pior para as futuras gerações.
O que muitos se esquecem é que, independentemente do que aconteça nos próximos meses, o mais importante é pensar no plano B, ou seja, uma previdência privada, uma vez que essa quantia, que já se mostra insuficiente hoje, provavelmente ficará menor ainda com todas as mudanças previstas.

Se organizar e poupar dinheiro para garantir um futuro mais sustentável financeiramente é uma preocupação de poucos, onde os olhares ficam voltados apenas para o aumento de renda atual e é por isso que a educação financeira vem de encontro a esse movimento, para que não importando a idade sempre há tempo para se planejar.

Além da expectativa de vida do brasileiro ter aumentado, com a reforma a aposentadoria integral pode ficar mais difícil de ser alcançada, portanto é um claro sinal de que os trabalhadores irão se aposentar cada vez mais tarde. Não quero entrar no mérito se a reforma é boa ou não, mas sim auxiliar os trabalhadores para que possam agir da melhor forma diante das mudanças e prevenir o desequilíbrio das finanças no futuro.
Pensando de forma prática, a primeira medida a ser tomada é pensar em qual padrão de vida pretende ter após a aposentadoria, ou seja, ter um número do quanto pretende ganhar mensalmente para não depender da ajuda de parentes ou terceiros, algo muito comum de acontecer com milhões de aposentados.

Para que esse objetivo seja alcançado, a quantia guardada deve ser o dobro do valor que deseja receber, utilizando 50% para viver da forma que planejou e os outros 50% deixar reservado para potencializar os ganhos com juros mensais.

Veja a educação financeira como o único caminho para desfrutar de uma aposentadoria mais saudável financeiramente, algo que pode parecer difícil atualmente, mas que é perfeitamente possível se ser alcançado, já que estamos falando da mudança de hábitos e comportamentos e que podem começar hoje mesmo, deixando um pouco de lado essa grande preocupação com o que será feito pelo governo atual e muito provavelmente dos próximos.

Fonte: *Reinaldo Domingos, PHD em educação financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira e autor de Terapia Financeira, de Mesada não é só dinheiro e da primeira Coleção Didática de Educação Financeira do Brasil

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