04/06/2018

CNseg realiza pesquisa para atualizar os temas que constarão no próximo Relatório de Sustentabilidade

 objetivo é avaliar a percepção sobre o desempenho do setor em temas selecionados a partir dos princípios para sustentabilidade em seguros. a cnseg está produzindo uma pesquisa junto a públicos de interesse do setor de seguros para a revisão de sua matriz de materialidade, que são os temas prioritários que constarão no próximo relatório de sustentabilidade da confederação. o resultado da pesquisa ajudará a traçar um diagnóstico da percepção de reguladores, clientes e fornecedores, entre outros públicos de interesse, sobre o desempenho do setor em relação a temas selecionados a partir dos princípios para sustentabilidade em seguros (psi), que tem a cnseg como uma de suas signatárias. a partir desse diagnóstico, serão formulados os indicadores a serem coletados junto às associadas da cnseg, que serão posteriormente consolidados e divulgados na forma do relatório de sustentabilidade do setor de seguros referente a 2017.  clique para acessar a pesquisa e contribua para esse importante diagnóstico do setor de seguros https://pt.surveymonkey.com/r/dh99qg7 fonte: cnseg
04/06/2018

Posse da nova diretoria da Fenacor acontece no 3º Consegne

 nessa quinta-feira, dia 31, aconteceu a abertura do 3° congresso de corretores de seguros do nordeste. os participantes do evento que acontece no centro cultural e de exposições ruth cardoso, em maceió, acompanharam a posse nova diretoria da fenacor que foi eleita por unanimidade em abril. a chapa denominada “união, trabalho e desenvolvimento” é presidida por armando vergilio, – reeleito para o cargo. tomaram posse a diretoria, conselho fiscal, delegados representantes junto à cnc e vice-presidências regionais da fenacor. “tivemos nas gestões anteriores várias conquistas. temos uma série de projetos para que possamos contribuir para que o setor de seguros continue se desenvolvendo e o corretor de seguros continue a ser o principal canal de distribuição de seguros no país”, afirmou armando vergílio. para os próximos quatro anos em que ficará à frente da entidade, ele destacou que ainda existem muitos desafios a serem vencidos.  “vários projetos estão na ordem do dia e precisam caminhar como o prevsaúde. temos que interagir junto ao governo, ministério da fazenda e susep sempre dialogando e apontando saídas, construindo uma pauta positiva. o mercado de seguros tem muito a colaborar”, reforçou. o deputado federal lucas vergílio também esteve no congresso e destacou a aprovação do pl 3139/2015 sobre o funcionamento das associações de proteção veicular. “ele foi aprovado na comissão especial da câmara dos deputados e agora vai a plenário”, disse ele. lucas explicou que o projeto sofre alterações e foi transformado em lei complementar. “por ele as associações viram sociedades de autogestão para que tenham provisionamento técnico e paguem impostos e sofram a fiscalização da susep”, destacou. o deputado lembrou ainda que na nova versão, o texto prevê que o corretor de seguros atue como intermediário. “essas entidades não irão comercializar. só os membros daquelas entidades que terão autogestão e o corretor que será intermediário”, disse. fonte: cqcs i sueli santos
04/06/2018

Mercado aumenta previsão de inflação e reduz estimativa de alta do PIB

 os economistas do mercado financeiro elevaram a previsão para a inflação de 2018. o relatório de mercado focus divulgado na manhã desta segunda-feira (4) pelo banco central (bc), mostra que a mediana para o ipca este ano foi de 3,60% para 3,65%. há um mês, estava em 3,49%. já a projeção para o índice em 2019 passou de 4,00% para 4,01%. quatro semanas atrás, estava em 4,03%. a projeção dos economistas para a inflação em 2018 está dentro da meta deste ano, cujo centro é de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 3,0% a 6,0%). para 2019, a meta é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (de 2,75% a 5,75%). entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do ipca no médio prazo, denominadas top 5, a mediana das projeções para 2018 no focus seguiu em 3,24%. para 2019, a estimativa do top 5 seguiu em 3,75%. quatro semanas atrás, as expectativas eram de 3,40% e 4,00%, respectivamente. em 10 de maio passado, o instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge) havia informado que o ipca subiu apenas 0,22% em abril, abaixo do que era esperado pelo mercado. no acumulado do ano, o índice de preços avançou 0,92%. também com influência sobre as projeções de inflação do mercado, o dólar à vista acumula alta de 13,43% em 2018. em meio ao avanço do dólar, o comitê de política monetária (copom) do bc manteve a selic (a taxa básica de juros) em 6,50% ao ano no dia 16 de maio. há duas semanas, um novo fator começou a pesar sobre as projeções de preços: a greve dos caminhoneiros, que provocou desabastecimento em todo o país, com influência sobre os preços e a atividade. no focus divulgado nesta manhã, a inflação suavizada para os próximos 12 meses foi de 4,32% para 4,38% de uma semana para outra - há um mês, estava em 4,12%. entre os índices mensais mais próximos, a estimativa para maio de 2018 seguiu em 0,30%. um mês antes, estava em 0,32%. no caso de junho, a projeção passou de 0,35% para 0,40%, ante 0,26% de quatro semanas antes. alta do pib de 2018 cai de 2,37% para 2,18% após os dados mais recentes do instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge), divulgados na semana passada, o mercado financeiro reduziu suas projeções de crescimento da economia em 2018. a expectativa de alta para o pib este ano foi de 2,37% para 2,18% no relatório de mercado focus. há quatro semanas, a estimativa era de crescimento de 2,70%. para 2019, o mercado manteve a previsão de alta do pib de 3,00%, mesmo patamar de quatro semanas atrás. na quarta-feira passada, dia 30 de abril, o ibge informou que o pib cresceu 0,4% no primeiro trimestre deste ano ante o quarto trimestre do ano passado. na comparação com o primeiro trimestre de 2017, houve alta de 1,2%. a projeção atual do bc, já passível de atualização, é de alta de 2,6% para o pib em 2018. o ministério da fazenda trabalha com um porcentual de 2,5%. no relatório focus agora divulgado, a projeção para a produção industrial de 2018 seguiu indicando alta de 3,80%. há um mês, estava em 3,81%. no caso de 2019, a estimativa de crescimento da produção industrial seguiu em 3,50%, igual ao verificado quatro semanas antes. a pesquisa mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o pib para 2018 seguiu em 55,00%. há um mês, estava no mesmo patamar. para 2019, a expectativa permaneceu em 57,00%, também igual ao verificado um mês atrás. jornal do comércio (http://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2018/06/economia/630898-mercado-aumenta-previsao-de-inflacao-e-reduz-estimativa-de-alta-do-pib.html)
04/06/2018

Bolsa de Valores de São Paulo abre em alta Agência Brasil

 o índice da bolsa de valores de são paulo (ibovespa) abriu nesta segunda-feira (4) em alta de 0,27%, com 77.545 pontos às 10h, após a turbulência da última sexta-feira, causada pela saída do presidente da petrobras, pedro parente. a tendência de alta se consolidava nos primeiros minutos do pregão, com o índice registrando 1,66% às 10h16 com 78.442 pontos. as ações da petrobras registraram forte queda na bolsa de valores na sexta-feira, assim como as ações preferenciais anotando queda de 15,60%, e as ordinárias, recuo de 15,50%. o dólar também fechou em forte alta, cotado a r$ 3,7667 na venda. as ações da eletrobras registraram na abertura do pregão de hoje perdas, com -2,02% nas ações preferenciais, que dão direito a dividendos, e de 1,45% nas ações ordinárias, que permitem voto em assembleias. a estatal vive um período de incerteza com o envio de um projeto de lei do governo ao congresso para venda seis distribuidoras da eletrobras nas regiões norte e nordeste. é a segunda tentativa do governo para avançar na questão. jornal do comércio (http://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2018/06/economia/630903-bolsa-de-valores-de-sao-paulo-abre-em-alta.html)  
04/06/2018

Taxas futuras de juros recuam com dólar e ajudadas por leilão em semana de IPCA

 os juros futuros operam em baixa na manhã desta segunda-feira (4) na esteira do dólar fraco ante o real e no exterior. as taxas recuam, apesar de o ipc-s de maio ter mostrado aceleração e a pesquisa focus ter trazido projeções mais altas para a inflação e o câmbio. na sexta-feira, as taxas curtas e médias fecharam em baixa e as longas, com viés de alta, ajudadas ainda pela atuação do tesouro com leilões de compra de ntn-f, que prossegue nesta segunda. entre 11h e 11h30min, o tesouro realiza leilão de recompra até 1,5 milhão de notas do tesouro nacional - série f (ntn-f) a serem distribuídas nos vencimentos de 1/1/2025, 1/1/2027 e 1/1/2029, de acordo com portaria nº 357 publicada no site da instituição. as atenções estarão em como a petrobras, agora sob o comando de ivan monteiro, irá conduzir a política de preços da companhia. segundo apurou o broadcast, o governo estuda criar até julho um seguro para reduzir o preço da gasolina e gás ao consumidor, depois de toda a turbulência desencadeada pela greve de 11 dias dos caminhoneiros. mais cedo, a fundação getulio vargas (fgv) informou que o índice de preços ao consumidor - semanal (ipc-s) subiu 0,41% em maio, acelerando da taxa de 0,34% apurada em abril. assim, o indicador acumula alta de 1,79% no ano e de 2,87% em 12 meses, depois de 2,98% no período finalizado em abril. o ipc-s acelerou em cinco das sete capitais pesquisadas na quarta quadrissemana de maio ante a terceira leitura do mês. no geral, o ipc-s avançou de 0,33% para 0,41% entre os dois períodos. em abril, o indicador fora de 0,34%. o dado eleva expectativa sobre o ipca de maio, que será divulgado na sexta-feira, dia 8. a inflação oficial deve sofrer impacto da aceleração dos preços da gasolina e de alimentação, como consequência da greve dos caminhoneiros. apesar da greve, no entanto, não se alterou a visão de economistas de que o índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca) ainda fechará o ano abaixo do centro da meta de 4,50%. na focus, os economistas do mercado financeiro elevaram a previsão para a inflação de 2018 de 3,60% para 3,65%. já a projeção para o índice em 2019 passou de 4,00% para 4,01%. quatro semanas atrás, estava em 4,03%. os economistas do mercado financeiro mantiveram suas projeções para a selic este ano em 6,50% ao ano. já a projeção para a selic em 2019 permaneceu em 8,00% ao ano, igual ao verificado há quatro semanas. a mediana das expectativas para o câmbio no fim deste ano subiu de r$ 3,48 para r$ 3,50, ante os r$ 3,37 verificados há um mês. já o câmbio médio no ano passou de r$ 3,46 para r$ 3,49, ante r$ 3,37 de um mês atrás. para 2019, a projeção para o câmbio no fim do ano foi de r$ 3,47 para r$ 3,50, ante r$ 3,40 de quatro pesquisas atrás. já a expectativa para o câmbio médio no próximo ano foi de r$ 3,40 para r$ 3,45, ante r$ 3,40 de um mês atrás. às 9h40min desta segunda, o contrato de di para janeiro de 2020 estava a 7,62%, de 7,67% no ajuste de sexta-feira. o di para janeiro de 2021 caía a 8,75%, de 8,81% no ajuste de sexta-feira. o di para janeiro de 2023 cedia a 10,56%, de 10,57% no ajuste anterior. no câmbio, o dólar à vista caía 0,47%, aos r$ 3,7429. o dólar futuro para julho recuava 0,58%, aos r$ 3,7530. jornal do comércio (http://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2018/06/economia/630897-taxas-futuras-de-juros-recuam-com-dolar-e-ajudadas-por-leilao-em-semana-de-ipca.html)
04/06/2018

IPC-S sobe 0,41% em maio após alta de 0,34% em abril, revela FGV

 o índice de preços ao consumidor - semanal (ipc-s) subiu 0,41% em maio, acelerando da taxa de 0,34% apurada em abril, revelou nesta segunda-feira (4) a fundação getulio vargas (fgv). assim, o indicador acumula alta de 1,79% no ano e de 2,87% em 12 meses, depois de 2,98% no período finalizado em abril. na comparação com a terceira quadrissemana de maio também houve avanço, já que a variação na terceira quadrissemana do mês foi de 0,33%. no período, que sentiu os efeitos da greve dos caminhoneiros, iniciada no dia 21, cinco das oito classes de despesas avançaram: transportes (0,16% para 0,48%), alimentação (0,09% para 0,24%), habitação (0,62% para 0,73%), vestuário (0,07% para 0,41%) e despesas diversas (0,05% para 0,06%). já os segmentos que registraram desaceleração entre a terceira quadrissemana e a quarta medição de maio foram educação, leitura e recreação (-0,01% para -0,37%), saúde e cuidados pessoais (0,85% para 0,70%) e comunicação (0,29% para 0,20%). jornal do comércio (http://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2018/06/economia/630884-ipc-s-sobe-0-41-em-maio-apos-alta-de-0-34-em-abril-revela-fgv.html)
01/06/2018

500 reais por mês em dez anos viram quase 100 mil na previdência

 você é do tipo que economiza? que consegue guardar parte do seu salário todo mês e pensa no futuro? que bom para você, porque a maioria dos brasileiros não poupa nada. segundo dados do spc brasil e da cdnl, 84% não pouparam nenhum dinheiro em fevereiro, sendo este o menor percentual visto em 15 meses. a título de ilustração, vale dizer que, em fevereiro do ano passado, esse índice era de 86%. ou seja: o brasileiro guarda cada vez menos dinheiro. pensando nisso, a ciclic, primeira fintech de previdência complementar 100% digital, elaborou uma lista de coisas que você poderia fazer hoje se tivesse investido r$ 500 reais ao mês em um plano de previdência desde 2008, ou seja, mantido a regra de poupar o valor mensalmente por 10 anos. considerando os rendimentos, hoje você teria aproximadamente r$ 100 mil, um montante que seria suficiente para: comprar 15 iphone x 256gb; dar entrada na sonhada casa própria; abrir um novo negócio; casar e fazer uma bela festa de casamento; investir em um mba em uma boa faculdade; comprar os 10 kits de lego mais caros do mundo; adquirir 2 carros populares 0km; pagar a faculdade do seu filho. agora, se ao contrário da maioria dos brasileiros, você pensa no futuro e prefere poupar, uma opção seria investir novamente na previdência esse montante acumulado. sem a necessidade de aportes mensais, em mais dez anos a quantia iria quase dobrar. ou seja, você poderia escolher entre torrar quase r$ 100 mil do jeito que quisesse ou, daqui a dez anos, comprar o dobro de qualquer um dos itens listados acima. fonte: ciclic
01/06/2018

Startup brasileira ganha apoio da UNICEF e promete revolucionar setor de seguros com blockchain

 muito provavelmente você já deve ter ouvido falar do termo fintech, que vem do inglês finance and technology e é amplamente utilizado para nomear empresas e startups que buscam unir o setor financeiro e as novas tecnologias em busca de modernização de funções, desenvolvimento de novos produtos, entre outros. no entanto, se o termo é bastante disseminado, um outro termo “primo” ainda é bastante desconhecido. as insurtechs (que vem da união das palavras seguros e tecnologia) estão surgindo com força no mercado e modernizando antigas aplicações, inserindo-as na economia digital. um belo exemplo desta nova aplicação é a 88 insurtech, que marcou presença durante as apresentações do blockspot latam, em são paulo. a startup, comandada por rodrigo ventura, busca trazer as inovações e as qualidades da tecnologia blockchain para o setor de seguros. a proposta da 88 insurtech é desenhar e distribuir produtos e serviços das seguradoras, permitindo que corretores usem a plataforma para capilarizar as vendas no território nacional, diminuindo assim as taxas e promovendo uma melhor concorrência, tornando mais simples, fácil e rápido o consumo de seguros no brasil. o caminho da 88 insrtech em busca de mudar o mercado ganhou o respaldo importante de uma das organizações que mais tem apoiado e incentivado o uso de criptomoedas e blockchain, a onu, que por meio de sua subsidiária, a unicef, selecionou a 88 como uma das startups com capacidade de realizar impacto social em uma escala global. uma grande conquista para a insurtech que acredita que por meio de uma solução em blockchain irá diminuir as dificuldades atuais na compra e gestão do ciclo de vida da apólice de seguros. por meio da validação de identidade, scoring e rating, distribuição de produtos de seguros, marketplace de serviços de seguros e o registro de apólices com a transparência permitida pelo blockchain, a 88 também pretende revolucionar o tradicional setor de seguros, usando smart contracts baseados na rede ethereum, stellar (para micropagamentos) e corda (onde já são parceiros do r3). ventura possui grande conhecimento no setor, tendo atuado em grandes empresas como itaú, hsbc, sistran, bradesco, zurich, cardif, porto seguros e kpmg, e decidiu tornar realidade o projeto que desenvolveu durante o startup weekend blockchain techstars, patrocinado pelo google e pela foxbit. “nos inspiramos na progressive com iot telematics, na lemonade com robotics e inteligência artificial, na insurepal, policypal e aigang com blockchain”, explica. durante a apresentação que fez na blockspot conference latam, ventura salientou não apenas os atributos de seu produto, mas os desafios do mercado no brasil que sofre com regulação e uma certa centralização do mercado, que ele pretende resolver com a descentralização da cadeia de blocos. fonte: portal criptomoedas por cassio gusson
01/06/2018

Evento discute a transformação digital do seguro por meio das insurtechs

 reunidos pela apts e ens, especialistas analisaram as mudanças na operação de seguro e na relação com os clientes a partir de soluções inovadoras oferecidas por startups. em uma manhã atípica na cidade de são paulo, com os reflexos da greve dos caminhoneiros, a apts e a escola nacional de seguros reuniram mais de cem pessoas para discutir o tema insurtechs. o evento realizado no dia 28 de maio, no auditório da ens, apresentou um panorama das insurtechs no país, discutiu as mudanças na operação de seguros e na relação com clientes e expôs cases de startups que criaram soluções inéditas para o setor com o uso de tecnologias sofisticadas. “a evolução tecnológica é muito rápida e, às vezes, difícil de acompanhar. o tema desse evento é atual e muito oportuno, inclusive, para atualizar nossos alunos em relação a essas mudanças”, disse a diretora de ensino técnico da ens, maria helena monteiro, já o presidente da apts, osmar bertacini, comemorou a parceria com a ens. “ambas as entidades têm em comum o objetivo de disseminar o conhecimento de seguro”, disse. aceleração e sustentabilidade de acordo com o representante da câmara brasileira de comércio eletrônico (câmara-e.net), caetano altieri, existem, atualmente, mais de 1,5 mil insurtechs em todo o mundo, que já movimentaram us$ 19 bilhões, a maioria (32%) concentrada no e-commerce e plataformas sob demanda. no brasil, as insurtechs são mais recentes, mas já somam 78 startups em operação, segundo mapeamento da câmara-e.net. deste grupo, 40% atuam no segmento de produtos, 28% em data e analytics e 12% na jornada do usuário. de acordo com altieri, a câmara-e.net agora integra o grupo de trabalho da susep na área de insurtechs e pretende oferecer subsídios para a regulamentação do segmento. “vamos construir uma proposta de valor para apoiar as insurtechs”, disse. o jornalista antonio carlos teixeira, assessor executivo estratégico de comunicação para negócios de insurtech e editor do blog terra gaia, abordou o tema sob o aspecto da sustentabilidade. ele comentou o crescimento do uso de tecnologias e inovações no seguro, considerando a predileção das novas gerações pela cultura mobile. “o resultado é a integração do negócio do seguro ao modo de viver, de pensar e de agir do novo consumidor cliente-segurado, que já nasceu conectado”, disse. em sua opinião, o setor deve se preocupar em suprir as novas necessidades de segurados (atuais e futuros); entender o pensamento e cultura das novas gerações, identificando novos riscos e coberturas. maurício martinez, da oxigênio aceleradora, empresa do grupo porto seguro, explicou que o perfil de startup é o de empresa jovem que trabalha com modelo repetitivo e de alta escala. “três jovens com uma ideia genial se juntam, criam um aplicativo e começam a vender pela internet. mas, o que eles podem fazer para aumentar os negócios? procurar uma aceleradora”, disse. na oxigênio, por exemplo, depois de um concorrido processo de s e l e ç ã o, as startups escolhidas passam por uma espécie de anamnese para identificar seus problemas e, durante três meses, recebem orientação de uma rede de mentores, além de treinamento e capacitação. a empresa investe cerca de r$ 200 mil, em média, em cada startup e estabelece, posteriormente, um percentual de participação nos negócios. dentre as empresas aceleradas, ele citou b.time, que desenvolveu um aplicativo para a gestão de campo, que permite monitorar todas as etapas do serviço (local, horário, assinatura do cliente no comprovante etc.). outro exemplo é da psicologiaviva, uma rede com 2,5 mil psicólogas que oferece atendimento por telefone e vídeo. “um sinistro sério pode abalar o cliente e, às vezes, uma conversa com uma psicológica já ajuda”, disse. segundo ele, um dos objetivos da porto seguro com a sua aceleradora é aumentar as chances da empresa de capturar as oportunidades. “porque acreditamos que aí está a inovação”, afirmou. cases de insurtechs a preferência da população brasileira pelos dispositivos móveis – atualmente, existem 306 milhões em uso, dos quais 220 milhões smartphones – levou a insurtech planetun a desenvolver soluções disruptivas para o setor de seguros com base na mobilidade. de acordo com o sócio fundador, henrique mazieiro, a empresa criou aplicativo para seguradoras, em que o próprio segurado pode realizar a vistoria prévia do seu automóvel, enviando as imagens pelo smartphone. com base na mesma tecnologia, a empresa também desenvolveu aplicativos para oficinas mecânicas e para inspeção residencial. “queremos transformar a experiência do usuário”, disse. a ideia é simples: seguro por assinatura, nos moldes de outros serviços disruptivos, como a netflix e spotify. mas, executada com tecnologias sofisticadas, como machine learning e big data. a kakau seguros, insurtech 100% digital, estreou no mercado no ano passado com o seguro residencial por assinatura, em que o segurado pode pausar a qualquer momento a sua apólice. por meio da plataforma digital, o segurado pode adquirir o seguro ou comunicar o sinistro, com a ajuda da assistente virtual anna, um robô que utiliza inteligência artificial e está programado para aprender a cada nova operação realizada. “ninguém fica na porta de uma seguradora, esperando por um novo produto, como fazem os usuários da apple. mas esse é o cenário de evolução tecnológica que queremos trazer para o seguro”, disse henrique volpi, ceo da kakau. experiente profissional da área de seguros de vida e previdência, keyton pedreira conta que criou a insurtech segurize, juntamente com outros sócios, para estimular a distribuição de seguros. seu foco foi o microsseguro, produto de baixo tíquete, que acabou inviabilizado pelos custos dos canais de distribuição. a partir de modelos de negócios disruptivos, como uber e airbnb, ele teve a ideia de trazer esse conceito para o seguro. para tanto, constituiu a segurize como corretora de seguros e criou o que classifica de quinto canal: os insurance influencers. segundo keyton, por meio do uso de aplicativo, as pessoas que indicarem seguro para outras, serão remuneradas caso o negócio seja concretizado. “o modelo é o da indicação, mas o negócio é fechado pela segurize corretora”, explicou. novos eventos após o painel de debates, o presidente bertacini e o diretor evaldir agradeceram o trabalho do diretor luiz macoto sakamoto e da jornalista márcia alves na execução do evento, além da parceria da ens. “vimos hoje que um evento apenas não encerra a discussão sobre as tecnologias disruptivas. por isso, a apts e a ens realizarão uma série de eventos mensais e gratuitos para disseminar o conhecimento sobre o assunto para todos os profissionais do mercado. o próximo será realizado no dia 27 de junho, aqui neste auditório, e discutirá a internet das coisas”, comunicou evaldir. fonte: segs por marcia alves

Planejamento da aposentadoria: muito além da reforma


08/02/2019
Com a intensificação do debate em torno da reforma da Previdência Social, as incertezas ainda são muitas e informações se mostram desencontradas. Um ponto é certo, essa reforma é imprescindível e quanto mais tempo for postergada, mais draconiana será.

Para os que questionam essa necessidade, é importante reforçar que não é fruto de um modelo de governo liberal, como o atual. O tema já é debatido há muito tempo, sendo que foi posta em pauta pelo governo do PT e no de transição do MDB.

Assim, o fato não é se haverá a reforma, mas, sim, como será essa reforma. O modelo previdenciário brasileiro se mostra insustentável e se não houver mudanças a situação poderá ser ainda pior para as futuras gerações.
O que muitos se esquecem é que, independentemente do que aconteça nos próximos meses, o mais importante é pensar no plano B, ou seja, uma previdência privada, uma vez que essa quantia, que já se mostra insuficiente hoje, provavelmente ficará menor ainda com todas as mudanças previstas.

Se organizar e poupar dinheiro para garantir um futuro mais sustentável financeiramente é uma preocupação de poucos, onde os olhares ficam voltados apenas para o aumento de renda atual e é por isso que a educação financeira vem de encontro a esse movimento, para que não importando a idade sempre há tempo para se planejar.

Além da expectativa de vida do brasileiro ter aumentado, com a reforma a aposentadoria integral pode ficar mais difícil de ser alcançada, portanto é um claro sinal de que os trabalhadores irão se aposentar cada vez mais tarde. Não quero entrar no mérito se a reforma é boa ou não, mas sim auxiliar os trabalhadores para que possam agir da melhor forma diante das mudanças e prevenir o desequilíbrio das finanças no futuro.
Pensando de forma prática, a primeira medida a ser tomada é pensar em qual padrão de vida pretende ter após a aposentadoria, ou seja, ter um número do quanto pretende ganhar mensalmente para não depender da ajuda de parentes ou terceiros, algo muito comum de acontecer com milhões de aposentados.

Para que esse objetivo seja alcançado, a quantia guardada deve ser o dobro do valor que deseja receber, utilizando 50% para viver da forma que planejou e os outros 50% deixar reservado para potencializar os ganhos com juros mensais.

Veja a educação financeira como o único caminho para desfrutar de uma aposentadoria mais saudável financeiramente, algo que pode parecer difícil atualmente, mas que é perfeitamente possível se ser alcançado, já que estamos falando da mudança de hábitos e comportamentos e que podem começar hoje mesmo, deixando um pouco de lado essa grande preocupação com o que será feito pelo governo atual e muito provavelmente dos próximos.

Fonte: *Reinaldo Domingos, PHD em educação financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira e autor de Terapia Financeira, de Mesada não é só dinheiro e da primeira Coleção Didática de Educação Financeira do Brasil

Praça Otávio Rocha, 65 - 1º andar
Centro Histórico - Porto Alegre/RS
CEP.: 90020-140
+55 (51) 3228.1999

News

Receba nossas novidades

LIGUE

+55 51 3228-1999

Ouvidoria
0800 703 1989
E-mail: ouvidoria@sinapp.org.br

Atendimento ao Deficiente Auditivo e de Fala através da TSPC-CAS – Central de
Atendimento a Deficientes Auditivos ou de Fala -
0800 200 0819 E-mail: sac.especial.auditivo.fala@sinapp.org.br

Atendimento ao
Deficiente Visual
0800-703-1989