18/05/2016

Previdência complementar requer atenção aos tributos

 a instabilidade política e econômica que assola o brasil pode ser amortecida no ambiente financeiro de quem se preveniu. investir em previdência complementar, também chamada de previdência privada, pode ser uma boa opção a quem teme a diminuição da renda ao ingressar com o pedido de aposentadoria por meio da previdência social ou deseja economizar com boa rentabilidade. o que muitos contribuintes não sabem é que, além de escolher entre o plano gerador de benefício livre (pgbl) ou o vida gerador de benefício livre (vgbl), é necessário eleger, também, o regime de tributação incidente. a decisão pela melhor alternativa, necessária no momento da contratação do plano, pode trazer grandes benefícios na hora de receber a renda. os dois modelos de tributação são aplicáveis tanto ao pgbl quanto ao vgbl. por isso, especialistas indicam que, antes de escolher o regime de tributação, é preciso refletir qual será vantajoso no momento de realizar a dedução do valor depositado quando do preenchimento da declaração de imposto de renda pessoa física (dirpf). o contador adauto miguel fröhlich explica que o plano pgbl é indicado para clientes que fazem a declaração de imposto de renda (ir) completa - assalariados ou autônomos com imposto a pagar -, pois o cliente conta com o benefício de dedução de até 12%. nesse caso, a incidência do ir ocorrerá sobre o valor total resgatado ou de renda, conforme o tipo de tributação escolhida para seu plano. os contribuintes isentos da declaração podem optar pelo vgbl, no qual a tributação recai apenas sobre o ganho. neste caso, o cliente não pode usufruir do mesmo incentivo fiscal do pgbl na dirpf. no entanto, a incidência do ir sobre as aplicações se dá sobre os rendimentos também no momento do resgate, conforme o tipo de tributação escolhida. no regime progressivo, o cálculo do ir segue a mesma regra da alíquota anual, que varia entre 0% e 27,5%, dependendo do valor resgatado ou da renda. já no regime regressivo, a alíquota de ir é definida conforme o tempo de permanência de cada contribuição, uma vez que visa a estimular aplicações de longo prazo e leva em conta o prazo de permanência de cada aporte. aquelas que permanecem aplicadas por mais tempo, por exemplo, são tributadas com percentuais menores, chegando a 10% para prazos superiores a 10 anos. no regime regressivo, o ir é cobrado exclusivamente na fonte e não sofre compensação ou restituição na declaração de ajuste anual do ir.  avaliação minuciosa e individual pode garantir aquisição mais adequada mesmo após analisar os prós e contras de cada plano e regime tributário, é recomendável procurar especialistas que analisem minuciosamente caso a caso. "não tem como vender uma fórmula pronta", destaca o contador adauto miguel fröhlich. é claro que com as mudanças constantes em torno de tributos, de imposto de renda, fica difícil prever tudo que poderá ocorrer no longo prazo, admite fröhlich. porém, alguns pontos podem ser analisados, a fim de evitar prejuízos no momento em que a pessoa precisa de mais tranquilidade, concorda. "geralmente, oriento aqueles clientes que querem fazer a aplicação a me passarem os valores para, juntos, vermos pontos como o limite de dedução sobre o rendimento para que o investimento não ultrapasse esse valor", exemplifica. é preciso estar atento à escolha do regime de tributação, pois não é possível mudá-lo com o passar do tempo. além de auxiliar nesse ponto, o contador pode agir como um consultor financeiro, determinando, inclusive, a possibilidade de, no final do ano, realizar um aporte maior ao plano de previdência, tendo em vista o imposto a pagar no ano seguinte e o valor dedutível. a indicação de frölich é que seja feito o acompanhamento junto aos clientes interessados, tendo em vista que esse grupo não para de crescer. de olho nos planos felipe bottini, da icatu seguros, indica que o contratante deve estar atento aos seguintes pontos na hora de investir fundo de investimento estratégia de investimento: é importante que o participante escolha o fundo mais adequado ao seu perfil de risco. nesse ponto, é fundamental que o investidor entenda o risco que está correndo e não defina a escolha com base em resultados passados. taxa de administração: em geral, para estratégias conservadoras ou pouco sofisticadas, quanto menor a taxa, melhor para o cliente. esse raciocínio só não é válido para estratégias com gestão ativa, onde gestores diferenciados cobram taxas elevadas e buscam retornos superiores. fundo de previdência: taxa de carregamento: pode ser cobrada no momento da aplicação dos recursos (carregamento de entrada) ou no resgate e na portabilidade (carregamento de saída). recursos aplicados no plano através de portabilidade são isentos de carregamento. para o participante, portanto, quanto menor o carregamento, melhor. tábua biométrica e juros: estas são características importantes para o participante que deseja receber renda com os recursos acumulados no plano. a tábua biométrica reflete a expectativa de sobrevivência do participante, o que influencia diretamente no valor da renda que será contratada. em suma, tábuas biométricas mais antigas, que possuem uma expectativa de sobrevivência menor são melhores para o participante, pois geram valores de renda maiores. já os juros, quanto maior, melhor, pois é a rentabilidade mínima garantida na fase de recebimento de renda. popularização dos investimentos tem crescido no país cada vez mais, a previdência complementar têm despertado o interesse dos brasileiros. a brasilprev, uma das maiores empresas de previdência privada do brasil e especialista neste setor, realizou um levantamento para verificar o perfil desses clientes em todo o país. os dados são do mês de dezembro de 2015, sempre comparados aos do mesmo período do ano anterior, e foram levantados a partir da base de 1,8 milhão de planos das modalidades plano gerador de benefício livre (pgbl) e vida gerador de benefício livre (vgbl) da companhia - o chamado "mercado vivo". o estudo mostrou que houve aumento de 7% no número de contratação de planos no período de um ano. no geral, o valor das contribuições mensais também sofreu um acréscimo anual de cerca de 11% desde setembro de 2010, quando o aporte médio era da ordem de r$ 223,00. apenas no último ano (período compreendido entre dezembro de 2014 e dezembro de 2015), a variação foi de 17%: eram r$ 317,00 no ano passado e, agora, a média nacional saltou para r$ 373,00. entre os investidores da região sul do país, a pesquisa apurou aumento de 12%, passando de r$ 355,00 no ano passado face aos r$ 316,00 de 2014. o estudo apontou ainda que a maioria dos clientes, o equivalente a 63%, escolheu a tabela regressiva do imposto de renda, o que indica a intenção em permanecer por um tempo maior com o produto. a explicação está no fato de que, nesta modalidade, o imposto incidente no momento do resgate diminui conforme o tempo de aplicação de cada aporte, iniciando com uma alíquota de 35% e decrescendo a um patamar mínimo de 10%, após 10 anos. "a base de planos e de clientes da companhia cresce constantemente, o que demonstra o interesse da população em utilizar os planos de previdência para acumular recursos de longo prazo e incentivar a disciplina", comenta a gerente de inteligência e gestão de clientes da brasilprev, soraia fidalgo. ao mesmo tempo, segundo a especialista, a evolução do valor investido mensalmente pelos participantes atesta que estão preocupados em garantir a independência financeira e viabilizar projetos de vida. o superintendente de produtos de previdência da icatu seguros, felipe bottini, aponta a criação do vgbl, em 2002, como o principal fator de popularização da previdência complementar no brasil. para bottini, o plano permitiu que todos os brasileiros, independentemente de renda, tivessem acesso a um produto de previdência complementar. conforme dados da empresa, nos últimos 10 anos, o crescimento anualizado da indústria de previdência complementar aberta chegou a 25%. "o ano de 2015 é bastante emblemático para ilustrar a resiliência e potencial da previdência complementar aberta no brasil, pois, apesar da grave crise econômica que levou a uma queda do pib brasileiro em 3,85%, as reservas cresceram 22%", aponta. a previdência complementar ainda é um dos investimentos preferidos dos brasileiros pela clareza e por contar com a incidência de apenas um tributo: o imposto de renda, cobrado no resgate ou no recebimento de renda. "outro grande diferencial dos planos de previdência em relação à maioria dos fundos de investimento é a inexistência do imposto semestral come-cotas", lembra bottini.
28/04/2016

Confiança do setor de seguros sobe 12,8% em abril com cenário político

  índice alcança 83,4 pontos, o maior nível desde dezembro de 2014 rio - o índice de confiança do setor de seguros (icss) cresceu subiu 12,8% em abril, de acordo com pesquisa da federação nacional dos corretores de seguros privados e de resseguros, de capitalização, de previdência privada, das empresas corretoras de seguros e de resseguros (fenacor). esta é a segunda alta consecutiva do indicador, que chegou a 83,4 pontos, a maior média desde dezembro de 2014. segundo o presidente da entidade, armando vergilio, o nível pode ultrapassar os 100 pontos — patamar a partir do qual indica otimismo no setor — em dois meses se o cenário político continuar apresentando mudanças. “abril foi um mês de eventos marcantes no cenário político nacional, como a votação do impeachment na câmara dos deputados, e a economia tende a se aquecer na expectativa de soluções de médio prazo”, afirmou. o índice avalia o grau de confiança e as expectativas do mercado com base na consulta de 100 grandes empresas do setor. cada companhia, entre seguradoras, corretoras e resseguradoras, indicam percentuais de 0 a 200 para a confiança na economia, rentabilidade e faturamento de acordo com a entidade, 83% das resseguradoras, 68% das corretoras e 51% das seguradoras esperam um crescimento da economia pior ou muito pior nos próximos seis meses. com relação à rentabilidade do setor de seguros, 75% das resseguradoras estão otimistas. as resseguradoras estão otimistas em relação à rentabilidade do setor pelos próximos seis meses: 75%. entre as demais empresas, as seguradoras esperam melhora de 51% e as corretoras, de 56%. leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/confianca-do-setor-de-seguros-sobe-128-em-abril-com-cenario-politico-19191817#ixzz47duhnn4e fonte: o globo
13/04/2016

Susep muda norma para transferência de carteiras

 a susep alterou as normas vigentes para a transferência de carteira integral ou parcial entre as seguradoras, sociedades de capitalização e as entidades abertas de previdência complementar. segundo a circular 534/16, publicada nesta segunda-feira (11/04), a partir de agora, a sociedade ou entidade cedente deverá acostar ao processo administrativo os formulários definidos no site da susep, na seção “orientações de normativos/capital mínimo requerido/transferência de carteira”, preenchidos de acordo com as orientações ali contidas e as características da carteira transferida, para fins de cálculo do capital mínimo requerido. os arquivos eletrônicos desses formulários deverão ser encaminhados para a autarquia – através do correio eletrônico diris.rj@susep.gov.br – tendo como assunto o número do processo administrativo de transferência de carteira. após a realização da transferência, a sociedade/entidade cessionária deverá encaminhar à susep os dados históricos da carteira recebida, na forma disposta na regulamentação, para fins de ajustes no cálculo do capital mínimo requerido das empresas envolvidas. no caso de operações de seguros e previdência complementar aberta, a carta poderá ser emitida com a utilização de meios remotos nos termos da regulamentação vigente. fonte:  c q c s
07/04/2016

Aportes à previdência aberta sobem 24,3% em janeiro, diz FenaPrevi

 os aportes a planos previdenciários abertos (que incluem os pgbls e os vgbls) somaram r$ 6,3 bilhões em janeiro, crescimento de 24,3% frente ao mesmo mês do ano anterior. os aportes a planos previdenciários abertos (que incluem os pgbls e os vgbls) somaram r$ 6,3 bilhões em janeiro, crescimento de 24,3% frente ao mesmo mês do ano anterior. a captação líquida no primeiro mês do ano, diferença entre captação e resgates, registrou saldo positivo de r$ 1,7 bilhão, ante r$ 1,5 bilhão em janeiro de 2015, segundo informou a federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), que representa 69 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país. "mesmo com a economia em situação difícil, os participantes do sistema seguem fazendo reservas para a aposentadoria, o que mostra que a previdência complementar aberta segue ocupando papel de destaque no investimento de longo prazo dos brasileiros", diz em nota o presidente da fenaprevi, edson franco. segundo a fenaprevi, o sistema registrou em janeiro um total de 85.516 pessoas já usufruindo benefícios (aposentadorias, pecúlios por morte e por invalidez, e pensões por morte e por invalidez) pagos por planos abertos de caráter previdenciário. no período, foram contabilizados um total de 12.271.620 pessoas com planos contratados, sendo que deste total 9.241.272 são individuais (já computados os planos para menores) e 3.030.348 empresariais. os planos individuais foram os que mais receberam recursos no primeiro mês do ano. no total, foram investidos r$ 5,5 bilhões, frente a r$ 4,3 bilhões registrados em janeiro de 2015. os planos para menores, por sua vez, acumularam r$ 152,5 milhões, alta de 15% em relação ao mesmo mês do ano anterior (r$ 132,6 milhões). os recursos destinados a planos empresariais avançaram 6,7% no mês e somaram r$ 627 milhões em contribuições em janeiro. o vgbl (indicado para quem não tem como se beneficiar da dedutibilidade fiscal prevista no formulário completo do imposto de renda pessoa física), recebeu contribuições de r$ 5,7 bilhões em janeiro. o pgbl (indicado para quem tem como se beneficiar da dedutibilidade do ir) registrou r$ 558 milhões. os planos tradicionais, por sua vez, anotaram r$ 63 milhões. fonte: estadão
07/04/2016

Investidores aplicam mais em previdência privada aberta

 os aportes a planos abertos de caráter previdenciário (que incluem os pgbls e os vgbls) somaram r$ 6,3 bilhões no primeiro mês do ano, registrando crescimento de 24,3% frente ao mesmo mês do ano anterior, quando foram aplicados r$ 5,1 bilhões. no mês de janeiro, a captação líquida, diferença entre captação e resgates, por sua vez, registrou saldo positivo de r$ 1,7 bilhão. no mesmo mês do ano anterior o saldo foi de r$ 1,5 bilhão. os dados são da fenaprevi (federação nacional de previdência privada e vida), que representa 69 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país. “mesmo com a economia em situação difícil, os participantes do sistema seguem fazendo reservas para a aposentadoria, o que mostra que a previdência complementar aberta segue ocupando papel de destaque no investimento de longo prazo dos brasileiros”, diz edson franco, presidente da fenaprevi. os dados do balanço da fenaprevi mostram também que o sistema registrou em janeiro um total de 85.516 pessoas já usufruindo benefícios (aposentadorias, pecúlios, por morte e por invalidez, e pensões, por morte e por invalidez) pagos por planos abertos de caráter previdenciário. no período, foram contabilizados um total de 12.271.620 pessoas com planos contratados, sendo que deste total 9.241.272 são pessoas com planos individuais (já computados os planos para menores) e 3.030.348 pessoas com planos empresariais. resultado por tipo de plano os planos individuais foram os que mais receberam recursos no primeiro mês do ano. no total, foram investidos r$ 5,5 bilhões, enquanto que no ano anterior foram registrados r$ 4,3 bilhões. os planos para menores, por sua vez, acumularam r$ 152,5 milhões, alta de 15% em relação ao mesmo mês do ano anterior (r$ 132,6 milhões). os recursos destinados a planos empresariais também avançaram e somaram r$ 627 milhões em contribuições em janeiro de 2016, representando crescimento de 6,7% em relação aos r$ 588 milhões arrecadados em janeiro de 2015. na análise por modalidade de plano, o vgbl (indicado para quem não tem como se beneficiar da dedutibilidade fiscal prevista no formulário completo de i.r.p.f.), recebeu contribuições de r$ 5,7 bilhões em janeiro de 2016. o pgbl (modalidade de plano indicada para quem tem como se beneficiar da dedutibilidade prevista no formulário completo de i.r.p.f.) registrou r$ 558 milhões. os planos tradicionais, por sua vez, registraram r$ 63 milhões. o tratamento fiscal a opção por planos de caráter previdenciário deve considerar e priorizar uma visão de longo prazo, dada a tributação diferenciada para o poupador. no pgbl, modalidade de plano indicada para quem declara o imposto de renda (ir) pelo formulário completo, o poupador pode deduzir anualmente da base de cálculo do tributo, o valor total das contribuições efetuadas a planos de previdência complementar, durante o exercício social, até o limite de 12% da sua renda bruta, reduzindo o imposto a pagar ou, até mesmo, podendo ter direito à restituição. é o chamado diferimento fiscal, ou seja, o pagamento do ir devido sobre esses recursos, acrescidos dos rendimentos auferidos, é realizado apenas no momento do resgate total ou parcial, ou do recebimento do benefício. para usufruir da dedução, o participante da previdência complementar aberta tem de estar contribuindo para a previdência oficial, inclusive no caso do titular, com mais de 16 anos, ser dependente de quem faz a declaração. já no vgbl, modalidade de plano indicada para quem declara o imposto de renda pelo formulário simplificado, para quem se encontra na faixa de isenção do ir, ou para quem já atingiu o limite de dedução previsto para a previdência complementar (12% da renda bruta), não é possível deduzir da base de cálculo do ir os valores dos aportes realizados ao plano. no entanto, no momento do resgate ou do recebimento do benefício, o ir incide apenas sobre o valor dos rendimentos auferidos, e não sobre o valor total do resgate ou do benefício recebido, como ocorre no pgbl. de acordo com o presidente da fenaprevi, é importante destacar que, para ambas as modalidades de planos (pgbl e vgbl), não há cobrança do imposto de renda a cada seis meses, sobre os rendimentos obtidos, como ocorre em alguns tipos de aplicações. outra característica do pgbl e do vgbl é a possibilidade do poupador optar pelo regime de alíquotas progressivas ou de alíquotas regressivas do imposto de renda, significando, neste último caso, que, quanto mais tempo os recursos permanecerem aplicados, menor será a alíquota do imposto de renda incidente. fonte: investimentos e notícias por nicole ongaratto
07/04/2016

Índice de Confiança do Setor de Seguros cresce 10,2% em março

 rio - o índice de confiança do setor de seguros (icss) avançou 10,2% em março, de acordo com pesquisa da federação nacional dos corretores de seguros privados e de resseguros, de capitalização, de previdência privada, das empresas corretoras de seguros e de resseguros (fenacor). o icss ultrapassou o patamar de 70 pontos pela primeira vez desde julho de 2015, a 73,9. apesar do avanço, o índice ainda é considerado muito baixo, pois é inferior a 100 pontos, patamar mínimo para indicar confiança no setor. das empresas consultadas, 72% das seguradoras; 66% das corretoras e 54% das resseguradoras esperam um crescimento da economia pior ou muito pior, no brasil, pelos próximos seis meses. apenas as resseguradoras ouvidas na pesquisa da fenacor se mostraram positivas com relação à rentabilidade no período: 62%. as seguradoras esperam melhora (54%) e, em sentido contrário, 60% das corretoras indicam que o cenário pode piorar no período. já com relação ao faturamento, 52% das seguradoras; 52% das corretoras e 62% das resseguradoras esperam a manutenção ou melhora dos índices nos próximos seis meses. tal resultado é superior ao registrado em fevereiro: 46%, 50% e 54%, respectivamente. — março foi um mês agitado na política nacional. a expectativa da definição de impasses políticos no país em um futuro próximo pode ter influenciado as respostas de algumas companhias do setor — aponta o presidente da fenacor, armando vergilio. segundo a federação, o setor aguarda definições da economia da política nacional para marcar a retomada de suas expectativas positivas. nos últimos seis meses, o cenário foi de pequenas oscilações e queda. para calcular o índice, a entidade entrevista executivos de mais de 100 companhias do setor a fim de avaliar a expectativa e o grau de confiança dos empresários diante do cenário econômico. as empresas avaliam a situação em uma escala de 0 a 200 para a confiança na economia, rentabilidade e faturamento. fonte: extra - globo
29/03/2016

Cerimônia de outorga da Medalha Cidade de Porto Alegre

 na noite da segunda-feira (28), em cerimônia ocorrida no teatro renascença em porto alegre, o presidente do grupo aspecir seguros e previdência, milton machado, recebeu a medalha cidade de porto alegre. a medalha premia pessoas ou entidades que tenham se distinguido por relevantes serviços prestados em prol do cultural, social ou econômico da cidade.
28/03/2016

Milton Machado recebe medalha Cidade de Porto Alegre

 instituída pelo decreto municipal 6.202, de 25 de novembro de 1977, a medalha “cidade de porto alegre” já homenageou importantes personalidades, como o jornalista alberto andré, um dos fundadores da ari (associação rio-grandense de imprensa). concebida pelo artista plástico nelson jungbluth, a medalha traz em sua arte motivos ligados aos valores da pessoa e da natureza. a medalha premia pessoas ou entidades que tenham se distinguido por relevantes serviços prestados em prol do cultural, social ou econômico da cidade. na edição deste ano, a lista de homenageados tem 30 nomes, entre os quais o do senhor milton machado, diretor presidente do grupo aspecir. um exemplo dessas pessoas que caminham em direção ao futuro sempre com o objetivo de crescimento, não apenas individual, mas da comunidade onde vive. brasileiro nascido em são jerônimo, casado com terezinha oliveira machado, pai de júlio e daniellen iniciou sua caminhada profissional no montepio cooperativista do brasil, hoje unimed seguradora s.a. foi conselheiro, presidente do conselho e diretor presidente de gebemil, atual mbm seguradora s. a. passou pela família bandeirante previdência privada nos cargos de conselheiro, diretor executivo e diretor presidente. assim como na acvat previdência privada, sucv união de previdência e união de previdência s/a. diretor da anapp associação nacional da previdência privada, hoje fenaprevi – federação nacional de previdência privada e vida, presidente do sindepp/rs-sindicato das entidades de previdência privada no estado do rio grande do sul, vice-presidente do sinapp-sindicato nacional das entidades abertas de previdência complementar, milton machado é hoje diretor presidente do grupo aspecir. composto por empresas como aspecir previdência, união seguradora s/a, futuro previdência, acvat e socicred, o grupo aspecir tem como prioridade previdência, seguros e assistência financeira. milton machado também é sócio gerente da milpar participações ltda, através da qual é gestor do esporte clube são josé. onde oferece, através da disciplina do esporte, a oportunidade de jovens vislumbrarem um futuro de sucesso. a cerimônia de entrega da medalha “cidade de porto alegre”, faz parte das comemorações da semana de porto alegre e ocorre hoje, dia 28 de março, às 20h, no teatro renascença (av. érico veríssimo, 307).
28/03/2016

Segurada da União recebe prêmio de capitalização

 a união seguradora, empresa do grupo aspecir, oferece além do seguro de vida um plano de capitalização vida flex. o segurado optando por este plano, concorre todos os sábados através da extração da loteria federal a uma premiação. a felizarda desta vez foi a senhora adriana de barcellos serra. o cheque foi entregue pelas mãos do diretor comercial da união seguradora, joão lock, na tarde desta segunda-feira, 28 de março. presentes ao evento, representando a união seguradora, estavam antônio nazario coutinho da área técnica e joão carlos lock, diretor comercial. a premiada senhora adriana de barcellos serra, o gerente de negócios do servicoop, cristiano costa, o diretor da benefícios maurício junqueira e o diretor jurídico da servicoop andre luiz meira.

Planejamento da aposentadoria: muito além da reforma


08/02/2019
Com a intensificação do debate em torno da reforma da Previdência Social, as incertezas ainda são muitas e informações se mostram desencontradas. Um ponto é certo, essa reforma é imprescindível e quanto mais tempo for postergada, mais draconiana será.

Para os que questionam essa necessidade, é importante reforçar que não é fruto de um modelo de governo liberal, como o atual. O tema já é debatido há muito tempo, sendo que foi posta em pauta pelo governo do PT e no de transição do MDB.

Assim, o fato não é se haverá a reforma, mas, sim, como será essa reforma. O modelo previdenciário brasileiro se mostra insustentável e se não houver mudanças a situação poderá ser ainda pior para as futuras gerações.
O que muitos se esquecem é que, independentemente do que aconteça nos próximos meses, o mais importante é pensar no plano B, ou seja, uma previdência privada, uma vez que essa quantia, que já se mostra insuficiente hoje, provavelmente ficará menor ainda com todas as mudanças previstas.

Se organizar e poupar dinheiro para garantir um futuro mais sustentável financeiramente é uma preocupação de poucos, onde os olhares ficam voltados apenas para o aumento de renda atual e é por isso que a educação financeira vem de encontro a esse movimento, para que não importando a idade sempre há tempo para se planejar.

Além da expectativa de vida do brasileiro ter aumentado, com a reforma a aposentadoria integral pode ficar mais difícil de ser alcançada, portanto é um claro sinal de que os trabalhadores irão se aposentar cada vez mais tarde. Não quero entrar no mérito se a reforma é boa ou não, mas sim auxiliar os trabalhadores para que possam agir da melhor forma diante das mudanças e prevenir o desequilíbrio das finanças no futuro.
Pensando de forma prática, a primeira medida a ser tomada é pensar em qual padrão de vida pretende ter após a aposentadoria, ou seja, ter um número do quanto pretende ganhar mensalmente para não depender da ajuda de parentes ou terceiros, algo muito comum de acontecer com milhões de aposentados.

Para que esse objetivo seja alcançado, a quantia guardada deve ser o dobro do valor que deseja receber, utilizando 50% para viver da forma que planejou e os outros 50% deixar reservado para potencializar os ganhos com juros mensais.

Veja a educação financeira como o único caminho para desfrutar de uma aposentadoria mais saudável financeiramente, algo que pode parecer difícil atualmente, mas que é perfeitamente possível se ser alcançado, já que estamos falando da mudança de hábitos e comportamentos e que podem começar hoje mesmo, deixando um pouco de lado essa grande preocupação com o que será feito pelo governo atual e muito provavelmente dos próximos.

Fonte: *Reinaldo Domingos, PHD em educação financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira e autor de Terapia Financeira, de Mesada não é só dinheiro e da primeira Coleção Didática de Educação Financeira do Brasil

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