04/09/2018

Pedrinhas em Seguros (RS) promovem encontro no Acampamento Farroupilha

  momento conta com apoio de grupo autosul e sultec vistorias o piquete portal do rio grande é palco do próximo encontro do clube da pedrinha em seguros (rs). com apoio do grupo autosul e sultec vistorias, os membros da entidade reúnem-se no dia 11 de setembro, terça-feira, a partir das 19h30min. confira também: diversas novidades marcam encontro do clube da pedrinha em seguros (rs). para participar é necessário realizar a confirmação até o dia 7 de setembro, através do e-mail marketingpedrinha@gmail.com. divulgação " data-image-meta="{"aperture":"0","credit":"","camera":"","caption":"","created_timestamp":"0","copyright":"","focal_length":"0","iso":"0","shutter_speed":"0","title":"","orientation":"0"}" data-image-title="a4529360-c533-4dc7-a2f7-2fa81dad34e7 (1)" data-large-file="https://jrscomunicacao.com/wp-content/uploads/2018/09/a4529360-c533-4dc7-a2f7-2fa81dad34e7-1.jpg" data-medium-file="https://jrscomunicacao.com/wp-content/uploads/2018/09/a4529360-c533-4dc7-a2f7-2fa81dad34e7-1-300x300.jpg" data-orig-file="https://jrscomunicacao.com/wp-content/uploads/2018/09/a4529360-c533-4dc7-a2f7-2fa81dad34e7-1.jpg" data-orig-size="790,790" data-permalink="https://jrscomunicacao.com/2018/09/03/pedrinhas-em-seguros-rs-promovem-encontro-no-acampamento-farroupilha/a4529360-c533-4dc7-a2f7-2fa81dad34e7-1/" height="705" src="https://jrscomunicacao.com/wp-content/uploads/2018/09/a4529360-c533-4dc7-a2f7-2fa81dad34e7-1.jpg" width="705" />
29/08/2018

Transformação digital nos seguros: o suco de laranja e a redescoberta do risco

 a sociedade e o formato de consumo evoluem juntos, cada vez mais rápido. um exemplo simples está na laranja transformada em suco pronto, com embalagem e disponibilidade como diferenciais. outro, mais complexo, são os aplicativos de transporte. aqui os provedores não possuem motoristas, nem frota, mas criaram um novo canal para o cliente acionar o serviço e revolucionaram a forma como nos locomovemos. ao estabelecer essa conexão direta entre motoristas e passageiros, esses aplicativos usaram a tecnologia para mudar a tal da embalagem - e assim o produto fica disponível com um clique, em qualquer hora e lugar. essa mudança é um dos frutos da era da transformação digital. outro é a cross over for work, empresa que oferece posições globais de trabalho e carreira, com alta remuneração e sem escritório fixo. ela recruta executivos em todo o mundo para seus clientes igualmente espalhados pelo globo e as atividades são desenvolvidas por meio de plataformas de trabalho coletivo, com alta disponibilidade. você já percebeu que a transformação digital faz processos virarem produtos e produtos virarem serviços. portanto, manter o status quo não é mais uma alternativa para as seguradoras. muitas mudanças estão a caminho e outras já impactam o setor. a internet das coisas (internet of things, iot) é uma delas. ao disponibilizar enorme massa de informações sobre o segurado e seus bens, essa tecnologia permite a customização das apólices. com isso, a desintermediação ganha força, especialmente nos produtos massificados, direcionando o corretor para vendas com maior valor agregado. veja o que fez a insurtech lemonade, fundada nos estados unidos há menos de 3 anos: primeiro, buscou mercado pouco atrativo - seguros de residência para proprietários e inquilinos, inclusive domicílios compartilhados, em bairros de médio padrão em nova york. o alvo era o público com pouca tradição em seguros, notadamente millennials. depois, a lemonade quebrou o modelo de atuação das seguradoras, substituindo corretores e burocracia por interações digitais e robôs, que liberam coberturas em minutos. resultado: sucesso. no brasil, onde a regulamentação atual limita vendas diretas da seguradora, surgem iniciativas mais ousadas para contornar a “distância” do cliente massificado. entre elas está o compartilhamento das bases de clientes do corretor e da seguradora para oferecer, por exemplo, seguro de vida àqueles que só possuíam apólices de automóvel. o objetivo é superar, com tecnologia e informações disponíveis nas redes sociais, um obstáculo local às vendas cruzadas: a especialização dos corretores em nosso país. nosso índice de apólices da mesma seguradora por cliente (ou domicílio) é dos menores do mundo, inferior a 1,5 mesmo nas grandes do setor, contra mais de 3 em países com maior penetração do seguro. cresce a percepção de que o corretor precisa ser melhor capacitado e alavancado pelas seguradoras, especialmente quando está em jogo a superação das metas de venda e barreiras na distribuição. a peça-chave (exceto em bankassurance e affinity) ainda é esse profissional: com apoio da tecnologia, ele aumentará a produtividade, por exemplo, criando rotinas com inteligência para mapear eventos de vida dos clientes-alvo via redes sociais. assim pode oferecer serviços e plataformas de qualidade em todas as interações ao longo da jornada do cliente – cotação, venda, pagamento, endosso, sinistro, renovação e consultas. a indústria de seguros foi criada há centenas de anos, no tempo das caravanas dos comerciantes que traziam mercadorias do oriente (não deixem de ler “desafio aos deuses: a fascinante história do risco”, de peter bernstein, 1997). muita coisa mudou desde então, mas a essência permanece: venda de garantia que só se usa em caráter excepcional, ou seja, no caso de sinistro. a evolução até aqui foi cosmética, melhorou atendimento, segmentou o mercado e acrescentou serviços. mas não é mais suficiente: é necessário explorar o potencial das novas tecnologias – que continuarão chegando – à luz do insubstituível conhecimento de seguros e riscos. a transformação digital está oferecendo inúmeras oportunidades, mas também ameaças às seguradoras, porque elas atuaram, por décadas, com enormes tabelas de médias demográficas e de sinistralidade, cotando prêmios para clientes sem rosto e sem identidade. agora, com iot, redes sociais e motores de regras ajustáveis com inteligência artificial, personaliza-se o risco ao refletir comportamentos observados, não presumidos. assim, muda-se a embalagem, o conteúdo e a forma de servir: exatamente como no caso da laranja. podemos oferecer usage-based insurance (ubis), no qual só se paga pelo uso, ou seja, pelo serviço. carro que vive na garagem, por exemplo, tem seguro mais barato. há opção de endossos válidos por horas ou até minutos, quando alguma situação especial deve ser averbada usando meios digitais instantâneos. a pergunta que fica é: o que mais vem por aí? * joel de oliveira é diretor comercial e de novos negócios da sistran. fonte: portal nacional de seguros por danilo fernandez
29/08/2018

Mitos e Verdades da Previdência

 edson franco, ceo da zurich, falou sobre o futuro da previdência no evento improve, realizado pela seguradora para discussão de tendências no mercado segurador são paulo, agosto de 2018 – os desequilíbrios da previdência social e sua esperada reforma ainda são temas que geram muitas dúvidas e estiveram no centro dos debates durante o improve, evento promovido pela seguradora zurich. o ceo da companhia no brasil, edson franco, fez uma apresentação traçando um panorama do atual momento do sistema previdenciário brasileiro e as perspectivas para os próximos anos. durante o evento, o executivo destacou a relação entre discursos que não refletem a realidade e falta de informações corretas. para ele, há uma espécie de mitos e verdades da previdência. um exemplo claro diz respeito ao atual déficit – r$ 268,8 bilhões em 2017 - referente ao inss e à previdência dos servidores públicos federais. “ouvimos discursos enfatizando que se resolvermos questões relacionadas ao déficit do setor público, resolve-se automaticamente o problema da previdência. e não é verdade. ainda que exista injustiça social na diferença de modelos entre o inss e a previdência dos servidores públicos, o real problema está na projeção do déficit futuro do inss dada a tendência de envelhecimento da população. hoje temos 8,4 trabalhadores ativos para cada inativo. em 2060 serão 2 ativos para cada inativo. não tem como essa conta fechar”, ressalta. outra informação bastante disseminada e que, segundo franco, não condiz com o real é que a idade mínima proposta na reforma prejudicaria os trabalhadores de classes menos favorecidas. “a maioria dos profissionais que se aposentam hoje com salário mínimo já o fazem em função da idade mínima de aposentadoria. geralmente, essas pessoas começaram a trabalhar muito cedo, mas na informalidade, não tendo como comprovar e, portanto, se aposentar por tempo de contribuição”, afirma. para o executivo, os desafios do sistema previdenciário são estruturais e uma reformulação é imprescindível e inadiável. porém, independentemente da reforma, o segmento de previdência complementar deve continuar inovando e crescendo no país. e essa expansão está relacionada com a perspectiva de uma conscientização maior do brasileiro sobre a necessidade de formação de uma poupança previdenciária complementar. estudo recente divulgado pela zurich, em conjunto com a universidade de oxford, apontou o brasileiro como o povo mais vulnerável em relação a reservas pessoais, entre os 11 países pesquisados. 72% dos entrevistados afirmaram que poderiam sobreviver financeiramente somente por até seis meses em caso de perda de renda, enquanto 28% não teriam como custear seus gastos por mais de um mês. “a população precisa enxergar que a proteção da própria renda também faz parte de um planejamento financeiro responsável. por tudo que já foi exposto em relação ao sistema previdenciário brasileiro, a fonte governamental não será sustentável para garantir a totalidade dos rendimentos da população no futuro”, conclui. o improve foi realizado no último mês de agosto, em são paulo, e reuniu mais de 180 profissionais, entre gestores e engenheiros de risco, bem como corretores e parceiros da seguradora. fonte: portal nacional de seguros por daniela dálio e joão pedro andrade
29/08/2018

Seguro ambiental obrigatório aprovado pela nova lei será um diferencial estratégico para as empresas

  confira artigo de alexandre jardim, diretor de responsabilidade civil e riscos ambientais da aon brasil recentemente, foi aprovado pela comissão de meio ambiente (cma), do senado federal, em decisão unânime, o projeto de lei pls 767/2015, que pode tornar obrigatório a contratação do seguro ambiental. esse é um movimento importante e polêmico. de um lado poderá movimentar de alguma forma o mercado securitário, fomentando a demanda por um seguro que cresce a cada dia e vem tomando maior importância dentro das estratégias operacionais das empresas. entretanto, por outro lado, a simples obrigatoriedade de contratação de um seguro não significa que isto será feito da forma adequada, de modo que venham realmente cumprir sua finalidade, a de proteger as empresas contra eventuais riscos a que estão expostas. o seguro ambiental está longe de ser um seguro de “prateleira”. desta forma, durante o processo de contratação de uma apólice, uma análise técnica e minuciosa é realizada. apesar da boa capacidade e conhecimento do mercado de seguros que opera com essa modalidade, o número de seguradoras ainda é de certa forma limitado, o que poderá gerar um “gargalo” na disponibilização de cotações face ao aumento na demanda. o crescimento da demanda em um cenário de capacidade reduzida de atendimento pelo mercado segurador poderá gerar também, em um primeiro momento, uma pressão pelo aumento do custo deste seguro, ainda mais com o peso da obrigatoriedade. porém, a massificação que ocorrerá deverá, em um médio prazo, trazer novas companhias e eventualmente aliviar a pressão de custo. partindo dessa premissa, companhias que se anteciparem a esse movimento, além de protegidas pela apólice em questão contra eventuais incidentes, certamente atravessarão esta fase inicial de uma possível obrigatoriedade deste seguro de forma mais estável e com seus custos mais controlados por já terem uma base de precificação de seu risco estabelecida com as seguradoras que operam com esta modalidade. a aon conta com uma vasta experiência no setor. certamente, a nossa expertise pode contribuir com mais informações a respeito do seguro para riscos ambientais, projeto de lei pls 765/2015 e o mercado segurador como um todo. fonte: jrs
29/08/2018

Apenas 18% dos brasileiros pouparam em junho, diz indicador da CNDL

 entre os brasileiros, apenas 18% pouparam dinheiro no mês de junho, de acordo com a confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl) e o serviço de proteção ao crédito (spc brasil). em média, o valor guardado foi de r$ 520. a maioria, 73%, respondeu que terminou o mês sem nenhuma reserva. entre as justificativas estão a renda muito baixa (44%), o que inviabiliza guardar dinheiro. outros motivos apontados foram imprevistos (17%), ausência de renda por desemprego (15%) e reconhecimento de descontrole sobre os próprios gastos (14%). poupança o levantamento mostra que 35% dos brasileiros poupam habitualmente, sendo que 28% afirmam guardar o que sobra do orçamento e 7% estipulam um valor a ser poupado. os objetivos para o dinheiro poupado são cobrir imprevistos (53%), garantir um futuro melhor à família (37%), enfrentar eventual desemprego (28%), cobrir a aposentadoria (17%), arcar com a educação dos filhos (16%), fazer viagens (15%) e reformar a casa (15%). já 55% admitem que não têm o hábito de poupar. aplicações a poupança lidera entre as aplicações financeiras, sendo citada por 64% dos que poupam habitualmente. guardar dinheiro em casa é a segunda opção, mencionada por 25% dos brasileiros. em terceiro lugar, aparece a conta corrente (15%); em quarto, os fundos de investimentos (9%) e, em quinto, a previdência privada (7%). modalidade de investimento mais conhecida pelos brasileiros, 92% já ouviram falar sobre a poupança. em seguida vêm os títulos de capitalização (57%), os planos de previdência privada (53%), as ações em bolsas de valores (42%), os fundos de investimentos (34%), o tesouro direto (25%) e os cdbs (25%). a sondagem mostra que 38% dos poupadores precisaram sacar alguma parte dos seus recursos em junho. os imprevistos foram a principal razão para o saque, citado por 13%. outros 8% sacaram porque os ganhos não haviam sido suficientes, 8% para quitar dívidas pendentes e 5% por estarem sem emprego. o indicador da cndl abrangeu 12 capitais das cinco regiões brasileiras: são paulo, rio de janeiro, belo horizonte, porto alegre, curitiba, recife, salvador, fortaleza, brasília, goiânia, manaus e belém. juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. a amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. a margem de erro é de 3,5 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%. fonte: agência brasil
29/08/2018

Prospecção inteligente de clientes é tema de palestra em Ipatinga

 como manter a saúde financeira na área de seguros durante um período de crise econômica? o que fazer para prospectar novos clientes e crescer mesmo em cenário de aparente queda de vendas? como o marketing de relacionamento pode ser aplicado para otimizar as relações com clientes e converter confiança em vendas? essas perguntas foram abordadas na palestra “prospecção inteligente de clientes para seguros de a a z”, promovida pelo sindseg mg/go/mt/df, na última quinta-feira (23/8). segundo o palestrante sérgio ricardo de magalhães souza, para que as seguradoras cresçam, é necessário que os métodos de prospecção e abordagem de clientes se renovem e sejam pensados de forma estratégica. “hoje as pessoas estão muito preocupadas em vender e esquecem que essa venda é a solução de problemas para um cliente. esquecem o básico, que a venda de seguros é a arte da confiança. os clientes vêm quando você presta serviços com responsabilidade e passa segurança em seu atendimento” diz. sérgio comenta que o anseio de prospectar novos clientes e fechar novos negócios faz com que alguns profissionais se esqueçam dos clientes “antigos”, que são, muitas vezes, a chave para a manutenção da saúde financeira de uma seguradora. “as pessoas se esquecem de fazer novos negócios com os clientes que já têm. é muito mais fácil vender para eles do que começar uma nova relação do zero. é preciso prospectar os próprios clientes e fortalecer um vínculo de confiança que já existe”. questões como marketing digital, planos de comunicação pautados no relacionamento, funil de vendas e softwares de gestão e planejamento de trabalho, que já são uma realidade palpável no mercado de seguros e não podem ser esquecidas pelas seguradoras, foram questões também abordadas pelo palestrante. “o que eu falo não é nada de muito novo. são coisas simples que todo mundo sabe, mas às vezes se esquece de aplicar.” fonte: sindseg mg via /cqcs
29/08/2018

Os que se dão bem na vida!

 conta uma história que um professor universitário entra em sala de aula e constata que a turma continua conversando, entretendo-se com outros afazeres, sem se dar conta de sua presença, demonstrando desinteresse pela aula. sem chamar a atenção dos alunos, o professor iniciou a narrativa: – bem, conforme as pesquisas informaram somente dez por cento dos alunos que ingressam nas universidades se tornam grandes profissionais, bem como apenas 10% podem pleitear altos cargos no governo e realizar-se profissionalmente. os alunos aos poucos foram se aquietando e passaram a se concentrar na aula, pois ninguém queria fazer parte dos 90% que serão medianos, ficando fora dos 10% que se darão bem. fazendo uma analogia com a previdência privada, somente cerca de 10% da população economicamente ativa do brasil têm uma previdência privada como alternativa ou complemento à previdência social. assim, somente 10% da população terão o privilégio de uma aposentadoria digna e uma velhice financeiramente tranquila. olha, há duas formas de mudança: pela conscientização e pela frustração. mais e mais brasileiros estão trabalhando até morrer porque ainda não se conscientizaram que não dá para viver só do inss. os que se conscientizaram estão nas grandes multinacionais e estatais. gente bem formada e bem informada. quem vocês acham que está acertando? fonte: paraná portal por renato follador
29/08/2018

Candidatos são arrojados com suas finanças

 os candidatos aos cargos em disputa nas eleições distribuem seus investimentos financeiros em produtos considerados conservadores, embora se comportem de forma mais arrojada do que o investidor típico brasileiro, conforme especial...   fonte: agência estado felipe frazão em brasília...   veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/agencia-estado/2018/08/28/candidatos-sao-arrojados-com-suas-financas.htm?cmpid=copiaecola
29/08/2018

Confiança de serviços atinge o maior patamar desde abril, diz FGV

 o índice de confiança de serviços (ics) subiu 1,5 ponto na passagem de julho para agosto, para 89,0 pontos, na série com ajuste sazonal, informou a fundação getulio vargas (fgv). após duas altas consecutivas, o indicador atingiu o maior patamar desde abril deste ano. "o novo aumento da confiança dos serviços em agosto sugere que a fase de queda desse indicador, observada desde o início do segundo trimestre, pode estar chegando ao fim, reforçando que talvez o momento seja de estabilização da curva de confiança do setor", avaliou silvio sales, consultor do instituto brasileiro de economia da fgv (ibre/fgv), em nota oficial. houve melhora na confiança em 11 das 13 principais atividades pesquisadas. o índice de expectativas (ie-s) avançou 2,9 pontos, para 91,5 pontos, após cinco meses de quedas. já o índice da situação atual (isa-s) se manteve estável em agosto ante julho, aos 86,7 pontos. "as avaliações sobre a situação corrente dos negócios apontam para uma estabilidade, enquanto as expectativas apresentam, pela primeira vez em cinco meses, um avanço na margem em agosto. com isso, permanece a sinalização de uma recuperação moderada na atividade para os próximos meses", completou sales. a maior contribuição para a alta do ie-s em agosto foi do componente que mede a demanda para os próximos três meses, com elevação de 3,5 pontos, para 91,4 pontos. no isa-s, houve aumento de 0,9 ponto do item que mede o volume de demanda atual, mas queda também de 0,9 ponto no componente que avalia a situação atual dos negócios. o nível de utilização da capacidade instalada (nuci) do setor de serviços caiu 1,0 ponto porcentual em agosto, para 80,7%, o menor patamar da série histórica. a coleta de dados para a edição de agosto da sondagem de serviços foi realizada entre os dias 1º e 24 do mês.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/08/646181-confianca-de-servicos-atinge-o-maior-patamar-desde-abril-diz-fgv.html)

Planejamento para as despesas de início de ano


09/01/2019
Como o Título de Capitalização pode contribuir para a organização financeira?

O novo ano já começou com muitas despesas: férias, matrícula e material escolar, uniformes, IPTU, IPVA entre outras. Saiba que o Título de Capitalização pode contribuir para essa organização financeira.

Os produtos da modalidade Tradicional permitem que o cliente guarde um pouco todo mês e, ao final do plano, terá uma reserva financeira acumulada que poderá ser utilizada para fazer frente às despesas do início do próximo ano. E durante todo o período de vigência do título de capitalização, o cliente concorre a prêmios em dinheiro.

O importante é se planejar e identificar o título de capitalização que mais atenda à sua necessidade. Existem títulos com prazos de carência a partir de 12 meses, assim você consegue se programar e juntar dinheiro para as despesas do início de 2020.

Há títulos também com prazos de 24, 36 e até 60 meses, que permite organizar uma grande viagem, por exemplo.

FONTE: CNseg

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