18/07/2018

Ouro fecha em leve alta, monitorando movimentos do dólar e fala de Powell

 o ouro para entrega em agosto recuperou o fôlego e encerrou a sessão desta quarta-feira (18) com leve avanço, apesar da trajetória de queda seguida durante a manhã que o encaminhava para a quarta sessão consecutiva de perdas. o movimento de leve valorização dos preços do metal precioso vieram com o enfraquecimento do dólar em relação a outras divisas principais pouco antes do fechamento do ouro. investidores acompanharam o depoimento do presidente do federal reserve (fed, o banco central dos estados unidos), jerome powell, na câmara dos representantes dos estados unidos. apesar de ressaltar o gradualismo em relação às taxas de juros, o dirigente afirmou que o crescimento econômico do país segue robusto e que a inflação está próxima da meta de 2% estabelecida pela autoridade monetária americana. na comex, divisão de metais da bolsa mercantil de nova york (nymex), o contrato para agosto avançou 0,05%, para us$ 1.227,90 a onça-troy.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/639010-ouro-fecha-em-leve-alta-monitorando-movimentos-do-dolar-e-fala-de-powell.html)
16/07/2018

Segmento dos planos de previdência de associações deve dobrar em 2019

 a quanta, a maior entidade de fundos instituídos e focada inicialmente em profissionais de saúde e médicos, cresceu 12% nos últimos 12 meses e busca público potencial de 3 milhões de pessoas a possibilidade de inclusão de familiares em planos de previdência privada instituídos por associações e sindicatos deverá dobrar o número de participantes no segmento até o final do próximo ano. essa é a expectativa da associação brasileira das entidades fechadas de previdência complementar (abrapp). “o crescimento do setor envereda para os fundos instituídos. há líderes envolvidos de sindicatos e entidades de classe para a criação de diversos fundos instituídos para familiares”, apontou o presidente da abrapp, luis ricardo martins. dados do último informe estatístico trimestral da superintendência nacional de previdência complementar (previc), relativo a março de 2018, registrava que os planos de previdência de associações (instituídos) reuniam 157,28 mil participantes e patrimônio de r$ 8,176 bilhões. “além do associado, agora, pode-se incluir cônjuges, filhos e dependentes econômicos nos planos. estamos buscando, junto ao regulador, a permissão para parentes de terceiro grau [netos, por exemplo]”, explicou. martins esclareceu que apenas associações e sindicatos podem estruturar (criar) os fundos instituídos. “a gestão dos recursos é terceirizada para seguradoras. a grande maioria desses planos adicionam coberturas de risco de morte e invalidez”, diz. em outras palavras, os planos de previdência de associações são relativamente diferentes dos planos de previdência patrocinados por empresas privadas, estatais e governos (mais conhecidos como fundos de pensão), e dos planos de previdência aberta (pgbl e vgbl) comercializados por bancos, seguradoras e gestoras. para incentivar ainda mais esse segmento, a abrapp também solicita junto ao governo, em razão do debate em torno da reforma da previdência social (pública), benefícios para quem declara pelo modelo simplificado do imposto de renda (ir). “em qualquer lugar do mundo, a previdência privada precisa de incentivo fiscal para crescer”, argumentou martins, também representante da oabprev-sp. vantagens ao participante a presidente da quanta previdência unicred, denise maidanchen, lembrou que o fundo de previdência associativo possui benefícios fiscais iguais ao do plano gerador de benefícios livres (pgbl), ou seja com vantagens para quem faz a declaração do imposto de renda pessoa física pelo modelo completo. “meu concorrente é o pgbl, mas conseguimos entregar uma taxa de administração bem menor [em relação aos grandes bancos]”, disse. maidanchen citou que a taxa de administração no principal fundo da quanta previdência é de 0,5% ao ano, e vai até 0,6% ao ano em planos com parceiras com outras cooperativas e associações. “temos estudos para diminuir mais esses custos aos participantes”, diz. na média do mercado, as gestoras cobram taxa de 1% ao ano. “na quanta, o ticket médio é r$ 570 por mês”, disse. em número de contribuintes ativos, a quanta previdência unicred é a maior entidade de planos associativos, com 70 mil participantes em junho. “tivemos um crescimento líquido de 12% no número de adesões nos últimos 12 meses. nesse anos, estamos registrando uma média de 1,2 mil adesões por mês”, conta. focada originalmente no público de médicos e profissionais de saúde, a quanta trabalha no aumento das parcerias com outras cooperativas de crédito. “serão 60 cooperativas no total, de associações de engenheiros a profissionais da área de transportes, e devemos alcançar um público potencial de 3 milhões de pessoas em 2 anos”, aponta. denise maidanchen informou ao dci que patrimônio líquido da quanta alcançou o montante de r$ 2,8 bilhões ao final do primeiro semestre de 2018. os recursos em oito fundos são geridos pela icatu seguros, sulamérica seguros, mongeral aegon investimentos, quantitas asset management, soma e rio bravo. questionada sobre a rentabilidade dos fundos, denise relatou que a carteira de renda fixa rendeu 7,44% nos últimos 12 meses. para efeito de comparação, fundos de renda fixa acompanhados pela associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima) renderam entre 6,15% (simples), passando por 7,26% (duração média e risco grau de investimento) a 9,55% (duração alta, risco soberano) em igual período. já o plano multimercado da quanta mostrou ganhos de 8,12% e o fundo com renda variável (ações) teve rentabilidade de 8,33% em igual período de 12 meses até junho. “o perfil é conservador e prefere a renda fixa (75%)”, conclui. fonte: dci
16/07/2018

Previdência: o empresário e a aposentadoria pelo INSS

 o sistema de contribuinte individual lhe garante esse direito. não é porque você não é mais funcionário clt, com carteira de trabalho assinada, que deve deixar de lado qualquer relação com a previdência social. descobri esses dias – um cunhado meu me contou – que mesmo sendo empresário, eu posso e devo continuar contribuindo com o instituto nacional de seguridade social (inss) para conseguir ganhar aposentadoria e outros benefícios sociais, além de proteger minha empresa de eventuais fiscalizações da receita federal. descobri isso enquanto conversava com minha família sobre o meu futuro e sobre a insegurança de que se acontecesse um acidente comigo, todos os meus dependentes teriam sua principal verba interrompida, o que impactaria diretamente em nosso padrão de vida. dizia que achava importante pagar uma previdência privada e até um seguro de vida, agora que tenho minha própria empresa e que não conto mais com um empregador resolvendo essa questão do inss para mim. este meu cunhado, que é advogado, quem diria, previdenciário, me falou que eu poderia fazer as duas coisas: investir em uma aposentadoria privada e em um seguro de vida, além de me tornar um contribuinte e segurado pela previdência pública. escreverei dois posts, então, sobre o tema. este primeiro aqui sobre aposentadoria com inss, sua obrigatoriedade e benefícios previstos. um segundo, que você lerá daqui a uma semana, mais ou menos, sobre a estratégia privada. espero que o que estou estudando ajude você em sua escolha! a obrigatoriedade da contribuição para o inss: desde 1999, com a publicação da lei 9.876, o inss passou a considerar empresários, trabalhadores autônomos ou trabalhadores equiparados a um trabalhador autônomo (como os profissionais liberais), como contribuintes individuais. eu mesmo tinha uma dúvida sobre se eu poderia escolher ou não me tornar um contribuinte, se isso era optativo. para minha surpresa, este meu cunhado, que é um bom advogado previdenciário, esclareceu que exercer qualquer tipo de atividade remunerada e não recolher impostos para a previdência social pode fazer com que, em uma fiscalização da receita federal, minha empresa tenha que pagar multas e recolher todos os valores que a receita determinar como adequados para a previdência social. apesar de ficar surpreso com a informação, mandei logo a pergunta que todos nós empresários faríamos: “então quem não é obrigado a pagar para receber a aposentadoria pelo inss?”. ele respondeu: “somente donas de casa, síndicos não remunerados, estudantes, estagiários, presidiários que não exercem atividades remuneradas e brasileiros que moram no exterior. todos eles poderiam contribuir de forma facultativa, mas os empresários e autônomos têm a obrigação de contribuir para evitar multas e fiscalizações”. depois dessa resposta, fui me informar sobre como entrar no regime previdenciário e regularizar minha situação. entrando no regime para entrar no regime da previdência social, o empresário deve se tornar um contribuinte individual. para isso, ele deve se inscrever nas agências da previdência social, pela central de atendimento através do telefone 135 ou efetuando o primeiro recolhimento em gps utilizando o número do pis/pasep. como aumentar o retorno que a contribuição pode me trazer? há um detalhe que pouca gente conhece e que descobri ao falar com meu contador. no caso dos contribuintes facultativos (aqueles casos que citei acima), não é permitido que realizem o pagamento de contribuições relativas a meses anteriores à data de inscrição na previdência. já para os contribuintes obrigatórios, o ideal seria fazer as contribuições anteriores, pois só isso assegura que a fiscalização não multe a empresa. outro ponto que meu contador alertou foi o seguinte: quando o empresário exerce atividade remunerada em sua própria empresa, ele recebe o chamado pró-labore, que funciona como uma espécie de salário dos sócios ou donos de empresas (sobre o qual já falei em outro post), o valor desse pró-labore deve ser incluso na folha de pagamento da empresa. isso fará com que a empresa pague um percentual de 20% para o governo sobre o valor total de sua folha de pagamento, exceções feitas às empresas optantes pelo simples nacional, micro empreendedores individuais (mei) ou plano simplificado que contribuem com taxas mensais e únificadas. legal levar em conta que no valor do pró-labore repassado para o sócio ou dono da empresa incide contribuição previdenciária (11%) da pessoa física. caso o empresário não tenha um pró-labore e só receba um valor sobre os dividendos, ele deverá contribuir mais, arcando com 20% de todos os seus ganhos em tributos para o inss. enquanto, ao incluir seu pró-labore na folha salarial da empresa, o máximo de seu imposto para o inss seria de r$ 513,01, já que o teto da previdência atual está determinado em r$ 4.663,75 (observe que este valor é corrigido anualmente). no meu caso, avaliei junto ao meu contador que incluir o meu pró-labore na folha de pagamento era o melhor meio para ter um maior retorno sobre o tempo de contribuição com relação ao momento em que eu pendurar as chuteiras. meu cunhado também me lembrou de mais uma questão: “o valor que você receberá na aposentadoria não é sobre todo tempo de contribuição. o cálculo que o inss faz leva em conta a média aritmética de todas as suas contribuições realizadas a partir de 1994, excluindo 20% dos valores menores e considerando depois o fator previdenciário”. achei uma reportagem bem interessante do agora que explica isso. vou compartilhar com vocês: “para definir o valor do benefício que será pago, a previdência pega todos os salários recebidos pelo trabalhador desde 1994, exclui os 20% menores e calcula a média. com valor e com a nova tabela do fator previdenciário (que reduz os benefícios de quem se aposenta mais cedo), é possível concluir se o segurado estará no topo dos pagamentos do inss. um trabalhador com 64 anos de idade e 44 de contribuição precisa de uma média salarial de r$ 3.209,78 para ganhar o teto.” só recebo a aposentadoria ou tenho direito a outros benefícios? essa foi a última pergunta que fiz tanto para o meu cunhado quanto para meu contador.  eles responderam que ao me tornar um segurado obrigatório, todos os benefícios a que os trabalhadores com carteira assinada têm direito são estendidos para mim, ou seja, eu teria direito a aposentadoria por invalidez, por tempo de contribuição, idade ou especial (caso a pessoa trabalhe com agentes químicos, físicos, biológicos e/ou nocivos à sua saúde); ou poderia solicitar auxílio-doença, auxílio-acidente ou até auxílio-reclusão, caso fosse preso; e minha família teria direito à pensão por morte. isso é apenas para exemplificar a história. no fim das contas, o melhor é falar com seu contador, para ele ver sua situação específica e te orientar de acordo com a sua realidade. eu falarei ainda mais com o meu! fonte wwwguiaempreendedor.com
16/07/2018

Presidente da SOMPO apresenta perspectivas para o futuro do mercado de seguros durante Brasesul 2018

 francisco caiuby vidigal filho aborda as perspectivas da companhia frente os recentes investimentos em tecnologia, desenvolvimento de produtos e capital humano. a sompo seguros, empresa do grupo sompo holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo – marca presença durante o congresso sul brasileiro dos corretores de seguros (brasesul 2018), que acontece nos dias 19 e 20 de julho no centro de convenções de florianópolis (sc). na ocasião, o presidente da companhia, francisco caiuby vidigal filho participa do painel “o que esperamos do futuro – caminhos, alternativas e soluções” no dia 20/07, às 9h30, no qual analisa o panorama do mercado e aborda as estratégias da sompo seguros para alcançar as metas estabelecidas para o próximo ano frente aos recentes investimentos em novos recursos tecnológicos, desenvolvimento de produtos e capital humano. “como somos uma seguradora voltada às pessoas, nossos objetivos contemplam maximizar o resultado operacional, por meio do investimento em capital humano e tecnologia. dessa forma, buscamos viabilizar ferramentas que contribuam com o trabalho do corretor e propiciem melhor experiência para o segurado”, destaca o executivo. além disso, a equipe da sompo também estará com estande na feira de negócios que acontece simultaneamente ao brasesul. com isso, os players do segmento vão poder conversar com os executivos da companhia presentes no evento e conhecer as mais recentes novidades da sompo. “a sompo já tem um trabalho consolidado na região sul e, em diversas regiões dos três estados, detém a liderança em diferentes linhas de produto. pretendemos seguir com nossas estratégias de crescimento ao levar novas tendências e produtos que estejam alinhadas às necessidades do consumidor e que possam ser boas oportunidades de negócios para os parceiros corretores de seguros”, considera alberto muller, diretor comercial da sompo seguros para a região sul. o evento, organizado pelos sindicatos dos corretores de seguros (sincors) dos estados de santa catarina, paraná e rio grande do sul tem como intuito promover a integração da categoria, assim como a troca de conhecimento e atualização profissional, tendo em vista o fortalecimento da relação com as seguradoras e os clientes. a programação do congresso envolve palestras e painéis nacionais e internacionais que discutirão os avanços tecnológicos da atualidade e as novas opções de atuação no mercado.   fonte: segs.com.br por william parron / foto roberto loffel
16/07/2018

Princípios do seguro e temas polêmicos no STJ em debate da ANSP

 a academia nacional de seguros e previdência (ansp) realiza das 8h30 às 11h30 do dia 15 de agosto, no auditório do sindseg-sp, em são paulo, mais uma edição do café com seguro. tendo como tema "princípios do seguro e temas polêmicos no stj", o evento abordará alguns princípios jurídicos do contrato de seguro, as mais recentes súmulas do stj, o plc nº 29/2017, além da problemática acerca do reajuste das contribuições securitárias e previdenciárias em decorrência da mudança de faixa etária. os interessados em participar podem confirmar a presença até o dia 13 pelo e-mail: eventos@anspnet.org.br ou pelo telefone (11) 3333-4067. credenciais para a imprensa devem ser solicitadas pelo e-mail atendimento@oficinadotexto.com.br ou pelo telefone (11) 5631-0281. o evento é gratuito, mas as vagas são limitadas. o auditório do sindseg fica localizado na avenida paulista, 1294, 4º andar, conjunto 4b. fonte: cnseg
16/07/2018

Dólar tem leves variações sobre o real com foco em cena externa a política

 às 10:21, o dólar recuava 0,02 por cento, a 3,8501 reais na venda, depois de ter fechado a semana passada com leve queda o dólar tinha leves variações frente ao real nesta segunda-feira, seguindo a cena externa, mas com os investidores ainda em modo cautela diante da cena política eleitoral no brasil. às 10:21, o dólar recuava 0,02 por cento, a 3,8501 reais na venda, depois de ter fechado a semana passada com leve queda. o dólar futuro era negociado praticamente estável. "vemos um viés pouco claro hoje para os ativos. o dólar pode se beneficiar do quadro externo (viés baixista)", escreveu a corretora guide em relatório. lá fora, o dólar tinha leve queda sobre uma cesta de moedas e algumas moedas de países emergentes, como o peso mexicano. as atenções se voltavam para o campo político, com o esperado encontro do presidente dos estados unidos, donald trump, com seu colega russo, vladimir putin, para tentar melhorar a relação entre os dois países. internamente, os investidores ficavam cada vez mais cautelosos com a eleição presidencial de outubro, na reta final para os partidos confirmarem suas pré-candidaturas e eventuais coligações. o foco principal continuava sendo para quem as legendas chamadas de "centrão" vão anunciar seu apoio. o mercado teme que um candidato que considere menos comprometido com ajustes fiscais possa ganhar tração. "internamente, a situação política permanece altamente incerta, e medidas recentes discutidas pelo congresso podem prejudicar uma perspectiva fiscal já frágil", trouxe o banco j.p.morgan em relatório, pelo qual também elevou sua perspectiva para o dólar neste final de ano, a 3,80 reais, ante 3,60 reais. "esperamos que as crescentes tensões comerciais entre os eua e a china mantenham a pressão sobre as condições financeiras dos países emergentes em geral", acrescentou. o banco central anunciou leilão de até 14 mil swaps tradicionais para esta sessão, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem dos contratos que vencem em agosto, no total de 14,023 bilhões de dólares. por enquanto, não anunciou intervenção extraordinária no mercado de câmbio para este pregão. fonte: reuters • são paulo
16/07/2018

IGP-10 sobe 0,93% em julho ante alta de 1,86% em junho, aponta FGV

 o índice geral de preços - 10 (igp-10) avançou 0,93% em julho, após o aumento de 1,86% registrado em junho, informou a fundação getulio vargas (fgv) nesta segunda-feira (16). o índice acumulou um aumento de 6,07% no ano, segundo a fgv. a taxa em 12 meses ficou positiva em 8,06%. no caso dos três indicadores que compõem o igp-10 de julho, os preços no atacado medidos pelo ipa-10 tiveram alta de 0,99% no mês, ante uma elevação de 2,50% em junho. os preços ao consumidor verificados pelo ipc-10 apresentaram crescimento de 0,78% em julho, após a alta de 0,74% em junho. já o incc-10, que mede os preços da construção civil, teve aumento de 0,92% em julho, depois de um avanço de 0,36% em junho. o período de coleta de preços para o indicador de julho foi do dia 11 de junho a 10 deste mês. o igp-di, que apurou preços do dia 1º a 30 do mês passado, subiu 1,48%. os preços agropecuários medidos pelo ipa agrícola caíram 0,83% no atacado em julho, após um aumento de 2,78% em junho, dentro do igp-10. já os preços dos produtos industriais, mensurados pelo ipa industrial, registraram alta de 1,61% este mês, após o avanço de 2,41% no atacado em junho. dentro do índice de preços por atacado segundo estágios de processamento (ipa-ep), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram alta de 1,13% em julho, ante uma elevação de 1,80% em junho. os preços dos bens intermediários tiveram avanço de 1,99% em julho, após alta de 2,84% no mês anterior, segundo a fgv. já os preços das matérias-primas brutas apresentaram queda de 0,42%, depois do aumento de 2,94% em junho.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/638441-igp-10-sobe-0-93-em-julho-ante-alta-de-1-86-em-junho-aponta-fgv.html)
16/07/2018

Incerteza marcará bolsa no segundo semestre

 a primeira metade de 2018 não foi das melhores para o mercado de capitais no brasil. mesmo abrindo o ano com bons desempenhos, a valorização dos papéis se derreteu até o fim de junho, quando o ibovespa, índice que reúne as principais ações vendidas na bolsa brasileira, acumulava queda de 4,76%. parte do terreno vem sendo recuperado em julho (a alta no mês, até a sexta-feira passada, é de 5,27%), mas as perspectivas para o resto do ano são incertas. o motivo é o período eleitoral que, para analistas, determinará o futuro da bolsa - e a deixará bastante instável. "quem tem mais perfil de renda fixa e entrar agora na bolsa pensando em curto prazo, acho que não vai ter estômago para isso", argumenta o analista-chefe da geral investimentos, carlos müller. o cenário mais provável, projeta, é o de dias com altas significativas alternados com quedas expressivas, pouco confortável a quem não é acostumado ao risco. o determinante é a proximidade das eleições, prato cheio para especulações. mesmo que presente nas expectativas do mercado há mais tempo, agora é que o quadro começará a se desenhar de verdade, primeiro com a definição dos candidatos até meados de agosto, depois com a campanha e o pleito em si. sempre em busca de antever os resultados, investidores tendem a reagir a qualquer sinal, seja pesquisa, seja declarações dos candidatos à presidência. "a bolsa pode reagir bem se os candidatos vistos como pró-mercado despontarem, pode ter um rali. mas o contrário também é verdadeiro, e pode cair bastante", acrescenta valter bianchi filho, diretor de investimentos da fundamenta. a preferência dos investidores, segundo ele, é por quem defenda a continuidade de processos de reforma, e movimentos que deem força a esses candidatos tendem a gerar alta nos preços dos papéis. fatores externos, a princípio, são vistos em segundo plano para o restante do ano. associados à deterioração nas perspectivas de crescimento da economia com ápice na greve dos caminhoneiros, guerra comercial entre estados unidos e china e a corrida contra moedas de países emergentes ajudaram a derrubar a bolsa em maio e junho. para o segundo semestre, já não assustam tanto, pelo menos para os últimos meses. "devemos ter ainda a persistência dos fatores externos negativos, com uma chance de melhora mais para a fase final do ano", projeta leandro ruschel, sócio da l&s. novas altas dos juros nos eua, por exemplo, já estariam precificadas. "o mercado financeiro já trabalha com mais duas altas neste ano, já sabe dessa informação. o impacto mais forte será se isso mudar", defende o diretor de renda variável da monte bravo, bruno madruga, argumentando que, se na prática ocorrer só uma elevação, o mercado brasileiro pode sofrer repercussões positivas. bianchi acrescenta que a guerra comercial pode passar a jogar a favor do brasil, caso a china substitua as suas importações dos eua por produtos de outros países, como o nosso. mesmo assim, a sugestão é de cautela para quem tiver um perfil mais conservador, ou a busca por fundos de investimento. para quem é mais afeito ao risco, há oportunidades de valorização no médio e longo prazo. uma das apostas recai sobre ações dos bancos, que puxaram a queda em maio e junho. "é um setor em que as ações recuaram muito forte nos últimos meses, e dificilmente terá uma mudança drástica nos fundamentos dessas empresas", comenta o analista da rico investimentos, roberto indech, que vê a queda como "injustificada". müller destaca que pode jogar a favor da bolsa o fato de as ações estarem baratas ao investidor estrangeiro. o ibovespa ainda está longe de sua máxima de 88 mil pontos em fevereiro, e a valorização do dólar ainda torna os papéis mais baratos na conversão. bianchi lembra que muitos estrangeiros se desfizeram das ações após a saída de pedro parente da petrobras. "se entenderem que a política não vai interferir de novo, voltam em peso. ainda é um ativo barato para o estrangeiro", argumenta. para os conservadores, recomendação é ter cautela a sugestão dos analistas para quem investe no mercado de capitais é de cautela para quem tiver um perfil mais conservador, ou a busca, por exemplo, por fundos de investimento. para quem é mais afeito ao risco, porém, há oportunidades de valorização no médio e longo prazo. uma das apostas dos analistas recai sobre ações do mercado bancário, que puxaram a queda nos meses de maio e junho. “é um setor em que as ações recuaram muito forte nos últimos meses, e dificilmente terá uma mudança drástica nos fundamentos dessas empresas”, comenta o analista da rico investimentos, roberto indech, que vê a queda como “injustificada”. o analista-chefe da geral investimentos, carlos müller, também defende que há outro fator que pode jogar a favor da bolsa brasileira que é o fato de as ações estarem baratas ao investidor estrangeiro. não apenas o ibovespa ainda está longe de sua máxima, os 88 mil pontos atingidos em fevereiro, como a valorização do dólar ainda torna os papeis mais baratos na conversão. “além disso, nossas empresas melhoraram resultados, a dívida está mais barata, não são as mesmas empresas de 2010. isso abre oportunidade”, afirma o analista da geral. valter bianchi filho, diretor de investimentos da fundamenta, concorda, lembrando que muitos estrangeiros se desfizeram das ações após a saída de pedro parente da petrobras. “se entenderem que a política não vai interferir de novo, voltam em peso. ainda é um ativo barato para o estrangeiro”, argumenta.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/638244-incerteza-marcara-bolsa-no-segundo-semestre.html)
16/07/2018

BC aponta queda de 3,34% no IBC-Br em maio, que é prévia do PIB

 após subir 0,50% em abril (dado já revisado), a economia brasileira registrou forte retração em maio de 2018, sob impacto da greve dos caminhoneiros. o índice de atividade econômica do banco central (ibc-br) caiu 3,34% em maio ante abril na série com ajuste sazonal, informou nesta segunda-feira (16) o banco central (bc). o índice de atividade calculado pelo bc passou de 138,01 pontos para 133,40 pontos na série dessazonalizada entre os dois meses. este é o menor patamar para o ibc-br com ajuste desde dezembro de 2016 (132,87 pontos). a atividade em maio foi bastante prejudicada pela paralisação dos caminhoneiros em todo o brasil, verificada nas últimas semanas do mês. na comparação entre os meses de maio de 2018 e maio de 2017, houve baixa de 2,90% na série sem ajustes sazonais. esta série encerrou com o ibc-br em 132,82 pontos em maio, ante 136,78 pontos de maio do ano passado. o indicador de maio de 2018 ante o mesmo mês de 2017 mostrou desempenho próximo do apontado pela mediana (-3,00%) das previsões de analistas do mercado financeiro ouvidos pelo projeções broadcast (-3,80% a -1,41% de intervalo). o patamar de 132,82 pontos é o pior para meses de maio desde 2009 (124,41 pontos). o ibc-br acumulou alta de 0,73% em 2018 até maio, informou o banco central. o porcentual diz respeito à série sem ajustes sazonais. pela mesma série, o ibc-br apresenta alta de 1,13% nos 12 meses encerrados em maio. conhecido como uma espécie de "prévia do bc para o pib", o ibc-br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. a previsão atual do bc para a atividade doméstica em 2018 é de avanço de 1,6%. o porcentual, informado pelo bc no fim de junho, é o mesmo considerado pelo ministério da fazenda.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/638443-bc-aponta-queda-de-3-34-no-ibc-br-em-maio-que-e-previa-do-pib.html)  

Planejamento para as despesas de início de ano


09/01/2019
Como o Título de Capitalização pode contribuir para a organização financeira?

O novo ano já começou com muitas despesas: férias, matrícula e material escolar, uniformes, IPTU, IPVA entre outras. Saiba que o Título de Capitalização pode contribuir para essa organização financeira.

Os produtos da modalidade Tradicional permitem que o cliente guarde um pouco todo mês e, ao final do plano, terá uma reserva financeira acumulada que poderá ser utilizada para fazer frente às despesas do início do próximo ano. E durante todo o período de vigência do título de capitalização, o cliente concorre a prêmios em dinheiro.

O importante é se planejar e identificar o título de capitalização que mais atenda à sua necessidade. Existem títulos com prazos de carência a partir de 12 meses, assim você consegue se programar e juntar dinheiro para as despesas do início de 2020.

Há títulos também com prazos de 24, 36 e até 60 meses, que permite organizar uma grande viagem, por exemplo.

FONTE: CNseg

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