04/06/2018

Mercado aumenta previsão de inflação e reduz estimativa de alta do PIB

 os economistas do mercado financeiro elevaram a previsão para a inflação de 2018. o relatório de mercado focus divulgado na manhã desta segunda-feira (4) pelo banco central (bc), mostra que a mediana para o ipca este ano foi de 3,60% para 3,65%. há um mês, estava em 3,49%. já a projeção para o índice em 2019 passou de 4,00% para 4,01%. quatro semanas atrás, estava em 4,03%. a projeção dos economistas para a inflação em 2018 está dentro da meta deste ano, cujo centro é de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 3,0% a 6,0%). para 2019, a meta é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (de 2,75% a 5,75%). entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do ipca no médio prazo, denominadas top 5, a mediana das projeções para 2018 no focus seguiu em 3,24%. para 2019, a estimativa do top 5 seguiu em 3,75%. quatro semanas atrás, as expectativas eram de 3,40% e 4,00%, respectivamente. em 10 de maio passado, o instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge) havia informado que o ipca subiu apenas 0,22% em abril, abaixo do que era esperado pelo mercado. no acumulado do ano, o índice de preços avançou 0,92%. também com influência sobre as projeções de inflação do mercado, o dólar à vista acumula alta de 13,43% em 2018. em meio ao avanço do dólar, o comitê de política monetária (copom) do bc manteve a selic (a taxa básica de juros) em 6,50% ao ano no dia 16 de maio. há duas semanas, um novo fator começou a pesar sobre as projeções de preços: a greve dos caminhoneiros, que provocou desabastecimento em todo o país, com influência sobre os preços e a atividade. no focus divulgado nesta manhã, a inflação suavizada para os próximos 12 meses foi de 4,32% para 4,38% de uma semana para outra - há um mês, estava em 4,12%. entre os índices mensais mais próximos, a estimativa para maio de 2018 seguiu em 0,30%. um mês antes, estava em 0,32%. no caso de junho, a projeção passou de 0,35% para 0,40%, ante 0,26% de quatro semanas antes. alta do pib de 2018 cai de 2,37% para 2,18% após os dados mais recentes do instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge), divulgados na semana passada, o mercado financeiro reduziu suas projeções de crescimento da economia em 2018. a expectativa de alta para o pib este ano foi de 2,37% para 2,18% no relatório de mercado focus. há quatro semanas, a estimativa era de crescimento de 2,70%. para 2019, o mercado manteve a previsão de alta do pib de 3,00%, mesmo patamar de quatro semanas atrás. na quarta-feira passada, dia 30 de abril, o ibge informou que o pib cresceu 0,4% no primeiro trimestre deste ano ante o quarto trimestre do ano passado. na comparação com o primeiro trimestre de 2017, houve alta de 1,2%. a projeção atual do bc, já passível de atualização, é de alta de 2,6% para o pib em 2018. o ministério da fazenda trabalha com um porcentual de 2,5%. no relatório focus agora divulgado, a projeção para a produção industrial de 2018 seguiu indicando alta de 3,80%. há um mês, estava em 3,81%. no caso de 2019, a estimativa de crescimento da produção industrial seguiu em 3,50%, igual ao verificado quatro semanas antes. a pesquisa mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o pib para 2018 seguiu em 55,00%. há um mês, estava no mesmo patamar. para 2019, a expectativa permaneceu em 57,00%, também igual ao verificado um mês atrás. jornal do comércio (http://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2018/06/economia/630898-mercado-aumenta-previsao-de-inflacao-e-reduz-estimativa-de-alta-do-pib.html)
04/06/2018

Bolsa de Valores de São Paulo abre em alta Agência Brasil

 o índice da bolsa de valores de são paulo (ibovespa) abriu nesta segunda-feira (4) em alta de 0,27%, com 77.545 pontos às 10h, após a turbulência da última sexta-feira, causada pela saída do presidente da petrobras, pedro parente. a tendência de alta se consolidava nos primeiros minutos do pregão, com o índice registrando 1,66% às 10h16 com 78.442 pontos. as ações da petrobras registraram forte queda na bolsa de valores na sexta-feira, assim como as ações preferenciais anotando queda de 15,60%, e as ordinárias, recuo de 15,50%. o dólar também fechou em forte alta, cotado a r$ 3,7667 na venda. as ações da eletrobras registraram na abertura do pregão de hoje perdas, com -2,02% nas ações preferenciais, que dão direito a dividendos, e de 1,45% nas ações ordinárias, que permitem voto em assembleias. a estatal vive um período de incerteza com o envio de um projeto de lei do governo ao congresso para venda seis distribuidoras da eletrobras nas regiões norte e nordeste. é a segunda tentativa do governo para avançar na questão. jornal do comércio (http://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2018/06/economia/630903-bolsa-de-valores-de-sao-paulo-abre-em-alta.html)  
04/06/2018

Taxas futuras de juros recuam com dólar e ajudadas por leilão em semana de IPCA

 os juros futuros operam em baixa na manhã desta segunda-feira (4) na esteira do dólar fraco ante o real e no exterior. as taxas recuam, apesar de o ipc-s de maio ter mostrado aceleração e a pesquisa focus ter trazido projeções mais altas para a inflação e o câmbio. na sexta-feira, as taxas curtas e médias fecharam em baixa e as longas, com viés de alta, ajudadas ainda pela atuação do tesouro com leilões de compra de ntn-f, que prossegue nesta segunda. entre 11h e 11h30min, o tesouro realiza leilão de recompra até 1,5 milhão de notas do tesouro nacional - série f (ntn-f) a serem distribuídas nos vencimentos de 1/1/2025, 1/1/2027 e 1/1/2029, de acordo com portaria nº 357 publicada no site da instituição. as atenções estarão em como a petrobras, agora sob o comando de ivan monteiro, irá conduzir a política de preços da companhia. segundo apurou o broadcast, o governo estuda criar até julho um seguro para reduzir o preço da gasolina e gás ao consumidor, depois de toda a turbulência desencadeada pela greve de 11 dias dos caminhoneiros. mais cedo, a fundação getulio vargas (fgv) informou que o índice de preços ao consumidor - semanal (ipc-s) subiu 0,41% em maio, acelerando da taxa de 0,34% apurada em abril. assim, o indicador acumula alta de 1,79% no ano e de 2,87% em 12 meses, depois de 2,98% no período finalizado em abril. o ipc-s acelerou em cinco das sete capitais pesquisadas na quarta quadrissemana de maio ante a terceira leitura do mês. no geral, o ipc-s avançou de 0,33% para 0,41% entre os dois períodos. em abril, o indicador fora de 0,34%. o dado eleva expectativa sobre o ipca de maio, que será divulgado na sexta-feira, dia 8. a inflação oficial deve sofrer impacto da aceleração dos preços da gasolina e de alimentação, como consequência da greve dos caminhoneiros. apesar da greve, no entanto, não se alterou a visão de economistas de que o índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca) ainda fechará o ano abaixo do centro da meta de 4,50%. na focus, os economistas do mercado financeiro elevaram a previsão para a inflação de 2018 de 3,60% para 3,65%. já a projeção para o índice em 2019 passou de 4,00% para 4,01%. quatro semanas atrás, estava em 4,03%. os economistas do mercado financeiro mantiveram suas projeções para a selic este ano em 6,50% ao ano. já a projeção para a selic em 2019 permaneceu em 8,00% ao ano, igual ao verificado há quatro semanas. a mediana das expectativas para o câmbio no fim deste ano subiu de r$ 3,48 para r$ 3,50, ante os r$ 3,37 verificados há um mês. já o câmbio médio no ano passou de r$ 3,46 para r$ 3,49, ante r$ 3,37 de um mês atrás. para 2019, a projeção para o câmbio no fim do ano foi de r$ 3,47 para r$ 3,50, ante r$ 3,40 de quatro pesquisas atrás. já a expectativa para o câmbio médio no próximo ano foi de r$ 3,40 para r$ 3,45, ante r$ 3,40 de um mês atrás. às 9h40min desta segunda, o contrato de di para janeiro de 2020 estava a 7,62%, de 7,67% no ajuste de sexta-feira. o di para janeiro de 2021 caía a 8,75%, de 8,81% no ajuste de sexta-feira. o di para janeiro de 2023 cedia a 10,56%, de 10,57% no ajuste anterior. no câmbio, o dólar à vista caía 0,47%, aos r$ 3,7429. o dólar futuro para julho recuava 0,58%, aos r$ 3,7530. jornal do comércio (http://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2018/06/economia/630897-taxas-futuras-de-juros-recuam-com-dolar-e-ajudadas-por-leilao-em-semana-de-ipca.html)
04/06/2018

IPC-S sobe 0,41% em maio após alta de 0,34% em abril, revela FGV

 o índice de preços ao consumidor - semanal (ipc-s) subiu 0,41% em maio, acelerando da taxa de 0,34% apurada em abril, revelou nesta segunda-feira (4) a fundação getulio vargas (fgv). assim, o indicador acumula alta de 1,79% no ano e de 2,87% em 12 meses, depois de 2,98% no período finalizado em abril. na comparação com a terceira quadrissemana de maio também houve avanço, já que a variação na terceira quadrissemana do mês foi de 0,33%. no período, que sentiu os efeitos da greve dos caminhoneiros, iniciada no dia 21, cinco das oito classes de despesas avançaram: transportes (0,16% para 0,48%), alimentação (0,09% para 0,24%), habitação (0,62% para 0,73%), vestuário (0,07% para 0,41%) e despesas diversas (0,05% para 0,06%). já os segmentos que registraram desaceleração entre a terceira quadrissemana e a quarta medição de maio foram educação, leitura e recreação (-0,01% para -0,37%), saúde e cuidados pessoais (0,85% para 0,70%) e comunicação (0,29% para 0,20%). jornal do comércio (http://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/2018/06/economia/630884-ipc-s-sobe-0-41-em-maio-apos-alta-de-0-34-em-abril-revela-fgv.html)
01/06/2018

500 reais por mês em dez anos viram quase 100 mil na previdência

 você é do tipo que economiza? que consegue guardar parte do seu salário todo mês e pensa no futuro? que bom para você, porque a maioria dos brasileiros não poupa nada. segundo dados do spc brasil e da cdnl, 84% não pouparam nenhum dinheiro em fevereiro, sendo este o menor percentual visto em 15 meses. a título de ilustração, vale dizer que, em fevereiro do ano passado, esse índice era de 86%. ou seja: o brasileiro guarda cada vez menos dinheiro. pensando nisso, a ciclic, primeira fintech de previdência complementar 100% digital, elaborou uma lista de coisas que você poderia fazer hoje se tivesse investido r$ 500 reais ao mês em um plano de previdência desde 2008, ou seja, mantido a regra de poupar o valor mensalmente por 10 anos. considerando os rendimentos, hoje você teria aproximadamente r$ 100 mil, um montante que seria suficiente para: comprar 15 iphone x 256gb; dar entrada na sonhada casa própria; abrir um novo negócio; casar e fazer uma bela festa de casamento; investir em um mba em uma boa faculdade; comprar os 10 kits de lego mais caros do mundo; adquirir 2 carros populares 0km; pagar a faculdade do seu filho. agora, se ao contrário da maioria dos brasileiros, você pensa no futuro e prefere poupar, uma opção seria investir novamente na previdência esse montante acumulado. sem a necessidade de aportes mensais, em mais dez anos a quantia iria quase dobrar. ou seja, você poderia escolher entre torrar quase r$ 100 mil do jeito que quisesse ou, daqui a dez anos, comprar o dobro de qualquer um dos itens listados acima. fonte: ciclic
01/06/2018

Startup brasileira ganha apoio da UNICEF e promete revolucionar setor de seguros com blockchain

 muito provavelmente você já deve ter ouvido falar do termo fintech, que vem do inglês finance and technology e é amplamente utilizado para nomear empresas e startups que buscam unir o setor financeiro e as novas tecnologias em busca de modernização de funções, desenvolvimento de novos produtos, entre outros. no entanto, se o termo é bastante disseminado, um outro termo “primo” ainda é bastante desconhecido. as insurtechs (que vem da união das palavras seguros e tecnologia) estão surgindo com força no mercado e modernizando antigas aplicações, inserindo-as na economia digital. um belo exemplo desta nova aplicação é a 88 insurtech, que marcou presença durante as apresentações do blockspot latam, em são paulo. a startup, comandada por rodrigo ventura, busca trazer as inovações e as qualidades da tecnologia blockchain para o setor de seguros. a proposta da 88 insurtech é desenhar e distribuir produtos e serviços das seguradoras, permitindo que corretores usem a plataforma para capilarizar as vendas no território nacional, diminuindo assim as taxas e promovendo uma melhor concorrência, tornando mais simples, fácil e rápido o consumo de seguros no brasil. o caminho da 88 insrtech em busca de mudar o mercado ganhou o respaldo importante de uma das organizações que mais tem apoiado e incentivado o uso de criptomoedas e blockchain, a onu, que por meio de sua subsidiária, a unicef, selecionou a 88 como uma das startups com capacidade de realizar impacto social em uma escala global. uma grande conquista para a insurtech que acredita que por meio de uma solução em blockchain irá diminuir as dificuldades atuais na compra e gestão do ciclo de vida da apólice de seguros. por meio da validação de identidade, scoring e rating, distribuição de produtos de seguros, marketplace de serviços de seguros e o registro de apólices com a transparência permitida pelo blockchain, a 88 também pretende revolucionar o tradicional setor de seguros, usando smart contracts baseados na rede ethereum, stellar (para micropagamentos) e corda (onde já são parceiros do r3). ventura possui grande conhecimento no setor, tendo atuado em grandes empresas como itaú, hsbc, sistran, bradesco, zurich, cardif, porto seguros e kpmg, e decidiu tornar realidade o projeto que desenvolveu durante o startup weekend blockchain techstars, patrocinado pelo google e pela foxbit. “nos inspiramos na progressive com iot telematics, na lemonade com robotics e inteligência artificial, na insurepal, policypal e aigang com blockchain”, explica. durante a apresentação que fez na blockspot conference latam, ventura salientou não apenas os atributos de seu produto, mas os desafios do mercado no brasil que sofre com regulação e uma certa centralização do mercado, que ele pretende resolver com a descentralização da cadeia de blocos. fonte: portal criptomoedas por cassio gusson
01/06/2018

Evento discute a transformação digital do seguro por meio das insurtechs

 reunidos pela apts e ens, especialistas analisaram as mudanças na operação de seguro e na relação com os clientes a partir de soluções inovadoras oferecidas por startups. em uma manhã atípica na cidade de são paulo, com os reflexos da greve dos caminhoneiros, a apts e a escola nacional de seguros reuniram mais de cem pessoas para discutir o tema insurtechs. o evento realizado no dia 28 de maio, no auditório da ens, apresentou um panorama das insurtechs no país, discutiu as mudanças na operação de seguros e na relação com clientes e expôs cases de startups que criaram soluções inéditas para o setor com o uso de tecnologias sofisticadas. “a evolução tecnológica é muito rápida e, às vezes, difícil de acompanhar. o tema desse evento é atual e muito oportuno, inclusive, para atualizar nossos alunos em relação a essas mudanças”, disse a diretora de ensino técnico da ens, maria helena monteiro, já o presidente da apts, osmar bertacini, comemorou a parceria com a ens. “ambas as entidades têm em comum o objetivo de disseminar o conhecimento de seguro”, disse. aceleração e sustentabilidade de acordo com o representante da câmara brasileira de comércio eletrônico (câmara-e.net), caetano altieri, existem, atualmente, mais de 1,5 mil insurtechs em todo o mundo, que já movimentaram us$ 19 bilhões, a maioria (32%) concentrada no e-commerce e plataformas sob demanda. no brasil, as insurtechs são mais recentes, mas já somam 78 startups em operação, segundo mapeamento da câmara-e.net. deste grupo, 40% atuam no segmento de produtos, 28% em data e analytics e 12% na jornada do usuário. de acordo com altieri, a câmara-e.net agora integra o grupo de trabalho da susep na área de insurtechs e pretende oferecer subsídios para a regulamentação do segmento. “vamos construir uma proposta de valor para apoiar as insurtechs”, disse. o jornalista antonio carlos teixeira, assessor executivo estratégico de comunicação para negócios de insurtech e editor do blog terra gaia, abordou o tema sob o aspecto da sustentabilidade. ele comentou o crescimento do uso de tecnologias e inovações no seguro, considerando a predileção das novas gerações pela cultura mobile. “o resultado é a integração do negócio do seguro ao modo de viver, de pensar e de agir do novo consumidor cliente-segurado, que já nasceu conectado”, disse. em sua opinião, o setor deve se preocupar em suprir as novas necessidades de segurados (atuais e futuros); entender o pensamento e cultura das novas gerações, identificando novos riscos e coberturas. maurício martinez, da oxigênio aceleradora, empresa do grupo porto seguro, explicou que o perfil de startup é o de empresa jovem que trabalha com modelo repetitivo e de alta escala. “três jovens com uma ideia genial se juntam, criam um aplicativo e começam a vender pela internet. mas, o que eles podem fazer para aumentar os negócios? procurar uma aceleradora”, disse. na oxigênio, por exemplo, depois de um concorrido processo de s e l e ç ã o, as startups escolhidas passam por uma espécie de anamnese para identificar seus problemas e, durante três meses, recebem orientação de uma rede de mentores, além de treinamento e capacitação. a empresa investe cerca de r$ 200 mil, em média, em cada startup e estabelece, posteriormente, um percentual de participação nos negócios. dentre as empresas aceleradas, ele citou b.time, que desenvolveu um aplicativo para a gestão de campo, que permite monitorar todas as etapas do serviço (local, horário, assinatura do cliente no comprovante etc.). outro exemplo é da psicologiaviva, uma rede com 2,5 mil psicólogas que oferece atendimento por telefone e vídeo. “um sinistro sério pode abalar o cliente e, às vezes, uma conversa com uma psicológica já ajuda”, disse. segundo ele, um dos objetivos da porto seguro com a sua aceleradora é aumentar as chances da empresa de capturar as oportunidades. “porque acreditamos que aí está a inovação”, afirmou. cases de insurtechs a preferência da população brasileira pelos dispositivos móveis – atualmente, existem 306 milhões em uso, dos quais 220 milhões smartphones – levou a insurtech planetun a desenvolver soluções disruptivas para o setor de seguros com base na mobilidade. de acordo com o sócio fundador, henrique mazieiro, a empresa criou aplicativo para seguradoras, em que o próprio segurado pode realizar a vistoria prévia do seu automóvel, enviando as imagens pelo smartphone. com base na mesma tecnologia, a empresa também desenvolveu aplicativos para oficinas mecânicas e para inspeção residencial. “queremos transformar a experiência do usuário”, disse. a ideia é simples: seguro por assinatura, nos moldes de outros serviços disruptivos, como a netflix e spotify. mas, executada com tecnologias sofisticadas, como machine learning e big data. a kakau seguros, insurtech 100% digital, estreou no mercado no ano passado com o seguro residencial por assinatura, em que o segurado pode pausar a qualquer momento a sua apólice. por meio da plataforma digital, o segurado pode adquirir o seguro ou comunicar o sinistro, com a ajuda da assistente virtual anna, um robô que utiliza inteligência artificial e está programado para aprender a cada nova operação realizada. “ninguém fica na porta de uma seguradora, esperando por um novo produto, como fazem os usuários da apple. mas esse é o cenário de evolução tecnológica que queremos trazer para o seguro”, disse henrique volpi, ceo da kakau. experiente profissional da área de seguros de vida e previdência, keyton pedreira conta que criou a insurtech segurize, juntamente com outros sócios, para estimular a distribuição de seguros. seu foco foi o microsseguro, produto de baixo tíquete, que acabou inviabilizado pelos custos dos canais de distribuição. a partir de modelos de negócios disruptivos, como uber e airbnb, ele teve a ideia de trazer esse conceito para o seguro. para tanto, constituiu a segurize como corretora de seguros e criou o que classifica de quinto canal: os insurance influencers. segundo keyton, por meio do uso de aplicativo, as pessoas que indicarem seguro para outras, serão remuneradas caso o negócio seja concretizado. “o modelo é o da indicação, mas o negócio é fechado pela segurize corretora”, explicou. novos eventos após o painel de debates, o presidente bertacini e o diretor evaldir agradeceram o trabalho do diretor luiz macoto sakamoto e da jornalista márcia alves na execução do evento, além da parceria da ens. “vimos hoje que um evento apenas não encerra a discussão sobre as tecnologias disruptivas. por isso, a apts e a ens realizarão uma série de eventos mensais e gratuitos para disseminar o conhecimento sobre o assunto para todos os profissionais do mercado. o próximo será realizado no dia 27 de junho, aqui neste auditório, e discutirá a internet das coisas”, comunicou evaldir. fonte: segs por marcia alves
01/06/2018

PARALISAÇÃO DOS CAMINHONEIROS IMPACTO ECONÔMICO

 a viva lácteos (associação brasileira de laticínios) destaca que a indústria já retoma suas atividades. o setor prevê um período de um mês para voltar à sua normalidade. agora, a preocupação das indústrias do setor de laticínios é coletar o leite nas propriedades rurais e garantir o fluxo de abastecimento aos consumidores. a cadeia buscará, na sequência, formas para mitigar os prejuízos como, por exemplo, por meio de linhas de crédito para custeio, investimento e apoio à comercialização. os prejuízos computados após 9 dias de paralisação de toda a cadeia produtiva do leite giram em torno de r$ 1 bilhão e o volume de leite descartado ultrapassou os 300 milhões de litros. vale ressaltar que o prejuízo para o produtor rural é ainda maior, uma vez que a indisponibilidade de ração tem impacto direto na produção de leite e na reprodução do rebanho. fonte: portal nacional de seguros por bethiara lima
01/06/2018

Reestruturação tributária e o preço dos combustíveis (por Dão Real Pereira dos Santos)

 onde vamos parar? será que o brasil saiu do controle? os caminhoneiros acusam o que já era evidente há muito tempo. a submissão dos preços dos combustíveis às flutuações internacionais pode até ser um bom negócio para os investidores estrangeiros e para os acionistas da petrobras, mas, com certeza, é péssimo negócio para a economia nacional. os combustíveis não são qualquer mercadoria, são o motor que faz funcionar praticamente tudo no brasil. abrir mão do refino do petróleo bruto para exportá-lo, e importar combustíveis, é abdicar de uma parte importante da soberania nacional, além de uma clara medida de desindustrialização do país, numa área absolutamente estratégica para o desenvolvimento. no entanto, tanto os atores envolvidos nesta mobilização quanto a mídia brasileira só têm olhos os tributos. evidente que a carga tributária que incide sobre o consumo, afetando, inclusive os preços dos combustíveis, é muito alta. ainda que o estopim desta crise tenha sido a nova política de preços adotada pela petrobras, as soluções aventadas restringem-se à redução dos tributos. o governo prometeu eliminar o pis e a cofins dos preços do diesel. são mais de r$ 10 bilhões de desoneração, ou seja, teremos menos r$ 10 bilhões para a seguridade social, pois estes são tributos vinculados à saúde pública, à assistência social e a previdência. iludem-se os que acham que o governo perdeu. quem perdeu foram os brasileiros, inclusive os caminhoneiros, ao trocar proteção social por combustíveis. já estão falando em reduzir também o icms e aí o que já está faltando, vai faltar muito mais, como a educação e a segurança, por exemplo. a simples redução dos tributos não resolve e talvez até agrave o problema, pois o que parece um ganho para alguns significará uma enorme perda para todos, com a redução do estado, justamente naquilo em que o estado é mais essencial, saúde, educação, assistência, previdência e segurança. não é demais alertar, antes que se diga que a carga tributária já é muito elevada, que tudo o que arrecadamos, com uma carga de 33% do pib, são 2,8 mil dólares por ano por cidadão. este valor corresponde a quase um quinto do que arrecada o reino unido, com carga semelhante a do brasil, e um quarto do que arrecada o japão, que tem carga tributária inferior. portanto, o que temos não é estado de mais. ainda estamos longe das condições ideais de bem-estar, já alcançadas por aqueles países. esta crise, no entanto, é uma boa oportunidade para promover uma profunda reestruturação da tributação brasileira. se, por um lado, o problema central da crise, muito bem esclarecido pelos petroleiros, está na política privada de preços de uma empresa que deveria ser pública, por outro, é evidente a necessidade de deslocar parte relevante da nossa carga tributária, do consumo para a renda e patrimônio, o que por si só, já promoveria uma substancial redução dos preços. enquanto arrecadamos mais de 50% de nossos tributos dos preços dos produtos, a renda e o patrimônio respondem por menos de 25% do total, o que transforma nosso sistema tributário num instrumento de aprofundamento das desigualdades. nos eua, por exemplo, a tributação sobre o consumo participa com apenas 16% da carga tributária total, enquanto a tributação sobre a renda e sobre o patrimônio responde por mais de 60%. o deslocamento da carga tributária do consumo para a renda e patrimônio significa onerar mais os mais ricos e menos os mais pobres, respeitando o princípio constitucional da capacidade contributiva. uma reestruturação do sistema tributário no sentido da progressividade já seria suficiente para desonerar os preços dos produtos, especialmente dos combustíveis, energia elétrica e alimentos. na tributação da renda das pessoas físicas, que no brasil representa apenas 2,4% do pib, enquanto nos países da ocde representa mais de 8,5%, é possível aumentar de duas a três vezes o valor atualmente arrecadado, simplesmente revogando a isenção concedida, em 1996, aos rendimentos de lucros e dividendos. basta tratar todas as rendas com isonomia, como já se faz em praticamente todos os países do mundo, para conseguir ampliar a arrecadação em mais r$ 180 bilhões, o que é suficiente para promover uma ampla redução dos tributos incidentes sobre o consumo. sem uma reforma tributária solidária não há saída, nem para os caminhoneiros. fonte: sul21 por dão real pereira dos santos - diretor institucional do instituto justiça fiscal.

Planejamento para as despesas de início de ano


09/01/2019
Como o Título de Capitalização pode contribuir para a organização financeira?

O novo ano já começou com muitas despesas: férias, matrícula e material escolar, uniformes, IPTU, IPVA entre outras. Saiba que o Título de Capitalização pode contribuir para essa organização financeira.

Os produtos da modalidade Tradicional permitem que o cliente guarde um pouco todo mês e, ao final do plano, terá uma reserva financeira acumulada que poderá ser utilizada para fazer frente às despesas do início do próximo ano. E durante todo o período de vigência do título de capitalização, o cliente concorre a prêmios em dinheiro.

O importante é se planejar e identificar o título de capitalização que mais atenda à sua necessidade. Existem títulos com prazos de carência a partir de 12 meses, assim você consegue se programar e juntar dinheiro para as despesas do início de 2020.

Há títulos também com prazos de 24, 36 e até 60 meses, que permite organizar uma grande viagem, por exemplo.

FONTE: CNseg

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