22/06/2018

Cuidado com o bolso: sua velhice vem aí

   “a longo prazo estaremos todos mortos”. ninguém questiona que o economista inglês john keynes (1883-1946), autor dessa frase, estava certo a respeito do nosso futuro. mas ele provavelmente não imaginava que o longo prazo ficaria mais longo ainda, inclusive no brasil. a longevidade do brasileiro está aumentando e, segundo o ibge, 30% da população será formada, em 2028, por pessoas com mais de 50 anos de idade. e quando cresce a expectativa de vida, cresce também a importância de planejar a situação financeira na velhice, certo? deveria ser, mas infelizmente isso não acontece no brasil. estudos mostram que poupar não é da natureza humana, mas no âmbito nacional essa tendência é especialmente marcante. levantamento do datafolha revelou que o brasileiro é imediatista e que 65% da população não guarda dinheiro para o futuro, número extremamente preocupante em um país onde a ineficiência do sistema previdenciário tornou emergencial uma reforma da previdência, ainda sem data definida. analisando as projeções de crescimento populacional no nosso país, é fácil entender que, no modelo atual, a previdência social não chegará a 2050 sem uma profunda reforma. a projeções indicam que, da forma que esta, a previdência no brasil custará ao país quatro vezes mais do que custa, em média, nos outros países. claro, não é fácil poupar no brasil. em países nos quais há menos desigualdade social e mais serviços públicos de qualidade, principalmente, na educação e na saúde, além de uma previdência confiável, a necessidade de economizar não é tão evidente. isso, no entanto, não muda o fato de que a falta de planejamento financeiro representa um problema grave em nosso país, capaz de tornar a chamada “melhor idade” em um verdadeiro pesadelo para muitos. é por essa razão que a previdência privada, ou complementar, ganha cada vez mais força como opção de investimento para garantir uma aposentadoria confortável. enquanto no modelo governamental vigente - administrado pelo instituto nacional do seguro social (inss) - não é possível escolher o valor da contribuição, já que é automático e proporcional ao salário recebido, na previdência privada o beneficiário pode investir o quanto quiser, pelo tempo que quiser, de acordo com seus objetivos e sua disponibilidade, e estipular renda mensal superior à definida pelo governo. no entanto, mais importante que qualquer modalidade de investimento - ações, fundos de renda fixa e moedas virtuais são outras opções - é aprender a poupar, a controlar os gastos. é um desafio considerável, diante de tantas despesas e um orçamento apertado ou até deficitário, algo que é a realidade de tantos brasileiros. mas desafio maior ainda é contar apenas com a previdência social para suprir suas necessidades básicas quando o futuro tornar-se presente. a longo prazo, enquanto ainda estivermos vivos, nossa saúde financeira também será fundamental. fonte: bem paraná por raphael swierczynski é ceo da ciclic
22/06/2018

Entenda o que são e como funcionam o grupamento e o desdobramento de ações

  entenda o que são e para que servem esses dois processos comuns no mercado acionário são paulo — o desdobramento e o grupamento de ações são eventos comuns no mercado acionário, mas que podem gerar dúvidas nos investidores. o desdobramento, também chamado de split, é feito quando a administração da empresa acredita que a cotação de seus papéis está elevada e que isso pode prejudicar a entrada de novos investidores. desta forma, ela decide aumentar a quantidade de papéis em circulação no mercado para facilitar sua negociação. com isso, a cotação do papel é reduzida. o valor da empresa, no entanto, permanece o mesmo, assim como o valor do investimento dos acionistas. por exemplo, se um investidor detém 100 ações ao preço de 8 reais cada uma, terá um investimento total de 800 reais. se a companhia resolve dividir cada ação em duas, o investidor passará a ter 200 ações ao preço de 4 reais. sua aplicação continuará sendo os mesmos 800 reais. o grupamento, ou inplit, funciona de maneira oposta. quando a companhia julga que a cotação de sua ação está baixa, ela pode reunir várias ações em uma. em geral, esse processo reduz a volatilidade dos papéis. a operação, assim como no desdobramento, não altera o valor do investimento. se um acionista possui 100 ações ao preço de 1 real cada, terá um investimento total de 100 reais. se a empresa resolve grupar cinco ações em uma, o investidor passará a ter 20 ações ao preço de 5 reais cada e seu investimento valerá os mesmos 100 reais. fonte: exame por rita azevedo
22/06/2018

Bovespa começa em alta superior a 1% com petróleo e exterior

  às 10h30 o ibovespa subia 1,11%, aos 70.850,83 pontos, influenciado pelo bom humor dos mercados acionários internacionais são paulo – a bovespa iniciou os negócios em alta superior a 1,0% nesta sexta-feira, 22, influenciada pelo bom humor dos mercados acionários internacionais e pela valorização de mais de 2,0% dos contratos futuros de petróleo. o comportamento da commodity ajuda os papéis da petrobras, que avançam quase 2,0%, amenizando o efeito da derrotada da estatal na quinta-feira, 21, na maior ação trabalhista de sua história. o impacto pode ser de r$ 15 bilhões, além de r$ 2 bilhões anuais na folha de pagamento da companhia. o broadcast (serviço de notícias em tempo real do grupo estado) apurou, no entanto, que a estatal vai recorrer e que não haverá desembolso até que sejam esgotados os recursos na justiça. às 10h30 o ibovespa subia 1,11%, aos 70.850,83 pontos, mas o volume de negócios era baixo nos mercados locais, já que muitos investidores acompanhavam o segundo tempo da partida da seleção brasileira contra a costa rica, na copa do mundo da rússia. “vamos ver qual vai ser o comportamento do investidor estrangeiro depois de 10h30, daí saberemos qual será o tom para a bolsa”, ponderou um operador de renda variável, lembrando que, na noite de quinta, as adrs da petrobras negociadas em nova york chegaram a cair mais de 3,0% após a decisão do plenário do tribunal superior do trabalho (tst). fonte: exame por ana luísa westphalen, do estadão conteúdo
22/06/2018

Chinesa aumenta oferta pela CPFL Renováveis, mas briga deve continuar

  a chinesa state grid, controladora da cpfl energia, elevou sua oferta para comprar as ações da cpfl renováveis, mas decisão não agradou os acionistas a chinesa state grid, controladora da cpfl energia, elevou de r$ 12,20 para r$ 13,81 sua oferta para comprar as ações da cpfl renováveis. a nova proposta foi entregue à comissão de valores mobiliários (cvm) na segunda-feira,18, e representa um acréscimo de r$ 390 milhões no preço original de quase r$ 3 bilhões oferecido pela companhia asiática aos minoritários. o jornal o estado de s. paulo apurou que a revisão não agradou aos acionistas detentores das ações, que devem questionar a oferta. a revisão do preço foi feita depois que o colegiado da cvm exigiu, no início de maio, ajustes nos cálculos feitos pela empresa. na ocasião, a autarquia suspendeu a decisão de sua área técnica que definia um preço mínimo de r$ 16,69 para a oferta pública de ações (opa) – o que significava algo em torno de r$ 1 bilhão a mais no desembolso da chinesa. no comunicado de quinta-feira, 21, a state grid afirmou que analisou as determinações da cvm e, embora não compartilhe do mesmo entendimento com relação ao uso dos números, fez os ajustes “como forma de demonstrar sua boa-fé e seus esforços para cumprir as exigências do colegiado da autarquia”. a state grid foi responsável por uma das maiores transações do país em 2016 ao adquirir o grupo cpfl energia. entre a compra do controle e das ações no mercado, a empresa desembolsou algo em torno de r$ 25 bilhões. o negócio também incluía a compra das ações da cpfl renováveis, uma subsidiária do grupo de energia. foi aí que começou o conflito. a chinesa oferecia r$ 12,20 para adquirir a participação no mercado, bem abaixo dos r$ 25 oferecidos para os minoritários da holding. os acionistas da renováveis não aceitaram a proposta e entraram com uma reclamação na cvm, que em fevereiro deste ano decidiu a favor dos minoritários ao estipular um limite de r$ 16,69 para a oferta. essa definição, no entanto, foi derrubada pelo colegiado da autarquia. contestação a nova proposta apresentada pela chinesa passará por análise da cvm, que vai decidir se os cálculos estão adequados às exigências feitas em maio. durante as avaliações, no entanto, os minoritários poderão apresentar suas considerações em relação à oferta. segundo fontes, os acionistas já estão avaliando formas de como contestar os números. nas demonstrações de preço, a state grid apresentou cinco diferentes cálculos do preço por ação da cpfl renováveis, alguns usando dados financeiros reais até o primeiro trimestre deste ano; o método de projeção de ebitda de cinco anos, conforme usado pela superintendência de registro (sre) da cvm, com ajustes; e as projeções elaboradas pelas empresas em 2016, anteriormente à transação, para o período de 2016 a 2025. com base nesses cálculos, a empresa chegou a preços que variaram entre r$ 10,95 e r$ 13,81 – esse último escolhido para a oferta. para chegar a esse número, a companhia afirma que substituiu as projeções da cpfl renováveis usadas pela superintendência da cvm. fontes afirmam que esse item é um dos pontos de reclamação. a state grid justificou que “tais projeções foram elaborados em dezembro de 2015 somente para o exercício de planejamento estratégico”. “as projeções para o período de 2016-2020 usadas pela state grid brazil foram preparadas pela administração e aprovadas pelo conselho de administração de ambas as companhias antes da transação. fonte: exame por renée pereira, do estadão conteúdo
22/06/2018

Dólar cai e volta a R$3,75 de olho no BC e no exterior

  às 9:59, o dólar recuava 0,27%, a 3,7532 reais na venda, depois de ter recuado 0,51% na véspera são paulo – o dólar operava em baixa e já de volta ao patamar de 3,75 reais nesta sexta-feira, acompanhando a cena externa em dia de esperado fluxo mais fraco devido ao jogo da seleção do brasil pela copa do mundo da rússia pela manhã. o mercado também estava atento às ações futuras do banco central, já que as intervenções anunciadas pela autoridade monetária se referiam a esta semana apenas. às 9:59, o dólar recuava 0,27 por cento, a 3,7532 reais na venda, depois de ter recuado 0,51 por cento na véspera. o dólar futuro caía cerca de 0,50 por cento. na semana passada, o bc informou que injetaria 10 bilhões de dólares nesta semana em swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares. até a véspera, colocou 4 bilhões de dólares. para este pregão, por enquanto, o bc apenas anunciou oferta de até 8.800 swaps para rolagem do vencimento de julho. a ação mais contundente do bc veio nas últimas semanas diante do movimento de forte aversão ao risco, que chegou a levar o dólar para acima do patamar de 3,90 reais, devido sobretudo à cena política local. pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais de outubro não têm mostrado avanços de pré-candidatos que os mercados consideram como mais comprometidos com ajuste fiscal e reformas. no exterior, em dia de correção após fortes movimentos de aversão ao risco diante de temores com a disputa comercial entre estados unidos e china, o dólar caía ante uma cesta de moedas e divisas de países emergentes, como o rand sul-africano e o peso chileno. apesar do pregão mais positivo, os mercados continuavam atentos à cena política, a poucos dias do julgamento pela 2ª turma do supremo tribunal federal (stf) de novo pedido de liberdade do ex-presidente luiz inácio lula da silva, preso há mais de dois meses por crime de corrupção. os investidores entendem que, uma vez solto, lula pode atuar como importante cabo eleitoral de um candidato que os desagradem. “os investidores ficam atentos ao ‘risco lula’, às vésperas do julgamento de recurso que pede a liberdade do petista pela segunda turma do supremo tribunal federal (stf), na próxima terça-feira (26)”, escreveu a corretora cm capital markets. fonte: reuters por claudia violante
18/06/2018

Joaquim Mendanha apresenta ações e próximos passos da Susep

  superintendente da autarquia palestra no almoço do mercado segurador, em porto alegre (rs) joaquim mendanha, superintendente da superintendência de seguros privados (susep), palestra no próximo almoço do mercado segurador. o evento, realizado há mais de 70 anos no rio grande do sul, acontece no dia 28 de junho, no clube do comércio de porto alegre. apresentado pelo sindicato das seguradoras do rio grande do sul (sindseg/rs) e pelo sindicato dos corretores (sincor/rs), o painel apresenta um resumo das últimas ações e os próximos passos a serem dados pela autarquia que regula o mercado brasileiro de seguros. fonte: jrs
18/06/2018

Os cuidados ao inserir a cobertura para o seguro de um evento

 coberturas inseridas na apólice garantem a tranquilidade para quem organiza e prioriza a segurança aos convidados e a equipe responsável pela ação. ao organizar qualquer tipo de solenidade, das mais simples as mais sofisticadas, é preciso ter noção de quantos detalhes devem ser pensados com o máximo de cuidado para que tudo aconteça conforme o planejado. mesmo com visão estratégica, alguns imprevistos podem ocorrer, por mais que a equipe envolvida no projeto mantenha o controle sobre tudo, como acidentes envolvendo participantes, público ou funcionários e prestadores de serviços que estarão trabalhando no local, danos a equipamentos durante montagem ou desmontagem, explosões, incêndios, o não comparecimento de uma atração ou fornecedor e até o cancelamento em função do mau tempo. com objetivo de evitar contratempos que gerem prejuízos, muitas empresas apostam na contratação do seguro para eventos na hora de estruturar uma cerimônia, independente do seu formato. as coberturas inseridas na apólice são capazes de garantir tranquilidade para quem organiza e prioriza a segurança aos convidados e a equipe responsável pela ação. de acordo com o sócio diretor da corretora ayfa seguros, fauze farhat, quem contrata os serviços de um evento para qualquer ocasião arca com as consequências dos danos causados, independente de quais sejam. “qualquer acontecimento que coloque em risco uma vida ou um objeto é, por lei, responsabilidade de quem organizou. isso precisa ficar bem claro, porque a necessidade da contratação de uma apólice para qualquer eventualidade é fundamental. além dos prejuízos financeiros que um acidente ou imprevistos podem ocasionar, a organização terá que arcar com todos os custos de reparo e possíveis indenizações judiciais. fora a imagem da companhia que contrata, que pode sofrer um dano e perder toda credibilidade de um trabalho que vem sendo planejado por muito tempo. é preciso refletir em relação a repercussão de pessoas que não possuem condições de arcar com auxílio imediato e eficiente em casos de acidentes, onde o seguro dá todo suporte necessário”, explica farhat. a corretora preparou uma relação com as principais coberturas para garantir o sucesso de um evento. danos a equipamentos durante a montagem, instalação, utilização, desmontagem e transporte; acidentes pessoais; dano, furto ou roubo a veículos de convidados ou funcionários estacionados no local do evento; subtração de valores de bilheterias; não comparecimento, atraso ou acidentes referentes ao fornecimento de comidas e bebidas; danos a edifícios e construções de terceiros; não utilização do espaço do evento; ações judiciais de danos morais; acidentes e danos causados com fogos de artifício; explosões e incêndios; cancelamento do evento devido a fenômenos climáticos; não comparecimento das atrações confirmadas para o evento. coberturas adicionais existe a possibilidade da contratação das coberturas adicionais, que são facultativas a cada uma das opções e deve ser bem estudada e avaliada antes de entrar na apólice. com a finalidade de atender melhor os segurados, algumas corretoras também prestam consultoria para empresas especializadas em organizações de eventos, tendo conhecimento em relação às quais coberturas são necessárias, de acordo com o perfil do que será organizado. fonte: revista apólice
18/06/2018

Confira a relação do Seguro DPVAT com o mutualismo

 conceito tradicionalmente aplicado na biologia, que se baseia na contribuição de alguns para garantir benefícios individuais, o mutualismo é a base de muitos seguros no mercado, incluindo o seguro dpvat. pensando nisso, o blog viver seguro no trânsito preparou um post especial sobre como ocorre essa relação. clique para conferir. https://www.seguradoralider.com.br/blog/paginas/postagem.aspx?idpostagem=2943 fonte: cqcs
18/06/2018

Receita da capitalização cresce 8,1% em quatro meses

 faturamento avança e resgates diminuem sinalizando um consumidor mais cauteloso diante das incertezas econômicas, indica fenacap. a federação nacional de capitalização (fenacap) divulgou os dados do primeiro quadrimestre do ano do segmento de títulos de capitalização. em comparação a igual período de 2017, houve uma alta na receita de 8,1%, que atingiu r$ 6,8 bilhões. o valor das provisões técnicas – os recursos acumulados e, posteriormente, resgatados pelos clientes antecipadamente, ou no fim da vigência – também cresceu, fechando o período com r$ 29 bilhões, aumento de 1,7%. confirmando tendência verificada no ano, houve redução de 6,5% no volume de resgates, que ficaram em r$ r$ 5,6 bilhões. de acordo com o presidente da entidade, marco antonio barros, o desempenho do primeiro quadrimestre mostra que o consumidor voltou a fazer aportes em títulos de capitalização. “em vista das incertezas e de uma recuperação da economia mais lenta que o esperado, as pessoas estão adiando planos de consumo, optando por guardar dinheiro e formar alguma reserva para enfrentar possíveis dificuldades financeiras. e nesse caso, os títulos de capitalização são solução para manter a disciplina e organizar o orçamento doméstico”, assinala. segundo ele, a redução dos resgates corrobora essa tese, evidenciando que as pessoas que já possuem alguma reserva estão mantendo suas economias guardadas por mais tempo, para emergências ou para a concretização de projeto futuros. ainda de acordo com os dados divulgados pela federação, nos quatro primeiros meses do ano foram distribuídos r$ 347 milhões em prêmios a clientes de títulos de capitalização de todo o brasil. a cada dia útil do período, as empresas de capitalização pagaram o equivalente a r$ 4,2 milhões em sorteios por dia útil. o sudeste foi a região que recebeu o maior volume de prêmios. ao todo, foram r$ r$ 155 milhões distribuídos para os clientes dos estados do espírito santo, minas gerais, rio de janeiro e são paulo. marco regulatório a divulgação da circular 569 em 2 de maio de 2018 pela superintendência de seguros privados (susep) promoveu algumas mudanças para o segmento. a principal delas foi a criação de duas novas modalidades, o instrumento de garantia e filantropia premiável, que antes eram comercializadas junto as modalidades tradicional e popular, respectivamente. o documento trouxe normas que promovem ajustes na elaboração, operação e comercialização dos produtos. as mudanças propostas pela circular 569 passam a valer em 120 dias, a contar de sua publicação, mas ainda dependem de regulamentação complementar, etapa do processo que, no momento, mobiliza todas as empresas do setor. de acordo com análise inicial das comissões técnicas da fenacap, existem dispositivos que podem ser aprimorados para que sejam efetivamente criadas as condições para promoção do crescimento sustentado do setor. “a expectativa das associadas à fenacap é contribuir de maneira colaborativa para que algumas das normas possam ser mais aderentes à realidade do mercado”, adianta barros. fonte: revista apólice

Planejamento para as despesas de início de ano


09/01/2019
Como o Título de Capitalização pode contribuir para a organização financeira?

O novo ano já começou com muitas despesas: férias, matrícula e material escolar, uniformes, IPTU, IPVA entre outras. Saiba que o Título de Capitalização pode contribuir para essa organização financeira.

Os produtos da modalidade Tradicional permitem que o cliente guarde um pouco todo mês e, ao final do plano, terá uma reserva financeira acumulada que poderá ser utilizada para fazer frente às despesas do início do próximo ano. E durante todo o período de vigência do título de capitalização, o cliente concorre a prêmios em dinheiro.

O importante é se planejar e identificar o título de capitalização que mais atenda à sua necessidade. Existem títulos com prazos de carência a partir de 12 meses, assim você consegue se programar e juntar dinheiro para as despesas do início de 2020.

Há títulos também com prazos de 24, 36 e até 60 meses, que permite organizar uma grande viagem, por exemplo.

FONTE: CNseg

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