03/10/2018

Seguro de vida empresarial também é vantagem para o executivo

 além de diversos benefícios oferecidos aos colaboradores, a contratação do seguro pode auxiliar na retenção de talentos para as empresas são paulo, outubro de 2018 – adversidades acontecem e estar preparado para elas é algo fundamental no dia a dia de uma empresa. o seguro de vida empresa pme é uma opção para quem deseja ter essa tranquilidade em momentos adversos. o segurado e sua família estarão protegido em casos de morte, morte acidental, invalidez permanente - total ou parcial - causada por acidente ou doença, e ainda terão acesso à assistência funerária e outros serviços customizados no momento da contratação. o seguro de vida empresarial tem como principal objetivo amparar os beneficiários do colaborador. mas, no entanto, não é somente o segurado que ganha com a contratação. o empresário que contrata o serviço também se beneficia com a iniciativa. “para o empresário, esse tipo de seguro possui diversos diferenciais. além da tranquilidade e proteção para os beneficiários, o seguro auxilia na retenção de talentos através de uma benesse ao colaborador”, explica peter rebrin, diretor executivo de personal lines e bancassurance. “e existem também as vantagens para a empresa, que terá cobertura de verbas rescisórias, indicadas ao pagamento de indenização no caso de falecimento de um colaborador”. a contratação desse tipo de seguro pode ser inteiramente ou parcialmente pago pela empresa, ou ainda inteiramente pago pelo colaborador. além de oferecer vantagens e diferencias, permite que o empresário atenda a convenções coletivas que exigem a contratação do seguro de vida. o serviço, que possui forte demanda no país, pode ser oferecido conforme o nicho de atuação da empresa e o perfil da seguradora. fonte: segs
03/10/2018

Setor privado prepara projeto de reforma da Previdência para presidente eleito

  projeto capitaneado pela fundação instituto de pesquisas econômicas da usp propõe uma mudança baseada no projeto atual e outra paralela com base em quatro pilares. o setor de previdência privada se aliou para propor uma nova reforma da previdência social no brasil ao presidente eleito, de acordo com o presidente da federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi), edson franco. o projeto, que está sendo capitaneado pela fundação instituto de pesquisas econômicas da usp (fipe-usp), propõe uma mudança baseada no projeto atual e outra paralela com base em quatro pilares para aprimorar a aposentadoria oficial: um deles com foco assistencial; outro similar ao inss e com contribuição; capitalização individual, podendo usar parte dos recursos do fundo de garantia do tempo de serviço (fgts) e, por último, o privado. na segunda-feira, 1º, o ex-presidente do banco central, arminio fraga e o economista paulo tafner também apresentaram uma proposta de reforma da previdência, 'independente e apartidária', segundo os autores. de acordo com cálculos de tafner, o projeto, se implementado, permitiria uma economia de r$ 1,3 trilhão em dez anos - superior ao previsto no texto aprovado pelo governo michel temer na comissão especial que tratou do tema no congresso nacional.  “sem previdência, a retomada fiscal não será possível diante do déficit por conta do gasto com previdência e, mais do que isso, a projeção de gasto futuro em função aumento da longevidade. o encaminhamento da reforma da previdência é absolutamente necessário”, destacou edson franco, em coletiva de imprensa, realizada nesta quarta-feira, 3. a fenaprevi, em parceria com a confederação das seguradoras (cnseg) e a associação brasileira das entidades de previdência complementar (abrapp), defendem que a reforma da previdência ocorra em duas frentes simultâneas. de um lado, o ajuste na previdência atual em moldes semelhantes ao que já foi proposto no governo de michel temer e acabou não sendo aprovado, com estabelecimento de idade mínima para aposentadoria e desacumulação benefícios, e do outro um novo sistema voltado a novos trabalhadores, cujo estudo e cálculos estão sendo tocados pelo professor da fipe, hélio zylberstajn. segundo franco, o projeto do setor privado estará concluído até o final deste ano para ser entregue na sequência ao presidente eleito. “a novidade aqui é que defendemos também o encaminhamento de uma frente paralela, criando desde já uma nova previdência para novos trabalhadores nascidos a partir de 2005 de forma que o novo sistema esteja baseado em quatro pilares”, explicou o presidente da fenaprevi. o primeiro pilar, segundo ele, seria de renda básica ao idoso, natureza assistencial e não privada, financiada por impostos e não contribuições. já o segundo teria formato similar ao do inss, com objetivo de distribuição de renda com contribuição por parte do usuário e teto reduzido. “a ideia é que a somatória da renda dos dois pilares seja equivalente à renda média brasileira hoje, de r$ 2,2 mil e cobre cerca 80% da população, representando uma taxa de reposição de 100% da renda média do brasileiro”, disse franco. já o terceiro pilar, conforme o projeto de reforma da previdência proposto pela iniciativa privada, visa a atender as pessoas que ganham acima r$ 2,2 mil e tem como base um sistema de capitalização individual. aqui, segundo franco, uma das fontes de financiamento poderia ser o próprio fgts, sem criação de custo adicional para trabalhadores e empresas. apesar de concorrer com outras frentes como o financiamento imobiliário, por exemplo, o presidente da fenaprevi explicou que esse recurso é aportado pelas empresas como recurso em contas individualizadas e que o uso do fgts seria apenas para novos participantes. são, conforme ele, cerca de r$ 90 bilhões de orçamento anual do fundo. considerando que 10% das pessoas estão ingressando no mercado de trabalho são mais ou menos r$ 9 bilhões. “no novo sistema poderíamos usar os ingressos de novos entrantes para financiar um regime de capitalização. não estamos falando do estoque, mas do fluxo. não vamos propor uma migração, mas a possibilidade de aproveitar o recurso que já é aportado na conta individual dos trabalhadores para ser utilizado em favor da poupança previdenciária para uma aposentadoria futura”, exemplificou franco, acrescentando que no quarto pilar, que compreende a previdência suplementar, nada muda. fonte: aline bronzati, o estado de s.paulo
03/10/2018

Congresso destaca oportunidades de negócios e função social dos corretores de vida e previdência privada

 o primeiro congresso potencialize foi promovido ontem, 2, pela universidade corporativa da mongeral aegon, no rio de janeiro, para corretores de seguros de vida e previdência privada de todo o país. marcio batistuti, diretor regional da seguradora, reforçou a importância de os corretores atuarem com propósito e acreditarem na relevância de seu trabalho na corretagem de seguros de vida e previdência. “se o corretor acredita na importância desse produto para a vida da pessoa, a venda é totalmente diferente”, orienta o executivo, que acrescenta que essa venda cria valor e colabora para a construção de capital das famílias, que será utilizado no momento mais oportuno. “além de ajudar as famílias, estamos criando valor para a sociedade”. luis felipe maciel, diretor regional, frisa que o setor de seguros tem como característica a oferta de diversos benefícios para a sociedade. “trabalhamos em uma indústria que tem o privilégio de fazer o bem. ajudamos as famílias a se preparar para o momento do problema, seja ele a morte, doença, invalidez”, exemplifica. ainda sobre o retorno do mercado para a sociedade, o diretor regional ednei andrade mencionou que em setembro desse ano a mongeral aegon devolveu r$ 20 milhões em indenizações para mais de mil famílias. até o fim do ano, a previsão é de r$ 252 milhões, para mais de 19 mil famílias. oportunidades de negócios durante o potencialize, os executivos também mencionaram algumas oportunidades de vendas para os corretores de seguros de vida e previdência privada. luis felipe maciel destacou que o linkedin é um bom campo para prospectar clientes, pela rede de contatos primários e pelos contatos oriundos dessas relações, que podem, inclusive, pertencer a um mesmo segmento de atuação. marcio batistuti acrescenta que a seguradora está atenta a essas oportunidades na rede social e tem estudado maneiras para auxiliar os corretores nesse ambiente. “é um investimento que cada um pode fazer em seu negócio”. nesse sentido, ele frisa que a partir do momento que o corretor compreende a essência de seu trabalho, o que vier em termos de ferramentas tecnológicas não será uma ameaça para suas vendas, mas sim, aprimoramento. fonte: revista cobertura
03/10/2018

CNSeg enviou documento aos presidenciáveis às vésperas das eleições

  entidade elaborou estudo com propostas do setor, que representa 6,5% do pib do país e é responsável pela geração de 152 mil empregos diretos. rio - os candidatos à presidência já receberam um documento enviado pelo setor de seguros para demonstrar como o segmento é um dos mais aptos a acelerar o crescimento da economia. o estudo 'propostas do setor segurador brasileiro aos presidenciáveis' será apresentado na manhã desta quarta-feira, em uma coletiva concedida por marcio coriolano, presidente da confederação nacional das seguradoras (cnseg). a entrevista, que ocorrerá na sede da entidade, no centro do rio, também contará com a presença dos presidentes das federações. o segmento composto por 118 seguradoras é responsável pela geração de 152 mil empregos diretos e representa 6,5% do pib no país. no ano passado, pagou mais de r$ 277 bilhões em benefícios, indenizações, resgates e sorteios. para garantir os riscos que assume, o setor investe em ativos que ultrapassam r$ 1,2 trilhão, o equivalente a 25% da dívida pública. "o setor de seguros tem importante papel na economia e na sociedade. contribui significativamente para o desenvolvimento da infraestrutura, geração de emprego e renda, e para o acesso à saúde suplementar", argumenta coriolano. aliás, essa não foi a primeira vez que o setor entrou em contato com os presidenciáveis. no mês passado, a escola nacional de seguros também enviou um documento aos candidatos com um alerta sobre a situação dramática provocada pelos acidentes de trânsito no país, que causou mais de 41 mil mortes e outros 42 mil casos de invalidez permanente só no ano passado. a informação foi publicada pela coluna. fonte: o dia por herculano barreto filho
03/10/2018

Corretor entenda o novo conceito que pode fazer a diferença no mercado de seguros

 o mercado de seguros está se preparando para adotar, em breve, os princípios da “responsible insurance”, que significa, em linhas gerais, “entregar produtos apropriados de forma transparente, acessível, justa, responsiva e respeitosa para manter os consumidores informados e capazes de utilizar esses seguros efetivamente”, como definiu o consultor miguel solana, da impact insurance facility, a divisão da organização internacional do trabalho (oit) encarregada de desenvolver projetos de ampliação do acesso ao seguro como mecanismo de proteção social, que participou do workshop “responsible insurance da impact insurance facility”, realizado pela cnseg, em são paulo, sexta-feira passada (28). conquistando rapidamente adeptos em todo o mundo, esses princípios trazem soluções inovadoras principalmente em mercados emergentes e para empresas que ofereçam ou planejem ofertar microsseguros ou produtos massificados via varejo ou canais de afinidades. o evento de são paulo foi comandado por miguel solana e pelo gerente da cnseg, pedro henrique fernandes pinheiro, que observaram que o avanço desses princípios depende de premissas, dilemas e desafios, que terão de ser enfrentados pelo mercado. ambos ressaltaram, contudo, que a recompensa estará assegurada e fará diferença para quem oferecer uma linhagem de seguros responsáveis. para essas empresas, virão benefícios como mais renovação de contratos e propaganda boca a boca positiva para as compras dos seguros responsáveis. em contrapartida, empresas refratárias podem enfrentar clientes descontentes, impacto social baixo ou nulo. nesse contexto, será fundamental, portanto, disponibilizar coberturas que ampliem a satisfação do cliente, a confiança e o impacto social positivo do seguro. no workshop foram apresentados cases internacionais dos princípios da “responsible insurance”, reforçando a tese de que os produtos responsáveis agregam valor. além disso, foram citadas boas dicas para um modelo de negócio bem-sucedido, incluindo para o design do produto responsivo, que deve atender às necessidades prioritárias dos consumidores; oferecer benefícios considerados valiosos e acessíveis; ser rápido para ajudar consumidores em momentos de choque; ser econômico nas exclusões de riscos, ser de fácil compreensão, pouco burocrático e evitar impactos negativos por falhas do produto. no encontro também foi destacada a importância da educação financeira para a escolha razoável do seguro. nesse sentido, foi citado o exemplo da seguradora hollard insurance, da áfrica do sul, que após investir quase us$ 800 mil em ações de educação, viu sua emissão de apólices de seguro funeral crescer em 7% (250 mil contratos a mais) e a receita ter um acréscimo de us$ 2,3 milhões. já na bolívia, o foco na inovação e poucos riscos excluídos asseguraram forte expansão do microsseguro e de produtos massificados da seguradora nacional vida. outra experiência inovadora apresentada no evento foi o seguro de vida da seguradora iniser, da nicarágua. neste caso, a solução inovadora foi acoplar cupons de supermercados à indenização, atendendo a trabalhadoras informais preocupadas com o desvio de finalidade no uso do seguro de vida pelos parceiros. fonte: cqcs
03/10/2018

Bolsas da Europa fecham em alta com otimismo em relação a orçamento na Itália

 os mercados acionários da europa fecharam em alta o pregão desta quarta-feira (3) com bom humor diante da indicação do governo italiano de vai reduzir o déficit público após 2019. já em londres, a primeira-ministra theresa may pediu união de seus correligionários em torno das suas propostas para o brexit. o índice stoxx-600 encerrou o dia em alta de 0,50%, aos 383,84 pontos. as praças europeias reagiram com bom humor à informação de que o governo da itália reafirmou a pretensão de ter um déficit orçamentário de 2,4% do produto interno bruto (pib) em 2019, mas especialmente à indicação de que planeja reduzi-lo nos dois anos posteriores. "o número de 2,4% está confirmado em 2019. para 2020 e 2021, estamos pensando em redução da dívida e crescimento do pib", afirmou nesta quarta luigi di maio, vice-premiê do país. e acrescentou: "não vamos recuar". com isso, o índice ftse mib, de milão, registrou alta de 0,84%, aos 20.736,01 pontos, liderando os ganhos entre as bolsas europeias, com destaque para a alta no setor financeiro. as ações do intesa sanpaolo subiram 0,55%, enquanto as do banco bpm ganharam 2,13% e as do unicredit avançaram 0,72%. mesmo assim, as tensões entre o país e a união europeia (ue) permanecem à medida que autoridades trocam farpas. de um lado, o comissário econômico da união europeia, pierre moscovici, afirmou que os italianos "não são estúpidos" a ponto de desconhecerem as regras do pacto de estabilidade e crescimento. já matteo salvini, vice-premiê italiano, disse sobre o bloco comum que "se eles pararem de fazer insultos, estou calmo", além de sugerir que as pessoas pesquisassem em sites de busca "juncker sóbrio" e "juncker cambaleando por aí (bêbado)", em referência ao presidente da comissão europeia, jean-claude juncker. em solo britânico, investidores acompanharam a convenção do partido conservador, onde theresa may tentou reforçar o tom de união ao pedir que seus correligionários se juntem em torno de sua proposta para a saída do reino unido da ue, ao mesmo tempo em que membros do partido se mobilizam para pedir sua renúncia. em londres, o ftse 100 ganhou 0,48%, aos 7.510,28 pontos. já em paris, o cac 40 registrou alta de 0,43%, aos 5.491,40 pontos, ao passo que o ibex 35, de madri, subiu 0,60%, aos 9.361,10 pontos, e o psi 20, de lisboa, fechou com ganho de 0,04%, aos 5.294,32 pontos. agentes também acompanharam indicadores do continente. foi divulgado nesta quarta o índice de gerente de compras (pmi, na sigla em inglês) da zona do euro, que recuou de 54,5 em agosto para 54,1 em setembro, ante estimativas de uma queda um pouco menor (54,2), na leitura da ihs markit. o indicador é o composto, referente a serviços e indústria. já na alemanha, onde a bolsa de frankfurt não operou devido a um feriado local, o pmi recuou 55,6 para 55 no mesmo período de comparação, ante projeção de 55,3, e, no reino unido, de 54,3 para 53,9, pouco maior que a expectativa de 53,8, ambos na leitura da ihs markit. além disso, as vendas no varejo da zona do euro cederam 0,2% de julho para agosto, ante projeções de alta de 0,2%, informou a agência oficial de estatísticas da união europeia, a eurostat.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/650951-bolsas-da-europa-fecham-em-alta-com-otimismo-em-relacao-a-orcamento-na-italia.html
03/10/2018

Entrada de dólar supera saída em US$ 18,040 bilhões no ano até setembro, diz BC

 o fluxo cambial do ano até setembro ficou positivo em us$ 18,040 bilhões, informou nesta quarta-feira, o banco central. em igual período do ano passado, o resultado era positivo em us$ 6,679 bilhões. a saída pelo canal financeiro neste ano até setembro foi de us$ 19,003 bilhões. o resultado é fruto de aportes no valor de us$ 371,534 bilhões e de envios no total de us$ 390,537 bilhões. o segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações. no comércio exterior, o saldo anual acumulado até setembro ficou positivo em us$ 37,043 bilhões, com importações de us$ 131,179 bilhões e exportações de us$ 168,221 bilhões. nas exportações estão incluídos us$ 26,672 bilhões em adiantamento de contrato de câmbio (acc), us$ 51,216 bilhões em pagamento antecipado (pa) e us$ 90,333 bilhões em outras entradas. depois de encerrar agosto com saídas líquidas de us$ 4,250 bilhões, o país registrou fluxo cambial negativo de us$ 6,138 bilhões em setembro, informou o banco central. o canal financeiro apresentou saídas líquidas de us$ 6,734 bilhões no período. isso é resultado de aportes no valor de us$ 27,946 bilhões e de retiradas no total de us$ 34,680 bilhões. no comércio exterior, o saldo de setembro é positivo em us$ 596 milhões, com importações de us$ 16,303 bilhões e exportações de us$ 16,899 bilhões. nas exportações, estão incluídos us$ 2,125 bilhões em acc, us$ 6,867 bilhões em pa e us$ 7,807 bilhões em outras entradas. o fluxo cambial registrado na semana de 24 a 28 de setembro ficou negativo em us$ 2,735 bilhões, informou o banco central. o canal financeiro apresentou saída líquida de us$ 2,839 bilhões, resultado de aportes no valor de us$ 8,493 bilhões e de envios no total de us$ 11,332 bilhões. no comércio exterior, o saldo na semana passada ficou positivo em us$ 104 milhões, com importações de us$ 4,749 bilhões e exportações de us$ 4,853 bilhões. nas exportações, estão incluídos us$ 711 milhões em acc, us$ 1,467 bilhão em pa e us$ 2,675 bilhões em outras entradas.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/650947-entrada-de-dolar-supera-saida-em-us-18-040-bilhoes-no-ano-ate-setembro-diz-bc.html)
03/10/2018

Ibovespa sobe pontos sustentada por perspectiva sobre eleição

 a bolsa de são paulo, a b3, abriu o pregão desta quarta-feira (3), em forte alta acompanhada pelo fortalecimento do real frente ao dólar, o que levou a cotação a tocar os r$ 3,82. o pregão subia 2,68% por volta das 12h30min, atingindo 83.798 pontos. o movimento de otimismo nos mercados segue embasado na questão política doméstica. a abertura dos mercados acionários nos estados unidos em terreno positivo também ajuda a sustentar a alta do ibovespa. entre as estatais conhecidas como kit eleição, por serem mais sensíveis às questões políticas, as ações da petrobras subiam 6,40% (pn) e 5,77% (on) no fim da manhã, enquanto as da eletrobras avançavam 11,18% (on) e 11,71% (pnb) -maiores altas. entre as instituições financeiras, banco do brasil on registrava valorização de 9,16%. de acordo com a avaliação do gestor de renda variável da coinvalores, marco tulli siqueira, pode haver uma correção da magnitude dos ganhos ao longo do pregão. isso porque o pré-mercado ainda espelhava os ganhos em torno de 5% na sessão de terça dos índices de adrs brazil titans e ewz negociados em nova iorque. nessa terça-feira (2), o ibovespa atingiu a maior pontuação desde 22 de maio de 2018 e a maior variação porcentual desde 7 de novembro de 2016 (3,98%). nesta semana de reta final para o primeiro turno das eleições, os investidores se mostram muito sensibilizados às questões políticas e têm ido às compras a cada pesquisa que mostra a consolidação de bolsonaro e o aumento da rejeição ao candidato petista, fernando haddad. na terça à noite, segundo o datafolha, a intenção de voto no candidato do psl cresceu de 28% para 32%, e abriu 11 pontos de vantagem em relação ao segundo colocado, do pt, que oscilou de 22% para 21%. ciro gomes (pdt) permaneceu com 11% e geraldo alckmin (psdb) variou de 10% para 9%. dá espaço à continuidade dos ganhos também os mercados acionários no exterior, onde predomina a baixa aversão ao risco. nos eua, os índices operavam em alta, com o dow jones subindo 0,56%.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/650945-ibovespa-dispara-a-84-mil-pontos-sustentada-por-perspectiva-sobre-eleicao.html)
28/09/2018

Seguro de vida em grupo é disseminado, mas pode ser melhor apresentado

 apesar de ser comercializado por cerca de 35 seguradoras, seguro de vida em grupo ainda não é tão conhecido por corretores e consumidores com forte atuação no mercado, o seguro de vida em grupo tem se mostrado um ramo com alto grau de diversificação ao ser comercializado por cerca de 35 seguradoras, mas enfrenta o desafio de ser conhecido amplamente por corretores de seguros e consumidores. segundo levantamento realizado pela comissão de vida, previdência e capitalização do sincor-sp, o ramo ainda é pouco explorado por boa parte dos corretores de seguros, principalmente pelo desconhecimento quanto à sua aplicação. “temos duas barreiras para vencer”, explica o coordenador da comissão, roberto lopes passos. “o primeiro é o consumidor conhecer os diversos produtos que as seguradoras disponibilizam, bem como todas as coberturas disponibilizadas e formas de contratação. o segundo é o corretor ofertar o produto, uma vez que muitos desconhecem os procedimentos das seguradoras e as coberturas, e acabam não oferecendo produtos específicos”, explica. os dados também mostram que o ramo de seguro de vida em grupo é um segmento de grande potencial, cresceu no encalço da inflação e movimentado r$ 10 bilhões em prêmios no ano de 2017. o poder de oferta do produto também é um chamariz para os corretores de seguros, que podem considerar as diferentes modalidades de empresas para oferecer a melhor cobertura. “o corretor precisa estar atento às características das empresas e sindicatos, que exigem a contratação do seguro de vida para seus funcionários. com isto, as empresas que não possuem a cobertura, ficam sujeitas aos pagamentos de multas”, exemplifica passos. com base nessa possibilidade, cabe ao corretor fazer a oferta do seguro de acordo com as exigências do sindicato, lembra passos. pequenas e médias empresas também são outra opção, pois muitas efetivam a contratação como benefício aos seus funcionários. seguros em números o setor de seguros evoluiu em 2018, de acordo com a carta de conjuntura. de janeiro até julho deste ano, o mercado faturou r$ 63,2 bilhões. no ano passado, no mesmo período, a receita era de r$ 59,4 bilhões – o que mostra um crescimento de 6%. de acordo com o sincor-sp, “apesar de tantas incertezas políticas e econômicas”, houve crescimento. “um dos pontos a serem observados é a melhora do lucro agregado das seguradoras, após o ajuste a uma nova realidade de preços com a queda dos juros. e outro ponto, naturalmente, é o crescimento de receita”, diz a mensagem de abertura do estudo. o ramo de destaque no período foi o seguro de pessoas (sem vgbl), com uma variação nominal de 10%, o que leva a um crescimento real, acima da variação inflacionária. o crescimento é importante, ainda mais diante de uma série de fatores, como a manutenção da taxa de desemprego e o fracasso de reformas. “de um patamar de 3% de crescimento do pib em 2018 passamos para uma estimativa de 1,5%. a todo momento sobe e desce a esperança de bons resultados. em setembro, com base nos dados de agosto, o cenário está mais ou menos estável, mantendo o crescimento aos poucos”, diz a carta de conjuntura. veja a carta de conjuntura de agosto 2018 completa. m.s. revista apólice

Previdência Privada PGBL ou VGBL: qual a melhor opção para você?


09/01/2019

Com tantas discussões sobre o futuro da Previdência Social, muitas pessoas tem medo de pagar por algo que não sabem se irão receber futuramente. Ou ainda, há quem deseje o investir seu dinheiro para ter uma aposentadoria (extra) no futuro. Embora existam muitas outras opções de investimentos bem mais rentáveis, a Previdência Privada é uma boa opção para quem não quer se preocupar, e ao mesmo tempo, deseja investir. Entretanto, mesmo assim é preciso ter um conhecimento mínimo sobre o assunto. Ou seja, ao contratar um plano de Previdência Privada, você precisará decidir entre PGBL ou VGBL. E agora? Neste post, nós te ajudaremos a decidir!

Funcionamento da Previdência Privada

Basicamente, o cliente faz um contrato com o banco ou instituição financeira, o qual determina o tempo de pagamento e o valor a ser pago por mês. Assim, mensalmente uma quantia deve ser depositada em uma conta, pelo tempo determinado, caracterizando o período de investimento. Depois, o indivíduo passa a receber uma renda mensal, que é o período de benefício. A instituição financeira é responsável por aplicar seu dinheiro e cuidar dos rendimentos, e você, obviamente, paga uma taxa por esse serviço.

 

O que é o PGBL?

O Plano Gerador de Benefício Livre (conhecido pela sua sigla PGBL) é uma boa opção para quem declara imposto de renda no modo completo e paga tributações.  Basicamente, o cliente pagará à instituição a taxa de administração, que como dito anteriormente, é pelo trabalho de “cuidar” do seu investimento. Também paga-se ao corretor uma taxa de carregamento, mas ela pode estar isenta em alguns planos.

O resgate do seu investimento pode ser feito de uma vez só ou através de renda mensal. As tributações ocorrem durante o período de investimento e também no pagamento, sobre todo o valor investido e rendimentos. Pode-se deduzir do imposto de renda até 12% da renda bruta anual, e por isso, o plano só é vantajoso aos que declaram IR.

O que é VGBL?

O Vida Garantidor de Benefício Livre (conhecido pela sigla VGBL) é uma boa opção para quem não precisa declarar imposto de renda. Da mesma forma que no anterior, há um período de investimento, seguido do resgate. O que muda neste plano são as tributações! Diferentemente do PGBL, agora o investidor só paga encargos sobre o rendimento, e não mais sobre todo o valor investido.

Qual escolher?

Em resumo, pode-se dizer que o VGBL é uma excelente opção para quem deseja investir em previdência privada, e declara o imposto de renda na forma simples ou não precisa fazê-lo e é remunerado por lucro (isento) e pró-labore, por exemplo. Já para os que declaram o IR completo e pagam as tributações, a melhor escolha é o PGBL.  Além deste fator, é essencial conhecer a proposta da instituição financeira. Por exemplo, a tabela progressiva, cobrança de taxas, e outros pontos que irão influenciar em seu investimento!

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