30/07/2018

Seguros funeral, viagem e prestamista se destacam

 os seguros funeral, viagem e prestamista continuam se destacando no ramo de pessoas. segundo dados oficiais da susep, de janeiro a maio, por exemplo, essas três carteiras geraram, juntas, receita de prêmios da ordem de r$ 438,8 milhões, o que representou um crescimento de 20% em comparação ao mesmo período no ano passado. o principal destaque foi o seguro prestamista, com receita de r$ 226,6 milhões até maio, incremento de 20,7%. contudo, percentualmente, o maior volume de prêmios foi apurado no seguro funeral, que avançou 42,7%, para r$ 49,8 milhões. já no seguro viagem, a receita acumulada nos cinco primeiros meses do ano ficou pouco abaixo de r$ 162,3 milhões, com crescimento de 13,5%. ainda de acordo com a susep, a taxa média de sinistralidade nessas carteiras permaneceu em um patamar baixo, de 29%. de janeiro a maio, a soma dos sinistros ocorridos nesses ramos ficou em r$ 117,8 milhões, cifra 22,2% maior que a apurada no mesmo período, em 2017. as despesas comerciais, que englobam as comissões de corretagem e as campanhas promocionais, entre outros custos, atingiram r$ 179 milhões até maio, 23,5% acima do montante registrado de janeiro a maio do ano passado. fonte: cqcs
30/07/2018

Joaquim Mendanha aposta na inovação e nas relações pessoais

  superintendente da susep concedeu entrevista ao programa seguro sem mistério o mercado brasileiro de seguros cresceu 9% no último ano. os dados foram apurados em maio pela superintendência de seguros privados (susep) e evidenciam a seriedade com a qual o setor é conduzido. o dado foi apresentado pelo superintendente da susep, joaquim mendanha, ao programa seguro sem mistério na tv. “nesses últimos dois anos pautamos nossa gestão em desburocratização, ou seja, tornar o setor mais livre de suas amarras para um custo menor de distribuição. temos a questão de solvência e o fomento, que é apontar ao setor soluções dentro das comissões técnicas que visam o crescimento do setor”, diz mendanha. presente no congresso sul brasileiro de corretores de seguros, em florianópolis (sc), mendanha ressaltou a importância da força de trabalho da categoria. “o corretor é fundamental, representa mais de 80% do canal de distribuição. fizemos o recadastramento das pessoas físicas e preparamos o recadastramento das jurídicas”, explica. “eu ouvi uma frase há quase 30 anos que afirmava que o corretor de seguros não ia durar mais dois anos, passou o tempo e estamos aí com um segmento muito solido. estamos diante de diversas inovações no mundo, o corretor terá que adaptar-se e aproveitar essa inovação como benefício para sua atividade em benefício do consumidor. no futuro as relações com as pessoas ainda serão importantes”, explica. “uma de nossas comissões trata sobre as insurtechs e trata justamente sobre o segmento de inovação”, finaliza. fonte: jrs
30/07/2018

Mercado financeiro mantém projeção de inflação para 2018 em 4,11%

 os economistas do mercado financeiro mantiveram a previsão para o ipca - o índice oficial de preços - de 2018 e 2019. o relatório de mercado focus divulgado na manhã desta segunda-feira (30) pelo banco central, mostra que a mediana para o ipca este ano permaneceu em 4,11%. há um mês, estava em 4,03%. já a projeção para o índice em 2019 seguiu em 4,10%. quatro semanas atrás, estava no mesmo patamar. o relatório focus trouxe ainda a projeção para o ipca em 2020, que seguiu em 4,00%. no caso de 2021, a expectativa foi de 3,95% para 4,00%. há quatro semanas, essas projeções eram de 4,00% para ambos os anos. a projeção dos economistas para a inflação em 2018 está dentro da meta deste ano, cujo centro é de 4,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 3,0% a 6,0%). para 2019, a meta é de 4,25%, com margem de 1,5 ponto (de 2,75% a 5,75%). no caso de 2020, a meta é de 4,00%, com margem de 1,5 ponto (de 2,5% a 5,5%). já a meta de 2021 é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%). em 20 de julho, o instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge) informou que o ipca-15 de julho subiu 0,64%. a taxa acumulada no ano foi de 3,00% e nos 12 meses encerrados em julho de 4,53%. entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do ipca no médio prazo, denominadas top 5, a mediana das projeções para 2018 no focus foi de 4,09% para 4,04%. para 2019, a estimativa do top 5 foi de 4,06% para 4,07%. quatro semanas atrás, as expectativas eram de 3,83% e 4,00%, respectivamente. no caso de 2020, a mediana do ipca no top 5 permaneceu em 4,00%, igual ao verificado há um mês. a projeção para 2021 no top 5 seguiu em 3,75%, também igual ao visto um mês atrás. a projeção mediana para o ipca 2018 atualizada com base nos últimos cinco dias úteis foi de 4,11% para 4,10%. houve 35 respostas para esta projeção no período. há um mês, o porcentual calculado estava em 4,16%. no caso de 2019, a projeção do ipca dos últimos 5 dias úteis passou de 4,10% para 4,11%. há um mês, estava em 4,10%. essas projeções do ipca que consideram apenas os últimos 5 dias úteis são uma das novidades do novo formato do focus. as projeções gerais do ipca, que seguem fazendo parte do focus, levam em conta os últimos 30 dias. conforme o bc, a intenção de divulgar projeções com base nos últimos dias úteis tem como objetivo mostrar um retrato mais tempestivo do indicador de inflação. os economistas do mercado financeiro mantiveram a previsão para a inflação em julho de 2018, em 0,30%. para agosto, a projeção seguiu em 0,07% e, para setembro, passou de 0,21% para 0,22%. há um mês, os porcentuais eram de 0,12% e 0,22%, respectivamente. no relatório trimestral de inflação (rti), divulgado no fim de junho, o bc informou que suas projeções de inflação no curto prazo são de 0,27% em julho e 0,20% em agosto. no focus agora divulgado, a inflação suavizada para os próximos 12 meses foi de 3,70% para 3,67% de uma semana para outra - há um mês, estava em 4,02%. alta do pib de 2018 permanece em 150 na pesquisa focus a expectativa de alta para o pib este ano seguiu em 1,50%, conforme o relatório de mercado focus, divulgado nesta segunda-feira, 23, pelo banco central. há quatro semanas, a estimativa era de crescimento de 1,55%. para 2019, o mercado manteve a previsão de alta do pib de 2,50% ante 2,60% de quatro semanas atrás. no fim de junho, o bc reduziu sua projeção para o pib em 2018, de 2,6% para 1,6%. a instituição atribuiu a mudança na estimativa à frustração com a economia no início do ano. na última sexta-feira, o ministério do planejamento também atualizou sua projeção, de 2,5% para 1,6%. produção industrial no relatório focus desta segunda-feira, 23, a projeção para a produção industrial de 2018 passou de alta de 2,96% para avanço de 2,91%. há um mês, estava em 3,50%. no caso de 2019, a estimativa de crescimento da produção industrial seguiu em 3,00%, ante 3,20% verificados quatro semanas antes. a pesquisa mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o pib para 2018 foi de 54,93% para 54,60%. há um mês, estava em 55,00%. para 2019, a expectativa permaneceu em 58,00%, mesmo porcentual de um mês atrás.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/640901-mercado-financeiro-mantem-projecao-de-inflacao-para-2018-em-4-11.html)
30/07/2018

IGP-M recua em julho, mas acumula alta de 8,24% em 12 meses, revela

 o índice geral de preços - mercado (igp-m) desacelerou de 1,87% em junho para 0,51% em julho, divulgou na manhã desta segunda-feira (30) a fundação getulio vargas (fgv). assim, o indicador saltou de 6,92% em 12 meses até junho para 8,24%. no ano, o acumulado registra elevação de 5,92%. entre os três indicadores que compõem o igp-m, o índice de preços ao produtor amplo (ipa-m) desacelerou de 2,33% para 0,50% entre junho e julho. o índice de preços ao consumidor (ipc-m) também desacelerou de 1,09% para 0,44. o índice nacional de custo da construção (incc-m) que passou de 0,76% para 0,72% no período. a desaceleração no ritmo de alta do igp-m teve bastante influência do índice de preços ao produtor amplo (ipa) agropecuário, que saiu de alta de 3,03% em junho para recuo de 1,83% em junho, conforme informou a fgv. o alívio ainda foi puxado pelo arrefecimento do ipa industrial, que saiu de 2,10% no sexto mês do ano para 1,30% em julho. o ipa atingiu 0,50%, ficando bem aquém da elevação de 2,33% em junho. em 12 meses, o ipa acumula alta expressiva de 10,50%, inferior à de 8,24% do igp-m em igual período e que ficou em 0,51% em julho (de 1,87%). na cadeia produtiva, os bens finais justificaram o arrefecimento do ipa, com recuo de 0,15% depois de aumento de 2,58% em junho. nessa etapa de produção, o destaque foram os alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de elevação de 8,19% para declínio de 11,55%. o índice relativo a bens finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, registrou alta de 0,99% em julho, ante 1,84% no mês anterior. os bens intermediários tiveram leve arrefecimento, de 2,42% em junho para 2,11% em julho, com influência de subgrupo suprimentos, que saiu de alta de 4,72% para variação positiva de 2,25%. já as matérias-primas brutas tiveram queda de 0,70% este mês depois de elevação de 1,92% em junho. os itens que mais contribuíram para esse alívio foram: milho (em grão), de alta de 3,70% para recuo de 9,53%; aves, de elevação de 21,22% para alta de 8,12%; e minério de ferro, que passou de retração de 0,06% para declínio de 1,50%). em contrapartida, os produtos a seguir pressionaram o índice: leite in natura (de alta de 3,24% para 7,36%), bovinos (de queda de 0,64% para alta de 1,18%) e arroz (em casca) (de alta 2,54% para 4,69%).   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/640898-igp-m-recua-em-julho-mas-acumula-8-24-em-12-meses-revela-fgv.html)
30/07/2018

Dólar tem sinais mistos com exterior e Ptax no radar

 o dólar opera em baixa ante o real nos primeiros negócios desta segunda-feira (30) e conduz os juros futuros para bem perto dos ajustes anteriores, refletindo o desempenho fraco da moeda americana no exterior em meio à postura cautelosa nos mercados internacionais ante a forte agenda semanal. no mercado doméstico, as rolagens de contratos cambiais no mercado futuro adicionam volatilidade aos negócios e o dólar futuro de agosto, mais negociado até hoje, já subia 0,03%, a r$ 3,7110, na máxima às 9h20min. no mesmo horário, o dólar à vista recuava 0,19%, aos r$ 3,7104. os sinais desiguais refletem ajustes após o dólar agosto ter fechado a r$ 3,710, mais baixo que o valor de encerramento da taxa à vista, a r$ 3,7173 na sexta-feira. os investidores em geral estão à espera das decisões de juros do banco do japão, na madrugada desta terça-feira, do copom brasileiro e do federal reserve (fed), na quarta-feira, e do banco da inglaterra, na quinta-feira. para esta terça-feira, é esperado o dado de inflação do pce, que é a medida preferida do fed, e na sexta-feira, o relatório de empregos (payroll) dos estados unidos. lá fora, o dólar caía nesta manhã ante moedas fortes, com os investidores evitando assumir grandes posições antes da decisão de política monetária do fed. ante a libra e o iene, o dólar opera próximo à estabilidade, com investidores no aguardo também pelas decisões de juros do banco do japão e do banco da inglaterra (boe). às 9h30, o dólar operava estável a 111,10 ienes, o euro subia a us$ 1,1681 e a libra tinha leve alta a us$ 1,3117. nas mesas de operação domésticas, a eleição ainda bastante incerta seguirá no radar, com candidaturas e coligações devendo ser fechadas até domingo (5/8). o presidente do banco central, ilan goldfajn, reúne-se nesta segunda-feira, em são paulo, com o ministro da fazenda, eduardo guardia, e com o coordenador do programa de governo do pt, fernando haddad. no encontro, marcado para entre 10h00 e 11h00, eles tratarão de assuntos econômicos. a questão comercial segue também no foco. um alto funcionário do governo trump disse no domingo que os eua "começarão imediatamente" a negociar com a união europeia para forjar acordos comerciais sobre produtos agrícolas e energéticos, prometendo "uma transação real" para vender mais soja, carne bovina e gás natural líquido aos países europeus. no câmbio, no fim da manhã, o bc faz leilão de 14.455 contratos de swap (us$ 722,8 mi) e conclui a rolagem dos us$ 14,023 bilhões que vencem em agosto (11h30).   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/640903-dolar-tem-sinais-mistos-com-exterior-e-ptax-no-radar.html)
26/07/2018

Estabilidade e complemento de renda na aposentadoria

 | futuro | previdência privada é uma das alternativas para quem deseja garantir uma renda equilibrada no futuro. benefício deve ser pensado desde cedo. quanto maior a contribuição, maior o valor pago pensar na aposentadoria não é algo que deve ser feito quando se chega próximo dos 60 anos. o benefício da previdência social, para quem contribuiu por 35 anos, está garantido, mas ele nem sempre atende às necessidades da família – especialmente quando se supera o teto de r$ 5.646 do instituto nacional do seguro social (inss). contudo, o pagamento de uma previdência complementar é uma alternativa para garantir conforto e estabilidade ao segurado. a equação do plano privado é simples: contribuir mais para ganhar mais. “nós temos hoje uma previdência social pagando cada vez menos. não adianta pensar nessa questão nos 50 anos. a tendência é que, no futuro, o pagamento do teto do inss seja mais baixo, diminuindo para r$ 5 mil ou r$ 2,5 mil”, estima newton conde, proprietário da conde consultoria atuarial (cca). o planejamento, segundo ele, deve ser feito desde cedo. “geralmente, os pais podem já iniciar o plano de previdência dos filhos. eles vão depositando valores e, quando ficarem mais velhos, os filhos vão ter a garantia de recursos para a aposentadoria”, explica. considerando que uma pessoa ganha r$ 3 mil mensais e tem recolhido 11% do salário (r$ 330) pelo inss, seu benefício seria quase r$ 2,7 mil – levando em conta que ela começou a contribuir aos 20 anos e se aposentou aos 60 anos. na previdência privada, se utilizado o mesmo padrão, o benefício será de r$ 1,51 mil. “para ele ter na previdência privada próximo dos r$ 2,7 mil, a contribuição seria de r$ 586, enquanto na previdência social ele pagaria r$ 330”, avalia. em outro caso, segue a lógica do contribuir mais para ganhar mais: o segurado investia r$ 700 mensais, com a mesma idade de 20 anos e, aos 50 anos, acumulou r$ 500 mil. para se aposentar na previdência privada teria uma renda de r$ 2,17 mil. com esses mesmos r$ 500 mil, se a aposentadoria fosse aos 60 anos, ele teria um benefício mensal de r$ 2,6 mil. no país, há duas modalidades de planos de previdência privada. a primeira é o plano gerador de benefício livre (pgbl). sua principal característica é a dedução da contribuição do imposto de renda (ir), permitindo abater até 12% da renda bruta tributável (salário, renda de aluguéis, etc). ideal para pessoas que têm mais despesas que o normal a deduzir, como gastos com planos de saúde, educação e dependentes. “a grande vantagem é que você pode ter isenção de imposto. lança o que aplicou na declaração anual. mas, no início da aposentadoria, como você teve deduções durante anos, o valor será cobrado ao longo do pagamento do seu benefício”, destaca fernando aquino, conselheiro do conselho federal de economia (cofecon). já o vida gerador de benefício livre (vgbl) é aplicado para quem opta pelo modelo de declaração simplificado, ou seja, possui menos deduções a fazer e utiliza o padrão de 20% de desconto. aqui não incidem tributos sobre o dinheiro a receber no início da aposentadoria. números 5,6 mil reais é o atual teto do inss, em que as aposentadorias do país são baseadas. 2,7 mil reais seria o valor da aposentadoria de quem ganha r$ 3 mil e tem recolhido 11% do salário pelo inss.
26/07/2018

Líder mundial no setor de seguros escolhe Namirial como o novo padrão para Digital Transaction Management.

 senigallia, itália, 26 de julho de 2018 /prnewswire/ — uma das maiores empresas de seguros do mundo está oferecendo para clientes, corretores e funcionários, uma nova experiência de assinatura: não será mais necessário assinar no papel para a aquisição de novos clientes ou a renegociação com os já existentes. a seguradora selecionou a namirial como fornecedora para o digital transaction management após uma avaliação detalhada de suas habilidades de consultoria e suporte, a qualidade de soluções de software, as funcionalidades offline, a flexibilidade de implementação, a facilidade de integração e as opções variáveis de implementação, incluindo a on-premise. as soluções namirial viram o novo padrão global da empresa em tema de digital transaction management, adotado para todas as novas implementações e para substituir gradualmente outras aplicações onde os processos existentes precisam ser melhorados. a empresa está gradualmente implementando processos de workflow para assinatura eletrônica que permitem que todas as partes interessadas assinem a qualquer momento, em qualquer lugar e em qualquer dispositivo. os signatários são dispensados do ônus da impressão para assinar e não precisam mais enviar formulários em papel para sua seguradora. os clientes se beneficiam rapidamente da confirmação de cobertura, ajustes de apólices e processamento de sinistros. espera-se que, até 2020, milhões de documentos sejam assinados eletronicamente a cada trimestre. a assinatura eletrônica foi introduzida em vários processos de seguro há alguns anos. no entanto, a experiência foi mista: algumas soluções não ofereciam uma experiência de usuário convincente, não eram projetadas para o multi-channel ou não atendiam aos requisitos legais para processos orientados ao cliente. em todas as etapas da jornada do comprador, a seguradora se compromete a oferecer a melhor experiência ao cliente. as preferências de canal de vendas para aquisição e gerenciamento de apólices são principalmente orientadas por necessidades de consultoria e confiança pessoal em processos digitais, em vez do fato de pertencer a uma faixa etária específica, como a geração do milênio ou a geração x. enquanto um número crescente de consumidores está confiante em pesquisar e comprar apólices básicas 100% online, a consultoria do corretor ainda é o primeiro fator de escolha para apólices de seguro de vida. portanto, o novo padrão de assinatura eletrônica suporta tanto cenários de assinatura face a face quanto remotos. várias opções também são fornecidas para a coleta de dados biométricos em assinaturas assinadas à mão em smartphones, tablets e pads de assinatura, em mobilidade ou nas corretoras. os processos de assinatura eletrônica serão implementados em conformidade com todos os regulamentos legais aplicáveis em todo o mundo, incluindo o regulamento de identidade e assinaturas eletrônicas da ue (eidas). esses processos também estão em conformidade com as diretrizes contra a lavagem de dinheiro. os clientes que agem remotamente podem ser identificados em uma sessão de vídeo, incluindo a verificação de próprio id antes de contratar. os documentos eletrônicos assinados têm, portanto, um peso probatório equivalente ao dos documentos assinados no papel. mais detalhes sobre os projetos desta iniciativa global de padronização serão anunciados no decorrer de 2018. fonte: prnewswire
26/07/2018

Seguradoras apostam em ações com o auxílio do WhatsApp

  empresas buscam se aproximar de clientes e de corretores com o auxílio de aplicativo para celular mensagens pelo whatsapp encurtam relação entre cliente e seguradoras - reprodução da internet rio - o uso do whatsapp como instrumento efetivo de trabalho para seguradoras e corretoras no país está se intensificando em meio à expansão de novas tecnologias. há pelo menos dois anos, iniciativas do tipo se popularizam nesse segmento como um instrumento efetivo de trabalho. neste mês, a mongeral aegon lançou um atendimento voltado apenas para corretores. em junho deste ano, a sompo seguros s.a. passou a usar a ferramenta para orientar o cliente. o atendimento é acompanhado por um analista, que solicita o envio de documentos e imagens do objeto do sinistro pelo aplicativo. a partir de setembro, a iniciativa da mongeral será ampliada para segurados em caso de sinistro. a previsão é que todos os clientes possam entrar em contato com a seguradora pelo aplicativo de celular até 2019. o atendimento pelo whatsapp vai seguir o mesmo protocolo de segurança de um contato telefônico. a operação é feita por agentes re relacionamento da companhia. "o nosso objetivo é de oferecer aos nossos públicos mais uma forma de contato visando conveniência e facilidade. mas sem perder de vista a humanização, atenção e a segurança na hora do atendimento. esperamos agilizar cada vez mais o nosso relacionamento com clientes, beneficiários e corretores", explica a gerente de relacionamento claudia mattioli. mas iniciativas do tipo não são exatamente uma novidade no segmento. em 2016, a br insurance também lançou o atendimento para clientes pelo whatsapp, reduzindo o tempo de atendimento. no ano passado, a capemisa seguradora também aderiu à tendência. a empresa usa o canal de comunicação com os corretores para enviar informações sobre campanhas de venda, convites para eventos, lançamento e atualização de produtos. "nossos gerentes e executivos de contas acessam suas agendas no celular e ainda podem recorrer à ferramenta de lista de transmissão para distribuir as mensagens importantes por grupos de interesse. a aceitação foi muito boa. funciona melhor do que e-mail do marketing, por exemplo", compara mariana fagundes, gerente de marketing da companhia. fonte: o dia por herculano barreto filho
26/07/2018

A Transformação Digital e os Seguros

 a transformação digital global também impacta o mercado de trabalho brasileiro, ainda que tardiamente​, porém de forma avassaladora. e a indústria de seguros não poderia ficar de fora desta transformação, que está diretamente ligada a mudança de mindset em todos os níveis hierárquicos, capacidade de erros e acertos rápidos e contínuos, foco na experiência do usuário para a construção de produtos​ e modelos de negócios​, e a utilização das mais variadas ferramentas tecnológicas existente​s no momento, como blockchain, iot, inteligência artificial, big data, entre outras.   em virtude dessa transformação, surgiram as insurtechs (termo abreviado para seguros + tecnologia), igual às fintechs (finanças + tecnologia). as insurtechs já são um enorme sucesso nos eua, europa e ásia, e agora estão surgindo mais fortes no brasil e causando muita curiosidade deste mercado de uma forma geral. mas é sempre muito importante reforçar que para uma empresa ser considerada uma insurtech, ela deve aportar tecnologia em seu modelo de negócio, de forma que traga valor para os parceiros e para a experiência do usuário final, seja ele pessoa física ou jurídica. as insurtechs vieram para acelerar a modernização deste setor, ainda ​com um baixíssimo índice de ​ digitalização​ e muito burocrático, e assim trazer descentralização, menos fricção, ​inclusão financeira ​e mais transparência na comunicação com o usuário final. no brasil, a consolidação das insurtechs ainda é tímido devido a dificuldade de capital intensivo para se manter o empreendimento (ou mvp) de pé​ no médio ou longo prazo​, e também devido ao pouco interesse ou dificuldade das incumbentes em fazer parcerias com elas, ao invés de tentar inovar internamente, que acaba sendo muito custoso e lento, ou até impossível na maioria das vezes. mas este crescimento já é um caminho sem volta, principalmente, quando se trata de produtos massificados e os tão falados microsseguros.​ em 2017 e 2018 alguns eventos voltados para este ecossistema de insurtech foram realizados com bastante sucesso e a ideia é continuar fomentando o crescimento, visto que ajudam a acelerar a modernização do setor​ de uma forma geral (seguradoras, corretoras e demais players do setor), e atrair mais investimentos. a kakau é uma insurtech que usa tecnologia de ponta, como machine learning e big data para melhorar a experiência do usuário final, trazendo simplificação, transparência e redução de tempo e de custo. a plataforma funciona no modelo de assinatura, igual a netflix e spotify, e o assinante ainda pode pausar ou cancelar o seguro quando desejar. nosso produto piloto foi o residencial, e agora estamos lançando o seguro para smartphone (julho) e outras novidades ainda este ano. fonte: portal nacional de seguros - marcelo torres

Previdência Privada PGBL ou VGBL: qual a melhor opção para você?


09/01/2019

Com tantas discussões sobre o futuro da Previdência Social, muitas pessoas tem medo de pagar por algo que não sabem se irão receber futuramente. Ou ainda, há quem deseje o investir seu dinheiro para ter uma aposentadoria (extra) no futuro. Embora existam muitas outras opções de investimentos bem mais rentáveis, a Previdência Privada é uma boa opção para quem não quer se preocupar, e ao mesmo tempo, deseja investir. Entretanto, mesmo assim é preciso ter um conhecimento mínimo sobre o assunto. Ou seja, ao contratar um plano de Previdência Privada, você precisará decidir entre PGBL ou VGBL. E agora? Neste post, nós te ajudaremos a decidir!

Funcionamento da Previdência Privada

Basicamente, o cliente faz um contrato com o banco ou instituição financeira, o qual determina o tempo de pagamento e o valor a ser pago por mês. Assim, mensalmente uma quantia deve ser depositada em uma conta, pelo tempo determinado, caracterizando o período de investimento. Depois, o indivíduo passa a receber uma renda mensal, que é o período de benefício. A instituição financeira é responsável por aplicar seu dinheiro e cuidar dos rendimentos, e você, obviamente, paga uma taxa por esse serviço.

 

O que é o PGBL?

O Plano Gerador de Benefício Livre (conhecido pela sua sigla PGBL) é uma boa opção para quem declara imposto de renda no modo completo e paga tributações.  Basicamente, o cliente pagará à instituição a taxa de administração, que como dito anteriormente, é pelo trabalho de “cuidar” do seu investimento. Também paga-se ao corretor uma taxa de carregamento, mas ela pode estar isenta em alguns planos.

O resgate do seu investimento pode ser feito de uma vez só ou através de renda mensal. As tributações ocorrem durante o período de investimento e também no pagamento, sobre todo o valor investido e rendimentos. Pode-se deduzir do imposto de renda até 12% da renda bruta anual, e por isso, o plano só é vantajoso aos que declaram IR.

O que é VGBL?

O Vida Garantidor de Benefício Livre (conhecido pela sigla VGBL) é uma boa opção para quem não precisa declarar imposto de renda. Da mesma forma que no anterior, há um período de investimento, seguido do resgate. O que muda neste plano são as tributações! Diferentemente do PGBL, agora o investidor só paga encargos sobre o rendimento, e não mais sobre todo o valor investido.

Qual escolher?

Em resumo, pode-se dizer que o VGBL é uma excelente opção para quem deseja investir em previdência privada, e declara o imposto de renda na forma simples ou não precisa fazê-lo e é remunerado por lucro (isento) e pró-labore, por exemplo. Já para os que declaram o IR completo e pagam as tributações, a melhor escolha é o PGBL.  Além deste fator, é essencial conhecer a proposta da instituição financeira. Por exemplo, a tabela progressiva, cobrança de taxas, e outros pontos que irão influenciar em seu investimento!

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