10/10/2018

Ibovespa cai mais de 2%; investidor repercute declarações de Bolsonaro

 são paulo - (atualizada às 13h19) o ibovespa intensificou o ritmo de perdas e já opera em queda de mais de 2% nesta quarta-feira, num dia marcado pelo noticiário político agitado e pela maior aversão ao risco no exterior. nesse contexto, os investidores aproveitam para embolsar parte dos ganhos acumulados ao longo de outubro -- e as ações de empresas estatais aparecem entre as principais afetadas por esse movimento. às 13h19, o ibovespa recuava 2,20%, aos 84.197 pontos. o giro financeiro do índice soma r$ 6,2 bilhões. na terça-feira, o índice da bolsa paulista fechou praticamente estável, aos 86.087 pontos, um dia depois de ter subido 4,57%, aos 86.084 pontos, maior nível desde 16 de maio. eletrobras pnb (-13,8%) e eletrobras on (-12,6%) apresentam o pior desempenho do ibovespa na sessão. outras estatais, como banco do brasil on (-3,77%), petrobras on (-4%) e petrobras pn (-3,84%) também recuam com intensidade e pressionam o índice como um todo. o tom mais cauteloso dos investidores ocorre na esteira do noticiário político-eleitoral. além das alianças que começam a se formar entre os partidos, o mercado também repercute declarações recentes de jair bolsonaro (psl) a respeito dos planos econômicos de seu eventual governo. para um analista, as recentes declarações de jair bolsonaro (psl) trouxeram algum desconforto aos mercados. além disso, a sinalização de maior gradualismo na implantação das reformas econômicas, rechaçando o modelo proposto pelo governo michel temer, também contribui para trazer cautela aos investidores. em entrevista à tv bandeirantes, bolsonaro mostrou-se resistente à ideia de privatizar empresas estatais consideradas "estratégicas", incluindo o setor energético -- em especial, a área de geração da eletrobras. o presidenciável disse ser contra a privatização do 'miolo' da eletrobras e da petrobras. questionado, o candidato do psl afirmou que a venda área de distribuição da eletrobras até poderia ser discutida, mas não a de geração. quanto à petrobras, bolsonaro disse considerar possível privatizar o refino do petróleo. além disso, também gera ruído a declaração do coordenador político da campanha de bolsonaro, deputado onyx lorenzoni (dem-rs), dando a entender que o militar e seu entorno não são favoráveis à reforma da previdência nos modelos propostos pelo governo michel temer. além das estatais, outros setores que também avançaram forte nos últimos dias também operam em queda hoje. é o caso dos bancos privados, com itaú pn (-2,31%) e bradesco pn (-2,17%), e das varejistas, com b2w on (-6,21%) e magazine luiza on (-2,84%). já o segmento de mineração e siderurgia tem baixa na esteira das tensões globais com a china. vale on (-2,03%), csn on (-5,05%), gerdau pn (-2,87%) e usiminas pna (-5,79%) aparecem na ponta negativa do ibovespa. poucos papéis conseguem avançar nesta quarta-feira, em especial os de empresas exportadoras -- o dólar sobe mais de 1%, na casa de r$ 3,75. suzano on tem o melhor desempenho do dia, avançando 3,98%, seguido por fibria on (1,43%), weg on (1,2%) e units da klabin (0,67%). nos últimos dias, a euforia tomou conta do mercado e fez o valor de mercado das ações do chamado "kit eleições" - papéis mais sensíveis ao cenário político - subir quase 20% no início de outubro. esse pacote inclui companhias estatais - petrobras, eletrobras e banco do brasil - bem como bancos privados (itaú unibanco e bradesco) e varejistas (magazine luiza e lojas renner), além de embraer. fonte: este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://www.valor.com.br/financas/5915221/ibovespa-cai-mais-de-2-investidor-repercute-declaracoes-de-bolsonaro ou as ferramentas oferecidas na página.
10/10/2018

Dicas de Planejamento Pessoal

 amigo ouvinte, você já pensou com que idade vai se aposentar? aos 55 anos, aos 60, aos 65? e já pensou o que vai fazer depois de aposentado? já pensou de quanto vai precisar para viver e de onde virá esse dinheiro? pois é, isso se chama planejamento de vida ou planejamento pessoal e poucos brasileiros o fazem. quem tem uma previdência privada num fundo de pensão tem uma equipe de especialistas que pensa nisso todo dia para propiciar-lhe o melhor possível. para os que não têm esse privilégio, vão aqui algumas dicas simples: • primeiro, se você puder ter mais de uma fonte de renda na velhice, melhor. inss mais previdência privada é a receita; • segundo, quando você se aposentar jovem pelo inss, por tempo de contribuição, e não precisar parar de trabalhar, continue. • terceiro, não use o dinheiro da aposentadoria do inss. repasse integralmente para uma previdência privada até a hora de verdadeiramente decidir parar de trabalhar. quando o fizer, terá muito mais na previdência privada e uma aposentadoria maior somada à do inss; • por fim, mesmo depois de parar definitivamente na atividade principal, tenha outra. mesmo que seja em tempo parcial e não remunerada. não quer trabalhar de graça? olha, manter o cérebro trabalhando prolonga a vida. têm remuneração melhor? fonte: paraná portal por renato follador  
10/10/2018

Seguros: a decisão de proteger o que tem de mais valioso na vida

  os seguros podem cobrir riscos relativos a coisas, bens imateriais, créditos e outros direitos patrimoniais (seguros de danos) ou riscos relativos à vida, à saúde e à integridade física de uma pessoa (seguros de pessoas). a procura pelos diversos seguros disponíveis atualmente no mercado nacional continua em alta. se por um lado os portugueses dão sinais de uma maior preocupação com a proteção nas diferentes esferas da sua vida, por outro, as seguradoras mostram estar atentas à evolução das necessidades de cada um e disponibilizam soluções cada vez mais personalizadas. partindo do princípio de que os seguros podem ser obrigatórios (quando são exigidos por lei) ou facultativos (quando é opção do tomador do seguro celebrá-lo ou não), saiba, desde logo, que o contrato de seguro “é um acordo através do qual o segurador assume a cobertura de determinados riscos, comprometendo-se a satisfazer as indemnizações ou a pagar o capital seguro em caso de ocorrência de sinistro, nos termos acordados”, como assim o definem os principais players deste setor. neste acordo, a seu cargo, seja particular ou empresa, será exigido o pagamento ao segurador do “prémio correspondente”, ou seja, o custo do seguro. a prestação do que ficou acordado pode ser efetuada à pessoa ou entidade (o segurado) ou de terceiro designado pelo tomador do seguro (o beneficiário) ou ainda a uma terceira pessoa ou entidade que tenha sofrido prejuízos que o segurado deva indemnizar. ainda antes de assinar contrato decidida a contratação de um seguro, aguarda-o uma proposta de seguro, isto é, um “documento através do qual o tomador do seguro expressa a sua vontade de celebrar um contrato de seguro e informa o segurador do risco que pretende segurar”. esta proposta, normalmente apresentada em impresso fornecido pelo segurador ou disponibilizado em formato eletrónico, deve ser preenchida e assinada pelo tomador do seguro, ficando então a aguardar pela decisão de aceitar ou recusar por parte do segurador. se for aceite, é emitida a apólice de seguro, ou seja, o documento que contém o que foi acordado pelas partes, nomeadamente as condições do contrato celebrado entre o tomador do seguro e o segurador. atendendo a que é fundamental que o segurador seja bem informado sobre o risco a cobrir, a proposta deve ser preenchida na totalidade e sem inexatidões, porque serve de base ao contrato de seguro. é a partir do que é declarado na proposta de seguro que o segurador avalia o risco e decide se aceita cobri-lo. é também com base nessa informação que o segurador calcula o prémio a pagar. assim, pode haver lugar a um pedido com mais informações, na certeza de que o tomador do seguro e o segurado devem comunicar todos os factos que conheçam, sem omitir informação que seja significativa para o segurador avaliar o risco a cobrir. quanto à oferta em portugal, passa pelos seguros de danos, nomeadamente, seguro de responsabilidade civil, que cobre o risco de surgir uma obrigação de indemnizar terceiros por danos causados pelo segurado, por pessoas por quem este é responsável (por exemplo, filhos menores) ou por animais ou bens que tem à sua guarda; seguro de incêndio, que cobre os danos sofridos pelos bens identificados no contrato de seguro, quando resultam de um incêndio (este seguro é obrigatório para os edifícios em propriedade horizontal, os condomínios). já entre os seguros de pessoas destacam-se o seguro de vida, que garante o pagamento da prestação acordada no caso de morte de uma pessoa segura (seguro em caso de morte) ou no caso de a pessoa segura se encontrar viva no fim do contrato (seguro em caso de vida); o seguro de acidentes, que garante a prestação acordada no caso de verificação de lesão corporal, invalidez ou morte da pessoa segura resultante de um acidente (por exemplo, de trabalho); e ainda, o seguro de saúde, que garante a prestação acordada referente a cuidados de saúde. fonte: jornal econômico
10/10/2018

Seguro auto online: será o fim das corretoras de seguros?

 o mercado brasileiro de seguros vem crescendo, só no ano passado o crescimento foi de 7%, se comparado ao mesmo período do ano de 2016. estes números são da carta de conjuntura do setor de seguros, esta é uma publicação mensal, assinada pelo (sincor-sp) sindicato dos corretores de seguros do estado de são paulo. o mercado de seguros vem sofrendo em alguns setores, assim como os demais ramos do país, todos sabem dos mais de 14 milhões de desempregados, mesmo aquelas pessoas que ainda tem os seus empregos, mesmo aquelas pessoas que ainda tem os seus empregos, tiveram que fazer reanálises de contas pessoais para poder seguirem em frente. no ramo de seguros, os serviços mais afetados foram: seguro auto e seguro residência, por mais que o segurado tente ou queira manter o seguro já existente, outras prioridades os levam a desistir deste tipo de contratação de serviço. o número de empresas e profissionais autônomos "aventureiros" era grande, essas empresas e profissionais não prestavam a assessoria necessária aos seus clientes, unindo isso a crise, acabaram desistindo de atuar no mercado de seguros. isso acabou deixando a maioria dos fechamentos e controle deste tipo de serviço na mão de grandes corretoras, que conseguem fazer a prestação de pós-venda com muito mais qualidade e segurança. resiliência - essa palavra define muito bem o desempenho de crescimento no ramo de seguros. mesmo com um cenário negativo no brasil, até o momento, neste ano de 2018, houve uma arrecadação de r$ 117,9 bilhões, se compararmos ao crescimento, dentro do mesmo período em 2016, somando os números, o crescimento até o momento do setor de seguros foi de 3,5%. lembrando que fora descontado o valor de arrecadação do seguro dpvat, cujo o volume de prêmios foi reduzido neste ano por norma do cnsp (conselho nacional de seguros privados. através de dados divulgados pela susep (superintendência de seguros privados), a evolução do mercado até o momento é de 5,3%. os dados mencionados foram reunidos pela cnseg e publicados no boletim conjuntural da carta do seguro. segundo márcio coriolano, presidente da cnseg, em editorial da carta de seguro, as maiores taxas, seguidas pela ordem dos ramos de maior contribuição, se representam assim: seguro auto com 5,8%; pgbl, com 12,6%; vida coletiva, com 7,1%; vida individual, com 25,5%;vida risco tradicional, com 19,00%, e rural, com 17,8%. comparando com a revitalização do ramo automotivo, os planos de acumulação de vgbl diminuíram seu ritmo de crescimento, tendo atualmente uma evolução de 4,3%, após as taxas superlativas em 2016, e do primeiro trimestre de 2018". indo além da crise - segundo o diretor geral da cotandoseguro.com, anderson luis gimenez, a empresa cotando, que é uma corretora de seguros de são paulo, atendendo também a nível brasil, o crescimento no ramo de seguros, mesmo com a crise, foi de 32% até o momento, neste ano de 2018, em relação ao mesmo período no ano de 2017. isso só mostra o quanto a diferença de uma assessoria de qualidade, um bom atendimento, informações claras e um pós-venda de qualidade, podem fazer total diferença em um negócio, ressalta anderson. com informações passadas pelo diretor da cotando seguro, podemos ter uma base a nível nacional. tecnologia e a crise - segundo alguns especialistas, a tecnologia será responsável pela queda substancial do volume de prêmios em alguns segmentos de seguros tradicionais, como o seguro auto que de acordo com o relatório aon de 2018, o setor de seguros de automóveis terá uma queda de 40% no volume dos prêmios entre os anos de 2018 e 2050, neste período, os veículos autônomos deverão estar totalmente elaborados e desenvolvidos nos principais mercados do país. a visão dos corretores de seguros para o mercado atual mesmo com o grande crescimento no setor de seguros, muitos corretores não conseguem aguardar a concretização das comissões. o sistema de recebimento no ramo de seguros é a longo prazo, o corretor precisa ter paciência para receber sua remuneração. ainda existe um fluxo muito grande deste tipo de profissional. os corretores que são sozinhos (autônomos), acabam desistindo de continuar a tentar conseguir efetivar vendas de seguros, que por sua vez, acabam procurando outros ramos de venda para poder suprir suas necessidades pessoais. os grandes profissionais do ramo sabem que precisam ter um pouco de paciência para conseguirem fazer belas comissões, caso o profissional não tenha essa mentalidade empreendedora, acaba que ficando para trás, ressalta anderson luis. diante dos números estatísticos e da mudança do mercado no decorrer dos próximos anos, ter noção dos riscos é fundamental para a readaptação do profissional corretor. "o profissional corretor de seguros, deve se reinventar como consultor especializado, sabendo e entendo como agregar mais valor a cada cliente atendido. somente aqueles profissionais que entenderem que a tecnologia não é inimiga, mas sim uma aliada, continuarão subindo nos degraus do sucesso no ramo de corretagem de seguros, complementa anderson luis gimenez diretor da cotandoseguro.com. fonte: portal terra
10/10/2018

Bolsonaro e Haddad estão com propostas do setor de seguros para debate

  segmento formulou documento com 22 propostas aos presidenciáveis. o objetivo é ampliar os serviços no país e contribuir para reduzir os gastos públicos rio - um seguro voltado para pessoas de baixa renda com valores mais acessíveis. uma apólice capaz de dar continuidade a obras de infraestrutura no país. a possibilidade de garantir a complementação de renda em meio à discussão sobre uma possível reforma da previdência. e planos de saúde com preços mais acessíveis para a população. esses temas fazem parte de um documento com 22 propostas enviadas aos presidenciáveis pela confederação das seguradoras (cnseg), que podem pautar os debates entre jair bolsonaro (psl) e fernando haddad (pt) no segundo turno das eleições. o primeiro debate ocorrerá na sexta-feira, na tv bandeirantes (confira as propostas abaixo). a ideia do segmento, que representa 6,5% do pib do país, é mostrar que pode contribuir com o crescimento da economia. composto por 118 seguradoras, o setor é responsável pela geração de 152 mil empregos diretos. no ano passado, pagou mais de r$ 277 bilhões em benefícios, indenizações, resgates e sorteios. para garantir os riscos que assume, as seguradoras investiram em ativos que ultrapassam r$ 1,2 trilhão, o equivalente a 25% da dívida pública. mas não são só as cifras que pautam a discussão. previdência e saúde em pauta em entrevista exclusiva à coluna 'seguro de si', marcio coriolano, presidente da cnseg, diz que a ideia é fazer com que as propostas apresentadas pelo setor entrem na pauta do governo federal. "pelo menos dois temas vão ser mais provocados pela própria mídia, que é previdência e saúde. até agora, ninguém aprofundou essa discussão", argumentou. gastos na aposentadoria as propostas aos presidenciáveis foram apresentadas à imprensa em coletiva na sede da cnseg, no rio, na semana passada. solange beatriz palheiro mendes, presidente da fenasaúde, defendeu a regulamentação do prevsaúde, um produto de previdência para ajudar a arcar com os custos da saúde na aposentadoria, quando a renda do indivíduo costuma ser reduzida e os gastos tendem a aumentar. "o principal dilema da saúde suplementar é a escalada dos custos e a incapacidade da população de arcar com isso", afirmou. "esse produto tem forte apelo social, principalmente para uma população que envelhece", complementou edson franco, presidente da fenaprevi. o novo produto é uma das iniciativas apontadas no documento para desonerar o orçamento do governo federal. os planos de previdência complementar são apontados como fundamentais para dar suporte a uma possível reforma da previdência, que deve entrar em pauta no próximo governo. propostas aos presidenciáveis 1 - seguros inclusivos - permissão de comercialização de produtos com isenção do iof e outros benefícios tributários. o objetivo é facilitar o acesso de apólices à população de baixa renda. 2 - assistência funeral 3 - novos produtos de saúde - criação de produtos e introdução do médico de família. a proposta visa a ampliação do acesso a planos de saúde com regras diferenciadas de compartilhamento de risco e de atendimento assistencial. 4 - coibir o exercício irregular da atividade seguradora - proteger o consumidor, regulamentando a oferta de produtos por mútuas e cooperativas. 5 - blindagem das reservas técnicas 6 - prevsaúde - a ideia é formar poupanças previdenciárias privadas de longo prazo para acumular recursos e garantir o pagamento futuro de mensalidade de planos de saúde. 7 - reforma da previdência - equacionar a dívida pública da união, estados e municípios por meio de uma reforma estrutural. 8 - alívio da judicialização - criação de modelo de câmara de mediação especializada para resolução de conflitos de consumo relacionados ao seguro.  9 - aplicação de novas tecnologias em saúde 10 - novo modelo de remuneração de prestadores de serviços de saúde   11 - novo modelo de reajuste de planos de saúde individuais 12 - regulação de órteses, próteses e materiais especiais 13 - novo modelo regulatório - facilitar o desenvolvimento do setor e a aplicação de padrões internacionais. 14 - análise de impacto regulatório 15 - conselho de saúde suplementar - reativação do órgão colegiado do ministério da saúde. 16 - marco regulatório de capitalização - promover a elevação dos índices de poupança interna e ampliar os benefícios oferecidos pelos títulos de capitalização à sociedade. 17 - aperfeiçoamento das regras de investimento 18 - garantia de grandes obras - execução mais acelerada de projetos governamentais de infraestrutura necessários para a retomada do crescimento econômico. 19 - regulação dos agentes de seguros 20 - canais de distribuição - a ideia também busca a adaptação do setor à evolução comportamental da sociedade em relação ao uso das novas tecnologias, com redução de gastos. 21 - seguro de vida universal 22 - produtos para pequenas e microempresas - incentivar a contratação de programas de proteção previdenciária privada e securitária para seus colaboradores, com tratamento fiscal diferenciado. fonte: o dia por herculano barreto filho
10/10/2018

Franquia investe em inteligência artificial para contratação de seguros

 o grupo wichmann, que gerencia as redes wichmann e as franquias de seguros bidon, com mais de 200 unidades espalhadas pelo brasil, está entrando na era da inteligência artificial. atenta às inovações do mercado, a empresa investiu na tecnologia segurobot, uma plataforma digital via robô, que ajuda os usuários a encontrar a melhor solução em seguros de forma mais prática e rápida. este sistema, totalmente interativo, agiliza e otimiza o atendimento aos clientes, oferecendo a melhor experiência de contratação de seguros. “não é preciso baixar aplicativo e nem ligar o computador. para ser atendido pelo robô, basta utilizar o facebook messenger. o assistente virtual estará sempre disponível nas mídias sociais e na internet, em qualquer lugar e qualquer hora, sete dias por semana e 24 horas por dia. além de o cliente ser atendido inicialmente pelo nosso robô, temos a equipe comercial pronta para entrar em contato e finalizar a venda, já que em alguns casos e operações, ainda é preciso o atendimento humano”, revela felipe wichamann, diretor do grupo wichmann. segundo ele, a empresa decidiu inovar e investir em inteligência artificial para angariar novos segurados para as franquias bidon, as redes wichmann, a corretora de seguros e o projeto de franquias que foi criado especificamente para o ramo imobiliário: a wiimobi. “o atendimento via inteligência artificial servirá tanto para quem já é cliente da corretora, quanto para quem procura contratar um novo seguro e novos serviços. o robô já consegue finalizar a venda de seguro viagem e equipamentos portáteis online, direto com o cliente. o sistema é totalmente interativo e ágil, e o processo tem menos burocracias, sem a necessidade de se preencher diversos formulários para cotar o melhor seguro”, explica. o grupo wichmann contará com dois robôs para atendimento online: o wibot e bidonbot. o atendimento via inteligência artificial trabalhará com seguros para automóvel, residencial, vida, pet, equipamentos portáteis, viagem e odonto. tecnologia inovadora no mercado, que vem para revolucionar e trazer uma nova experiência em seguros, o segurobot é uma solução global de propriedade da o2obots, que disponibiliza robôs com inteligência artificial para a gestão do funil de vendas e relacionamento com clientes para os canais de distribuição de seguros. fonte: revista cobertura via /cqcs
08/10/2018

Investidores devem ser conservadores com dinheiro nos próximos 180 dias

 recomendação de planejadores financeiros e especialistas em finanças é manter as economias em investimentos seguros e que possam ser resgatados a qualquer momento. são paulo - a incerteza política que traz risco aos investimentos deve se estender por um prazo maior do que o da disputa eleitoral. o período tende a chegar a 180 dias, que compreendem a transição e os cem primeiros dias do novo governo, quando o mercado financeiro oferece uma trégua para que o eleito comece a trabalhar promessas de campanha. nos próximo meses, portanto, a recomendação de planejadores financeiros e especialistas em finanças é manter as economias em investimentos seguros e que possam ser resgatados a qualquer momento. a volatilidade do mercado financeiro, que pode levar a perdas em investimentos mais arriscados, vem das dificuldades que economistas anteveem ao país caso não sejam aprovadas as reformas que consideram necessárias para o equilíbrio das contas públicas e a retomada do crescimento. por isso, a grande ambição do mercado financeiro com esta eleição é encontrar políticos dispostos a continuar reformas iniciadas pelo governo michel temer, parte delas interrompida porque o presidente gastou seu capital político para barrar investigações contra ele no congresso. passou a reforma trabalhista, mas a da previdência travou no congresso. o mercado conta ainda com as reformas tributária e política. "continua urgente a necessidade de se fazer reformas da previdência, política e fiscal. tem muita coisa na agenda", diz cesar caselani, professor de finanças da eaesp/fgv (escola de administração de empresas de são paulo). o analista-chefe da xp investimentos, karel luketic, diz que inicialmente investidores devem observar como será a formação da equipe econômica, a negociação de apoio no congresso e os temas que serão pautados. "passada a eleição, o primeiro movimento do mercado é dar o benefício da dúvida", afirma luketic. disparada na semana passada, as principais casas de investimento passaram a atualizar suas estimativas para o mercado após a corrida eleitoral, projetando espaço para a bolsa brasileira encostar em 95 mil pontos em caso de vitória de jair bolsonaro (psl). o patamar representaria uma alta de cerca de 20% do atual nível do ibovespa. na sexta-feira (5), o principal índice acionário do país terminou a 82.321 pontos, retomando níveis que não eram vistos desde maio. a alta foi impulsionada pela disparada de ações de empresas estatais, que se beneficiaram de uma visão otimista do mercado financeiro com os sinais de comprometimento do capitão reformado com propostas econômicas de viés liberal. luis stuhlberger, um dos mais respeitados investidores do país por sua gestão do fundo verde, elevou as aplicações em bolsa no mês passado e afirmou, em relatório a clientes, que as altas recentes da bolsa indicam que o excesso de pessimismo já desapareceu do mercado. "daqui por diante desenvolvimentos otimistas nos preços de ativos precisam de uma confluência de cenário externo mais positivo e resolução da eleição de fato, com sinalizações positivas em termos de equipe e execução de uma boa agenda fiscal e de reformas", escreveu stuhlberger. em relatório, a xp recomendou aplicações de curto prazo em ações de empresas que poderiam se beneficiar com a vitória do deputado, entre elas cemig, petrobras e banco do brasil, apesar de estimar volatilidade para o mercado. especialistas alertam, porém, que empresas públicas têm suas vulnerabilidades. "a sucessão em qualquer companhia preocupa investidores. todo período de transição de gestão é turbulento. em estatais isso se amplifica, porque há o risco de descontinuidade. a probabilidade de rupturas extremas pode levar estatais para rumos muito diferentes do que os analistas imaginaram em suas contas iniciais", diz giacomo diniz, professor de finanças do ibmec/sp. apesar das projeções otimistas para o mercado em geral, especialistas desaconselham que investidores entrem em aplicações arriscadas neste momento. "euforia de curto prazo não resolve a vida de ninguém. são precisos vários meses para se falar em tendência de mercado", afirma caselani, da fgv. ele lembra que a expectativa é que a taxa selic, atualmente na mínima histórica de 6,5% ao ano, volte a subir ainda já em 2018. por isso, a melhor estratégia é manter investimentos pós-fixados, que seguem a taxa de juros, como o tesouro selic. assim, o investidor consegue se beneficiar da alta dos juros. títulos prefixados, por outro lado, além de não capturarem a alta nos juros, sofrem com oscilações de mercado no curto prazo. juliana inhasz, professora de economia do insper, faz a mesma sugestão. "não é uma recomendação arrojada porque o ambiente pede cautela. é uma saída muito conservadora para que a gente guarde onde tem mais segurança e liquidez maior", diz. manter aplicações em investimentos que possam ser resgatados a qualquer momento facilita também a mudança de posição quando o cenário doméstico estiver mais claro. assim o pequeno investidor terá mais condições de buscar opções de investimentos mais arriscadas na hora que for mais apropriada. "quem tem dinheiro na poupança fica na poupança. uma opção é título público pós-fixado e com liquidez para poder se movimentar", diz josé luiz masini, planejador financeiro pela planejar (associação brasileira de planejadores financeiros). há ainda a preocupação de analistas com o cenário externo, que não deve sair do radar de investidores mesmo em períodos em que as atenções acabam centradas em temas domésticos. enquanto o mercado local se beneficiava de uma euforia pré-eleitoral na reta final, o exterior balançava com uma alta repentina nos juros de longo prazo da dívida americana. as treasuries (títulos de dívida dos estados unidos) saltaram para acima de 3,20% na sexta, de volta aos níveis de 2011. a escalada das taxas na semana foi impulsionada por dados econômicos fortes nos eua. o mercado de trabalho americano vive um momento próximo ao pleno emprego, o que acende o alerta para pressões inflacionárias e um aperto mais intenso na política monetária do país. a disparada das treasuries derrubou as bolsas americanas e fez investidores estrangeiros passarem a prever altas adicionais na taxa de juros pelo fed (federal reserve, o banco central dos eua), que hoje está no intervalo de 2% a 2,25%. alta nos juros americanos tende a reduzir a entrada de investidores estrangeiros, que escolhem a dívida americana, considerada mais segura, em vez de aplicações em países emergentes, vistos como mais arriscados. "não só fatores internos vão fazer diferença nesses próximos meses. quando o mercado financeiro der uma trégua para nosso próximo presidente, os fatores externos vão trazer impacto no mercado doméstico", diz masini. "são fatores que não são controláveis. estamos a reboque da guerra comercial e do aumento dos juros nos estados unidos."
08/10/2018

Barreira cultural é principal desafio para assinatura eletrônica no Brasil

  conheça algumas empresas brasileiras que já adotaram o recurso de gestão de processos digitais a medida provisória 2.200-2, de 2001, determina que qualquer documento digital tem validade legal se for certificado pela icp-brasil (infraestrutura de chaves públicas brasileira), órgão que viabiliza a emissão de certificados digitais para identificação virtual do cidadão. a mp também prevê a utilização de certificados emitidos por outras infraestruturas de chaves públicas, desde que as partes que assinam reconheçam previamente a validade destes. de fato, a mp 2.200-2 garante a autenticidade da assinatura eletrônica no brasil, em um mercado que ganha novos adeptos, mas ainda tem muito espaço para conquistar no país. para marco americo antonio, gerente-geral da docusign na américa latina, o principal desafio para a gestão de documentos eletrônicos é a barreira cultural. "as pessoas querem ficar na zona de conforto e não querem mudar. simplesmente isso", apontou o executivo. "mas, quando veem as vantagens da assinatura eletrônica, mudam", ressaltou. os negócios da docusign, uma das principais desenvolvedoras de soluções de assinatura eletrônica e gestão de processos digitais, são um ótimo termômetro deste mercado. a empresa, que cresce 30% ao ano, lida com as oportunidades de assinatura eletrônica desde 2003, quando construiu um negócio com receita de mais de us$ 500 milhões no ano fiscal de 2018, 450 mil clientes e 200 de milhões de usuários em mais de 180 países. a empresa justifica a razão para o sucesso e crescimento de forma simples: ao eliminar o papel e automatizar os processos, a solução permite que clientes reduzam o tempo de resposta para minutos, em vez de dias; diminuam custos; eliminem erros e possibilitem uma experiência melhor e mais rápida para seus clientes, funcionários e parceiros. em resumo, o foco é acelerar negócios e simplificar a vida - considerando o brasil, com seus inúmeros processos burocráticos, o potencial da assinatura eletrônica fica ainda mais evidente. a docusign chama o processo de ciclo de vida do contrato - digitalização, simplificação e otimização, desde a preparação do documento a coleta de assinaturas - como “system of agreement”. segundo antonio, falar de agilizar processos com serviços da docusign representa 62% das transações estarem completas em menos de uma hora. a empresa garante que consegue devolver, em média, us$ 40 do que seria gasto com papel, por documento para seus clientes. ou seja, cada documento custa cerca de us$ 40 com impressão, transporte e outros fatores. a cada mil documentos "migrados" para o digital, a economia é de us$ 40 mil, em uma conta simples. quem está usando no brasil antonio garante que a assinatura digital já é realidade no brasil - não tanto quanto em mercados desenvolvidos, como eua e europa, mas estamos no caminho certo. no brasil, a docusign soma importantes clientes, como a caixa seguradora, que reduziu de oito para apenas um dia útil o prazo para emissão de novos contratos de seguros de vida. com a mudança, a empresa espera evitar perdas de r$ 30 milhões por ano. já o banco inter reduziu de 14 para oito dias o processo de contratação de crédito consignado pelos canais próprios do banco, reduzindo de 18% para 8% a taxa de desistência de clientes para a contratação deste tipo de produto. segundo antonio, qualquer empresa que lida com documentos tem potencial para otimizar operações com a adoção de soluções docusign. exemplos clássicos são companhias que oferecem processos digitais, mas podem esbarrar em algum processo analógico. um exemplo é a startup quinto andar, que realiza todo o processo de busca e locação de imóveis on-line e utiliza o serviço de assinatura digital para que a experiência do cliente seja de fato 100% on-line. outro serviço on-line que já aderiu é o aplicativo de delivery ifood, que adotou a docusign e teve crescimento de 133% para a empresa, que gerou 237% em novas parcerias ao longo de 2016. também no mercado imobiliário, a companhia cita a re/max, a maior rede de franquias imobiliárias em número de transações do mundo, que já registrou 30% das negociações efetuadas digitalmente no brasil. nos eua, esse número chega a 80% dos contratos. o fato é que, na visão de antonio, regulamentação, tecnologias e casos de sucesso já existem. o que falta é a quebra da barreira cultural para que a gestão eletrônica de documentos possa ser implementada em massa. fonte: computerworld por guilherme borini
08/10/2018

Seguradoras adotam o uso de tecnologia 'vestível' para criar descontos

 a chegada da tecnologia vestível (ou wearables) trouxe vantagens incontestáveis para a saúde dos usuários. são muitos os relatos de emergências médicas evitados por informações em tempo real, fornecidas pelos dispositivos. além disso, informações coletadas também servem para consultas médicas, proporcionando um tratamento mais personalizado e com maior detalhamento de sintomas e rotinas. mas o que acontece quando seguradoras também começam a utilizar esses dados para avaliar o usuário? "é uma situação de vantagens mútua", segundo as seguradoras. é evidente que seu objetivo é que os clientes vivam o máximo possível, tarefa mais árdua quando se trata de alguém com maus hábitos, rotina estressante e má alimentação. com os wearables, parte desses problemas pode ser desencorajado. o incentivo vem através de descontos para aqueles que mantém a saúde em dia. os descontos podem ser conquistados por visitas ao médico, aulas online sobre nutrição ou alcançar metas de exercícios físicos (medindo usando wearables, como fitbit). hábitos que aprimoram a vida do usuário. para a seguradora, além de diminuir a demanda de suas coberturas, também serve de convite para novos clientes com bons hábitos. a presença de descontos pode tornar o seguro mais acessível para essas pessoas, que poderiam adotar o serviço por "segurança extra". tudo vem com um preço o custo disso, evidentemente, é a privacidade do usuário e os sujeitam também a possíveis erros dos dispositivos — como erros envolvendo batimentos cardíacos. burlar o sistema dos dispositivos vestíveis também não é difícil. a seguradora americana john hancock — que adotou o novo sistema — coloca um tempo de contrato de, em média, 20 anos. contando que o usuário não perpetue sua trapaça. brooks tingle, presidente e ceo da john hancock financial, alega que os dados só serão compartilhados com a devida autorização do usuário. o que levanta outro problema: apesar de agora ser algo voluntário. futuramente o cenário pode mudar, e o usuário que não aceitar ter seus dados compartilhados seja sujeitado a anuidades mais caras. além disso, também é discutida a mudança da relação do usuário com sua própria rotina. sendo "hábitos saudáveis" um termo amplo demais para ser definido pela seguradora. os parâmetros da seguradora podem influenciar negativamente na vida de quem já mantém bons hábitos, mas por métodos alternativos. uma tendência? não é uma iniciativa inédita. a allstate auto insurance, outra seguradora americana, começou a fechar acordos com usuários para instalação de câmeras em seus veículos. a fim de avaliar a prudência do condutor no trânsito, também em troca de descontos. resta aguardar a popularização do serviço. também avaliar se as vantagens são, realmente, mais interessantes que a privacidade.

Previdência Privada PGBL ou VGBL: qual a melhor opção para você?


09/01/2019

Com tantas discussões sobre o futuro da Previdência Social, muitas pessoas tem medo de pagar por algo que não sabem se irão receber futuramente. Ou ainda, há quem deseje o investir seu dinheiro para ter uma aposentadoria (extra) no futuro. Embora existam muitas outras opções de investimentos bem mais rentáveis, a Previdência Privada é uma boa opção para quem não quer se preocupar, e ao mesmo tempo, deseja investir. Entretanto, mesmo assim é preciso ter um conhecimento mínimo sobre o assunto. Ou seja, ao contratar um plano de Previdência Privada, você precisará decidir entre PGBL ou VGBL. E agora? Neste post, nós te ajudaremos a decidir!

Funcionamento da Previdência Privada

Basicamente, o cliente faz um contrato com o banco ou instituição financeira, o qual determina o tempo de pagamento e o valor a ser pago por mês. Assim, mensalmente uma quantia deve ser depositada em uma conta, pelo tempo determinado, caracterizando o período de investimento. Depois, o indivíduo passa a receber uma renda mensal, que é o período de benefício. A instituição financeira é responsável por aplicar seu dinheiro e cuidar dos rendimentos, e você, obviamente, paga uma taxa por esse serviço.

 

O que é o PGBL?

O Plano Gerador de Benefício Livre (conhecido pela sua sigla PGBL) é uma boa opção para quem declara imposto de renda no modo completo e paga tributações.  Basicamente, o cliente pagará à instituição a taxa de administração, que como dito anteriormente, é pelo trabalho de “cuidar” do seu investimento. Também paga-se ao corretor uma taxa de carregamento, mas ela pode estar isenta em alguns planos.

O resgate do seu investimento pode ser feito de uma vez só ou através de renda mensal. As tributações ocorrem durante o período de investimento e também no pagamento, sobre todo o valor investido e rendimentos. Pode-se deduzir do imposto de renda até 12% da renda bruta anual, e por isso, o plano só é vantajoso aos que declaram IR.

O que é VGBL?

O Vida Garantidor de Benefício Livre (conhecido pela sigla VGBL) é uma boa opção para quem não precisa declarar imposto de renda. Da mesma forma que no anterior, há um período de investimento, seguido do resgate. O que muda neste plano são as tributações! Diferentemente do PGBL, agora o investidor só paga encargos sobre o rendimento, e não mais sobre todo o valor investido.

Qual escolher?

Em resumo, pode-se dizer que o VGBL é uma excelente opção para quem deseja investir em previdência privada, e declara o imposto de renda na forma simples ou não precisa fazê-lo e é remunerado por lucro (isento) e pró-labore, por exemplo. Já para os que declaram o IR completo e pagam as tributações, a melhor escolha é o PGBL.  Além deste fator, é essencial conhecer a proposta da instituição financeira. Por exemplo, a tabela progressiva, cobrança de taxas, e outros pontos que irão influenciar em seu investimento!

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