22/08/2018

Setor cresce 1,7% no primeiro semestre

 carta do seguro, divulgada pela cnseg, registrou arrecadação de mais de r$ 115,8 bilhões em prêmios a cnseg acaba de divulgar a “carta do seguro” com dados consolidados sobre o desempenho do setor, que registrou crescimento de 1,7% (sem dpvat) no primeiro semestre de 2018, totalizando mais de r$ 115,8 bilhões em prêmios. no setor, houve evolução acentuada de 7,5% nos segmentos de automóveis e patrimoniais. “ainda que no período de crise a realidade da economia seja de salários menores e insegurança, as pessoas continuam procurando proteger patrimônios relevantes, como comprova o crescimento dos seguros de automóvel, residência e a procura dos empresários por apólices para protegerem seus negócios e evitarem surpresas catastróficas”, avalia marcio coriolano, presidente da cnseg. outros seguros com desempenho que se destacam foram o de crédito e garantias, beneficiados pelo estoque e pelo fluxo do crédito tomado por pessoas físicas e pequenas e médias empresas a partir de 2016, evoluindo 8,8%. a carta do seguro mostra também que os seguros de risco de pessoas apresentaram crescimento de 10,1% no primeiro semestre sobre o mesmo período de 2017, com destaque para a forte expansão de 23,7% do ramo prestamista, que prevê a quitação de dívidas financeiras por causa de morte, invalidez, desemprego involuntário ou perda de renda. outro ponto que chama a atenção é a queda da sinistralidade para 42,5% (sem considerar o dpvat) no primeiro semestre, com redução absoluta de 4,78 p.p. se comparado com o mesmo período de 2017. a sinistralidade do grupo de seguros de ramos elementares caiu de 54,2% no primeiro semestre de 2017 para 52,6% no mesmo semestre de 2018. no grupo de planos de risco de coberturas de pessoas, houve decréscimo de 26,4% para 24,3% no mesmo período. na outra ponta, porém, figurou a redução da arrecadação dos planos de acumulação, na esteira da volatilidade dos valores dos ativos e busca pela melhor rentabilidade entre eles. no conjunto, pgbl e vgbl, que representam mais de 40% da arrecadação do setor, tiveram queda de 5,1%. fonte: revista apólice
22/08/2018

Corretores e seguradoras terão novas regras para guarda de documentos

 a susep colocou em consulta pública minuta de circular que estabelece prazo para a guarda e armazenamento de documentos das operações de seguro, resseguro, capitalização, previdência complementar aberta e de corretagem. as sugestões poderão ser encaminhadas até o dia 04 de setembro, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço dcof.sp@susep.gov.br. a minuta está disponível no site da susep. o texto estabelece que as corretoras de seguros ou de resseguro, seguradoras, resseguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência complementar deverão manter documentos referentes às suas operações, no mínimo, pelo prazo de prescrição previsto na legislação vigente ou por cinco anos (o que for maior), contados a partir da data da prática do ato, do término de vigência do contrato ou da extinção de obrigações dele decorrentes, a que for mais recente. o prazo de guarda para os documentos microfilmados será o mesmo prazo de guarda exigido para os documentos físicos. a decretação da liquidação extrajudicial ou ordinária interrompe a prescrição relativa a obrigações de responsabilidade da instituição, inclusive, com relação ao prazo de guarda de documento. os prazos estabelecidos serão interrompidos pelos períodos em que houver tramitação de processo administrativo sancionador no âmbito da susep ou processo judicial, bem como quaisquer outras causas legais interruptivas de prescrição. os registros auxiliares de contabilidade devem ser arquivados pelo prazo mínimo de cinco anos, contados a partir do primeiro dia do exercício social seguinte ao que ele se refere. a circular refere-se aos seguintes documentos: oferta, subscrição e contratação; alteração, averbação e cancelamento de contrato; suspensão e reabilitação de cobertura; envio e disponibilização de certificados, extratos e outras informações obrigatórias; apuração, regulação e liquidação de sinistro ou benefício; resgate e portabilidade de recursos; concessão e pagamento de assistência financeira; apuração e distribuição de excedentes técnicos ou financeiros; apuração e pagamento de comissões, participações e pró-labore; distribuição de títulos e pagamento de sorteios; abertura e manutenção de cadastro do cliente; e outras operações que envolvam direitos e obrigações do contrato comercializado. incluem-se ainda no rol de documentos a serem mantidos pelas supervisionadas a nota técnica atuarial do produto e o número de seu respectivo processo administrativo na susep, bem como os contratos de estipulação, de representação e aqueles realizados com fornecedores e prestadores de serviços. as empresas supervisionadas deverão manter em seus arquivos, pelos prazos definidos, os documentos originais relativos às suas operações ou cópias microfilmadas. ficará facultada, para efeito de fiscalização no âmbito da susep, a adoção de procedimento de armazenamento de documentos em qualquer meio de gravação digital, desde que seus originais possam ser acessados quando a fiscalização entender necessário, conferindo prazo para a sua apresentação. no caso de opção pela microfilmagem e de eliminação definitiva do documento original deverão ser cumpridos todos os procedimentos e requisitos previstos em legislação específica aplicável sobre o assunto. os documentos digitais gerados a partir da utilização de meios remotos deverão ser armazenados em qualquer meio de gravação que possibilite a confirmação do processo de validação de tais documentos, sendo dispensada a guarda de documentos impressos. fonte: cqcs
22/08/2018

Inteligência artificial promete ajudar Seguradora Líder a reduzir fraudes no DPVAT

 mais de 383 mil indenizações foram pagas pela seguradora líder, administradora do seguro dpvat, em 2017, segundo o relatório de sustentabilidade do biênio 2016-2017 divulgado recentemente. um volume 12% menor que o registrado em 2016. as motos representaram 74% das indenizações pagas. o mesmo percentual das indenizações por invalidez permanente (74%). morte representou 11% e despesas médicas 15% do total. em termos de arrecadação, a líder registrou r$ 5,9 bilhões em 2017, 32% abaixo dos r$ 8,7 bilhões de 2016, basicamente devido à queda do valor do preço do seguro obrigatório. de 2016 para 2017, o preço do dpvat passou de r$ 105 para r$ 63. desse valor, 2,9 bilhões foram repassados à união, como manda a lei, r$ 2,6 bilhões para o sus e r$ 296 milhões para o departamento nacional de trânsito (denatran). cerca de 5,35% do valor foram destinados as despesas com a operação do seguro, 2% margem de resultado e 0,59% referente a corretagem. em 2017, muitas coisas mudaram na seguradora líder, que começou o ano sob o comando de ismar tôrres. “nossa administração tem três pilares: tolerância zero a fraude, transparência e tecnologia, que nos ajuda a colocar os dois primeiros em prática”, disse o executivo. segundo ele, a seguradora investiu em novas tecnologias para intensificar o trabalho de identificação e investigação de suspeitas de fraudes ao seguro, garantindo que o benefício vá para quem de fato tem direito. “graças a inteligência artificial, todos os pedidos de indenização recebem monitoramento contínuo, com ferramentas de filtros sistêmicos que indicam ocorrências suspeita”, explica. o sistema anterior considerava 49 variáveis para detectar fraudes. agora são mais de 400 variáveis que checam os sinistros que entram na companhia. os casos considerados merecedores de apuração mais detalhada são enviados para uma equipe que investiga in loco a existência de irregularidades. em 2017, o montante de r$ 994 milhões em pagamentos indevidos foram evitados por negativa técnica, fraudes e ações ganhas na justiça. o ceará é primeiro no ranking de fraudes detectadas, com 19% do total de 17,5 mil apuradas, que representaram volume financeiro de r$ 222,9 milhões, 85% maior do que o registrado em 2016. minas gerais é o vice-líder, com 16%, seguido por roraima (7,2%) e são paulo, com 5,7%. o relatório de sustentabilidade, em suas 70 páginas, reúne informações sobre as ações adotadas pela gestão do seguro social, nos últimos dois anos, e reforça o compromisso da seguradora com a prestação de contas à sociedade. o documento foi inspirado nas diretrizes gri-g4 da global reporting initiative, padrão internacional para a apresentação de questões ambientais, sociais e de governança corporativa. a seguradora líder é signatária dos princípios de sustentabilidade em seguros, aplicando-os na cultura e atividades da empresa. para liderar as iniciativas socioambientais existe uma comissão, a sustentabilíder, formada por 18 colaboradores. o compromisso da comissão é estimular a consciência sustentável no ambiente de trabalho. além de garantir a entrega de um seguro dpvat cada vez melhor para a população. veja o relatório de sustentabilidade 2016-2017 https://www.seguradoralider.com.br/documents/relatorio-de-sustentabilidade/relatorio_de_sustentabilidade-2016-2017.pdf fonte: sonho seguro
22/08/2018

Com crise, seguros empresariais ganham popularidade

 planejar e preparar a continuidade de um negócio é fundamental em tempos de instabilidade econômica. essa questão se torna ainda mais relevante quando se está falando de pmes ou empresas familiares, afinal, um negócio que obteve sucesso não pode ficar vulnerável à morte de um dos sócios ou da direção passar para um herdeiro que não se preparou para assumir a função. o seguro, nesses casos, pode ser uma alternativa para minimizar riscos ou perdas, mesmo que um bom projeto de estruturação patrimonial e planejamento tenha sido feito. “normalmente, na falta de um dos sócios, tem-se início um processo de transição e mudanças na empresa. nesse período, a receita da companhia pode sofrer abalos, comprometendo o fluxo de caixa e a liquidação de operações financeiras”, explica enrique de la torre, diretor geral de seguros de pessoas do grupo segurador banco do brasil e mapfre. os produtos kyman insurance e buyand sell, que  protegem a empresa, caso ocorra morte ou invalidez total (por doença ou acidente) do principal profissional, estão disponíveis no brasil. eles também atendem ao herdeiro, sem ser preciso abrir espaço para sucessão dentro da empresa. “esses seguros são tão importantes quanto o de responsabilidade civil e servem como complemento a esta apólice”, explica de la torre. outro seguro interessante para se possuir é o que liquida ou amortiza algum crédito adquirido pela empresa no banco em casos de invalidez permanente total por acidente, morte natural ou acidental de um dos sócios, sem que seja preciso que empresa comprometa seu equilíbrio financeiro ou, ainda, que a família dos sócios precise assumir o pagamento desses valores. “a solução constitui uma proteção a mais para a empresa, uma vez que, na falta de um dos sócios, a distribuição da dívida entre os demais pode gerar conflitos e atrapalhar a administração da companhia. além de proteção para as famílias, que não herdarão a dívida do sócio que fizer parte do seguro”, completa de la torre. se a empresa possuir bens financiados e dados como garantia em caso de empréstimos ou financiamentos com instituições financeiras, o seguro de máquinas e equipamentos não agrícolas, específico para essa transação, é fundamental. “caso o equipamento dado como garantia ao pagamento da dívida seja roubado ou danificado, ele será reposto por meio do seguro”, explica patricia siequeroli, superintendente executiva produtos massificados e especiais do grupo. pequenas e médias empresas, comércio e serviços também podem se antecipar e evitar imprevistos, isso com seguros desenhados sob medidas para elas. para proteção a esses patrimônios existe o seguro empresarial, que tem na cobertura contra incêndio, raio, explosão, na sua essência, como cobertura básica, e poderá ser complementado com coberturas adicionais, como danos elétricos, responsabilidade civil e também perda de lucro bruto, que indeniza folha de pagamento e demais despesas fixas no caso de incêndio. o seguro, nessa situação passa a ser uma medida preventiva indispensável para ajudar a empresa a se recompor das perdas e retomar suas atividades mais rapidamente”, alerta a executiva. para os pequenos comércios, que, alguns casos, funcionam nas residências de seus pequenos empreendedores, o grupo dispõe de um seguro residencial diferenciado que oferta as mesmas coberturas de um seguro residencial e contempla o conteúdo utilizado nas atividades profissionais. a contratação é simples e rápida. a contratação pode ser feita em nome de pessoa física ou jurídica e o segurado deverá ter o cadastro do cnpj no mei (microempreendedor individual). “este seguro é ideal para profissionais que têm o seu negócio em casa, como esteticista, cabeleireiros, confeiteiros, mecânicos, vidraceiros, entre outros. o seguro pode cobrir, ainda, perda e pagamento de aluguel, o que é uma grande ajuda em tempos de instabilidade econômica”, destaca patricia. fonte: cqcs | carla boaventura
22/08/2018

Parcerias entre startups e seguradoras vão ganhar força

 proteção dos dados nas compras online, precificação com base em comportamento, parcerias entre seguradoras e insurtechs, além dos desafios para o crescimento das startups no setor de seguros. esses foram importantes temas do momento, debatidos durante o evento “cqcs insurtech & inovação”, realizado nesta semana (1 e 2 de agosto) em são paulo, reunindo cerca de 700 profissionais de todo setor. para mostrar a atual importância do assunto insurtech, logo de início, caribou honig, responsável pelo maior congresso de insurtech do mundo, feito em las vegas, avisou que, há três anos, quando se digitava a palavra “insurtech” no buscador do google, não se encontrava absolutamente nada. hoje, aparecem quase 2 milhões de resultados. e, mais do que isso, os recursos de investidores para aportes em insurtechs são crescentes no mundo. o brasil acompanha esse movimento. o motivo é simples. “a mudança de operações manuais para processos tecnológicos cria transparência para o próprio negócio e também ao cliente”, diz honig. e na disputa de mercado entre a marca da seguradora antiga e o nova insurtech, quem levará vantagem no longo prazo? honig é direto: “daqui a cinco anos, no mundo todo, incluindo o brasil, nada muda para as seguradoras “titãs” do setor, que fizerem parcerias para aproveitarem, da melhor forma, tudo o que está sendo construído pelas insurtechs. também alguns corretores devem lucrar o dobro, no mundo todo, com a adoção de tecnologia nos processos, alavancando os ganhos deles”, completa. parece ser consenso de que a inovação tecnológica, trazida pela insurtechs, vai otimizar processos, produtividade e redução de custos. no entanto, há um caminho de aprendizagem e de desafios para se chegar ao patamar de uma grande insurtech. principais desafios das insurtechs um dos desafios é a conquista do consumidor, explica o fundador e ceo da minuto seguros, marcelo blay. “a gente consegue gerar “leads” para atrair visitantes, temos metodologia para aparecer em mecanismos de busca, como google, entre outros. mas, depois que a pessoa caiu no nosso site, começa trabalho educativo para explicar terminologias do seguro. para esclarecer as dúvidas, a saída acaba sendo o atendimento telefônico para ser didático e ganhar o cliente”, afirma blay. ao falar dos desafios, o ceo da thinkseg, andre gregori, afirma que o empreendedor precisar ter muita coragem para mudar, ir contra o tradicionalismo do setor de seguros e, ao mesmo tempo, ser flexível para testar, aceitar erros e mudar rapidamente, quando preciso”, diz gregori. essa tem sido a experiência prática aplicada pela thinkseg que, em junho passado, comprou a corretora online, se tornando uma grande insurtech do setor. a kakau também tem se aperfeiçoado na ciência de dados e organização deles, destacando sua evolução nas assistentes virtuais, seja na parte de programação como na de comunicação”, conta o ceo da kakau, henrique volpi. “hoje, conseguimos provar que é possível fazer 100% da venda do seguro no modelo digital. também provamos a tese da venda no modelo de assinatura”, afirma. de olho nessas inovações das insurtechs, estão as gigantes. uma delas, a mapfre, com mais de oito décadas de atuação, tem buscado inovação por meio do “corporate venturing”, que é o investimento em startups parceiras. para 2018, o grupo espanhol reservou 30 milhões de euros para serem investidos em insurtechs. o objetivo é analisar oportunidades em países da europa, américa latina, ásia e nos estados unidos, explicou o diretor global de inovação do grupo mapfre, josep celaya. somado aos investimentos feitos em insurtechs, josep celaya explica que o processo de inovação no grupo passa por três níveis dentro da companhia: digitalização dos processos, evolução do modelo de negócio e transformação da realidade. um exemplo dessa mudança de cenário é o futuro do automóvel, onde devem prevalecer carros autônomos, que ainda podem ser compartilhados entre as pessoas. e, provavelmente, no futuro veremos os fabricantes como distribuidores de seguros. a expectativa também é de que o aumento do uso da inteligência artificial no setor de seguros contribua para a maior prevenção de acidentes do que o serviço de reparo de danos dos carros. como a tecnologia está influenciando a transformação do mercado segurador ao falar do processo de transformação do mercado de seguros com ferramentas digitais, o presidente da tokio marine, josé adalberto ferrara, mostrou a pesquisa feita pela capgemini financial, com consumidores de 18 a 34 anos, que fizeram compra online (roupas, comida, pagamento de contas) no primeiro semestre de 2018. do total de consultados, 51,7% avalia a página de internet (website) como importante canal de compra. os aplicativos mobile são avaliados por 40,7% dos entrevistados como importantes para as compras realizadas. um indicativo importante do futuro uso do celular para as compras também de seguros. “as insurtechs apresentam formas inteligentes de explorar novos segmentos. não vejo as startups de seguros como ameaças às seguradoras estabelecidas há anos e nem aos corretores. “quando houver alguma inovação trazida por elas, que faça sentido ao nosso negócio, disponibilizarmos também ao mercado”, diz ferrara. para chegar a automatização de processos é preciso ter uma grande base de dados das pessoas para a construção de modelos analíticos. esses dados, por exemplo, vão indicar padrões de comportamento, tudo por meio de processos digitais, com o mínimo de intervenção humana. o superintendente da susep, joaquim mendanha, ao ressaltar a importância da tecnologia e uso de dados em ambiente online, explica que o papel da autarquia de seguros é o de avaliar, com muita responsabilidade, novos produtos e serviços que estão surgindo. “precisamos rever regras, sempre atentos à proteção da pessoa precisa no futuro, principalmente, em relação ao risco e solvência no mercado de seguros neste cenário disruptivo”, afirma. no brasil, o senado aprovou em 10 de julho o projeto que cria um sistema de proteção de dados a pessoa. já havia sido aprovado pela câmara em maio. agora, o projeto aguarda sanção do presidente michel temer. o documento cria um marco legal de proteção, tratamento e uso de dados pessoais. as regras, quando sancionadas, vão valer para o setor público e empresas privadas. quem cometer infração em relação às informações pessoais, vai pagar multa, correndo o risco de ter o banco de dados suspenso. o projeto de proteção de dados das pessoas, que passou pelo congresso nacional no brasil, tem forte inspiração no regulamento geral sobre a proteção de dados (rgpd), em vigor desde maio na união europeia. segundo o presidente da autoridade de supervisão de seguros e fundos de pensões (asf) de portugal, josé figueiredo, o rgpd determina um conjunto único de regras de proteção de dados para todas as empresas da união europeia, independentemente de sua localização. “todas que lidam com dados da carteira de clientes terão de garantir confidencialidade, segurança, controle de acessos, principalmente, dados usados em novas tecnologias que elevam o risco de violações”, explicou figueiredo durante o painel “desafios da aplicação do rgpd no mercado de seguros da união europeia”. a expectativa é de que, no brasil, empresas de todos os portes busquem proteções para a nova exigência. com isso, há a expectativa para o crescimento exponencial do seguro cibernético nos próximos anos, disse o ceo da pentagono cyber insurance advisors, samy hazan, durante a apresentação “cyber – um novo risco. estamos preparados? hazan explica que, em 2020, o número de aparelhos conectados será quase quatro vezes maior do que o da população mundial. isso vai aumentar o número de ataques de hackers, violação de dados, transmissão de vírus e extorsões. todos esses riscos cibernéticos devem atingir comércios eletrônicos, sistemas e redes tecnológicas, inclusive os dados pessoais. neste cenário, a maior proteção contra o risco cibernético será necessária, principalmente, nas pequenas empresas, nas quais a ameaças online representam 61% do total, contra 39% das grandes empresas, segundo pesquisa da ups capital nos estados unidos. fonte: cnseg
22/08/2018

Amazon considera lançar site de comparação de seguros no Reino Unido

 embora não tenha ficado claro que tipo de seguro seria vendido, apólices de seguro residencial e de automóveis são populares em sites no reino unido. londres – a amazon está sondando algumas das principais seguradoras da europa para ver se contribuiriam com produtos para um site de comparação de preços no reino unido, no que seria uma grande incursão do gigante do varejo online dos estados unidos nos serviços financeiros da região. três executivos do setor disseram à reuters que conversaram com a amazon sobre o possível lançamento de um site. um deles disse que as conversas fazem parte de várias discussões que a amazon está tendo com as seguradoras. um segundo disse que não haver planos para um lançamento iminente. embora não tenha ficado claro de imediato que tipo de seguro seria vendido em qualquer site da amazon, as apólices de seguro residencial e de automóveis são populares em sites de comparação de preços existentes no reino unido. “como a amazon está aumentando a presença nas residências, seja com a entrega de produtos em casa, monitoramento de segurança, serviços domésticos como instalação wi-fi, você pode argumentar que o seguro é o próximo passo lógico para essa empresa”, disse o analista rj hottovy da morningstar. as fontes do setor se recusaram a ser identificadas, pois as conversas são confidenciais. a amazon se recusou a comentar. um site de comparação de preços da amazon para produtos de seguros representa um grande desafio potencial para os sites existentes no reino unido, considerando a tecnologia de ponta, o alcance e a base de clientes fiéis da empresa norte-americana. dois dos mais importantes são o comparethemarket.com, que mostra produtos de seguradoras, incluindo axa, hastings e esure; e o gocompare, que lista seguros de empresas como santander e lv. sinead cruise em londres, noor zainab hussain em bengaluru, jeffrey dastin e paresh dave em san francisco fonte: exame
22/08/2018

Seguro funerário: entenda como funciona e por que vale a pena ter

 a solução evita preocupações financeiras e burocráticas em um momento difícil da vida  seguro funerário: entenda como funciona e por que vale a pena ter - infomoney veja mais em: https://www.infomoney.com.br/conteudo-patrocinado/seguro-de-vida/noticia/7580262/seguro-funerario-entenda-como-funciona-e-por-que-vale-a-pena-ter
20/08/2018

Previdência: um dia você vai precisar dela

 tudo o que você precisa saber sobre aposentadoria, reforma da previdência social e previdência privada. tire suas dúvidas sobre o inss com renato follador! ser um frugalista você abriria mão do teu atual padrão de vida para se aposentar mais cedo? não ter mais o carro do ano, o celular com nova funcionalidade, a tv com mais polegadas, viagens mais curtas e dentro do país, menos jantares fora e cuidados extras no consumo? e se eu dissesse que, ao invés de se aposentar aos 65 anos, você poderia aos 55, abrindo mão de tudo isso que falei? pense bem, 10 anos a mais levantando cedo, aguentando o chefe, o engarrafamento no trânsito, para manter o mesmo padrão de vida ou 10 anos a mais aposentado, diminuindo o padrão de vida? pois sabem que essa última opção ganha cada vez mais adeptos na alemanha? uma corrente que defende um estilo de vida mais simples, gente que optou por viver frugalmente. o ex-meteorologista lars hattwig, há quatro anos, comprovou que já não precisava do salário, pois tinha acumulado na sua previdência privada o suficiente para sobreviver, desde que diminuísse os gastos. então esse berlinense de 47 anos deixou o emprego. a decisão lhe custou importantes esforços, virou mão de vaca durante um tempo, pois tinha medo do dinheiro acabar. “evitava acender a luz em casa, os banhos eram muito rápidos, comprava a comida mais barata”, lembra hattwig. mas essa fase passou e, hoje, vive bem com o que tem. os “frugalistas” se perguntam: “preciso realmente de todas essas coisas que a sociedade de consumo quer me convencer de que necessito?”. tirando o que se precisa para sobreviver com algum conforto, o dinheiro para pagar as contas e alguma poupança para os imprevistos, acredito que a felicidade é ter paz de espírito, é trabalhar no que se gosta e ter bons e fiéis amigos – mesmo que não sejam muitos. principalmente, a felicidade é ter tempo. tempo para fazer o que quiser. é isso aí, amigos. reflitam e façam as contas aqueles que gostaram da ideia. fonte:  tribuna do paraná
20/08/2018

De cada R$ 3 previstos no orçamento da União, R$ 1 será para rolar a dívida

 pagamento de juros e renovação de títulos em vencimento retiram dinheiro da economia real e limitam a capacidade do governo de investir em áreas sociais, como saúde, educação e segurança em 2019, de cada r$ 3 previstos no orçamento total da união, r$ 1 será destinado para rolar o serviço da dívida pública. se excluída a despesa da previdência, vale dizer que a cada r$ 10 do orçamento fiscal, entre r$ 4 a r$ 5 serão usados para honrar os credores. com base na lei de diretrizes orçamentárias (ldo) de 2019, sancionada na semana passada pelo presidente michel temer, a expectativa é de que o orçamento do refinanciamento da dívida pública federal alcance um montante de r$ 1,1 trilhão. ao passo que o orçamento da previdência social, provavelmente, ficará em torno de r$ 1 trilhão; e o orçamento fiscal (excluído o serviço da dívida) em r$ 1,4 trilhão. “cada real que o governo paga para o serviço da dívida, ele perde em capacidade de investimento na economia. todo esse dinheiro que vai para os juros, ele deixa de cuidar do que é importante para o futuro do país”, respondeu o professor da faculdade fipecafi, silvio paixão. dito de outra forma, quanto mais o governo gasta com o serviço da dívida, falta recursos para investimentos em saúde, educação, infraestrutura (exemplo, saneamento básico) e outras demandas da população brasileira. o professor considera que a renovação dos títulos em vencimento (rolagem da dívida) também “enxuga” (recolhe) os recursos que poderiam ir para a economia real. “os principais credores da dívida são fundos de pensão (previdência privada), fundos de investimentos e a tesouraria de bancos. esse dinheiro não volta para a economia real, porque preferem a segurança, a liquidez e a rentabilidade do tesouro”, explica paixão. entre a dívida mobiliária doméstica que estava no mercado em junho, r$ 900 bilhões eram detidos por planos de previdência privada (25%); r$ 957,1 bilhões por fundos de investimentos (26,5%), r$ 814,7 bilhões por instituições financeiras (22,5%); r$ 430,5 bilhões por estrangeiros (11,9%), e r$ 140 bilhões por seguradoras (3,9%). “os bancos rolam títulos diariamente no mercado”, completou o especialista. na avaliação do professor do ibmec, walter franco, o tesouro nacional não terá problemas para rolar sua dívida com seus credores no próximo ano, mas o indicativo é de que a dívida bruta do governo geral crescerá para 77% do produto interno bruto (pib) preocupa. “o próximo governo terá que planejar um programa de privatizações para abater o principal da dívida e conseguir melhorar seus indicadores”, alertou o professor. ele lembrou que a dívida bruta do governo geral (dbgg) superará r$ 5,7 trilhões, para um pib esperado de r$ 7,5 trilhões, segundo a ldo 2019. “é uma dívida bem significativa e com um déficit primário previsto de 132 bilhões, ou 1,75% do pib”, comentou franco. segundo o texto da ldo sancionada, a dívida bruta pode ficar em 77,7% do pib, e num cenário de estresse (crise) ir para 79,6% do pib em 2019. já a dívida líquida do setor público é estimada em 58,9% do pib, e num cenário de crise pode atingir 60,2% do pib. comparação e realidade para efeito de comparação dos números da ldo 2019, vale lembrar que o orçamento anual de 2017, elaborado antes dos efeitos da emenda constitucional do teto dos gastos registrava um orçamento fiscal de r$ 1,52 trilhão; gastos previdenciários de r$ 948,4 bilhões; e uma refinanciamento da dívida de r$ 946,4 bilhões. isto é, em um período de menos de dois anos, as despesas com a previdência social e o serviço da dívida aumentaram, enquanto o montante do orçamento fiscal recuou. “a questão da previdência é importante. mas o gasto financeiro também precisa cair. o que se gasta em termos de juros é altíssimo. cerca de 50% do orçamento fica com a rolagem da dívida. se não equacionarmos isso, não vamos ter dinheiro para mais nada. quero deixar claro que não passa por nossa ideia qualquer forma de calote, mas esse tema precisa ser discutido”, disse o professor da fundação getulio vargas (fgv), nelson marconi. o último boletim da dívida divulgado pelo tesouro mostra que entre julho de 2018 e junho de 2019 há r$ 760 bilhões em títulos públicos em vencimento, cerca de 20% do total do endividamento. se considerado a previsão de um estoque de dívida em mercado da ordem de r$ 4 trilhões no início de 2019, e juros básicos (selic), por exemplo, entre 6,5% e 8%, o pagamento de juros representará um montante aproximado de r$ 290 bilhões. “títulos prefixados mais antigos e de inflação mais longos pagam juros maiores que a selic”, observou franco. de fato, nos últimos 12 meses até junho, o custo médio da dívida pública ficou em 10,31%, ante 7,36% da selic média. fonte: dci

Previdência Privada PGBL ou VGBL: qual a melhor opção para você?


09/01/2019

Com tantas discussões sobre o futuro da Previdência Social, muitas pessoas tem medo de pagar por algo que não sabem se irão receber futuramente. Ou ainda, há quem deseje o investir seu dinheiro para ter uma aposentadoria (extra) no futuro. Embora existam muitas outras opções de investimentos bem mais rentáveis, a Previdência Privada é uma boa opção para quem não quer se preocupar, e ao mesmo tempo, deseja investir. Entretanto, mesmo assim é preciso ter um conhecimento mínimo sobre o assunto. Ou seja, ao contratar um plano de Previdência Privada, você precisará decidir entre PGBL ou VGBL. E agora? Neste post, nós te ajudaremos a decidir!

Funcionamento da Previdência Privada

Basicamente, o cliente faz um contrato com o banco ou instituição financeira, o qual determina o tempo de pagamento e o valor a ser pago por mês. Assim, mensalmente uma quantia deve ser depositada em uma conta, pelo tempo determinado, caracterizando o período de investimento. Depois, o indivíduo passa a receber uma renda mensal, que é o período de benefício. A instituição financeira é responsável por aplicar seu dinheiro e cuidar dos rendimentos, e você, obviamente, paga uma taxa por esse serviço.

 

O que é o PGBL?

O Plano Gerador de Benefício Livre (conhecido pela sua sigla PGBL) é uma boa opção para quem declara imposto de renda no modo completo e paga tributações.  Basicamente, o cliente pagará à instituição a taxa de administração, que como dito anteriormente, é pelo trabalho de “cuidar” do seu investimento. Também paga-se ao corretor uma taxa de carregamento, mas ela pode estar isenta em alguns planos.

O resgate do seu investimento pode ser feito de uma vez só ou através de renda mensal. As tributações ocorrem durante o período de investimento e também no pagamento, sobre todo o valor investido e rendimentos. Pode-se deduzir do imposto de renda até 12% da renda bruta anual, e por isso, o plano só é vantajoso aos que declaram IR.

O que é VGBL?

O Vida Garantidor de Benefício Livre (conhecido pela sigla VGBL) é uma boa opção para quem não precisa declarar imposto de renda. Da mesma forma que no anterior, há um período de investimento, seguido do resgate. O que muda neste plano são as tributações! Diferentemente do PGBL, agora o investidor só paga encargos sobre o rendimento, e não mais sobre todo o valor investido.

Qual escolher?

Em resumo, pode-se dizer que o VGBL é uma excelente opção para quem deseja investir em previdência privada, e declara o imposto de renda na forma simples ou não precisa fazê-lo e é remunerado por lucro (isento) e pró-labore, por exemplo. Já para os que declaram o IR completo e pagam as tributações, a melhor escolha é o PGBL.  Além deste fator, é essencial conhecer a proposta da instituição financeira. Por exemplo, a tabela progressiva, cobrança de taxas, e outros pontos que irão influenciar em seu investimento!

Praça Otávio Rocha, 65 - 1º andar
Centro Histórico - Porto Alegre/RS
CEP.: 90020-140
+55 (51) 3228.1999

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