29/08/2017

Pansera: Corretor, chegou a hora do recadastramento

  presidente do sincor-rs alerta profissionais da corretagem fonte: revista jrs quando a superintendência de seguros privados, a susep, decidiu não mais emitir a carteira de identificação profissional para os corretores de seguros habilitados, houve um descontentamento geral. nós, do sincor-rs, recebíamos inúmeras reclamações dos corretores, diariamente, sobre isso. ao invés de apresentarmos nossa carteira de identificação profissional, passamos a ter de acessar o site da susep para mostrar aos clientes que somos profissionais devidamente registrados, o que ocasiona um trabalho insano. nosso sincor-rs, com nossa fenacor, trabalhou junto à susep demonstrando que era o desejo do profissional corretor de seguros ter sua identidade profissional. sensibilizamos a autarquia. esta decidiu que sim, que após um amplo recadastramento que iria apontar quem realmente estava regular e ativo, a identidade profissional seria disponibilizada. comemoramos quando a susep anunciou definitivamente o retorno da nossa identidade – aquela com foto, que contém o brasão da república, nossa verdadeira identidade profissional e que tem validade como documento pessoal de identificação. todavia, a condição de retorno da carteira é que aconteça primeiro o recadastramento obrigatório de cada corretor. tudo alinhado, tudo pronto e agora, o que acontece? o ibracor, órgão que a autarquia susep firmou convênio para realizar este trabalho, nos informa que a adesão do recadastramento é ainda muito baixa, insignificante. e isto é muito preocupante. afinal, aqueles que tanto bradavam pela volta da identidade profissional, se recadastraram? então, lanço meu pedido aos colegas corretores profissionais de seguros, pessoas físicas, para efetivarem logo o seu recadastramento. não deixem para os últimos dias, quando certamente os sistemas estarão sobrecarregados e tranqueiras poderão inviabilizar o seu recadastramento. o prazo final já está próximo, é 30 de setembro. importante ressaltar que aqueles que não se recadastrarem estarão sujeitos a penalizações pela susep e até perder o seu registro profissional, ficando impedidos de exercer a atividade de corretor de seguros. ainda, as empresas corretoras de seguros (pessoas jurídicas) cujos corretores responsáveis não tenham se recadastrado, estarão igualmente irregulares e sujeitas a penalizações pela susep. vejam que as penalidades poderão acarretar graves contratempos. portanto, colegas, quem ainda não se recadastrou, acesse agora mesmo o portal do ibracor, efetive logo o seu recadastramento e não corra o risco de encontrar o sistema sobrecarregado. este processo é extremamente importante para a nossa categoria, pois, servirá para saber quem somos, quantos somos. é uma varredura muito bem vinda. então, se você é corretor de seguros de verdade, legalize a sua situação o quanto antes. o verdadeiro corretor profissional de seguros é aquele que se esforçou e alcançou a sua habilitação ao ser aprovado no exame da escola nacional de seguros. também é aquele que atua com ética no mercado e trata com respeito os seus segurados. leve em frente esta valorização. recadastre-se. e apresente com orgulho sua identidade profissional. porque “com corretor de seguros, é muito mais seguro”. ricardo pansera, presidente do sincor-rs.
29/08/2017

Brasília: um mercado de oportunidades para o ramo de seguros

 fonte: portal nacional de seguros por láyra santa rosa / seguro noticia o mercado de seguros tem tido um crescente em todo o país. no distrito federal à tendência é a mesma, e segue se consolidando cada vez mais num ambiente desafiador e competitivo. segundos dados da federação nacional de corretores de seguros (fenacor) são quase 1500 pessoas físicas e 2500 pessoas jurídicas habilitadas para exercerem a profissão, que costuma ser conhecida como “anjo da guarda” de seus clientes. “o distrito federal é o local onde tudo acontece. as principais decisões do país passam pela capital brasília, isso tem tornado mercado cada vez mais competitivo para o corretor, que busca se reciclar e está apto para atender as demandas. é fato, que apesar das constantes oportunidades de negócio, também é um ambiente predatório, já que muitas companhias chegam sem experiência, querem aplicar taxas de outras regiões, e acabam não se encaixando na nossa realidade”, afirma o presidente do sindicato dos corretores de seguros, empresas corretoras de seguros, capitalização e previdência privada do distrito federal (sincor-df), dorival alves de sousa. o negócio costuma seguir as tendências das regiões, e na capital federal ele tem tido os mesmos propósitos, tornando-a um ambiente onde cada um quer conquistar seu espaço. “aqui existem características peculiares e diferentes de qualquer região do país. acredito que sejamos um dos mercados mais atípicos do brasil em funções da quantidade de órgãos públicos, de políticas econômicas e das constantes mudanças”, explica o presidente do sincor-df. “nós temos além do profissional das empresas situadas no distrito federal, colegas de outros estados que vem garimpar trabalho nesse nicho que é oportunizado para o corretor do distrito federal. aqui encontramos muitos corretores, que posso rotular como paraquedista, que tem suas sedes em outros estados, mas tem relação comercial no df. isso aumenta a concorrência, mas mostra um leque de opções de trabalho para os corretores”. de acordo com dorival sousa o corretor é livre para atuar em qualquer estado do território nacional, mas as companhias seguradoras não, e estas estão na mira do sincor do df. “nós cuidamos com muita atenção essa relação com as companhias seguradoras paraquedistas. elas precisam ter autorização para trabalhar em determinadas regiões e estados. como existe muitas oportunidades, algumas acreditam que podem atuar, mas não a autorização como é determinado por lei. quando somos informados e descobrimos estes casos, denunciamos imediatamente a superintendência de seguros privados (susep) para que as medidas cabíveis sejam tomadas”. oportunidades ainda analisando o mercado da capital, dorival sousa comenta que as grandes oportunidades de negócio estão nos ramos vida e saúde de associações e fundações. “imagina a possibilidade de ser contratado por uma fundação de determinado ministério ou órgão nacional, a partir daí começa a gerenciar os funcionários desses órgãos em todo o país. todo mundo quer partir para esse caminho, é por isso que a concorrência é pesada, inclusive devido a colegas paraquedistas”, relata. “outra coisa interessante são os seguros de condomínios, que aqui são bastante concorridos. existem corretores especialistas nestes segmentos, alguns não só do condomínio, como também de garantia de fiança locatícia. brasília tem uma rotatividade muito grande, gente que não consegue um avalista e precisa de um seguro para ter onde morar, então parte para os corretores”. outro público alvo dos corretores de brasília, além dos automóveis, são os funcionários de câmara e senado. “dentro daquele mundo que é o congresso nacional tem corretores atuando firme. imagine que ali dentro consegue fechar contratos de seguros de vida, patrimoniais, de veículos, com uma equipe enorme. isso mostra, que o corretor precisa está bem atualizado e ter conhecimento para manter-se dentro dessa realidade”, colocou. apesar dos grandes desafios, o presidente dorival sousa avalia que a chance de fechar grandes negócios no distrito federal faz com que está seja uma profissão cada vez mais consolidada e que necessita de uma atualização constante. “o corretor do df tem um perfil político, de agressividade no mercado, com muitos contatos e que busca sempre um bom relacionamento no dia-a-dia. em função da grande concorrência, o sincor tem feito muitas campanhas, mostrando a necessidade dos corretores se reciclarem e aprenderem mais sobre o mercado. temos jovens chegando cada dia mais e inovando, e o corretor mais antigo precisa acompanhar essa tendência”, completa.
29/08/2017

Como romper paradigmas no mercado de seguros?

 fonte: cnseg pela sua própria natureza, a atividade seguradora é conservadora. entretanto, o mundo transforma-se em uma velocidade cada vez maior, gerando muito rapidamente novos modelos de negócio e extinguindo outros. para se manter relevante neste novo mundo, é preciso se reinventar. como, então, romper paradigmas no mercado de seguros? isso é possível? isso é mesmo necessário? para ajudar a refletir sobre a questão, o insurance service meeting, um dos eventos integrantes da 8ª conseguro, realizado pela cnseg, convidou a apresentadora do programa mundo s/a, da globonews, maria prata, que apresentará sua palestra no primeiro dia do evento. além de apresentadora do programa que mostra as tendências do mundo corporativo, maria prata é ainda comentarista de moda e comportamento nos programas 'conta corrente' e 'estúdio i', também da globonews, colunista de estilo na rádio cbn e da revista vogue, onde evidencia o universo executivo feminino fora da moda e destaca mulheres que desempenham papéis importantes no mercado de trabalho. junto com maria, debaterão o tema curt cortese zimmermann, da bradesco seguros e marcos sirelli, superintendente de ti da porto seguro. o insurance service meesting, a conseguro e os demais eventos reunidos acontecerão de 19 a 21 de setembro, no windsor convention center & expo center, na barra da tijuca, no rio de janeiro.
29/08/2017

Seguro de pessoas cresce 10,9% até junho e movimenta R$ 16,68 bilhões

 fonte: jornal do comercial   o mercado de seguros de pessoas, que engloba apólices de vida e acidentes pessoais, dentre outras modalidades, movimentou r$ 16,68 bilhões em prêmios no primeiro semestre, cifra 10,96% superior ao mesmo período de 2016, de cerca de r$ 15 bilhões, segundo a federação nacional de previdência privada e vida (fenaprevi). o impulso para o desempenho veio, além do seguro de vida, que tem a maior representatividade, do prestamista, que cobre prestações no caso de morte, invalidez ou desemprego do segurado; viagem, utilizado para custear despesas médicas e até extravio de bagagens em deslocamentos no brasil ou no exterior; e ainda o educacional, que garante o pagamento de mensalidades na falta do responsável. no desempenho por modalidade, o seguro de vida respondeu por 39,6% do resultado, com r$ 6,61 bilhões em prêmios emitidos na primeira metade do ano, alta de 5,15% em relação ao mesmo período de 2016. dentre os destaques, o prestamista teve alta de 21,08%; vida resgatável, aumento de 27,96%; viagem, de 52,93%; e educacional, alta de 24,03%. já o auxílio funeral somou r$ 274,353 milhões em prêmios, alta de 16,36% em relação aos r$ 343,96 milhões contratados no primeiro semestre de 2016. o seguro de acidentes pessoais, que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados por acidentes involuntários, teve arrecadação 1,84% superior, com r$ 2,64 bilhões, enquanto no mesmo período de 2016 foram registrados r$ 2,59 bilhões. no primeiro semestre, o valor das indenizações pagas aos segurados (ou aos seus beneficiários) totalizou r$ 4,27 bilhões, volume 1,6% superior a 2016. dos r$ 16,68 bilhões em prêmios no primeiro semestre, são paulo respondeu por 44,4%, seguido pelo rio de janeiro (9,2%), distrito federal (8,2%), rio grande do sul (7,9%), minas gerais (7,4%) e paraná (5,5%). os demais estados responderam por 3%. - jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/08/economia/581352-seguro-de-pessoas-cresce-10-9-ate-junho-e-movimenta-r-16-68-bilhoes.html)
29/08/2017

Confiança dos empresários do comércio recua 1 ponto em agosto

 fonte: agência brasil   o índice de confiança do comércio, da fundação getulio vargas (fgv) recuou 1 ponto entre julho e agosto deste ano. o indicador atingiu 82,4 pontos, em uma escala de zero a 200, o menor nível desde janeiro passado. a queda do índice atingiu empresários de nove dos 13 segmentos do comércio pesquisados. os empresários estão menos confiantes tanto no presente (queda de 1,8 ponto, para 77,4 pontos), quanto no futuro (queda de 0,3 ponto, para 88,1 pontos). de acordo com a fgv, tanto os consumidores quanto os empresários do comércio sentem o efeito do aumento de uma incerteza no cenário político nacional. depois da liberação dos recursos das contas inativas do fundo de garantia do tempo de serviço (fgts), o comércio está "em compasso de espera" por notícias que deem mais segurança ao setor. - jornal do comércio (http://jcrs.uol.com.br/_conteudo/2017/08/economia/581801-confianca-dos-empresarios-do-comercio-recua-1-ponto-em-agosto.html)  
29/08/2017

GDF prevê aprovação de projeto de lei sobre Previdência na próxima semana

  fonte: correio brasiliense proposta enviada à câmara legislativa cria regime complementar e limita a aposentadoria dos futuros funcionários públicos ao teto do inss. entenda o que prevê o texto. para tentar reduzir o deficit da previdência e garantir o pagamento dos salários em dia, o executivo local enviou ontem à câmara legislativa um projeto de lei que altera o sistema de pagamento de aposentadorias de servidores do distrito federal. além de criar um regime de previdência complementar, limitando as aposentadorias dos futuros funcionários públicos ao teto do inss, de r$ 5.531,31, a proposta prevê a unificação dos dois fundos existentes. desde 2007, o df conta com o fundo financeiro de previdência e seguridade social, chamado de plano financeiro e destinado aos beneficiários que entraram no serviço público até 31 de dezembro de 2006. esse fundo é deficitário — o governo gasta pelo menos r$ 170 milhões por mês para complementar as aposentadorias desses inativos. o outro, o fundo previdenciário do distrito federal (dfprev), conhecido como plano capitalizado, garante os benefícios dos que ingressaram no quadro de pessoal do df a partir de 1º de janeiro de 2007. ele conta com um superavit de r$ 3,7 bilhões e tem apenas 150 aposentados. para justificar a proposta, o governador rodrigo rollemberg afirmou que “um dos princípios da previdência é a solidariedade”. segundo o chefe do executivo, a ideia é que as contribuições dos mais novos garantam a aposentadoria dos mais velhos. “a partir de agora, todos contribuiriam para o mesmo fundo, para pagar todos os aposentados. assim, poderemos aproveitar parte do superavit para pagar aposentados, liberando r$ 170 milhões ao mês, que poderão ser usados para pagar servidores, fornecedores e prestadores de serviço”, explicou. rollemberg disse que, para suspender o parcelamento de salários e pagar os vencimentos de todos os servidores, em dia, em setembro, o projeto tem de ser aprovado até a próxima semana. na terça-feira, o governo anunciou o parcelamento dos vencimentos de quem ganha acima de r$ 7,5 mil líquidos. no total, 22% dos servidores distritais serão afetados pela eventual divisão dos salários em duas prestações — uma no quinto dia útil e outra até o dia 15. “a proposta é boa para aposentados e servidores, que terão pagamentos em dia, e é boa para os fornecedores e prestadores de serviços. os pagamentos em dia movimentarão a economia da cidade”, argumentou o governador. “conto muito com a câmara legislativa para que possamos aprovar esse projeto na semana que vem”, reforçou rollemberg. estruturação ontem, o chefe do executivo se reuniu com deputados da base aliada para pedir empenho na aprovação da proposição. à noite, ele foi à câmara legislativa e entregou o projeto de lei nas mãos do presidente da casa, joe valle (pdt). o distrital não garantiu que os parlamentares agirão de acordo com os planos do governo. “vamos fazer uma série de estudos técnicos. o projeto tem urgência. mas, se for o caso, vamos trabalhá-lo ainda mais aqui na câmara”, disse joe. ele não quis comprometer-se com a inclusão do texto na semana que vem. “amanhã (hoje), vamos nos reunir com sindicatos para falar do projeto. é uma proposta de interesse de todos, mas ainda vamos discutir”, finalizou. a secretária de planejamento, orçamento e gestão, leany lemos, acrescentou que o projeto de lei facilita a incorporação de imóveis e de ações do brb cuja cessão ao instituto de previdência foi aprovada em 2015 e 2016, em troca da utilização de parte do superavit. “a proposição faz a incorporação imediata dos imóveis e de ativos do brb, que ainda dependem de uma avaliação. além dos atuais r$ 3,7 bilhões, haverá incorporação dos novos ativos”, argumentou a secretária. o detalhamento da proposta de previdência complementar ainda será definido por uma equipe técnica. “a estruturação do fundo será realizada nos mesmos moldes do que foi feito no governo federal. os trabalhadores poderão optar por fazer previdência complementar pública ou privada”, detalha (leia tira-dúvidas). segundo leany, a unificação dos fundos resolve o problema da previdência a curto e médio prazos, mas só a criação do sistema complementar garantirá a sustentabilidade a longo prazo. se o texto for aprovado, deve haver um aporte de r$ 1 bilhão de um fundo para o outro, até 2020. o presidente do sindicato dos servidores do df,  ibrahim yusef, reclama da falta de consulta à categoria. “o governo, mais uma vez, apresenta uma proposta que interfere na vida do servidor público sem ouvir a categoria. buscaremos o pagamento integral dos salários na justiça e não aceitaremos que o projeto traga prejuízo aos servidores”, conclui. tira-dúvidas o que prevê o projeto de lei que altera o sistema da previdência do df » a proposta prevê a criação de um regime de previdência complementar para os servidores que ingressarem nos quadros do gdf a partir da aprovação do texto » com isso, as aposentadorias dos futuros funcionários públicos serão limitadas ao teto do inss, de r$ 5.531,31 » a proposta também prevê a unificação dos dois fundos existentes atualmente: o dos servidores que entraram no gdf até 2007, deficitário, e o fundo dos funcionários que ingressaram no governo a partir de 2007, cujo superavit é de r$ 3,7 bilhões » a previdência complementar será de adesão facultativa. o funcionário público poderá optar por contribuir para uma previdência privada caso ache mais vantajoso » quem acumula cargos poderá fazer a adesão à previdência complementar em relação a um ou ambos os cargos » os participantes poderão desistir da adesão à previdência complementar ou solicitar a suspensão de contribuições por período não superior a um ano » a adesão à previdência complementar é interrompida por pedido do participante, por exoneração, demissão ou perda de cargo ou por vacância em razão de posse em outro cargo público inacumulável » servidores cedidos a outros órgãos permanecem na previdência complementar, salvo manifestação em contrário » a contribuição do governo não pode exceder o valor da contribuição do participante nem superar 7,5% da base de cálculo, que é a remuneração, sem levar em conta o que ultrapassar o teto, adicionais de férias, adicionais noturnos ou vantagens eventuais » a contribuição previdenciária dos segurados inativos e dos pensionistas será cobrada no mesmo percentual fixado pela união para os servidores públicos federais » na hipótese de aumento de alíquota de contribuição de servidores públicos federais inativos, o aumento será aplicado aos servidores do df após 90 dias da data de edição da lei federal » toda nova lei do df que criar fontes de receitas não tributárias, incluindo aquelas que autorizarem a venda de ativos e concessões de bens e serviços públicos, deverá destinar, pelo menos, 50% das receitas futuras geradas ao fundo financeiro da previdência social, para ajudar a resolver o desequilíbrio econômico e atuarial do fundo » o projeto obriga o governo a apresentar, em 180 dias, a contar da entrada em vigor da lei, estudo que indique a viabilidade de venda de ativos com liquidez e os valores aptos a auxiliarem no equacionamento do desequilíbrio financeiro remanescente.  
27/07/2017

Susep recebe escritório da A2ii

 o brasil, por meio da superintendência de seguros privados (susep), no rio de janeiro, foi escolhido para sediar o primeiro escritório regional da iniciativa de acesso a seguros (a2ii, na sigla em inglês) para a américa latina. a escolha indica a importância do mercado brasileiro de seguros no cenário global e aproxima a susep e outros órgãos supervisores regionais da associação internacional de supervisores de seguro (iais, na sigla em inglês). segundo o superintendente da susep, joaquim mendanha de ataídes, a iniciativa corrobora a necessidade de troca de experiências em prol da expansão do mercado. “é fundamental que haja sinergia entre os órgãos supervisores”, pontuou, ressaltando que a agenda de capacitação e de difusão dos seguros inclusivos da a2ii vai ao encontro das diretrizes da autarquia. para ocupar o cargo de coordenadora regional para a américa latina, a a2ii escolheu a ex-servidora da susep, regina simões, que acumula mais de 20 anos de experiência nas áreas de regulação de produtos e canais de distribuição. “a susep volta a desempenhar um papel importante na história da a2ii, pois em 2009 deu suporte a sua criação e, hoje, ao sediar o seu escritório regional, ajuda a promover as suas atividades na américa latina. sinto-me privilegiada por participar desses dois momentos, agora como membro da equipe da a2ii”, informou. lançada à ocasião da reunião anual da iais no rio de janeiro em outubro de 2009, a a2ii é o braço da iais para inclusão financeira e promoção dos seguros inclusivos. sua missão é inspirar e apoiar os órgãos supervisores de seguros com estudos e treinamentos para a expansão do mercado de seguros de forma responsável, principalmente em relação às camadas menos favorecidas da população. fonte: susep
27/07/2017

Tendências no mercado de seguros com IOT

 internet das coisas leva o setor para a transformação digital há uma grande questão que paira no mercado de seguros: como a iot- sigla em inglês para internet das coisas – influenciará o setor? a questão em voga é que a internet das coisas já aponta grandes mudanças e uma delas, talvez a maior, é a transformação digital das seguradoras, das corretoras de seguros e dos prestadores de serviços, que deverão saber como atuar com um consumidor mais informado com o uso constante da internet. no brasil, há algumas tendências que já podem ser observadas, como o uso de nuvem pelas seguradoras para arquivar informações das ferramentas online utilizadas pelo cliente, aplicativos que medem como o segurado conduz seu carro, quais suas rotinas de saúde e bem-estar, distância percorrida pelo automóvel, sem contar com as ditas “seguradoras online” que já conseguem ter uma plataforma online que dispõe ao cliente a escolha de seus riscos e formas de pagamento, e assim, concluir a contratação de uma apólice – sem entrar aqui no mérito da legalização dessas plataformas digitais. um novo estudo realizado no brasil pela consultoria capgemini, em parceria com o massachusetts institute of technology (mit), com 27 seguradoras, analisa especificamente o setor de seguros, que está diante de mudanças significativas com o recente surgimento das insurtechs e de novas tecnologias como a blockchain, mostrando que é um setor às portas da disrupção. o mercado segurador tem sido tipicamente burocrático e conservador no uso de tecnologias de ponta. no entanto, a velocidade exponencial da revolução tecnológica e o crescente empoderamento dos consumidores, cada vez mais exigentes por experiência de interação e engajamento flexíveis e dinâmicos, têm exigido das seguradoras novas formas de oferecer produtos e serviços por meio de tecnologias digitais. segundo o estudo, embora 70% das seguradoras estejam investindo em transformação digital para trazer eficiência e consistência em seus canais digitais, 33% ainda não buscam personalizar a experiência de seus clientes finais. a pesquisa enfatiza a importância de tornar digital e multicanal o atendimento ao consumidor, uma prioridade para acompanhar as mudanças atuais e futuras. as mídias sociais estão sendo usadas para atendimento ao cliente (52%); para monitorar reputação da marca (48%); e para promover produtos e serviços (49%), mas ainda são poucas as empresas que as utilizam para concretizar vendas. apenas 15% das empresas entrevistadas utilizam esses meios para vendas diretas ao consumidor. entre os canais mais utilizados estão internet (86%), mídias sociais (77%) e serviços móveis (70%). apenas 44% utilizam dispositivos incorporados em produtos, para se preparar para a era da internet das coisas (iot). “possuir informações atualizadas e em tempo real pode fazer toda a diferença para uma seguradora oferecer o serviço adequado e na hora certa. um exemplo é o caso de um casal que acabou de ter um filho. esse seria, por exemplo, o momento ideal para ofertar um seguro de vida ou um plano de previdência. outra excelente oportunidade para as seguradoras está na integração com outras cadeias de valor, gerando novos ecossistemas, como é o caso do aplicativo para celulares que conecta motorista a passageiros para um serviço de transporte similar ao táxi, que oferece aos motoristas conveniados a possibilidade de contratar seguro para seus passageiros”, explica carlos mazon, coo da capgemini no brasil. de acordo com o levantamento da capgemini, a análise de dados (analytics) está sendo empregada no setor de seguros, principalmente para otimizar as atividades de marketing e formação de preços. em segundo lugar, para obter marketing personalizado e qualificação de prospecções de vendas. no entanto, quando a análise de dados é adotada, é possível colher melhorias em todas as áreas. considerando a posição positiva e negativa de uso dos dados para cada finalidade, 52% usam a análise dos dados para direcionar o marketing de forma mais eficaz, 48% usam para otimizar preço, 41% para qualificar as potenciais leads de vendas e 41% para personalizar comunicação de marketing. os canais móveis são um importante método de comunicação para as empresas, mas seu uso ainda é discreto no setor de seguros. eles estão sendo usados, principalmente, para promover produtos e prestar atendimento ao cliente. no entanto, somente um terço das empresas (33%) afirmou utilizar esses canais de forma significativa ou ampla. das 27 empresas analisadas e pesquisadas, 60% delas concordaram totalmente (com nota 6 ou 7) que seus altos executivos enxergam da mesma forma a necessidade de os negócios mudarem a partir do uso de tecnologias digitais. outros pontos de vista semelhantes foram observados em relação a como essa maneira de pensar é a mesma em todas as divisões do negócio e entre os gerentes de nível médio. isso é um dado importante, já que mais da metade das seguradoras (52%) acredita que as tecnologias digitais mudarão radicalmente a sua maneira tradicional de fazer negócios. no entanto, menos da metade entende que os executivos seniores e a média gerência compartilham da mesma visão e, ainda, que seja premissa comum a todas as estruturas organizacionais internas. e somente um terço das empresas concorda totalmente (33%) que dispõe de um roteiro digital detalhado para a transformação, sugerindo que os planos e as medidas ainda se encontram em estágio de desenvolvimento e refinamento. tendências da transformação digital para marcelo biasoli, head de estratégia corporativa, marketing e clientes da seguros sura, esse é o principal momento de transformação desde a revolução industrial e isso é tangibilizado por dois fatores, o primeiro é o acesso a informação e o segundo, a tecnologia. “e quando falamos de tecnologia, é importante levarmos em conta que há 6,4 bilhões de dispositivos conectados em 2016, que deve atingir 20 bilhões em 2020. em relação a investimentos de empresas em pessoas em hardware de iot foram us$ 230 bilhões em 2016, em 2020 pode atingir us$ 3 trilhões. isso significa que há uma mudança no mercado considerável e será uma das principais nos próximos anos”, comentou o executivo na abertura da trilha de seguros, do ciab febraban, em junho. carlos mazon, coo da capgemini no brasil, enfatiza que há 10 principais tendências de transformação que a internet traz para a sociedade, conforme estudo da companhia. “inteligência artificial, novos modelos de distribuição, novos canais de comunicação com o cliente, novos produtos da economia compartilhada, utilização massiva de mobile, análise de dados, internet das coisas, serviços de valor agregado, blockchain e simulação da realidade virtual”. uma delas que pode ser utilizada no mercado de seguros é a inteligência artificial, que tem como foco principal a automação do processo. “tem sido usada para análise no ‘backoffice’, para saber quais os processos que podem ser automatizados, como a checagem de danos que poderia ser feita por um drone, onde o software faz todo o reconhecimento e a extensão do sinistro com muito mais precisão em uma área de tragédia”, explica carlos mazon, também durante palestra no ciab. segundo ele, “essa é ainda uma área pouco utilizada, mas que aparece como uma das tendências globais”. a tecnologia também traz a utilização de novos canais de distribuição, o que é um ponto importante para o mercado de seguros. “com a utilização de mapeamento de geolocalização de onde está e onde frequenta o seu cliente, por exemplo, pode identificar novos canais de distribuição e ter oportunidade de vendas compostas com outras linhas de negócios”, completa mazon. outro exemplo citado por ele de como a nova utilização da internet e o conceito da iot pode transformar o mercado de seguros é a utilização de ferramentas digitais no seguro de vida. “um smartwatch (relógio digital), pode ser utilizado para capturar dados diários e atuais, que muitas vezes somente foram capturados no início no contrato”. e essa transformação digital é infinita e já há no mercado ferramentas que atuam no ramo de automóvel, por exemplo. “há um aplicativo para fazer a comunicação do sinistro, o acompanhamento do processo e outras funções. existe um hiato sobre o que está acontecendo com o automóvel, então esse aplicativo diz o que foi reparado, o que está em processo, trazendo assim informação para o segurado”, conta o diretor executivo da provider, eduardo nunes, que cria e formata soluções para implantar dentro da própria plataforma da companhia seguradora. porém, há outras soluções com o mesmo propósito, como a renovação em um clique. “a ideia é criar uma conexão entre o segurado, segurador e corretor que facilite o processo e mais rapidamente conclui o negócio”, completa wilson menezes, diretor da companhia. desafios das tendências com essas tendências que a internet das coisas traz surgem também alguns desafios. um exemplo foi contado por marcelo blay, ceo da minuto seguros, durante o ciab. “quando abrimos a minuto não foi tentar montar uma corretora online, porque eu já tinha experiência em seguro e por isso, plena convicção que o cliente não compraria 100% online. montamos com uma visão de que o cliente quer comprar do jeito que ele bem entender e temos que estar preparados para atendê-lo por chat, e-mail, whatsapp, telefone e até presencialmente”, contou ele. segundo ele, “80% dos consumidores online brasileiros compram seguro de automóvel e 20% de outros ramos. houve um pouco de sonho no início e as seguradoras imaginavam que conseguiríamos vender os demais produtos que os outros canais não vendiam, mas as pessoas compram aquilo que já compravam antes”. para ele, o grande segredo do negócio online é não vender online. “os processos acabam tendo interação humana, porque nosso produto tem uma termologia desconhecida. as pessoas têm dificuldade de preencher o questionário de avaliação de risco, por exemplo, por mais que coloquemos de maneira fácil, elas abandonam o processo”. para blay, essa intervenção humana se dá ainda para que o consumidor de seguros não compre um produto errado. “com essa facilidade de pesquisar preços, o cliente quer procurar o mais barato e acaba comprando errado, e isso prejudica a imagem de todo o mercado, principalmente quando há um sinistro”. um dos desafios levantados por ele, “é que as seguradoras têm uma série de processos burocráticos, antigos, travados que podemos aplicar a tecnologia para resolver esse negócio, tanto que eu tenho pessoas específicas que trabalham em tecnologia”. outro problema, segundo ele, “é que a susep continua exigindo assinatura de proposta, mas o cliente não quer assinar, dizendo que tem um e-mail com um ‘de acordo’, o que já demonstrou interesse de fechar negócio”. blay também comenta que outro desafio do mercado “é que cada seguradora chama o carro de um jeito, então, ficamos com medo de não colocar o nome correto e isso ser usado para não pagar o sinistro no futuro”. cultura do seguro: um entrave evidente a disseminação do seguro é cada vez mais importante para que o setor cresça e, principalmente, transforme-se digitalmente. “quando falamos de canais digitais, para vender seguros ou não, há um componente crítico que está vinculado com a cultura, o nível de educação das pessoas, a capacidade de absorver naturalmente o consumo de tecnologia para resolver as necessidades básicas”, comenta o vice-presidente de indústrias estratégicas da sap américa latina e caribe, tonatiuh barradas. cristiano barbieri, da sul américa, enfatiza que a cultura é um dos principais desafios do setor. “nós somos empresas sólidas e tradicionais, que têm alguma dificuldade de andar rápido, de entender que a transformação chegou e o que estamos vivendo no mundo digital é totalmente ligado à experimentação, por isso, empresas que não conseguem experimentar não conseguem fazer transformação digital, projetos pequenos e, assim, não transformarão sua capacidade de inovação nunca”. e completa: “iot, inteligência artificial, blockchain, todos esses são projetos que as empresas precisam aprender a identificar um nicho com experimentação vindo de um projeto pequeno, quando consegue fazer isso em escala, o problema cultura passa a ser bem tratado”. o futuro com as tendências para carlos eduardo mazon, coo da capgemini no brasil, a maioria dos segurados tem disposição em aceitar novas tecnologias do mercado. “55% têm tendência natural em aceitar novas tecnologias de primeira mão, o que no passado era uma resistência muito grande”, e completa: “outro fato importante, é que 41% dos brasileiros não têm medo de andar com carro sem motorista, por exemplo, 49% não têm medo de colocar os dados de sua residência à disposição da seguradora através de sensores e 43% não têm problema nenhum de disponibilizar os dados de seus dispositivos, se isso trouxer algum benefício financeiro”. tonatiuh barradas acredita que a indústria do seguro é a que mais sentirá o impacto dos sistemas a partir do uso da iot. “por causa da mudança e transformação da forma que as seguradoras efetuarão os cálculos, participarão dos sinistros e como responderão efetivamente para um incidente”. o mais relevante de toda essa transformação digital que a internet das coisas trará ao mercado de seguros é saber que há aceitação dessas tendências pelos clientes. “há hoje saúde, carro, casa conectados, tudo o que pode ser assegurado estará conectado”. o tema digital não é uma opção, mas uma realidade, “sucesso dos canais digitais no mercado segurador não depende da tecnologia, mas de cada um de nós”, enfatiza barradas. fonte: revista cobertura
06/12/2016

Cresce a procura por planos de previdência privada no Brasil

  captação líquida dos fundos de previdência teve saldo de mais de r$ 25,6 bilhões de reais, o que representa uma alta de 7,64% em relação a 2015. fonte: jornal o globo por flávia jannuzzi em meio à discussão sobre a reforma da previdência, cada vez mais brasileiros recorrem aos planos privados, de olho na aposentadoria. todo mês o desconto vem ali no contracheque: 5% do salário. de pouco em pouco, a economia da noemi vai crescendo. hoje ela está com 34 anos, mas, de olho no futuro, começou, há 10 meses, um plano de previdência privada. muita gente teve a mesma ideia que a noemi: fazer um esforço, poupar dinheiro durante a vida para ter uma renda melhor quando parar de trabalhar. hoje mais de 12 milhões de brasileiros têm planos de previdência privada. "hoje nós somos seis trabalhadores para cada inativo. daqui a 20 e poucos anos, 30 anos estourando, nós teremos dois trabalhadores para cada inativo. ou seja, dois trabalhadores terão que gerar renda para ele, para os seus filhos e para sustentar os idosos. é insustentável", explica o economista paulo tafner. essa pode ser uma das explicações para que, no primeiro semestre, os planos privados de previdência tenham acumulado r$ 52 bilhões, 13% a mais do que nos seis primeiros meses de 2015. os dados são da fenaprevi, federação que representa 70 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país. entrou mais dinheiro em fundos de previdência privada do que saiu. a captação líquida, que é a diferença entre depósitos e resgates, foi positiva, com saldo de mais de r$ 25,6 bilhões de reais, o que representa uma alta de 7,64% comparando com o mesmo período de 2015, quando as transações ficaram em r$ 23,8 bilhões.

Previdência Privada PGBL ou VGBL: qual a melhor opção para você?


09/01/2019

Com tantas discussões sobre o futuro da Previdência Social, muitas pessoas tem medo de pagar por algo que não sabem se irão receber futuramente. Ou ainda, há quem deseje o investir seu dinheiro para ter uma aposentadoria (extra) no futuro. Embora existam muitas outras opções de investimentos bem mais rentáveis, a Previdência Privada é uma boa opção para quem não quer se preocupar, e ao mesmo tempo, deseja investir. Entretanto, mesmo assim é preciso ter um conhecimento mínimo sobre o assunto. Ou seja, ao contratar um plano de Previdência Privada, você precisará decidir entre PGBL ou VGBL. E agora? Neste post, nós te ajudaremos a decidir!

Funcionamento da Previdência Privada

Basicamente, o cliente faz um contrato com o banco ou instituição financeira, o qual determina o tempo de pagamento e o valor a ser pago por mês. Assim, mensalmente uma quantia deve ser depositada em uma conta, pelo tempo determinado, caracterizando o período de investimento. Depois, o indivíduo passa a receber uma renda mensal, que é o período de benefício. A instituição financeira é responsável por aplicar seu dinheiro e cuidar dos rendimentos, e você, obviamente, paga uma taxa por esse serviço.

 

O que é o PGBL?

O Plano Gerador de Benefício Livre (conhecido pela sua sigla PGBL) é uma boa opção para quem declara imposto de renda no modo completo e paga tributações.  Basicamente, o cliente pagará à instituição a taxa de administração, que como dito anteriormente, é pelo trabalho de “cuidar” do seu investimento. Também paga-se ao corretor uma taxa de carregamento, mas ela pode estar isenta em alguns planos.

O resgate do seu investimento pode ser feito de uma vez só ou através de renda mensal. As tributações ocorrem durante o período de investimento e também no pagamento, sobre todo o valor investido e rendimentos. Pode-se deduzir do imposto de renda até 12% da renda bruta anual, e por isso, o plano só é vantajoso aos que declaram IR.

O que é VGBL?

O Vida Garantidor de Benefício Livre (conhecido pela sigla VGBL) é uma boa opção para quem não precisa declarar imposto de renda. Da mesma forma que no anterior, há um período de investimento, seguido do resgate. O que muda neste plano são as tributações! Diferentemente do PGBL, agora o investidor só paga encargos sobre o rendimento, e não mais sobre todo o valor investido.

Qual escolher?

Em resumo, pode-se dizer que o VGBL é uma excelente opção para quem deseja investir em previdência privada, e declara o imposto de renda na forma simples ou não precisa fazê-lo e é remunerado por lucro (isento) e pró-labore, por exemplo. Já para os que declaram o IR completo e pagam as tributações, a melhor escolha é o PGBL.  Além deste fator, é essencial conhecer a proposta da instituição financeira. Por exemplo, a tabela progressiva, cobrança de taxas, e outros pontos que irão influenciar em seu investimento!

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