23/01/2019

Seguros podem ser a ‘Tábua de Salvação’ em questões de saúde

 há anos os profissionais do setor de seguros orientam a população brasileira de que os seguros são excelentes ferramentas de educação financeira. no caso das empresas, pode ser um benefício importante a ser oferecido aos colaboradores. um estudo feito pela universidade de oxford, em 2017, revelou que menos de 20% dos brasileiros têm algum tipo de seguro de vida contratado. em uma lista de 11 nações pesquisadas, a média é de 32%. isso significa que estamos entre os piores colocados se elaborado um ranking sobre o tema e que o mercado de seguros de vida no brasil ainda tem muito espaço para crescer. quando falamos em seguro de vida, são inúmeras as modalidades disponíveis no mercado, seja para contratação por pessoa física ou jurídica. há, inclusive, seguros especializados na cobertura de doenças graves. é claro que ninguém quer ficar doente, porém, é impossível prever e controlar algumas situações. quem não se desespera diante de um problema de saúde, especialmente quando são problemas mais graves? o desespero bate à porta e surgem diversas dúvidas. qual o melhor tratamento? será que o médico é especialista no assunto? quais as chances de recuperação? e como fica a família se algo der errado? a tendência é de que os questionamentos só aumentem até que um plano de tratamento seja iniciado. quando uma companhia oferece aos seus colaboradores um seguro que ofereça garantia financeira àqueles que descobrem, por meio de diagnóstico, doenças como acidente vascular cerebral (avc), necessidade de angioplastia, câncer, insuficiência coronariana ou infarto agudo do miocárdio, insuficiência renal crônica ou a necessidade de transplante de órgãos vitais, o cenário passa a ser um pouco mais tranquilo para o profissional, que se vê protegido pela empresa da qual faz parte. nestes casos, os seguros oferecem um fôlego financeiro, que pode ser usado para consultas com especialistas ou tratamentos mais avançados. cada vez mais corporações vêm aderindo a essa modalidade de seguro. segundo a susep (superintendência de seguros privados, órgão regulador do setor), o prêmio total nos seguros de doenças graves ou terminais, em 2017, foi de r$ 765,8 milhões — crescimento de 9,66% sobre 2016. de janeiro a agosto deste ano, o valor já era de r$ 571,9 milhões, alta de 12,5% sobre o mesmo período do ano passado. os seguros de doenças graves ou terminais representam pouco mais de 2% do mercado total de seguros de pessoas no país. o aumento da expectativa de vida colabora para tal. as pessoas estão vivendo mais e todo mundo está sujeito a uma doença inesperada. trata-se de uma tendência que veio para ficar e deve se consolidar dentro de mais alguns anos. basta fazer uma breve análise do aumento no número de casos de câncer no brasil e em todo o mundo. um estudo de setembro da agência para a pesquisa do câncer, ligada à organização mundial da saúde (oms), mostrou que 18,1 milhões de novos casos de câncer serão registrados em 2018 no mundo, com um total de 9,6 milhões de mortes. o órgão aponta que se nenhuma medida for adotada, as incidências vão atingir 29,4 milhões de novos casos em 2040, com mortalidade de 16,3 milhões até lá. nos países emergentes o aumento de casos de câncer deve ser de 62% até 2040 e um total de 10 milhões de novos diagnósticos da doença. o brasil deve registrar ao todo 559 mil novos casos de câncer em 2018, com 243 mil mortes. até 2040, a entidade estima que a doença pode sofrer um aumento de 78,5% no país, um dos maiores saltos entre as principais economias do mundo. isso significa que 998 mil novos diagnósticos de câncer serão registrados por aqui no período. diante desses dados, fica a reflexão: é ou não importante pensar a longo prazo e contratar um seguro que possa oferecer algum tipo de tranquilidade - em termos de saúde – aos colaboradores da sua empresa? pense a respeito! fonte: portal nacional de seguros por vivian santos
23/01/2019

Susep preparada para novo Brasil

 o diretor de supervisão de conduta da susep, carlos alberto de paula, assegura que autarquia está preparada para atender à população assim que a economia retomar o crescimento. “trabalhamos muito e nossa equipe respondeu à altura. a sociedade está bem atendida pelos serviços prestados pela susep”, afirma, em entrevista exclusiva ao cqcs. segundo ele, foram aprovadas 20 circulares e 18 resoluções em diversas frentes, visando a assegurar e fortalecer alguns pilares como o relacionamento entre seguradores e consumidores e a regulamentação de produtos, desde os que têm a ver com necessidades pontuais a outros mais refinados, incluindo na área de resseguro. outro ponto destacado por ele é o aperfeiçoamento do modelo de supervisão, que agora é contínua e focada na conduta baseada em riscos. carlos alberto de paula frisa ainda que começa agora um “novo ciclo”, que traz novos desafios. “a susep está mais dinâmica, baseada na tecnologia da informação e atuando com inteligência artificial. o novo ciclo tem a perspectiva de uma agenda mais dinâmica no ambiente de seguros”, destaca. por fim, o diretor da susep observa que esse novo cenário exige que normativos sejam aperfeiçoados para que o mercado de seguros possa cumprir sua missão de dar suporte e oferecer tranquilidade e estabilidade para que a sociedade civil possa desenvolver suas atividades. fonte: cqcs
23/01/2019

Conheça algumas razões para contratar um seguro de vida

  o seguro de vida é a certeza de que a família do segurado terá o apoio financeiro para se restabelecer caso ocorra uma fatalidade. o seguro de vida é a certeza de que a família do segurado terá o apoio financeiro para se restabelecer caso uma fatalidade aconteça, oferecendo-lhe tranquilidade. ainda, o próprio segurado poderá contar com uma indemnização no caso de invalidez (de forma total e permanente) em decorrência de uma doença ou acidente. apesar de não gostarmos de considerar tais cenários, eles podem acontecer e ter a consciência da proteção do seguro deixa qualquer mente mais tranquila. em relação à proteção, além das indemnizações, o seguro de vida fornece também um serviço de assistência aos filhos. dessa forma, o segurado sabe que aqueles que mais ama estarão protegidos em qualquer situação. quanto à saúde, poucos sabem, porém também é possível o acesso a um programa de saúde e bem-estar personalizado. além disso, o segurado ainda pode recorrer ao seguro médico, isto depois pedir uma opinião médica. e quando achar necessário, pode contratar um seguro de vida para toda a família. segurança financeira ao contrário do que muitos pensam, contratar um seguro de vida é considerado um ato de planificação financeira, principalmente se existe alguém que depende financeiramente do segurado e a sua morte pode impactar diretamente no padrão de vida da sua família. uma das grandes vantagens do seguro de vida é garantir que os seus parentes vivam bem, mesmo se você não estiver mais lá. muitas vezes, quando morremos, deixamos dívidas. o financiamento de uma casa ou de um carro continua lá para ser quitado, e o seguro de vida pode ajudar o seu beneficiário a lidar com essa situação. algumas pessoas podem achar que um seguro de vida individual seja caro, mas oferece um excelente custo-benefício. explica que, quando consideramos os benefícios, este seguro sai proporcionalmente mais em conta do que um seguro automóvel, por exemplo. em relação à garantia de um futuro tranquilo para familiares, o que mais custa na hora de contratar um seguro de vida, é ter a certeza de que os seus filhos terão acesso à educação e a qualidade de vida, que continuarão a viver no mesmo lugar e passarão pelo processo de luto sem aflições financeiras. muitas seguradoras também arcam com as despesas do funeral. no país algumas já comercializam o seguro de funeral, sempre bem-vindo na circunstância da morte de um ente querido. é a denominada assistência funeral.
23/01/2019

Produção de seguro direto cresceu 11,7% para mais de 12,9 mil milhões no ano passado

  os dados provisórios da autoridade de supervisão de seguros e fundos de pensões considerou que o crescimento do volume de produção de seguro direto contribuiu para o reforço da solidez financeira das empresas que operam em portugal. seguro de vida e acidentes de trabalho foram os que mais cresceram em 2018. a produção de seguro direto em 2018 aumentou 11,7% face ao ano anterior, ascendendo a 12,9 mil milhões de euros. os dados (provisórios) foram divulgados, em comunicado, pela autoridade de supervisão de seguros e fundos de pensões (asf), o regulador da atividade de seguros, e considerou que os resultados foram “muito positivos”. a asf revelou ainda que o aumento da produção de seguros contribuiu “para o reforço da solidez financeira que operam no mercado nacional e evidenciam a capacidade do setor segurador em acompanhar a dinâmica de crescimento da economia e garantirem a solidez financeira”. analisando por ramos, o ramo vida registou um crescimento de 14,5% em relação a 2017, para 8.114 milhões de euros, e representou cerca de 63% do mercado de seguro direto em 2018. a asf esclareceu que esta evolução se deveu ao crescimento em 29,5% dos seguros de vida não ligados a fundos de investimento, enquanto os seguros ligados a fundos de investimento, em que o risco é do tomador do seguro, recuaram 19,2%. no que diz respeito aos planos de poupança reforma, a asf destacou “a particular evolução”, uma vez que apresentaram um crescimento de 55,5%. “a evolução destes produtos vocacionados para a poupança de médio e longo prazo parecem confirmar a confiança que os portugueses depositam no setor e de fundos de pensões para gerir as suas poupanças”, salientou a asf. o ramo não vida também cresceu em 2018, para 4.827 milhões de euros, o que representa uma variação positiva de 7,4%, face a 2017. no universo do seguro direto, o ramo não vida representou pouco mais de 37%. “para a referida evolução, salientam-se as contribuições dos ramos ‘acidentes e doença”‘(9,7%), ‘incêndio e outros danos’ (5,4%) e ‘automóvel’ (6,7%). dentro do ramo ‘acidentes e doença’, a asf destacou o crescimento, desde há cinco anos consecutivos, de 13,5% de ‘acidentes de trabalho’ em 2018, e também do ‘seguro de doença’, que cresceu 7,4% em 2018 e abrangia “mais de 2,7 milhões de pessoas seguras” no anterior. quanto ao seguro ‘acidentes de trabalho’, a asf frisou que o crescimento registado no ano passado “é especialmente relevante na medida em que permite a recondução desta modalidade de seguro à situação de equilíbrio técnico”. a asf recordou “que a situação registada nos seguros de acidentes de trabalho, em resultado da diminuição abrupta dos prémios em paralelo com um acréscimo de risco e da sinistralidade, obrigou [o regulador] a intervir, intensificando as ações de supervisão e impondo planos de recuperação a alguns operadores”. no que diz respeito ao crescimento dos seguros ‘automóvel’, a asf considerou que evidenciou uma recuperação relevante e necessária, tendo em conta a degradação do volume de prémios que se vinha observando nos últimos anos, o que justificou a intervenção da asf no sentido de alertar formalmente os operadores para a necessidade de garantirem o equilíbrio técnico”.
23/01/2019

Novos riscos e novos seguros

  o mundo mudou e as formas de transporte também - de taxis para carros de aplicativos. mas não há lei que obrigue seguro para nenhum deles. de quem é a responsabilidade? um dado recentemente publicado mostra o tamanho das transformações que vão chacoalhando o mundo. em são paulo já há três vezes mais veículos de aplicativos do que taxis tradicionais. nos últimos dez anos, o transporte por taxis e aplicativos foi o que mais cresceu na cidade, deixando inclusive o transporte sobre trilhos bem para trás. a bem da verdade, como as estatísticas nacionais gozam de pouca credibilidade, é difícil saber com certeza o número de automóveis envolvidos com o transporte pago de passageiros. mas é consenso que, somando-se taxis e aplicativos, já ultrapassa os cem mil! é número para ninguém colocar defeito. com certeza é uma das maiores frotas do mundo, o que faz sentido, na medida que são paulo é uma das maiores metrópoles do mundo, mas é muito mal servida por metrôs, trens e ônibus, o que alavanca o transporte por automóvel, seja taxi, seja aplicativo. os taxis são veículos cadastrados pela prefeitura e que só podem operar com uma licença especial, dada pela administração municipal. os aplicativos têm regras muito mais elásticas e, para o bem ou para o mal, existe muito pouco controle sobre eles. entram e saem do mercado de acordo com as necessidades do motorista que, ainda em grande parte, tem o veículo de aplicativo como um plano b no caso de faltar grana em casa. atualmente existem pelo menos três empresas de aplicativos com relevância em são paulo. cada uma delas tem um desenho, um plano estratégico, regras de funcionamento próprias, a que os motoristas se submetem, sob risco de serem descadastrados ou de não receberem pela corrida efetuada. o ponto comum entre elas é a falta de vínculo de trabalho entre a empresa e o motorista. os motoristas são autônomos que prestam serviços para uma ou mais empresas, acessando a demanda de chamadas pelo seu celular. se estiver no pedaço, aceita a corrida; se não estiver interessado simplesmente não vai. como se vê, são laços extremamente frágeis e não obrigam os motoristas, a não ser em relação ao mínimo exigido pela empresa do aplicativo. modelo, equipamentos, acessórios, etc, para definirem em que categoria de carros ele vai trabalhar e ser remunerado. com uma frota de cem mil automóveis circulado pelas ruas da cidade não é fora de propósito imaginar que aconteçam pelo menos alguns acidentes diariamente, envolvendo taxis ou veículos de aplicativos. e, no entanto, nunca houve uma legislação impositiva e com fiscalização que determinasse uma política de seguros ou proteção para danos decorrentes de acidentes causados pelos taxis e muito menos pelos aplicativos. com exceção do bilhete de dpvat, o seguro obrigatório de veículos automotores terrestres, não há nenhuma obrigação do proprietário do taxi ou do veículo de aplicativo contratar qualquer tipo de seguro. ele contrata se quiser, não contrata se não quiser, e o valor que venha a ser escolhido é absolutamente subjetivo. no caso de um acidente, quem responde pelos danos? para os taxis a resposta é relativamente simples: o proprietário do veículo, seja ele o motorista, seja uma empresa proprietária da placa. mas e no caso dos aplicativos? normalmente o motorista não é o proprietário do veículo. ele o aluga de uma locadora de veículos, normalmente num contrato de locação de longo prazo. e ele trabalha por corrida oferecida pelo aplicativo. para o passageiro isso tudo é indiferente. sua relação é com a empresa de aplicativo, feita através de um “app” que ele baixa para chamar carros todas as vezes que deseja contratar o serviço. então, no caso dele se ferir em função de um acidente porque é o passageiro do veículo de aplicativo, para ele a responsabilidade pelos danos é clara: é da empresa do aplicativo. o passageiro não tem relação direta com o motorista, assim, no caso de acionar alguém, vai cobrar da empresa de aplicativo. mas quem disse que a empresa vê o cenário desta forma? pode ser que ela negue sua responsabilidade e coloque a culpa no motorista. e pode ser que o motorista chame a locadora de veículos. neste angu de caroço, se a vítima for indenizada, a indenização será paga, com sorte, vários anos depois. é mais do que tempo de se votar uma legislação obrigando seguros mínimos para taxis e veículos de aplicativos.
23/01/2019

Processo de pagamento do prêmio do Seguro DPVAT é destaque na imprensa brasileira

 o processo de pagamento do prêmio do seguro dpvat, iniciado em janeiro, vem sendo destaque na mídia de todo o brasil, em reportagens produzidas por diversos veículos de comunicação, como agência brasil, g1 (globo), o globo, mstv – 1ª edição (tv globo), mgtv – 1ª edição (tv globo), rádio cbn, jornal correio braziliense (df), portal r7 (record) e balanço geral (df), da tv record. os esclarecimentos da seguradora líder sobre as “fake news” de eventuais descontos para o pagamento antecipado do seguro também ganharam espaço nas publicações. veículos como agência brasil, g1, estado de minas, o globo e mstv- 1ª edição enfatizaram o seguro dpvat de uma forma geral, com dicas e passo a passo sobre como manter o seguro em dia, de acordo com as regras estabelecidas em cada estado, além de trazer detalhes sobre o calendário de pagamento, a redução média de 63,3% no valor do prêmio para este ano e aspectos básicos das coberturas oferecidas em caso de acidentes de trânsito. já o mgtv – 1ª edição, a rádio cbn, o correio braziliense, o portal r7, o balanço geral (df), da tv record, deram espaço ao posicionamento da seguradora líder esclarecendo a “fake news” do desconto para o pagamento antecipado do seguro dpvat, enfatizando que o valor é definido pelo conselho nacional de seguros privados (cnsp), variando apenas de acordo com a categoria do veículo. o tema foi abordado em um post especial publicado no blog viver seguro no trânsito no dia 02 de janeiro e em um vídeo da superintendente de controladoria e finanças da seguradora líder, maria valins, que pode ser conferido abaixo: o jornalista antonio penteado, que assina uma coluna semanal no jornal o estado de são paulo, também destacou a redução do prêmio em sua coluna de hoje, dia 21 de janeiro, sobre os impactos da redução do prêmio no orçamento da saúde pública, tendo em vista que 45% do valor arrecadado pelo seguro dpvat é destinado ao sus. confira a coluna na íntegra aqui. a seguradora líder esclarece que os calendários de pagamento do seguro dpvat 2019 estão disponíveis para consulta em seu site. em janeiro, por exemplo, o prêmio do seguro dpvat deve ser pago pelos proprietários de veículos, com diversos finais de placas e em diversas categorias, em ufs como acre, minas gerais, pará, piauí, paraná, rio de janeiro, santa catarina, mato grosso e mato grosso do sul. as datas podem ser consultadas neste link. fonte: seguradora lider
23/01/2019

Capitalização e Previdência Privada

 você, amigo ouvinte, já viu alguém se lamentar de poupar? e já ouviu arrependimento de quem gastou mais do que podia? pois é, nunca ouvi ninguém reclamar de ter guardado um pouquinho do salário, seja com o objetivo de viajar, comprar um carro, uma casa, ou mesmo para estar preparado num momento de dificuldade. agora, já vi muita gente perder o sono, o carro, a casa e até a família porque se endividou muito mais do que podia. podem estar certos que atrás de toda riqueza- honesta é claro- está um planejamento e uma poupança, pois não consegue ficar rico quem gasta mais do que ganha. consumir um pouquinho menos hoje para poder consumir sempre é uma receita infalível para o sucesso financeiro. e isso é previdência ou o ato de se prevenir ou se preparar para um evento futuro. tem uma letra de diferença para providência, que é nas mãos de quem muitos de nós ainda depositamos nosso futuro. há 15 anos, alerto aqui na cbn que a tendência da previdência social é pagar cada vez menos. posso ser chato nisso, mas tenho a consciência tranquila, pois milhares de pessoas já me agradeceram por ter insistido com elas em fazer uma previdência privada para complementarem a previdência social. pois, finalmente, a reforma vem aí e o ministro paulo guedes já disse que o nome dela é: capitalização, ou seja, previdência privada. quem quiser falar comigo sobre isso, pode me ligar no 3351-9838, repito, 3351-9838. fonte: renato follador
21/01/2019

Planejamento pra garantir o futuro

 ainda não temos, no brasil, a cultura da educação financeira e previdenciária. educação financeira para não passar apuros no presente e previdenciária para não passar apuros no futuro. as duas caminham juntas, porque quem não se organiza, fecha o mês no vermelho ou, na melhor das hipóteses, paga as contas do mês, mas não consegue poupar. a educação financeira ensina a fazer e cumprir um orçamento, a planejar, e saber a importância e o valor do dinheiro. ter uma vida financeira organizada começa com a avaliação das despesas e receitas mensais. parece óbvio, mas a maioria das pessoas não sabe quanto gasta a cada mês! o segundo passo é fazer uma “reengenharia das dívidas”, se houver. isto nada mais é do que listar seus empréstimos no cartão de crédito, na conta corrente e todos os outros, com os prazos e juros de cada um. somá-los e trocá-los por um novo empréstimo, único, com prazo maior e juros menores. renegociar dívidas é coisa normal hoje em dia. uma conversa sincera com o credor vai trazer boas surpresas. afinal, para ele é melhor receber alguma coisa, que coisa nenhuma. depois do orçamento organizado, com as dívidas sob controle, é imprescindível adotar novos hábitos de consumo e cortar gastos. fuja dos supérfluos. diminuir o pacote de tv a cabo, comprar só o necessário no mercado, falar um minuto por ligação é o suficiente no celular. cortar jantares e baladas por um tempo, usar o carro só para o indispensável, diminuir um dia de diarista, por exemplo. isto pode fazer falta, mas não para viver. acredite: é possível reduzir uns 15% do gasto mensal com estas pequenas atitudes. e quando tiver que gastar, gaste com sabedoria! compre à vista, mas se não tiver todo o dinheiro, nunca financie em mais de 3 vezes. assim, é fácil controlar e a dívida vai embora logo. quem é autônomo ou tem remuneração variável precisa ter disciplina para não gastar antes de receber. organize suas despesas fixas – as despesas mensais e indispensáveis – para que não sejam maiores que a receita fixa com a qual se pode contar. o dinheiro extra ou aquele que vem das comissões deve ter como finalidade cobrir os gastos esporádicos. organizada a vida financeira, chega a hora de aprender a poupar. com uma reserva financeira para os gastos imprevistos, evitam-se novas dívidas. e com o planejamento é possível garantir o futuro, através de uma previdência privada, por exemplo.
21/01/2019

Capitalização

 você, amigo ouvinte, já viu alguém se lamentar de poupar? e já ouviu arrependimento de quem gastou mais do que podia? pois é, nunca ouvi ninguém reclamar de ter guardado um pouquinho do salário, seja com o objetivo de viajar, comprar um carro, uma casa, ou mesmo para estar preparado num momento de dificuldade. agora, já vi muita gente perder o sono, o carro, a casa e até a família porque se endividou muito mais do que podia. podem estar certos que atrás de toda riqueza- honesta é claro- está um planejamento e uma poupança, pois não consegue ficar rico quem gasta mais do que ganha. consumir um pouquinho menos hoje para poder consumir sempre é uma receita infalível para o sucesso financeiro. e isso é previdência ou o ato de se prevenir ou se preparar para um evento futuro. tem uma letra de diferença para providência, que é nas mãos de quem muitos de nós ainda depositamos nosso futuro. há 15 anos, alerto aqui na cbn que a tendência da previdência social é pagar cada vez menos. posso ser chato nisso, mas tenho a consciência tranquila, pois milhares de pessoas já me agradeceram por ter insistido com elas em fazer uma previdência privada para complementarem a previdência social. pois, finalmente, a reforma vem aí e o ministro paulo guedes já disse que o nome dela é: capitalização, ou seja, previdência privada. quem quiser falar comigo sobre isso, pode me ligar no 3351-9838, repito, 3351-9838.

Proposta da previdência concede aposentadoria básica de até 700 reais para todas as pessoas


08/02/2019
O governo estuda diferentes propostas de reforma da Previdência. Uma delas foi vazada nesta semana, mas não se sabe se será a definitiva. Duas outras ideias avaliadas pelo governo concedem a todas as pessoas que completem 65 anos o direito de ganhar uma aposentadoria básica, de até R$ 700, mesmo que nunca tenham contribuído para a Previdência. Mas como funcionaria na prática?
Hoje, a grande maioria dos trabalhadores não tem direito a nada caso seu tempo de contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) seja inferior a 15 anos.

RENDA BÁSICA DO IDOSO

As propostas de uma “renda básica do idoso”, como têm sido chamadas, garantem um piso simbólico a todos, com valor um pouco inferior ao salário mínimo. Deixa de existir um período mínimo de contribuição: todos partem desse mesmo piso e, para cada ano contribuído, ganha-se um aumento proporcional na aposentadoria final a ser recebida, até o teto estipulado.
Por outro lado, as idades mínimas para se aposentar e o tempo de contribuição para chegar ao teto seriam maiores do que hoje. O teto (R$ 5.839 em 2019) também pode ficar mais baixo, sendo complementado por um regime de capitalização, sistema em que cada trabalhador faz uma espécie de poupança para a própria aposentadoria.

BENEFÍCIO MÍNIMO DE R$ 550 A R$ 698,60

Há duas propostas com o modelo de aposentadoria mínima: uma foi capitaneada pelo ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga e o economista Paulo Tafner, e a outra é assinada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) em parceria com as entidades de seguros e previdência privada FenaPrevi, Abrapp, CNSeg e ICSS.
Na proposta de Fraga e Tafner, a renda básica seria de 70% do salário mínimo (R$ 698,60 em 2019) e, na da Fipe, de R$ 550 em valores de hoje –equivalente a um quarto da renda média do país, atualmente próxima de R$ 2.200 por mês, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A proposta de Fraga pode ter algum peso porque ele participa de um conselho consultivo sobre Previdência criado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, com participação de economistas independentes.

“BASTA PROVAR QUE ESTÁ VIVO”

“Basta ter 65 anos, ir ao INSS e provar que está vivo”, disse Tafner, que também é pesquisador da Fipe. Segundo ele, a aposentadoria básica ajuda a limpar distorções e injustiças. “A pessoa que chega aos 65 anos com 10 ou 13 anos de contribuição não recebe nada”, disse.
É uma situação, segundo ele, especialmente comum entre os mais pobres, que passam mais tempo na informalidade ou desempregados se comparados a pessoas com escolaridade e níveis de renda mais altos.

PARA GANHAR MAIS, É NECESSÁRIO CONTRIBUIR

“É um benefício não contributivo, universal e incondicional”, disse o economista Hélio Zylberstajn, coordenador da proposta de reforma da Previdência apresentada pela Fipe.
Mas ter o direito a um benefício sem precisar fazer nada não vai desestimular as pessoas a contribuir com a Previdência ao longo da vida? “É por isso que o valor é pequeno”, afirmou Zylberstajn, que é pesquisador da Fipe e professor da Faculdade de Economia da USP (Universidade de São Paulo). “Se a pessoa quer chegar aos 65 anos e viver com mais de R$ 550 por mês, ela vai ter que contribuir.”

RENDA MÍNIMA ENTRARIA NO LUGAR DO BPC

Atualmente, é o BPC (Benefício de Prestação Continuada) que cumpre, em parte, essa função: ele garante uma aposentadoria básica, no valor de um salário mínimo, a deficientes e idosos de baixa renda. Também não é necessário ter contribuído para ter direito ao benefício. Nas duas propostas, o BPC deixa de existir. Deficientes também têm direito a recebê-la, independentemente de contribuições.
A diferença é que, se por um lado, muito mais pessoas receberiam o benefício, por outro, ele seria menor. É essa redistribuição dos recursos que garante o benefício universal sem que o déficit da Previdência aumente.
Além disso, ambas as propostas garantem economias mais profundas em outras frentes do sistema, com idades mínimas maiores do que as atuais (iriam para 65 anos para homens e mulheres), regras menos generosas para pensões e benefícios mais rigorosos para servidores públicos e militares.

COMO SERIA A RENDA BÁSICA DO IDOSO:

Na proposta Fraga/Tafner:
  • Valor: R$ 698,60 (70% do salário mínimo de 2019)
  • Reajuste anual: Pela inflação
  • Quem teria direito: Qualquer pessoa acima dos 65 anos e deficientes
  • Válida a partir de quando: Para aqueles que se aposentarem a partir do ano em que a reforma entrar em vigor
  • Teto da aposentadoria: R$ 3.952,07, chegando a R$ 5.645,81 (em valores de 2018) com o regime de capitalização
  • Idade mínima para aposentar: 65 anos para homens e mulheres
  • Tempo de contribuição para receber o teto: 40 anos (reduzido em até três anos para mulheres com filhos; quem tiver direito ao teto máximo e colaborar por mais de 40 anos, pode receber acima dos R$ 5.645,81 em proporção ao tempo extra de colaboração)
Na proposta da Fipe:
  • Valor: R$ 550 (em valores de 2018)
  • Reajuste anual: Pela inflação
  • Quem teria direito: Qualquer pessoa acima dos 65 anos e deficientes
  • Válida a partir de quando: Para nascidos a partir de 2005
  • Teto da aposentadoria: R$ 2.200 (em valores de 2018), podendo ser ampliado individualmente com o regime de capitalização, em proporção à renda recebida
  • Idade mínima para aposentar: 65 anos para homens e mulheres
  • Tempo de contribuição para receber o teto: 40 anos (35 anos para mulheres com filhos)(As informações são do portal UOL)
Dica extra: Compreenda e realize os procedimentos do INSS para usufruir dos benefícios da previdência social.
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Fonte: Jornal Contábil

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