05/11/2018

Seguro pode ser alavanca para infraestrutura no novo governo

 cnseg sugeriu ao novo presidente elevar o seguro garantia nas grandes obras. o estado de s. paulo destaca que o mercado de seguros, com r$ 1,2 trilhão em ativos, pode servir de alavanca para deslanchar o setor de infraestrutura no novo governo, após o impacto da crise político econômica que parou o país. a defesa é do presidente do sindicato dos corretores de seguros do estado de são paulo (sincor-sp), boris ber, em carta ao mercado e que será divulgada hoje, dia 31. por meio da confederação nacional das seguradoras (cnseg), o setor de seguros entregou 22 propostas ao candidato eleito jair bolsonaro (psl), entre as quais a de elevar o seguro garantia nas grandes obras. fonte: folha de s. paulo via sindseg sp
05/11/2018

Seguradoras pressionadas com nova abordagem das normas IFRS

 grandes seguradoras globais iniciaram os preparativos para a ifrs 17 e a ifrs 9, mas as pequenas ainda estão atrasadas. confira os detalhes. internacional – as grandes seguradoras globais iniciaram os preparativos para a ifrs 17 (que diz respeito aos contratos de seguros e que passa a vigorar em 1⁰ de janeiro de 2021) e a ifrs 9 (norma sobre instrumentos financeiros que deverá ser adotada em conjunto para a maior parte das empresas seguradoras), mas as pequenas ainda estão atrasadas, de acordo com um novo relatório “participando para vencer”, da kpmg internacional. 67% das grandes seguradoras pesquisadas estão na fase de concepção de projeto ou implementação da ifrs 17 e 64% estão em posição semelhante com relação à ifrs 9. em comparação, entre as pequenas seguradoras, somente 10% e 25% iniciaram a concepção de projeto ou a implementação da ifrs 17 e da ifrs9, respectivamente. segundo o estudo, mesmo diante do progresso de muitas seguradoras, ainda há obstáculos para tornar a ifrs 17 e a ifrs 9 operacionais: 90% delas afirmaram que esperam dificuldades para garantir um número suficiente de pessoas fazer o trabalho e metade delas está preocupada com o orçamento. “as organizações globais que estão mais adiantadas com os projetos são as que mais sentem a pressão do tempo. quanto mais fazem, mais percebem como a implementação das novas normas é desafiadora. as pequenas seguradoras, que fizeram um mínimo de preparativos, precisam se engajar urgentemente nessa tarefa. já aqui no brasil, espera-se que o ifrs 9 seja obrigatório para seguradoras que não estão ligadas a banco somente quando o ifrs17 entrar, e sobre esse último, as entidades ainda não possuem prazo regulamentar”, afirma o sócio da kpmg no brasil, lúcio anacleto. pessoal e treinamento são necessidades críticas ainda de acordo com a pesquisa, 45% das grandes seguradoras no mundo já têm equipes com 50 ou mais integrantes e metade delas já recrutou até 25 pessoas. o levantamento mostrou ainda que o treinamento é uma necessidade crítica e que até agora a maioria das seguradoras só capacitou os membros das equipes de implementação. a maioria das grandes seguradoras pesquisadas, 97%, vê a implementação nas novas normas ifrs como uma oportunidade de transformar os negócios, com foco na otimização do processo (77%), aperfeiçoamento do processo atuarial (65%) e modernização do sistema (58%). “os custos da implementação da ifrs 17 e da ifrs 9 são significativos, mas a pesquisa demonstra que as oportunidades apresentadas são ainda maiores. com as novas normas, as seguradoras passaram a ver as estratégias e processo financeiro e atuarial de novo ângulo. a transição pode ser um catalisador da inovação e do desenvolvimento dos talentos dos seus líderes emergentes”, analisa. desafios operacionais o levantamento identificou também que os novos desafios operacionais ficam claros à medida em que os preparativos avançam: somente 7% das seguradoras pesquisadas acreditam que estarão prontas a tempo para os dois anos da execução paralela; mais da metade (56%) prevê somente um ano de execução paralela antes de se firmarem. “em última instância, é um ponto crítico para as seguradoras a atenção à evolução das questões de interpretação para que os impactos sobre as demonstrações financeiras sejam bem entendidos e que haja um diálogo com os investidores sobre as mudanças que podem esperar”, acrescentou. a pesquisa o relatório “participando para vencer” (do original em inglês, in it to win it: feedback from insurers on the journey ifrs17 and 9 implementation one year in) fez uma abordagem da implementação da ifrs 17 e da ifrs 9, realizada com base em uma pesquisa com 160 executivos de seguradoras de mais de 30 países. a maior porcentagem de empresas (37%) é composta, 19% são seguradoras de ativos e responsabilidade civil, sendo 7%, resseguradoras. são consideradas grandes seguradoras as que tiveram prêmios superiores a us$ 10 bilhões e pequenas as que tiveram prêmios abaixo de us$ 1 bilhão. fonte: l.s. revista apólice
05/11/2018

Confiança das seguradoras cresceu 26% em outubro

 a confiança das seguradoras reagiu bem ao resultado eleitoral. em outubro, o ices subiu 26%, indo agora para um patamar pouco acima de 115 pontos. esse é o maior valor, desde abril desse ano. lembrando que, em maio, houve a greve dos caminhoneiros. abaixo, o gráfico dessa variável (desde janeiro de 2015), além da análise completa em anexo. http://www.fenacor.org.br/download/icssout2018.pdf francisco galiza http://www.ratingdeseguros.com.br/ http://twitter.com/ratingdeseguros fonte: portal nacional de seguros por francisco galiza
05/11/2018

Líder simplifica pedido do Seguro DPVAT com novo formulário unificado

 com o objetivo de simplificar os processos de indenização do seguro dpvat, a seguradora líder lançou, no último dia 10, um novo formulário que centraliza as principais informações de vítimas/beneficiários para todas as coberturas do seguro, o que possibilita maior agilidade na regulação e na liberação do pagamento das indenizações. o novo formulário unifica as informações de documentos anteriormente exigidos para dar entrada na indenização: a autorização de pagamento de sinistro e registro de informações cadastrais pessoa física; a declaração de ausência de laudo do iml e a declaração de únicos beneficiários. outra mudança importante no processo de solicitação do seguro foi a simplificação das exigências para os cidadãos não alfabetizados. agora, esses beneficiários não precisarão apresentar formulários, declarações e procurações por instrumento público, emitidos em cartórios, e poderão indicar uma pessoa que, a seu rogo, preencherá e assinará, juntamente com duas testemunhas, todos os documentos relativos ao pedido de indenização do seguro dpvat, incluindo o formulário unificado. nesses casos, os beneficiários não alfabetizados precisarão apenas inserir, nos documentos, a sua impressão digital. a seguradora líder informa que, além do novo formulário unificado, existem documentos específicos para cada tipo de cobertura do seguro dpvat. confira aqui. fonte: cqcs
05/11/2018

Inteligência artificial já é realidade no mercado de seguros

 nesta quarta-feira, dia 31 de outubro, aconteceu a quarta etapa da série de eventos promovida pela associação paulista dos técnicos de seguros (apts) sobre tecnologia. a palestra de hoje teve como tema a inteligência artificial no seguro. osmar bertacini, presidente da apts, fez a abertura do evento e ressaltou a parceria com a escola nacional de seguros que tem proporcionado a realização dessa série. “o mercado de seguros é dinâmico e estamos procurando oferecer palestras e seminários atuais”, afirmou. integrante da diretoria do sincor-sp, bertacini disse que a presença do corretor de seguros vai existir sempre. “seguro é um produto intangível e a presença do corretor é fundamental”, afirmou. no mercado de seguros, a inteligência artificial (ia) já é utilizada por seguradoras e corretoras de seguros para a realização de várias tarefas, como atendimento ao cliente, cotação e emissão de apólices, entre outras coisas. no atendimento ao cliente, essas ferramentas inteligentes aprendem as diversas maneiras de se comunicar com humanos, interpretando e captando emoções ou o estado de espírito dos participantes da conversa. evaldir barbosa, integrante da diretoria da apts e mentor do clube dos corretores de são paulo, fez a apresentação dos palestrantes e destacou que a tecnologia é uma ferramenta que vai facilitar o dia a dia. “temos de saber que tecnologia é aplicada a cada profissional”, afirmou. o primeiro palestrante foi roberto celestino, líder de vendas da ibm watson. ele apresentou as aplicações da inteligência artificial e lembrou que hoje vive-se em um ambiente transformacional. “as pessoas geram dados constantemente seja tirando fotos ou enviando mensagens. cada vez mais há novas fontes de dados como casa conectada, pulseiras que medem batimentos cardíacos”, exemplificou. ele disse ainda que 90% dos dados gerados hoje foram gerados nos últimos dois anos. eles são não estruturados (vídeos, fotos,) ou seja, não estão organizados em uma planilha. “são publicados 2,5 milhões de artigos científicos em inglês por ano. quantos artigos você lê por dia?”, questionou ele aos presentes. ele lembrou que os seres humanos têm limitações. “os dados gerados estão crescendo de maneira exponencial. todas as empresas e setores têm interesses em fazer uso de inteligência artificial”, revelou. em seguida, ele falou do funcionamento do watson, da ibm. “é uma plataforma de inteligência artificial com várias peças que podem ser usadas de maneira específica”, disse. ele explicou que há ferramentas para criação de agentes virtuais (“para tirar dúvidas ou acelerar a venda”) ou facilitar o processo de interação por voz, por exemplo. “são diversas peças que podem ser usadas de diversas formas”, definiu. o executivo da ibm revelou que a inteligência artificial pode ser usada em diversas áreas. ele compartilhou a experiência da própria ibm que usa inteligência artificial para help desk e no rh para esclarecimento de dúvidas dos colaboradores. celestino falou da bia, a inteligência artificial do bradesco. ele revelou que ela começou como forma interna de atender os gerentes do banco e expandiu para os clientes finais. na sulamérica, disse celestino, o uso da inteligência artificial redefiniu a experiência dos clientes de seguros e trouxe agilidade no atendimento ao corretor para tirar dúvidas. “o tempo de atendimento foi reduzido em 90%, isso traz benefícios para o processo de vendas”, disse ele. celestino finalizou sua apresentação dizendo que inteligência artificial é uma jornada e cada empresa escolhe por onde iniciar a sua. celso malachias, diretor da dna hunter, fez uma abordagem interessante sobre inteligência artificial e o emprego. segundo ele, os seres humanos costumam tomar como base as experiências para tomar decisão. “a gente vê o que a gente quer ver (consciente ou inconsciente). qualquer evento pode ser interpretado como sendo bom ou ruim”, disse ele. ele elencou as inovações tecnológicas que desempregam: foxbot (robôs da foxconn); colheita automática na agricultura; drones para monitoramento de plantações; blockchain “essas mesmas tecnologias também podem empregar. os conhecimentos são diferentes quando surge uma inovação”, destacou. ele destacou que o corretor de seguros pode aproveitar ferramentas de dados do mercado para determinar preços ou aprofundar relacionamentos. “o mundo está sempre mudando assim como as empresas e os indivíduos”, disse ele. thomas conti, professor no insper e na unicamp; e leonardo rochadel, ceo & founder da o2o bots. é preciso divulgar o seguro em sua essência com campanhas institucionais para que a sociedade perceba e entenda a importância. a mensagem dos benefícios do seguro é que devem ser transmitidas nas palestras e seminários.(bertacini) thomas victor conti, professor do insper e leonardo rochadel, da o2oboots também participaram do evento. conti diferenciou estatística e ciência de dados. “estatística sempre foi um pilar central dos seguros e tem como objetivo resumir séries de dados de forma fidedigna. enquanto ciência de dados, programa rotinas de análise e comunicação e ajuda a realizar previsões. em ciência de dados é importante gerir e limpar bases de dados (90% do trabalho)”, disse. já rochadel destacou que os robôs com inteligência artificial podem ajudar a empoderar os canais de distribuição de seguros, o corretor. ele disse que uma das razões para se usar inteligência artificial são os novos hábito s dos consumidores. “o cliente deseja respostas rápidas a qualquer hora e lugar; a noção do horário comercial é outro, o cliente não quer mais receber ligação a qualquer hora e não quer mais usar aplicativo instalado no smartphone e esse mesmo cliente todo dia interage com um aplicativo de mensagem”, elencou. rochadel vê o uso da tecnologia para ser “um assistente pessoal para cada corretor de seguros que alimenta o funil de venda e capta o usuário on-line”, disse. no mês de novembro, deve acontecer o último encontro promovido pela apts para discutir tecnologia. todos os eventos que aconteceram durante o ano lotaram o auditório da escola nacional de seguros que foi a parceira da apts para a realização dos eventos. fonte: cqcs por sueli santos
05/11/2018

Como obter redução no saldo devedor do imóvel, devo pagar as últimas parcelas?

 quero quitar uma parte do financiamento do imóvel. qual seria a melhor opção para obter uma redução maior no saldo devedor? ouvi dizer que optar pelo pagamento das últimas parcelas é melhor por que elimina um percentual de juros maior. rodrigo araújo olá rodrigo. o financiamento habitacional, por ser de longo prazo, acaba absorvendo um volume de juros muito grande, por isso que nos primeiros anos a amortização não é grande vantagem, justamente porque o valor amortizado de juros é muito pouco. se tem uma reserva e pretende usá-la para reduzir a dívida, a melhor alternativa é reduzir a quantidade de parcelas. apresente o valor que deseja amortizar, e opte por reduzir o saldo devedor encurtando o prazo do financiamento. isso vai reduzir bastante a quantidade de parcelas, justamente porque a amortização é feita retroagindo as parcelas a partir da última, por isso se torna mais interessante do que pedir para reduzir o valor da parcela. sou autônomo e por isso quero traçar um plano para minha aposentadoria. o que você recomenda, edísio? eduardo oliveira olá eduardo. a melhor forma de criar um bom plano de aposentadoria é analisar o quanto é possível reservar por mês para este projeto. feito isso, busque produtos financeiros que estejam compatíveis com o valor que terá disponível. pode ser a tradicional previdência privada ou um fundo de investimento de longo prazo, desde que o retorno oferecido seja compatível com o mercado. uma outra recomendação é que tenha um cadastro como contribuinte da previdência oficial, não para fins de renda, seus investimentos renderão mais, mas para que faça parte do sistema que oferece outros benefícios, como auxilio doença, por exemplo. quero investir r$ 200 todo mês. onde é melhor aplicar este dinheiro? isabela catarina olá isabela. existem vários produtos de investimento no mercado, e quanto maior for o prazo e o volume de recurso, mais elevado será o retorno oferecido. começando a construir seu patrimônio com aportes mensais de r$ 200,00, é possível aplicar no tesouro direto, numa previdência privada ou em fundos de investimento. observe com cuidado porque cada produto possui suas especificidades em relação a taxas de administração e retorno oferecido. é importante pesquisar em diversas instituições para encontrar o melhor produto e com uma condição justa. é natural encontrar produtos com uma rentabilidade baixa, isso acontece por causa do valor, mas não é para se desesperar. à medida em que for aumentando seu patrimônio, você vai migrando para produtos mais rentáveis. negociei uma dívida com o cartão de crédito, mas ainda assim os juros estão muito altos. como posso solicitar uma revisão e redução destes juros? anonimo olá anônimo. os juros do rotativo do cartão de crédito, são os maiores do mercado, ultrapassando a marca dos 500% ao ano, transformando qualquer pequena dívida em valores impagáveis. os juros da negociação são um pouco menores, mas ainda assim, muito elevados, tornando a condição de quitação cada vez mais difícil. após a efetivação do acordo o que resta é o pagamento das parcelas definidas no termo. contudo, há a possibilidade de pedir uma revisão do cálculo, mas terá que fazer isso por meios judiciais. o momento de tentar uma redução dos juros de forma administrativa foi no período da negociação, após isso, terá que usar a justiça para tentar fazer valer o seu pleito. fonte: jornal correio
31/10/2018

Entre os poupadores, 20% pensam na aposentadoria

  de acordo com a pesquisa da cndl/spc, 45% destinam as reservas para possíveis imprevistos apesar da preocupação com a aposentadoria avançar entre os brasileiros que têm o hábito de guardar dinheiro, ainda é baixo o percentual dos que poupam de olho no futuro. dados do indicador de reserva financeira da confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl) e do serviço de proteção ao crédito (spc brasil) mostram que, no último mês de agosto, dois em cada 10 brasileiros que pouparam alguma quantia separaram parte da renda pensando no momento de se aposentar. embora pequeno, o número cresceu na comparação com janeiro deste ano. outros 45% destinam as reservas para possíveis imprevistos, enquanto 28% fizeram reserva para garantir um futuro melhor da família e 25% para o caso de ficarem desempregados. de acordo com o levantamento, o valor médio poupado foi de r$ 354,00. o indicador também aponta que entre as principais formas de reserva financeira, a previdência privada foi mencionada por 10% dos entrevistados, à frente de outros investimentos menos tradicionais, como tesouro direto (7%), cbd (5%), lci (3%) e bolsa de valores (2%). no entanto, a velha caderneta de poupança ainda lidera o destino das reservas com folga (59%). já 18% afirmam deixar o dinheiro em casa e outros 18% na conta corrente, enquanto 10% aplicam em fundos de investimento. quando questionados sobre o quanto conhecem as modalidades de investimentos, em primeiro lugar aparece velha caderneta de poupança, citada por 89% das pessoas ouvidas, e em segundo, os títulos de capitalização (53%). a previdência privada também surge com destaque, citada por 50,7%. para os que mantêm o dinheiro em casa, na conta corrente ou mesmo na poupança, 28% alegam desconhecer outras opções de investimentos. além desses, 23% acreditam não ter dinheiro suficiente para investir em outras modalidades e 18% preferem ter o dinheiro disponível em um lugar fácil de retirar. "com a crise fiscal dos últimos anos, a questão previdenciária ocupou lugar de destaque no debate político e econômico. os números do levantamento revelam que a preocupação com a aposentadoria começa a entrar no radar do poupador brasileiro, mas a principal motivação para a formação de reserva ainda são os imprevistos", afirma a economista-chefe do spc brasil, marcela kawauti. apenas 16% dos poupadores conseguiram guardar dinheiro em agosto; 40% tiveram de sacar parte de seus recursos. em meio a um cenário de dificuldades, o consumidor brasileiro continua sem conseguir poupar. em agosto, apenas 16% dos entrevistados fizeram algum tipo de reserva financeira. nas classes c e d, esse percentual cai para 11% e nas classes a e b sobe para 37%. as principais justificativas de quem não guardou dinheiro foram renda insuficiente (45%), imprevistos (15%), o fato de estarem sem trabalho no momento (15%) e descontrole com relação aos gastos (12%). a conjuntura econômica, com alto índice de desemprego e queda do poder de compra, segue prejudicando o orçamento familiar. de acordo com o levantamento, quatro em cada dez pessoas (40%) que possuem reserva financeira tiveram de sacar ao menos parte desses recursos em setembro. desse universo, 16% disseram destinar para uma situação inesperada e 9% para pagar dívidas. outros 9% usaram para realizar uma compra e 7% para complementar renda. na avaliação do educador financeiro do portal 'meu bolso feliz', josé vignoli, é importante criar o hábito de poupar, principalmente entre os que admitem falta de disciplina no controle dos gastos. "é claro que a crise impactou a renda da população, sobretudo as classes c e d. mas muita gente não tem o costume de guardar, mesmo aqueles com renda mais alta", comentou vignoli. jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/655058-entre-os-poupadores-20-pensam-na-aposentadoria.html)
31/10/2018

Controle do dinheiro permite realizar sonhos futuros

 todos nós já cometemos - e ainda iremos cometer - deslizes com o nosso dinheiro. uma compra desnecessária, um investimento mal feito, uma aposta que não deu certo. e se pudéssemos reaver toda a quantia despendida em coisas que não nos trouxeram benefícios? é para isso que o controle financeiro é fundamental para darmos luz até mesmo aos centavos desperdiçados. por isso, o seguros e previdência ouviu pessoas que se organizaram e investiram seu dinheiro para render frutos e possibilitar a realização de sonhos, agora e no futuro. entender como os mínimos gastos do cotidiano influenciavam no orçamento mensal foi uma das motivações para o advogado estevan piva começar o hábito de controlar cada centavo despendido. há mais de quatro anos, ele criou uma planilha básica para anotar diariamente tudo que gastava e percebeu como o somatório de alguns "gastos bobos" pesavam a cada mês. o resultado, segundo ele, foi criar um policiamento maior e uma espécie de desafio: reduzir mensalmente o desperdício de dinheiro e focar em objetivos maiores. em 2014, ele decidiu fazer um intercâmbio e, para isso, precisou do auxílio dos pais para complementar o investimento. assim, intensificou os registros e tratou também de promover a conversão dos valores - de real para euro - a fim de se manter dentro dos parâmetros de câmbio e ter uma real noção da situação a qual viveria. "nunca fui uma pessoa de gastos exorbitantes. pelo contrário, sempre fui bastante contido e me interessei por guardar mais do que gastar, embora não tivesse um controle preciso sobre isso", explica. tal rigidez no controle também se deu para que ele mostrasse aos pais que não estava na europa para "esbanjar" ou gastar o dinheiro que fora cedido. piva conta que, no primeiro mês, as anotações pareceram sem muito sentido, em virtude de não haver um parâmetro de comparação para saber se o gasto está maior ou menor, mas do segundo mês em diante, o comparativo ficou mais claro e foi possível identificar os desvios. atualmente, o dinheiro que sobra ele procura investir em viagens e compras, mas também dedica parte aos fundos com bons rendimentos. "ainda quero aprimorar meus métodos para fazer investimentos em renda fixa e também variável e ver o dinheiro trabalhar para mim", afirma. reforma foi incentivo para começar plano complementar rigidez nas novas regras previdenciárias permeou decisão de goelzer. a preocupação com o futuro da previdência social, assim como a conscientização desde cedo com o investimento em previdência complementar permearam a escolha do funcionário público lucas goelzer em aderir a um plano privado de aposentadoria antes dos 30 anos. formado em administração de empresas, ele adquiriu experiência ao trabalhar no setor privado na área voltada à economia antes de ingressar no serviço público, o que ajudou a criar um discernimento sobre planos futuros. ele explica que as discussões no congresso em torno de regras mais rígidas, tanto para idade quanto para tempo de contribuição, foram fundamentais para a tomada de decisão. "a previdência oficial, em geral, é limitada. alguns itens como estabelecimento de tetos e idades mínimas de aposentadoria estão em estudo na reforma. assim, é conveniente a adoção de previdência privada, em complemento à oficial", afirma. a escolha foi pela contratação de um plano via instituição bancária, atrelado aos títulos públicos federais, com rendimento maior e segurança aos beneficiários. a solidez do produto e a confiabilidade tanto no que fora contratado quanto no banco escolhido ajudaram a tomar a decisão. o funcionário público se considera uma pessoa conservadora nos seus investimentos. "não gosto de assumir grandes riscos financeiros, sendo esse o motivo por optar por aplicações em poupança e planos de previdência privada. outro motivo é a alta liquidez do primeiro, sendo possível resgatar rapidamente o valor investido, caso necessário", completa goelzer. polyana entendeu importância de assegurar o patrimônio tem, desde os 18 anos, o hábito de controlar suas finanças. incentivada pela mãe a partir do seu primeiro estágio remunerado, conseguiu juntar dinheiro suficiente para comprar um celular, artigo de luxo à época. hoje, com 34 anos, ela mantém a agenda como sua fiel escudeira no planejamento financeiro, além de usar a tecnologia dos aplicativos para ter um maior dinamismo. os valores que são economizados mensalmente ela aplica em um fundo "para uma grande compra ou imprevistos", conforme explica. além disso, percebeu que a união desses dois modelos - manual e tecnológico - trouxe resultados positivos, pois, segundo a bióloga, conseguiu prever a quantia de dinheiro que poderia contar todos os meses para um investimento próprio ou simplesmente para guardar para o futuro. com a maturidade, veio também a percepção da importância em contratar alguns seguros para proteger o patrimônio conquistado. polyana conta que possui seguro residencial, automotivo e também contrata seguro viagem, quando necessário. "ter um seguro é ter uma garantia de que se algo der errado, se acontecer algum imprevisto, não vou precisar me endividar para consertar algo, ou perder em definitivo alguma coisa", afirma. ela relata que precisou usar diversas vezes a proteção ao seu veículo, inclusive por roubo. quanto às viagens e ao seguro da residência, não precisou usufruir dos benefícios, mas percebe a importância de ambos. "fiz um seguro para a minha casa pensando na possibilidade de danos que podem ocorrer. e em muitos lugares fora do brasil, se ocorre alguma situação em que se precisa de atendimento médico-hospitalar, estrangeiros gastam uma nota preta em atendimento. já pensou torcer o pé fora do país e gastar todas as economias na conta do hospital?", indaga.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/especiais/seguros_previdencia_2018/2018/10/653685-controle-do-dinheiro-permite-realizar-sonhos-futuros.html)
31/10/2018

Estudo reforça a importância do corretor na venda de seguros

 mesmo com a presença da internet, profissional é responsável por 85% das apólices contratadas rio - os avanços tecnológicos e as mudanças comportamentais da sociedade refletem diretamente no setor de seguros. em uma sociedade onde o carro deixou de ser o sonho de consumo, o mercado passou a estudar os novos hábitos da população para vender apólices em um segmento que arrecadou r$ 428,9 bilhões no país no ano passado, o equivalente a 6,5% do pib. o crescimento do setor está diretamente ligado à figura do corretor. um estudo publicado em janeiro deste ano pelo centro de pesquisa e economia do seguro (cpes), da escola nacional de seguros, apontou que esse profissional é responsável por 85% das vendas do setor. em meio a esse cenário, a capacitação exerce um papel determinante. "na hora de contratar uma apólice, o consumidor brasileiro ainda tem o corretor de seguros como principal referência. em plena revolução digital, ele exerce mais influência na decisão de compra do que aplicativos e sites de cotação de seguros", argumenta robert bittar, presidente da escola nacional de seguros. a transformação do perfil do corretor, aliás, já faz parte da grade curricular. a partir de 2019, a instituição de ensino vai abrir o curso 'inovação e canais digitais para corretores de seguros' na formação desse profissional na unidade de são paulo. o curso vai falar de tecnologia no mercado e de tendências comportamentais da sociedade. "hoje, o rapaz de 18 anos não quer ter um carro. ele quer ter um celular da última geração. o mercado precisa se reinventar, criando novos produtos para atender novas necessidades. o corretor precisa explicar aos clientes sobre outros riscos", explica o professor richard furck, responsável pelo curso. le cita a expansão de motoristas por aplicativo como um exemplo sobre uma nova possibilidade de cobertura. "se houver um acidente de trânsito, quem paga a conta? é preciso ter um seguro para proteger esse passageiro. o corretor de seguro de automóveis vai ter que repensar o seu negócio se quiser sobreviver. o corretor do passado atendia o que o cliente queria. o corretor do presente precisa antecipar o que o cliente deseja. o corretor do futuro vai ter que despertar nas pessoas novas necessidades que elas nem imaginam que têm", analisa. máquina não substitui o homem a aplicação das novas tecnologias no setor faz parte de uma percepção do próprio corretor. para amilcar vianna, vice-presidente de comunicação da federação nacional dos corretores de seguros (fenacor), esse profissional assumiu uma nova posição com o desenvolvimento do universo digital. "as seguradoras estão apostando que vai sair do corretor a solução para descobrir como o consumidor vai se comportar para adquirir produtos pela internet. o corretor é o profissional que tem a sensibilidade do contato regular com o cliente. ele sempre foi o fiel da balança, garantindo que a seguradora entregue os seus produtos e que o consumidor os receba", argumenta. amilcar acredita que o papel do corretor surpreendeu as previsões mais pessimistas de perda de espaço com a oferta de produtos no meio online. "o consumidor gosta de comprar com facilidade, pela internet. mas ele se sente mais confortável quando tem um corretor desenvolvendo ferramentas para amparar essa relação. a indústria precisa desse profissional para investigar os hábitos do consumidor e suspeitas de fraude", diz. e, ao ser questionado sobre a importância do papel do corretor para as seguradoras, a resposta atinge os índices que a inteligência artificial é incapaz de alcançar: "as corporações podem ser competentes para gerir finanças. mas para entender o comportamento humano, o ideal ainda é outro humano, que é o corretor de seguros". fonte: o dia por herculano barreto filho

Proposta da previdência concede aposentadoria básica de até 700 reais para todas as pessoas


08/02/2019
O governo estuda diferentes propostas de reforma da Previdência. Uma delas foi vazada nesta semana, mas não se sabe se será a definitiva. Duas outras ideias avaliadas pelo governo concedem a todas as pessoas que completem 65 anos o direito de ganhar uma aposentadoria básica, de até R$ 700, mesmo que nunca tenham contribuído para a Previdência. Mas como funcionaria na prática?
Hoje, a grande maioria dos trabalhadores não tem direito a nada caso seu tempo de contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) seja inferior a 15 anos.

RENDA BÁSICA DO IDOSO

As propostas de uma “renda básica do idoso”, como têm sido chamadas, garantem um piso simbólico a todos, com valor um pouco inferior ao salário mínimo. Deixa de existir um período mínimo de contribuição: todos partem desse mesmo piso e, para cada ano contribuído, ganha-se um aumento proporcional na aposentadoria final a ser recebida, até o teto estipulado.
Por outro lado, as idades mínimas para se aposentar e o tempo de contribuição para chegar ao teto seriam maiores do que hoje. O teto (R$ 5.839 em 2019) também pode ficar mais baixo, sendo complementado por um regime de capitalização, sistema em que cada trabalhador faz uma espécie de poupança para a própria aposentadoria.

BENEFÍCIO MÍNIMO DE R$ 550 A R$ 698,60

Há duas propostas com o modelo de aposentadoria mínima: uma foi capitaneada pelo ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga e o economista Paulo Tafner, e a outra é assinada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) em parceria com as entidades de seguros e previdência privada FenaPrevi, Abrapp, CNSeg e ICSS.
Na proposta de Fraga e Tafner, a renda básica seria de 70% do salário mínimo (R$ 698,60 em 2019) e, na da Fipe, de R$ 550 em valores de hoje –equivalente a um quarto da renda média do país, atualmente próxima de R$ 2.200 por mês, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A proposta de Fraga pode ter algum peso porque ele participa de um conselho consultivo sobre Previdência criado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, com participação de economistas independentes.

“BASTA PROVAR QUE ESTÁ VIVO”

“Basta ter 65 anos, ir ao INSS e provar que está vivo”, disse Tafner, que também é pesquisador da Fipe. Segundo ele, a aposentadoria básica ajuda a limpar distorções e injustiças. “A pessoa que chega aos 65 anos com 10 ou 13 anos de contribuição não recebe nada”, disse.
É uma situação, segundo ele, especialmente comum entre os mais pobres, que passam mais tempo na informalidade ou desempregados se comparados a pessoas com escolaridade e níveis de renda mais altos.

PARA GANHAR MAIS, É NECESSÁRIO CONTRIBUIR

“É um benefício não contributivo, universal e incondicional”, disse o economista Hélio Zylberstajn, coordenador da proposta de reforma da Previdência apresentada pela Fipe.
Mas ter o direito a um benefício sem precisar fazer nada não vai desestimular as pessoas a contribuir com a Previdência ao longo da vida? “É por isso que o valor é pequeno”, afirmou Zylberstajn, que é pesquisador da Fipe e professor da Faculdade de Economia da USP (Universidade de São Paulo). “Se a pessoa quer chegar aos 65 anos e viver com mais de R$ 550 por mês, ela vai ter que contribuir.”

RENDA MÍNIMA ENTRARIA NO LUGAR DO BPC

Atualmente, é o BPC (Benefício de Prestação Continuada) que cumpre, em parte, essa função: ele garante uma aposentadoria básica, no valor de um salário mínimo, a deficientes e idosos de baixa renda. Também não é necessário ter contribuído para ter direito ao benefício. Nas duas propostas, o BPC deixa de existir. Deficientes também têm direito a recebê-la, independentemente de contribuições.
A diferença é que, se por um lado, muito mais pessoas receberiam o benefício, por outro, ele seria menor. É essa redistribuição dos recursos que garante o benefício universal sem que o déficit da Previdência aumente.
Além disso, ambas as propostas garantem economias mais profundas em outras frentes do sistema, com idades mínimas maiores do que as atuais (iriam para 65 anos para homens e mulheres), regras menos generosas para pensões e benefícios mais rigorosos para servidores públicos e militares.

COMO SERIA A RENDA BÁSICA DO IDOSO:

Na proposta Fraga/Tafner:
  • Valor: R$ 698,60 (70% do salário mínimo de 2019)
  • Reajuste anual: Pela inflação
  • Quem teria direito: Qualquer pessoa acima dos 65 anos e deficientes
  • Válida a partir de quando: Para aqueles que se aposentarem a partir do ano em que a reforma entrar em vigor
  • Teto da aposentadoria: R$ 3.952,07, chegando a R$ 5.645,81 (em valores de 2018) com o regime de capitalização
  • Idade mínima para aposentar: 65 anos para homens e mulheres
  • Tempo de contribuição para receber o teto: 40 anos (reduzido em até três anos para mulheres com filhos; quem tiver direito ao teto máximo e colaborar por mais de 40 anos, pode receber acima dos R$ 5.645,81 em proporção ao tempo extra de colaboração)
Na proposta da Fipe:
  • Valor: R$ 550 (em valores de 2018)
  • Reajuste anual: Pela inflação
  • Quem teria direito: Qualquer pessoa acima dos 65 anos e deficientes
  • Válida a partir de quando: Para nascidos a partir de 2005
  • Teto da aposentadoria: R$ 2.200 (em valores de 2018), podendo ser ampliado individualmente com o regime de capitalização, em proporção à renda recebida
  • Idade mínima para aposentar: 65 anos para homens e mulheres
  • Tempo de contribuição para receber o teto: 40 anos (35 anos para mulheres com filhos)(As informações são do portal UOL)
Dica extra: Compreenda e realize os procedimentos do INSS para usufruir dos benefícios da previdência social.
Já pensou você saber tudo sobre o INSS desde os afastamentos até a solicitação da aposentadoria, e o melhor, tudo isso em apenas um final de semana?
Uma alternativa rápida e eficaz é o curso INSS na prática: Trata-se de um curso rápido, porém completo e detalhado com tudo que você precisa saber para dominar as regras do INSS, procedimentos e normas de como levantar informações e solicitar benefícios para você ou qualquer pessoa que precise. Não perca tempo, clique aqui e domine tudo sobre o INSS.

Fonte: Jornal Contábil

Praça Otávio Rocha, 65 - 1º andar
Centro Histórico - Porto Alegre/RS
CEP.: 90020-140
+55 (51) 3228.1999

News

Receba nossas novidades

LIGUE

+55 51 3228-1999

Ouvidoria
0800 703 1989
E-mail: ouvidoria@sinapp.org.br

Atendimento ao Deficiente Auditivo e de Fala através da TSPC-CAS – Central de
Atendimento a Deficientes Auditivos ou de Fala -
0800 200 0819 E-mail: sac.especial.auditivo.fala@sinapp.org.br

Atendimento ao
Deficiente Visual
0800-703-1989