08/02/2019

Mercado de seguros tem lucro de R$ 14,7 bilhões

 o mercado de seguros conseguiu obter um lucro de r$ 14,7 bilhões no ano passado, segundo dados da susep avaliados pela consultoria siscorp. em 2017, o montante registrado era de r$ 13,3 bilhões. a liderança do ranking é da bradesco seguros, com lucro de r$ 5,3 bilhões, uma participação de 29,6% no banco. em segundo lugar está a bb seguros, com ganho de r$ 2,5 bilhões. a caixa ficou no terceiro lugar, com um lucro de r$ 2 bilhões. o itaú, que tinha a quarta colocação no ano passado, pulou para o sexto lugar, com r$ 811 milhões. agora, quem ocupa o quarto lugar é a zurich, com lucro de r$ 1,05 bilhão. fonte: comunicação sincor-sp
08/02/2019

Proposta da previdência concede aposentadoria básica de até 700 reais para todas as pessoas

 o governo estuda diferentes propostas de reforma da previdência. uma delas foi vazada nesta semana, mas não se sabe se será a definitiva. duas outras ideias avaliadas pelo governo concedem a todas as pessoas que completem 65 anos o direito de ganhar uma aposentadoria básica, de até r$ 700, mesmo que nunca tenham contribuído para a previdência. mas como funcionaria na prática? hoje, a grande maioria dos trabalhadores não tem direito a nada caso seu tempo de contribuição ao inss (instituto nacional do seguro social) seja inferior a 15 anos. renda básica do idoso as propostas de uma “renda básica do idoso”, como têm sido chamadas, garantem um piso simbólico a todos, com valor um pouco inferior ao salário mínimo. deixa de existir um período mínimo de contribuição: todos partem desse mesmo piso e, para cada ano contribuído, ganha-se um aumento proporcional na aposentadoria final a ser recebida, até o teto estipulado. por outro lado, as idades mínimas para se aposentar e o tempo de contribuição para chegar ao teto seriam maiores do que hoje. o teto (r$ 5.839 em 2019) também pode ficar mais baixo, sendo complementado por um regime de capitalização, sistema em que cada trabalhador faz uma espécie de poupança para a própria aposentadoria. benefício mínimo de r$ 550 a r$ 698,60 há duas propostas com o modelo de aposentadoria mínima: uma foi capitaneada pelo ex-presidente do banco central armínio fraga e o economista paulo tafner, e a outra é assinada pela fipe (fundação instituto de pesquisas econômicas) em parceria com as entidades de seguros e previdência privada fenaprevi, abrapp, cnseg e icss. na proposta de fraga e tafner, a renda básica seria de 70% do salário mínimo (r$ 698,60 em 2019) e, na da fipe, de r$ 550 em valores de hoje –equivalente a um quarto da renda média do país, atualmente próxima de r$ 2.200 por mês, de acordo com o ibge (instituto brasileiro de geografia e estatística). a proposta de fraga pode ter algum peso porque ele participa de um conselho consultivo sobre previdência criado pelo ministro da economia, paulo guedes, com participação de economistas independentes. “basta provar que está vivo” “basta ter 65 anos, ir ao inss e provar que está vivo”, disse tafner, que também é pesquisador da fipe. segundo ele, a aposentadoria básica ajuda a limpar distorções e injustiças. “a pessoa que chega aos 65 anos com 10 ou 13 anos de contribuição não recebe nada”, disse. é uma situação, segundo ele, especialmente comum entre os mais pobres, que passam mais tempo na informalidade ou desempregados se comparados a pessoas com escolaridade e níveis de renda mais altos. para ganhar mais, é necessário contribuir “é um benefício não contributivo, universal e incondicional”, disse o economista hélio zylberstajn, coordenador da proposta de reforma da previdência apresentada pela fipe. mas ter o direito a um benefício sem precisar fazer nada não vai desestimular as pessoas a contribuir com a previdência ao longo da vida? “é por isso que o valor é pequeno”, afirmou zylberstajn, que é pesquisador da fipe e professor da faculdade de economia da usp (universidade de são paulo). “se a pessoa quer chegar aos 65 anos e viver com mais de r$ 550 por mês, ela vai ter que contribuir.” renda mínima entraria no lugar do bpc atualmente, é o bpc (benefício de prestação continuada) que cumpre, em parte, essa função: ele garante uma aposentadoria básica, no valor de um salário mínimo, a deficientes e idosos de baixa renda. também não é necessário ter contribuído para ter direito ao benefício. nas duas propostas, o bpc deixa de existir. deficientes também têm direito a recebê-la, independentemente de contribuições. a diferença é que, se por um lado, muito mais pessoas receberiam o benefício, por outro, ele seria menor. é essa redistribuição dos recursos que garante o benefício universal sem que o déficit da previdência aumente. além disso, ambas as propostas garantem economias mais profundas em outras frentes do sistema, com idades mínimas maiores do que as atuais (iriam para 65 anos para homens e mulheres), regras menos generosas para pensões e benefícios mais rigorosos para servidores públicos e militares. como seria a renda básica do idoso: na proposta fraga/tafner: valor: r$ 698,60 (70% do salário mínimo de 2019) reajuste anual: pela inflação quem teria direito: qualquer pessoa acima dos 65 anos e deficientes válida a partir de quando: para aqueles que se aposentarem a partir do ano em que a reforma entrar em vigor teto da aposentadoria: r$ 3.952,07, chegando a r$ 5.645,81 (em valores de 2018) com o regime de capitalização idade mínima para aposentar: 65 anos para homens e mulheres tempo de contribuição para receber o teto: 40 anos (reduzido em até três anos para mulheres com filhos; quem tiver direito ao teto máximo e colaborar por mais de 40 anos, pode receber acima dos r$ 5.645,81 em proporção ao tempo extra de colaboração) na proposta da fipe: valor: r$ 550 (em valores de 2018) reajuste anual: pela inflação quem teria direito: qualquer pessoa acima dos 65 anos e deficientes válida a partir de quando: para nascidos a partir de 2005 teto da aposentadoria: r$ 2.200 (em valores de 2018), podendo ser ampliado individualmente com o regime de capitalização, em proporção à renda recebida idade mínima para aposentar: 65 anos para homens e mulheres tempo de contribuição para receber o teto: 40 anos (35 anos para mulheres com filhos)(as informações são do portal uol) dica extra: compreenda e realize os procedimentos do inss para usufruir dos benefícios da previdência social. já pensou você saber tudo sobre o inss desde os afastamentos até a solicitação da aposentadoria, e o melhor, tudo isso em apenas um final de semana? uma alternativa rápida e eficaz é o curso inss na prática: trata-se de um curso rápido, porém completo e detalhado com tudo que você precisa saber para dominar as regras do inss, procedimentos e normas de como levantar informações e solicitar benefícios para você ou qualquer pessoa que precise. não perca tempo, clique aqui e domine tudo sobre o inss. fonte: jornal contábil
08/02/2019

Alerta para o Corretor de seguros, segmento oferece grandes oportunidades em 2019

 a comissão de seguro rural do sincor-sp alerta os corretores lembra que há boas oportunidades no agronegócio. a expectativa é que a produção de carne bovina deve crescer em média de 2,6% ao ano, chegando a 10,8 milhões de toneladas em 2021. além disso, há previsão do aumento do consumo da proteína, em termos absolutos no país, com previsão de crescimento de 5,3% no mesmo período. diante deste cenário, os produtores brasileiros ganharam importância e ainda mais responsabilidade sobre sua atividade. com o seguro rural o pecuarista pode garantir a vida dos animais, que são classificados em duas modalidades, seguro pecuário elite, que incluem os bovinos utilizados para incremento de plantel, seguro para rebanhos comerciais e rebanho de produção de leite e de corte. apesar disso, há baixa adesão a esse tipo de proteção por parte dos pecuaristas. de acordo com karen matieli, sócia proprietária da denner seguro de animais e coordenadora da comissão rural do sincor-sp, o setor enfrenta alguns entraves que impedem seu crescimento. segundo ela, a falta de informação e divulgação das modalidades de seguros existentes para proteger a pecuária, e a falta de subvenção federal como forma de incentivo à contratação do seguro são as principais causas. karen ressalta que o potencial do seguro pecuário no brasil é enorme. “pensando em abastecer o mundo em alguns anos, precisamos estar protegidos. toda operação deverá estar pautada com muita segurança, e o instrumento seguro, validará o que o nosso país tem de melhor: o nosso agronegócio”, destaca. expectativa para 2019 com o início de um novo governo, o setor espera um olhar mais atento a principal ferramenta de mitigação de riscos da agropecuária, que é o seguro rural. a nova ministra da agricultura, tereza cristina, demonstra interesse em aumentar a área protegida com o seguro, e consequentemente, precisamos estreitar os laços entre pecuaristas e o governo, trazendo a importância de valorizar ainda mais a nossa pecuária, que segue investindo em genética e tecnologia, assumindo seus riscos, sozinha. além disso, recentemente o apoio dos deputados arnaldo jardim e itamar borges ajudaram na suplementação de recursos no fundo de expansão do agronegócio paulista (feap), para o seguro rural. o assunto voltou à pauta já no início do ano, em reunião onde foi discutido possíveis alterações no programa que enquadra políticas públicas e de incentivos ao agronegócio paulista, onde a subvenção ao prêmio do seguro rural está inserida. parte do custo do seguro rural é subsidiado pelo governo do estado, incentivando assim agropecuaristas manterem suas atividades protegidas. “iniciamos o ano já com o planejamento em mãos, afinal de contas, o agro não para. estreitamento entre setor produtivo para entender as principais demandas, a busca por novos produtos que amparam os principais riscos da atividade e apoio político para mais recursos aos programas psr e feap, que fazem parte desta agenda de trabalhos”, finaliza karen. fonte: cqcs/sueli santos com informações do sincor-sp
08/02/2019

Contribuição Sindical e sua importância

 a visão que o sincor, o sindicato das empresas corretoras de seguros e dos profissionais corretores de seguros busca consagrar é a do vínculo das empresas corretoras e dos profissionais corretores com seu sistema de representação, o qual fortalece a valorização do setor. "com corretor de seguros, é muito mais seguro!" a força desta representação vem da participação ativa das empresas corretoras e dos profissionais corretores que, por sua vez, usufruem dos serviços oferecidos pelo sindicato e da intermediação pela entidade sindical dos seus interesses às autoridades, a fim de tornar mais efetiva e expressiva a categoria. a sustentação econômica para manter a estrutura funcional da entidade depende das contribuições de seus representados. desse modo, a contribuição sindical é uma das principais fontes de custeio do sindicato, que trabalha transformando os recursos obtidos com a contribuição em serviços e benefícios, gerando resultados importantes para toda categoria. ao realizar o pagamento da contribuição sindical, você estará contribuindo com a manutenção do teu sindicato e o fortalecimento de sua representatividade junto às esferas governamentais, nas negociações coletivas de trabalho, em defesa de um ambiente de negócios favoráveis às empresas corretoras e aos profissionais corretores, principalmente nas áreas tributária, trabalhista, ações judiciais, negociações coletivas, manutenção de comissões de trabalho e de assessorias técnicas, palestras, cursos, eventos e, ainda, ações políticas que levam a conquistas importantes para o setor. queres um belo exemplo da forte atuação da fenacor e dos sincors em defesa dos interesses dos corretores? a redução da carga tributária das empresas corretoras de mais de 20% do faturamento para a partir de 6% do faturamento! sim, foram muitos anos de trabalho e dedicação para colocar os corretores de seguros no supersimples. para continuarmos atuando em defesa e em prol de nossa categoria, contamos com a sua contribuição. sim, ela é facultativa, não mais obrigatória. por isso a importância da conscientização de cada um. lembre-se: juntos, somos muito mais fortes! grande abraço, ricardo pansera corretor de seguros presidente do sincor-rs  
08/02/2019

Tribunal de Contas identifica "deficiências" na privatização das seguradoras da Caixa

 alienação da fidelidade, multicare e cares decidida pelo anterior governo "não se revela vantajosa para o interesse público" a "médio prazo". tribunal critica falta de independência e processo de venda. a alienação apresenta "deficiências" no que diz respeito à "independência" na avaliação do valor das seguradoras, "não se revela vantajosa para o interesse público" a médio prazo e "não foi eficiente". estas são as três principais conclusões do relatório do tribunal de contas à alienação das três seguradoras do grupo caixa geral de depósitos (cgd), a fidelidade, a multicare e a cares, pelo anterior governo à longrun, do grupo chinês fosun. a auditoria, a que o público teve acesso, critica a opção de venda das seguradoras, por vários motivos. o primeiro diz respeito ao processo. lembra o tribunal que "entre a avaliação das seguradoras e a alienação foram realizadas operações prévias (redução de capital e distribuição de dividendos) que tornaram as empresas mais acessíveis e atractivas para o mercado". contudo, para o tribunal, há várias "deficiências nesta parte do processo". "enferma de deficiências quanto à garantia de independência na avaliação das seguradoras, à indefinição do caderno de encargos, ao défice de fundamentação para a escolha da modalidade de venda e à alteração dos critérios de avaliação na fase de apreciação das propostas vinculativas", lê-se no relatório.   no que à independência diz respeito, em causa está o facto de a avaliação das seguradoras ter sido feita pela caixa bi, do grupo caixa. diz o relatório que esse facto "suscita óbvias reservas sobre o requisito de independência legalmente exigido ao avaliador, face às empresas avaliadas e ao seu accionista". como resultado, a avaliação foi feita apenas tendo em conta um cenário desactualizado (anterior à redução de capital de 2013), não tendo sido revisto antes do fim do processo, e não tendo sido fornecidos ao grupo caixa "elementos pertinentes" para que fosse possível "verificar os valores apresentados nas avaliações em causa".  tendo em conta essas limitações, "a melhor expectativa do grupo caixa resultante das avaliações era alienar a totalidade das participações sociais das três seguradoras por 1,7 mil milhões". mas estas, acrescenta o tribunal, não são meras deficiências no processo, são problemas "que constituem reservas importantes e suscitam crítica".além do processo, o tribunal critica os resultados. de acordo com o relatório, a venda até "foi eficaz a curto prazo" porque conseguiu que o grupo caixa atingisse os objectivos, nomeadamente a decisão política de concentrar o grupo do banco público apenas na sua parte financeira, alienando os seguros. "porém, a médio prazo, a opção não se revela vantajosa para o interesse público", revela o relatório que lembra que as seguradoras tiveram, nos anos a seguir, resultados positivos em várias centenas de milhões de euros (752 milhões de euros de 2015 a 2017).   além dos resultados, o tribunal lembra que estas empresas tiveram uma "valorização importante dos seus activos imobiliários" que podiam ter contribuído para a "necessidade de recapitalizar o grupo caixa em 2017". ainda no que diz respeito aos resultados, para o tribunal, esta alienação também "não foi eficiente", uma vez que o processo "foi realizado em contexto e oportunidade adversos à maximização do seu resultado, sem estar suportado por uma avaliação de custo e benefício, em consequência da decisão do estado (o accionista do grupo caixa) motivada por compromissos internacionais". sobre a decisão, o relatório do tribunal de contas lembra, nas suas conclusões, que houve um "estudo preliminar" da jp morgan pedido pela cgd a "desaconselhar" a venda naquela altura, sugerindo o seu adiamento, uma vez que "as condições de mercado" limitavam "o interesse de eventuais compradores".  além deste estudo, a decisão não foi unânime no conselho de administração da cgd "quanto à oportunidade e à modalidade de venda". no documento, é citada parte de duas actas do conselho de administração, de 30 de outubro de 2012 e de 14 de dezembro do mesmo ano, que mostram que não havia consensos "tendo sido defendido que a mesma apenas deveria ocorrer se necessário e quando as condições de mercado assegurassem uma operação favorável à cgd". perante os erros cometidos que não favoreceram a cgd, de acordo com o tdc, o auditor faz várias recomendações para casos futuros, que vão ao encontro dos problemas identificados. assim, recomendam a necessidade de obter "avaliações de custo e benefício actualizadas" que suportem e fundamentem "decisões de alienar (total ou parcialmente) empresas públicas", ou que seja assegurada a "independência legalmente exigida aos avaliadores de empresas públicas a alienar" como, por exemplo, exigir dos consultores externos toda a informação para a "plena compreensão dos processos em causa".nota: notícia actualizada às 18h30 com mais informações sobre o relatório de auditoria do tribunal de contas.
08/02/2019

Indústria gaúcha cresce 5,5% em 2018, aponta IBGE

 a indústria gaúcha fechou 2018 com crescimento da produção física 5,5% acima do desempenho de 2017, segundo o instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge). o estado ostentou a segunda maior taxa de crescimento, ficando atrás apenas do pará, com alta de 9,6%. a média do brasil ficou em 1,1%. a pesquisa industrial mensal regional (pim regional) apontou alta em sete dos 15 locais pesquisados na passagem de novembro para dezembro de 2018, segundo o ibge. a atividade industrial gaúcha figurou entre as quedas, chegando a recuo de 3,6% em dezembro frente a novembro de 2018, e de 2,3% frente ao mesmo mês de 2017. entre os setores, veículos automotores lideraram nos 12 meses em expansão. a taxa acumulada ficou em 3,13%, seguido por celular e papel, com 1,28% de crescimento. já nos dados negativos de 2018, despontam produtos químicos, com recuo de 0,52%, e bebidas com queda de 0,26% e alimentos, com redução de 0,25%. em dezembro passado frente ao mesmo mês de 2017, veículos mostram melhor desempenho com alta de 1,98%. já as maiores quedas foram de produtos químicos, -2,52%, e alimentos, de -1,46%.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/02/669361-industria-gaucha-cresce-5-5-em-2018-aponta-ibge.html)
06/02/2019

Como garantir seu futuro investindo na previdência privada?

 após o início dos trâmites da reforma no congresso nacional, o tema previdência vem ganhando cada vez mais destaque no país, sendo centro de uma grande discussão no meio político, bem como de uma maneira geral dentro do atual cenário brasileiro. mas será que devemos nos preocupar, de fato? como garantir seu futuro investindo na previdência privada? infomoney veja mais em: https://www.infomoney.com.br/blogs/investimentos/assessor-de-investimentos/post/7876350/como-garantir-seu-futuro-investindo-na-previdencia-privada
06/02/2019

Com reforma da Previdência como prioridade, governo adia promessas

 com a reforma da previdência como prioridade máxima, a equipe econômica vem segurando medidas para não inundar o congresso nacional e evitar tirar o foco das mudanças na aposentadoria. a promessa feita ainda na posse pelo ministro da economia, paulo guedes, de anunciar "uma medida a cada dois dias" no primeiro mês de governo não foi cumprida e a orientação agora é outra: esperar o envio e, pelo menos, os primeiros trâmites da reforma antes de divulgar novas ações, principalmente as que dependem do legislativo. medidas para aumento da produtividade, de redução e simplificação de tributos e ações para aumentar a geração de empregos estão no lote que só deverá ser enviado com a reforma encaminhada no congresso nacional. nesta terça-feira (5), o secretário especial de produtividade, emprego e competitividade, carlos da costa, disse que há várias medidas em elaboração, que serão anunciadas "em breve". "o timing (para o anúncio) é político. vamos sentir politicamente e ver o momento adequado para não prejudicar nossa prioridade, que é a reforma da previdência. não queremos dispersar energia daquilo que é fundamental", explicou. desburocratização o secretário citou entre as medidas que serão adotadas pela sua pasta a criação de mesas executivas com representantes do governo e da iniciativa privada para levar adiante medidas de desburocratização específicas para cada setor, a abertura do sistema nacional de empregos (sine) para empresas privadas e a revisão de incentivos fiscais. "queremos resultado significativo em redução de burocracia ainda este ano", completou. o secretário especial da receita federal, marcos cintra, já confirmou a intenção do governo de reduzir as alíquotas do imposto de renda e desonerar a folha de pagamentos de todos os setores da economia, mas em diversas ocasiões colocou a aprovação da proposta de reforma da previdência como a principal prioridade da equipe econômica. outra promessa de campanha do presidente jair bolsonaro, o aprofundamento da reforma trabalhista - com a criação de uma "carteira de trabalho verde a amarela", com menos direitos -, também será enviada ao congresso somente após a aprovação da reforma da previdência. as informações são do jornal o estado de s. paulo. fonte: estadão por lorenna rodrigues e eduardo rodrigues - brasília
06/02/2019

Nove a cada dez brasileiros aposentados dependem do INSS pra sobreviver

  apenas 6% dos aposentados têm um plano de previdência privada pra complementar a renda. os dados são de uma pesquisa da associação brasileira das entidades do mercado financeiro, obtida com exclusividade pela cbn. o estudo aponta ainda que aumentou a parcela de pessoas que precisam continuar trabalhando depois de se aposentar. ela é a prioridade número um do presidente jair bolsonaro.mas assusta muitos brasileiros. "eu tento me preparar pra não depender do governo, de reformas que possam vir ou não possam vir". mexer no formato das aposentadorias pagas pelo governo federal vai afetar a maior parte do país, já que nove a cada dez brasileiros aposentados dependem desse dinheiro para sobreviver nas contas da associação brasileira das entidades do mercado financeiro. na pesquisa, a anbima entrevistou 3.452 pessoas com 16 anos ou mais em 152 cidades do país. ela mostrou também que casos como o do engenheiro pernambucano césar falcão são raridade. ele começou a economizar assim que conseguiu o primeiro emprego, aos 22 anos. hoje, aos 31, até ajuda os amigos. "quando eu fui aprendendo sobre finanças pessoais, eu comecei a focar na minha aposentadoria. eu tento me preocupar com o que está ao meu controle. e, ao meu ver, a previdência pública brasileira não tenho como interferir nas regras, então eu prefiro controlar o que está nas minhas mãos. eu me preparo independente do que vai acontecer. o nosso a gente controla. o do governo, não", conta. apenas 6% dos brasileiros com mais de 16 anos têm algum tipo de previdência privada, a aposentadoria complementar com depósito do próprio bolso, feito direto no banco, que faz ele render. acontece que mesmo sob a expectativa para a reforma, o número de pessoas que escolhem esse tipo de investimento não vem mudando muito. para o especialista em investimentos do itaú unibanco, martin iglesias, isso tem a ver com a cultura do país. "o brasil tem características sociais, digamos assim, que não são as melhores características em termos de hábitos de poupança. tem alguns estudos sobre comportamento que falam sobre extroversão - um comportamento que atrapalha hábitos de poupança, de guardar dinheiro. então, tem extroversão e otimismo. pessoas com bastante otimismo tendem a guardar menos também porque acham que o futuro vai ser melhor. as nossas características e os hábitos de guardar dinheiro do brasileiro não são bons. e não tem necessariamente a ver com níveis de renda", diz ele. o diagnóstico de quem foi ouvido pela reportagem é unânime: sem mudança de consciência da população e sem uma reforma de ponta a ponta, viveremos um colapso. o jorge félix, especialista em envelhecimento e professor da fesp, entende que a proposta de bolsonaro que está na mesa mantém desigualdades do sistema. "ela não está começando por aqueles que são privilegiados. no caso, seriam os militares. deveriam ser os primeiros a entrar numa reforma se a justificativa dessa reforma é verdadeiramente resolver um problema fiscal. porque os militares são responsáveis por 45% do déficit do setor público", defende. *no próximo capítulo da série, um brasil dividido entre aqueles que têm uma segunda chance para se aventurar em uma nova carreira e outros tantos que precisam batalhar uma renda extra ao serem descartados pelo mercado. "é uma realidade nossa, muita gente realmente precisa ter uma renda extra porque chega no final da vida não tem, mesmo que seja aposentadoria do inss, isso não é renda pra viver." fonte: cbn por pedro durán *com colaboração de bianca kirklewsk e sonorização de claudio antonio

Proposta da previdência concede aposentadoria básica de até 700 reais para todas as pessoas


08/02/2019
O governo estuda diferentes propostas de reforma da Previdência. Uma delas foi vazada nesta semana, mas não se sabe se será a definitiva. Duas outras ideias avaliadas pelo governo concedem a todas as pessoas que completem 65 anos o direito de ganhar uma aposentadoria básica, de até R$ 700, mesmo que nunca tenham contribuído para a Previdência. Mas como funcionaria na prática?
Hoje, a grande maioria dos trabalhadores não tem direito a nada caso seu tempo de contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) seja inferior a 15 anos.

RENDA BÁSICA DO IDOSO

As propostas de uma “renda básica do idoso”, como têm sido chamadas, garantem um piso simbólico a todos, com valor um pouco inferior ao salário mínimo. Deixa de existir um período mínimo de contribuição: todos partem desse mesmo piso e, para cada ano contribuído, ganha-se um aumento proporcional na aposentadoria final a ser recebida, até o teto estipulado.
Por outro lado, as idades mínimas para se aposentar e o tempo de contribuição para chegar ao teto seriam maiores do que hoje. O teto (R$ 5.839 em 2019) também pode ficar mais baixo, sendo complementado por um regime de capitalização, sistema em que cada trabalhador faz uma espécie de poupança para a própria aposentadoria.

BENEFÍCIO MÍNIMO DE R$ 550 A R$ 698,60

Há duas propostas com o modelo de aposentadoria mínima: uma foi capitaneada pelo ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga e o economista Paulo Tafner, e a outra é assinada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) em parceria com as entidades de seguros e previdência privada FenaPrevi, Abrapp, CNSeg e ICSS.
Na proposta de Fraga e Tafner, a renda básica seria de 70% do salário mínimo (R$ 698,60 em 2019) e, na da Fipe, de R$ 550 em valores de hoje –equivalente a um quarto da renda média do país, atualmente próxima de R$ 2.200 por mês, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A proposta de Fraga pode ter algum peso porque ele participa de um conselho consultivo sobre Previdência criado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, com participação de economistas independentes.

“BASTA PROVAR QUE ESTÁ VIVO”

“Basta ter 65 anos, ir ao INSS e provar que está vivo”, disse Tafner, que também é pesquisador da Fipe. Segundo ele, a aposentadoria básica ajuda a limpar distorções e injustiças. “A pessoa que chega aos 65 anos com 10 ou 13 anos de contribuição não recebe nada”, disse.
É uma situação, segundo ele, especialmente comum entre os mais pobres, que passam mais tempo na informalidade ou desempregados se comparados a pessoas com escolaridade e níveis de renda mais altos.

PARA GANHAR MAIS, É NECESSÁRIO CONTRIBUIR

“É um benefício não contributivo, universal e incondicional”, disse o economista Hélio Zylberstajn, coordenador da proposta de reforma da Previdência apresentada pela Fipe.
Mas ter o direito a um benefício sem precisar fazer nada não vai desestimular as pessoas a contribuir com a Previdência ao longo da vida? “É por isso que o valor é pequeno”, afirmou Zylberstajn, que é pesquisador da Fipe e professor da Faculdade de Economia da USP (Universidade de São Paulo). “Se a pessoa quer chegar aos 65 anos e viver com mais de R$ 550 por mês, ela vai ter que contribuir.”

RENDA MÍNIMA ENTRARIA NO LUGAR DO BPC

Atualmente, é o BPC (Benefício de Prestação Continuada) que cumpre, em parte, essa função: ele garante uma aposentadoria básica, no valor de um salário mínimo, a deficientes e idosos de baixa renda. Também não é necessário ter contribuído para ter direito ao benefício. Nas duas propostas, o BPC deixa de existir. Deficientes também têm direito a recebê-la, independentemente de contribuições.
A diferença é que, se por um lado, muito mais pessoas receberiam o benefício, por outro, ele seria menor. É essa redistribuição dos recursos que garante o benefício universal sem que o déficit da Previdência aumente.
Além disso, ambas as propostas garantem economias mais profundas em outras frentes do sistema, com idades mínimas maiores do que as atuais (iriam para 65 anos para homens e mulheres), regras menos generosas para pensões e benefícios mais rigorosos para servidores públicos e militares.

COMO SERIA A RENDA BÁSICA DO IDOSO:

Na proposta Fraga/Tafner:
  • Valor: R$ 698,60 (70% do salário mínimo de 2019)
  • Reajuste anual: Pela inflação
  • Quem teria direito: Qualquer pessoa acima dos 65 anos e deficientes
  • Válida a partir de quando: Para aqueles que se aposentarem a partir do ano em que a reforma entrar em vigor
  • Teto da aposentadoria: R$ 3.952,07, chegando a R$ 5.645,81 (em valores de 2018) com o regime de capitalização
  • Idade mínima para aposentar: 65 anos para homens e mulheres
  • Tempo de contribuição para receber o teto: 40 anos (reduzido em até três anos para mulheres com filhos; quem tiver direito ao teto máximo e colaborar por mais de 40 anos, pode receber acima dos R$ 5.645,81 em proporção ao tempo extra de colaboração)
Na proposta da Fipe:
  • Valor: R$ 550 (em valores de 2018)
  • Reajuste anual: Pela inflação
  • Quem teria direito: Qualquer pessoa acima dos 65 anos e deficientes
  • Válida a partir de quando: Para nascidos a partir de 2005
  • Teto da aposentadoria: R$ 2.200 (em valores de 2018), podendo ser ampliado individualmente com o regime de capitalização, em proporção à renda recebida
  • Idade mínima para aposentar: 65 anos para homens e mulheres
  • Tempo de contribuição para receber o teto: 40 anos (35 anos para mulheres com filhos)(As informações são do portal UOL)
Dica extra: Compreenda e realize os procedimentos do INSS para usufruir dos benefícios da previdência social.
Já pensou você saber tudo sobre o INSS desde os afastamentos até a solicitação da aposentadoria, e o melhor, tudo isso em apenas um final de semana?
Uma alternativa rápida e eficaz é o curso INSS na prática: Trata-se de um curso rápido, porém completo e detalhado com tudo que você precisa saber para dominar as regras do INSS, procedimentos e normas de como levantar informações e solicitar benefícios para você ou qualquer pessoa que precise. Não perca tempo, clique aqui e domine tudo sobre o INSS.

Fonte: Jornal Contábil

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Atendimento ao
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