15/09/2015

Grupo Aspecir na Semana Farroupilha

 o grupo aspecir veste as cores do rio grande do sul para comemorar com o povo gaúcho a tradição e a liberdade. também aproveita para parabenizar uma de suas empresas, genuinamente gaúcha, que comemora 102 anos no dia 20 de setembro. parabéns união seguradora, és forte, aguerrida e brava como todos os gaúchos, sempre oferecendo solução em seguros de vida em grupo.     
11/09/2015

Apesar da crise, vendas de seguros seguem disparando

 apesar da recessão econômica que cruza o país, o setor de seguros transita na contramão da crise. é o que revela os dados da superintendência de seguros privados (susep), que indica um crescimento de 12,4% no faturamento do segmento. apenas este ano, as cifras devem chegar ao patamar de r$ 364,81 bilhões, segundo a confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde complementar e capitalização (cnseg). no nordeste, o mercado de seguros disparou no número de vendas e alcançou a meta de 27,5%, se comparado ao mesmo período de 2014. já pernambuco registrou um crescimento de 6,9% no quantitativo de fidelização do mercado. uma série de fatores tem influenciado para o saldo positivo do segmento, como as necessidades dos clientes em garantir estabilidade familiar, além do maior número de informações sobre assistência pessoal. "o que contribui muito é a preocupação da população em épocas de crise quanto à dificuldade em repor o bem em caso de sinistro, o que as motiva a procurar proteção no mercado de seguros", avaliou o diretor comercial da seguralta, nilton dias. após ter dor de cabeça com o seguro da concessionária do veículo, o analista de frota de automóvel leonardo luís, 24 anos, não perdeu tempo e aderiu à garantia do automóvel e da residência na seguralta. embora a recessão financeira tenha apertado os cintos na redução de gastos, ele garantiu que a segurança é fundamental na rua. luís desembolsa pelo menos 15% do salário mensal para aderir à proteção. "todo carro que compro sempre saio com o seguro para não ficar à mercê da criminalidade, sequestro e roubo. não penso duas vezes para colocar seguro no meu carro", afirmou. com um faturamento médio de r$ 14 milhões apenas em 2014, a seguralta - referência em seguros em todo país - terá um incremento de 11%, em média, no próximo ano. "esperamos uma projeção de mais de r$ 170 milhões para 2015", acreditou dias. há três anos no comando da unidade em boa viagem, zona sul do recife, o franqueado hugo leite ressaltou que a crise econômica, os furtos de veículos e acidentes pessoais têm influenciado para a disparada do segmento. "todos esses fatores só têm ajudado, até porque não é um gasto, mas um investimento", frisou leite. seguro de vida, empresariais e automóveis são alguns dos serviços prestados pela empresa. no ano passado, a receita da marca local chegou ao topo de r$ 700 mil. até o fim de 2015, a unidade espera superar e obter um crescimento de r$ 1 milhão no faturamento. fonte: ne10 por rafael paranhos
11/09/2015

Câmara aprova aumento de impostos para seguradoras

 o plenário da câmara dos deputados acaba de aprovar, por 277 a favor e 77 contrários, o texto-base da medida provisória 675/15, que eleva de 15% para 20% a alíquota da contribuição sobre o lucro líquido (csll) de seguradoras, bancos e administradoras de cartões de crédito. na votação dos destaques não foi aprovada a proposta que excluiria desse aumento da alíquota as seguradoras que atuam no ramo de saúde suplementar. além disso, foi aprovada a emenda do deputado lucas vergilio (sd-go) garantindo para as cooperativas de crédito um aumento menor. assim, para esse segmento, em vez de 20%, a alíquota será de 17%. o aumento de impostos para seguradoras e bancos irá vigorar de 1º de setembro de 2015 e 31 de dezembro de 2018. após o fim do prazo, a alíquota voltará à atual, de 15%. já para cooperativas, o aumento começa a valer a partir de 1º de outubro deste ano, com a mesma data final. fonte: c q c s
11/09/2015

Retirada urgência de projeto que cria a Banrisul Corretora de Seguros

 o governo estadual procedeu a duas modificações quanto à tramitação no legislativo de iniciativas que fazem parte do ajuste fiscal gaúcho nessa sexta-feira (4), quando protocolou mais projetos de autoria do poder executivo na assembleia. o projeto de lei (pl) 2014/2015, que trata da revisão de benefícios fiscais, e o pl 208/2015, que autoriza o banrisul a criar estrutura societária para atuar no ramo de distribuição de seguros, previdência aberta e capitalização, tiveram regime de urgência retirada. no último dia 27, atendendo a deputados estaduais e entidades de diversos setores que manifestaram questionamentos em relação ao pl 300/2015, o estado também acatou a proposta de retirar o regime de urgência da matéria que prevê a extinção da fundação zoobotânica. de acordo com o secretário da casa civil, márcio biolchi, nesses três casos o governo atendeu às demandas de deputados e entidades por haver dúvidas em relação a pontos específicos dos projetos, necessitando mais tempo para análise. “acreditamos que o conjunto de medidas é complementar. cada projeto tem contribuições que se somam ao esforço de ajuste, mas estamos dialogando, recebendo sugestões e procedendo a revisões necessárias para garantir a avaliação correta de cada matéria”, disse. o sincor-rs está atento e atuante junto aos deputados estaduais, demonstrando o absurdo da tentativa do governador de criar mais uma estatal, na contramão da história. com uma mão acena que precisa privatizar instituições que vão muito bem obrigado e com a outra tenta justificar a criação de um novo elefante branco, este para empurrar seguros guela abaixo nos cidadãos correntistas do banrisul. fonte: sincor-rs informa
11/09/2015

Contratação de Seguro para Eventos pode ser obrigatória

 o projeto de lei complementar 1/15, que torna obrigatória a contratação de seguro de responsabilidade civil para eventos, foi aprovado pela comissão de desenvolvimento econômico, indústria e comércio. de autoria do deputado lucas vergílio (sd-go), o pl agora será analisado pelas comissões de finanças e tributação; e de constituição e justiça e de cidadania; e, em seguida, pelo plenário. caso seja aprovada, a proposta só permite o funcionamento de boates, cinemas, estádios, casas de shows, teatros e similares que tenham contratado o seguro de responsabilidade civil para os organizadores do evento. o conselho nacional de seguros privados decidirá sobre os valores mínimos e as coberturas a serem contratadas. de acordo com o texto, nos eventos com cobrança de ingressos, o organizador deverá contratar apólices coletivas de seguros de acidentes pessoais. nesse caso, a cobrança do produto poderá ser feita para cada espectador ou participante. entretanto, o ingresso deverá trazer o valor do capital segurado individual, número da apólice, número de registro e nome da corretora, além do nome e telefone da seguradora. o pl ainda institui as indenizações mínimas para o seguro de acidentes pessoais coletivos, por pessoa, sendo r$ 10 mil em caso de morte acidental, r$ 5 mil no caso de invalidez permanente e r$ 2 mil para despesas médicas, inclusive diárias hospitalares. fonte: sincor - sp
24/08/2015

Os próximos vinte anos

 a trajetória de crescimento do setor de seguros, nos últimos vinte anos, deve ser analisada não somente pelos indicadores de expansão de sua representação em relação ao produto interno bruto (pib) – a qual saltou de menos de 1% para 6% nesse período.  a expansão do mercado deve, acima de tudo, ser dimensionada pela sua capacidade de inovação na criação de produtos com total aderência às necessidades dos consumidores e de retorno à sociedade por meio das indenizações, benefícios e resgates pagos. o segmento de saúde suplementar, por exemplo, figura como um importante indicador desta evolução, por ser responsável, anualmente, pela realização de um milhão de procedimentos médico-hospitalares e odontológicos. ao longo das duas últimas décadas, as empresas seguradoras reforçaram o papel que desempenham em relação à segurança e proteção da sociedade e ao financiamento do estado e do setor privado, por meio da grande diversidade de produtos e serviços que oferecem.  os avanços do setor estão sempre muito ligados às dinâmicas do cenário contemporâneo mundial. os desafios impostos pela globalização, os novos meios de comunicação que transformaram as relações de consumo, as mudanças climáticas e os movimentos que emergem no cotidiano das grandes cidades estão entre os fatores que se impõem como agentes para a constante inovação das operações do mercado. aliado a isso, o brasil, como economia em franco processo de desenvolvimento, tem reforçado a sua imagem como celeiro de oportunidades para investidores de diversos segmentos da economia. a abertura do mercado de resseguro, em 2007, é uma das provas disso, pois atraiu para o país as maiores empresas que operam nesse segmento em termos mundiais. ganhamos em competitividade e passamos a operar com práticas internacionais. além da quebra do monopólio do resseguro, foram muitos os progressos de nossa indústria nos últimos vinte anos. as seguradoras avançaram na criação de produtos de previdência complementar aberta, lançaram o seguro viagem, o seguro garantia estendida, o seguro prestamista, ampliaram e diversificaram os serviços de assistência 24 horas, implementaram novos canais de diálogo com o consumidor e investiram em campanhas com linguagem mais leve e didática para disseminar a cultura de seguro no país.  no campo da sustentabilidade, tornaram-se ainda mais engajadas ao aderirem aos princípios da sustentabilidade em seguros (psi) e têm trabalhado, arduamente, para aprimorar suas operações, agilizando os processos e dinamizando o atendimento aos segurados. nesse sentido, é importante destacar também a atuação das ouvidorias, que já se consolidaram como um dos mais importantes canais para o atendimento às demandas dos segurados. o aumento da renda nas periferias, acima da média nacional, levou mais de 40 milhões de brasileiros ao mundo do consumo e, consequentemente, ampliou os horizontes para o crescimento do setor de seguros. o país se transformou e isso representa um desafio e uma oportunidade.  o brasileiro passou a entender que é por meio do seguro que ele protegerá suas conquistas. de nossa parte, ainda há muito a se caminhar para chegarmos à base da pirâmide e temos trabalhado, arduamente, nesse sentido. na lista de ações em desenvolvimento, a oferta de produtos para baixa renda, a conscientização da população por meio de campanhas de comunicação, a maior utilização dos meios eletrônicos remotos para a distribuição de produtos e a revisão dos processos para tornar o ciclo produtivo mais barato. igualmente relevante é a continuidade do programa de educação financeira, por meio de ações integradas com o poder público e entidades como a susep, a bovespa e a comissão de valores mobiliários (cvm), parceiros na estratégia nacional de educação financeira (enef), e a intensificação da oferta de seguros para as pequenas e médias empresas. diligentes e atentas aos sinais dos novos tempos, as empresas seguradoras sabem que todos os desafios aqui apresentados formam não somente uma base sólida, mas certamente se acentuarão no processo de construção das duas novas décadas. que venham os próximos vinte anos. fonte: r e v i s t a a p ó l i c e. * marco antonio rossi é presidente da confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização (cnseg).
21/08/2015

Plenário aprova prazo máximo de 30 dias para seguradoras pagarem indenização

  o prazo contará a partir da formalização, pelo segurado, do cumprimento das exigências estabelecidas em contrato o plenário da câmara dos deputados aprovou, nesta quinta-feira (20), o projeto de lei 2479/00, do deputado ricardo barros (pp-pr), que estipula o prazo máximo de 30 dias para as seguradoras pagarem indenização devida em razão de contrato de seguro. a matéria será enviada ao senado. de acordo com o substitutivo aprovado, da comissão de finanças e tributação, o prazo contará a partir da formalização, pelo segurado, do cumprimento das exigências estabelecidas em contrato e dependerá de prova de pagamento do prêmio devido antes da ocorrência do respectivo sinistro. justificativa técnica se a seguradora julgar que o segurado não cumpriu cláusulas da apólice que impeçam o pagamento da indenização, ela deve formalizar isso, mostrando razões e motivos de ordem técnica que justificam esta impossibilidade de efetuar o pagamento pedido. na hipótese de o caso ir parar na justiça e uma decisão judicial transitada em julgado for desfavorável à seguradora, o descumprimento do prazo de 30 dias provocará o pagamento de multa pecuniária de 10% dessa indenização corrigida monetariamente. prêmio fracionado se o valor do prêmio tiver sido fracionado e ocorrer perda total, real (quando há pessoas feridas ou mortas) ou construtiva (quando tem que reformar o bem), as prestações restantes deverão ser quitadas na ocasião do pagamento da indenização. todas as novas regras do projeto não serão aplicadas aos seguros cujas garantias de equilíbrio da apólice estejam a cargo de fundo público. as novas normas entram em vigor 90 dias após a data de publicação da futura lei. fonte: agência câmara notícias por eduardo íntegra da proposta: pl-2479/2000
19/08/2015

Rede privada suspende empréstimos consignados

 os bancos privados decidiram suspender as operações de financiamentos de crédito consignado para servidores federais. a decisão foi tomada depois que a empresa de software consist passou a ser investigada pelo ministério público e polícia federal, na operação lava jato. a federação brasileira dos bancos (febraban) divulgou ontem que as instituições financeiras estão revendo a participação no convênio de gestão firmado com as autoridades públicas. a suspensão não envolve os bancos oficiais como caixa econômica federal e o banco do brasil, que continuam a oferecer linhas de crédito na modalidade consignada. ontem, a rede de rádio cbn noticiou que teve acesso a comunicados reservados distribuídos por três bancos - itaú/bmg, bradesco e bom sucesso. nesse comunicado, a direção do banco avisou aos gerentes que esse tipo de financiamento passaria a ser bloqueado. a medida afeta todas as operações de crédito - tanto para quem deseja realizar um novo empréstimo, quanto quem precisa refinanciar ou fazer a portabilidade, e prejudica funcionários da ativa, aposentados e pensionistas. a empresa consist foi contratada para gerir o software que autoriza os pagamentos consignados, após acordo de cooperação técnica foi firmado entre o planejamento e sindicato nacional das entidades abertas de previdência complementar (sinapp) e associação brasileira de bancos (abbc). fonte: tribunal do norte
14/08/2015

Grupo Aspecir assina contrato com Prefeitura de Viamão

 o grupo aspecir esteve na cidade de viamão nesta quinta-feira, 13 de agosto. o objetivo da visita a prefeitura de viamão foi a assinatura de contrato para concessão de canal de desconto na folha do funcionalismo do município.   a parceria visa conceder aos funcionários do município de viamão acesso aos produtos de previdência, seguros e crédito consignado oferecido pelo grupo aspecir.   estavam presentes ao encontro o prefeito de viamão, valdir bonatto, o sócio proprietário da pl30 corretora, andré tavares da silva, o presidente do grupo aspecir milton machado e maurício dória.   todos são unânimes em afirmar que a parceria será um sucesso.

Proposta da previdência concede aposentadoria básica de até 700 reais para todas as pessoas


08/02/2019
O governo estuda diferentes propostas de reforma da Previdência. Uma delas foi vazada nesta semana, mas não se sabe se será a definitiva. Duas outras ideias avaliadas pelo governo concedem a todas as pessoas que completem 65 anos o direito de ganhar uma aposentadoria básica, de até R$ 700, mesmo que nunca tenham contribuído para a Previdência. Mas como funcionaria na prática?
Hoje, a grande maioria dos trabalhadores não tem direito a nada caso seu tempo de contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) seja inferior a 15 anos.

RENDA BÁSICA DO IDOSO

As propostas de uma “renda básica do idoso”, como têm sido chamadas, garantem um piso simbólico a todos, com valor um pouco inferior ao salário mínimo. Deixa de existir um período mínimo de contribuição: todos partem desse mesmo piso e, para cada ano contribuído, ganha-se um aumento proporcional na aposentadoria final a ser recebida, até o teto estipulado.
Por outro lado, as idades mínimas para se aposentar e o tempo de contribuição para chegar ao teto seriam maiores do que hoje. O teto (R$ 5.839 em 2019) também pode ficar mais baixo, sendo complementado por um regime de capitalização, sistema em que cada trabalhador faz uma espécie de poupança para a própria aposentadoria.

BENEFÍCIO MÍNIMO DE R$ 550 A R$ 698,60

Há duas propostas com o modelo de aposentadoria mínima: uma foi capitaneada pelo ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga e o economista Paulo Tafner, e a outra é assinada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) em parceria com as entidades de seguros e previdência privada FenaPrevi, Abrapp, CNSeg e ICSS.
Na proposta de Fraga e Tafner, a renda básica seria de 70% do salário mínimo (R$ 698,60 em 2019) e, na da Fipe, de R$ 550 em valores de hoje –equivalente a um quarto da renda média do país, atualmente próxima de R$ 2.200 por mês, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A proposta de Fraga pode ter algum peso porque ele participa de um conselho consultivo sobre Previdência criado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, com participação de economistas independentes.

“BASTA PROVAR QUE ESTÁ VIVO”

“Basta ter 65 anos, ir ao INSS e provar que está vivo”, disse Tafner, que também é pesquisador da Fipe. Segundo ele, a aposentadoria básica ajuda a limpar distorções e injustiças. “A pessoa que chega aos 65 anos com 10 ou 13 anos de contribuição não recebe nada”, disse.
É uma situação, segundo ele, especialmente comum entre os mais pobres, que passam mais tempo na informalidade ou desempregados se comparados a pessoas com escolaridade e níveis de renda mais altos.

PARA GANHAR MAIS, É NECESSÁRIO CONTRIBUIR

“É um benefício não contributivo, universal e incondicional”, disse o economista Hélio Zylberstajn, coordenador da proposta de reforma da Previdência apresentada pela Fipe.
Mas ter o direito a um benefício sem precisar fazer nada não vai desestimular as pessoas a contribuir com a Previdência ao longo da vida? “É por isso que o valor é pequeno”, afirmou Zylberstajn, que é pesquisador da Fipe e professor da Faculdade de Economia da USP (Universidade de São Paulo). “Se a pessoa quer chegar aos 65 anos e viver com mais de R$ 550 por mês, ela vai ter que contribuir.”

RENDA MÍNIMA ENTRARIA NO LUGAR DO BPC

Atualmente, é o BPC (Benefício de Prestação Continuada) que cumpre, em parte, essa função: ele garante uma aposentadoria básica, no valor de um salário mínimo, a deficientes e idosos de baixa renda. Também não é necessário ter contribuído para ter direito ao benefício. Nas duas propostas, o BPC deixa de existir. Deficientes também têm direito a recebê-la, independentemente de contribuições.
A diferença é que, se por um lado, muito mais pessoas receberiam o benefício, por outro, ele seria menor. É essa redistribuição dos recursos que garante o benefício universal sem que o déficit da Previdência aumente.
Além disso, ambas as propostas garantem economias mais profundas em outras frentes do sistema, com idades mínimas maiores do que as atuais (iriam para 65 anos para homens e mulheres), regras menos generosas para pensões e benefícios mais rigorosos para servidores públicos e militares.

COMO SERIA A RENDA BÁSICA DO IDOSO:

Na proposta Fraga/Tafner:
  • Valor: R$ 698,60 (70% do salário mínimo de 2019)
  • Reajuste anual: Pela inflação
  • Quem teria direito: Qualquer pessoa acima dos 65 anos e deficientes
  • Válida a partir de quando: Para aqueles que se aposentarem a partir do ano em que a reforma entrar em vigor
  • Teto da aposentadoria: R$ 3.952,07, chegando a R$ 5.645,81 (em valores de 2018) com o regime de capitalização
  • Idade mínima para aposentar: 65 anos para homens e mulheres
  • Tempo de contribuição para receber o teto: 40 anos (reduzido em até três anos para mulheres com filhos; quem tiver direito ao teto máximo e colaborar por mais de 40 anos, pode receber acima dos R$ 5.645,81 em proporção ao tempo extra de colaboração)
Na proposta da Fipe:
  • Valor: R$ 550 (em valores de 2018)
  • Reajuste anual: Pela inflação
  • Quem teria direito: Qualquer pessoa acima dos 65 anos e deficientes
  • Válida a partir de quando: Para nascidos a partir de 2005
  • Teto da aposentadoria: R$ 2.200 (em valores de 2018), podendo ser ampliado individualmente com o regime de capitalização, em proporção à renda recebida
  • Idade mínima para aposentar: 65 anos para homens e mulheres
  • Tempo de contribuição para receber o teto: 40 anos (35 anos para mulheres com filhos)(As informações são do portal UOL)
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Fonte: Jornal Contábil

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