22/08/2018

Amazon considera lançar site de comparação de seguros no Reino Unido

 embora não tenha ficado claro que tipo de seguro seria vendido, apólices de seguro residencial e de automóveis são populares em sites no reino unido. londres – a amazon está sondando algumas das principais seguradoras da europa para ver se contribuiriam com produtos para um site de comparação de preços no reino unido, no que seria uma grande incursão do gigante do varejo online dos estados unidos nos serviços financeiros da região. três executivos do setor disseram à reuters que conversaram com a amazon sobre o possível lançamento de um site. um deles disse que as conversas fazem parte de várias discussões que a amazon está tendo com as seguradoras. um segundo disse que não haver planos para um lançamento iminente. embora não tenha ficado claro de imediato que tipo de seguro seria vendido em qualquer site da amazon, as apólices de seguro residencial e de automóveis são populares em sites de comparação de preços existentes no reino unido. “como a amazon está aumentando a presença nas residências, seja com a entrega de produtos em casa, monitoramento de segurança, serviços domésticos como instalação wi-fi, você pode argumentar que o seguro é o próximo passo lógico para essa empresa”, disse o analista rj hottovy da morningstar. as fontes do setor se recusaram a ser identificadas, pois as conversas são confidenciais. a amazon se recusou a comentar. um site de comparação de preços da amazon para produtos de seguros representa um grande desafio potencial para os sites existentes no reino unido, considerando a tecnologia de ponta, o alcance e a base de clientes fiéis da empresa norte-americana. dois dos mais importantes são o comparethemarket.com, que mostra produtos de seguradoras, incluindo axa, hastings e esure; e o gocompare, que lista seguros de empresas como santander e lv. sinead cruise em londres, noor zainab hussain em bengaluru, jeffrey dastin e paresh dave em san francisco fonte: exame
22/08/2018

Seguro funerário: entenda como funciona e por que vale a pena ter

 a solução evita preocupações financeiras e burocráticas em um momento difícil da vida  seguro funerário: entenda como funciona e por que vale a pena ter - infomoney veja mais em: https://www.infomoney.com.br/conteudo-patrocinado/seguro-de-vida/noticia/7580262/seguro-funerario-entenda-como-funciona-e-por-que-vale-a-pena-ter
20/08/2018

Previdência: um dia você vai precisar dela

 tudo o que você precisa saber sobre aposentadoria, reforma da previdência social e previdência privada. tire suas dúvidas sobre o inss com renato follador! ser um frugalista você abriria mão do teu atual padrão de vida para se aposentar mais cedo? não ter mais o carro do ano, o celular com nova funcionalidade, a tv com mais polegadas, viagens mais curtas e dentro do país, menos jantares fora e cuidados extras no consumo? e se eu dissesse que, ao invés de se aposentar aos 65 anos, você poderia aos 55, abrindo mão de tudo isso que falei? pense bem, 10 anos a mais levantando cedo, aguentando o chefe, o engarrafamento no trânsito, para manter o mesmo padrão de vida ou 10 anos a mais aposentado, diminuindo o padrão de vida? pois sabem que essa última opção ganha cada vez mais adeptos na alemanha? uma corrente que defende um estilo de vida mais simples, gente que optou por viver frugalmente. o ex-meteorologista lars hattwig, há quatro anos, comprovou que já não precisava do salário, pois tinha acumulado na sua previdência privada o suficiente para sobreviver, desde que diminuísse os gastos. então esse berlinense de 47 anos deixou o emprego. a decisão lhe custou importantes esforços, virou mão de vaca durante um tempo, pois tinha medo do dinheiro acabar. “evitava acender a luz em casa, os banhos eram muito rápidos, comprava a comida mais barata”, lembra hattwig. mas essa fase passou e, hoje, vive bem com o que tem. os “frugalistas” se perguntam: “preciso realmente de todas essas coisas que a sociedade de consumo quer me convencer de que necessito?”. tirando o que se precisa para sobreviver com algum conforto, o dinheiro para pagar as contas e alguma poupança para os imprevistos, acredito que a felicidade é ter paz de espírito, é trabalhar no que se gosta e ter bons e fiéis amigos – mesmo que não sejam muitos. principalmente, a felicidade é ter tempo. tempo para fazer o que quiser. é isso aí, amigos. reflitam e façam as contas aqueles que gostaram da ideia. fonte:  tribuna do paraná
20/08/2018

De cada R$ 3 previstos no orçamento da União, R$ 1 será para rolar a dívida

 pagamento de juros e renovação de títulos em vencimento retiram dinheiro da economia real e limitam a capacidade do governo de investir em áreas sociais, como saúde, educação e segurança em 2019, de cada r$ 3 previstos no orçamento total da união, r$ 1 será destinado para rolar o serviço da dívida pública. se excluída a despesa da previdência, vale dizer que a cada r$ 10 do orçamento fiscal, entre r$ 4 a r$ 5 serão usados para honrar os credores. com base na lei de diretrizes orçamentárias (ldo) de 2019, sancionada na semana passada pelo presidente michel temer, a expectativa é de que o orçamento do refinanciamento da dívida pública federal alcance um montante de r$ 1,1 trilhão. ao passo que o orçamento da previdência social, provavelmente, ficará em torno de r$ 1 trilhão; e o orçamento fiscal (excluído o serviço da dívida) em r$ 1,4 trilhão. “cada real que o governo paga para o serviço da dívida, ele perde em capacidade de investimento na economia. todo esse dinheiro que vai para os juros, ele deixa de cuidar do que é importante para o futuro do país”, respondeu o professor da faculdade fipecafi, silvio paixão. dito de outra forma, quanto mais o governo gasta com o serviço da dívida, falta recursos para investimentos em saúde, educação, infraestrutura (exemplo, saneamento básico) e outras demandas da população brasileira. o professor considera que a renovação dos títulos em vencimento (rolagem da dívida) também “enxuga” (recolhe) os recursos que poderiam ir para a economia real. “os principais credores da dívida são fundos de pensão (previdência privada), fundos de investimentos e a tesouraria de bancos. esse dinheiro não volta para a economia real, porque preferem a segurança, a liquidez e a rentabilidade do tesouro”, explica paixão. entre a dívida mobiliária doméstica que estava no mercado em junho, r$ 900 bilhões eram detidos por planos de previdência privada (25%); r$ 957,1 bilhões por fundos de investimentos (26,5%), r$ 814,7 bilhões por instituições financeiras (22,5%); r$ 430,5 bilhões por estrangeiros (11,9%), e r$ 140 bilhões por seguradoras (3,9%). “os bancos rolam títulos diariamente no mercado”, completou o especialista. na avaliação do professor do ibmec, walter franco, o tesouro nacional não terá problemas para rolar sua dívida com seus credores no próximo ano, mas o indicativo é de que a dívida bruta do governo geral crescerá para 77% do produto interno bruto (pib) preocupa. “o próximo governo terá que planejar um programa de privatizações para abater o principal da dívida e conseguir melhorar seus indicadores”, alertou o professor. ele lembrou que a dívida bruta do governo geral (dbgg) superará r$ 5,7 trilhões, para um pib esperado de r$ 7,5 trilhões, segundo a ldo 2019. “é uma dívida bem significativa e com um déficit primário previsto de 132 bilhões, ou 1,75% do pib”, comentou franco. segundo o texto da ldo sancionada, a dívida bruta pode ficar em 77,7% do pib, e num cenário de estresse (crise) ir para 79,6% do pib em 2019. já a dívida líquida do setor público é estimada em 58,9% do pib, e num cenário de crise pode atingir 60,2% do pib. comparação e realidade para efeito de comparação dos números da ldo 2019, vale lembrar que o orçamento anual de 2017, elaborado antes dos efeitos da emenda constitucional do teto dos gastos registrava um orçamento fiscal de r$ 1,52 trilhão; gastos previdenciários de r$ 948,4 bilhões; e uma refinanciamento da dívida de r$ 946,4 bilhões. isto é, em um período de menos de dois anos, as despesas com a previdência social e o serviço da dívida aumentaram, enquanto o montante do orçamento fiscal recuou. “a questão da previdência é importante. mas o gasto financeiro também precisa cair. o que se gasta em termos de juros é altíssimo. cerca de 50% do orçamento fica com a rolagem da dívida. se não equacionarmos isso, não vamos ter dinheiro para mais nada. quero deixar claro que não passa por nossa ideia qualquer forma de calote, mas esse tema precisa ser discutido”, disse o professor da fundação getulio vargas (fgv), nelson marconi. o último boletim da dívida divulgado pelo tesouro mostra que entre julho de 2018 e junho de 2019 há r$ 760 bilhões em títulos públicos em vencimento, cerca de 20% do total do endividamento. se considerado a previsão de um estoque de dívida em mercado da ordem de r$ 4 trilhões no início de 2019, e juros básicos (selic), por exemplo, entre 6,5% e 8%, o pagamento de juros representará um montante aproximado de r$ 290 bilhões. “títulos prefixados mais antigos e de inflação mais longos pagam juros maiores que a selic”, observou franco. de fato, nos últimos 12 meses até junho, o custo médio da dívida pública ficou em 10,31%, ante 7,36% da selic média. fonte: dci
20/08/2018

Faça as contas: ao aposentar, só se dá bem quem planeja

  brasileiros não se preparam para a aposentadoria e podem se surpreender, da pior forma, quando ela chegar. é nesta fase que as despesas com saúde tendem a aumentar descansar, abrir o próprio negócio, viajar, ter mais tempo para a família ou tudo isso junto. esses são apenas alguns dos sonhos que as pessoas cultivam para quando se aposentarem. porém, boa parte dos brasileiros não se prepara para esse momento e podem se surpreender, da pior forma, quando ele chegar. é nesta fase, por exemplo, que as despesas com saúde tendem a aumentar. uma pesquisa feita pelo serviço de proteção ao crédito (spc brasil) e pela confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl), neste ano, mostra que apenas 19% dos brasileiros se preparam para a aposentadoria. outros 51% não se organizam no presente, mas farão isso em algum momento no futuro. esse quadro, segundo a especialista em direito previdenciário thaís riedel, deve mudar, já que as últimas discussões sobre a reforma no sistema previdenciário e a sua insustentabilidade fizeram com que boa parte da população ficasse mais atenta ao assunto. para ela, as pessoas pensavam que só iriam precisar da previdência quando ficassem velhas, porém viram que, se não pensarem no que fazer no presente, nem sempre dará tempo de correr atrás do tempo perdido. o trabalhador vai ganhar, ao se aposentar, um teto máximo de r$ 5.645. assim, é provável que tenha o salário diminuído de forma considerável. para mudar isso, só uma preparação fará diferença. e quanto mais jovem a pessoa começar esse planejamento, melhor. essa foi a receita que a servidora pública e empresária tawanna mendes, 26, começou a seguir há cinco anos, assim que passou em concurso público. sua família que nunca teve muito controle financeiro. assim ela se viu, ainda bem jovem, numa corda bamba para controlar o que ganhava e o que gastava. a promessa, assim que assumiu a vaga, foi de planejar toda a vida para que não conte apenas com o dinheiro que virá das contribuições à previdência social. “eu tenho metas de vida e assim que recebo separo cada parte. normalmente, esse é meu estilo de vida, então não sofro quando deixo de comprar algo de que não preciso nesse momento”, afirma a empresária. se para ela não é tão difícil retirar algo todo mês, para pensar no futuro, a última pesquisa divulgada pelo spc e pela cndl, sobre a preparação para a aposentadoria mostra que, sem um bom planejamento, muitos ainda têm que ralar para conseguir ajustar tudo. onde cortar                                                                   na pesquisa, 88% das pessoas declararam deixar de lado alguns gastos para pensar na aposentadoria. o maior corte é nas saídas de bares e restaurantes (49%). em seguida, compra de itens supérfluos de supermercados (46%) e gastos com viagem (40%). nem o plano de saúde escapa do corte de 21% dos entrevistados. apesar disso, nove em casa dez pessoas se mostraram dispostas a aumentar o tamanho da poupança atual para conseguir ter um salário maior quando parar de trabalhar. essa preocupação é mostrada, em especial, por 38% dos entrevistados que admitem que se contarem apenas com o valor da aposentadoria da previdência social não será suficiente para o seu sustento. para evitar dificuldades quando ficar mais velha, tawanna mendes retira 15% dos ganhos dela para investir, seja a média ou longo prazo. ela evitou a previdência privada. preferiu colocar boa parte de seus rendimentos no tesouro direto por ter perfil mais conservador. atrás do tempo perdido assim como tawanna mendes, a também servidora edlene santos da trindade, 52 anos, começou a trabalhar bem cedo. de origem baiana, com 15 anos, ela era atendente de uma padaria na asa norte. pouco depois de tornou babá e há 32 anos conseguiu sua vaga no serviço público. porém, ela demorou a despertar para a necessidade de se preparar para “pendurar as chuteiras”. “infelizmente só percebi o problema no fim da carreira. eu passei muito tempo pensando em fazer algo, mas sempre deixava para lá”, lamenta a mulher que está em contagem regressiva. ela vai parar de trabalhar em menos de três meses – dia 6 de novembro de 2018. os planos são de começar a mexer em um blog que fale sobre revisão de texto, além de descansar bastante. “eu comecei a trabalhar muito cedo. não aproveitei a minha juventude para viajar. quero fazer isso agora”, planeja. foi só em 2016, que ela percebeu que tinha agido errado boa parte da vida. assim, procurou maneiras de ajustar a vida financeira. uma das maneiras foi procurar ajuda especializada, enfim conseguida no hospital das finanças. hoje, ela separa uma parte do que recebe e coloca na poupança. ela sabe que é tarde, mas quis fazer algo antes que ficasse sem opções. queda nos ganhos o economista ronalde lins lamenta que a maioria dos brasileiros só presta atenção na aposentadoria quando começa a receber os primeiros salários com uma diminuição considerável. a média de queda, segundo ele, é de até 50% dos vencimentos recebidos anteriormente. aí, o jeito, para muitos, é voltar para o mercado de trabalho e se cansar mais um pouco. “é preciso fazer algo logo nos primeiros meses de carreira, em especial se perceber que a perda vai ser grande. quanto mais novo, menos vai ter que pagar por mês, já que tem o benefício do tempo. pode ser uma previdência privada ou algum investimento que seja de 5 a 10% do valor do salário”, aconselha. o economista ronalde lins, do conselho federal de economia (cofecon), mostra o que fazer em diferentes momentos da vida: aos 20: alguma contribuição deve ser feita logo nos primeiros salários. pode ser previdência privada ou tesouro direto. nessa etapa, o tempo é o grande aliado. “esquece um pouco a farra e pense que com muito menos com o que se gasta nas festas é possível começar a se preparar para a aposentadoria”, afirma. aos 40: a dificuldade para conseguir bom salário na aposentadoria é maior porque o tempo está mais curto. é preciso investir em algo mais ousado e com retorno mais rápido. outra possibilidade é investir valores bem mais altos para amenizar o tempo sem preparação. aos 60: nesse ponto, o economista já não recomenda uma previdência privada porque, mesmo com altos depósitos, o tempo é muito curto. o mais recomendado é procurar um auxílio profissional para ver o que seria melhor. se a escolha for por um investimento, é necessário que seja um de retorno muito rápido. outra saída vai ser trabalhar por mais alguns anos, mesmo após se aposentar. a intenção é organizar a vida financeira e ter uma sobra. fonte: jornal de brasília por joão paulo mariano
20/08/2018

Princípios do seguro e temas polêmicos do STJ foi tema de evento da ANSP

 no último dia 15, a academia nacional de seguros e previdência (ansp) promoveu um debate sobre "princípios do seguro e temas polêmicos do stj". o intuito foi colocar em discussão o contrato do seguro, o plc nº29/2017, alguma jurisprudência do stj, súmulas em desacordo com a boa doutrina securitária e o reajuste dos prêmios e contribuições. maurício gravina, advogado, professor e doutorando em direito mercantil pela universidade de leon - espanha, colocou em questão alguns princípios jurídicos do contrato do seguro, "para que o seguro seja legítimo é necessário que tenha um risco, que o risco seja preexistente. existem algumas exceções, por exemplo, no seguro de transporte se contrata uma apólice sem ter ideia do que será transportado durante o mês, mas mesmo dessa forma a companhia sabe do que se trata, sabe que existe o risco. não existe contrato sem causa". o advogado césar peixoto expôs em sua apresentação a problemática acerca do reajuste das contribuições securitárias e previdenciárias em decorrência da mudança de faixa etária. "quanto maior a idade, maior o risco, portanto maior o valor da contribuição e essa é uma lógica que não tem como fugir. todavia, esses cálculos e progressões precisam ser revistos de tempo em tempos tomando várias conjecturas, considerando o envelhecimento médio do grupo segurado, mas principalmente pelo grande aumento da expectativa de vida da população", explica peixoto. representando a academia, voltaire marensi discutiu as recentes súmulas do stj e o plc nº 29/2017. para voltaire, o direito deve ser justo, mas acima de tudo deve estar em perfeita sintonia com os princípios jurídicos que consagram práticas e regras, e que interage com instituições consolidadas ao longo de muitos anos. o presidente da ansp, joão marcelo dos santos, que mediou do debate, finalizou enfatizando: "tivemos um evento de muita qualidade e de grandes e precisas exposições. agradecemos a presença de excelentes palestrantes e de uma audiência muito qualificada". a programação foi organizada por voltaire giavarina marensi, coordenador da cátedra de direito do seguro da ansp, e edmur de almeida, diretor de fóruns acadêmicos da academia e coordenador das comissões de seguros de crédito, garantia e fiança locatícia do sincor-sp e da fenacor a abertura do evento ficou a cargo de rafael ribeiro do valle, diretor de comunicações da academia. fonte: oficina do texto
20/08/2018

Mercado financeiro mantém previsões para inflação e PIB neste ano

 instituições financeiras consultadas pelo banco central (bc) mantiveram a estimativa de crescimento da economia e da inflação neste ano. a informação consta da pesquisa focus, publicação elaborada semanalmente pelo bc, com projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos. a estimativa para o índice nacional de preços ao consumidor amplo (ipca) segue em 4,15%. para 2019, também foi mantida a projeção de 4,10%. para 2020, a estimativa é 4% e para 2021, foi ajustada de 3,93% para 3,90%. para 2018 e 2019, as estimativas estão abaixo do centro da meta que deve ser perseguida pelo bc. neste ano, o centro da meta é 4,5%, com limite inferior de 3% e superior de 6%. para 2019, a meta é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. para 2020, a meta é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente). para alcançar a meta de inflação, o bc usa como instrumento a taxa básica de juros, a selic, atualmente em 6,5% ao ano. de acordo com as instituições financeiras, a selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o final de 2018. para 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano. quando o comitê de política monetária (copom) aumenta a selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. quando o copom diminui a selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. a manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro neste ano, indica que o copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação. a projeção para a expansão do produto interno bruto (pib) foi mantida em 1,49% neste ano. para 2019, 2020 e 2021, a estimativa para o crescimento do pib segue em 2,5%. a previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em r$ 3,70 no final deste ano e no fim de 2019. jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/08/644601-mercado-financeiro-mantem-previsoes-para-inflacao-e-pib-neste-ano.html)
20/08/2018

Ouro fecha em alta, apoiado por câmbio e pela demanda da Ásia

 o contrato futuro de ouro fechou com ganhos nesta segunda-feira, 20. o dólar mais fraco foi um fator para ajudar na demanda, bem como o fato de que quedas recentes no preço impulsionaram a demanda entre os investidores, sobretudo na ásia. desde o início de 2018, o contrato do ouro recua mais de 10%. na comex, divisão de metais da new york mercantile exchange (nymex), o ouro para entrega em outubro fechou em alta de 0,88%, a us$ 1.190,20 a onça-troy. no câmbio, o dólar mais fraco ante moedas fortes torna o metal mais barato para os detentores de outras divisas, o que impulsiona o apetite dos investidores. além disso, o ouro vem de seis semanas seguidas de quedas. de acordo com o commerzbank, a demanda na ásia tem ganhado impulso, graças aos preços baixos. a china é a maior consumidora de ouro do mundo e a índia, a segunda. o banco alemão diz que operadores do metal aproveitam os preços mais baixos para repor estoques. o commerzbank acrescenta, contudo, que o sentimento entre os investidores nesse mercado continua a ser negativo, ainda com posições especulativas à espera de mais recuos no metal. jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/08/644654-ouro-fecha-em-alta-apoiado-por-cambio-e-pela-demanda-da-asia.html)  
20/08/2018

Petrobras: danos de explosão na Replan ainda são avaliados

 a petrobras, por meio de sua assessoria de imprensa, divulgou nota na qual reafirmou a informação de que a extensão dos dados na explosão na refinaria de paulínia (replan), em são paulo, ainda está sendo avaliada. mais cedo, o diretor de refino e gás natural, jorge celestino, disse ao broadcast, serviço de notícias em tempo real do grupo estado, que não há risco de a população ficar desabastecida por causa do acidente. a empresa conta com estoque e produção das demais refinarias para garantir a normalização da oferta. "a petrobras reforça seu compromisso com a segurança de suas operações e instalações adotando padrões da indústria mundial de petróleo. a refinaria conta com planos de emergência e sua equipe de contingência foi prontamente acionada para conter o incêndio, em conjunto com o corpo de bombeiros", informou a empresa em nota divulgada há pouco, na qual reitera que "não houve feridos e o incêndio já foi controlado". o incêndio atingiu parte de uma das unidades de craqueamento catalítico e de uma das unidades de destilação atmosférica, que fazem parte do processo de refino de petróleo. jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/08/644666-petrobras-danos-de-explosao-na-replan-ainda-sao-avaliados.html)

Renda Fixa ou Fundos de Previdência? Conheça as principais diferenças


09/01/2019
Renda Fixa ou Fundos de Previdência? Conheça as principais diferenças - InfoMoney

Veja mais em: https://www.infomoney.com.br/onde-investir/previdencia/noticia/7859348/pgbl-ou-vgbl-conheca-as-principais-diferencas-da-previdencia-privada
 

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