23/04/2019

Previdência com seguro?

 muita gente confunde seguro com previdência. são coisas diferentes, mas podemos dizer que são produtos que se complementam. o seguro cobre um risco. enquanto o seguro de automóvel cobre o risco de você ter o carro roubado ou batido, o de vida cobre o risco de você falecer e deixar alguém desamparado financeiramente. a previdência privada, por sua vez, é uma poupança de longo prazo. uma estratégia de investimento. fazer previdência é planejar financeiramente o futuro. no entanto, imprevistos podem ocorrer no meio do caminho e, por vezes, tornar impossível a realização dos planos de um futuro financeiro tranquilo e seguro. uma doença ou um acidente às vezes significam o fim da vida profissional. a incapacidade de produzir riqueza, de prover seu próprio sustento. para quem tem família, o risco é ainda maior! por isso, quando se pensa em previdência, deve-se pensar, também, em seguro! quem tem previdência, não pode deixar de agregar a seu plano, um seguro que pague uma renda por invalidez e, se tiver dependentes, uma pensão ou um pecúlio por morte. a solução é seguir uma estratégia que vai combinar previdência e seguro. desde o início do plano, a contribuição deve ser composta de duas parcelas: a contribuição previdenciária propriamente dita, e uma parcela para contratação das coberturas de invalidez e morte. no início do plano, a reserva previdenciária é ainda pequena. então, a cobertura de risco deve ser maior. com o tempo, e com o crescimento do patrimônio previdenciário, através das contribuições e do rendimento, a situação se inverte e diminui a necessidade de cobertura de risco. se a opção for contribuir sempre com um valor fixo, o valor total deve ser dividido. uma parte para a poupança, outra para o seguro. novamente, no início uma maior parte para as coberturas de risco. à medida que cresce a poupança previdenciária, menor será o valor da parcela destinada aos seguros. o próprio inss garante a seus segurados o pagamento da aposentadoria por invalidez e a pensão por morte a seus dependentes, mas em valores inferiores ao teto. resumindo, uma boa estratégia para aposentadoria deve combinar a contribuição para o inss e uma complementação através da previdência privada – o ideal é um plano de previdência cooperativo – aliada ao capital adicional de risco. isto garante atingir, com segurança, a renda desejada que permita a manutenção do padrão de vida na aposentadoria. fonte: portal tri tribuna
23/04/2019

IR 2019: Seguro obrigatório de carro DPVAT é isento, mas deve ser informado

 caso você tenha recebido indenização do seguro obrigatório de carros, o dpvat (danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre), ao longo de 2018, deve incluir esta informação na declaração de imposto de renda 2019, mesmo sendo isenta de ir. todo valor que você recebe como compensação por alguma perda precisa ser informado no imposto de renda. nesse quesito, entram as indenizações pagas por seguradoras, como é o caso do seguro dpvat, ou as provenientes de ações judiciais, por exemplo. onde declarar o dinheiro recebido do dpvat? o valor recebido do seguro dvpat deve entrar na ficha "rendimentos isentos e não tributáveis", na opção "outros" (código 26) da dec...   fonte: veja mais em https://economia.uol.com.br/imposto-de-renda/duvidas/ir-2019-indenizacao-dpvat-isenta.htm?cmpid=copiaecola  
23/04/2019

Aproveite a segunda-feira para investir e planejar seu futuro

  o primeiro dia útil da semana é velho conhecido das dietas. mas, que tal, desta vez, o foco ser a saúde do seu bolso? seja sincero: no réveillon, você prometeu cuidar da alimentação e, quem sabe, fazer algum exercício. em abril, os ovos de páscoa o fizeram lembrar do compromisso. mais uma segunda-feira chegou e, com ela, a retomada dessas metas, por vezes difíceis de cumprir. mas você já pensou na dieta financeira? como vai garantir uma renda estável e confortável no futuro? segundo nosso especialista, uma boa ideia é considerar uma previdência privada. “é de conhecimento comum dos brasileiros que a previdência social não vai ser suficiente para proporcionar a aposentadoria no futuro”, explica gabriel escabin, da btg pactual vida e previdência. “a previdência privada surge para garantir a aposentadoria confortável.” não por acaso, esse é um mercado que, no brasil, movimenta mais de 600 bilhões de reais por ano. além de prover o futuro, é uma forma de facilitar o planejamento financeiro do cliente. “muitas vezes, o investidor iniciante sabe que precisa de previdência, mas não tem conhecimento sobre por onde começar. no btg pactual, oferecemos uma equipe de suporte, sem taxa de carregamento, nem de entrada nem de saída”, diz. os clientes do banco contam com conteúdo em texto e vídeo, além da assessoria de consultores. por isso, acaba sendo uma opção atrativa para quem está começando e para investidores que já mantêm planos de previdência de outras empresas e decidem fazer a portabilidade. “é tão simples quanto mudar a operadora de celular: você contrata o btg e nós cuidamos da papelada e do contato com a empresa antiga”, garante escabin. com a vantagem de que, como não é um resgate, mas uma mudança, o investidor não paga impostos sobre a transação. três decisões para quem não sabe por onde começar, o banco oferece um simulador de previdência que permite, com base em perguntas simples e objetivas, descrever o perfil do investidor. o simulador ajuda a tomar algumas decisões importantes na hora de escolher o melhor plano. a primeira delas exige conhecer duas siglas: pgbl e vgbl. aproveite a assessoria do btg pactual digital. abra sua conta. o plano gerador de benefício livre (pgbl) é ideal para quem declara imposto de renda (ir) no formulário completo, porque todas as contribuições podem ser deduzidas até o limite de 12% da renda bruta anual tributável. já o vida gerador de benefício livre (vgbl) é indicado para quem usa o formulário simplificado para declarar ir ou ultrapassou o limite de 12%. no caso do vgbl, a tributação ocorre apenas sobre os rendimentos. no pgbl, recai sobre a soma da contribuição com o rendimento. “a diferença entre as duas opções está muito mais no processo de utilização de benefício fiscal ou de pagamento de imposto de renda no final do período”, ressalta o especialista. a segunda decisão a tomar é optar pela taxação progressiva ou regressiva. “a tabela regressiva reduz a alíquota de imposto ao passar do tempo de contribuição. já a tabela progressiva parte da isenção até chegar ao teto de 27,5%. a tabela regressiva dá um ganho pelo tempo, e a progressiva dá ganho pelo volume.” o terceiro passo, por fim, é comparar seguradoras, que oferecem produtos e fundos diferentes. no caso do btg pactual, o diferencial é sua estrutura multifundos, que reúne 13 fundos de previdência, de gestores diferentes, e permite que o investidor altere o fundo em que investe, sem burocracia, sem pagar taxas e sem precisar efetuar resgates. “em outras seguradoras, para fazer essa mudança, é preciso preencher um formulário e esperar, muitas vezes, 20 dias. aqui, a transferência é efetivada em 48 horas”, conta escabin. “outra vantagem é a eficiência na alocação, sem fazer segregação por patrimônio. a partir de um investimento inicial de 1 000 reais, o cliente tem acesso a todos os produtos.” aproveite a diversidade de produtos do btg pactual digital, abra sua conta e comece a investir. em outras palavras, o sistema multifundos permite que o investidor antenado com o mercado mude de fundo, sem burocracia, em busca da maior rentabilidade. com a segurança adicional proporcionada pelo fato de que 100% dos recursos são investidos em fundos geridos pelo próprio banco. dessa maneira, fica fácil fazer dieta. sem sofrimento, com praticidade e futuro garantido. fonte: exame por abril branded content
23/04/2019

Ramo de pessoas deve impulsionar crescimento do mercado de seguros em 2019

 os primeiros meses de 2019 já mostraram que o mercado de seguros tem um ano promissor pela frente. apesar de o cenário econômico nacional não ter evoluído muito, com a taxa de desemprego em 15,5%, o setor de seguros já apresenta números positivos. é o que aponta a última edição da carta de conjuntura do setor de seguros, agora produzida de maneira conjunta pelo sindicato das empresas de seguros e resseguros (sindsegsp) e o sindicato de empresários e profissionais autônomos da corretagem e da distribuição de seguros do estado de são paulo (sincor-sp). de acordo com o estudo, o faturamento do setor em fevereiro, sem contabilizar o ramo de saúde e o dpvat, foi de r$ 17,9 bilhões, o que representa avanço de 13% na comparação com o mesmo período do ano passado. a surpresa ficou com o ramo de pessoas (acidentes pessoais, vida, prestamista, educacional etc), que conseguiu avanço de 17%, superando, com folga, a taxa de inflação e arrecadando r$ 3,4 bilhões. os ramos elementares (automóvel, residencial, empresarial etc.) tiveram faturamento da ordem de r$ 5,6 bilhões, apresentando crescimento de 9%. para acessar o conteúdo completo, clique aqui: https://www.sincor.org.br/wp-content/uploads/2019/04/cartaconjuntura_marco_19.pdf
23/04/2019

Mudanças na aposentadoria

 governo envia proposta que altera regras para quem vai se aposentar   proposta no congresso   o governo apresentou a proposta de reforma da previdência em fevereiro e estabeleceu uma idade mínima para aposentadoria de 62 anos para as mulheres e 65 anos para os homens, além de 20 anos de contribuição. a proposta também prevê mudanças para servidores, professores, policiais, militares, nas pensões por morte, nas aposentadorias por invalidez e do deficiente, no fgts (fundo de garantia do tempo de serviço) de aposentados e até no abono do pis/pasep. ainda abre espaço para que comecem a taxar vale-refeição e férias. as mudanças ainda não estão valendo. o texto foi encaminhado ao congresso e espera votação na ccj (comissão de constituição e justiça).   veja mais em https://economia.uol.com.br/reportagens-especiais/reforma-da-previdencia-o-que-muda-na-aposentadoria/#proposta-no-congresso?cmpid=copiaecola
23/04/2019

Otimismo com CCJ e Nova Iorque em alta levam Ibovespa acima dos 95 mil pontos

 o ibovespa é negociado nesta terça-feira (23), em alta desde a abertura, superando os 95 mil pontos na máxima intraday. o movimento é fundamentado numa soma de fatores: alta nas bolsas de nova iorque após resultados corporativos trimestrais positivos, fim à possibilidade de greve dos caminhoneiros, esperança com aprovação da admissibilidade da reforma da previdência na comissão de constituição e justiça (ccj) após acordo com o centrão, alta do petróleo mesmo após a forte valorização nessa segunda-feira (22). às 11h13min, o ibovespa estava aos 95.868 pontos em alta de 1,35%. todas as blue chips colaboravam para essa valorização, sobretudo as ações da petrobras. em alta desde a abertura, não é possível, contudo, antecipar se o índice à vista encerrará o dia com variação positiva. tudo dependerá do desenrolar da reforma na ccj, onde os deputados iniciam a sessão à tarde. muitos analistas sugerem cautela para o dia. ainda que a valorização do petróleo sugira o mesmo comportamento para as ações da petrobras, analistas estudam se a correlação direta entre os dois preços segue valendo depois de o presidente jair bolsonaro ter interferido no reajuste do diesel na quinzena passada. os analistas da estatal, inclusive, assimilam a mudança na divulgação de ajustes de preços da gasolina e do diesel anunciada nessa segunda-feira. a empresa vai passar a registrar o valor por cada um dos 37 pontos de venda e não mais fazendo a média do mercado, como vinha divulgando. o detalhamento do preço de venda da petrobras é um antiga reivindicação da agência nacional do petróleo, gás natural e biocombustíveis (anp) e uma forma de o mercado comparar os valores divulgados pela agência com os da petroleira, a fim de verificar se a estatal está realmente praticando preços alinhados com mercado internacional. do noticiário corporativo, um dos destaques é a b3. o conselho de administração aprovou ontem a realização da segunda emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, da companhia, em série única, no valor total de r$ 1,2 bilhão. os títulos terão distribuição pública com esforços restritos de colocação. perto do horário acima, a on da b3 subia 1,44%. sobre a iminente greve no setor de transportes, o governo conseguiu chegar a um acordo que demoveu os caminhoneiros da ideia de paralisar os serviços e o país. além do pacote divulgado na semana passada e da mudança na forma de divulgação dos reajustes da petrobras, ficou acertado que o governo irá fiscalizar o cumprimento das tabelas de preço do frete e reajustá-las com as variações de preço dos combustíveis.   fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/680693-otimismo-com-ccj-e-ny-em-alta-levam-ibovespa-acima-dos-95-mil-pontos.html)
23/04/2019

Dólar oscila à espera de votação da Previdência na CCJ

 o compasso de espera pela possível votação do relatório da reforma da previdência na comissão de constituição e justiça (ccj) da câmara, no início da tarde desta terça-feira (23) deixa p dólar oscilando muito perto da estabilidade nos primeiros negócios. depois de abrir em queda, o dólar à vista subia 0,12%, aos r$ 3,9333, às 10h05min desta terça. o dólar futuro para maio recuava 0,14%, aos r$ 3,9325. nesta manhã, o secretário especial de previdência e trabalho, rogério marinho, negou, em entrevista à rádio cbn, que haja sigilo dos estudos que embasam a reforma da previdência e disse que é do interesse do governo a "transparência absoluta" dos documentos na comissão de mérito. traz alívio aos negócios o recuo dos caminhoneiros, que haviam marcado uma paralisação da categoria na próxima segunda-feira, dia 29, após o aumento de r$ 0,10 no preço do diesel no último dia 12. a categoria voltou atrás após reunião de quase quatro horas com o governo, que prometeu fiscalizar o cumprimento da tabela de preços mínimos para o frete rodoviário e reajustar a tabela segundo as mudanças do preço do diesel. no exterior, o índice do dólar opera em leve alta e a moeda americana também sobe majoritariamente frente a divisas de países emergentes exportadores de commodities. os investidores internacionais buscam o dólar em meio a comentários de que os líderes chineses planejam agora focar reformas estruturais, em vez de lançar mais medidas de estímulos diante do desempenho melhor do que o esperado de sua economia no primeiro trimestre. o produto interno bruto (pib) chinês do primeiro trimestre assim como os números de produção industrial e vendas no varejo do último mês vieram acima das expectativas.   fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/680688-dolar-oscila-a-espera-de-votacao-da-previdencia-na-ccj.html)  
23/04/2019

'O escritório está na sua mão', avisa presidente da Cisco no Brasil

 o presidente da cisco no brasil, laércio albuquerque, contou, ao falar com jornalistas nesta terça-feira (23), no rio de janeiro, como foi contratado para o principal cargo da gigante de tecnologia no país. "não toquei na mão de nenhuma pessoa. é algo louco", descreveu o executivo, há três anos no posto. albuquerque fez todo o processo de seleção por meio de sistema de telepresença, com uso de teleconferência. a aplicação que a cisco desenvolveu para atividades que envolvem colaboração se chama webex, usado desde a seleção de pessoal a tarifas do dia a dia das equipes da empresa. o presidente citou o próprio exemplo para mostrar como a companhia encara o uso de plataformas digitais para essas tarefas. "os cidadãos podem se comunicar com plataformas de comunicação e colaboração. este é um dos principais pilares da cisco na era digital", resumiu. este mecanismo de seleção revela muito mais sobre a gigante. albuquerque diz que revela "parte da cultura", que é "anywhere office", todo o lugar é o escritório, o local de trabalho. "o escritório está na sua mão", traduz. com a maior conexão e uso de interfaces, a ideia é que tecnologias e soluções são desenvolvidas em qualquer ligar. "não tem obrigação de estar fisicamente na empresa." e completa: "nesta companhia (cisco), não é comum perguntar onde a pessoa está."   fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/680689-o-escritorio-esta-na-sua-mao--avisa-presidente-da-cisco-no-brasil.html)
18/04/2019

Plano de previdência privada é impenhorável, decide TRT-2

 devido ao caráter de subsistência, fundos de previdência privada são impenhoráveis. assim decidiu a 9ª turma do tribunal regional do trabalho da 2ª região ao considerar que esse tipo de plano deve receber o mesmo tratamento que o salário, a pensão e a aposentadoria. no processo, a autora pediu que fossem penhorados os planos de previdência dos sócios da devedora, já que não foram encontrados bens em nome da empresa para quitar a dívida trabalhista. ao manter a sentença, 9ª turma do trt-2 disse que os saldos da previdência são impenhoráveis, pois possuem caráter de subsistência do devedor e de sua família, ainda que no futuro. "isso porque referidos valores de previdência privada podem vir a ser a única fonte de recursos do devedor em idade avançada — justamente quando mais for necessário — restando claro o caráter alimentício dos valores", explicou o relator, desembargador sergio junqueira machado. fonte: consultor jurídico com informações da assessoria de imprensa do trt-2

Seguradoras pressionadas com nova abordagem das normas IFRS


05/11/2018
Grandes seguradoras globais iniciaram os preparativos para a IFRS 17 e a IFRS 9, mas as pequenas ainda estão atrasadas. Confira os detalhes.
Internacional – As grandes seguradoras globais iniciaram os preparativos para a IFRS 17 (que diz respeito aos contratos de seguros e que passa a vigorar em 1⁰ de janeiro de 2021) e a IFRS 9 (norma sobre instrumentos financeiros que deverá ser adotada em conjunto para a maior parte das empresas seguradoras), mas as pequenas ainda estão atrasadas, de acordo com um novo relatório “Participando para vencer”, da KPMG Internacional.
67% das grandes seguradoras pesquisadas estão na fase de concepção de projeto ou implementação da IFRS 17 e 64% estão em posição semelhante com relação à IFRS 9. Em comparação, entre as pequenas seguradoras, somente 10% e 25% iniciaram a concepção de projeto ou a implementação da IFRS 17 e da IFRS9, respectivamente.
Segundo o estudo, mesmo diante do progresso de muitas seguradoras, ainda há obstáculos para tornar a IFRS 17 e a IFRS 9 operacionais: 90% delas afirmaram que esperam dificuldades para garantir um número suficiente de pessoas fazer o trabalho e metade delas está preocupada com o orçamento.
“As organizações globais que estão mais adiantadas com os projetos são as que mais sentem a pressão do tempo. Quanto mais fazem, mais percebem como a implementação das novas normas é desafiadora. As pequenas seguradoras, que fizeram um mínimo de preparativos, precisam se engajar urgentemente nessa tarefa.
Já aqui no Brasil, espera-se que o IFRS 9 seja obrigatório para seguradoras que não estão ligadas a banco somente quando o IFRS17 entrar, e sobre esse último, as entidades ainda não possuem prazo regulamentar”, afirma o sócio da KPMG no Brasil, Lúcio Anacleto.

Pessoal e treinamento são necessidades críticas

Ainda de acordo com a pesquisa, 45% das grandes seguradoras no mundo já têm equipes com 50 ou mais integrantes e metade delas já recrutou até 25 pessoas. O levantamento mostrou ainda que o treinamento é uma necessidade crítica e que até agora a maioria das seguradoras só capacitou os membros das equipes de implementação.
A maioria das grandes seguradoras pesquisadas, 97%, vê a implementação nas novas normas IFRS como uma oportunidade de transformar os negócios, com foco na otimização do processo (77%), aperfeiçoamento do processo atuarial (65%) e modernização do sistema (58%).
“Os custos da implementação da IFRS 17 e da IFRS 9 são significativos, mas a pesquisa demonstra que as oportunidades apresentadas são ainda maiores. Com as novas normas, as seguradoras passaram a ver as estratégias e processo financeiro e atuarial de novo ângulo.
A transição pode ser um catalisador da inovação e do desenvolvimento dos talentos dos seus líderes emergentes”, analisa.

Desafios operacionais

O levantamento identificou também que os novos desafios operacionais ficam claros à medida em que os preparativos avançam: somente 7% das seguradoras pesquisadas acreditam que estarão prontas a tempo para os dois anos da execução paralela; mais da metade (56%) prevê somente um ano de execução paralela antes de se firmarem.
“Em última instância, é um ponto crítico para as seguradoras a atenção à evolução das questões de interpretação para que os impactos sobre as demonstrações financeiras sejam bem entendidos e que haja um diálogo com os investidores sobre as mudanças que podem esperar”, acrescentou.

A pesquisa

O relatório “Participando para vencer” (do original em inglês, In it to win it: Feedback from insurers on the journey IFRS17 and 9 implementation one year in) fez uma abordagem da implementação da IFRS 17 e da IFRS 9, realizada com base em uma pesquisa com 160 executivos de seguradoras de mais de 30 países.
A maior porcentagem de empresas (37%) é composta, 19% são seguradoras de ativos e responsabilidade civil, sendo 7%, resseguradoras. São consideradas grandes seguradoras as que tiveram prêmios superiores a US$ 10 bilhões e pequenas as que tiveram prêmios abaixo de US$ 1 bilhão.

Fonte: L.S. Revista Apólice

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