19/10/2018

Em 10 anos, Rio Grande do Sul terá mais idosos do que crianças

 o leitor, provavelmente, lembra, ainda dos seus tempos de estudante, nas aulas de geografia do ensino médio, das pirâmides etárias. aqueles gráficos, criados para representar a distribuição etária da população ao longo de décadas, mostram um cenário atual e uma projeção futura. no caso do brasil, a base da pirâmide costumava ser larga, e o topo, estreito. ou seja, até pouco tempo atrás, o número de indivíduos jovens superava, em muito, o de idosos. as projeções para o decorrer do século xxi, muitas vezes associadas aos países mais ricos, por outro lado, indicavam uma tendência de envelhecimento da população, com o topo alargando, e a base ficando cada vez mais estreita. aquilo que era projeção, agora, é realidade. não apenas em nações com um estado de bem-estar social mais avançado, mas também no brasil. vivemos, nas primeiras décadas deste século, um momento crucial de transição entre as duas pirâmides etárias. caminhamos, portanto, a passos largos, para um cenário de envelhecimento da população. hoje, a faixa etária acima de 65 anos é composta por 19,2 milhões de pessoas, pouco mais de 9% do total de brasileiros. em 2060, segundo dados da projeção de população, pesquisa que estima os padrões de crescimento da população, revisada em 2018 pelo instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge), um quarto (25,5%) dos brasileiros terá mais de 65 anos. até pode parecer um horizonte distante se pensarmos apenas em 2060. mas basta olhar para o cenário gaúcho para ver o imediatismo da situação. o rio grande do sul vai ser o primeiro estado brasileiro a ter mais idosos do que crianças em sua população. e a reversão vai acontecer logo: daqui a pouco mais de 10 anos, em 2029. isso porque os gaúchos já atingiram - e devem manter, nos próximos 40 anos - um patamar baixo de nascimentos, na casa de 1,68 filhos por mulher. enquanto isso, em paralelo, a expectativa de vida não para de crescer. hoje, é de 79,29 anos entre os gaúchos. em 2060, será de 83,91. consequentemente, aumenta a proporção de idosos em relação aos jovens. embora a principal discussão em torno da transição demográfica seja pautada pela necessidade de uma reforma na previdência social, o contexto de envelhecimento traz à tona uma série de questionamentos ao brasil: por que estamos vivendo mais? como estamos tratando a população mais velha? quais são as necessidades sociais e médicas dessa faixa da população? e quais os segredos de quem passou dos 90 anos? "a medicina e a sociedade precisam se adaptar a essa nova realidade", ressalta o professor titular da faculdade de medicina da universidade federal do rio grande do sul (ufrgs) gilberto schwartsmann.   controle de doenças cardiovasculares, dieta e exercício físico favorecem vida longa são várias as explicações, por exemplo, para a diminuição da fecundidade: o avanço dos métodos contraceptivos, o planejamento familiar, a entrada das mulheres no mercado de trabalho e o processo de urbanização. mas o questionamento mais intrigante, quando pensamos no envelhecimento proporcional da população, não é por que estamos tendo menos filhos, mas, sem dúvida, por que estamos vivendo mais? a lista de motivos é extensa. é consenso que ações tomadas no século xx têm resultado prático até hoje. por exemplo, melhorias estruturais em saneamento e higiene, além de políticas públicas de vacinação em larga escala, foram fundamentais para vivermos cada vez mais. além disso, nas últimas décadas, alguns avanços da medicina também impactaram positivamente. nesse sentido, o professor titular da faculdade de medicina da universidade federal do rio grande do sul (ufrgs) gilberto schwartsmann e o médico cardiologista fernando lucchese destacam a contribuição da redução da mortalidade por causas cardiovasculares no aumento da expectativa de vida. "as pessoas estão medindo mais a pressão arterial, o que aumenta o controle sobre problemas cardiovasculares. também estão com mais informações sobre dieta, principalmente sobre os perigos do excesso de sal, criou-se uma cultura do exercício físico e do controle da obesidade, e há mais diagnóstico sobre a diabete", pontua schwartsmann. "a compreensão dos fatores de risco da doença cardíaca aumentou a sobrevida dos corações. os corações duram mais porque sabemos, por exemplo, a importância do exercício físico e do controle e correção do colesterol", completa lucchese. portanto, a prática de exercícios físicos, associada a uma atenção especial à dieta, é princípio básico caso o indivíduo queira ter uma vida longa. outro fator decisivo - e no qual o brasil se saiu bem nas últimas décadas - é o combate ao cigarro, responsável por doenças como câncer e enfisema pulmonar. a criação de leis proibitivas e de campanhas educacionais surtiu efeito. o brasil experimentou uma redução drástica no número de fumantes: segundo o ministério da saúde, a incidência do hábito de fumar caiu 36% nos últimos 15 anos. em 2016, quando a pesquisa foi publicada, apenas 10,2% dos adultos brasileiros fumavam.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/especiais/medicina_e_saude/2018/10/651920-em-10-anos-rio-grande-do-sul-tera-mais-idosos-do-que-criancas.html)
19/10/2018

Governo deve agir para que empresas tornem acessos IoT mais seguros, diz NEC

 segundo a consultoria ey, mais de 70% dos dispositivos têm vulnerabilidades. os dispositivos de internet das coisas ainda são muito vulneráveis a ações de criminosos digitais e este cenário não deve mudar a menos que haja uma regulação exigindo padrões mínimos de segurança. essa foi a posição defendida por executivos durante painel sobre o assunto na futurecom 2018 realizado hoje. rogério reis, head de cybersecurity da nec foi taxativo. “o usuário não compra segurança. airbag nos carros pegou porque veio a lei obrigando a instalação. brinquedo se tornou mais seguro porque norma obriga passar pelo inmetro. é preciso forçar, por legislação e regulação, a segurança na iot”, falou. também o grupo atuarial allianz tem tal percepção. “há um derramamento de iot no mundo, diversas empresas xing ling instalando e vendendo produtos sem qualquer segurança. e nós empresas temos que escolher conforme o nível de segurança. as políticas públicas precisam pressionar pra a melhora dos dispositivos acontecer”, ressaltou cassio menezes, head de segurança da informação e privacidade de dados da empresa. para os executivos, a lei geral de proteção de dados não endereça a questão. mas o mctic acredita que a regulamentação do texto poderá ser mais preciso, embora ainda distante das necessidades da companhias que trabalham com coleta a tratamento de dados obtidos através da iot. “o decreto [com a regulamentação] não vai resolver, mas o governo trabalha na questão. o importante é o governo garantir que haja desenvolvimento do setor”, falou otavio caixeta, diretor do departamento de ecossistemas digitais do ministério. o consenso entre os executivos é de que uma solução deve vir rapidamente. segundo levantamento da consultoria ey feito em 2016, 70% dos dispositivos iot em uso no mundo tinham vulnerabilidades. “acredito que hoje o número seja maior, não houve melhora”, alertou raphael gomes, gerente senior de aconselhamento em segurança digital. segundo ele, cinco fatores fazem com que a iot esteja repleta de ameaças: a falta de atualização do software usado; a falta de a concepção do sensor já levar em conta a segurança (segurança by design); a possibilidade de falha humana devido ao pouco conhecimento do produto; e a manutenção indevida. “depois que o device é implantado, ele é simplesmente esquecido, sem qualquer monitoração ou controle”, disse. a seu ver, a regulação se faz necessária, mas não precisa vir do legislativo. “uma norma da abnt ou outro mecanismo, como exigência de certificação, pode ser suficiente”, concluiu. fonte: tele síntese por rafael bucco
19/10/2018

A Palavra de Ordem é Inovação

 pesquisando, participando de eventos diversos, conversando com superintendentes das maiores e melhores seguradoras ranqueadas na susep e analisando seguros nos últimos anos, pude constatar enorme urgência e necessidade por parte dos corretores e das seguradoras, no contexto nacional e também internacional, por inovação (ou seria renovação) em seus produtos, processos e processamento de informações. a conjuntura (mercado, economia, pessoas e etc) mudou drasticamente e ter um bom site, um bom seguro, uma boa assessoria e um esquadrão de corretores não é mais suficiente… hoje é primordial corretores de seguros focados em encantar, educar, surpreender o segurado com algo a mais… atualmente são necessárias as vendas consultivas de seguros, onde se analisam as necessidades reais, orçamento, contexto, futuro e a tal da persona (em substituição ao perfil do século xx). por isso a palavra de ordem para todo o ecossistema de seguros é reinventar-se. prova disso é o choque de gerações (x, y, z e as que estão por chegar na economia, tipo a alpha), as mudanças de hábitos, as transformações que um aplicativo provoca, a telemetria, o que uma insurtech traz para o mercado e as tendências futuras que estão por vir. neste contexto, nós, corretores de seguros brasileiros, precisamos ser mais críticos, desafiadores, pioneiros e, por que não, buscar incansavelmente inovação (renovação)? sem esquecer o passado e nossos históricos, novas referências e mais flexibilidade nos produtos são imprescindíveis. considero urgente o desenvolvimento de produtos populares para combater e extinguir a ação das associações de proteção (cooperativas de proteção), sem desprezar experiências e conhecimentos importantes, que hoje em dia ainda são realidades absolutas no contexto dos produtos da pujante indústria de seguros. nossa nova geração de clientes busca por produtos mais flex, como seguro de vida que ofereça a cobertura de câncer de próstata, de útero, de ovário; seguro ou plano de saúde com ou sem obstetrícia; que considerem gênero para cálculos no seguro automóvel, por exemplo, já que estamos nos adequando às personas e não mais ao perfil do segurado. outra realidade é que os novos consumidores não priorizam mais a posse, mas sim o compartilhamento por significar menos consumo e mais diversão e experiências. com a prática do carro compartilhado e a perspectiva de veículos autônomos, também surgem novas necessidades, novas estatísticas, novos cenários, novas possibilidades. como consequência dessa transformação no mercado, adequações e flexibilizações nas relações diretas da indústria de seguros, que engloba seguradoras, corretores, segurados, ens, sincor, susep, ibracor, fenacor e cnseg serão essenciais para que tenhamos em breve a tão desejada cultura securitária em um país que anseia por educação de trânsito, ambiental, financeira, previdenciária e política. a tecnologia é linda e necessária, mas esbarra em variáveis humanas. que sejamos inovadores na busca de oportunidades e competentes no desenvolvimento e crescimento sustentável do mercado de seguros, com leads, robôs, disrupção, insurtechs, blockchain, inteligência artificial (i.a.) e seres humanos. fonte: portal nacional de seguros por marcelo tenedini via /cqcs
19/10/2018

Seguradoras que transformam seus negócios e modelos operacionais podem obter US$ 375 bilhões em novas receitas, afirma estudo da Accenture

 são paulo, outubro de 2018 – seguradoras do mundo todo podem obter us$ 375 bilhões em novas receitas ao longo dos próximos cinco anos por meio da transformação e revitalização de seus negócios, segundo estudo da accenture. o documento “insurance as a living business” conclui que as seguradoras que inovam continuamente e se adaptam às mudanças nas necessidades dos clientes conseguirão aproveitar oportunidades emergentes de crescimento e ultrapassar seus concorrentes. a pesquisa estima que essas seguradoras poderiam, juntas, gerar us$ 177 bilhões adicionais em receitas relacionadas a cinco áreas principais: riscos emergentes como cibersegurança e veículos autônomos; melhor penetração em mercados que até agora se mostram de difícil rentabilização; serviços de valor agregado que ajudam a reduzir o risco dos clientes, como dispositivos conectados dentro das casas para detectar problemas de manutenção antes que causem danos; parcerias comerciais expandidas, dentro e fora do ecossistema de seguros, para criar ofertas mais personalizadas para os consumidores; e a monetização de ativos como dados, plataformas e algoritmos. outros us$ 198 bilhões em novas receitas representam a mudança potencial em participação de mercado dentro das mesmas cinco áreas principais, favorecendo seguradoras que adotam a transformação em troca de concorrentes menos responsivos. de acordo com o estudo, a inovação e a adaptação às mudanças nas necessidades dos clientes exigirão das seguradoras o desenvolvimento de bancos de talentos mais fluidos, agilização da infraestrutura já existente, uso de dados e analytics para personalizar seus serviços de forma mais efetiva e a criação de uma equipe de liderança forte e de uma cultura organizacional aberta a novas ideias e abordagens. "a indústria de seguros, tal como a conhecemos hoje, está à beira de um ambiente de negócios totalmente novo", diz hugo assis, líder da prática de seguros na accenture para américa latina. "separar-se da manada e capturar novas oportunidades de receita exige uma mudança na visão de negócios - do foco no produto para o foco no cliente; de modelos operacionais rígidos para modelos mais fluidos e ágeis que respondam rapidamente às preferências dos clientes; e de atuar sozinho no mercado para parcerias com insurtechs e gigantes tecnológicos que podem ajudar na exploração de novos segmentos de clientes e no fortalecimento de suas marcas". o estudo recomenda uma série de passos que as seguradoras podem tomar para ampliar suas oportunidades de crescimento. dentre esses passos estão o desenvolvimento de uma estratégia digital que abranja novos modelos e tecnologias para a empresa como um todo - incluindo inteligência artificial, blockchain, contratos inteligentes e a internet das coisas (iot) - para que possa oferecer serviços mais personalizados e rápidos, além de tirar o máximo proveito das informações de seus clientes, o seu bem mais precioso, para maior customização de suas ofertas. além disso, o estudo identifica cinco áreas - ligadas a seguros gerais, vida & acidentes e mercado de médias empresas - para crescimento de receitas nas quais as seguradoras de seguros poderiam lançar novos produtos e serviços ou aumentar o alcance do seu portfólio atual. maneiras novas e mais eficientes de mirar segmentos de mercado difíceis de alcançar. com a proliferação dos novos canais (on-line e celular) e tecnologias (analytics e geolocalização), as seguradoras podem acessar segmentos de difícil alcance, como microsseguros ou emissão imediata de seguros de vida, para aumentar a sua participação no mercado de forma eficiente. isso poderia gerar us$ 144 bilhões em novas receitas. oportunidades para novos riscos. as seguradoras devem desenvolver novas ofertas para riscos emergentes, como seguros para ataques cibernéticos e novas exposições por conta do surgimento dos veículos autônomos. isso poderia gerar us$ 111 bilhões em novas receitas. funções intermediárias e ecossistemas não tradicionais. as relações com as insurtechs e empresas de outros setores podem oferecer às seguradoras a oportunidade de se engajarem com os clientes de forma diferente e descobrir novas fontes de valor. isso inclui a entrada das seguradoras em ecossistemas existentes e operados por plataformas online como google, amazon, facebook e apple para que possam se conectar com clientes que já usam essas plataformas, incluindo os assistentes virtuais. esta abordagem poderia gerar us$ 80 bilhões em novas receitas. de acordo com o estudo, três quartos (76%) das novas receitas nas linhas de seguros gerais e acidentes provavelmente virão desses relacionamentos pouco tradicionais. monetização de plataformas e modelos de dados. as seguradoras podem oferecer seus ativos - dados, análises de clientes, plataformas e modelos de serviços, algoritmos de riscos, etc. - para parceiros que poderiam se beneficiar com eles. isso poderia gerar us$ 28 bilhões em novas receitas. serviços de valor agregado. as seguradoras devem focar os serviços personalizados que ajudam a reduzir os riscos do cliente, como o uso de wearables que ajudam pessoas idosas a ficarem em casa por mais tempo, além da venda e gestão de dispositivos conectados para o lar. isso poderia gerar us$ 12 bilhões em novas receitas. "a manutenção do padrão atual de negócios não é sustentável", afirma assis. "os lucros e receitas das seguradoras estão sendo pressionados pelo crescimento das insurtechs e da presença cada vez maior de empresas de tecnologia com fortes relacionamentos personalizados com seus clientes. a inovação - para além de agregadores e distribuidores on-line - precisa ser uma prioridade para o setor. as operadoras que fizerem as mudanças certas nos seus negócios, compreenderem seus clientes e responderem rapidamente e sem medo às suas demandas com ofertas relevantes e inovadoras terão maiores possibilidades de aumentar sua participação de mercado e capitalizar com as oportunidades emergentes". fonte: portal nacional de seguros por sergio pedroso
19/10/2018

Qual a próxima onda?

 estamos vivendo uma era na tecnologia, que podemos chamar de 4ª revolução industrial ou a revolução da indústria 4.0. e depois de ter passado por outras três grandes revoluções, podemos dizer que essa está sendo a mais transformadora de todas. e não pelo que ela está fazendo com as relações humanas e de trabalho, pois as outras também trouxeram grandes mudanças para a sociedade, mas pela velocidade e pelo impacto que ela está causando. essa revolução está criando um mercado novo, disruptivo, algo inimaginável há 5 ou 10 anos. mas o que é mais disruptivo dessa nova era é a rapidez com que as novas tecnologias estão sendo desenvolvidas e estão chegando às prateleiras, e o quanto elas estão exigindo que cada vez mais as empresas e os profissionais acompanhem esse processo. e o principal desafio é justamente se manter atualizado e com a mesma velocidade. e quando o assunto é inovação, ainda há um longo caminho a percorrer. no ranking mundial de inovação elaborado pela universidade de cornell, pela escola de negócios insead e pela organização mundial da propriedade intelectual (ompi), deste ano, o brasil aparece na 64ª posição. e apesar de ter saltado cinco posições, depois de 2 anos estagnado, o país, que tem o 8º maior pib – produto interno bruto – do mundo, e é a maior potência econômica da américa latina e caribe, ainda está atrás dos vizinhos chile (47ª posição), costa rica (54ª) e méxico (56ª). mas o que pode parecer um atraso, pode ser também uma oportunidade. até porque, nós do mercado de tecnologia e fornecedores de soluções e inovação, estamos percebendo é que a ti finalmente deixou de ser uma preocupação somente do cio e passou a ser parte estratégica das corporações. além disso, a necessidade da transformação digital vem impulsionando cada vez mais os investimentos em tic. segundo estimativa do gartner, os investimentos em tecnologia previstos para esse ano são 4,5% maiores do que no ano anterior. o montante deve chegar em us$ 3,7 trilhões. a dúvida que fica é no que investir? qual é a próxima onda? a aposta, depois da migração para a nuvem, é que tecnologias como internet das coisas, inteligência artificial e analytics impulsionem esse crescimento. o estudo do gartner, mostra que somente ia deve gerar us$ 2,9 trilhões em investimentos até 2021. o segmento de software também tem grande destaque para nos futuros aportes. isso porque as empresas devem apostar cada vez mais no modelo de saas (software as a service), que deve receber o montante de us$ 389 bilhões, o que representa 9,5% dos investimentos previstos. e a razão dessa tendência é simples. as tecnologias que têm foco na experiência dos usuários são as que mais devem ter espaço nas futuras inovações. além disso, o iot aliado ao analytics, são capazes de fazer análises preditivas, e isso pode ajudar a desenvolver produtos mais assertivos, reduzir custos e etc., portanto, se é isso que prometem serem as novas ondas do futuro, cabe a nós, fornecedores de tecnologia, buscarmos pelas melhores soluções e entendermos que muitas vezes os principais desafios, também podem ser grandes oportunidades. e para quem ainda não se deu conta da necessidade de mudar a rota, de investir em novas tecnologias e apostar na inovação, ainda é tempo! fonte: portal nacional de seguros por helio suzuki
19/10/2018

Empresários da indústria estão mais confiantes, diz CNI

 o índice de confiança do empresário industrial aumentou 0,9 ponto em relação ao mês passado e alcançou 53,7 pontos em outubro. com isso, o indicador acumula uma alta de 4,1 pontos nos últimos quatro meses. os resultados da pesquisa divulgada nessa sexta-feira (19) pela confederação nacional da indústria (cni) mostram que o empresário voltou a mostrar mais confiança na recuperação da economia. os indicadores variam de zero a 100 pontos. quando estão acima de 50 mostram que os industriais estão otimistas. a média histórica do índice é de 54,1 pontos. "mesmo com a sequência de bons resultados, o índice encontra-se 1,8 ponto abaixo do registrado em maio de 2018, antes da paralisação dos serviços de transporte de carga. o índice de confiança do empresário industrial de outubro ainda é 0,4 ponto inferior à sua média histórica e 2,3 pontos inferior ao registrado em outubro de 2017", diz o estudo. de acordo com a cni, embora haja uma percepção de piora nas condições atuais das empresas e da economia, as expectativas para os próximos seis meses estão mais otimistas e estimulam a retomada da produção e dos investimentos. entretanto, a melhora do índice em outubro deve-se, exclusivamente, às expectativas do empresário. neste mês, o índice de condições atuais caiu para 45,8 pontos e está 0,9 ponto abaixo do registrado em setembro. é a segunda queda consecutiva do indicador e, segundo a cni, mostra que o empresário percebe a piora crescente de suas condições correntes de negócios, tanto na economia brasileira quanto nas condições da empresa. no entanto, o índice de expectativas para os próximos seis meses subiu para 57,8 pontos e ficou acima da linha divisória dos 50 pontos, que separa o pessimismo do otimismo. a confiança é maior nas grandes empresas, segmento em que o índice alcançou 54,9 pontos. nas pequenas, o indicador alcançou 52,1 pontos e, nas médias, 53 pontos. a pesquisa mostra ainda que os empresários de todo o país estão otimistas. o índice de confiança do empresário industrial está acima de 50 pontos em todas as regiões. neste mês, o indicador aumentou no nordeste, no sul e no sudeste e recuou no norte e no centro-oeste. a pesquisa ouviu 2.759 empresas entre 1º e 15 de outubro. dessas, 1.094 são pequenas, 1.034 são médias e 631 são de grande porte. o estudo completo está disponível na página da cni.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/653324-empresarios-da-industria-estao-mais-confiantes-diz-cni.html)
19/10/2018

Dólar cai com força de moedas emergentes e sinais de estímulo chinês após PIB

 o dólar opera em baixa ante o real desde os primeiros negócios desta sexta-feira (19). às 9h48min desta sexta-feira (19), o dólar à vista caía 0,43%, a r$ 3,7118. o dólar futuro de novembro recuava 0,30%, a r$ 3,7140. o real brasileiro se beneficia do fortalecimento de moedas emergentes e ligadas a commodities na esteira do avanço do yuan. a moeda chinesa se recuperou após perdas registradas durante a madrugada à medida que autoridades de pequim se esforçaram de maneira coordenada para tranquilizar investidores após o anúncio de crescimento econômico abaixo do esperado. o produto interno bruto (pib) chinês teve expansão anual de 6,5% no terceiro trimestre, um pouco abaixo das expectativas (6,6%) e no ritmo mais fraco desde o início de 2009. o banco dbs prevê que o país asiático manterá uma política monetária acomodatícia e também que, se todas as importações chinesas passarem a ser tarifadas pelos eua, "pequim terá de responder com uma substancial realavancagem da economia". as atenções dos investidores locais seguem ainda nos nomes para o primeiro escalão e prioridades da agenda econômica do futuro governo do brasil. a vantagem de 18 pontos para jair bolsonaro (psl) em relação a fernando haddad (pt) na pesquisa datafolha, divulgada na noite dessa quinta-feira (18), só reforça a aposta na possível vitória do capitão reformado, que foi inclusive amplamente precificada nos ativos financeiros, segundo operadores do mercado. na pesquisa, bolsonaro tem 59% dos votos válidos, contra 41% de haddad.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/653318-dolar-cai-com-forca-de-moedas-emergentes-e-sinais-de-estimulo-chines-apos-pib.html)  
19/10/2018

Nova Iorque em alta ajuda Ibovespa para voltar aos 85 mil pontos

 após um dia de forte correção, o ibovespa tem abertura positiva nesta sexta-feira (19), no último pregão da semana e seguia em alta amparada por seus pares no exterior. o ambiente externo favorável dá espaço para que, por aqui, os investidores estejam mais propensos às compras. às 10h52min, o ibovespa tinha alta de 1,15%, aos 84.810,37 pontos. pouco antes do fechamento deste texto, o ibovespa acelerou o ritmo de alta rumo aos 85 mil pontos após os mercados acionários em nova iorque renovarem máximas na sessão. antes mesmo da abertura do pregão dos pares americanos, o índice à vista por aqui já ensaiava o retorno ao patamar que havia largado nessa quinta-feira (18). "hoje é um dia de ajuste às quedas de ontem. no exterior, isso não significa uma tendência de alta, uma vez que pesa a percepção de risco em relação ao aperto monetário dos estados unidos", disse nicolas balafas, da planner corretora. "no plano interno, o mercado já pavimenta uma alta com o candidato pró-mercado jair bolsonaro dando sinalizações ainda superficiais, mas positivas." nos estados unidos, o dow jones subia 0,76% e o nasdaq avançava 1,09%. também os contratos futuros de petróleo operavam em alta, com bret subindo 1,59% e o wti, 1,28% no horário acima. mais cedo, as bolsas chinesas embarcaram num rali à medida que autoridades do governo da china vieram a público de maneira coordenada para tranquilizar investidores após a divulgação de números de crescimento econômico abaixo do esperado. investidores apostam nas ações do governo chinês para conter esse movimento. a alta no mercado acionário asiático ajudou os pares europeus, que pouco antes do fechamento deste texto, saiam do negativo e já operavam com sinais mistos. na cena interna, com as pesquisas de intenção de voto sinalizando liderança com folga de jair bolsonaro (psl), os agentes de mercado voltam os olhos para a formação da equipe econômica do eventual futuro presidente, principalmente para a presidência do banco central, uma vez que paulo guedes já está definido como ministro da fazenda. guedes mostra preferência pela manutenção de ilan goldfajn no cargo, mas rumores de que ele não ficaria no cargo desencadearam, na tarde de quinta, certa cautela dos investidores pelas incertezas inerentes ao tema. destaque ainda para leilão de privatização da cesp. mais cedo, o governo de são paulo conseguiu reverter a decisão judicial que suspendia o processo de renovação de contrato de concessão da hidrelétrica de porto primavera, principal ativo da companhia. a entrega das propostas, prevista para às 10h, foi adiada para às 12h.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/653323-nova-iorque-em-alta-ajuda-ibovespa-para-voltar-aos-85-mil-pontos.html)  
16/10/2018

Plenário pode votar projeto com novas regras para serviços de seguros

 a comissão de assuntos econômicos aprovou na quarta-feira (10) um projeto que visa aumentar a segurança dos cidadãos que usam serviço de corretagem de seguros (plc 7/2013). segundo o texto, o exercício da profissão de corretor de seguros dependerá da prévia obtenção de um título de habilitação, o qual será concedido pela superintendência de seguros privados (susep). a proposta seguiu para exame do plenário. a reportagem é de larissa bortoni, da rádio senado. https://www12.senado.leg.br/noticias/audios/2018/10/plenario-pode-votar-projeto-com-novas-regras-para-servicos-de-seguros/@@download/file

Seguro auto online: será o fim das corretoras de seguros?


10/10/2018
O mercado brasileiro de seguros vem crescendo, só no ano passado o crescimento foi de 7%, se comparado ao mesmo período do ano de 2016. Estes números são da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros, esta é uma publicação mensal, assinada pelo (SINCOR-SP) Sindicato dos Corretores de Seguros do estado de São Paulo.

O mercado de seguros vem sofrendo em alguns setores, assim como os demais ramos do país, todos sabem dos mais de 14 milhões de desempregados, mesmo aquelas pessoas que ainda tem os seus empregos, mesmo aquelas pessoas que ainda tem os seus empregos, tiveram que fazer reanálises de contas pessoais para poder seguirem em frente.

No ramo de seguros, os serviços mais afetados foram: seguro auto e seguro residência, por mais que o segurado tente ou queira manter o seguro já existente, outras prioridades os levam a desistir deste tipo de contratação de serviço. O número de empresas e profissionais autônomos "aventureiros" era grande, essas empresas e profissionais não prestavam a assessoria necessária aos seus clientes, unindo isso a crise, acabaram desistindo de atuar no mercado de seguros. Isso acabou deixando a maioria dos fechamentos e controle deste tipo de serviço na mão de grandes corretoras, que conseguem fazer a prestação de pós-venda com muito mais qualidade e segurança.

Resiliência - Essa palavra define muito bem o desempenho de crescimento no ramo de seguros. Mesmo com um cenário negativo no Brasil, até o momento, neste ano de 2018, houve uma arrecadação de R$ 117,9 bilhões, se compararmos ao crescimento, dentro do mesmo período em 2016, somando os números, o crescimento até o momento do setor de seguros foi de 3,5%. Lembrando que fora descontado o valor de arrecadação do seguro DPVAT, cujo o volume de prêmios foi reduzido neste ano por norma do CNSP (Conselho Nacional de Seguros Privados. Através de dados divulgados pela SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), a evolução do mercado até o momento é de 5,3%. Os dados mencionados foram reunidos pela CNSEG e publicados no boletim conjuntural da Carta do Seguro.

Segundo Márcio Coriolano, presidente da CNSEG, em editorial da Carta de Seguro, as maiores taxas, seguidas pela ordem dos ramos de maior contribuição, se representam assim: Seguro auto com 5,8%; PGBL, com 12,6%; Vida Coletiva, com 7,1%; Vida Individual, com 25,5%;Vida Risco Tradicional, com 19,00%, e Rural, com 17,8%. Comparando com a revitalização do ramo automotivo, os planos de acumulação de VGBL diminuíram seu ritmo de crescimento, tendo atualmente uma evolução de 4,3%, após as taxas superlativas em 2016, e do primeiro trimestre de 2018".

Indo além da Crise - Segundo o Diretor Geral da CotandoSeguro.com, Anderson Luis Gimenez, a empresa Cotando, que é uma corretora de seguros de São Paulo, atendendo também a nível Brasil, o crescimento no ramo de seguros, mesmo com a crise, foi de 32% até o momento, neste ano de 2018, em relação ao mesmo período no ano de 2017. Isso só mostra o quanto a diferença de uma assessoria de qualidade, um bom atendimento, informações claras e um pós-venda de qualidade, podem fazer total diferença em um negócio, ressalta Anderson. Com informações passadas pelo diretor da Cotando Seguro, podemos ter uma base a nível nacional.

Tecnologia e a crise - Segundo alguns especialistas, a tecnologia será responsável pela queda substancial do volume de prêmios em alguns segmentos de seguros tradicionais, como o seguro auto que de acordo com o relatório AON de 2018, o setor de seguros de automóveis terá uma queda de 40% no volume dos prêmios entre os anos de 2018 e 2050, neste período, os veículos autônomos deverão estar totalmente elaborados e desenvolvidos nos principais mercados do país.

A visão dos corretores de seguros para o mercado atual

Mesmo com o grande crescimento no setor de seguros, muitos corretores não conseguem aguardar a concretização das comissões. O sistema de recebimento no ramo de seguros é a longo prazo, o corretor precisa ter paciência para receber sua remuneração. Ainda existe um fluxo muito grande deste tipo de profissional. Os corretores que são sozinhos (autônomos), acabam desistindo de continuar a tentar conseguir efetivar vendas de seguros, que por sua vez, acabam procurando outros ramos de venda para poder suprir suas necessidades pessoais.

Os grandes profissionais do ramo sabem que precisam ter um pouco de paciência para conseguirem fazer belas comissões, caso o profissional não tenha essa mentalidade empreendedora, acaba que ficando para trás, ressalta Anderson Luis.

Diante dos números estatísticos e da mudança do mercado no decorrer dos próximos anos, ter noção dos riscos é fundamental para a readaptação do profissional corretor. "O profissional corretor de seguros, deve se reinventar como consultor especializado, sabendo e entendo como agregar mais valor a cada cliente atendido. Somente aqueles profissionais que entenderem que a tecnologia não é inimiga, mas sim uma aliada, continuarão subindo nos degraus do sucesso no ramo de corretagem de seguros, complementa Anderson Luis Gimenez diretor da CotandoSeguro.com.

Fonte: Portal Terra

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Atendimento ao
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