03/05/2019

‘Pílulas’ para tornar sonhos em realidade

 método de desenvolvimento pessoal quer inspirar pessoas a alcançar objetivos quem não quer tomar ansiolítico nem antidepressivo quando se vê numa encruzilhada da vida, pode tentar a solução para angústias e novos rumos com as mais de 100 “pílulas” – sobre uma diversidade de temas – aplicadas caso a caso, após diagnóstico inicial, que formam o pira – programa intensivo de reestruturação assistida. “inspiramos pessoas a transformar seus sonhos em objetivos reais, concretos e palpáveis”, afirma ricardo piza, que após 20 anos atuando em diagnósticos clássicos de planejamento patrimonial e sucessório percebeu que o grande diferencial era focar no desenvolvimento pessoal, com projetos e superação. visão holística dos problemas “pira é um programa inclusivo, dirigido a todos aqueles que querem desenvolver suas capacidades e potencialidades. sua aplicação é metafuncional. objetiva uma melhoria contínua do ser-humano, para a vida e para o mundo. por conta disso, não separa a vida em pessoal e profissional. longe disso, aplica uma visão holística sobre o participante”, explica pizza, que cobra, me média, de r$ 350 a r$ 1 mil por programa, dependendo da quantidade de “pílulas”, determinadas em consultas trimestrais, feitas por planners treinados e desenvolvidos pelo criador do método. contra colapso emocional piza esclarece que os objetivos das pessoas que demandam o pira são bastante diversos – desde o rico que quer ascender socialmente até quem se encontra em colapso emocional por querer trilhar algum caminho, mas não sabe como atingir a meta. “em um diagnóstico inicial, as necessidades de cada participante são avaliadas e é sugerido um treinamento para o desenvolvimento e à melhoria de certos aspectos necessários ao passo seguinte”, comenta. como o foco do programa é na pessoa, pode ser aplicado independente da área de atuação do participante. reforma aumenta procura... a tramitação da reforma da previdência no congresso, com forte tendência ao endurecimento nas regras atuais para aposentadorias e pensões, já está resultando na ampliação do mercado de previdência privada. no vale do paraíba, interior paulista, por exemplo, a plátano investimentos, escritório vinculado à xp investimentos, constatou aumento de 300% na demanda por esse tipo de produto. “desde o início do debate da reforma, as pessoas buscam a melhor alternativa no mercado e como contratar um plano de previdência privada”, diz paulo naressi, sócio da plátano. ...por previdência privada o assessor de investimentos rodolfo manfredini explica que, para contratar uma previdência privada, as pessoas devem considerar alguns fatores. “para garantir uma renda futura, a pessoa deve primeiro saber escolher uma instituição que tenha experiência nesta gestão, o investidor deverá ficar atento às regras do plano escolhido, como cláusulas sobre portabilidade, carregamento, saída e sobre as taxas de administração”, ressalta. a previdência privada consiste em aplicações em fundos de investimentos que, no futuro, podem ser resgatadas ou transformadas em renda mensal. julgamento no stj na próxima quarta-feira (8), o superior tribunal de justiça (stj) deve julgar dois recursos repetitivos de relevante repercussão para o setor imobiliário. no caso do tema 970, discute-se a possibilidade de cumulação de cláusula penal estabelecida previamente em contrato com indenização suplementar, naqueles casos em que há atraso na entrega da obra pelo incorporador, explica vanessa tavares lois do marins bertoldi advogados. já no tema 971, a questão é a possibilidade de  inversão da cláusula penal em desfavor da construtora em virtude de sua inadimplência ao não entregar o imóvel no prazo. “além da importância das decisões do ponto de vista jurídico, que norteará o julgamento dos mais de 10 mil processos suspensos em todo o território nacional, o impacto também será econômico. todos os pedidos indenizatórios realizados numa ação podem chegar até 46% do valor do imóvel”, esclarece a especialista em direito imobiliário. benefícios ao consumidor (i) a cuponeria, plataforma pioneira de cupons grátis do brasil, terminou 2018 com a marca de 1 milhão de cupons de desconto emitidos por mês, movimentando mais de r$ 100 milhões e crescimento de 50% em novos usuários. hoje, são cerca de 4,5 milhões de cuponeiros. só no ano passado, a empresa gerou economia de r$ 70 milhões para os clientes. ao todo, já são mais de 1000 empresas parceiras, incluindo gigantes, como: kfc, marisa, unilever e burger king. depois de receber investimento do bradesco no ano passado, os planos para 2019 seguem ambiciosos: a startup quer crescer mais de 50% e fechou parcerias com empresas como ambev, visa e cinepólis, conta nara iachanm, umas das três sócias da empresa brasileira. benefícios ao consumidor (ii) na busca constante por inovação e por oferecer hábitos de compra mais inteligentes para os consumidores, a cashback world, maior comunidade de compras do mundo, multicanal e multissetorial, que permite aos seus associados receberem cashback a cada compra feita, trouxe ao brasil o evoucher – novo recurso digital para facilitar a realização do pagamento durante uma compra. ele permite adquirir vales-compras digitais, diretamente no cashback app ou no portal da empresa. “agora, é possível pagar pelas compras com valores já adquiridos das marcas selecionadas e ainda ganhar até 5% do valor da compra e shopping points”, diz davi damazio, diretor geral da myworld, operadora da cashback world no brasil. para fisgar o consumidor diante do fraco desempenho das vendas previsto para o dia das mães, comemorado neste 12 de maio, os lojistas estão lançando mão de todos os esforços para atrair os consumidores. o shopping higienópolis, por exemplo, entre 2 e 12 de maio, promove o “compre e ganhe”. nas compras  a partir de r$ 600,00, o cliente ganha um sabonete líquido para o corpo, da l’occitane en provence. já o complexo tatuapé - formado pelo shopping metrô tatuapé e shopping metrô boulevard tatuapé – vai sortear dois jeep compass sport automático 2.0, modelo 2019 0 km.  "o dia das mães é uma das datas mais importantes para a família e o varejo. por isso, desejamos devolver este presente com produtos que proporcionem alegria para mães dos mais diferentes estilos", afirma danilo senturelle, gerente de marketing do complexo tatuapé.  
03/05/2019

Confiança do empresário do comércio recua 1,5% em abril, aponta CNC

  o índice de confiança do empresário do comércio (icec), medido pela confederação nacional do comércio de bens, serviços e turismo (cnc), recuou 1,5% na passagem de março para abril. na comparação com abril do ano passado, no entanto, houve uma alta de 9,4%. segundo a cnc, a queda de 1,5% de março para abril ocorreu por causa das expectativas dos empresários em relação ao futuro (-2,3%) e pelas intenções de investimentos (-1,9%). a intenção de contratar funcionários, por exemplo, caiu 4,6%. já a confiança no momento presente cresceu 0,4%, principalmente por causa de uma avaliação melhor em relação à situação atual do setor (0,7%). na comparação com abril do ano passado, a confiança na situação atual cresceu 16,7%, principalmente por causa da avaliação sobre a economia (24,9%). as expectativas cresceram 6,1% e as intenções de investimento, 7,7%. segundo o presidente da cnc, josé roberto tadros, as vendas do comércio do início do ano apresentaram as maiores taxas de crescimento desde 2014, o que gerou expectativas positivas para 2019. “no entanto, a perda na força das vendas e o ritmo das medidas que poderiam dar sustentabilidade à retomada do crescimento, como a reforma da previdência, vêm contribuindo para um cenário de cautela do empresário, o que se reflete na queda do icec”, disse. - jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/682311-confianca-do-empresario-do-comercio-recua-1-5-em-abril-aponta-cnc.html) o índice de confiança do empresário do comércio (icec), medido pela confederação nacional do comércio de bens, serviços e turismo (cnc), recuou 1,5% na passagem de março para abril. na comparação com abril do ano passado, no entanto, houve uma alta de 9,4%. segundo a cnc, a queda de 1,5% de março para abril ocorreu por causa das expectativas dos empresários em relação ao futuro (-2,3%) e pelas intenções de investimentos (-1,9%). a intenção de contratar funcionários, por exemplo, caiu 4,6%. já a confiança no momento presente cresceu 0,4%, principalmente por causa de uma avaliação melhor em relação à situação atual do setor (0,7%). na comparação com abril do ano passado, a confiança na situação atual cresceu 16,7%, principalmente por causa da avaliação sobre a economia (24,9%). as expectativas cresceram 6,1% e as intenções de investimento, 7,7%. segundo o presidente da cnc, josé roberto tadros, as vendas do comércio do início do ano apresentaram as maiores taxas de crescimento desde 2014, o que gerou expectativas positivas para 2019. “no entanto, a perda na força das vendas e o ritmo das medidas que poderiam dar sustentabilidade à retomada do crescimento, como a reforma da previdência, vêm contribuindo para um cenário de cautela do empresário, o que se reflete na queda do icec”, disse. - jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/682311-confianca-do-empresario-do-comercio-recua-1-5-em-abril-aponta-cnc.html)o índice de confiança do empresário do comércio (icec), medido pela confederação nacional do comércio de bens, serviços e turismo (cnc), recuou 1,5% na passagem de março para abril. na comparação com abril do ano passado, no entanto, houve uma alta de 9,4%. segundo a cnc, a queda de 1,5% de março para abril ocorreu por causa das expectativas dos empresários em relação ao futuro (-2,3%) e pelas intenções de investimentos (-1,9%). a intenção de contratar funcionários, por exemplo, caiu 4,6%. já a confiança no momento presente cresceu 0,4%, principalmente por causa de uma avaliação melhor em relação à situação atual do setor (0,7%). na comparação com abril do ano passado, a confiança na situação atual cresceu 16,7%, principalmente por causa da avaliação sobre a economia (24,9%). as expectativas cresceram 6,1% e as intenções de investimento, 7,7%. segundo o presidente da cnc, josé roberto tadros, as vendas do comércio do início do ano apresentaram as maiores taxas de crescimento desde 2014, o que gerou expectativas positivas para 2019. “no entanto, a perda na força das vendas e o ritmo das medidas que poderiam dar sustentabilidade à retomada do crescimento, como a reforma da previdência, vêm contribuindo para um cenário de cautela do empresário, o que se reflete na queda do icec”, disse. - jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/682311-confianca-do-empresario-do-comercio-recua-1-5-em-abril-aponta-cnc.html) o índice de confiança do empresário do comércio (icec), medido pela confederação nacional do comércio de bens, serviços e turismo (cnc), recuou 1,5% na passagem de março para abril. na comparação com abril do ano passado, no entanto, houve uma alta de 9,4%. segundo a cnc, a queda de 1,5% de março para abril ocorreu por causa das expectativas dos empresários em relação ao futuro (-2,3%) e pelas intenções de investimentos (-1,9%). a intenção de contratar funcionários, por exemplo, caiu 4,6%. já a confiança no momento presente cresceu 0,4%, principalmente por causa de uma avaliação melhor em relação à situação atual do setor (0,7%). na comparação com abril do ano passado, a confiança na situação atual cresceu 16,7%, principalmente por causa da avaliação sobre a economia (24,9%). as expectativas cresceram 6,1% e as intenções de investimento, 7,7%. segundo o presidente da cnc, josé roberto tadros, as vendas do comércio do início do ano apresentaram as maiores taxas de crescimento desde 2014, o que gerou expectativas positivas para 2019. “no entanto, a perda na força das vendas e o ritmo das medidas que poderiam dar sustentabilidade à retomada do crescimento, como a reforma da previdência, vêm contribuindo para um cenário de cautela do empresário, o que se reflete na queda do icec”, disse. - jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/682311-confianca-do-empresario-do-comercio-recua-1-5-em-abril-aponta-cnc.html)o índice de confiança do empresário do comércio (icec), medido pela confederação nacional do comércio de bens, serviços e turismo (cnc), recuou 1,5% na passagem de março para abril. na comparação com abril do ano passado, no entanto, houve uma alta de 9,4%. segundo a cnc, a queda de 1,5% de março para abril ocorreu por causa das expectativas dos empresários em relação ao futuro (-2,3%) e pelas intenções de investimentos (-1,9%). a intenção de contratar funcionários, por exemplo, caiu 4,6%. já a confiança no momento presente cresceu 0,4%, principalmente por causa de uma avaliação melhor em relação à situação atual do setor (0,7%). na comparação com abril do ano passado, a confiança na situação atual cresceu 16,7%, principalmente por causa da avaliação sobre a economia (24,9%). as expectativas cresceram 6,1% e as intenções de investimento, 7,7%. segundo o presidente da cnc, josé roberto tadros, as vendas do comércio do início do ano apresentaram as maiores taxas de crescimento desde 2014, o que gerou expectativas positivas para 2019. “no entanto, a perda na força das vendas e o ritmo das medidas que poderiam dar sustentabilidade à retomada do crescimento, como a reforma da previdência, vêm contribuindo para um cenário de cautela do empresário, o que se reflete na queda do icec”, disse. - jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/682311-confianca-do-empresario-do-comercio-recua-1-5-em-abril-aponta-cnc.html)o índice de confiança do empresário do comércio (icec), medido pela confederação nacional do comércio de bens, serviços e turismo (cnc), recuou 1,5% na passagem de março para abril. na comparação com abril do ano passado, no entanto, houve uma alta de 9,4%. segundo a cnc, a queda de 1,5% de março para abril ocorreu por causa das expectativas dos empresários em relação ao futuro (-2,3%) e pelas intenções de investimentos (-1,9%). a intenção de contratar funcionários, por exemplo, caiu 4,6%. já a confiança no momento presente cresceu 0,4%, principalmente por causa de uma avaliação melhor em relação à situação atual do setor (0,7%). na comparação com abril do ano passado, a confiança na situação atual cresceu 16,7%, principalmente por causa da avaliação sobre a economia (24,9%). as expectativas cresceram 6,1% e as intenções de investimento, 7,7%. segundo o presidente da cnc, josé roberto tadros, as vendas do comércio do início do ano apresentaram as maiores taxas de crescimento desde 2014, o que gerou expectativas positivas para 2019. “no entanto, a perda na força das vendas e o ritmo das medidas que poderiam dar sustentabilidade à retomada do crescimento, como a reforma da previdência, vêm contribuindo para um cenário de cautela do empresário, o que se reflete na queda do icec”, disse. - jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/05/682311-confianca-do-empresario-do-comercio-recua-1-5-em-abril-aponta-cnc.html)  
26/04/2019

Levy diz que reforma pode favorecer investimentos em infraestrutura

 os impactos da reforma foi o tema debatido em seminário no bndes o presidente do banco nacional de desenvolvimento econômico e social (bndes), joaquim levy, disse nesta quinta-feira (25), no seminário novo ciclo de investimentos em infraestrutura e o setor de construção civil, que a liberação de recursos públicos para a área de infraestrutura do país pode ser favorecida com a reforma da previdência. segundo levy, o planejamento esbarra na capacidade do estado e a vontade política da sociedade de escolher entre pagamentos continuados em aposentadorias ou ter uma parcela maior do produto interno público (pib, soma de todos os bens e serviços do país) destinado ao investimento. levy questionou o motivo de se fazer a reforma da previdência no país e deu logo a resposta. “a gente está fazendo a reforma da previdência porque o dinheiro está todo bloqueado, quase, assim, enforcado pelas despesas correntes de transferência e obrigatórias, e não sobra nada para fazer o investimento”, disse. recursos a falta de recursos foi apontada pela secretária de fomento, planejamento e parcerias do ministério de infraestrutura, natália marcassa, como principal fator de investimentos em infraestrutura. “não existe planejamento se a gente não consegue capital fixo”, disse, referindo-se à pouca margem de manobra que o governo tem no orçamento, diante das despesas obrigatórias. “não existe discussão de planejamento antes da previdência nesse país”, completou. ppi o secretário especial do programa de parcerias de investimentos (ppi), vinculada à presidência da república, adalberto vasconcelos, disse que o órgão conta com 70 técnicos e nos 30 meses de funcionamento registra resultados concretos. foram qualificados 193 projetos em diversos setores, entre eles, de energia, petróleo e gás, aeroportos e pré-sal. “o programa por si só é um êxito porque segue uma linha de governança”, observou. de acordo com vasconcelos, o governo atual entendeu a importância do ppi, cuja estrutura foi reforçada com uma secretaria de licenciamento ambiental. para ele, o importante é que a partir do ppi os projetos começaram a ser discutidos de forma integral com todos os órgãos envolvidos, o que ajuda formatação mais segura e evita que sejam paralisados ao longo do tempo. “se a gente perder esse ganho que o ppi trouxe, se a gente não tiver um planejamento consistente, a gente não vai chegar a lugar nenhum”, disse. seguro a superintendente da superintendência de seguros privados (susep), solange paiva, disse que o seguro na área de infraestrutura é uma das preocupações do órgão, porque pode facilitar o crescimento de investimentos no setor. segundo ela, o interesse das companhias para uma maior participação no setor de infraestrutura tem aumentado. solange disse que está em análise no congresso um projeto de lei que trata do assunto e as seguradoras têm demonstrado capacidade de assumir maior participação nas obras. “a seguradora terá uma participação mais efetiva na obra”. tcu o secretário-geral adjunto de controle externo do tcu, marcelo luiz de souza eira, disse que não há projetos parados em análise no tribunal. segundo ele, parte se deve à integração que passou a ocorrer com o governo federal na elaboração dos projetos, o que não costuma ocorrer com estados e municípios. luiz eira disse ainda que a tragédia de brumadinho deixou evidente que a agência nacional de mineração não tem estrutura capaz de arcar com o ônus de fiscalizar o setor de mineração do brasil. “nós temos alguns órgãos que ficam a desejar e não têm capacidade técnica e nem quantitativo de pessoal necessário para o trabalho. as consequências disso vão aparecer. muitas vezes se consegue licitar ou conceder, mas não se consegue fiscalizar ou acompanhar”, disse. saneamento sobre a área de saneamento, que está mais relacionada a órgãos estaduais e municipais luiz eira identificou mais uma dificuldade. “essa é uma área que demanda uma preocupação específica com uma governança multinível dentro do estado brasileiro”, apontou. felipe pinto, da patria investments, disse que a área de saneamento é o novo pré-sal brasileiro, por causa das demandas e das possibilidades de investimentos. “se a gente for capaz de gerar um bom planejamento, não vai faltar capital”, disse. hector gomez ang, que acompanha os projetos do brasil no ifc - corporação financeira internacional do banco mundial -, concordou com felipe pinto e destacou que é preciso trabalhar na melhoria das empresas estaduais para ajudar no aprimoramento de gestão. além disso, ele defende, que é necessário colaborar para que elas consigam montar capital para os investimentos. hector gomez acrescentou que não pode ser esquecida a regulação do setor. “é um tema que tem que ser nivelado. é o principal agregado do ponto de vista do investidor”. estudo ainda no seminário foram apresentadas algumas conclusões do estudo realizado pela mckinsey, pelo bndes, pelo ifc e pelo bid, a pedido do bndes, previsto para ser divulgado em maio de 2019. entre outros pontos, o estudo aponta que no desenvolvimento de projetos de infraestrutura é preciso garantir bom nível de qualidade, utilizando experts no tema e adotando metodologias para estimar custos de forma mais apurada. o estudo indica ainda que é preciso garantir estabilidade regulatória e independência das agências de regulação. outra medida sugerida é o aperfeiçoamento dos modelos de contratação, incluindo maior clareza nas cláusulas. fonte: agência brasil
26/04/2019

Reforma aumenta a procura por previdência privada no Vale do Paraíba

 a previdência privada consiste em aplicações em fundos de investimentos que, no futuro, podem ser resgatadas ou transformadas em renda mensal o tema previdência nunca esteve tão em evidência e cada vez mais brasileiros procuram informação sobre o assunto. como consequência do debate, tem aumentado a procura por planos de previdência privados. no vale do paraíba, a plátano investimentos, escritório afiliado à xp investimentos, percebeu um aumento na demanda por esse tipo de produto na casa dos 300%. "são pessoas que entram em contato com nossos assessores de investimentos para saber a melhor alternativa que o mercado oferece e como contratar um plano de previdência privada. muita gente busca informações por conta do avanço da reforma da previdência", comentou o sócio paulo naressi. o assessor de investimentos rodolfo manfredini explica que no momento da decisão de contratar uma previdência privada, as pessoas devem levar em consideração alguns fatores. "para garantir uma renda futura, a pessoa deve primeiro saber escolher uma instituição que tenha experiência nesta gestão, o investidor deverá ficar atento as regras da previdência que escolheu, como por exemplo: cláusulas e regras sobre portabilidade, carregamento, saída e sobre as taxas de administração, dentre outras", contou manfredini. a previdência privada consiste em aplicações em fundos de investimentos que, no futuro, podem ser resgatadas ou transformadas em renda mensal. no mercado existem as seguintes opções: renda fixa pós-fixados: os investimentos são em títulos públicos e privados pós fixados, a rentabilidade varia de acordo com o indicador de referência. renda fixa pré/inflação: os investimentos são em títulos em que a rentabilidade é definida no momento de compra do ativo, podendo ter variação conforme a movimentação e expectativa do cdi ou da inflação. multimercados macro: estratégia baseada no cenário macroeconômico de médio e longo prazo. caracterizam-se pela liberdade de investir em ativos de renda fixa, moedas, ações, derivativos e investimento no exterior. multimercados outros: são fundos com percentuais de alocação mais definidos em determinadas classes de ativos ou fundos com estratégias diferenciadas. podem investir em ativos de renda fixa, moedas, ações, derivativos e investimento no exterior. a previdência se diferencia de outro produtos financeiros do mercado pelos seus benefícios fiscais de curto e longo prazo: flexibilidade (realocar a carteira), isenção do come cotas (não tem antecipação de irpf sobre o ganho de capital), liquidez (retiradas mensais ou resgate total) e é adequado para quem busca sucessão patrimonial (transferência sem burocracia). a xp oferece as melhores gestoras do ramo para buscar a melhor rentabilidade para cada perfil de investidor. há que se levar em conta a diferença, no longo prazo, de apenas 1% a mais de rentabilidade anual. a título de exemplo: em um investimento inicial de 100 mil reais, com projeção de 25 anos e com rentabilidade de 5% ao ano, o ganho seria de r$341.77. já no caso da rentabilidade de 6% ao ano, o valor seria de r$396.268. com a falência do sistema público de previdência, formar uma previdência privada é de extrema importância, visando garantir uma renda futura e/ou uma sucessão patrimonial menos burocrática. fonte: portal agora vale
26/04/2019

Reforma da Previdência reduz subsídios para ricos, diz secretário

  quem recebe r$ 30 mil aposenta-se com subsídio de r$ 4 milhões a reforma da previdência vai trazer mais justiça social ao reduzir os subsídios de pobres para ricos, disse hoje (25) o secretário especial adjunto de previdência e trabalho, bruno bianco. ele apresentou cálculos que mostram como, no sistema atual, os trabalhadores de menor renda sustentam a aposentadoria dos de maior renda. ao detalhar as estimativas de economia da reforma da previdência, bianco divulgou um estudo em que mostra o “déficit individual” do trabalhador conforme o salário na ativa. esse déficit representa a diferença entre as contribuições do segurado e o que o governo banca para garantir os benefícios, cujo valor é definido por uma regra de cálculo. os números, segundo o secretário, mostram distorções tanto na previdência social (dos trabalhadores da iniciativa privada e das estatais) como na previdência dos servidores públicos. cálculos pelos cálculos, um trabalhador do setor privado que ganhe um salário mínimo seria beneficiado com um subsídio de r$ 150 mil do governo para pagar as aposentadorias e pensões ao longo da expectativa de sobrevida, atualmente de 18 anos após os 65 anos. para o trabalhador que ganha r$ 12 mil, o subsídio sobe para r$ 400 mil. no regime dos servidores públicos, onde o trabalhador se aposenta mais cedo e ganha mais que o teto, no caso dos servidores que ingressaram antes de 2013, as diferenças são maiores. o subsídio começa em r$ 1 milhão para quem recebe r$ 5 mil e chega a r$ 5 milhões para um servidor que ganhe r$ 35 mil por mês. “o subsídio é crescente conforme cresce o salário da pessoa. seja no setor público, no setor privado. nosso sistema funciona como um robin hood às avessas. traz subsídio do pobre para o rico, quando deveria ser o contrário”, disse bianco. o secretário ressaltou que a reforma da previdência pretende tornar o sistema menos desigual e inverter essa lógica. “com a nova previdência, o subsídio diminuirá conforme o nível de renda. o mais pobre terá o maior subsídio. a nova previdência enxerga questão fiscal com justiça social”, argumentou. alíquotas segundo o secretário, as alíquotas progressivas representam um dos principais meios para reduzir as disparidades na previdência. a proposta prevê que os segurados, no setor público e privado, pagarão alíquotas diferenciadas por faixa de renda, que aumentam à medida que sobe o salário. a mudança faz com quem ganhe mais contribua mais. pelos cálculos apresentados hoje, as novas alíquotas de contribuição resultarão em economia de r$ 27,7 bilhões de 2020 a 2029 na previdência dos servidores federais. na previdência social, no entanto, o novo sistema aumentará os gastos em r$ 28,4 bilhões. as maiores fontes de economia, para os trabalhadores da iniciativa privada, virão da introdução da idade mínima de 65 anos para homens e de 62 anos para mulheres (r$ 128 bilhões) e no aumento do tempo de contribuição (r$ 432,9 bilhões). fonte: agência brasil por kelly oliveira e wellton máximo
26/04/2019

Advogado alerta para riscos da capitalização da Previdência proposta pela Reforma

 o professor da universidade cândido mendes e da escola superior de advocacia, rosildo bomfim, criticou a capitalização da previdência de forma integral, prevista pela proposta da reforma, durante evento realizado sobre o tema nesta quinta-feira (25) na ordem dos advogados do brasil (oab-rj). — dos 30 países que fizeram o sistema de previdência capitalizado, 18 estão tentando reverter, incluindo o chile, exemplo seguido pelo brasil — comentou. a proposta que tramita no congresso prevê a criação de um sistema de capitalização para o trabalhador - uma poupança individual que será gerida por um fundo de investimento privado. após a aprovação da reforma da previdência, uma lei complementar deve ser criada para regulamentar a questão. — o sistema previdenciário perfeito é o solidário: porque o trabalhador contribui para que as pessoas aposentadas recebam. a pec quer acabar com isso. tirar a aposentadoria do sistema solidário e social transformá-la em um negócio. a capitalização está sujeita às variações do mercado. bomfim disse que as novas regras da previdência vão permitir que o estado, através de lei complementar, defina quanto o trabalhador deverá contribuir para a previdência capitalizada, na tentativa de garantir a aposentadoria e que essa capitalização pode ficar sujeita às variações do mercado. — a legislação pode dizer que o trabalhador vai contribuir com 10% do seu salário, mas nada impede que mais pra frente o governo mude a lei e aumente esse percentual. então é assinar um cheque em branco. ele também fez uma crítica à declaração do secretário especial de previdência e trabalho, rogério marinho, que, segundo o advogado, não esclarece sobre o aporte que o governo federal pode dar para as pessoas que não conseguirem poupar através da capitalização para atingir um salário mínimo. marinho afirmou que haverá garantia de recebimento do salário mínimo. — o texto original pec proíbe o estado de fazer aporte, vedando a transferência de recursos públicos. então tem que que alterar esse dispositivo, dizendo que a complementação poderá ser feita para um valor mínimo de salário — alertou. o advogado explicou que o projeto previdenciário que dá certo é o que mistura previdência solidária e privada, o caso de alguns países na europa. — em alguns países, todos os trabalhadores contribuem para a previdência até um determinado valor, e depois desse valor, as contribuições são capitalizadas de forma complementar e individual e não como a pec propõe de ser tudo capitalizado — disse. saques no fgts outro alerta feito por bomfim é que a proposta da reforma pode permitir que os trabalhadores façam saques no fgts, para além das situações previstas na legislação atual, que são em casos de doenças como câncer, aids e na ocorrência de catástrofes. — por exemplo, se as vítimas de brumadinho tivessem sacado seus fgts antes da tragédia elas não teriam nada para sacar após o desastre, ou seja, nada para garantir algum recomeço de suas vidas — comentou. fonte: extra
26/04/2019

Ministério eleva em 15% economia com PEC da Previdência e defende aprovação na íntegra

 o ministério da economia previu nesta quinta-feira uma economia de 1,237 trilhão de reais em dez anos com a proposta de emenda à constituição (pec) que altera as regras para aposentadorias, elevação de 15 por cento sobre o patamar de 1,072 trilhão de reais divulgado na apresentação do texto, em fevereiro. nos dois casos, as cifras levam em conta apenas as mudanças para trabalhadores da iniciativa privada e para servidores públicos civis, sem considerar o projeto à parte que foi enviado ao congresso para tratar da previdência e da reestruturação de carreira dos militares. em coletiva de imprensa, o secretário de previdência, leonardo rolim, afirmou a jorna... - veja mais em https://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2019/04/25/ministerio-da-economia-eleva-em-15-economia-com-pec-da-previdencia-em-detalhamento-de-numeros.htm?cmpid=copiaecola fonte: reuters por marcela ayres
26/04/2019

Dólar sobe após PIB dos EUA e com reforma da Previdência no radar

 o dólar renovou máxima no mercado doméstico nesta sexta-feira (26), reagindo ao crescimento anualizado de 3,2% do pib dos eua no primeiro trimestre, acima da previsão de +2,2% para a primeira leitura do dado. nas máximas, o dólar à vista atingiu, pouco depois das 9h30min, r$ 3,9759 (+0,52%) e o dólar futuro de maio, r$ 3,9765 (+0,62%). o dólar já operava em alta moderada antes da divulgação da leitura do pib dos eua do primeiro trimestre. internamente, a participação do presidente do banco central, roberto campos neto, em evento realizado pela b3 e a eurasia group, em são paulo, ficará no radar nesta manhã. às 10h24min, moeda caía 0,31% a r$ 3,9424. pesquisa realizada pelo projeções broadcast com 50 instituições financeiras apontava para uma aceleração no crescimento da economia dos eua em relação a igual período de 2018. as apostas variavam entre 1,0% e 2,9%, com mediana de 2,2%, em base anualizada. economistas de instituições financeiras americanas avaliam que o federal reserve tende a reconhecer o crescimento econômico mais forte no país, mas deverá manter a taxa básica de juros inalterada na reunião de política monetária da próxima semana. nessa quinta-feira (25), após a rápida instalação da comissão especial da reforma da previdência, a escolha do relator e presidente do colegiado e a divulgação dos dados que embasam a proposta do governo, o dólar perdeu força e terminou em queda de 0,78%, a r$ 3,9554, após ter iniciado a sessão acima dos r$ 4,000 e tocado em máxima a r$ 4,006, pressionado pelo exterior. ficou acertado ainda que a primeira reunião para debater a pec da reforma da previdência na comissão especial da câmara será no dia 7 de maio. a reforma da previdência segue no foco. nesta sexta, o presidente da comissão especial na câmara que trata do tema, deputado marcelo ramos (pr-am), disse que terá na terça-feira, dia 30, reunião com líderes partidários e que "nosso esforço é votar a reforma o mais rápido possível". ele disse ainda que a reforma da previdência dos estados tem que ser feita pelas próprias unidades da federação e que é favorável ao projeto, mas "com alguns ajustes". na avaliação do planalto e de seus aliados dentro do congresso, pontos importantes como o regime de capitalização, tempo de contribuição, idade mínima e aposentadoria de professores, policiais e servidores públicos poderão ser alterados dentro da comissão ou depois, pelo plenário.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/681371-dolar-sobe-apos-pib-dos-eua-e-com-reforma-da-previdencia-no-radar.html)
26/04/2019

Confiança do comércio fica estável em 96,8 pontos em abril ante março, diz FGV

 o índice de confiança do comércio (icom) ficou estável na passagem de março para abril, em 96,8 pontos, informou nesta sexta-feira (26), a fundação getulio vargas (fgv). em médias móveis trimestrais, o indicador recuou 2,3 pontos, na segunda queda consecutiva. "apesar da estabilidade da confiança em abril, o resultado da sondagem do comércio sugere que os empresários do comércio continuam revendo suas expectativas para o ano", avaliou rodolpho tobler, coordenador da sondagem do comércio no instituto brasileiro de economia da fgv (ibre/fgv), em nota oficial. em abril houve piora na confiança em nove dos 13 segmentos pesquisados. o índice de situação atual (isa-com) subiu 3,3 pontos, para 92,3 pontos. já o índice de expectativas (ie-com), recuou 3,2 pontos, para 101,4 pontos. "a queda adicional do índice de expectativas para um nível próximo aos 100 pontos indica que o setor trocou a postura otimista do início do ano por uma mais cautelosa em relação aos próximos meses. como mostra a alta do índice de situação atual no mês, o cenário ainda é de recuperação, mas esta tende a ser gradual, sob influência dos altos níveis de incerteza e da baixa confiança do consumidor", completou tobler. na métrica de médias móveis trimestrais, a queda do icom teve influência tanto dos segmentos ligados à revenda de bens duráveis quanto de bens não duráveis, informou a fgv. no início de 2019, ambos indicadores recuaram, mas os patamares de confiança ficaram mais próximos, com cerca de 5 pontos de diferença nos últimos dois meses. a coleta de dados para a edição de abril da sondagem do comércio foi realizada entre os dias 1º e 24 do mês e obteve informações de 853 empresas.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/04/681363-confianca-do-comercio-fica-estavel-em-96-8-pontos-em-abril-ante-marco-diz-fgv.html)

Tribunal de Contas identifica "deficiências" na privatização das seguradoras da Caixa


08/02/2019
Alienação da Fidelidade, Multicare e Cares decidida pelo anterior Governo "não se revela vantajosa para o interesse público" a "médio prazo". Tribunal critica falta de independência e processo de venda.
A alienação apresenta "deficiências" no que diz respeito à "independência" na avaliação do valor das seguradoras, "não se revela vantajosa para o interesse público" a médio prazo e "não foi eficiente". Estas são as três principais conclusões do relatório do Tribunal de Contas à alienação das três seguradoras do Grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD), a Fidelidade, a Multicare e a Cares, pelo anterior Governo à Longrun, do grupo chinês Fosun.

A auditoria, a que o PÚBLICO teve acesso, critica a opção de venda das seguradoras, por vários motivos. O primeiro diz respeito ao processo. Lembra o Tribunal que "entre a avaliação das seguradoras e a alienação foram realizadas operações prévias (redução de capital e distribuição de dividendos) que tornaram as empresas mais acessíveis e atractivas para o mercado". Contudo, para o Tribunal, há várias "deficiências nesta parte do processo". "Enferma de deficiências quanto à garantia de independência na avaliação das seguradoras, à indefinição do caderno de encargos, ao défice de fundamentação para a escolha da modalidade de venda e à alteração dos critérios de avaliação na fase de apreciação das propostas vinculativas", lê-se no relatório.
No que à independência diz respeito, em causa está o facto de a avaliação das seguradoras ter sido feita pela Caixa BI, do Grupo Caixa. Diz o relatório que esse facto "suscita óbvias reservas sobre o requisito de independência legalmente exigido ao avaliador, face às empresas avaliadas e ao seu accionista". Como resultado, a avaliação foi feita apenas tendo em conta um cenário desactualizado (anterior à redução de capital de 2013), não tendo sido revisto antes do fim do processo, e não tendo sido fornecidos ao Grupo Caixa "elementos pertinentes" para que fosse possível "verificar os valores apresentados nas avaliações em causa". 
Tendo em conta essas limitações, "a melhor expectativa do Grupo Caixa resultante das avaliações era alienar a totalidade das participações sociais das três seguradoras por 1,7 mil milhões".

Além dos resultados, o Tribunal lembra que estas empresas tiveram uma "valorização importante dos seus activos imobiliários" que podiam ter contribuído para a "necessidade de recapitalizar o Grupo Caixa em 2017".
Ainda no que diz respeito aos resultados, para o Tribunal, esta alienação também "não foi eficiente", uma vez que o processo "foi realizado em contexto e oportunidade adversos à maximização do seu resultado, sem estar suportado por uma avaliação de custo e benefício, em consequência da decisão do Estado (o accionista do Grupo Caixa) motivada por compromissos internacionais".
Sobre a decisão, o relatório do Tribunal de Contas lembra, nas suas conclusões, que houve um "estudo preliminar" da JP Morgan pedido pela CGD a "desaconselhar" a venda naquela altura, sugerindo o seu adiamento, uma vez que "as condições de mercado" limitavam "o interesse de eventuais compradores". 

Além deste estudo, a decisão não foi unânime no Conselho de Administração da CGD "quanto à oportunidade e à modalidade de venda". No documento, é citada parte de duas actas do conselho de administração, de 30 de Outubro de 2012 e de 14 de Dezembro do mesmo ano, que mostram que não havia consensos "tendo sido defendido que a mesma apenas deveria ocorrer se necessário e quando as condições de mercado assegurassem uma operação favorável à CGD".

Praça Otávio Rocha, 65 - 1º andar
Centro Histórico - Porto Alegre/RS
CEP.: 90020-140
+55 (51) 3228.1999

News

Receba nossas novidades

LIGUE

+55 51 3228-1999

Ouvidoria
0800 703 1989
E-mail: ouvidoria@sinapp.org.br

Atendimento ao Deficiente Auditivo e de Fala através da TSPC-CAS – Central de
Atendimento a Deficientes Auditivos ou de Fala -
0800 200 0819 E-mail: sac.especial.auditivo.fala@sinapp.org.br

Atendimento ao
Deficiente Visual
0800-703-1989