24/10/2018

Seguro e previdência às MPEs só devem ganhar força depois de 2019

 medidas voltadas para o incentivo à contratação de produtos desses negócios estão na cartilha de propostas entregue pela cnseg aos candidatos à presidência da república, no início do mês as novas propostas do mercado segurador para micro e pequenas empresas são “factíveis”, mas devem demorar mais de um ano para trazer retornos significativos ao setor. voltadas para previdência, medidas esperam andamento das reformas e da economia. as sugestões voltadas para micro e pequenas empresas (mpes) fazem parte de um documento com 22 propostas, entregue pela confederação nacional das empresas de seguros gerais (cnseg) aos candidatos à presidência no início deste mês. de acordo com o relatório, a ideia seria incentivar as mpes a “contratarem programas de proteção previdenciária privada e securitária para seus colaboradores”, mediante tratamento fiscal diferenciado. para o ceo da travelers, leonardo semenovitch, porém, o motivo de as seguradoras ainda não atuarem de forma significativa entre as mpes é por causa da baixa adesão dessas companhias aos seguros. “é um território bastante inexplorado. entre as pequenas empresas, apenas 27% têm alguma apólice real e, quando olhamos o universo dos microempresários, menos de 5% possuem alguma cobertura. e os motivos vão desde a falta de uma cultura de seguros no brasil até a atual situação econômica do país”, explica. ainda que a recuperação da economia brasileira já esteja despontando, os especialistas ponderam à espera do empresariado de maiores certezas quanto às medidas importantes – como a reforma da previdência – e um retorno efetivo de sua receita. segundo o ceo da credrisk, phillip krinker, a previsão de avanço para o mercado segurador é de 10% a 15% em 2019, mas, independentemente do candidato que ganhe a corrida eleitoral, é “muito difícil” ter impactos no curto prazo. “o segmento demora para reagir, tanto para sentir uma crise como para voltar da recessão. a economia deve, sim, retomar, mas o mercado de seguros só costuma reagir depois dos demais setores”, comenta. para o superintendente comercial da brasilprev mauro guadagnoli, porém, na medida em que a economia avance nos próximos meses e impulsionem a discussão em torno da reforma, as expectativas são “cada vez melhores”. “intensificamos as ações de formação da cultura previdenciária. nesse cenário, as empresas têm um importante papel. além disso, vale ressaltar que planos de previdência privada estão cada vez mais presentes nos pacotes de benefícios das empresas, independentemente do porte delas”, completa guadagnoli. novas tecnologias ao mesmo tempo, outro ponto levantado pelos especialistas é o advento de novas tecnologias que tem acontecido no setor, os quais permitem não apenas uma manutenção dos preços das apólices – medida já prevista para a área de saúde, inclusive, já incorporadas nas propostas da cnseg –, mas também facilitariam a adesão dos produtos pelos clientes. “mesmo que existam poucos corretores especializados em seguros para pessoas jurídicas, a aplicação de novas tecnologias trará maior facilidade para adesão e benefícios ao mercado”, diz semenovitch e acrescenta que, por isso, as seguradoras deverão, cada vez mais, adaptarem seus sistemas. “quanto mais acesso à informação, produtos e plataformas, melhor”, conclui. fonte: dci
24/10/2018

Com atenção à eleição, dólar alterna pequenas altas e baixas

 o dólar à vista alternou pequenas altas e baixas na primeira meia hora de negociação desta quarta-feira (24) e oscila ao redor da cotação de fechamento de terça-feira (23). no exterior, a divisa dos estados unidos tem forte alta perante as moedas desenvolvidas e sinais mistos em relação às emergentes ou ligadas a commodities. a moeda spot abriu em leve queda, virou e bateu máxima em alta para, voltar a exibir sinal negativo. por volta das 9h55min, o dólar à vista recuava 0,10% aos r$ 3,6976. na mínima, pouco antes, valia aos r$ 3,6926 em queda de 0,24%. na máxima, perto das 9h20min, foi aos r$ 3,7086 (+0,20%). ainda que o favoritismo de jair bolsonaro (psl) persista a cinco dias da eleição em segundo turno, o mercado de câmbio assumiu algum tom de cautela por conta do aumento da rejeição e à queda no porcentual de intenção de votos do candidato na pesquisa ibope da noite de terça. a vantagem de bolsonaro em relação ao presidenciável fernando haddad (pt) ainda é grande (14 pontos porcentuais), mesmo sendo menor daquela observada em rodadas anteriores (18 pontos porcentuais). na avaliação do operador da h.commcor cleber alessie machado neto, a pesquisa ibope exerce pressão de alta limitada sobre o câmbio nesta quarta-feira, mas tem a capacidade de aumentar a expectativa quanto ao próximo levantamento do datafolha. a revelação de novas ideias polêmicas do filho do candidato do psl, o deputado federal eduardo bolsonaro, seria capaz de aumentar a rejeição do presidenciável. o deputado reeleito pelo psl de são paulo criticou e desqualificou ministros do supremo tribunal federal (stf) e a procuradora-geral da república, raquel dodge, em julho, durante uma audiência pública na comissão de ciência e tecnologia, comunicação e informática da câmara. no discurso, registrado pela tv câmara e disponível na internet, o deputado aborda a possibilidade de uma ruptura mais dolorosa do que alterar a composição do tribunal - uma ideia citada pelo pai em campanha - e diz duvidar que manifestantes possam vir a defender a volta de ministros da corte suprema. como vetor principal no câmbio, entretanto, está o exterior, na avaliação de machado neto. a moeda americana tem alta forte perante o euro, o que faz o dollar index (dxy) subir 0,44% às 9h55min. a moeda europeia marcou nesta quarta os menores níveis em nove semanas após a divulgação de índices de gerentes de compras (pmis) mais fracos do que o esperado tanto da zona do euro quanto da alemanha. além disso, há a perspectiva de o presidente do banco central europeu (bce), mario draghi, ser mais "dovish" (favorável à manutenção de estímulos) na entrevista coletiva que se seguirá à decisão de política monetária da instituição amanhã.   jornal do comércio - estadão conteúdo (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/653988-com-atencao-a-eleicao-dolar-alterna-pequenas-altas-e-baixas.html)  
24/10/2018

Bolsas asiáticas fecham sem direção única e com variações moderadas

 após a forte queda nessa terça-feira (23), as bolsas asiáticas fecharam sem direção única e com variações moderadas nesta quarta-feira (24) enquanto investidores ponderam uma série de riscos econômicos e geopolíticos. na china, o índice xangai composto subiu 0,33% hoje, a 2.603,30 pontos, apagando apenas uma fração do tombo de 2,3% do pregão anterior, ajudado por ações de bancos e de outras empresas com elevado valor de mercado. já o menos abrangente shenzhen composto, que é formado em boa parte por startups de tecnologia, caiu 0,24%, a 1.297,22 pontos. nas sessões mais recentes, os mercados chineses tiveram flutuações extremas, para cima ou para baixo, às vezes influenciados por expectativas de mais medidas de estímulos de pequim e outras por temores relacionados à desaceleração da segunda maior economia do mundo. em outras partes da ásia, o japonês nikkei avançou 0,37% em tóquio, a 22.091,18 pontos, impulsionado por ações de varejistas, mas o hang seng cedeu 0,38% em hong kong, a 25.249,78 pontos, o taiex registrou baixa de 0,16% em taiwan, a 9.759,40 pontos, e o sul-coreano kospi recuou 0,40% em seul, a 2.097,58 pontos. ainda que modestas, as quedas levaram o hang seng, o taiex e o kospi a seus menores níveis em 17, 18 e 19 meses, respectivamente. além de preocupações com o desempenho econômico da china, continuam no radar o impasse orçamentário da itália, as dificuldades do reino unido de fechar um acordo para o brexit - como é conhecido o processo para a retirada do país da união europeia - e o isolamento da arábia saudita após a recente morte de um jornalista dissidente saudita na turquia. na oceania, a bolsa da austrália terminou o dia no menor nível em seis meses, mais uma vez prejudicada por ações de energia. o índice s&p/asx 200 caiu 0,24% em sydney, a 5.829,00 pontos. ontem, os preços do petróleo despencaram mais de 4% em nova iorque e londres com indicações de que os sauditas podem ampliar sua oferta da commodity.   jornal do comércio - estadão conteúdo (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/10/653983-bolsas-asiaticas-fecham-sem-direcao-unica-e-com-variacoes-moderadas.html)
22/10/2018

Troféu JRS 2018

 dia 19 na casa do gaúcho, o jrs realizou mais um evento brilhante, como ocorre todos os anos: o troféu jrs. os melhores do mercado segurador foram homenageados e a união seguradora não poderia ficar de fora. a empresa do grupo aspecir recebeu pelas mãos do senhor carlos alfredo radanovitsck o troféu pelos seus 105 anos de existência e o diretor comercial joão carlos lock receberam o troféu como executivo destaque rs em seguros pessoais. diretores e funcionários do grupo aspecir estiveram presentes para comemorar esta honraria.
19/10/2018

Em 10 anos, Rio Grande do Sul terá mais idosos do que crianças

 o leitor, provavelmente, lembra, ainda dos seus tempos de estudante, nas aulas de geografia do ensino médio, das pirâmides etárias. aqueles gráficos, criados para representar a distribuição etária da população ao longo de décadas, mostram um cenário atual e uma projeção futura. no caso do brasil, a base da pirâmide costumava ser larga, e o topo, estreito. ou seja, até pouco tempo atrás, o número de indivíduos jovens superava, em muito, o de idosos. as projeções para o decorrer do século xxi, muitas vezes associadas aos países mais ricos, por outro lado, indicavam uma tendência de envelhecimento da população, com o topo alargando, e a base ficando cada vez mais estreita. aquilo que era projeção, agora, é realidade. não apenas em nações com um estado de bem-estar social mais avançado, mas também no brasil. vivemos, nas primeiras décadas deste século, um momento crucial de transição entre as duas pirâmides etárias. caminhamos, portanto, a passos largos, para um cenário de envelhecimento da população. hoje, a faixa etária acima de 65 anos é composta por 19,2 milhões de pessoas, pouco mais de 9% do total de brasileiros. em 2060, segundo dados da projeção de população, pesquisa que estima os padrões de crescimento da população, revisada em 2018 pelo instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge), um quarto (25,5%) dos brasileiros terá mais de 65 anos. até pode parecer um horizonte distante se pensarmos apenas em 2060. mas basta olhar para o cenário gaúcho para ver o imediatismo da situação. o rio grande do sul vai ser o primeiro estado brasileiro a ter mais idosos do que crianças em sua população. e a reversão vai acontecer logo: daqui a pouco mais de 10 anos, em 2029. isso porque os gaúchos já atingiram - e devem manter, nos próximos 40 anos - um patamar baixo de nascimentos, na casa de 1,68 filhos por mulher. enquanto isso, em paralelo, a expectativa de vida não para de crescer. hoje, é de 79,29 anos entre os gaúchos. em 2060, será de 83,91. consequentemente, aumenta a proporção de idosos em relação aos jovens. embora a principal discussão em torno da transição demográfica seja pautada pela necessidade de uma reforma na previdência social, o contexto de envelhecimento traz à tona uma série de questionamentos ao brasil: por que estamos vivendo mais? como estamos tratando a população mais velha? quais são as necessidades sociais e médicas dessa faixa da população? e quais os segredos de quem passou dos 90 anos? "a medicina e a sociedade precisam se adaptar a essa nova realidade", ressalta o professor titular da faculdade de medicina da universidade federal do rio grande do sul (ufrgs) gilberto schwartsmann.   controle de doenças cardiovasculares, dieta e exercício físico favorecem vida longa são várias as explicações, por exemplo, para a diminuição da fecundidade: o avanço dos métodos contraceptivos, o planejamento familiar, a entrada das mulheres no mercado de trabalho e o processo de urbanização. mas o questionamento mais intrigante, quando pensamos no envelhecimento proporcional da população, não é por que estamos tendo menos filhos, mas, sem dúvida, por que estamos vivendo mais? a lista de motivos é extensa. é consenso que ações tomadas no século xx têm resultado prático até hoje. por exemplo, melhorias estruturais em saneamento e higiene, além de políticas públicas de vacinação em larga escala, foram fundamentais para vivermos cada vez mais. além disso, nas últimas décadas, alguns avanços da medicina também impactaram positivamente. nesse sentido, o professor titular da faculdade de medicina da universidade federal do rio grande do sul (ufrgs) gilberto schwartsmann e o médico cardiologista fernando lucchese destacam a contribuição da redução da mortalidade por causas cardiovasculares no aumento da expectativa de vida. "as pessoas estão medindo mais a pressão arterial, o que aumenta o controle sobre problemas cardiovasculares. também estão com mais informações sobre dieta, principalmente sobre os perigos do excesso de sal, criou-se uma cultura do exercício físico e do controle da obesidade, e há mais diagnóstico sobre a diabete", pontua schwartsmann. "a compreensão dos fatores de risco da doença cardíaca aumentou a sobrevida dos corações. os corações duram mais porque sabemos, por exemplo, a importância do exercício físico e do controle e correção do colesterol", completa lucchese. portanto, a prática de exercícios físicos, associada a uma atenção especial à dieta, é princípio básico caso o indivíduo queira ter uma vida longa. outro fator decisivo - e no qual o brasil se saiu bem nas últimas décadas - é o combate ao cigarro, responsável por doenças como câncer e enfisema pulmonar. a criação de leis proibitivas e de campanhas educacionais surtiu efeito. o brasil experimentou uma redução drástica no número de fumantes: segundo o ministério da saúde, a incidência do hábito de fumar caiu 36% nos últimos 15 anos. em 2016, quando a pesquisa foi publicada, apenas 10,2% dos adultos brasileiros fumavam.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/especiais/medicina_e_saude/2018/10/651920-em-10-anos-rio-grande-do-sul-tera-mais-idosos-do-que-criancas.html)
19/10/2018

Governo deve agir para que empresas tornem acessos IoT mais seguros, diz NEC

 segundo a consultoria ey, mais de 70% dos dispositivos têm vulnerabilidades. os dispositivos de internet das coisas ainda são muito vulneráveis a ações de criminosos digitais e este cenário não deve mudar a menos que haja uma regulação exigindo padrões mínimos de segurança. essa foi a posição defendida por executivos durante painel sobre o assunto na futurecom 2018 realizado hoje. rogério reis, head de cybersecurity da nec foi taxativo. “o usuário não compra segurança. airbag nos carros pegou porque veio a lei obrigando a instalação. brinquedo se tornou mais seguro porque norma obriga passar pelo inmetro. é preciso forçar, por legislação e regulação, a segurança na iot”, falou. também o grupo atuarial allianz tem tal percepção. “há um derramamento de iot no mundo, diversas empresas xing ling instalando e vendendo produtos sem qualquer segurança. e nós empresas temos que escolher conforme o nível de segurança. as políticas públicas precisam pressionar pra a melhora dos dispositivos acontecer”, ressaltou cassio menezes, head de segurança da informação e privacidade de dados da empresa. para os executivos, a lei geral de proteção de dados não endereça a questão. mas o mctic acredita que a regulamentação do texto poderá ser mais preciso, embora ainda distante das necessidades da companhias que trabalham com coleta a tratamento de dados obtidos através da iot. “o decreto [com a regulamentação] não vai resolver, mas o governo trabalha na questão. o importante é o governo garantir que haja desenvolvimento do setor”, falou otavio caixeta, diretor do departamento de ecossistemas digitais do ministério. o consenso entre os executivos é de que uma solução deve vir rapidamente. segundo levantamento da consultoria ey feito em 2016, 70% dos dispositivos iot em uso no mundo tinham vulnerabilidades. “acredito que hoje o número seja maior, não houve melhora”, alertou raphael gomes, gerente senior de aconselhamento em segurança digital. segundo ele, cinco fatores fazem com que a iot esteja repleta de ameaças: a falta de atualização do software usado; a falta de a concepção do sensor já levar em conta a segurança (segurança by design); a possibilidade de falha humana devido ao pouco conhecimento do produto; e a manutenção indevida. “depois que o device é implantado, ele é simplesmente esquecido, sem qualquer monitoração ou controle”, disse. a seu ver, a regulação se faz necessária, mas não precisa vir do legislativo. “uma norma da abnt ou outro mecanismo, como exigência de certificação, pode ser suficiente”, concluiu. fonte: tele síntese por rafael bucco
19/10/2018

A Palavra de Ordem é Inovação

 pesquisando, participando de eventos diversos, conversando com superintendentes das maiores e melhores seguradoras ranqueadas na susep e analisando seguros nos últimos anos, pude constatar enorme urgência e necessidade por parte dos corretores e das seguradoras, no contexto nacional e também internacional, por inovação (ou seria renovação) em seus produtos, processos e processamento de informações. a conjuntura (mercado, economia, pessoas e etc) mudou drasticamente e ter um bom site, um bom seguro, uma boa assessoria e um esquadrão de corretores não é mais suficiente… hoje é primordial corretores de seguros focados em encantar, educar, surpreender o segurado com algo a mais… atualmente são necessárias as vendas consultivas de seguros, onde se analisam as necessidades reais, orçamento, contexto, futuro e a tal da persona (em substituição ao perfil do século xx). por isso a palavra de ordem para todo o ecossistema de seguros é reinventar-se. prova disso é o choque de gerações (x, y, z e as que estão por chegar na economia, tipo a alpha), as mudanças de hábitos, as transformações que um aplicativo provoca, a telemetria, o que uma insurtech traz para o mercado e as tendências futuras que estão por vir. neste contexto, nós, corretores de seguros brasileiros, precisamos ser mais críticos, desafiadores, pioneiros e, por que não, buscar incansavelmente inovação (renovação)? sem esquecer o passado e nossos históricos, novas referências e mais flexibilidade nos produtos são imprescindíveis. considero urgente o desenvolvimento de produtos populares para combater e extinguir a ação das associações de proteção (cooperativas de proteção), sem desprezar experiências e conhecimentos importantes, que hoje em dia ainda são realidades absolutas no contexto dos produtos da pujante indústria de seguros. nossa nova geração de clientes busca por produtos mais flex, como seguro de vida que ofereça a cobertura de câncer de próstata, de útero, de ovário; seguro ou plano de saúde com ou sem obstetrícia; que considerem gênero para cálculos no seguro automóvel, por exemplo, já que estamos nos adequando às personas e não mais ao perfil do segurado. outra realidade é que os novos consumidores não priorizam mais a posse, mas sim o compartilhamento por significar menos consumo e mais diversão e experiências. com a prática do carro compartilhado e a perspectiva de veículos autônomos, também surgem novas necessidades, novas estatísticas, novos cenários, novas possibilidades. como consequência dessa transformação no mercado, adequações e flexibilizações nas relações diretas da indústria de seguros, que engloba seguradoras, corretores, segurados, ens, sincor, susep, ibracor, fenacor e cnseg serão essenciais para que tenhamos em breve a tão desejada cultura securitária em um país que anseia por educação de trânsito, ambiental, financeira, previdenciária e política. a tecnologia é linda e necessária, mas esbarra em variáveis humanas. que sejamos inovadores na busca de oportunidades e competentes no desenvolvimento e crescimento sustentável do mercado de seguros, com leads, robôs, disrupção, insurtechs, blockchain, inteligência artificial (i.a.) e seres humanos. fonte: portal nacional de seguros por marcelo tenedini via /cqcs
19/10/2018

Seguradoras que transformam seus negócios e modelos operacionais podem obter US$ 375 bilhões em novas receitas, afirma estudo da Accenture

 são paulo, outubro de 2018 – seguradoras do mundo todo podem obter us$ 375 bilhões em novas receitas ao longo dos próximos cinco anos por meio da transformação e revitalização de seus negócios, segundo estudo da accenture. o documento “insurance as a living business” conclui que as seguradoras que inovam continuamente e se adaptam às mudanças nas necessidades dos clientes conseguirão aproveitar oportunidades emergentes de crescimento e ultrapassar seus concorrentes. a pesquisa estima que essas seguradoras poderiam, juntas, gerar us$ 177 bilhões adicionais em receitas relacionadas a cinco áreas principais: riscos emergentes como cibersegurança e veículos autônomos; melhor penetração em mercados que até agora se mostram de difícil rentabilização; serviços de valor agregado que ajudam a reduzir o risco dos clientes, como dispositivos conectados dentro das casas para detectar problemas de manutenção antes que causem danos; parcerias comerciais expandidas, dentro e fora do ecossistema de seguros, para criar ofertas mais personalizadas para os consumidores; e a monetização de ativos como dados, plataformas e algoritmos. outros us$ 198 bilhões em novas receitas representam a mudança potencial em participação de mercado dentro das mesmas cinco áreas principais, favorecendo seguradoras que adotam a transformação em troca de concorrentes menos responsivos. de acordo com o estudo, a inovação e a adaptação às mudanças nas necessidades dos clientes exigirão das seguradoras o desenvolvimento de bancos de talentos mais fluidos, agilização da infraestrutura já existente, uso de dados e analytics para personalizar seus serviços de forma mais efetiva e a criação de uma equipe de liderança forte e de uma cultura organizacional aberta a novas ideias e abordagens. "a indústria de seguros, tal como a conhecemos hoje, está à beira de um ambiente de negócios totalmente novo", diz hugo assis, líder da prática de seguros na accenture para américa latina. "separar-se da manada e capturar novas oportunidades de receita exige uma mudança na visão de negócios - do foco no produto para o foco no cliente; de modelos operacionais rígidos para modelos mais fluidos e ágeis que respondam rapidamente às preferências dos clientes; e de atuar sozinho no mercado para parcerias com insurtechs e gigantes tecnológicos que podem ajudar na exploração de novos segmentos de clientes e no fortalecimento de suas marcas". o estudo recomenda uma série de passos que as seguradoras podem tomar para ampliar suas oportunidades de crescimento. dentre esses passos estão o desenvolvimento de uma estratégia digital que abranja novos modelos e tecnologias para a empresa como um todo - incluindo inteligência artificial, blockchain, contratos inteligentes e a internet das coisas (iot) - para que possa oferecer serviços mais personalizados e rápidos, além de tirar o máximo proveito das informações de seus clientes, o seu bem mais precioso, para maior customização de suas ofertas. além disso, o estudo identifica cinco áreas - ligadas a seguros gerais, vida & acidentes e mercado de médias empresas - para crescimento de receitas nas quais as seguradoras de seguros poderiam lançar novos produtos e serviços ou aumentar o alcance do seu portfólio atual. maneiras novas e mais eficientes de mirar segmentos de mercado difíceis de alcançar. com a proliferação dos novos canais (on-line e celular) e tecnologias (analytics e geolocalização), as seguradoras podem acessar segmentos de difícil alcance, como microsseguros ou emissão imediata de seguros de vida, para aumentar a sua participação no mercado de forma eficiente. isso poderia gerar us$ 144 bilhões em novas receitas. oportunidades para novos riscos. as seguradoras devem desenvolver novas ofertas para riscos emergentes, como seguros para ataques cibernéticos e novas exposições por conta do surgimento dos veículos autônomos. isso poderia gerar us$ 111 bilhões em novas receitas. funções intermediárias e ecossistemas não tradicionais. as relações com as insurtechs e empresas de outros setores podem oferecer às seguradoras a oportunidade de se engajarem com os clientes de forma diferente e descobrir novas fontes de valor. isso inclui a entrada das seguradoras em ecossistemas existentes e operados por plataformas online como google, amazon, facebook e apple para que possam se conectar com clientes que já usam essas plataformas, incluindo os assistentes virtuais. esta abordagem poderia gerar us$ 80 bilhões em novas receitas. de acordo com o estudo, três quartos (76%) das novas receitas nas linhas de seguros gerais e acidentes provavelmente virão desses relacionamentos pouco tradicionais. monetização de plataformas e modelos de dados. as seguradoras podem oferecer seus ativos - dados, análises de clientes, plataformas e modelos de serviços, algoritmos de riscos, etc. - para parceiros que poderiam se beneficiar com eles. isso poderia gerar us$ 28 bilhões em novas receitas. serviços de valor agregado. as seguradoras devem focar os serviços personalizados que ajudam a reduzir os riscos do cliente, como o uso de wearables que ajudam pessoas idosas a ficarem em casa por mais tempo, além da venda e gestão de dispositivos conectados para o lar. isso poderia gerar us$ 12 bilhões em novas receitas. "a manutenção do padrão atual de negócios não é sustentável", afirma assis. "os lucros e receitas das seguradoras estão sendo pressionados pelo crescimento das insurtechs e da presença cada vez maior de empresas de tecnologia com fortes relacionamentos personalizados com seus clientes. a inovação - para além de agregadores e distribuidores on-line - precisa ser uma prioridade para o setor. as operadoras que fizerem as mudanças certas nos seus negócios, compreenderem seus clientes e responderem rapidamente e sem medo às suas demandas com ofertas relevantes e inovadoras terão maiores possibilidades de aumentar sua participação de mercado e capitalizar com as oportunidades emergentes". fonte: portal nacional de seguros por sergio pedroso
19/10/2018

Qual a próxima onda?

 estamos vivendo uma era na tecnologia, que podemos chamar de 4ª revolução industrial ou a revolução da indústria 4.0. e depois de ter passado por outras três grandes revoluções, podemos dizer que essa está sendo a mais transformadora de todas. e não pelo que ela está fazendo com as relações humanas e de trabalho, pois as outras também trouxeram grandes mudanças para a sociedade, mas pela velocidade e pelo impacto que ela está causando. essa revolução está criando um mercado novo, disruptivo, algo inimaginável há 5 ou 10 anos. mas o que é mais disruptivo dessa nova era é a rapidez com que as novas tecnologias estão sendo desenvolvidas e estão chegando às prateleiras, e o quanto elas estão exigindo que cada vez mais as empresas e os profissionais acompanhem esse processo. e o principal desafio é justamente se manter atualizado e com a mesma velocidade. e quando o assunto é inovação, ainda há um longo caminho a percorrer. no ranking mundial de inovação elaborado pela universidade de cornell, pela escola de negócios insead e pela organização mundial da propriedade intelectual (ompi), deste ano, o brasil aparece na 64ª posição. e apesar de ter saltado cinco posições, depois de 2 anos estagnado, o país, que tem o 8º maior pib – produto interno bruto – do mundo, e é a maior potência econômica da américa latina e caribe, ainda está atrás dos vizinhos chile (47ª posição), costa rica (54ª) e méxico (56ª). mas o que pode parecer um atraso, pode ser também uma oportunidade. até porque, nós do mercado de tecnologia e fornecedores de soluções e inovação, estamos percebendo é que a ti finalmente deixou de ser uma preocupação somente do cio e passou a ser parte estratégica das corporações. além disso, a necessidade da transformação digital vem impulsionando cada vez mais os investimentos em tic. segundo estimativa do gartner, os investimentos em tecnologia previstos para esse ano são 4,5% maiores do que no ano anterior. o montante deve chegar em us$ 3,7 trilhões. a dúvida que fica é no que investir? qual é a próxima onda? a aposta, depois da migração para a nuvem, é que tecnologias como internet das coisas, inteligência artificial e analytics impulsionem esse crescimento. o estudo do gartner, mostra que somente ia deve gerar us$ 2,9 trilhões em investimentos até 2021. o segmento de software também tem grande destaque para nos futuros aportes. isso porque as empresas devem apostar cada vez mais no modelo de saas (software as a service), que deve receber o montante de us$ 389 bilhões, o que representa 9,5% dos investimentos previstos. e a razão dessa tendência é simples. as tecnologias que têm foco na experiência dos usuários são as que mais devem ter espaço nas futuras inovações. além disso, o iot aliado ao analytics, são capazes de fazer análises preditivas, e isso pode ajudar a desenvolver produtos mais assertivos, reduzir custos e etc., portanto, se é isso que prometem serem as novas ondas do futuro, cabe a nós, fornecedores de tecnologia, buscarmos pelas melhores soluções e entendermos que muitas vezes os principais desafios, também podem ser grandes oportunidades. e para quem ainda não se deu conta da necessidade de mudar a rota, de investir em novas tecnologias e apostar na inovação, ainda é tempo! fonte: portal nacional de seguros por helio suzuki

Tribunal de Contas identifica "deficiências" na privatização das seguradoras da Caixa


08/02/2019
Alienação da Fidelidade, Multicare e Cares decidida pelo anterior Governo "não se revela vantajosa para o interesse público" a "médio prazo". Tribunal critica falta de independência e processo de venda.
A alienação apresenta "deficiências" no que diz respeito à "independência" na avaliação do valor das seguradoras, "não se revela vantajosa para o interesse público" a médio prazo e "não foi eficiente". Estas são as três principais conclusões do relatório do Tribunal de Contas à alienação das três seguradoras do Grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD), a Fidelidade, a Multicare e a Cares, pelo anterior Governo à Longrun, do grupo chinês Fosun.

A auditoria, a que o PÚBLICO teve acesso, critica a opção de venda das seguradoras, por vários motivos. O primeiro diz respeito ao processo. Lembra o Tribunal que "entre a avaliação das seguradoras e a alienação foram realizadas operações prévias (redução de capital e distribuição de dividendos) que tornaram as empresas mais acessíveis e atractivas para o mercado". Contudo, para o Tribunal, há várias "deficiências nesta parte do processo". "Enferma de deficiências quanto à garantia de independência na avaliação das seguradoras, à indefinição do caderno de encargos, ao défice de fundamentação para a escolha da modalidade de venda e à alteração dos critérios de avaliação na fase de apreciação das propostas vinculativas", lê-se no relatório.
No que à independência diz respeito, em causa está o facto de a avaliação das seguradoras ter sido feita pela Caixa BI, do Grupo Caixa. Diz o relatório que esse facto "suscita óbvias reservas sobre o requisito de independência legalmente exigido ao avaliador, face às empresas avaliadas e ao seu accionista". Como resultado, a avaliação foi feita apenas tendo em conta um cenário desactualizado (anterior à redução de capital de 2013), não tendo sido revisto antes do fim do processo, e não tendo sido fornecidos ao Grupo Caixa "elementos pertinentes" para que fosse possível "verificar os valores apresentados nas avaliações em causa". 
Tendo em conta essas limitações, "a melhor expectativa do Grupo Caixa resultante das avaliações era alienar a totalidade das participações sociais das três seguradoras por 1,7 mil milhões".

Além dos resultados, o Tribunal lembra que estas empresas tiveram uma "valorização importante dos seus activos imobiliários" que podiam ter contribuído para a "necessidade de recapitalizar o Grupo Caixa em 2017".
Ainda no que diz respeito aos resultados, para o Tribunal, esta alienação também "não foi eficiente", uma vez que o processo "foi realizado em contexto e oportunidade adversos à maximização do seu resultado, sem estar suportado por uma avaliação de custo e benefício, em consequência da decisão do Estado (o accionista do Grupo Caixa) motivada por compromissos internacionais".
Sobre a decisão, o relatório do Tribunal de Contas lembra, nas suas conclusões, que houve um "estudo preliminar" da JP Morgan pedido pela CGD a "desaconselhar" a venda naquela altura, sugerindo o seu adiamento, uma vez que "as condições de mercado" limitavam "o interesse de eventuais compradores". 

Além deste estudo, a decisão não foi unânime no Conselho de Administração da CGD "quanto à oportunidade e à modalidade de venda". No documento, é citada parte de duas actas do conselho de administração, de 30 de Outubro de 2012 e de 14 de Dezembro do mesmo ano, que mostram que não havia consensos "tendo sido defendido que a mesma apenas deveria ocorrer se necessário e quando as condições de mercado assegurassem uma operação favorável à CGD".

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