09/01/2019

Fusão de Previc e Susep está suspensa, informa O Globo

 segundo o colunista lauro jardim, de o globo, subiu no telhado, ao menos por enquanto, a idéia da equipe econômica de paulo guedes de juntar numa só autarquia a susep e a previc, que regulam e fiscalizam as seguradoras e os fundos de pensão, respectivamente. assim como acabou o gás do lobby para transferir a sede da susep do rio para brasília. fonte: sonho seguro
09/01/2019

A forma simples e eficaz de fidelizar segurados

 em novo artigo publicado no blog da tex, o fundador e ceo da insurtech, omar ajame, traz dicas para o corretor encantar e fidelizar seus clientes. no texto, ele lembra que o atendimento ao segurado é decisivo e determinante para o êxito ou não de uma proposta comercial. “corretores que atendem com agilidade, prestam informações relevantes e surpreendem o cliente têm tudo para chegar ao nível máximo de eficiência comercial, o encantamento”, destaca. de acordo com o ceo da tex, o ponto de partida é conhecer bem o cliente. ajame lembra que, em plena era digital, não faz mais sentido enviar propostas genéricas ou com informações distantes demais da realidade de quem as recebe. “para elaborar uma proposta irrecusável, é preciso se antecipar às objeções do potencial cliente por meio das informações. se for pessoa física, além dos dados socioeconômicos básicos, como idade, estado civil e renda mensal, é interessante também estar a par do que acontece no bairro em que ele mora. enviar estatísticas sobre índices de roubos (se a proposta for de seguro automotivo) ajuda, e quanto mais detalhada for, melhor”, ensina o empresário, que ainda completa: “no caso das empresas, obter informações corporativas pode ser mais difícil, o que não significa que você não possa se cercar de informações úteis. por exemplo, mostrar o quanto um seguro contra roubos de cargas pode ajudar a economizar em regiões com índices elevados de sinistros é uma forma de tornar a proposta irrecusável. as estatísticas sobre roubos estão disponíveis na web, basta uma rápida pesquisa para ter os números”. omar ajame cita ainda como pontos fundamentais para encantar e fidelizar clientes pontos como: seguir um roteiro, design e informações completas. “seja transparente, informe o que precisar e não omita nada que seja importante. nada pior para um corretor do que um cliente que sabe por outras fontes algo que você deveria informar em uma proposta comercial”, alerta o fundador da tex. fonte: cqcs | ivan netto
09/01/2019

Renda Fixa ou Fundos de Previdência? Conheça as principais diferenças

 renda fixa ou fundos de previdência? conheça as principais diferenças - infomoney veja mais em: https://www.infomoney.com.br/onde-investir/previdencia/noticia/7859348/pgbl-ou-vgbl-conheca-as-principais-diferencas-da-previdencia-privada  
09/01/2019

Novas propostas de reforma chegam a dobrar economia na Previdência

 link https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2019/01/novas-propostas-de-reforma-chegam-a-dobrar-economia-na-previdencia.shtml ou as ferramentas oferecidas na página.
09/01/2019

Bolsa supera 93 mil pontos pela primeira vez na história

 a bolsa brasileira avança mais de 1% nesta quarta-feira (9) e supera os 93 mil pontos pela primeira vez na história, embalada por notícias de reforma da previdência mais dura e pelo otimismo de um acordo comercial entre estados unidos e china. o dólar recua abaixo de r$ 3,70. às 12h13min, o ibovespa, principal índice acionário do país, ganhava 1,33%, a 93.258 pontos. desde a virada do ano, a bolsa vem enfileirando recordes. no pregão desta quarta, o índice é puxado pela valorização da petrobras e da vale, assim como papéis de concessionárias de rodovias, após o governo anunciar estudo para mudar o modelo de licitação de estradas. no exterior, a notícia positiva é o fim da rodada de negociações e o anúncio, para breve, do que foi discutido entre eua e china. os dois países travam uma guerra comercial e o risco de recrudescimento da disputa havia deixado investidores receosos de uma desaceleração maior da economia global. o possível acordo dá ânimos às bolsas globais. a europa tem segundo dia de alta, e os índices asiáticos também fecharam no positivo. o dólar recua ante o real, cotado a r$ 3,6930. o dia é favorável a emergentes: de 24 moedas desses países, 18 se valorizam ante o dólar.o real é a segunda maior valorização do dia.   fonte: jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/01/664739-bolsa-supera-93-mil-pontos-pela-primeira-vez-na-historia.html)  
09/01/2019

Após recorde, Ibovespa sobe com perspectiva sobre previdência e exterior positivo

 o ibovespa abriu em alta nesta quarta-feira (9) com apoio de todas as blue chips, exceto a on do banco do brasil. a abertura positiva, mesmo após o recorde na terça-feira (8) no fechamento (92.301,86 pontos), acontece em meio ao persistente bom humor dos agentes econômicos com a esperança de concretização da agenda liberal do governo bolsonaro, a começar pelas mudanças na previdência. às 10h28min, o ibovespa subia 0,54% aos 92.530 pontos. na máxima intraday, marcou 92.653 pontos (+0,68%). foi renovada na terça a perspectiva de uma reforma mais dura do que a declarada pelo presidente jair bolsonaro. além disso, o ministro da economia, paulo guedes, prometeu para esta quarta a apresentação de uma medida provisória para conter fraudes previdenciárias e assistenciais. do exterior, a influência é positiva. as bolsas na europa sobem. os índices acionários futuros de nova iorque indicam uma abertura positiva do mercado à vista americano. e o petróleo sobe perto de 2%, na oitava sessão consecutiva de ganhos. contribui para esse cenário o otimismo do investidor global com a perspectiva positiva sobre um possível acordo entre china e estados unidos para dirimir as divergências comerciais. ainda que persista a paralisação parcial do governo americano, agradou o fato de o presidente donald trump não declarar "emergência nacional". nesta quarta, trump irá ao capitólio conversar com senadores republicanos sobre o impasse na administração federal. os democratas continuam firmes no propósito de não liberar recursos para a construção do muro na fronteira com o méxico, como pede o presidente. a on do banco do brasil caía 0,19%, num momento de atenção à promoção do filho do vice-presidente, general mourão, no banco do brasil. o funcionário de carreira do banco estatal antonio hamilton rossell mourão foi promovido a assessor especial, o que triplicou seu salário. jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2019/01/664727-apos-recorde-ibovespa-sobe-com-perspectiva-sobre-previdencia-e-exterior-positivo.html)  
07/01/2019

Sobe número de brasileiros que conseguem guardar dinheiro

  a crise fez muita gente economizar. segundo pesquisa, o de brasileiros que conseguiram poupar dinheiro subiram de 17% para 22% e a aplicação preferida foi a poupança aumentou em outubro o percentual de brasileiros que conseguiram poupar dinheiro, saindo de 17% em setembro para 22%. segundo a sondagem divulgada no dia 19 de dezembro pela confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl) e pelo serviço de proteção ao crédito (spc brasil), a aplicação preferida entre os que conseguiram economizar foi a poupança, escolhida por 60% deles. entre as classes a e b o percentual dos que guardaram dinheiro ficou em 43%, enquanto nas classes c, d e e é de apenas 17%. o valor médio poupado em outubro é de r$ 591,70. além da poupança, 24% dos que economizaram deixam o dinheiro dentro de casa e 22% mantiveram na conta-corrente. há ainda os que preferiram os fundos de investimento (6%), a previdência privada (6%) e a bolsa de valores (4%). a preocupação com imprevistos é a razão que motiva 50% dos poupadores. a segunda maior motivação é garantir um futuro melhor para a família, apontada por 30%, seguida por ter uma reserva em caso de desemprego (28%). as intenções de consumo começam a aparecer em quarto lugar, com os 20% que guardam dinheiro para fazer uma viagem, 12% que pretendem quitar ou comprar um imóvel e 12% que querem comprar um automóvel. entre os que não guardam dinheiro, 41% dizem que não poupam porque têm renda muito baixa, 14% disseram ter tido imprevistos e 13% admitem terem dificuldades para controlar os gastos e conseguir ter sobras no fim do mês. a sondagem foi elaborada ouvindo 800 pessoas em 12 capitais: são paulo, rio de janeiro, belo horizonte, porto alegre, curitiba, recife, salvador, fortaleza, brasília, goiânia, manaus e belém. fonte: r7 - folha vitória por daniel mello – repórter da agência brasil
07/01/2019

CNSP regulamenta mercado de anuidades

 o cnsp estabeleceu através da resolução 370/18 novas condições para operação de seguradoras especializadas em anuidades (contrato que visa o pagamento de renda continuada). segundo a susep, estudos técnicos da susep indicam que é possível estimular novos players e auxiliar o desenvolvimento desse mercado no brasil. a norma determina que a seguradora especializada em anuidades poderá comercializar, exclusivamente, cobertura por sobrevivência, em planos de seguros de pessoas ou planos de previdência complementar aberta, com pagamento do capital segurado ou do benefício sob a forma de renda imediata ou diferida. a seguradora também poderá comercializar cobertura de sobrevivência de assistido de efpc, nos termos da regulamentação específica, desde que a adesão ao contrato entre a seguradora e efpc se dê na data de concessão do benefício de renda ou ao fim do pagamento do benefício. os planos deverão prever rendas calculadas com base em componente atuarial, e serão dos seguintes tipos: vida com renda imediata (vri), quando o plano de seguro de pessoas garantir o pagamento do capital segurado, sob a forma de renda imediata; plano de renda imediata (pri), quando o plano de previdência garantir o pagamento do benefício por sobrevivência, sob a forma de renda imediata; vida com renda diferida (vrd), quando o plano de seguro de pessoas garantir o pagamento do capital segurado por sobrevivência, sob a forma de renda diferida; e plano de renda diferida (prd), quando o plano de previdência garantir o pagamento do benefício por sobrevivência, sob a forma de renda diferida. ainda de acordo com a nova resolução, poderão ser estruturados planos individuais ou coletivos. o custeio do plano dar-se-á por meio de prêmio ou contribuição única, portabilidade ou transferência de recursos. contudo, somente os planos de previdência complementar aberta com cobertura por sobrevivência poderão receber a transferência de recursos, que se destinará exclusivamente à contratação de renda vitalícia. os planos de seguros de pessoas com cobertura por sobrevivência poderão receber portabilidade, exclusivamente, de outros planos de seguros de pessoas com cobertura por sobrevivência. já os planos de previdência complementar aberta com cobertura por sobrevivência poderão receber portabilidade de outros planos de previdência complementar aberta com cobertura por sobrevivência ou de planos de previdência complementar fechada operados por efpc. cada aporte, observadas as condições previstas no plano, seja por prêmio, contribuição, portabilidade ou transferência, implicará na contratação de uma nova renda. no caso de contratação de renda diferida, a data de concessão da renda diferida será a data de contratação ou adesão ao plano. a seguradora iniciará o pagamento do benefício de renda ao final do período de diferimento da renda diferida, se o assistido permanecer vivo. durante o período de diferimento da renda, que seja estruturado de forma exclusivamente financeira, na ocorrência de morte, invalidez ou doença grave do assistido, conforme previsto no plano, os recursos serão postos à disposição do assistido ou do (s) beneficiário (s), para recebimento à vista ou para pagamento de renda. aplicam-se à contratação de renda diferida as mesmas disposições estabelecidas em normativos para planos de renda imediata. será vedado o resgate ou portabilidade dos recursos aportados ao plano. fonte: cqcs
07/01/2019

Adesão ao Simples Nacional vai até o fim de janeiro

 as empresas que querem optar pela adesão ao simples nacional para 2018 devem correr, pois tem até o dia 31 de janeiro para realizar essa opção e, uma vez deferida, produzirá efeitos a partir do primeiro dia do ano calendário da opção. “se a pessoa fizer a opção e houver algum tipo de restrição terá que ajustar até o fim de janeiro. porém, se deixar para a última hora, as ações para ajustes serão praticamente impossíveis”, explica welinton mota, diretor tributário das confirp consultoria contábil, que lembra que o programa é bastante atrativo na maioria dos casos. assim, antes de aderir ao simples nacional é necessário a eliminação de possíveis pendências que poderiam ser impeditivas para o ingresso ao regime tributário, como débitos com a receita. a opção pode ser feita pela internet no site: www8.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional. é importante lembrar que é possível as empresas de serviço também podem aderir ao sistema simplificado de tributação. importante lembrar que o simples nacional passou recentemente por diversas modificações, que trarão novos benefícios aos participantes, mas que, a maioria dessas só entrarão em vigor em 2018. assim, para este ano, serão mantidos os mesmos valores e tabelas para adesão e pagamento. planejamento antes da opção para adesão ao simples nacional, segundo o diretor da confirp contabilidade, é necessário o planejamento tributário já que para muitas empresas essa opção não se mostra tão vantajosa. exemplo são para muitas as empresas de serviços que se encaixam no anexo vi. “segundo estudos da confirp, para algumas empresas essa opção não é positiva. podendo representar em aumento da carga tributária, apesar da simplificação dos trabalhos”, explica welinton mota. ocorre que a regulamentação do governo estabeleceu alíquotas muito altas para a maioria das empresas de serviços, sendo que foi criada uma nova faixa de tributação, o anexo vi, na qual a carga a ser recolhida tem início em 16,93% do faturamento, indo até 22,45%. com esses percentuais assustadores, a adesão pode levar ao aumento da carga tributária. assim, a recomendação da confirp para todas as empresas buscarem o mais rápido possível por uma análise tributária. “se a carga tributária for menor ou até mesmo igual, com certeza será muito vantajosa a opção pelo simples, pelas facilidades que proporcionará para essas empresas”, finaliza o diretor da confirp. quem já é optante para as empresas que já são tributadas no simples, o processo de manutenção é automático. contudo essas devem ficar atentas, pois, as que não ajustarem situação de débitos tributários poderão ser exclusas da tributação. “já faz algum tempo que a receita federal está enviando notificações às empresas devedoras, mas, mesmo sem receber essa mensagem, é importante fazer uma pesquisa e, caso tenha pendências, pagar”, alerta mota. fonte: diário de petrópolis

Tribunal de Contas identifica "deficiências" na privatização das seguradoras da Caixa


08/02/2019
Alienação da Fidelidade, Multicare e Cares decidida pelo anterior Governo "não se revela vantajosa para o interesse público" a "médio prazo". Tribunal critica falta de independência e processo de venda.
A alienação apresenta "deficiências" no que diz respeito à "independência" na avaliação do valor das seguradoras, "não se revela vantajosa para o interesse público" a médio prazo e "não foi eficiente". Estas são as três principais conclusões do relatório do Tribunal de Contas à alienação das três seguradoras do Grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD), a Fidelidade, a Multicare e a Cares, pelo anterior Governo à Longrun, do grupo chinês Fosun.

A auditoria, a que o PÚBLICO teve acesso, critica a opção de venda das seguradoras, por vários motivos. O primeiro diz respeito ao processo. Lembra o Tribunal que "entre a avaliação das seguradoras e a alienação foram realizadas operações prévias (redução de capital e distribuição de dividendos) que tornaram as empresas mais acessíveis e atractivas para o mercado". Contudo, para o Tribunal, há várias "deficiências nesta parte do processo". "Enferma de deficiências quanto à garantia de independência na avaliação das seguradoras, à indefinição do caderno de encargos, ao défice de fundamentação para a escolha da modalidade de venda e à alteração dos critérios de avaliação na fase de apreciação das propostas vinculativas", lê-se no relatório.
No que à independência diz respeito, em causa está o facto de a avaliação das seguradoras ter sido feita pela Caixa BI, do Grupo Caixa. Diz o relatório que esse facto "suscita óbvias reservas sobre o requisito de independência legalmente exigido ao avaliador, face às empresas avaliadas e ao seu accionista". Como resultado, a avaliação foi feita apenas tendo em conta um cenário desactualizado (anterior à redução de capital de 2013), não tendo sido revisto antes do fim do processo, e não tendo sido fornecidos ao Grupo Caixa "elementos pertinentes" para que fosse possível "verificar os valores apresentados nas avaliações em causa". 
Tendo em conta essas limitações, "a melhor expectativa do Grupo Caixa resultante das avaliações era alienar a totalidade das participações sociais das três seguradoras por 1,7 mil milhões".

Além dos resultados, o Tribunal lembra que estas empresas tiveram uma "valorização importante dos seus activos imobiliários" que podiam ter contribuído para a "necessidade de recapitalizar o Grupo Caixa em 2017".
Ainda no que diz respeito aos resultados, para o Tribunal, esta alienação também "não foi eficiente", uma vez que o processo "foi realizado em contexto e oportunidade adversos à maximização do seu resultado, sem estar suportado por uma avaliação de custo e benefício, em consequência da decisão do Estado (o accionista do Grupo Caixa) motivada por compromissos internacionais".
Sobre a decisão, o relatório do Tribunal de Contas lembra, nas suas conclusões, que houve um "estudo preliminar" da JP Morgan pedido pela CGD a "desaconselhar" a venda naquela altura, sugerindo o seu adiamento, uma vez que "as condições de mercado" limitavam "o interesse de eventuais compradores". 

Além deste estudo, a decisão não foi unânime no Conselho de Administração da CGD "quanto à oportunidade e à modalidade de venda". No documento, é citada parte de duas actas do conselho de administração, de 30 de Outubro de 2012 e de 14 de Dezembro do mesmo ano, que mostram que não havia consensos "tendo sido defendido que a mesma apenas deveria ocorrer se necessário e quando as condições de mercado assegurassem uma operação favorável à CGD".

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