04/09/2018

Reforma política coloca o benefício da previdência em pauta

  o debate político sobre a reforma da previdência social vem sendo importante para chamar a atenção da opinião pública para este tema complexo e urgente, que afeta o futuro de todos os brasileiros. apesar de a pec 287/16 não ter progredido muito no congresso nacional, a discussão é fundamental para conscientizar o empresariado sobre a necessidade de mudança, já que cada vez mais os trabalhadores estão atentos às questões relacionadas com aposentadoria. anteriormente, as pessoas só começavam a pensar na aposentadoria quando já possuíam uma idade mais avançada. no entanto, nos dias de hoje, com a conscientização das empresas e funcionários, a ideia de fazer um planejamento desde a juventude vem ganhando visibilidade. além de garantir uma importante proteção adicional aos trabalhadores, a previdência privada pode contribuir para a atração e retenção de talentos. por essa razão, de acordo com a pesquisa de benefícios da aon, 56% das empresas já oferecem aos funcionários opções de planos de previdência complementar. os planos oferecidos podem possuir formatos distintos. no modelo de contribuição definida, o valor da contribuição é acertado no ato da contratação e o montante que será recebido varia em função desta quantia, do tempo de contribuição e da rentabilidade. já no modelo de benefício definido, o valor da contribuição é que varia para que o valor pré-determinado do benefício possa ser atingido. há também o modelo de contribuição variável, que ocorre quando as duas modalidades anteriores são combinadas. de acordo com a pesquisa de benefícios, 46% das empresas optam por oferecer um plano de contribuição variável, 45% preferem o modelo de contribuição definida e apenas 9% o benefício definido, modalidade que vem diminuindo ao longo dos anos por conta dos riscos. além disso, a maior parte das companhias (61%) prefere investir na previdência privada aberta, onde os planos (pgbl, vgbl e fgb) são comercializados por bancos e seguradoras. por outro lado, 20% das empresas escolhem a previdência fechada viabilizada por um fundo multipatrocinado, que também é comercializado pelas seguradoras, e 19% escolhem a previdência fechada por meio de um fundo próprio. desde 2012, quando 53% das empresas optavam por planos de previdência aberta, houve um expressivo aumento desta modalidade. isso demonstra que as companhias não querem mais ter tanto trabalho para administrar seus planos de previdência. por isso, a previdência aberta e os fundos multipatrocinados estão crescendo e vão continuar em progresso nos próximos anos. em relação às contribuições previdenciárias, cerca de 70% das empresas escolhem cobrar um percentual fixo do salário dos colaboradores. na média, esse valor representa 5,7% da remuneração. um número menor de empresas (30%) opta por uma distribuição mais equilibrada, ou fixando a contribuição sobre uma parte do salário que excede um determinado valor, ou adotando tabelas de contribuição escalonada, dividindo o recurso e direcionando as maiores fatias a quem precisa mais do complemento na aposentadoria. essas fórmulas de contribuição são mais adequadas ao conceito da previdência privada, já que se levarmos em conta o processo de ascensão profissional, o trabalhador que hoje recebe menos terá mais ajuda da empresa para compor o valor do benefício quanto mais próximo estiver da sua aposentadoria. na medida em que os profissionais crescem na carreira, suas contribuições aumentam, de forma a amplificar seu potencial de capitalização para o futuro. o objetivo é direcionar os recursos para quem efetivamente precisa da previdência complementar. seja qual for o modelo de viabilização, o papel da empresa não é apenas retirar uma parte do salário do funcionário e aplicar por ele, mesmo que isso por si só traga vantagens de taxas mais competitivas pelo ganho de escala. das empresas que oferecem o benefício, 96% contribuem junto com os trabalhadores – 80% equiparando 100% do valor da contribuição, 6% contribuindo com menos de 100% e 14% contribuindo com mais de 100%. no entanto, mesmo com o aumento da compreensão provocado pelo debate da reforma da previdência, o brasil ainda precisa amadurecer sua cultura de aposentadoria. a previdência privada terá um papel cada vez mais importante na solução dos problemas das formas de custeio da terceira idade, e, por outro lado, as empresas terão um papel fundamental na educação previdenciária de seus funcionários. *roberta porcel, líder de consultoria em previdência e serviços atuariais da aon brasil para mais informações sobre as soluções em previdência que a aon oferece, entre em contato conosco: http://www.aon.com/brasil/previdencia-complementar.jsp  
04/09/2018

Segundo estudo, apenas 19% dos Brasileiros tem seguro de vida. Especialista dá dicas e ensina corretores de todo Brasil a escalarem seus negócios

 um dos grandes desafios de quem é corretor de seguros no brasil é como conseguir sucesso comercializando seguros de vida, um produto que é tido pelo mercado com o mais lucrativo e de acordo com as pesquisas mais recentes o que mais cresce no faturamento das seguradoras. um estudo da universidade oxford, mostra que apenas 19% dos brasileiros possuem seguro de vida e esse número vem aumentando constantemente mostrando um negócio promissor.   motivados pela queda na venda de veículos e consequentemente de seguros para carros, os corretores passaram a enxergar no seguro de pessoas uma oportunidade de elevar suas receitas, porém  a maior parte deles vêm sofrendo para conseguir interagir com os clientes pois a venda de seguros de vida exige um grau de preparação, conhecimento e técnicas que poucos ainda dominam. de acordo com o especialista em seguros de vida e coach  de corretores de seguros ricardo muller, os corretores de seguros estão percebendo que para obter sucesso comercializando seguros de vida  é necessário capacitação especial visto os grandes desafios do mercado brasileiro. "existe uma mística de que o brasileiro não adere ao seguro de vida por questões culturais, eu não acredito que seja tão simples assim, o seguro de vida por tratar de questões tão profundas como o bem estar das pessoas e em alguns casos a morte, precisa ser adequadamente apresentado. ele não pode ser encarado como uma commodity pois cada pessoa conta com uma necessidade específica e o sucesso na comercialização desse importante instrumento de proteção está vinculado ao quão certeiro é o corretor em demonstrar ao cliente suas maiores necessidades e onde entra o seguro". muller diz que os corretores que conseguiram sucesso comercializando seguros de vida tiveram em algum momento que se dedicar a capacitação para obter os conhecimentos necessários para interagir com o cliente e surpreendê-lo. " o corretor de seguros do futuro é aquele que encanta o cliente por meio de uma assessoria adequada, e que utilizando as técnicas e ferramentas corretas, o faz perceber o universo de vulnerabilidades as quais está exposto. todos precisam de um seguro de vida, a grande questão é identificar no momento da assessoria qual cobertura melhor se encaixa no momento de vida do cliente. o especialista afirma que corretores de sucessos tomam para si a responsabilidade pela sua capacitação e que seus resultados derivam de sua resiliência em aprender técnicas inovadoras com o intuito de surpreender seus clientes com uma assessoria realmente diferenciada. "eles entenderam que o sucesso depende apenas deles e pararam de colocar a culpa em fatores externos.", esclarece muller. para ajudar corretores que estão com dificuldades em comercializar seguros de vida, ricardo muller dá, logo abaixo, cinco dicas práticas que podem fazer qualquer corretor ter aumento no faturamento: 1 -não venda seguros de vida, ofereça tranquilidade não venda seguros de vida, ofereça soluções adequadas para resolver uma dor latente do seu cliente. todos os clientes têm muitas dores, identifique a que mais o aflige e após isso proponha uma solução baseada nas coberturas que o seguro que você oferece detém. 2 - seguro de vida não é só para morte muitos corretores ainda focam somente a cobertura de morte no momento da assessoria com o cliente. o seguro de vida é também para a morte, porém  oferecem inúmeras coberturas que possibilitam o titular receber a indenização ainda em vida. 3 - defina um público-alvo a definição do público-alvo é essencial, pois não é possível atender com maestria a todos os públicos. todo corretor que deseja ter sucesso na carreira precisa encontrar um mercado que domine totalmente para assessorar seu cliente com benefícios direcionados. logo, também precisa se comunicar e se relacionar de uma forma única com este nicho. dessa forma as chances do corretor ganhar espaço na mente dos seus clientes aumentam significativamente. no livro 'good to great', o consultor de negócios americano jim collins relatou algumas de suas descobertas em relação ao sucesso de grandes empresas. uma destas descobertas é justamente a definição do público-alvo. 4 - focar em um tipo de seguro quando você foca em um tipo específico de seguro de vida, você se torna especialista nele e consegue ganhar maior notoriedade. vai vender seguro de vida em grupo? individual? com previdência? seguro resgatável? não importa qual seja, o importante é que você foque para se especializar e conseguir criar um padrão de negociação aderente a todos os personagens do seu público. dessa forma, você conseguirá oferecer para clientes mais diretos, mais abertos e etc. 5 - escale o suas vendas tenha uma ideia que gere interesse e uma vitrine para mostrá-la. criar uma ação sem ter onde mostrá-la não fará com que ela tenha uma escala de crescimento. dê visibilidade. a solução? fazer vídeos, postagens nas redes sociais e ações. pode fazer ações presenciais e gravar. transforme isso para que muitas pessoas tenham acesso. coach para corretores de seguros de todo brasil ricardo muller desenvolveu um programa de coach para corretores de seguros que desejam se tornar especialistas na comercialização de seguros de vida. depois de muitos anos capacitando pessoas por todo brasil, o programa ganhou uma versão absolutamente inovadora 100% online, onde o corretor é acompanhado por 12 módulos, passo a passo durante 8 semanas pessoalmente pelo ricardo. o programa vem sendo muito elogiado pelos corretores de seguros e é considerado hoje o mais sofisticado e completo sistema de capacitação visando a especialização em seguros de vida do brasil. mais informações: http://www.ricardomuller.com.br mais sobre ricardo muller corretor, coach e especialista em seguros de vida e previdência a mais de 10 anos. já realizou centenas de treinamentos e cursos por todo brasil, é responsável pela capacitação de centenas de corretoras de seguro e de agências bancárias para vendas de seguros de vida e previdência. ricardo é apaixonado por ensinar e treinar corretores a vender seguros de vida e previdência e acredita que qualquer corretor pode ter excelentes resultados, basta ter apenas o conhecimento e as técnicas certas.
04/09/2018

Poupança ainda é o investimento preferido do brasileiro

  pesquisa revela ainda que mais da metade dos brasileiros não conhece produtos de investimento. o brasileiro ainda não tem hábito de fazer investimento financeiro. foi o que mostrou a pesquisa realizada pela associação brasileira das entidades dos mercados financeiro e de capitais (anbima). o levantamento mostra que 58% dos brasileiros não têm investimento financeiro algum. e, dos 42% que têm alguma aplicação, apenas 9% fizeram algum aporte em 2017. conteúdo publicitário a pesquisa revela, ainda, que mais da metade dos brasileiros não conhece produtos de investimento. em respostas espontâneas, ou seja, sem opções de escolha, apenas 45% da população disseram conhecer um ou mais tipos de produtos, com destaque para a poupança, citada por 32%. “a primeira razão [para não fazer investimento financeiro] e a justificativa mais imediata é a de que não sobra nenhum dinheiro. tem essa questão objetiva, a gente pode associar isso ao número de desempregados, pessoas que perderam poder de compra, mas historicamente, se a gente olhar, há uma cultura de baixa poupança no brasil mesmo”, destacou a superintendente de educação da anbima, ana leoni. “a gente teve períodos de mais abundância em anos passados, e o recurso extra ia para o consumo, e não para o investimento. é importante que as pessoas invertam essa ordem. o que tem que ser primeiro é o investimento e as contas, e essas contas têm que estar dentro do seu padrão de ganho, e gastar o que sobrar, e não investir o que sobrar”, acrescentou ana. imóvel próprio de acordo com o levantamento da anbima, 31% dos investidores pretendem comprar ou quitar parcelas de imóvel ou terreno; 15%, guardar para emergências; 11%, comprar carro, motocicleta ou caminhão; 10%, fazer uma viagem; 7%, investir em negócio próprio; 6%, investir em estudos; 6%, deixar para os filhos ou investir no futuro deles; 6%, construir ou reformar a casa; 5%, usar na velhice ou aposentadoria; e 5%, manter o valor do dinheiro e ir usando quando precisar. apesar de não ser o investimento que mais rende, o brasileiro continua a ter preferência pela caderneta de poupança. os investimentos em títulos públicos somam 3%; em títulos privados, 4%; em fundos de investimento, 5%; em previdência privada, 6%; e na poupança, 89%. “a intenção primeira não é o retorno – 54% das pessoas que investem declaram fazer o investimento por segurança financeira e possibilidade de juntar uma reserva. isso está muito associado ao guardar, a deixar em alguma lugar longe do impulso, inacessível para que eu não acione o meu impulso de gastar aquele dinheiro”, ressaltou ana leoni. “a poupança é [investimento] antigo, tradicional, muito conhecido; os outros produtos têm elementos mais sofisticados de compreensão.” *da redação com informações da agência brasil
04/09/2018

Previdência privada a partir de R$ 30 é opção para dar um reforço na aposentadoria

  a partir de r$ 30 por mês, é possível criar uma reserva complementar para a aposentadoria e não depender exclusivamente do inss planos de previdência complementar não precisam ser, necessariamente, um produto de luxo. opções acessíveis à população menos abastada ou jovens em início de carreira, com magras bolsas de estágio, possibilitam a formação de uma importante reserva para a aposentadoria. simulação feita pela brasilprev, braço de previdência do banco do brasil, mostra que quem consegue guardar r$ 200 por mês ao longo de 30 anos terá uma poupança de aposentadoria futura de r$ 126 mil, que poderá ser sacada de uma só vez ou fatiada em vários meses. se for dividida por 20 anos, o rendimento mensal será de r$ 525,90. os maiores bancos do país oferecem aplicações por valores mínimos baixos, abrindo portas mesmo para quem não costuma ter muito dinheiro sobrando. no santander, por exemplo, as aplicações mensais partem de r$ 30 e, caso o beneficiário aumente sua renda, poderá avaliar esticar a contribuição. conforme gilberto abreu, diretor de investimentos do santander, o valor baixo possibilita que pessoas que contribuem pelo piso na previdência pública obtenham uma segunda fonte de renda na aposentadoria, por exemplo. – uma regra importante é que, quanto mais cedo a pessoa começar a poupar, mais cedo vai formar sua reserva de aposentadoria – afirma abreu.  uma das vantagens de guardar dinheiro em planos de previdência é criar a disciplina de poupar. como os planos permitem pagamento no boleto ou em débito em conta, a contribuição se torna um compromisso como a conta de luz ou água, por exemplo. não há, entretanto, obrigatoriedade de economizar nos meses de maior aperto, pois não incide multa ou juro. o reajuste do valor de contribuição de um ano para o outro dependerá do próprio poupador.  — a pessoa pode acompanhar a evolução da sua reserva em relação às suas necessidades e eventuais alterações no padrão de vida, decorrentes, por exemplo, de crescimento profissional e formação de família. nesses casos, deve avaliar se suas contribuições ainda são suficientes para realizar seus projetos — explica marcelo wagner, diretor financeiro da brasilprev, que lançou neste mês o brasilprev fácil, focado em pessoas com renda mensal a partir de r$ 2 mil. o educador financeiro adriano severo alerta que a escolha de um plano de previdência deve ser feita com análise atenta dos custos envolvidos e também do perfil de aplicação mais adequado para cada tipo de investidor. é possível, por exemplo, escolher aplicações cujo imposto de renda vai caindo ao longo do tempo, alternativa ideal para o poupador de longo prazo.  — também é preciso ficar atento às taxas de administração e carregamento e comparar rentabilidade de diferentes bancos, para avaliar qual a mais vantajosa — afirma severo.  8 regras do bom poupador não saque antes do tempo: resista quando aparecer aquele aperto financeiro, lembre-se que a previdência complementar é sua garantia para um futuro mais confortável. colocar a mão no dinheiro antes da hora pode gerar multas de saída e pagamento de mais imposto de renda (ir). faça um aporte inicial: começar a previdência com uma pequena "bolada" tem um efeito multiplicador importante, com mais rendimento. uma aplicação inicial de r$ 1 mil já é uma boa arrancada.  faça aportes adicionais: aproveite recursos extras na conta para reforçar sua previdência complementar, não dependendo apenas dos aportes mensais. restituição do imposto de renda, antecipação de 13º salário, pagamento de pis/pasep ajudam a engordar o saldo. planeje a contribuição: calcule com cuidado o valor a ser guardado todo mês. não pode ser uma quantia tão alta que fará falta no orçamento nem tão baixa que enfraqueça seu benefício futuro.  comece cedo: quanto antes começar a guardar, menor será o gasto mensal. economizar pouco, nem que seja 5% do salário, causa um efeito multiplicador na poupança, com juros rendendo sobre juros. opte pelo regime regressivo: esta é a opção para quem está decidido a manter o dinheiro aplicado em prazo mais longo, e não como poupança. no regime de tributação regressiva, as alíquotas caem com o passar do tempo e chegam a 10% ao final de 10 anos. escolha o vgbl: quem faz a declaração simplificada do imposto de renda tem mais vantagem contratando os planos de previdência vgbl, em que não há dedução das contribuições. o imposto de renda terá incidência apenas sobre a rentabilidade acumulada. não abandone o inss: se você é autônomo, não deixe de pagar o inss. a previdência pública é garantia de cobertura financeira em caso de acidente do trabalho, doença ou afastamento por licença-maternidade, por exemplo. veja algumas simulações de previdência privada
04/09/2018

Como o envelhecimento mudou nos últimos 20 anos

  a previsão é de que, em 2042, a população brasileira atinja 232,5 milhões de habitantes, sendo 57 milhões de idosos (24,5%) segundo os dados da pesquisa nacional por amostra de domicílios contínua (pnad), divulgada pelo instituto brasileiro de geografia e estatística (ibge), em 2017, o país superou a marca de 30 milhões de idosos. a previsão é de que, em 2042, a população brasileira atinja 232,5 milhões de habitantes, sendo 57 milhões de idosos (24,5%). no início do século xx, a expectativa de vida era de cerca de 40 anos. hoje, gira em torno dos 75-85 anos, principalmente nos países desenvolvidos. os avanços da medicina, ao longo do século xx, e agora no século xxi, contribuíram de modo muito claro para essa longevidade: descoberta das causas de várias doenças e respectivos tratamentos; criação de vacinas; novas tecnologias; mudança de foco de várias áreas da medicina para a prevenção das doenças; entre outros. o próprio conceito de idoso já mudou, uma vez que uma pessoa de 60, há cerca de 20 anos, era considerada “velha”. atualmente, quem tem 60-70 anos pode estar física e mentalmente saudável, com plena disposição para trabalhar, viajar, praticar esportes e namorar. trata-se de uma população que quer continuar ativa, e está longe de “se aposentar da vida”. pelo contrário. a maioria das pessoas dessa faixa etária enxerga essa fase como uma oportunidade para, enfim, se divertir! terceira idade com qualidade de vida o desafio é “fazer do limão uma limonada”, uma vez que envelhecer implica em se ajustar continuamente a um lento processo de perdas físicas, psicológicas e cognitivas, e muito da velhice saudável depende da aceitação dessa condição. infelizmente, no brasil, chegar aos 70 ou 80 anos com tranquilidade financeira é para poucos. ao chegar na aposentadoria, a maioria dos brasileiros passa a receber um valor muito abaixo da receita que tinha quando trabalhava. quem não guardou dinheiro ou fez uma previdência privada, e passa a contar apenas com a aposentadoria, provavelmente terá que continuar trabalhando por conta própria para garantir um extra todo mês, ou precisará reduzir bastante seu padrão de vida. daí a importância de, desde cedo, se planejar financeiramente e cuidar da saúde mental (ler, frequentar eventos sociais e culturais, etc) e da saúde física (realizar check-up periodicamente, praticar atividade física e adotar uma alimentação saudável). chegar à terceira idade com dinheiro, boa saúde e oportunidade de fazer o que quiser é uma realidade possível nos dias de hoje. bem diferente de 20 anos atrás, quando “uma senhora de 60 anos” passava sua velhice fazendo tricô em uma cadeira de balanço. fonte: jornal da manhã online
04/09/2018

Sindseg faz palestra para empresários e o mercado de seguros em Marabá (PA)

  a cidade de marabá, no pará, foi o palco da palestra “a importância do seguro privado e da previdência privada para o empresário”, promovida pelo sindicato das seguradoras do norte e nordeste (sindseg n/ne), no ultimo final de semana. ministrada pelo professor maurício tadeu, a apresentação foi bastante prestigiada não somente por profissionais do mercado de seguros, mas também por diversos empresários da região. em sua explanação, o professor maurício tadeu levou informações imprescindíveis sobre a necessidade de ampliação da cultura do seguro e da previdência privada no meio empresarial com o intuito de esclarecer pontos distintos dessas modalidades e promover o mercado. em sua fala, o especialista abordou questões variadas para o publico, que acompanhou atentamente a cada ponto. a apresentação serviu ainda para mostrar fatores essenciais que podem ajudar empresários no município. realizada pelo sindseg n/ne, a palestra teve apoio associação comercial e industrial de marabá (acim) e do seu conselho de jovem. a abertura dos trabalhos contou com a presença dos representantes da diretoria da acim. a ação é somente uma do ciclo da palestras que vem sendo realizado em varias cidades das regiões norte e nordeste pelo sindseg n/ne e parceiros. a delegada do sindseg juliana bezerra na região, e uma das responsáveis pelo evento, teve apoio organizacional da corretora alane carvalho nos trabalhos em marabá. fonte: sindseg n/ne via /cqcs
04/09/2018

Rombo da Previdência é de R$ 35 milhões e o déficit mensal do Paço atinge R$ 20 mi’

  apesar da campanha eleitoral, não há falta de quórum, em plenário, hoje. com uma média de 24 parlamentares nas sessões ordinárias, informa o presidente  previdência drena recursos que seriam destinados a obras, serviços e programas do paço nas áreas de saúde, educação, infraestrutura e social, lamenta  mesmo assim, o prefeito da capital, iris rezende machado [mdb], fez o dever de casa, ao adotar redução de custos e cortes, diz. medidas duras, frisa a reforma do instituto de previdência dos servido­res municipais [ipsm] deve ser examinada, com urgência, pela câmara municipal de goiânia, em setembro, informa com exclusivi­dade ao jornal diário da manhã o presidente do legislativo goia­niense, andrey azeredo [mdb], 45 anos. graduado em direito, com especialização em direito tributário. filho dos jornalistas vonivar campos e rachel aze­redo, ele anuncia a chegada, em plenário, enviado pelo poder exe­cutivo, com os arremates finais, do código tributário municipal. para vigorar já a partir de 2019. a mensagem tem que ser apro­vada até 30 de setembro de 2018. após a realização de audiên­cias públicas, conversas exausti­vas, a planta de valores deve en­trar em pauta, explica. não há impedimento para ser exami­nada, observa. o vereador rela­ta também que o projeto de lei, de sua autoria, que obriga as em­presas privadas a apresentarem regras de conduta éticas, regula­mentadas e em execução, para que entreguem as obras e servi­ços, com os cronogramas físico e orçamentário na data previs­ta, sem propostas de corrupção, desvios de recursos públicos que manchem a sua reputação, será submetido aos 35 vereadores. – apesar da campanha eleito­ral, não há falta de quórum, em plenário, hoje. com uma média de 24 parlamentares nas sessões ordi­nárias. às terças, quartas e quintas. andrey azeredo conta que existem, hoje, 13 vereadores, dos 35, que disputarão as eleições programadas pelo tribunal su­perior eleitoral [tse]. para 7 de outubro de 2018. integrariam a relação: jorge kajuru, cabo sena e edson automóveis. mais: pau­lo daher, felizberto tavares, pau­linho graus, vinícius cirqueira, vice-presidente da mesa direto­ra, e elias vaz. assim como dra. cristina, milton mercêz, tatia­na lemos, da legenda da foice e do martelo, o pc do b, e eduar­do do prado, delegado de polícia. além de alysson lima, registra o cult emedebista. – os nomes citados acima pos­suem, sim, potencial eleitoral e po­dem conquistar novos mandatos em suas carreiras políticas em 7 de outubro de 2018. saúde financeira puxado pela crise da previdên­cia, o déficit mensal da prefeitura municipal de goiânia teria caído de r$ 32 milhões para r$ 20 mi­lhões, hoje, destaca o presidente da câmara municipal. com um buraco de r$ 35 milhões, a pre­vidência municipal drena recur­sos financeiros que seriam desti­nados para a realização de obras, serviços e programas do paço nas áreas de saúde, educação, infraes­trutura, social, lamenta. mesmo assim, o prefeito da capital, iris rezende machado [mdb], fez o dever de casa, ao adotar redução de custos e cortes, diz. – medidas duras. com respon­sabilidade social. de acordo com o que determina a lei. com a reforma da previdên­cia, o tesouro municipal eleva­rá sua capacidade de investi­mento público, avalia. além de garantir a aposentadoria, com o pagamento em dia, sem atra­sos, do benefício dos servido­res públicos municipais, pon­tua. ele comemora a realização, em sua gestão, do concurso pú­blico para o preenchimento de 75 cargos na casa de leis. com transparência e lisura, dispara. a câmara municipal convocou ainda os aprovados no concur­so público do ano de 2006, sub­linha. uma medida cidadã, cor­reta, fuzila o gestor público. – a câmara municipal de goiâ­nia devolveu o valor de r$ 17 mi­lhões ao tesouro municipal, no exercício financeiro de 2017. o maior valor da história já devol­vido ao poder executivo. saneamento saneamento administrativo e financeiro. é o que andrey azere­do confidencia ter promovido na casa de leis. com a renegociação de contratos e redução de valo­res, metralha. uma economia substancial de gastos, anuncia ele. navalha na carne, mesmo, reitera. assim como com lici­tações sob absoluta transpa­rência, garante. pregões ele­trônicos, atira. um novo portal da transparência entrou no ar, na rede mundial de computa­dores, a internet, com informa­ções precisas sobre tudo o que é gasto, para gerar interação com a sociedade civil, adianta. – o que ampliou o número de acessos. ao portal da transparência. curta nossa página no facebook! reformas desen­volvimentistas. com a agen­da ‘uma ponte para o futuro’. esse é o ca­minho para a superação das cri­ses econômica, social e política, acredita andrey azeredo, os pri­meiros passos já foram dados, crê. com a reforma trabalhista, aponta. dados do caged [cadas­tro geral de emprego], do minis­tério do trabalho, em brasília, ca­pital da república, mostram que o mês de julho de 2018 teria gera­do o maior número de postos de trabalho dos últimos anos, des­taca. um sinal de reaquecimen­to da economia nacional, após as medidas adotadas, frisa. – tempos novos virão. pós-refor­mas estruturantes. reformas estruturantes o operador do direito, especia­lista em temas tributários, defen­de uma reforma tributária. para desonerar a produção, simplifi­car a tributação, ampliar a base de arrecadação de impostos, acabar com a sonegação fis­cal, diminuir a carga tributá­ria sobre o capital e as classes médias, assim como reduzir com as isenções desmedidas, pondera. o que provocará o crescimento do bolo tribu­tário e permitirá uma dis­tribuição de recursos mais igualitária para a união, es­tados e municípios, teori­za. para o atendimento às demandas da população, diz. – a reforma política é es­tratégica para a reforma do estado. com a redução brusca do nú­mero de partidos políticos em fun­cionamento, hoje, no brasil, pro­põe. trinta e sete legendas estão registradas no tribunal superior eleitoral, o tse, com 56 pedidos de legalização de novas siglas no país em tramitação. na corte elei­toral. é ilógico, ataca. com 35 ve­readores, a câmara municipal de goiânia possui uma representa­ção política de 21 partidos, infor­ma. é o legislativo municipal com o maior número de siglas do país, vocifera. o pluralismo e a demo­cracia não podem se transformar em uma ciranda, desabafa. foco de gestão – o meu foco, hoje, é esgotar a pauta, aprovar as reformas estru­turantes para equilibrar as finan­ças públicas, dar transparência aos atos do legislativo, com ética e concluir meu mandato
04/09/2018

Pedrinhas em Seguros (RS) promovem encontro no Acampamento Farroupilha

  momento conta com apoio de grupo autosul e sultec vistorias o piquete portal do rio grande é palco do próximo encontro do clube da pedrinha em seguros (rs). com apoio do grupo autosul e sultec vistorias, os membros da entidade reúnem-se no dia 11 de setembro, terça-feira, a partir das 19h30min. confira também: diversas novidades marcam encontro do clube da pedrinha em seguros (rs). para participar é necessário realizar a confirmação até o dia 7 de setembro, através do e-mail marketingpedrinha@gmail.com. divulgação " data-image-meta="{"aperture":"0","credit":"","camera":"","caption":"","created_timestamp":"0","copyright":"","focal_length":"0","iso":"0","shutter_speed":"0","title":"","orientation":"0"}" data-image-title="a4529360-c533-4dc7-a2f7-2fa81dad34e7 (1)" data-large-file="https://jrscomunicacao.com/wp-content/uploads/2018/09/a4529360-c533-4dc7-a2f7-2fa81dad34e7-1.jpg" data-medium-file="https://jrscomunicacao.com/wp-content/uploads/2018/09/a4529360-c533-4dc7-a2f7-2fa81dad34e7-1-300x300.jpg" data-orig-file="https://jrscomunicacao.com/wp-content/uploads/2018/09/a4529360-c533-4dc7-a2f7-2fa81dad34e7-1.jpg" data-orig-size="790,790" data-permalink="https://jrscomunicacao.com/2018/09/03/pedrinhas-em-seguros-rs-promovem-encontro-no-acampamento-farroupilha/a4529360-c533-4dc7-a2f7-2fa81dad34e7-1/" height="705" src="https://jrscomunicacao.com/wp-content/uploads/2018/09/a4529360-c533-4dc7-a2f7-2fa81dad34e7-1.jpg" width="705" />
29/08/2018

Transformação digital nos seguros: o suco de laranja e a redescoberta do risco

 a sociedade e o formato de consumo evoluem juntos, cada vez mais rápido. um exemplo simples está na laranja transformada em suco pronto, com embalagem e disponibilidade como diferenciais. outro, mais complexo, são os aplicativos de transporte. aqui os provedores não possuem motoristas, nem frota, mas criaram um novo canal para o cliente acionar o serviço e revolucionaram a forma como nos locomovemos. ao estabelecer essa conexão direta entre motoristas e passageiros, esses aplicativos usaram a tecnologia para mudar a tal da embalagem - e assim o produto fica disponível com um clique, em qualquer hora e lugar. essa mudança é um dos frutos da era da transformação digital. outro é a cross over for work, empresa que oferece posições globais de trabalho e carreira, com alta remuneração e sem escritório fixo. ela recruta executivos em todo o mundo para seus clientes igualmente espalhados pelo globo e as atividades são desenvolvidas por meio de plataformas de trabalho coletivo, com alta disponibilidade. você já percebeu que a transformação digital faz processos virarem produtos e produtos virarem serviços. portanto, manter o status quo não é mais uma alternativa para as seguradoras. muitas mudanças estão a caminho e outras já impactam o setor. a internet das coisas (internet of things, iot) é uma delas. ao disponibilizar enorme massa de informações sobre o segurado e seus bens, essa tecnologia permite a customização das apólices. com isso, a desintermediação ganha força, especialmente nos produtos massificados, direcionando o corretor para vendas com maior valor agregado. veja o que fez a insurtech lemonade, fundada nos estados unidos há menos de 3 anos: primeiro, buscou mercado pouco atrativo - seguros de residência para proprietários e inquilinos, inclusive domicílios compartilhados, em bairros de médio padrão em nova york. o alvo era o público com pouca tradição em seguros, notadamente millennials. depois, a lemonade quebrou o modelo de atuação das seguradoras, substituindo corretores e burocracia por interações digitais e robôs, que liberam coberturas em minutos. resultado: sucesso. no brasil, onde a regulamentação atual limita vendas diretas da seguradora, surgem iniciativas mais ousadas para contornar a “distância” do cliente massificado. entre elas está o compartilhamento das bases de clientes do corretor e da seguradora para oferecer, por exemplo, seguro de vida àqueles que só possuíam apólices de automóvel. o objetivo é superar, com tecnologia e informações disponíveis nas redes sociais, um obstáculo local às vendas cruzadas: a especialização dos corretores em nosso país. nosso índice de apólices da mesma seguradora por cliente (ou domicílio) é dos menores do mundo, inferior a 1,5 mesmo nas grandes do setor, contra mais de 3 em países com maior penetração do seguro. cresce a percepção de que o corretor precisa ser melhor capacitado e alavancado pelas seguradoras, especialmente quando está em jogo a superação das metas de venda e barreiras na distribuição. a peça-chave (exceto em bankassurance e affinity) ainda é esse profissional: com apoio da tecnologia, ele aumentará a produtividade, por exemplo, criando rotinas com inteligência para mapear eventos de vida dos clientes-alvo via redes sociais. assim pode oferecer serviços e plataformas de qualidade em todas as interações ao longo da jornada do cliente – cotação, venda, pagamento, endosso, sinistro, renovação e consultas. a indústria de seguros foi criada há centenas de anos, no tempo das caravanas dos comerciantes que traziam mercadorias do oriente (não deixem de ler “desafio aos deuses: a fascinante história do risco”, de peter bernstein, 1997). muita coisa mudou desde então, mas a essência permanece: venda de garantia que só se usa em caráter excepcional, ou seja, no caso de sinistro. a evolução até aqui foi cosmética, melhorou atendimento, segmentou o mercado e acrescentou serviços. mas não é mais suficiente: é necessário explorar o potencial das novas tecnologias – que continuarão chegando – à luz do insubstituível conhecimento de seguros e riscos. a transformação digital está oferecendo inúmeras oportunidades, mas também ameaças às seguradoras, porque elas atuaram, por décadas, com enormes tabelas de médias demográficas e de sinistralidade, cotando prêmios para clientes sem rosto e sem identidade. agora, com iot, redes sociais e motores de regras ajustáveis com inteligência artificial, personaliza-se o risco ao refletir comportamentos observados, não presumidos. assim, muda-se a embalagem, o conteúdo e a forma de servir: exatamente como no caso da laranja. podemos oferecer usage-based insurance (ubis), no qual só se paga pelo uso, ou seja, pelo serviço. carro que vive na garagem, por exemplo, tem seguro mais barato. há opção de endossos válidos por horas ou até minutos, quando alguma situação especial deve ser averbada usando meios digitais instantâneos. a pergunta que fica é: o que mais vem por aí? * joel de oliveira é diretor comercial e de novos negócios da sistran. fonte: portal nacional de seguros por danilo fernandez

Tribunal de Contas identifica "deficiências" na privatização das seguradoras da Caixa


08/02/2019
Alienação da Fidelidade, Multicare e Cares decidida pelo anterior Governo "não se revela vantajosa para o interesse público" a "médio prazo". Tribunal critica falta de independência e processo de venda.
A alienação apresenta "deficiências" no que diz respeito à "independência" na avaliação do valor das seguradoras, "não se revela vantajosa para o interesse público" a médio prazo e "não foi eficiente". Estas são as três principais conclusões do relatório do Tribunal de Contas à alienação das três seguradoras do Grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD), a Fidelidade, a Multicare e a Cares, pelo anterior Governo à Longrun, do grupo chinês Fosun.

A auditoria, a que o PÚBLICO teve acesso, critica a opção de venda das seguradoras, por vários motivos. O primeiro diz respeito ao processo. Lembra o Tribunal que "entre a avaliação das seguradoras e a alienação foram realizadas operações prévias (redução de capital e distribuição de dividendos) que tornaram as empresas mais acessíveis e atractivas para o mercado". Contudo, para o Tribunal, há várias "deficiências nesta parte do processo". "Enferma de deficiências quanto à garantia de independência na avaliação das seguradoras, à indefinição do caderno de encargos, ao défice de fundamentação para a escolha da modalidade de venda e à alteração dos critérios de avaliação na fase de apreciação das propostas vinculativas", lê-se no relatório.
No que à independência diz respeito, em causa está o facto de a avaliação das seguradoras ter sido feita pela Caixa BI, do Grupo Caixa. Diz o relatório que esse facto "suscita óbvias reservas sobre o requisito de independência legalmente exigido ao avaliador, face às empresas avaliadas e ao seu accionista". Como resultado, a avaliação foi feita apenas tendo em conta um cenário desactualizado (anterior à redução de capital de 2013), não tendo sido revisto antes do fim do processo, e não tendo sido fornecidos ao Grupo Caixa "elementos pertinentes" para que fosse possível "verificar os valores apresentados nas avaliações em causa". 
Tendo em conta essas limitações, "a melhor expectativa do Grupo Caixa resultante das avaliações era alienar a totalidade das participações sociais das três seguradoras por 1,7 mil milhões".

Além dos resultados, o Tribunal lembra que estas empresas tiveram uma "valorização importante dos seus activos imobiliários" que podiam ter contribuído para a "necessidade de recapitalizar o Grupo Caixa em 2017".
Ainda no que diz respeito aos resultados, para o Tribunal, esta alienação também "não foi eficiente", uma vez que o processo "foi realizado em contexto e oportunidade adversos à maximização do seu resultado, sem estar suportado por uma avaliação de custo e benefício, em consequência da decisão do Estado (o accionista do Grupo Caixa) motivada por compromissos internacionais".
Sobre a decisão, o relatório do Tribunal de Contas lembra, nas suas conclusões, que houve um "estudo preliminar" da JP Morgan pedido pela CGD a "desaconselhar" a venda naquela altura, sugerindo o seu adiamento, uma vez que "as condições de mercado" limitavam "o interesse de eventuais compradores". 

Além deste estudo, a decisão não foi unânime no Conselho de Administração da CGD "quanto à oportunidade e à modalidade de venda". No documento, é citada parte de duas actas do conselho de administração, de 30 de Outubro de 2012 e de 14 de Dezembro do mesmo ano, que mostram que não havia consensos "tendo sido defendido que a mesma apenas deveria ocorrer se necessário e quando as condições de mercado assegurassem uma operação favorável à CGD".

Praça Otávio Rocha, 65 - 1º andar
Centro Histórico - Porto Alegre/RS
CEP.: 90020-140
+55 (51) 3228.1999

News

Receba nossas novidades

LIGUE

+55 51 3228-1999

Ouvidoria
0800 703 1989
E-mail: ouvidoria@sinapp.org.br

Atendimento ao Deficiente Auditivo e de Fala através da TSPC-CAS – Central de
Atendimento a Deficientes Auditivos ou de Fala -
0800 200 0819 E-mail: sac.especial.auditivo.fala@sinapp.org.br

Atendimento ao
Deficiente Visual
0800-703-1989