13/07/2018

Confiança do consumidor recuou 6,1% em junho, aponta SPC

 o indicador de confiança do consumidor recuou 6,1% em junho na comparação com maio. com esse recuo, o indicador retrocedeu para 38,8 pontos, o que representa o mais baixo patamar desde janeiro de 2017, início da série histórica. os dados foram apurados pelo serviço de proteção ao crédito (spc brasil) e pela confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl). pela metodologia, o indicador varia de zero a 100, sendo que resultados acima de 50 pontos demonstram o predomínio de otimismo, ao passo que abaixo de 50, o que prevalece é a visão pessimista. na avaliação do presidente da cndl, josé cesar da costa, mesmo com o fim da recessão, a confiança do consumidor encontra dificuldades para atingir resultados consistentes, tendo em vista o tímido crescimento da economia, que ainda não se recuperou das perdas acumuladas ao longo da crise e nem se reflete em melhora efetiva nos dados de emprego e renda. em junho, o quadro foi agravado pela paralisação dos caminhoneiros ocorrida ao final de maio. "ao chamar a atenção para a questão dos preços dos combustíveis, para a alta carga tributária e para a deficiência da matriz de transportes, o protesto reforçou a indicador de confiança do consumidor a percepção negativa sobre a situação econômica, trazendo de volta a memória da crise. esses são fatores relevantes que impactaram a queda da confiança", explica o presidente. o indicador de confiança é composto pelo indicador de cenário atual, que caiu de 30,8 pontos para 28,9 pontos em um mês e pelo indicador de expectativas, que retrocedeu ao passar de 51,8 pontos em maio para 48,6 pontos em junho. de acordo com o levantamento, em cada dez brasileiros, oito (79%) avaliam negativamente as condições atuais da economia brasileira. para 18%, o desempenho é regular, e para apenas 1% o cenário é positivo. entre aqueles que avaliam o clima econômico como ruim, a principal explicação é o desemprego elevado, citado por 67% dos entrevistados. mesmo com a inflação sob controle, os preços considerados altos foram citados por 62% dos consumidores, assim como os juros, mencionados por 48%. há ainda 30% de entrevistados que atribuem o momento ruim a desvalorização do real frente ao dólar. já quando se trata de responder sobre a própria vida financeira, o número de consumidores insatisfeitos é menor do que quando se avalia a economia do brasil como um todo, mas ainda assim é elevado. de acordo com a sondagem, 45% dos brasileiros consideram a atual situação financeira como ruim ou péssima. outros 45% consideram regular e um percentual menor, de 8%, consideram o momento bom. dentre os entrevistados que trabalham, 29% consideram média ou alta a probabilidade de serem demitidos. para 25%, o risco é baixo e 46% não temem ser dispensados pelos seus patrões. a pesquisa ainda mostra que o alto custo de vida supera o endividamento como o fator que mais pesa no orçamento das famílias: 45% e 21%, respectivamente. questionados sobre o comportamento dos preços, 95% notaram aumento nos postos de combustíveis em relação a maio, ante 82% da sondagem anterior. na avaliação da economista-chefe do spc brasil, marcela kawauti, a expectativa é de que neste semestre a atividade econômica não reaja na intensidade necessária para melhorar os dados de emprego e de renda da população. preços dos combustíveis pesam no pessimismo do consumidor (arquivo/agência brasil) "as projeções apontam para uma desaceleração no ritmo da retomada, que já era lento e ainda foi prejudicada pela paralisação dos caminhoneiros. temas importantes como a agenda fiscal e as reformas estruturais foram perdendo força nos últimos meses e isso impacta as expectativas de forma negativa", explica marcela kawauti. para marcela, há ainda um componente imprevisível que são as eleições de outubro. "as eleições têm impactado no sentido de que o consumidor não consegue ter uma previsibilidade, ainda temos uma economia que está crescendo muito menos do que se imaginava, a expectativa do produto interno bruto (pib) era de mais de 2% e agora está mais perto de 1%. ainda tem o fato de os empresários segurarem os investimentos também por conta dessa imprevisibilidade, o mercado de trabalho demora mais a se recuperar", analisa. a economista explica ainda que, embora a recessão tenha terminado em janeiro do ano passado, os reflexos continuam presentes. "ainda não entramos numa fase de plena recuperação, os efeitos dessa recessão ainda são muito fortes. acredito que a recessão só terminará mesmo quando a gente tiver um pouco mais de previsibilidade, o que deve acontecer só depois das eleições e ainda existe o risco, dependendo de quem for eleito, de a gente voltar a ter um ano muito ruim, se for eleito alguém muito extremista para o cargo de presidente", acredita marcela. no entendimento da economista, a greve dos caminhoneiros também teve reflexo na queda do índice de confiança. "acabou mostrando também o quanto a gente precisa colocar um governo mais ativo e o quanto precisamos de reformas em infraestrutura. a greve acabou evidenciando muito os problemas do país". a sondagem também procurou saber o que os brasileiros esperam do futuro da economia do brasil, e descobriu que a maioria, 53%, está declaradamente pessimista. quando essa avaliação se restringe à vida financeira, no entanto, o volume de pessimistas cai para 19%. os otimistas com a economia são apenas 11% da amostra, ao passo que para a vida financeira, o percentual sobe para 53% dos entrevistados. para justificar a percepção predominantemente negativa com os próximos seis meses da economia, 65% citam problemas políticos e escândalos de corrupção, ao passo que 41% atribuem esse sentimento ao desemprego que segue alto no país. já entre os pessimistas com a própria vida financeira, 69% demonstram incômodo com a elevação dos preços e 40% acham que a economia fraca impacta na sua vida particular. em sentido contrário, tanto os otimistas com a economia quanto com a própria vida financeira, não sabem explicar ao certo a razão desse sentimento positivo, já que 57% e 35%, respectivamente, não souberam apontar razões específicas e apenas acreditam que coisas boas devem acontecer nos próximos seis meses. a pesquisa abrangeu 12 capitais das cinco regiões brasileiras: são paulo, rio de janeiro, belo horizonte, porto alegre, curitiba, recife, salvador, fortaleza, brasília, goiânia, manaus e belém. juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. a amostra, de 801 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/638212-confianca-do-consumidor-recuou-6-1-em-junho-aponta-spc.html)  
11/07/2018

Análise do Seguro do Brasil no Mundo

 nesse mês, a resseguradora swiss re divulgou o seu tradicional levantamento anual, com a comparação dos dados dos mercados de seguros dos países. o título do texto desse ano de 2018 (com dados de 2017) foi “world insurance in 2017: solid, but mature life markets weigh on growth”, destacando que o segmento de seguro de pessoas ainda tem potencial para crescer nos países emergentes. ver... http://institute.swissre.com/research/overview/sigma/3_2018.html a seguir, alguns comentários sobre o brasil, extraídos da tabela e do gráfico abaixo: 1) de 2015 para 2016, a elevada taxa de crescimento do vgbl (inserido pela swiss re no grupo “vida”) resultou em um incremento de participação mundial do brasil nesse tópico. por exemplo, de 1,46% para 1,57% da receita total dos países. por outro lado, o segmento “não vida” teve uma trajetória oposta, ainda em função dos fortes efeitos da crise econômica, com queda de 1,58% para 1,50% da receita total dos países. 2) de 2016 para 2017, o setor de seguros no país teve recuperação por dois motivos, quando comparado aos dados mundiais. primeiro, o próprio crescimento de receita em reais e, segundo, o ganho cambial, pela desvalorização do dólar. lembrar que a receita de seguros de todos os países é transformada para dólares pelo câmbio médio do ano. com isso, ao contrário da variação assimétrica de 2015 para 2016, agora os dois segmentos cresceram, em termos de participação no mundo. o de “não vida”, de 1,50% para 1,63%; e o de “vida”, de 1,57% para 1,76%. 3) no total, as participações do brasil - em 2015, 2016 e 2017 – foram, respectivamente, 1,52%, 1,54% e 1,70% do mercado segurador mundial. isto é, apesar das dificuldades, houve crescimento no período em questão. atualmente, o país ocupa a 12ª posição geral no mercado segurador mundial. 4) enfim, para concluir, é sempre bom lembrar que, nesse estudo da swiss re, não está incluído o seguro saúde. assim, para evitar discussões teóricas - como, por exemplo, se o vgbl deve ser ou não incluído nesse cálculo ou que segmento das operadoras de saúde devemos considerar como faturamento de seguro -, um indicador mais tranqüilo é avaliar somente a evolução do mercado de “não vida” na receita mundial de seguros. 5) isso está representado no gráfico abaixo, com a análise dos últimos 10 anos. em termos didáticos, podemos separar a evolução do mercado segurador brasileiro em quatro fases. de 2007 a 2011, forte taxa positiva de crescimento. de 2011 a 2014, estabilidade na participação. de 2014 a a 2016, queda, pelos efeitos de crise econômica. de 2016 a 2017, já temos uma recuperação, embora ainda lenta. agora, o desafio é acelerar essa trajetória. vamos em frente!!
11/07/2018

Seguros de pessoas crescem acima da média do mercado

 os seguros de pessoas continuam crescendo bem acima da média do mercado. é o que indica o estudo “análise estatística – fenacor”, que tem como base os dados oficiais da susep. de acordo com esse levantamento, mesmo desconsiderando o resultado gerado pela comercialização do vgbl, o ramo de pessoas acumulou, de janeiro a maio, um total de r$ 15 bilhões em receita de prêmios, com crescimento de 11% em relação ao mesmo período do ano passado. “em 2017, a evolução do ramo de pessoas foi favorável, quando comparada ao ano anterior, com uma variação de 11%, superando com sobras as taxas de inflação. em 2018, essa tendência se consolidou, também com crescimento na casa de dois dígitos”, explica o responsável pelo estudo, francisco galiza. a região sudeste gerou aproximadamente 61% desse valor, um pouco menos que em 2017, quando respondeu por cerca de 62% da receita apurada no ramo de pessoas até maio. essa diferença foi diluída entre as demais regiões. o sul ficou com uma fatia de 17%, seguido pelo centro-oeste (12%), nordeste (8%) e norte (2%). entre os estados o destaque foi são paulo, onde foi apurada arrecadação de r$ 6,5 bilhões, o correspondente a 43,4% da receita nacional no ramo de pessoas. fonte: cqcs
11/07/2018

Marco regulatório e melhor mercado imobiliário dão fôlego à capitalização

 a expectativa é que a complementação da circular 569 esteja válida a partir de 31 de agosto e que novos produtos e propostas aumentem o portfolio do setor já em fevereiro do ano que vem a implementação do marco regulatório para capitalização fomentará a criação de produtos e a venda de novos títulos a partir do primeiro trimestre de 2019. além disso, a estimativa de melhora do mercado imobiliário também dá fôlego à garantia de aluguel. de acordo com o diretor executivo da federação nacional de capitalização (fenacap), carlos alberto corrêa, ainda que os resultados deste ano possam “não alcançar 100%” das projeções, o marco regulatório do setor deve trazer novos impulsos. “é o que precisamos para dar mais transparência e visibilidade para a capitalização. isso trará novos produtos para o nosso portfolio”, diz. acabou, na última quinta-feira, o prazo da consulta pública criada pela superintendência de seguros privados (susep). a expectativa é que a complementação da circular 569 – de maio – será efetiva em 31 de agosto. “o prazo para adequação fica entre 120 e 180 dias. em fevereiro já teremos as prateleiras prontas para a venda de novos produtos e aumento do setor”, completa corrêa. garantia locatícia já do lado das seguradoras, as projeções estão, em sua maioria, voltadas para a recuperação do mercado imobiliário. segundo o superintendente de negócios da sulamérica capitalização, natanael castro, a baixa venda de imóveis trouxe um aumento na venda de títulos de garantia de aluguel. “temos um contexto econômico que, de certa forma, represa o crescimento do faturamento, mas a emissão da circular traz uma tendência positiva, principalmente para os produtos voltados para o mercado imobiliário”, afirma. “o título como garantia locatícia é um dos produtos mais conhecidos e, a partir do aquecimento do mercado e da modernização do marco, vemos crescimento significativo quando olhamos para 2019”, opina o superintendente de riscos e capitalização da porto seguro, luiz carlos henrique. os últimos dados da fenacap apontam que, de janeiro a maio deste ano, a receita do setor atingiu r$ 8,6 bilhões, alta de 8,1% em relação a igual período de 2017. as provisões técnicas – recursos resgatados antecipadamente, ou no fim da vigência – fecharam com r$ 29 bilhões (+2,7%).  
11/07/2018

Presidente da FenaPrevi participa do 5º Encontro do CSP-MG

  sergio prates (vice-presidente do csp-mg), edson franco (presidente da fenaprevi), joão paulo moreira de mello (presidente do csp-mg), antônio edmir ribeiro (diretor social) e mauricio tadeu barros morais (diretor de seguros) o presidente da fenaprevi, edson franco, foi o convidado especial do 5º encontro do clube de seguros de pessoas de minas gerais (csp-mg), que reuniu cerca de 150 pessoas no dia 5 de julho, em belo horizonte. além de abordar o cenário atual e as perspectivas do mercado, o executivo falou sobre questões de interesse de toda sociedade como a reforma da previdência e o contexto econômico do país. ele apresentou dados de pesquisa recente feita pela fenaprevi e o instituto ipsos. segundo o levantamento, 43% dos brasileiros afirmam que há necessidade de reformas na previdência e 49% acham que o tema deve ser tratado pelo próximo presidente da república. “a percepção da população mudou, mas ainda é preciso encarar o problema de frente”, observou. franco apontou a falta de conhecimento como um dos grandes entraves para o debate em torno da reforma. pela pesquisa, 51% dos brasileiros ainda acredita que a previdência pública é sustentável, “apesar do déficit crônico do sistema, que só em 2017 chegou a r$ 268,8 bilhões”. de acordo com o presidente da fenaprevi, se ajustes não forem feitos o estado não terá como garantir a aposentadoria de milhões de brasileiros. entre os fatores que agravam a crise previdenciária, o executivo citou o atual modelo do sistema (repartição simples em que os trabalhadores da ativa arcam com as despesas dos aposentados) e as mudanças demográficas em curso como o aumento da longevidade da população. o executivo ressaltou que eventos como o 5º encontro do csp-mg são fundamentais para promover o debate e a reflexão sobre temas atuais, como a reforma da previdência. “esse tipo de iniciativa é importante para começarmos a homogeneizar as informações e criar um senso comum mais preciso de quais são as causas, os caminhos e as dificuldades que temos pela frente para resolver o problema estrutural da seguridade social”. edson franco ainda alertou para a necessidade de incutir no brasileiro a cultura de poupar e criar reservas financeiras para o futuro. “hoje temos uma população subprotegida tanto do ponto de vista de seguros de proteção à renda quanto dos produtos de acumulação”. ele lembrou que a penetração dos seguros de pessoas é muito baixa, pouco mais de 10% da população possui alguma cobertura. “há um grande potencial para desenvolver o mercado”, enfatizou. um dos desafios do setor, segundo franco, é ampliar e aperfeiçoar os canais de distribuição, além de ofertar produtos diversificados que atendam às demandas dos clientes. após a palestra, o presidente da fenaprevi participou de debate mediado pelo diretor do csp-mg, mauricio tadeu barros morais. a mesa foi composta pelo presidente do csp-mg, joão paulo moreira de mello, o vice-presidente do sincor-mg, gustavo bentes, e o diretor do sindseg mg/go/mt/df, rogério gebin. eles comentaram os temas abordados e responderam as perguntas da plateia, formada por corretores, consultores e securitários. ao final do encontro, o presidente do csp-mg agradeceu o palestrante pela exposição e aos presentes por atenderem ao convite do clube. "é com eventos assim que buscamos disseminar a cultura dos seguros de pessoas no mercado. o edson nos deu uma aula magna hoje e somos gratos", concluiu. boas-vindas – durante o evento, ainda foram entregues as placas comemorativas de adesão às novas beneméritas do clube. são elas: porto seguro, one prev e sudamerica vida. atualmente, a instituição conta com o apoio de 19 instituições beneméritas. fonte: portal nacional de seguros por déborah gurgel / imagens: crédito: arnado athayde
11/07/2018

Expansão do setor gera oportunidades para profissionais do seguro

 inscrições para as graduações estão abertas no rio e em são paulo o setor de seguros segue apresentando um cenário promissor e os resultados recentes comprovam esse avanço. em 2017, o segmento registrou aumento de 7%, segundo dados da cnseg. para este ano, a perspectiva de expansão é de 7,2% a 8,6%. o crescimento verificado aponta o mercado de seguros como um dos mais relevantes para a economia brasileira, o que também gera novas oportunidades para os profissionais do ramo. para quem deseja construir carreira no setor, uma das graduações mais indicadas e a mais procurada é a de administração. o administrador é o responsável pelo gerenciamento de recursos financeiros, materiais ou humanos de uma empresa. cabe a esses profissionais definir estratégias e gerenciar o dia a dia da organização. a escola nacional de seguros oferece, no rio de janeiro (rj) e em são paulo (sp), o bacharelado em administração com linha de formação em seguros e previdência. com duração de quatro anos, o curso permite que o profissional atue em todas as áreas de administração, além de propiciar conhecimentos específicos sobre no setor de seguros. além do bacharelado, a escola também oferece outro curso de nível superior: o tecnólogo em gestão de seguros. ministrado na capital fluminense, o curso tem duração de dois anos e oferece aptidões práticas e instrumentais da administração. o tecnólogo também garante aos formandos a gratuidade para o exame para habilitação de corretores de seguros, possibilitando a atuação como corretor. as inscrições estão abertas para ambos os cursos e o processo seletivo acontecerá no dia 14 de julho, às 10h. as aulas terão início no dia 6 de agosto. mais informações estão disponíveis no profissaosegura.com.br. fonte: funenseg
11/07/2018

Somente 10% dos brasileiros têm seguros

 o percentual da população brasileira que possui alguma cobertura de seguro é de pouco mais de 10%. a afirmação foi feita pelo presidente da fenaprevi, edson franco, em palestra realizada no clube de seguros de pessoas de minas gerais (csp-mg). segundo ele, é preciso urgentemente incutir nos brasileiros a cultura de poupar e criar reservas financeiras para o futuro. “hoje temos uma população subprotegida tanto do ponto de vista de seguros de proteção à renda quanto dos produtos de acumulação”, frisou o executivo. edson franco disse ainda que há um grande potencial para “desenvolver o mercado”. contudo, ressaltou que ainda há pela frente alguns desafios, especialmente na distribuição. “é preciso ofertar produtos diversificados que atendam às demandas dos clientes”, observou o presidente da fenaprevi. ele citou ainda pesquisa recente feita pela federação, segundo a qual 43% dos brasileiros afirmam que há necessidade de reformas na previdência e 49% acham que o tema deve ser tratado pelo próximo presidente da república. “a percepção da população mudou, mas ainda é preciso encarar o problema de frente”, salientou franco. para ele, a falta de conhecimento como um dos grandes entraves para o debate em torno da reforma. prova disso é que, segundo a pesquisa da fenaprevi, pouco mais da metade dos brasileiros (51%) ainda acredita que a previdência pública é sustentável, “apesar do déficit crônico do sistema, que só em 2017 chegou a r$ 268,8 bilhões”. edson franco alertou também que, se os ajustes necessários não forem feitos, o estado não terá como garantir a aposentadoria de milhões de brasileiros. fonte: cqcs
11/07/2018

Um texto para tirar as suas dúvidas sobre o Seguro de Vida

  o seguro de vida é um contrato para garantir o sustento e manutenção de um padrão de vida, no caso de uma fatalidade acontecer. seguro de vida é um assunto delicado. apesar de a morte, ser a única certeza da vida, é um assunto que ninguém gosta de lidar. porém, depois de constituir família, também temos a certeza de que deixá-los seguros é de suma importância. então, vamos falar um pouco sobre seguro de vida: o que é como escolher quais os tipos de apólice que existem quais os benefícios que ele pode proporcionar afinal, o que é um seguro de vida? o seguro de vida é um contrato que você faz com uma seguradora para garantir o sustento e manutenção de um padrão de vida, no caso de uma fatalidade acontecer. esse benefício pode agraciar familiares e/ou pessoas que dependam financeiramente do contratante. é importante estar atento a todas as cláusulas deste contrato, porque algumas seguradoras possuem restrições, por exemplo, ao suicídio. como o seguro de vida faz parte do seguro de pessoas, é possível acrescer à cobertura do risco de morte alguns outros benefícios, tais quais como: invalidez permanente; doenças graves; diária por internação hospitalar; invalidez funcional permanente por doença; invalidez laborativa permanente por doença, perda de renda ou desemprego. qual a diferença entre cobertura de morte e de cobertura de morte por acidente? se você está pesquisando valores, já percebeu que a primeira modalidade é mais cara do que a segunda. isso acontece porque a seguradora oferece uma cobertura muito maior, não só em caso de acidente, e nesse caso ela corre “mais risco”. existem dois tipos de apólice de seguro de vida: individual e coletiva. individual no tipo individual, a seguradora cobre apenas uma pessoa física. esta pessoa é a contratante e geralmente a responsável financeira pelo plano. para definir valores é levado em conta: idade, sexo, condições de saúde, estilo de vida etc. as coberturas e os prazos de pagamento são negociados, efetivamente, entre assegurado e seguradora. coletivo no plano coletivo, a contratação vem de uma empresa, por exemplo. e neste caso, a contratante é chamada de estipulante, pois é ela quem define as cláusulas junto à seguradora. a decisão do associado pode ser feita de três maneiras: não contributário: o estipulante é responsável total pelo pagamento do plano. parcialmente contributário: o beneficiado e o estipulante pagam juntos, o plano, na proporção acordada. totalmente contributário: os segurados ficam totalmente responsáveis pelo custeio do plano. seguro de vida resgatável sim! existe uma modalidade de seguro de vida que é possível ser resgatado em vida. não podemos, claro, esquecer que o princípio do seguro de vida é “cuidar” de alguém quando faltarmos, mas às vezes a possibilidade de resgate pode ser interessante. os seguros resgatáveis são aqueles de longo prazo, em que você estipula o valor pago e contratado assim que assina o plano, a partir daí ele é reajustado apenas pela inflação. se escolher essa modalidade, procure um plano com valor mínimo de resgate. a escolha dos beneficiados seguro de vida não é herança. assim, você pode escolher qualquer pessoa para receber o benefício. vale ressaltar que durante a vida você pode mudar o(s) beneficiado(s). na hora de escolher onde fará seu plano de seguro de vida, procure um especialista que não seja vinculado a nenhuma seguradora, ele te dará um panorama amplo e imparcial. pesquise sempre! a ajuda de um corretor é sempre bem-vinda, mas você pode pesquisar alguns fatores que te trarão a segurança necessária. veja se a seguradora é credenciada pela susep, consulte a solidez, a expertise, procure a recomendação de outros assegurados. a morte é quase sempre indesejada, mas é certa, e não sabemos quando e como ela nos encontrará. saber que você está cuidando dos seus quando isso acontecer, é sábio e uma prova de amor. fonte: portal eu quero investir por patrícia auth
11/07/2018

Fluxo cambial total em julho até dia 6 é positivo em US$ 2,034 bilhões

 depois de encerrar junho com entradas líquidas de us$ 3,710 bilhões, o país registra fluxo cambial positivo de us$ 2,034 bilhões em julho até o dia 6, informou nesta quarta-feira, 11, o banco central. o período corresponde à primeira semana de julho. o canal financeiro apresentou entradas líquidas de us$ 1,712 bilhão no período. isso é resultado de aportes no valor de us$ 7,985 bilhões e de retiradas no total de us$ 6,273 bilhões. o segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações. no comércio exterior, o saldo de julho até o dia 6 é positivo em us$ 322 milhões, com importações de us$ 3,010 bilhões e exportações de us$ 3,332 bilhões. nas exportações, estão incluídos us$ 434 milhões em adiantamento de contrato de câmbio (acc), us$ 1,018 bilhão em pagamento antecipado (pa) e us$ 1,880 bilhão em outras entradas. no acumulado do ano até o dia 6 de julho, o fluxo cambial ficou positivo em us$ 24,560 bilhões, informou bc. em igual período do ano passado, o resultado era positivo em us$ 6,286 bilhões. a saída pelo canal financeiro neste ano até 6 de julho foi de us$ 5,529 bilhões. o resultado é fruto de aportes no valor de us$ 272,263 bilhões e de envios no total de us$ 277,792 bilhões. o segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações. no comércio exterior, o saldo anual acumulado até 6 de julho ficou positivo em us$ 30,089 bilhões, com importações de us$ 82,782 bilhões e exportações de us$ 112,871 bilhões. nas exportações estão incluídos us$ 19,495 bilhões em acc, us$ 29,691 bilhões em pa e us$ 63,685 bilhões em outras entradas. após prejuízo de r$ 7,084 bilhões com sua posição em swap cambial em junho, o bc registra resultado negativo de r$ 5,331 bilhões em julho até o dia 6 com estes contratos pelo critério caixa. pelo conceito de competência, há ganho de r$ 512 milhões. o resultado pelo critério de competência inclui ganhos e perdas ocorridos no mês, independentemente da data de liquidação financeira. a liquidação financeira desse resultado (caixa) ocorre no dia seguinte, em d+1. o bc registrou ainda no período ganho de r$ 28,267 bilhões com a rentabilidade na administração das reservas internacionais. entram nesse cálculo ganhos e prejuízos com a correção cambial, a marcação a mercado e os juros. o resultado líquido das reservas, que é a rentabilidade menos o custo de captação, ficou positivo em r$ 25,639 bilhões em julho até o dia 6. já o resultado das operações cambiais no período ficou no positivo em r$ 26,151 bilhões. atualmente, as reservas internacionais estão na casa dos us$ 379 bilhões. no acumulado de 2018 até 6 de julho, o bc registra resultado negativo de r$ 21,759 bilhões com os contratos de swap pelo critério caixa. pelo conceito de competência, houve perdas de r$ 17,153 bilhões. o bc obteve ganhos de r$ 238,105 bilhões com a rentabilidade na administração das reservas internacionais no acumulado do ano. já o resultado líquido das reservas ficou positivo em r$ 189,506 bilhões e o resultado das operações cambiais no período foi positivo em r$ 172,353 bilhões. o bc sempre destaca que, tanto em relação às operações de swap cambial quanto à administração das reservas internacionais, não visa ao lucro, mas fornecer hegde ao mercado em tempos de volatilidade e manter um colchão de liquidez para momentos de crise.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/637749-fluxo-cambial-total-em-julho-ate-dia-6-e-positivo-em-us-2-034-bilhoes.html)  

Tribunal de Contas identifica "deficiências" na privatização das seguradoras da Caixa


08/02/2019
Alienação da Fidelidade, Multicare e Cares decidida pelo anterior Governo "não se revela vantajosa para o interesse público" a "médio prazo". Tribunal critica falta de independência e processo de venda.
A alienação apresenta "deficiências" no que diz respeito à "independência" na avaliação do valor das seguradoras, "não se revela vantajosa para o interesse público" a médio prazo e "não foi eficiente". Estas são as três principais conclusões do relatório do Tribunal de Contas à alienação das três seguradoras do Grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD), a Fidelidade, a Multicare e a Cares, pelo anterior Governo à Longrun, do grupo chinês Fosun.

A auditoria, a que o PÚBLICO teve acesso, critica a opção de venda das seguradoras, por vários motivos. O primeiro diz respeito ao processo. Lembra o Tribunal que "entre a avaliação das seguradoras e a alienação foram realizadas operações prévias (redução de capital e distribuição de dividendos) que tornaram as empresas mais acessíveis e atractivas para o mercado". Contudo, para o Tribunal, há várias "deficiências nesta parte do processo". "Enferma de deficiências quanto à garantia de independência na avaliação das seguradoras, à indefinição do caderno de encargos, ao défice de fundamentação para a escolha da modalidade de venda e à alteração dos critérios de avaliação na fase de apreciação das propostas vinculativas", lê-se no relatório.
No que à independência diz respeito, em causa está o facto de a avaliação das seguradoras ter sido feita pela Caixa BI, do Grupo Caixa. Diz o relatório que esse facto "suscita óbvias reservas sobre o requisito de independência legalmente exigido ao avaliador, face às empresas avaliadas e ao seu accionista". Como resultado, a avaliação foi feita apenas tendo em conta um cenário desactualizado (anterior à redução de capital de 2013), não tendo sido revisto antes do fim do processo, e não tendo sido fornecidos ao Grupo Caixa "elementos pertinentes" para que fosse possível "verificar os valores apresentados nas avaliações em causa". 
Tendo em conta essas limitações, "a melhor expectativa do Grupo Caixa resultante das avaliações era alienar a totalidade das participações sociais das três seguradoras por 1,7 mil milhões".

Além dos resultados, o Tribunal lembra que estas empresas tiveram uma "valorização importante dos seus activos imobiliários" que podiam ter contribuído para a "necessidade de recapitalizar o Grupo Caixa em 2017".
Ainda no que diz respeito aos resultados, para o Tribunal, esta alienação também "não foi eficiente", uma vez que o processo "foi realizado em contexto e oportunidade adversos à maximização do seu resultado, sem estar suportado por uma avaliação de custo e benefício, em consequência da decisão do Estado (o accionista do Grupo Caixa) motivada por compromissos internacionais".
Sobre a decisão, o relatório do Tribunal de Contas lembra, nas suas conclusões, que houve um "estudo preliminar" da JP Morgan pedido pela CGD a "desaconselhar" a venda naquela altura, sugerindo o seu adiamento, uma vez que "as condições de mercado" limitavam "o interesse de eventuais compradores". 

Além deste estudo, a decisão não foi unânime no Conselho de Administração da CGD "quanto à oportunidade e à modalidade de venda". No documento, é citada parte de duas actas do conselho de administração, de 30 de Outubro de 2012 e de 14 de Dezembro do mesmo ano, que mostram que não havia consensos "tendo sido defendido que a mesma apenas deveria ocorrer se necessário e quando as condições de mercado assegurassem uma operação favorável à CGD".

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