06/08/2018

A grande mudança para um seguro mais honesto e mais justo

 o seguro é um recurso utilizado a milênios para que a sociedade possa se proteger dos infortúnios imprevisíveis. hoje, o setor vem passando por uma extrema transformação devido a evolução tecnológica, na medida que fica cada vez mais fácil conhecer as pessoas e os seus hábitos através dos aplicativos e redes sociais. a principal transformação para o consumidor dos seguros mais populares, como o de automóvel, é a evolução do conceito de perfil para o de persona. isso significa, de forma resumida, ser mais especifico com os hábitos de cada segurado, gerando um custo mais justo de acordo com o estilo de vida de cada um. um exemplo prático seria o meu caso: 55 anos, casado, morador de itapuã, com dois filhos. dirijo sempre de forma defensiva, evitando freadas bruscas e respeito os limites de velocidade. porém, tenho um vizinho que tem o mesmo “perfil”, mas ele é ex-piloto de kart, abusa das freadas bruscas e velocidade é algo normal para ele. é justo pagarmos o mesmo preço de seguro de automóvel? claro que não, mas enquanto as seguradoras fizerem o preço do meu seguro baseado no apenas no meu endereço, idade e composição familiar, estarei subsidiando o seguro do meu vizinho. o seguro é contrato baseado no mutualismo, ou seja, as pessoas do mesmo perfil têm o mesmo prêmio (o que a pessoa paga pelo seguro) e o preço final é baseado na experiência, ou utilização, do seguro no ano anterior. com as tecnologias existentes, especialmente iot – também conhecida como “internet das coisas” – é possível monitorar a forma que a pessoa dirige e, consequentemente, fazer o preço do seguro mais justo de acordo com o estilo de vida de cada um. outro ponto importante é que a inteligência artificial já vem sendo utilizada para a análise dos sinistros (evento que gera perdas para o segurado) e a máquina consegue ser mais criteriosa do que o olhar humano, prestando atenção a detalhes específicos e reduzindo de forma significativa o volume de fraudes. como já falamos, o principal componente do preço do seguro é o volume de indenizações pagas no ano anterior. portanto, cada vez que alguém frauda um seguro de um ford fiesta 2017, por exemplo, todos aqueles que tem um veículo similar vão ratear este prejuízo criminoso, pagando o preço do seguro do ano seguinte. assim, cada vez que a tecnologia de inteligência artificial evita que um fraudador utilize indevidamente a sua apólice, ela está garantindo um seguro mais justo para o restante da sociedade. todo desenvolvimento da tecnologia deve servir para melhorar a experiência do cidadão e oferecer mais qualidade de vida. a indústria do seguro vem investindo forte para garantir um seguro mais justo e honesto para proteger melhor a cada um de nós. fonte: sindseg por carolina lara assessoria de imprensa e conteúdo
06/08/2018

Previsões econômicas e instabilidade política preocupam setor de seguros

 a coluna do broadcast, no estadão.com, informa que a mudança nas projeções para o desempenho da economia brasileira neste ano e o aumento da instabilidade política com a proximidade das eleições presidenciais preocupam o setor de seguros no país, de acordo com a carta de conjuntura do sindicato dos corretores de seguros do estado de são paulo (sincor-sp), que será divulgada na semana que vem. o temor, sobretudo, está na possibilidade de o setor ter seu desempenho impactado em 2018. a despeito de o lucro das seguradoras ter voltado à trajetória de expansão nos primeiros meses deste ano, como o segmento depende da situação da renda das famílias, o fato de a taxa de desemprego ter parado de cair surge como uma nuvem negra no mercado. do lado político, o setor de seguros demonstra preocupação com o fato de alguns candidatos ainda não sinalizarem o comprometimento com reformas econômicas nos seus programas eleitorais. fonte: sindseg
06/08/2018

Teve um acidente? Já pode contactar a Liberty Seguros por WhatsApp

 a seguradora disponibiliza duas novas linhas de atendimento ao cliente através da app. seja um acidente de automóvel, de patrimoniais ou um acidente de trabalho, vai poder contactar a liberty seguros pelo whatsapp. à linha de atendimento geral que a seguradora já disponibilizava na app, foram adicionadas a linha “automóvel e patrimoniais” e a de “assistência clínica e acidentes de trabalho”. desta forma, os clientes podem entrar diretamente em contacto com a equipa mais indicada para os apoiar. “a experiência que fomos ganhando ao longo dos últimos nove meses, durante os quais tivemos uma linha de whatsapp a funcionar no centro de contacto, permitiu que nos aproximássemos mais dos nossos clientes, na medida em que, com este canal, lhes conferimos um maior conforto e proximidade no atendimento. por esta razão, decidimos alargar o número de linhas disponíveis a outras áreas da direção de operações. estamos certos de que esta será uma medida muito valorizada pelos nossos clientes e que poderá também ser utilizada pelos nossos parceiros de negócio, em alternativa às nossas linhas telefónicas de sinistros”, referiu miguel correia, diretor de operações da liberty seguros em portugal, em comunicado. o whatsapp está disponível de forma gratuita para ios e android. para recorrerem a este canal de atendimento – disponível todos os dias úteis, das 09h00 às 17h00 – os clientes podem enviar mensagens via whatsapp para o número +351 965 710 772 (centro de contacto liberty – clientes), para o +351 961 156 555 (sinistros – automóvel e patrimoniais) ou +351 961 968 600 (sinistros – assistência clínica e acidentes de trabalho). de acordo com dados publicados no blogue da aplicação, o whatsapp é utilizado todos os meses por mais de 1,3 mil milhões de pessoas, de mais de 180 países. fonte: economize
06/08/2018

Gerenciamento de riscos e seguros na Indústria Química

  tema foi discutido no café com seguro, da academia nacional de seguros e previdência no dia primeiro de agosto, a academia nacional de seguros e previdência (ansp) promoveu uma discussão sobre o programa “atuação responsável” de gerenciamento de riscos e seguros na indústria química em mais um café com seguro. o evento teve a participação da associação brasileira da indústria química (abiquim) e também abordou o impacto na subscrição de seguros. edmur de almeida, um dos coordenadores e mediador da programação, explica que o objetivo do evento foi “estabelecer um diálogo mais próximo entre o cliente, as seguradoras e as resseguradoras, de forma a ter uma qualidade melhor de informação e um nível maior de aceitação desses riscos”. representando o presidente da academia, joão marcelo dos santos, o diretor de comunicação, rafael ribeiro do valle, abriu o evento apresentando as pautas do dia. em nome da abiquim, a diretora andrea carla também esteve presente e agradeceu a presença de todos os presentes. luiz macoto, engenheiro eletricista e subscritor de seguro e resseguro, apresentou, no primeiro painel, os pontos de principal atenção na precificação, os players do mercado e os princípios, a prática da subscrição de riscos e sugeriu uma agenda de solução para os atuais problemas enfrentados pela indústria química ao contratar seguros. “precisamos envolver os players, entender os vários pontos de vista e necessidades, discutir possíveis alternativas e implantar a solução e acompanhar”, afirma. no segundo painel, marcos lucio expôs uma nova visão nas negociações de grandes riscos. segundo ele, é preciso haver relações lineares entre diferentes setores econômicos, como o químico e o de seguros e, assim, “gerar boas oportunidades para ambos os lados. caso contrário, a tendência é que tudo comece a, paulatinamente, se deteriorar”, opina. o programa de atuação responsável foi o foco do terceiro painel, com a participação de yáskara barrilli, engenheira na abiquim. o projeto se utiliza de uma gestão de riscos e comunicação entre as partes para que haja benefícios a todos. “engloba a segurança de processo, a saúde dos envolvidos, o impacto ao meio ambiente, a segurança do trabalho e a gestão do produto”, explica. o gerente de segurança e processo, george andré tonini, falou sobre a gestão em hse e gerenciamento de riscos. para o palestrante, para a indústria química ser um negócio sustentável, é preciso produzir de forma segura, o que se dá a partir de uma gestão em hse adequada, com ênfase na prevenção de riscos, ou controle com vista à redução da frequência de possíveis sinistros. “ser sustentável em relação à segurança é chamativo e necessário”, aponta. através de um histórico e mudanças no decorre do tempo, samuel sitnoveter, engenheiro químico e corretor de seguros, abordou no último painel a visão do profissional especializado sobre os seguros no setor químico. “a indústria química é um risco declinável e tem sido muito difícil a colocação do seguro, ainda mais se houver sinistro”, conclui. ao final, edmur de almeida consolidou a proposição de uma agenda positiva, calcada em três pilares: (i) apresentação do programa de atuação responsável a fenseg e fenaber; (ii) formulação de um padrão de informações sobre as características do risco da indústria química, desenhado por todos os players: segurado, corretor, seguradora e ressegurador; e (iii) apresentação do programa para turmas de mbas de gerenciamento de riscos e seguros da escola nacional de seguros. a programação foi organizada e dirigida por edmur de almeida, diretor de fóruns acadêmicos da ansp, marcos lucio de moura e souza, coordenador da cátedra de gerência de riscos, e roberto gomes da rocha azevedo, coordenador da cátedra de resseguro. fonte: oficina do texto
06/08/2018

O mercado vai se transformar em 15 anos, mas o corretor se manterá relevante

 grandes transformações estão no horizonte do setor de seguros. essa é a visão que marcelo blay, fundador e ceo da minuto seguros, compartilhou nesta quarta-feira (01/08) com os visitantes do cqcs insurtech & inovação. ele apresentou a palestra “em busca da nova fronteira no mercado de seguros: para onde estamos indo?” o executivo aposta na mudança de foco de "reparar danos” para "prevenir danos”. a inteligência artificial (ia) terá papel fundamental nesta transformação, por meio de dispositivos (como um relógio) capazes de medir os dados vitais do segurado, por exemplo. qualquer anormalidade gera o envio de um alerta, criando uma base de dados para o refinamento de perfil. "o seguro passa a ser dirigido a uma pessoa e não a um grupo", diz blay. de acordo com ele, otimização, redução de custos, aumento da produtividade e processos decisórios com uso do big data serão algumas das novidades desta nova era do mercado de seguros. o ceo se arriscou a fazer projeções para o ano de 2033. a data foi escolhida de forma aleatória, brincou ele, com o objetivo de que ninguém se lembrasse de suas previsões daqui a 15 anos. quanto à subscrição, blay prevê o uso de ia para estabelecer perfis de risco; dados disponíveis de forma aberta; cotações instantâneas; imensa base de dados por meio da telemática e internet das coisas; aprimoramento de produtos e precificação via machine learning; tecnologias que já estão transformando outros setores. na distribuição, o corretor ainda irá educar o cliente, orientar sobre o produto mais adequado, gerir o portfólio de seguros e atuar como um facilitador de processos. "o ser humano será necessário em questões de maior complexidade, como análises de contestações de fraude", disse. mais do que isso, são as pessoas que farão a diferença nas empresas de sucesso. "o jogo vai ser ganho no lado humano e não tecnológico", aposta o ceo. essas transformações trarão novas questões aos órgãos reguladores, que terão de gerir normas de privacidade dos usuários, critérios para criação de oferta de produtos e serviços e definição do uso de dados sensíveis. e o que o cliente vai querer em 2033? "produtos sob medida, preços cada vez mais acessíveis, processos invisíveis (simples), cobertura mais flexíveis e descontos progressivos", disse blay. e deu um recado: "a tecnologia por si só não é disruptiva; não estar focado no cliente é a maior ameaça a qualquer negócio", concluiu. serviço: cqcs insurtech & inovação – o maior encontro de inovação em seguros da américa latina quando: dias 01 e 02 de agosto de 2018 onde: villa blue tree - rua castro verde, 266 – chácara santo antônio – são paulo/sp informações: www.cqcsinsurtech.com.br sobre o cqcs insurtech & inovação o maior encontro em inovação de seguros da américa latina acontecerá na cidade de são paulo, nos dias 1º e 2 de agosto. o cqcs insurtech & inovação reunirá as mais modernas seguradoras do mercado, insurtechs, aceleradoras, investidores e empreendedores do setor, além de representantes da superintendência de seguros privados (susep); da academia nacional de seguros e previdência (ansp); e da autoridade de supervisão de seguros e fundos de pensões (asf). entre os palestrantes confirmados estão nomes como caribou honig, chairman da insuretech connect; iván ballón, desenvolvedor de negócios da américa latina e ibéria da friss; josep celaya, diretor corporativo mundial de inovação da mapfre; ingo weber, ceo da digital insurance group; marcelo blay, fundador e ceo da minuto seguros; andre gregori, ceo & cet da thinkseg; heverton peixoto, ceo do zim; entre outros. para saber mais, acesse http://cqcsinsurtech.com.br/ fonte: agência pauta vip
06/08/2018

Mercado de seguros vive primeira grande transformação em 600 anos

 o modelo de fazer seguros, que vem sendo praticamente o mesmo há seis séculos, desde o período das grandes navegações, passa por um momento de transformação. a ideia foi defendida nesta quinta-feira (02/08) por josep celaya, diretor global de inovação do grupo mapfre, durante o cqcs insurtech & inovação. entre os vetores da transformação está a maturidade das tecnologias. qualquer tecnologia passa pela etapa inicial de uma grande promessa, em que estima-se seu impacto, alcançando depois o patamar de mostrar do que realmente é capaz. "é muito importante entender em que momento do ciclo as tecnologias estão para saber como trabalhar com elas em nosso negócio. o blockchain, por exemplo, está no início da bolha", explicou celaya. a mapfre acompanha o desenvolvimento do blockchain por meio do projeto blockchain insurance industry, que cria padrões de uso para compartilhamento de risco entre companhias seguradoras. o modelo ainda é exploratório, mas a mapfre considera importante integrar este tipo de iniciativa, de acordo com o executivo. para celaya, a transformação ocorre em três grandes níveis: digitalização de processos, que está em andamento; a evolução do modelo de negócios e as mudanças em nossa própria realidade. "para enfrentar essa revolução será preciso visão estratégica e ferramentas de transformação", alerta. por visão estratégica leia-se uma espécie de bússola, que auxilia a entender para onde o mercado está indo, de modo que os esforços da empresa possam ser concentrados na direção correta. as ferramentas, por sua vez, são modelos de inovação abertos e mudanças dentro das organizações. grande parte da disrupção acontece no sistema empreendedor, nas insurtechs. "é fundamental estabelecer relações de cooperação com as startups, que vêm atuando de forma colaborativa com o setor: 99% delas querem vender algo para uma companhia tradicional". o executivo anunciou a abertura, em setembro, do espaço de cooperação da mapfre em madri, o insur_space. o objetivo é tanto ajudar startups a amadurecer seus produtos quanto aquelas mais maduras, que já oferecem produtos prontos para serem incorporados. fonte: agência pauta vip
30/07/2018

Brasileiros ainda têm o hábito de guardar dinheiro em casa

 guardar dinheiro no final do mês não é um hábito comum do consumidor brasileiro, como todos nós sabemos. mas um dado divulgado pelo spc revela que nem mesmo aqueles que conseguem poupar, um pouquinho que seja, procuram fazer o dinheiro render. a busca por aplicações rentáveis é uma atitude adotada por uma parcela mínima da população. um quarto dos poupadores guarda dinheiro na própria casa, o que é uma opção arriscada por questões de segurança e muito negativa do ponto de vista da rentabilidade, já que o dinheiro fica parado sem render juros. além disso, ao manter o dinheiro em casa, o consumidor está perdendo o poder de compra pela inflação e isso pode ser prejudicial para seus objetivos. se a intenção é se proteger dos imprevistos, o ideal é optar por uma reserva com alta liquidez – aquelas em é possível sacar o dinheiro a qualquer momento - ainda que isso implique em um rendimento menor. por outro lado, se o objetivo é poupar para o longo ou médio prazo, aplicações menos líquidas, isto é, com menos facilidade para sacar, podem servir de freio ao impulso de usar esse dinheiro para contas do dia a dia, por exemplo. mas poucos são os brasileiros que têm consciência real das suas necessidades financeiras, e isso inclui, a consciência das várias formas de fazer o dinheiro render.  uma prova disso é que, mesmo com a popularização de modalidades como o tesouro direto e das letras de crédito nos últimos anos, a velha caderneta de poupança continua líder absoluta como o principal tipo de aplicações dos poupadores brasileiros, citada por 60% dos entrevistados. outra escolha bastante mencionada é a conta corrente, modalidade usada por 18% dos brasileiros que possuem recursos guardados. completam o ranking de principais aplicações a previdência privada (7%), fundos de investimentos (5%), cdbs (4%) e tesouro direto (4%). a pesquisa do spc revela ainda que menos de 20% da população têm conseguido guardar dinheiro nos últimos meses. mesmo entre as pessoas de mais alta renda, o hábito de poupança revela ser algo precário. fonte: cidadeverde.com
30/07/2018

Quatro medidas para sua empresa se adequar à Lei Geral de Proteção de Dados

  o projeto abrange as operações de tratamento realizadas no brasil ou a partir de coleta de dados feita no país por empresas brasileiras ou estrangeiras. o plenário do senado aprovou há duas semanas, a lei geral de proteção de dados pessoais, que tramitava como projeto de lei da câmara 53/2018. a lei disciplina a forma como informações são coletadas e tratadas, especialmente em meios digitais, como dados pessoais de cadastro ou até mesmo textos e fotos publicados em redes sociais. o projeto abrange as operações de tratamento realizadas no brasil ou a partir de coleta de dados feita no país por empresas brasileiras ou estrangeiras. a norma também vale para empresas ou entes que ofertem bens e serviços ou tratem informações de pessoas que estão aqui. também é permitida a transferência internacional de dados, desde que o país de destino tenha nível de proteção compatível ou quando a empresa comprovar que garante as mesmas condições exigidas pela lei, como por exemplo, por meio de contrato. com a aprovação da lei, para coletar e tratar um dado, uma empresa ou ente precisa solicitar o consentimento do titular de forma clara, em cláusula específica. a permissão dada por alguém, entretanto, pode ser revogada se o titular assim desejar. outra obrigação é a garantia da segurança dos dados, de modo a impedir acessos não autorizados e vazamentos.dada a complexidade das organizações, de seus sistemas e de seus ecossistemas de parceiros e de terceiros, a correta proteção de dados exigirá das organizações brasileiras que trabalham com dados pessoais a adequação em diferentes aspectos e níveis, que vão desde a cultura, políticas e procedimentos à implementação de tecnologias de ponta, para garantir a segurança e evitar multas e sanções. caso seja constatada alguma irregularidade, a empresa pode receber uma série de sanções, entre as quais está prevista a multa diária de até 2% do faturamento, com limite de r$ 50 milhões, assim como o bloqueio ou eliminação de dados tratados de maneira irregular e a suspensão ou proibição do banco de dados ou da atividade de tratamento. assim como ocorreu a partir da promulgação da lei europeia de proteção de dados, a gdpr (do inglês, general data protection regulation), que impulsionou a aprovação da lei brasileira, espera-se uma grande demanda por parte dos usuários por privacidade, exigindo que as empresas tenham capacidade para responder e se adequar rapidamente. será necessário o investimento em novas soluções como sistemas de avaliação de riscos de terceiros, gestão de dados, mascaramento de dados, portais seguros de transferência de dados, bancos de dados seguros e de alta volumetria, gestão de identidade de consumidores e clientes, além da adoção de práticas e arquiteturas tecnológicas que considerem a proteção de dados por padrão ("security by design") como, por exemplo, a encriptação nativa de dados pessoais quando forem coletados, a guarda segura destes dados em ambientes controlados e seguros, e o acesso controlado dos dados por meios seguros. para atender a estes desafios e atuar em conformidade na proteção de dados, é recomendável que as empresas sigam quatro etapas fundamentais: (i) descubra: identifique e realize o inventário de dados pessoais, incluindo sua classificação, quem controla, quem a processa e como são transferidas; (ii) gerencie: avalie o nível de proteção de dados em todos os envolvidos, sejam próprios ou terceiros; (iii) proteja: defina e implante soluções, políticas e governança de dados em toda a organização; (iv) monitore: controle e audite continuamente o nível de proteção, assim como avalie constantemente possíveis vazamentos internamente e externamente. diante da atual força da economia digital, o projeto, que agora vai para a sanção do presidente michel temer, é um passo evoluído do brasil no tratamento, confidencialidade e segurança de dados, juntamente com outros países que já possuem legislação sobre o tema. a hora é de adequação nas empresas brasileiras, afinal, é sempre melhor prevenir do que remediar.
30/07/2018

Seguradora Líder e o compromisso com a transparência

 ei, sabia que a seguradora líder tem como compromisso gerir os recursos do seguro dpvat com total transparência? é isso aí! por aqui, acreditamos que todos os brasileiros precisam ficar por dentro de todos os detalhes desse importante benefício social, que ajuda em momentos tão complicados quanto os acidentes de trânsito. e a gente tem uma porção de iniciativas dentro de casa para tornar isso possível, confere só. mais solidez e transparência a transparência é um valor que acompanha a seguradora líder. você sabia que a criação da companhia, em 2008, teve o objetivo de garantir mais solidez às operações e mais transparência à gestão dos recursos arrecadados? é isso aí! \o/ através da atuação na gestão do seguro dpvat, a seguradora líder facilita a fiscalização e o relacionamento com as demais esferas de governo envolvidas direta e indiretamente na operação do seguro dpvat. todo mundo sai ganhando! portal da integridade pensando em oferecer acesso irrestrito a informações e dados da gestão do seguro dpvat em linguagem clara e objetiva para os mais de 207 milhões de brasileiros, a seguradora líder lançou, em novembro de 2017, o portal da integridade. por lá, é possível encontrar todos os números ligados ao universo do seguro dpvat, como o código de ética e de conduta da seguradora, as demonstrações financeiras mais atualizadas, todas as edições do boletim estatístico com o volume de indenizações pagas por mês, e as parcerias institucionais. bem legal, não é? para acessar, é só clicar aqui. \o/ relatório da administração e demonstrações financeiras anualmente, a seguradora líder disponibiliza, através do relatório da administração e demonstrações financeiras, a arrecadação bruta do ano, como se dá a distribuição dos recursos, o valor das despesas administrativas, as ações de combate à fraude, entre outros resultados. confira a última edição clicando aqui. código de ética e de conduta outro importante documento divulgado pela seguradora líder é o código de ética e de conduta, pessoal. neles, estão contidos os padrões obrigatórios de conduta e de comportamento que devem ser rigorosamente observados por todos, inclusive os nossos parceiros de negócios. tudo isso baseado nos princípios de transparência, respeito, lealdade e boa-fé. dá só uma olhadinha clicando aqui. planejamento estratégico 2018-2022 para traduzir os objetivos nos próximos quatro anos, a seguradora líder divulgou, em fevereiro, o seu planejamento estratégico 2018-2022. o documento traz algumas orientações estratégicas para orientar as ações de gestão em todos os níveis da companhia. e adivinha só: uma delas é justamente no sentido de transparência.  por aqui, até 2022, queremos assegurar uma gestão de recursos ainda mais clara, o que nos permitirá atuar proativamente na conscientização e na redução de acidentes de trânsito. muito amor envolvido, sim ou com certeza? aqui na seguradora líder, acreditamos que somente através de uma gestão clara e transparente é possível entregar um seguro dpvat melhor para todo mundo. para isso, precisamos ouvir você. deixe sua opinião aqui nos comentários! fonte: viver seguro no trânsito

Tribunal de Contas identifica "deficiências" na privatização das seguradoras da Caixa


08/02/2019
Alienação da Fidelidade, Multicare e Cares decidida pelo anterior Governo "não se revela vantajosa para o interesse público" a "médio prazo". Tribunal critica falta de independência e processo de venda.
A alienação apresenta "deficiências" no que diz respeito à "independência" na avaliação do valor das seguradoras, "não se revela vantajosa para o interesse público" a médio prazo e "não foi eficiente". Estas são as três principais conclusões do relatório do Tribunal de Contas à alienação das três seguradoras do Grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD), a Fidelidade, a Multicare e a Cares, pelo anterior Governo à Longrun, do grupo chinês Fosun.

A auditoria, a que o PÚBLICO teve acesso, critica a opção de venda das seguradoras, por vários motivos. O primeiro diz respeito ao processo. Lembra o Tribunal que "entre a avaliação das seguradoras e a alienação foram realizadas operações prévias (redução de capital e distribuição de dividendos) que tornaram as empresas mais acessíveis e atractivas para o mercado". Contudo, para o Tribunal, há várias "deficiências nesta parte do processo". "Enferma de deficiências quanto à garantia de independência na avaliação das seguradoras, à indefinição do caderno de encargos, ao défice de fundamentação para a escolha da modalidade de venda e à alteração dos critérios de avaliação na fase de apreciação das propostas vinculativas", lê-se no relatório.
No que à independência diz respeito, em causa está o facto de a avaliação das seguradoras ter sido feita pela Caixa BI, do Grupo Caixa. Diz o relatório que esse facto "suscita óbvias reservas sobre o requisito de independência legalmente exigido ao avaliador, face às empresas avaliadas e ao seu accionista". Como resultado, a avaliação foi feita apenas tendo em conta um cenário desactualizado (anterior à redução de capital de 2013), não tendo sido revisto antes do fim do processo, e não tendo sido fornecidos ao Grupo Caixa "elementos pertinentes" para que fosse possível "verificar os valores apresentados nas avaliações em causa". 
Tendo em conta essas limitações, "a melhor expectativa do Grupo Caixa resultante das avaliações era alienar a totalidade das participações sociais das três seguradoras por 1,7 mil milhões".

Além dos resultados, o Tribunal lembra que estas empresas tiveram uma "valorização importante dos seus activos imobiliários" que podiam ter contribuído para a "necessidade de recapitalizar o Grupo Caixa em 2017".
Ainda no que diz respeito aos resultados, para o Tribunal, esta alienação também "não foi eficiente", uma vez que o processo "foi realizado em contexto e oportunidade adversos à maximização do seu resultado, sem estar suportado por uma avaliação de custo e benefício, em consequência da decisão do Estado (o accionista do Grupo Caixa) motivada por compromissos internacionais".
Sobre a decisão, o relatório do Tribunal de Contas lembra, nas suas conclusões, que houve um "estudo preliminar" da JP Morgan pedido pela CGD a "desaconselhar" a venda naquela altura, sugerindo o seu adiamento, uma vez que "as condições de mercado" limitavam "o interesse de eventuais compradores". 

Além deste estudo, a decisão não foi unânime no Conselho de Administração da CGD "quanto à oportunidade e à modalidade de venda". No documento, é citada parte de duas actas do conselho de administração, de 30 de Outubro de 2012 e de 14 de Dezembro do mesmo ano, que mostram que não havia consensos "tendo sido defendido que a mesma apenas deveria ocorrer se necessário e quando as condições de mercado assegurassem uma operação favorável à CGD".

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