26/03/2018

Liminar suspende novas regras sobre local de incidência do ISS

 decisão de alexandre de moraes suspende, por arrastamento, a eficácia de toda legislação local editada para complementar a lei nacional. o ministro alexandre de moraes, do stf, concedeu liminar na adin 5.835 para suspender dispositivos de lei complementar federal relativos ao local de incidência iss. para o ministro, estão presentes os requisitos para a concessão da liminar diante da dificuldade na aplicação da nova legislação, com ampliação dos conflitos de competência entre municípios e afronta ao princípio constitucional da segurança jurídica. a decisão suspende também, por arrastamento, a eficácia de toda legislação local editada para complementar a lei nacional. o ministro alexandre de moraes, do stf, concedeu liminar na adin 5.835 para suspender dispositivos de lei complementar federal relativos ao local de incidência iss. para o ministro, estão presentes os requisitos para a concessão da liminar diante da dificuldade na aplicação da nova legislação, com ampliação dos conflitos de competência entre municípios e afronta ao princípio constitucional da segurança jurídica. a decisão suspende também, por arrastamento, a eficácia de toda legislação local editada para complementar a lei nacional. o ministro alexandre de moraes, do stf, concedeu liminar na adin 5.835 para suspender dispositivos de lei complementar federal relativos ao local de incidência iss. para o ministro, estão presentes os requisitos para a concessão da liminar diante da dificuldade na aplicação da nova legislação, com ampliação dos conflitos de competência entre municípios e afronta ao princípio constitucional da segurança jurídica. a decisão suspende também, por arrastamento, a eficácia de toda legislação local editada para complementar a lei nacional. na ação, a consif - confederação nacional do sistema financeiro e a confederação nacional das empresas de seguros gerais, previdência privada e vida, saúde suplementar e capitalização (cnseg) questionam dispositivos da lc 116/03 alterados pela lc 157/16. os pontos questionados determinam que o iss será devido no município do tomador do serviço no caso dos planos de medicina em grupo ou individual, de administração de fundos e carteira de clientes, de administração de consórcios, de administração de cartão de crédito ou débito e de arrendamento mercantil (leasing). o modelo anterior estipulava nesses casos a incidência do iss no local do estabelecimento prestador do serviço, mas a nova sistemática legislativa alterou a incidência do tributo para o domicílio do tomador de serviços. “essa alteração exigiria que a nova disciplina normativa apontasse com clareza o conceito de ‘tomador de serviços’, sob pena de grave insegurança jurídica e eventual possibilidade de dupla tributação ou mesmo ausência de correta incidência tributária”, afirmou o ministro. para o relator, a ausência dessa definição, somada à edição de diversas leis municipais antagônicas sobre o tema prestes a entrar em vigor, acabará por gerar dificuldade na aplicação da lei complementar federal questionada. isso ampliaria conflitos de competência entre unidades federadas e comprometeria a regularidade da atividade econômica dos setores atingidos. caso em decisão anterior, o ministro havia determinado a adoção do rito abreviado, previsto no artigo 12 da lei 9.868/99 (lei das adins), para o julgamento do processo. as entidades, no entanto, peticionaram nos autos para reiterar o pedido de concessão de medida cautelar, informando que, após a adoção do rito abreviado, foram editadas normas municipais que conferem tratamento tributário diferente aos serviços em questão. sustentaram assim a existência de novo quadro fático apto justificar a concessão de medida cautelar. processo: adin 5.835 leia a íntegra da decisão.
26/03/2018

Você está preparado? Veja o impacto da transformação digital no mercado de trabalho

  as empresas estão mudando. por isso, profissionais com qualificação para lidar com a economia digital tornam-se mais competitivos. inovar na entrega de produtos e serviços deixou de ser um diferencial para se tornar um pré-requisito. hoje, empresas atentas às mudanças da nova economia direcionam esforços e dinheiro para a transformação digital, área que deve receber investimento de us$ 1,3 trilhão este ano no mundo, 16,8% a mais do que o gasto pelas organizações em 2017, segundo levantamento da idc, uma das principais consultorias em análise de mercado e tecnologia. e isso tem impacto direto no mercado de trabalho. na prática, a transformação digital agrupa uma diversidade de soluções que permitem digitalizar boa parte dos processos hoje “tradicionais”. no ambiente corporativo, investir em transformação digital se traduz em gerenciar ferramentas, recursos humanos e tecnologia para criar uma cultura na qual a organização inteira se aproxime da esfera digital: ágil, dinâmica, compartilhada, e não restrita às áreas de ti ou de p&d, por exemplo. e as possibilidades da digitalização são infinitas. vão desde interligar a geladeira à internet à fabricação toda virtual de um carro, passando por colocar na nuvem pilhas e pilhas de documentos que antes ocupavam uma sala inteira. você ainda vai ao banco ou faz tudo pelo celular? “o digital é acima de tudo uma cultura que traz mais agilidade, rapidez e custos menores. alguns gestores já perceberam isso, e estão investindo esforços em reinventar seus negócios. num primeiro momento, você pensa nas ferramentas, no site, e isso é legítimo. mas ao levar essa geração de pensadores e criadores digitais, você cria uma nova cultura, e percebe que tem uma empresa totalmente diferente do que você tinha antigamente: mais colaborativa”, observa carlos alberto júlio, ceo da digital house (dh), start up de educação que surgiu para resolver um gap do mercado na formação de profissionais digitais. estima-se que nos próximos anos mais de 160 mil vagas em todo o brasil na área de tecnologia não serão preenchidas por falta de profissionais habilitados. a digital house já está em atividade em são paulo e vai iniciar seus cursos em abril. os primeiros oferecidos são: desenvolvimento web full stack, desenvolvimento android e marketing digital. durante o ano, outros serão implementados, de acordo com as demandas do mercado. nos dois campi da empresa, em buenos aires, na argentina, os cursos já atenderam mais de 3 mil alunos, dos quais 96% estão empregados. profissionais múltiplos os investimentos das organizações em transformação digital refletem não só a preocupação empresarial em acompanhar essas transformações, mas também em garantir competitividade e permanência no mercado. “quem não passar pela transformação digital deixará de existir. cada vez mais as empresas que se adaptam ao mundo digital vão ter uma vantagem competitiva muito grande sobre aquelas que não se adaptam”, afirma antônio celso leitão, executivo de hybrid cloud da ibm brasil. parte dessas vantagens já pode ser percebida. levantamento produzido pelo harvard business review analytics services (hbr-as) mostrou que, entre empresas líderes da transformação digital, 73% geraram maiores receitas e 68% notaram melhora na rentabilidade. para o coordenador do programa de transformação digital da fundação dom cabral, professor hugo tadeu, profissionais que querem participar ativamente dessa nova era devem ser curiosos, desenvolver uma capacidade de perguntar, de se questionar. “ele não pode ter aquele sentimento de conformidade. tem que buscar mais, ser crítico, entender de tecnologia, design, negócios. aquilo que ele programa e desenvolve tem que ser transformado em uma solução efetiva para a organização”, observa. nesse contexto, é fundamental se manter atento às transformações. uma das linhas de ensino da digital house, por exemplo, é aprender a aprender. “no mundo digital, a qualquer momento surge uma nova solução, e você tem que estar preparado para aprender a utilizá-la. nós damos aos alunos as condições de se prepararem para as novidades do mercado”, explica carlos alberto. preparo e criatividade no brasil, o cenário da transformação digital é heterogêneo. algumas empresas estão no meio do caminho, conscientes de que precisam entrar na nova economia, mas ainda não sabem como. geralmente, contam com uma área de marketing digital, um site bem desenvolvido, mas não têm a perspectiva, por exemplo, do trabalho colaborativo, de pensar em soluções rápidas, e estão, aos poucos, migrando para isso. ao mesmo tempo, há um grupo de empresas pioneiras, ligadas nas mudanças: ou nasceram já com uma proposta digital (exemplos são o facebook, uber e spotify), ou mergulharam rápido nesse mundo, isto é, conseguiram implementar projetos de digitalização de seus processos com eficiência. estas empresas buscam colaboradores que unam preparo e criatividade, com dinamismo para aliar conhecimentos tecnológicos à busca por inovação nos processos diários do trabalho. “o profissional precisa ter coragem de evoluir. a transformação digital é muito dinâmica e vai questionar o status quo de tudo o que se está fazendo. você tem que sair da zona de conforto e entender como conseguirá se engajar nisso”, afirma richard stad, ceo da aramis. a empresa, que atua no segmento de varejo com foco no vestuário masculino, vem empreendendo iniciativas de digitalização. há pouco mais de dois anos, a aramis iniciou um projeto de integração entre os dados e sistemas, que culminou na implantação, nas 42 lojas próprias, de uma solução que melhora e personaliza a experiência de compra. o atendimento é feito em conjunto com um tablet, que fica ou na mão do vendedor, ou próximo ao caixa. os atendentes utilizam o dispositivo para armazenar e ter à disposição informações sobre o histórico do cliente: preferência por peças, por marcas, sugestões de roupas que combinam com o que ele já comprou, entre outras. não se trata, alerta stad, de substituir a atividade humana pela tecnologia, mas sim tirar proveito das ferramentas disponíveis para otimizar e potencializar esse trabalho. “é importante trazer a tecnologia para dentro do contato humano. a nossa percepção sobre tecnologia deve ser a de trazer mais informações, para que o vendedor possa ter uma experiência melhor com o cliente no ponto de venda”, explica.  
26/03/2018

Focus: IPCA para 2018 cai de 3,63% para 3,57% A projeção para o índice em 2019 caiu de 4,20% para 4,10%

 fonte: diário de pernanbuco os economistas do mercado financeiro reduziram pela oitava semana consecutiva a previsão para a inflação de 2018. o relatório de mercado focus, divulgado nesta segunda-feira (26) pelo banco central (bc), mostra que a mediana para o ipca este ano caiu de 3,63% para 3,57%. há um mês, estava em 3,73%. já a projeção para o índice em 2019 caiu de 4,20% para 4,10%. quatro semanas atrás, estava em 4,25%.   com as quedas seguidas, a projeção dos economistas para a inflação em 2018 caminha em direção ao piso da meta deste ano, cujo centro está em 4,5% e há margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (índice de 3,0% a 6,0%). para 2019, a meta é de 4,25% com margem de 1,5 ponto (de 2,75% a 5,75%).   entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do ipca no médio prazo, denominadas top 5, a mediana das projeções para 2018 no focus seguiu a mesma tendência e os números caíram. a expectativa para 2018 recuou de 3,67% para 3 41%. para 2019, a estimativa do top 5 caiu de 4,00% para 3,70%. quatro semanas atrás, as expectativas eram de 3,73% e 4,25%, respectivamente.   já a inflação suavizada para os próximos 12 meses foi na mesma tendência de queda ao passar de 3,98% para 3,94% de uma semana para outra - há um mês, estava em 4,01%.   entre os índices mensais mais próximos, a estimativa para março de 2018 caiu pela sétima semana seguida e passou de 0,21% para 0 15%. um mês antes, estava em 0,26%. no caso de abril, a projeção recuou de 0,36% para 0,35% ante 0,36% de quatro semanas antes.    preços administrados   o relatório de mercado focus indicou a expectativa de ligeira desaceleração dos preços administrados em 2018. a mediana das previsões do mercado financeiro para o indicador este ano foi de 4,93% para 4,90%. para 2019, ao contrário, a mediana subiu de 4 45% para 4,50%. há um mês, o mercado projetava aumento de 4,80% para os preços administrados neste ano e elevação de 4,50% no próximo ano.  
26/03/2018

Banco Central reduz custo do cartão de débito

 a principal medida limita a tarifa de intercâmbio que é paga pelo credenciador do estabelecimento comercial ao emissor do cartão de débito. por: ae o banco central lançou um pacote de ações para tentar reduzir o custo das transações do cartão de débito e também aumentar a eficiência dos meios de pagamento no varejo. a principal medida limita a tarifa de intercâmbio que é paga pelo credenciador do estabelecimento comercial ao emissor do cartão de débito.    de acordo com a circular 3.887, essa tarifa de intercâmbio para operações no débito será limitada em dois parâmetros: a média deverá ser de até 0,50% do valor da compra e a máxima em até 0 80%. a definição desses parâmetros, diz o bc, tem como objetivo "reduzir o custo do cartão de débito para o comércio".    em nota, o bc argumenta que nos últimos oito anos essa tarifa aumentou de 0,79% da transação para 0,82% da transação, enquanto a taxa de desconto caiu de 1,60% da transação para 1,45%. "para garantir que haja reduções adicionais nessas tarifas, o bc decidiu limitar o nível da tarifa de intercâmbio", diz o bc em nota. esse custo, completa a nota, é "determinante para o preço cobrado do estabelecimento comercial (taxa de desconto)".    a medida vale a partir de 1º de outubro de 2018 e o bc cita em nota à imprensa que a "regulação dessa tarifa específica é praticada internacionalmente". "com a medida, a expectativa é que essa redução seja repassada pelo credenciador ao estabelecimento comercial e deste para o consumidor, por meio da concorrência e, também, da possibilidade de diferenciação de preços", cita a nota do bc.   a instituição acredita que, com custos menores, os cartões de débito devem ficar mais competitivos no mercado de meios de pagamento em relação a outras opções, como dinheiro, transferências eletrônicas e cartão de crédito. se mais consumidores usarem o débito, diz o bc, há "potencial de reduzir subsídios cruzados" - uma das razões do elevado custo do juro do cartão de crédito.    
26/03/2018

O desafio para vender serviços em tempos de retração na economia

 vender serviços nunca esteve tão complexo como nos últimos 4 anos, mais precisamente no período relacionado com a maior crise econômica da história do país. afinal, a retração da economia e a hiper competição têm imposto verdadeiros desafios aos vendedores que buscam se sobressair nos seus resultados. ainda assim, o setor de serviços é um dos que mais cresce nos pais - já responde por 67,4% do produto interno bruto (pib-2017) brasileiro e a tendência é de que a participação cresça ainda mais nos próximos anos. este setor continuará crescendo e assumindo papel cada vez mais expressivo na conjuntura econômica e social. afinal, vivemos a sociedade do conhecimento e de serviços, onde as pessoas não compram mais produtos e sim os benefícios que estão por trás deles. portanto, o momento é de focar o setor de serviços, saber vendê-los bem e então poder vender qualquer coisa. muitas vezes vender serviços é vender o intangível, onde conta mais o nível de relacionamento com o cliente e o grau de credibilidade que o vendedor consegue imprimir no primeiro contato. além de conhecer o seu ramo, a composição do mercado, seus concorrentes diretos e indiretos, sua empresa e os produtos que você vende, aprenda técnicas de vendas, depure-as e inclua em seu roteiro 5 recomendações que podem ser decisivas para o seu sucesso ou fracasso em uma venda de serviço. entenda o cliente no primeiro contato com o cliente, não foque a tua empresa ou o teu serviço. preocupe-se com a necessidade do cliente. descubra o que ele quer, o que ele precisa e quem ele é. a maioria das abordagens de venda falha porque o vendedor só falou sobre si mesmo e sobre o seu serviço, esqueceu-se de falar sobre o cliente e sua necessidade a mensagem de venda “eu tenho esse serviço” é sobre você. a mensagem “eu entendo” é sobre a única pessoa envolvida na venda que realmente importa: o cliente comprador.  mostre a ele que você foi o único provedor a mergulhar fundo na sua necessidade e oferecer-lhe soluções vantajosas. neutralize a concorrência com muita ética para ser a opção número um do seu cliente é preciso conhecer muito bem a concorrência. quando estiver argumentando e formalizando a sua proposta, acrescente alguma exclusividade que a concorrência não possui. com isso, o cliente irá se sentir reconhecido, valorizado e importante pelo seu atendimento. lembre-se: nunca fale da concorrência. na venda de serviços, o cliente não sente e nem enxerga o que você está vendendo. portanto, evite apontar críticas ao serviço concorrente. ao contrário, valorize os seus diferenciais e não desista enquanto não receber algum sinal de que encantou o cliente – o chamado fator “wow”. de tomador de pedido a consultor mergulhe na necessidade do cliente, ofereça-lhe soluções inovadoras. faça perguntas inteligentes, do tipo abertas e fechadas, conheça sobre ele mais do que ele imagina que você sabe. faça a pergunta que ele não consiga responder, conduza e surpreenda-o para que ele use expressões do tipo “eu nunca pensei nisso” ou “o que você acha?”. esses são alguns dos sinais que você precisa para perceber que ele está aceitando as soluções que você está oferecendo e, portanto, está prestes a fechar uma venda. perto dos olhos, perto do coração o sonho de todo vendedor é conquistar um cliente e vender mais vezes para o mesmo cliente. para contribuir com os lucros da sua empresa, aumente a quantidade de transações com o seu cliente e o valor médio de cada compra. mas lembre-se que você vende serviço (intangível), e não um produto tangível que o cliente vê ou toca todo dia quando vai utilizar. telefone periodicamente ou faça qualquer outra forma de contato – por e-mail, cartão postal etc – sem o propósito de vender nada. alimente a confiança que o fez comprar de você pela primeira vez, pergunte se ele está satisfeito com o serviço, anote suas impressões e cultive um relacionamento. não deixe que ele pense que você só se interessa por ele no momento de fechar um negócio. tire a concorrência de perto você conquistou um novo cliente e está satisfeito com isso. sua expectativa é que o cliente também esteja satisfeito com a compra realizada. se você possui outros serviços ou categorias de produtos, se há a possibilidade de apresentar algo novo ou diferente que atenda a necessidade do cliente, não perca essa oportunidade! não permita que outro fornecedor venda ao seu cliente algo que você também tenha, e quem sabe até melhor. quanto mais fornecedores em torno de um cliente, maiores as chances de você perdê-lo. portanto, conquiste um cliente, comece a atendê-lo, mas lembre-se que há sempre uma oportunidade para retornar e oferecer algum serviço adicional. alguns mercados, como o de seguros, por exemplo, pecam muito ao não atentar que é possível atender outras necessidades do cliente, evitando assim que um concorrente ofereça algo que você ainda não ofereceu.
23/03/2018

União Seguradora dá prêmio de capitalização

 a união seguradora, empresa do grupo aspecir, oferece além do seguro de vida um plano de capitalização vida flex. o segurado optando por este plano, concorre todos os sábados através da extração da loteria federal a uma premiação. o felizardo desta vez foi a senhor cláudio renato teixeira. o cheque foi entregue pelas mãos do diretor-presidente milton machado e pelo diretor comercial da união seguradora, joão lock, no dia 22 de março na sede do grupo aspecir. também estava presente o corretor maurício junqueira da corretora benefício sul.
28/02/2018

Recadastramento das corretoras de seguros Pessoa Jurídica tem início nesta quinta, 1º de março; SINCOR-GO oferece apoio gratuito a corretoras associadas

  fonte: assessoria de comunicação do sincor-go tem início nesta quinta-feira, 1º de março, o recadastramento nacional das sociedades corretoras de seguros pessoa jurídica. a atualização cadastral se dará até o dia 30 de agosto, via site da susep. durante este período, o sincor-go estará oferecendo apoio gratuito às corretoras de seguros associadas para a realização de seus cadastros junto à superintendência. para tanto, é necessário o agendamento prévio junto ao departamento de cadastro, por telefone ou e-mail (62 3945-0808 e cadastro@sincorgo.com.br). o recadastramento é obrigatório para todas as corretoras de seguros pessoa jurídica e seus respectivos sócios. a não atualização cadastral no prazo estipulado pela susep implicará na suspensão dos seus respectivos registros, ficando estas impedidas de intermediar negócios de seguros, capitalização complementar aberta até a regularização de seus cadastros.
28/02/2018

Seguro customizado é tendência no mercado brasileiro

 fonte: portal nacional de seguros por adilson mendes com o aumento da concorrência no mercado de seguros e ao grande conhecimento da população sobre o assunto, as empresas estão se aperfeiçoando para oferecer serviços personalizados e de excelência aos seus clientes. é o caso da seguralta, corretora de seguros, que trabalha há mais de 50 anos comercializando serviços para todos os perfis de segurados. entre os seguros customizado estão: seguro de vida para homens com diagnóstico de câncer de próstata e seguro de vida mulher, que garante indenização para mulheres com câncer de mama. já o seguro rural protege o agricultor de perdas por fenômenos meteorológicos adversos e o seguro bike assegura os praticantes desse esporte. tem até o seguro pet que proporciona aos cães e gatos uma vida mais saudável e feliz. a rede, além de trabalhar com mais de 30 companhias de seguros, oferece todas as modalidades de apólices individuais e empresariais disponíveis no mercado. neste cenário, é possível perceber que muitas empresas do setor de seguros vêm se reinventando e crescendo no país ao atender diferentes demandas. além disso, no modo geral, as empresas estão evoluindo tanto no processo de contratação quanto de pagamento do sinistro. nilton dias, diretor comercial da seguralta, alerta que independente da cobertura escolhida é necessário ter cuidado ao contratar um seguro. “é importante sempre contar com a ajuda de uma empresa especializada em seguros, que irá recomendar o plano adequado de acordo com as necessidades de cada cliente”. também é recomendado ler muito bem os itens da apólice para entender exatamente o que está acertado. assim, a pessoa não é pega de surpresa quando precisa de uma cobertura não inclusa no pacote. além disso, as empresas contratadas precisam ter registro junto à susep, que garante as regras de gestão financeiras e reservas para o pagamento dos valores contratados. para maiores informações, acesse http://seguralta.com.br/
28/02/2018

Seguradora Líder fala sobre modelo de centralização

  desde sua criação, o seguro dpvat passou por muitas mudanças. uma das principais delas aconteceu em 2007, quando, para dar unidade à gestão do seguro e agilidade no atendimento aos beneficiários, foi criado o formato de consórcio, com uma seguradora centralizando as operações administrativas e judiciais do seguro dpvat, viabilizando, dessa forma, a criação da própria seguradora líder. para falar sobre esse modelo de administração, a seguradora líder divulgou, em sua última newsletter, uma entrevista com ismar tôrres, diretor-presidente. “o sistema de gestão do seguro dpvat não é um monopólio, mas sim um modelo centralizado de gestão privada, onde qualquer seguradora autorizada pela susep a operar no país pode aderir ao consórcio de operações”, afirmou, em uma de suas falas. tôrres também destacou alguns dos benefícios do formato de consórcio, como a agilidade no atendimento à população e uma maior transparência na gestão dos recursos do seguro. “por meio da centralização, hoje, quando acontece um acidente de trânsito, as vítimas sabem exatamente a quem procurar para pedir a indenização. são mais de 8 mil pontos oficiais de atendimento. além disso, a centralização também permite mais fiscalização e mais transparência na gestão dos recursos do seguro”, completou. outro assunto abordado durante a entrevista foi o valor do prêmio do seguro dpvat, fixado diretamente pelo conselho nacional de seguros privados (cnsp) e que não sofre reajuste há 11 anos. tôrres destacou o fato de, historicamente, o valor do prêmio ter ficado abaixo da variação da inflação oficial. “durante todo o ano de 2017, apresentamos à superintendência de seguros privados (susep) uma série de projetos e ações em curso para aumentar a eficiência na gestão dos recursos do seguro dpvat, o que inclui os resultados expressivos no combate às fraudes. nosso posicionamento tem sido de, ao invés de uma nova redução tarifária, avançar em proposta que efetivamente garanta melhores benefícios aos brasileiros e reforce o papel social do seguro dpvat: o aumento da importância segurada gradualmente”, observou. confira a íntegra da entrevista de ismar tôrres clicando aqui: https://www.seguradoralider.com.br/pages/newsletter-detalhe.aspx?cid=44

Tribunal de Contas identifica "deficiências" na privatização das seguradoras da Caixa


08/02/2019
Alienação da Fidelidade, Multicare e Cares decidida pelo anterior Governo "não se revela vantajosa para o interesse público" a "médio prazo". Tribunal critica falta de independência e processo de venda.
A alienação apresenta "deficiências" no que diz respeito à "independência" na avaliação do valor das seguradoras, "não se revela vantajosa para o interesse público" a médio prazo e "não foi eficiente". Estas são as três principais conclusões do relatório do Tribunal de Contas à alienação das três seguradoras do Grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD), a Fidelidade, a Multicare e a Cares, pelo anterior Governo à Longrun, do grupo chinês Fosun.

A auditoria, a que o PÚBLICO teve acesso, critica a opção de venda das seguradoras, por vários motivos. O primeiro diz respeito ao processo. Lembra o Tribunal que "entre a avaliação das seguradoras e a alienação foram realizadas operações prévias (redução de capital e distribuição de dividendos) que tornaram as empresas mais acessíveis e atractivas para o mercado". Contudo, para o Tribunal, há várias "deficiências nesta parte do processo". "Enferma de deficiências quanto à garantia de independência na avaliação das seguradoras, à indefinição do caderno de encargos, ao défice de fundamentação para a escolha da modalidade de venda e à alteração dos critérios de avaliação na fase de apreciação das propostas vinculativas", lê-se no relatório.
No que à independência diz respeito, em causa está o facto de a avaliação das seguradoras ter sido feita pela Caixa BI, do Grupo Caixa. Diz o relatório que esse facto "suscita óbvias reservas sobre o requisito de independência legalmente exigido ao avaliador, face às empresas avaliadas e ao seu accionista". Como resultado, a avaliação foi feita apenas tendo em conta um cenário desactualizado (anterior à redução de capital de 2013), não tendo sido revisto antes do fim do processo, e não tendo sido fornecidos ao Grupo Caixa "elementos pertinentes" para que fosse possível "verificar os valores apresentados nas avaliações em causa". 
Tendo em conta essas limitações, "a melhor expectativa do Grupo Caixa resultante das avaliações era alienar a totalidade das participações sociais das três seguradoras por 1,7 mil milhões".

Além dos resultados, o Tribunal lembra que estas empresas tiveram uma "valorização importante dos seus activos imobiliários" que podiam ter contribuído para a "necessidade de recapitalizar o Grupo Caixa em 2017".
Ainda no que diz respeito aos resultados, para o Tribunal, esta alienação também "não foi eficiente", uma vez que o processo "foi realizado em contexto e oportunidade adversos à maximização do seu resultado, sem estar suportado por uma avaliação de custo e benefício, em consequência da decisão do Estado (o accionista do Grupo Caixa) motivada por compromissos internacionais".
Sobre a decisão, o relatório do Tribunal de Contas lembra, nas suas conclusões, que houve um "estudo preliminar" da JP Morgan pedido pela CGD a "desaconselhar" a venda naquela altura, sugerindo o seu adiamento, uma vez que "as condições de mercado" limitavam "o interesse de eventuais compradores". 

Além deste estudo, a decisão não foi unânime no Conselho de Administração da CGD "quanto à oportunidade e à modalidade de venda". No documento, é citada parte de duas actas do conselho de administração, de 30 de Outubro de 2012 e de 14 de Dezembro do mesmo ano, que mostram que não havia consensos "tendo sido defendido que a mesma apenas deveria ocorrer se necessário e quando as condições de mercado assegurassem uma operação favorável à CGD".

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