13/07/2018

União Seguradora está no VI SEMAAT

 a união seguradora, empresa do grupo aspecir, está no mercado há 105 anos e acredita em eventos que proporcionam conhecimento, atualização e debates. sendo assim está apoiando o vi semaat, seminário aiamu de administração tributária municipal. o evento, de caráter científico, visa a enriquecer o debate relacionado a temas polêmicos no que tange às administrações tributárias municipais, colaborando para o aprimoramento da arrecadação tributária, de forma a garantir os recursos necessários para o investimento nas demandas sociais, sem desequilíbrios econômicos. o vi semaat será realizado no centro de eventos da associação dos auditores-fiscais da receita municipal de porto alegre – aiamu, nos dias oito e nove de agosto de 2018. e, embora com foco na região sul, trata de temas de abrangência nacional e contará com a participação de representantes dos principais municípios do país. a união seguradora parabeniza a aiamu pela iniciativa e excelente coordenação desse magnífico evento. a inscrição inclui acesso a todas às oficinas, palestras, material do evento, certificado e coffee-break. informações: (51) 3226-2364 – aiamu@aiamu.com.br
13/07/2018

Especialista explica porque os brasileiros não têm o hábito de poupar dinheiro

 quando o assunto é poupar dinheiro, os brasileiros não se saem muito bem, inclusive aqueles que tem uma maior renda. isso é o que revela o indicador mensal de reserva financeira do serviço de proteção de crédito (sps brasil) e da confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl). “no brasil, a população tem por hábito pagar contas e dívidas, fazer as compras no supermercado e outras necessárias. caso sobre dinheiro, pode ser que a pessoa poupe uma quantia. no entanto, guardar dinheiro não é algo que está enraizado na cultura do país”, explica thiago silva, fundador da maway global investments. o hábito de não guardar dinheiro pode estar ligado à questões históricas e econômicas do brasil, que sofreu uma colonização de exploração, cujas riquezas eram exploradas e enviadas ao país colonizador. neste período, havia uma dependência muito grande do estado. já num passado recente, a população brasileira sofreu com inúmeras crises financeiras, trocas de moeda e hiperinflação. houve um tempo em que o preço das mercadorias eram reajustados diariamente, e isso fazia com que as pessoas tivessem de fazer escolhas imediatas e gastar dinheiro praticamente todos os dias, afinal, ninguém sabia como seria no dia seguinte. todas essas situações criavam um cenário de falta de previsibilidade, tornando as pessoas mais cautelosas em relação a comprometer sua renda. no começo dos anos 1990, a implantação do plano real trouxe uma melhora significativa a este cenário. “ter uma moeda forte proporcionou muito mais previsibilidade à população, especialmente aos poupadores. entretanto, ainda há muitas crenças enraizadas nos brasileiros, como a de que o estado vai, de alguma forma, prover e resolver todas as necessidades da população. a falta de educação financeira é outro fator que também contribui para o hábito de não poupar”, diz silva. no entanto, este cenário está passando por mudanças. no último ano, pesquisas e indicadores revelaram que cada vez mais os brasileiros estão buscando investir com propósitos de longo prazo. parte disso se deve à preocupação com o futuro, especialmente após às reformas trabalhista e da previdência. muitas pessoas estão buscando nos planos de previdência privada a segurança que já não sentem no sistema previdenciário brasileiro. “creio que esta é uma tendência que só tende a crescer. afinal, em 2009, os fundos de previdência privada aberta receberam contribuições de 39 bilhões de reais. já em 2017, foi de 115 bilhões de reais”, finaliza o especialista em finanças. fonte: eshoje
13/07/2018

Novas regras nos seguros vão ser positivas para os consumidores

 o novo regime de distribuição de seguros vai trazer vantagens para os consumidores. a seguir pablo forero: “não há qualquer intenção de transformar o bpi numa sucursal” mais vistas work-computer-1185637_1280 mercado de trabalho profissão a profissão. estes são os salários esperados em portugal fotogaleria estes 9 países vão ficar mais pobres até 2022. surpreenda-se com os nomes coreia do sul economia mundial estes países vão mandar no mundo em 2050 negócios 12 empresas famosas que desapareceram ou falharam de forma 'estrondosa' as regras para a distribuição de seguros vão mudar e o novo regime deverá trazer vantagens para os consumidores. isto apesar de ainda existirem dúvidas jurídicas sobre alguns pontos do projeto de lei para a venda de seguros. foram as principais conclusões das jornadas sobre o novo regime de distribuição de seguros, realizadas esta quinta-feira na faculdade de direito da universidade de lisboa. a iniciativa contou com a presença de professores de direito e de responsáveis de seguradoras portuguesas. a visão mais consensual foi de que o novo regime irá beneficiar os consumidores já que pretende travar a venda inadequada de seguros. apesar disso, houve um ponto da legislação que motivou a oposição tanto de juristas como de líderes das seguradoras: a forma como a lei define os poderes de representação de agentes e mediadores de seguros. considerou-se que a atribuição desses poderes não é clara. também a categorização das seguradoras como distribuidores motivou discordância por parte de alguns responsáveis do setor. as jornadas sobre o novo regime de distribuição de seguros resultaram de um protocolo assinado esta quinta-feira entre a associação portuguesa de seguradores, o instituto de direito privado da faculdade de direito da universidade de lisboa e o instituto de direito bancário da bolsa e dos seguros, da universidade de coimbra. o objetivo é aprofundar o estudo, o desenvolvimento da investigação e a divulgação do conhecimento técnico-científico sobre temas de direito dos seguros. no âmbito do protocolo ficou ainda o compromisso de criar um prémio para o melhor estudo ou trabalho de investigação na área do direito dos seguros, a realizar em cada uma das escolas.
13/07/2018

Seguro Prestamista teve crescimento de 25,1% nos cinco primeiros meses de 2018

 os ramos elementares mantém seu protagonismo diante da análise dos números do setor segurador referentes a maio de 2018, como afirmou o presidente da cnseg, marcio coriolano, em seu editorial na edição de julho de 2018 da publicação. entretanto, foi o ramo prestamista que apresentou o maior crescimento, de 25,1% nos cinco primeiros meses de 2018, potencializado pela expansão do crédito, conforme explicado por coriolano, que também apontou para o fortalecimento das provisões técnicas em 2018, que alcançaram a cifra de r$ 939,4 bilhões. o economista da escola nacional de seguros lauro faria, por sua vez, destacou, em sua análise conjuntural, a desaceleração da arrecadação em prêmios e contribuições do setor segurador regulado pela susep em maio, comparado com abril. além disso, nos primeiros cinco meses de 2018, as despesas administrativas das seguradoras reguladas pela susep cresceram 5,9% ante igual período de 2017, contribuindo para a queda de 14,4% do resultado financeiro. ainda assim, o resultado patrimonial cresceu (15,7%), bem como as receitas, permitindo que o lucro líquido agregado das empresas do setor crescesse 6,7%. fonte: cnseg via sindsegsc
13/07/2018

Presidente do Sindseg-RS esclarece questões apontadas pela CPI no RS

 na última quarta-feira (4), foi aprovado o relatório final da cpi da assembleia legislativa do rio grande do sul que apura supostas práticas ilegais por parte de seguradoras. o parecer sugere o indiciamento de três oficinas de porto alegre e de oito companhias: ****** seguros, bradesco seguros, azul seguros, sulamérica, banco do brasil seguro auto, liberty seguros, mitsui sumitomo seguros e caixa seguros. em entrevista exclusiva ao cqcs, o presidente do sindseg-rs, guacir bueno, enfatiza que a cpi até o momento não comprovou nenhum ato de abuso ou desrespeito ao consumidor por parte das seguradoras. segundo o dirigente, as oitivas de integrantes da susep e da secretaria estadual da fazenda evidenciaram que “as denúncias feitas até aqui não encontram amparo na realidade”. “é de interesse do setor de seguros colaborar para a correta elucidação dos fatos apurados, com foco no interesse do consumidor e do respeito à legislação”, destaca bueno. o presidente do sindseg-rs lembra que os contratos de seguros são regidos pelo princípio da boa-fé e que a atuação das seguradoras se traduz no respeito ao consumidor, na observância da legislação e na transparência dos serviços prestados. “esses são requisitos fundamentais nas relações com os segurados, que pressupõem lealdade e confiança recíprocas. o setor de seguros é um dos mais regulados do país, com fiscalização permanente das autoridades públicas, como a susep”, afirma. guacir bueno ressalta ainda que empresas de seguros nunca se opuseram a depor na cpi que investiga supostas irregularidades no mercado e revela que foi ao gabinete do deputado ênio bacci antes da instalação da cpi e se colocou à disposição para esclarecer eventuais dúvidas do parlamentar. “sabe-se, extra-oficialmente, de que de um total de mais de 120 veículos vistoriados, foram encontradas supostas irregularidades em menos de 10 casos. digo supostas, pois as ‘irregularidades’ apontadas seriam, a utilização de peças fabricadas, na sua grande maioria, pelo mesmo fabricante; e o código de defesa do consumidor permite a utilização de peças genuínas e originais”, explica. o dirigente ressalta que as seguradoras estão autorizadas, por lei, a comercializarem veículos salvados e indenizados, através de leiloeiros oficiais, e que veículos cuja perda seja considerada de grande monta são leiloados apenas na forma de sucata, conforme determina a legislação. “possíveis aquisições de salvados por malfeitores preocupam em muito as companhias, mas não é função das seguradoras legislar ou fiscalizar a prática de leilões”, diz, completando em seguida: “o poder e função de polícia deve ser exercido única e exclusivamente pelos órgãos competentes do estado e a função das seguradoras é repor o bem segurado em caso de sinistro, e trabalhar para que o fundo comum, composto pelo prêmio pago por cada segurado, utilizado para pagamento das indenizações, seja preservado e bem administrado”. fonte: cqcs por ivan netto
13/07/2018

Indústria de materiais de construção tem queda de 4,7% nas vendas de junho

 impactadas pela paralisação dos caminhoneiros, as vendas da indústria de materiais de construção no país caíram 4,7% em junho frente ao mesmo mês do ano passado. agora, o setor acumula uma retração de 0,4% no primeiro semestre e uma leve alta de apenas 0,1% nos últimos 12 meses. os dados foram divulgados pela associação brasileira da indústria de materiais de construção (abramat). a associação também revisou os números das vendas de maio, passando de alta de 3,5% para queda de 9,0% na comparação anual. como a pesquisa é feita a partir de pesquisas de campo e dados governamentais, que são divulgados em períodos diferentes, ela ainda não havia captado completamente os efeitos da crise naquele mês. apesar dos resultados negativos nos últimos meses, a abramat ainda espera uma expansão de 1,5% das vendas em 2018 ante 2017. "nesse momento, não vamos revisar nossas projeções porque seguimos acreditando na sinalização de crescimento", pondera o presidente da instituição, rodrigo navarro. o executivo salienta que, embora seja provável que ocorra uma variação inferior a 1,5% no ano, o mais importante para o setor é que está mantida a expectativa de uma inflexão, com expectativa de alta no faturamento após três anos consecutivos de queda. as baixas chegaram a 3,2% em 2017, 13,5% em 2016 e 7,2% em 2015. "acredito que veremos uma inflexão nos índices, passando de negativos para positivos, ainda que pequenos", estima. segundo navarro, a indústria de construção tem sido puxada pelas vendas de materiais no varejo para pequenas obras e reformas domésticas, onde a demanda deve permanecer estável. ele observa que boa parte da população adiou as obras durante o auge da crise, mas a postergação chegou ao limite. "não é possível adiar os cuidados com a casa por tempo indeterminado." além disso, a indústria espera, daqui para frente, o início de um novo ciclo de obras de empreendimentos residenciais e comerciais que foram lançados nos últimos trimestres. "nós vimos crescimento dos lançamentos, e uma parte disso se transformará em canteiros de obras a partir deste semestre", prevê navarro. já os projetos de infraestrutura, que têm grande porte e são grandes demandantes de materiais, só devem voltar a ganhar tração em meados de 2019, estima o presidente da abramat. "só depois da posse do novo governo e a definição das prioridades orçamentárias essas obras devem ser retomadas. o problema é que ainda não vimos os pré-candidatos se manifestarem sobre isso", diz. em relação ao emprego da indústria de materiais de construção, houve recuo de 0,9% em junho frente ao mesmo mês de 2017. no ano, houve baixa de 1,2% no nível de emprego do setor e, em 12 meses, retração de 2,3%.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/638227-industria-de-materiais-de-construcao-tem-queda-de-4-7-nas-vendas-de-junho.html)
13/07/2018

Dólar sobe com exterior e Eletrobras no radar

 o dólar sobe ante o real nesta sexta-feira (13) influenciado pela valorização externa da divisa americana. os agentes de câmbio precificam ainda a suspensão dos leilões de todas as distribuidoras da eletrobras, anunciada pela justiça federal do rio, após o fechamento dos mercados na quinta-feira (12). essa decisão apaga expectativas de aumento no curto prazo dos ingressos de fluxo financeiro de investidores estrangeiros, que poderiam participar desses leilões, disse um operador de uma corretora de câmbio. às 9h20min, o dólar à vista subia 0,30%, aos r$ 3,8944. o dólar futuro de agosto estava em alta de 0,28%, aos r$ 3,9015. no exterior, a moeda americana sobe ante seus pares principais e moedas emergentes ligadas a commodities, após o forte superávit comercial da china com os estados unidos no primeiro semestre gerar expectativas de um reforço no protecionismo norte-americano. a china informou que teve superávit comercial de us$ 41,61 bilhões em junho, após registrar superávit de us$ 24,92 bilhões em maio, segundo a administração geral de alfândega. economistas ouvidos pelo wall street journal previam superávit de us$ 26 bilhões. as exportações da china para os estados unidos tiveram crescimento de 13,6% no primeiro semestre deste ano, na comparação com igual período de 2017, para us$ 133,76 bilhões. o commerzbank prevê que esses dados apontam para um cenário de tensão entre washington e pequim, e "sem dúvida aumentarão as chances de novas tarifas dos eua serem impostas aos produtos chineses". a moeda americana sobe também após o presidente do federal reserve (fed) jerome powell, ter defendido na quinta o gradualismo na elevação das taxas de juros. powell disse que a economia global e, principalmente, a americana está indo "muito bem" e que, caso o fed mova os juros muito rapidamente, o banco central poderia provocar uma recessão econômica em solo americano. os juros dos treasuries respondem em baixa em meio ao aumento da demanda. mais cedo, o índice do dólar dxy - que mensura a moeda americana ante outras seis divisas fortes - atingiu o maior nível em duas semanas, impulsionado principalmente pela queda acentuada da libra. em entrevista ao the sun, o presidente dos eua, donald trump, disse que um plano "suave" de saída do reino unido da união europeia "mataria" qualquer acordo comercial possível com os eua. na máxima do dia, o dxy subiu 0,4%, a 95,241. além disso, o euro opera com fraqueza, após a comparação anual da inflação ao consumidor dos eua, divulgada na quinta-feria, alimentar expectativas de mais duas altas de juros nos eua. no mercado de moedas emergentes, a queda das commodities ajuda ainda a amparar o dólar em relação a praticamente todas as principais divisas emergentes. uma exceção é a queda frente à lira turca, influenciada por declarações do novo ministro de finanças da turquia, berat albayrak, de que vai se esforçar para diminuir a inflação no país. em 12 meses computados até junho, a inflação ao consumidor da turquia foi de 15,39%. parte deste aumento é atribuído à aceleração do dólar ante a lira turca, uma das moedas mais afetadas pela valorização global da divisa americana.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/638203-dolar-sobe-com-exterior-e-eletrobras-no-radar.html)
13/07/2018

Confiança do consumidor recuou 6,1% em junho, aponta SPC

 o indicador de confiança do consumidor recuou 6,1% em junho na comparação com maio. com esse recuo, o indicador retrocedeu para 38,8 pontos, o que representa o mais baixo patamar desde janeiro de 2017, início da série histórica. os dados foram apurados pelo serviço de proteção ao crédito (spc brasil) e pela confederação nacional de dirigentes lojistas (cndl). pela metodologia, o indicador varia de zero a 100, sendo que resultados acima de 50 pontos demonstram o predomínio de otimismo, ao passo que abaixo de 50, o que prevalece é a visão pessimista. na avaliação do presidente da cndl, josé cesar da costa, mesmo com o fim da recessão, a confiança do consumidor encontra dificuldades para atingir resultados consistentes, tendo em vista o tímido crescimento da economia, que ainda não se recuperou das perdas acumuladas ao longo da crise e nem se reflete em melhora efetiva nos dados de emprego e renda. em junho, o quadro foi agravado pela paralisação dos caminhoneiros ocorrida ao final de maio. "ao chamar a atenção para a questão dos preços dos combustíveis, para a alta carga tributária e para a deficiência da matriz de transportes, o protesto reforçou a indicador de confiança do consumidor a percepção negativa sobre a situação econômica, trazendo de volta a memória da crise. esses são fatores relevantes que impactaram a queda da confiança", explica o presidente. o indicador de confiança é composto pelo indicador de cenário atual, que caiu de 30,8 pontos para 28,9 pontos em um mês e pelo indicador de expectativas, que retrocedeu ao passar de 51,8 pontos em maio para 48,6 pontos em junho. de acordo com o levantamento, em cada dez brasileiros, oito (79%) avaliam negativamente as condições atuais da economia brasileira. para 18%, o desempenho é regular, e para apenas 1% o cenário é positivo. entre aqueles que avaliam o clima econômico como ruim, a principal explicação é o desemprego elevado, citado por 67% dos entrevistados. mesmo com a inflação sob controle, os preços considerados altos foram citados por 62% dos consumidores, assim como os juros, mencionados por 48%. há ainda 30% de entrevistados que atribuem o momento ruim a desvalorização do real frente ao dólar. já quando se trata de responder sobre a própria vida financeira, o número de consumidores insatisfeitos é menor do que quando se avalia a economia do brasil como um todo, mas ainda assim é elevado. de acordo com a sondagem, 45% dos brasileiros consideram a atual situação financeira como ruim ou péssima. outros 45% consideram regular e um percentual menor, de 8%, consideram o momento bom. dentre os entrevistados que trabalham, 29% consideram média ou alta a probabilidade de serem demitidos. para 25%, o risco é baixo e 46% não temem ser dispensados pelos seus patrões. a pesquisa ainda mostra que o alto custo de vida supera o endividamento como o fator que mais pesa no orçamento das famílias: 45% e 21%, respectivamente. questionados sobre o comportamento dos preços, 95% notaram aumento nos postos de combustíveis em relação a maio, ante 82% da sondagem anterior. na avaliação da economista-chefe do spc brasil, marcela kawauti, a expectativa é de que neste semestre a atividade econômica não reaja na intensidade necessária para melhorar os dados de emprego e de renda da população. preços dos combustíveis pesam no pessimismo do consumidor (arquivo/agência brasil) "as projeções apontam para uma desaceleração no ritmo da retomada, que já era lento e ainda foi prejudicada pela paralisação dos caminhoneiros. temas importantes como a agenda fiscal e as reformas estruturais foram perdendo força nos últimos meses e isso impacta as expectativas de forma negativa", explica marcela kawauti. para marcela, há ainda um componente imprevisível que são as eleições de outubro. "as eleições têm impactado no sentido de que o consumidor não consegue ter uma previsibilidade, ainda temos uma economia que está crescendo muito menos do que se imaginava, a expectativa do produto interno bruto (pib) era de mais de 2% e agora está mais perto de 1%. ainda tem o fato de os empresários segurarem os investimentos também por conta dessa imprevisibilidade, o mercado de trabalho demora mais a se recuperar", analisa. a economista explica ainda que, embora a recessão tenha terminado em janeiro do ano passado, os reflexos continuam presentes. "ainda não entramos numa fase de plena recuperação, os efeitos dessa recessão ainda são muito fortes. acredito que a recessão só terminará mesmo quando a gente tiver um pouco mais de previsibilidade, o que deve acontecer só depois das eleições e ainda existe o risco, dependendo de quem for eleito, de a gente voltar a ter um ano muito ruim, se for eleito alguém muito extremista para o cargo de presidente", acredita marcela. no entendimento da economista, a greve dos caminhoneiros também teve reflexo na queda do índice de confiança. "acabou mostrando também o quanto a gente precisa colocar um governo mais ativo e o quanto precisamos de reformas em infraestrutura. a greve acabou evidenciando muito os problemas do país". a sondagem também procurou saber o que os brasileiros esperam do futuro da economia do brasil, e descobriu que a maioria, 53%, está declaradamente pessimista. quando essa avaliação se restringe à vida financeira, no entanto, o volume de pessimistas cai para 19%. os otimistas com a economia são apenas 11% da amostra, ao passo que para a vida financeira, o percentual sobe para 53% dos entrevistados. para justificar a percepção predominantemente negativa com os próximos seis meses da economia, 65% citam problemas políticos e escândalos de corrupção, ao passo que 41% atribuem esse sentimento ao desemprego que segue alto no país. já entre os pessimistas com a própria vida financeira, 69% demonstram incômodo com a elevação dos preços e 40% acham que a economia fraca impacta na sua vida particular. em sentido contrário, tanto os otimistas com a economia quanto com a própria vida financeira, não sabem explicar ao certo a razão desse sentimento positivo, já que 57% e 35%, respectivamente, não souberam apontar razões específicas e apenas acreditam que coisas boas devem acontecer nos próximos seis meses. a pesquisa abrangeu 12 capitais das cinco regiões brasileiras: são paulo, rio de janeiro, belo horizonte, porto alegre, curitiba, recife, salvador, fortaleza, brasília, goiânia, manaus e belém. juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. a amostra, de 801 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais.   jornal do comércio (https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/economia/2018/07/638212-confianca-do-consumidor-recuou-6-1-em-junho-aponta-spc.html)  
11/07/2018

Análise do Seguro do Brasil no Mundo

 nesse mês, a resseguradora swiss re divulgou o seu tradicional levantamento anual, com a comparação dos dados dos mercados de seguros dos países. o título do texto desse ano de 2018 (com dados de 2017) foi “world insurance in 2017: solid, but mature life markets weigh on growth”, destacando que o segmento de seguro de pessoas ainda tem potencial para crescer nos países emergentes. ver... http://institute.swissre.com/research/overview/sigma/3_2018.html a seguir, alguns comentários sobre o brasil, extraídos da tabela e do gráfico abaixo: 1) de 2015 para 2016, a elevada taxa de crescimento do vgbl (inserido pela swiss re no grupo “vida”) resultou em um incremento de participação mundial do brasil nesse tópico. por exemplo, de 1,46% para 1,57% da receita total dos países. por outro lado, o segmento “não vida” teve uma trajetória oposta, ainda em função dos fortes efeitos da crise econômica, com queda de 1,58% para 1,50% da receita total dos países. 2) de 2016 para 2017, o setor de seguros no país teve recuperação por dois motivos, quando comparado aos dados mundiais. primeiro, o próprio crescimento de receita em reais e, segundo, o ganho cambial, pela desvalorização do dólar. lembrar que a receita de seguros de todos os países é transformada para dólares pelo câmbio médio do ano. com isso, ao contrário da variação assimétrica de 2015 para 2016, agora os dois segmentos cresceram, em termos de participação no mundo. o de “não vida”, de 1,50% para 1,63%; e o de “vida”, de 1,57% para 1,76%. 3) no total, as participações do brasil - em 2015, 2016 e 2017 – foram, respectivamente, 1,52%, 1,54% e 1,70% do mercado segurador mundial. isto é, apesar das dificuldades, houve crescimento no período em questão. atualmente, o país ocupa a 12ª posição geral no mercado segurador mundial. 4) enfim, para concluir, é sempre bom lembrar que, nesse estudo da swiss re, não está incluído o seguro saúde. assim, para evitar discussões teóricas - como, por exemplo, se o vgbl deve ser ou não incluído nesse cálculo ou que segmento das operadoras de saúde devemos considerar como faturamento de seguro -, um indicador mais tranqüilo é avaliar somente a evolução do mercado de “não vida” na receita mundial de seguros. 5) isso está representado no gráfico abaixo, com a análise dos últimos 10 anos. em termos didáticos, podemos separar a evolução do mercado segurador brasileiro em quatro fases. de 2007 a 2011, forte taxa positiva de crescimento. de 2011 a 2014, estabilidade na participação. de 2014 a a 2016, queda, pelos efeitos de crise econômica. de 2016 a 2017, já temos uma recuperação, embora ainda lenta. agora, o desafio é acelerar essa trajetória. vamos em frente!!

Um texto para tirar as suas dúvidas sobre o Seguro de Vida


11/07/2018

O seguro de vida é um contrato para garantir o sustento e manutenção de um padrão de vida, no caso de uma fatalidade acontecer.

Seguro de vida é um assunto delicado. Apesar de a morte, ser a única certeza da vida, é um assunto que ninguém gosta de lidar. Porém, depois de constituir família, também temos a certeza de que deixá-los seguros é de suma importância.

Então, vamos falar um pouco sobre seguro de vida:

  • O que é
  • Como escolher
  • Quais os tipos de apólice que existem
  • Quais os benefícios que ele pode proporcionar

Afinal, o que é um seguro de vida?

O seguro de vida é um contrato que você faz com uma seguradora para garantir o sustento e manutenção de um padrão de vida, no caso de uma fatalidade acontecer. Esse benefício pode agraciar familiares e/ou pessoas que dependam financeiramente do contratante.
É importante estar atento a todas as cláusulas deste contrato, porque algumas seguradoras possuem restrições, por exemplo, ao suicídio.
Como o seguro de vida faz parte do seguro de pessoas, é possível acrescer à cobertura do risco de morte alguns outros benefícios, tais quais como:
  • Invalidez permanente;
  • Doenças graves;
  • Diária por internação hospitalar;
  • Invalidez funcional permanente por doença;
  • Invalidez laborativa permanente por doença,
  • Perda de renda ou desemprego.

Qual a diferença entre cobertura de morte e de cobertura de morte por acidente?

Se você está pesquisando valores, já percebeu que a primeira modalidade é mais cara do que a segunda. Isso acontece porque a seguradora oferece uma cobertura muito maior, não só em caso de acidente, e nesse caso ela corre “mais risco”.
Existem dois tipos de apólice de seguro de vida: Individual e Coletiva.

Individual

No tipo individual, a seguradora cobre apenas uma pessoa física. Esta pessoa é a contratante e geralmente a responsável financeira pelo plano. Para definir valores é levado em conta: idade, sexo, condições de saúde, estilo de vida etc. As coberturas e os prazos de pagamento são negociados, efetivamente, entre assegurado e seguradora.

Coletivo

No plano coletivo, a contratação vem de uma empresa, por exemplo. E neste caso, a contratante é chamada de estipulante, pois é ela quem define as cláusulas junto à seguradora.
A decisão do associado pode ser feita de três maneiras:
  • Não contributário: O estipulante é responsável total pelo pagamento do plano.
  • Parcialmente contributário: O beneficiado e o estipulante pagam juntos, o plano, na proporção acordada.
  • Totalmente contributário: Os segurados ficam totalmente responsáveis pelo custeio do plano.

Seguro de Vida Resgatável

Sim! Existe uma modalidade de seguro de vida que é possível ser resgatado em vida. Não podemos, claro, esquecer que o princípio do seguro de vida é “cuidar” de alguém quando faltarmos, mas às vezes a possibilidade de resgate pode ser interessante.
Os seguros resgatáveis são aqueles de longo prazo, em que você estipula o valor pago e contratado assim que assina o plano, a partir daí ele é reajustado apenas pela inflação.
Se escolher essa modalidade, procure um plano com valor mínimo de resgate.

A escolha dos beneficiados

Seguro de vida não é herança. Assim, você pode escolher qualquer pessoa para receber o benefício. Vale ressaltar que durante a vida você pode mudar o(s) beneficiado(s).
Na hora de escolher onde fará seu plano de seguro de vida, procure um especialista que não seja vinculado a nenhuma seguradora, ele te dará um panorama amplo e imparcial.

Pesquise sempre!

A ajuda de um corretor é sempre bem-vinda, mas você pode pesquisar alguns fatores que te trarão a segurança necessária. Veja se a seguradora é credenciada pela SUSEP, consulte a solidez, a expertise, procure a recomendação de outros assegurados.
A morte é quase sempre indesejada, mas é certa, e não sabemos quando e como ela
nos encontrará. Saber que você está cuidando dos seus quando isso acontecer, é sábio e uma prova de amor.

Fonte: Portal Eu quero investir por Patrícia Auth

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